Somos fruto do meio ambiente e cultural?
- Até que ponto?
A cada dia fica mais fácil entender colocações do tipo: mais vale um exemplo do que mil palavras.
MAS:
Será que em determinada época de nossas vidas os neurônios-espelho têm predominância?
Lembra da infância:
“Pára de me copiar”!
Manhê! – O Zezinho ta me copiando! – Manda ele parar!
Ou:
O que nos leva ao riso quando alguém ao nosso lado começa a gargalhar?
O que antes parecia um processo puro e simples de eletromagnetismo; agora já tem uma explicação funcional científica aplicável a muitos processos até de cura.
Células – espelho.
“Essas células foram descobertas por acaso em 1994 na Universidade de Parma, Itália, pelos neurocientistas Giacomo Rizzolatti, Leonardo Fogassi e Vittorio Gallese. Eles constataram que a simples observação de ações alheias ativava as mesmas regiões do cérebro dos observadores normalmente estimuladas durante a ação do próprio indivíduo. Ao que tudo indica, nossa percepção visual inicia uma espécie de simulação ou duplicação interna dos atos de outros (ver “Reflexo revelador”, Mente&Cérebro 161, junho de 2006).Em 2001, um grupo coordenado por um de nós (Giovanni Buccino), também de Parma, resolveu estudar esses neurônios mais a fundo. Usando ressonância magnética funcional (fMRI), os pesquisadores mediram a atividade cerebral de voluntários enquanto eles assistiam a um vídeo que mostrava seqüências de movimentos de boca, mãos e pés. Dependendo da parte do corpo que aparecia na tela, o córtex motor dos observadores se ativava com maior intensidade na região que correspondia à parte do corpo em questão, ainda que eles se mantivessem absolutamente imóveis. O cérebro parece associar a visão de movimentos alheios ao planejamento de seus próprios movimentos. Poderia essa propriedade espelho ser útil no tratamento de certos distúrbios neurológicos?”.
Fonte.
Mente/cérebro. Reportagem. Edição 171 – Artigo: A IMITAÇÃO PODE CURAR.
Também segundo outros estudos desenvolvidos por pesquisadores do Instituo de Neurociência Cognitiva, da Universidade de Londres, Inglaterra publicado na revista especializada “Journal of Neuroscience”, em dezembro de 2006.
A neurociência comportamental passou a desconfiar que a resposta á repetição, de atitudes, comportamentos e todo o processo de transmissão da aprendizagem; deve encontrar-se nos chamados “neurônios–espelho”; que tendem a copiar o comportamento de quem está interagindo conosco. Por exemplo, quando duas pessoas estão conversando e uma cruza as pernas, os braços ou mexe no cabelo, quase de imediato a outra vai fazer o mesmo. O estudo mostra que não é preciso apenas um estímulo visual, o som dele é suficiente para acionar o mecanismo. Experimente bocejar perto de alguém, logo a outra pessoa também repetirá, mesmo estando de costas para você.
Além disso, segundo especialistas esses neurônios estão ligados á nossa capacidade de empatia e de imitar gestos e de compreender seu significado; pois ao que tudo indica, as células cerebrais chamadas espelhos têm a habilidade de ler mentes alheias e de interpretar intenções. – SERÁ?
Claro que muito há que se descobrir ainda sobre como funcionamos:
De que forma as células-espelho do cérebro conversam com as outras? – Será que só as do cérebro? E quem só pensa “naquilo”; o comando é das células espelho do aparelho reprodutor? – E quem só pensa em comida? – E quem pensa pouco?
Por exemplo:
Como ficam os escravos da mídia e da moda? – Será que quase todas as suas células são as em espelho?
Mecanismo de projeção – Quais as células envolvidas? – De que forma misturo meus comportamentos não reconhecidos com o comportamento do outro?
Reconhecer emoções e intenções alheias – Existe um tipo de célula para a camuflagem das intenções? – E qual a célula encarregada de reconhecer as segundas, terceiras e quartas intenções? – Haverá células “araponga”?
Será que Madre Tereza de Calcutá tinha milhares de células espelho a mais do que nós que copiamos o comportamento ditado pela mídia?
Será que os ETs de outras dimensões que abduzem pessoas e as fazem sofrer com dor e se espantam com suas reações são mais ou menos evoluídos do que nós?
Provavelmente essas células tenham um papel fundamental na infância! – Será que ainda estamos na infância Cósmica? – Será que ao longo da evolução vamos substituindo as células espelho por outras com vida própria – tipo: células do discernimento?
Antes que seja internado, pergunto ás minhas células – espelho: Espelho, espelho meu haverá alguém mais maluco do que eu?
Peço a Deus mais neurônios-espelho ou quebro os que já tenho?
Será que cada célula-espelho quebrada traz sete anos de azar?
Socorro Espírito da Verdade!
- Ta bão! – Acho que a solução está na reforma da educação – Nossas células – espelho absorvem o que lhes envia o meio – Talvez baste apenas – cultivar o amor e o bem pensar?
Por essa razão é importante que apenas o sentimento do amor inspire nossas ações que podem ser captadas pelas outras pessoas: Educar para um mundo novo.
O que vocês acham?
Minha lista de blogs
sábado, 15 de agosto de 2009
HUMANIZAÇÃO DA SAÚDE
Rede de apoio.
O atendimento na área da saúde tende a desumanizar-se seja prela pressa ou pelo predomínio da tecnologia. Ainda bem que há muita gente observando e trabalhando o estar doente sob uma ótica mais humanizada.
Quem já viveu o drama de ter um familiar vivendo a sofrida experiência da doença e, em muitas situações encontrar-se impossibilitado de estar presente sabe reconhecer a importância de trabalhos como esse.
CONTE COMIGO!
AT - ATENDIMENTO TERAPÊUTICO
“Amigo Qualificado”
Humanização da Saúde
A proposta deste atendimento destina-se a estar junto da pessoa ou paciente, nos momentos em que este não esteja capaz física ou psicologicamente e ainda quando os familiares não possuem disponibilidade para atividades como consultórios, hospitais, clínicas, laboratórios ou eventos para atividades variadas, inclusive de lazer.
Com este tipo de atendimento, onde há o objetivo da humanização da saúde destacam-se as possibilidades que permitem:
ü Readequar a pessoa ao seu ambiente e melhorias no convívio familiar e social;
ü Proporcionar tranquilidade ao paciente, fato que gera segurança e pode auxiliar na diminuição do stress possibilitando outras alternativas, evitando novas complicações e também uma evolução positiva ou estabilidade do quadro clínico;
ü Suporte à família no momento da necessidade específica;
ü Suporte ao paciente que apresenta potencial para um “fazer” específico e encontra-se momentaneamente impedido.
Naggaí Naleto Mugayar
Psicóloga CRP/SP 06.9800
e-mail: mugayar@terra.com.br
O atendimento na área da saúde tende a desumanizar-se seja prela pressa ou pelo predomínio da tecnologia. Ainda bem que há muita gente observando e trabalhando o estar doente sob uma ótica mais humanizada.
Quem já viveu o drama de ter um familiar vivendo a sofrida experiência da doença e, em muitas situações encontrar-se impossibilitado de estar presente sabe reconhecer a importância de trabalhos como esse.
CONTE COMIGO!
AT - ATENDIMENTO TERAPÊUTICO
“Amigo Qualificado”
Humanização da Saúde
A proposta deste atendimento destina-se a estar junto da pessoa ou paciente, nos momentos em que este não esteja capaz física ou psicologicamente e ainda quando os familiares não possuem disponibilidade para atividades como consultórios, hospitais, clínicas, laboratórios ou eventos para atividades variadas, inclusive de lazer.
Com este tipo de atendimento, onde há o objetivo da humanização da saúde destacam-se as possibilidades que permitem:
ü Readequar a pessoa ao seu ambiente e melhorias no convívio familiar e social;
ü Proporcionar tranquilidade ao paciente, fato que gera segurança e pode auxiliar na diminuição do stress possibilitando outras alternativas, evitando novas complicações e também uma evolução positiva ou estabilidade do quadro clínico;
ü Suporte à família no momento da necessidade específica;
ü Suporte ao paciente que apresenta potencial para um “fazer” específico e encontra-se momentaneamente impedido.
Naggaí Naleto Mugayar
Psicóloga CRP/SP 06.9800
e-mail: mugayar@terra.com.br
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
BEM VINDA ÁRVORE DA VIDA
BEM VINDA ÁRVORE DA VIDA
Comunico aos amigos leitores do bloog, nosso veículo de interação de idéias, ideais, e tentativa de aprender a arte do amor; a chegada de nossa primeira e; ainda, única seguidora: Ana Maria (Aninha para os amigos da Casa do Consolador).
A Egregóra de Francisco de Assis se espalhou pelo planeta, e se materializou na Casa do Consolador em SP – Na assistência aos animais desvalidos e necessitados bem como a seus humanos cuidadores.
Nesta Casa de amor ao qual fui convidado a participar; e aceitei com alegria; um paradigma me conquistou: se trouxeres até nós um irmão animal em sofrimento; ele tem prioridade; os inocentes tem prioridade.
Com a palavra: Ana – a atual dirigente e coordenadora.
Elucide nossos amigos leitores o que pretende; e o que faz a ARVORE DA VIDA.
Obs.
Melhore a imagem de sua foto na Web.
Todos merecemos reconhecê-la no dia a dia.
Comunico aos amigos leitores do bloog, nosso veículo de interação de idéias, ideais, e tentativa de aprender a arte do amor; a chegada de nossa primeira e; ainda, única seguidora: Ana Maria (Aninha para os amigos da Casa do Consolador).
A Egregóra de Francisco de Assis se espalhou pelo planeta, e se materializou na Casa do Consolador em SP – Na assistência aos animais desvalidos e necessitados bem como a seus humanos cuidadores.
Nesta Casa de amor ao qual fui convidado a participar; e aceitei com alegria; um paradigma me conquistou: se trouxeres até nós um irmão animal em sofrimento; ele tem prioridade; os inocentes tem prioridade.
Com a palavra: Ana – a atual dirigente e coordenadora.
Elucide nossos amigos leitores o que pretende; e o que faz a ARVORE DA VIDA.
Obs.
Melhore a imagem de sua foto na Web.
Todos merecemos reconhecê-la no dia a dia.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
"CARA DE PAISAGEM"
PENA QUE OS POLÍTICOS DA ATUALIDADE NÃO IRÃO LER.
CARA DE PAISAGEM
Uma amiga pediu para explicar o fazer “cara de paisagem” do bate papo anterior.
Nossa língua embora seja complexa e termine por travar alguns desenvolvimentos psíquicos e tecnológicos; sofistica o estudo das emoções e da afetividade; algumas linguagens são mais práticas; mas a nossa é muito rica em criatividade; pena que esteja sendo empobrecida pelos “manos” e congêneres...
Fazer “cara de paisagem”!
Ouvi isso da “minha molecada” tempos atrás e, me encantei pelas possibilidades de conteúdo; daí, eu passei a prestar atenção na nossa fisionomia frente a várias situações; tanto as que magoam de pronto, como as críticas e as tentativas de domínio; quanto as puxasaquices e os elogios constrangedores; sem perder tempo nem grana; apenas usando o laboratório do cotidiano para diferenciar os muitos tipos de caras que fazemos com mímica ou sem mímica, frente ás ocorrências do dia a dia. Isso tem me ajudado muito no consultório; pois, por incrível que pareça muita gente na tentativa de fazer “cara de paisagem” para as cobranças da lei de causa e efeito; se dá mal, ao fazer cara de “não to nem aí”; são parecidas na mímica; mas, completamente diferentes no conteúdo; e pior: nos resultados.
“Cara de paisagem”, acima de uma expressão facial; é uma atitude mental, emocional e afetiva voluntária e responsável que exige discernimento e inteligência. Difere da atitude “não estou nem aí” – essa sugere: dane-se; é problema meu ou seu.
Outro diagnóstico diferencial da “cara de paisagem” é a “cara de pau” cujos maiores especialistas estão em torno do poder político e jurídico; é a intenção com que mostramos nossa cara aos outros, com mais ou menos maquiagem; ás vezes uma ajuda de maquiagem é bem vinda; noutras nos “emputece” com duplo e até triplo sentido...
Na nossa língua mutante e sempre em evolução: a “cara de babaca”; “cara de cabaço”; “cara de oligóide”; “cara de poste”, etc. Elas foram indevidamente substituídas e mais ou menos englobadas pela “cara de barbie”; pois, se os especialistas (não é meu caso) prestarem atenção – cada uma dessas caras é única; e merecem mais estudo dos lingüísticos (nada a vê com falar mal dos outros); isso é assunto para outros bate papos.
Mas, como conseguir uma bela cara de paisagem em certos momentos?
Analisando o passado e o presente; concluí que algumas pessoas já nascem com “cara de paisagem” e a modulam sem esforço; são os puros de coração a que se referiu Jesus.
Exemplo, eu tive (melhor continuo tendo), uma amiga de faculdade que era o protótipo da “cara de paisagem”; entre alegrias e tristezas; sua “cara” era sempre a mesma; nada a ver com oligóide nem loirice; se você trouxesse a ela uma alegria ou uma maledicência ela continuava na dela, sem esparramo; ás vezes jogava dúvidas atrozes para você resolver sem perder o vervain nem o feeling – Mas, como ninguém é perfeito; de repente, estávamos no elevador no hospital; a pé no caminho para casa depois das aulas; de repente, ela começava a rir (sua risada era em lá maior; daí, não dava para ser ignorar) – O que foi (A)? Qual a graça? – A piada? – Que piada? Ninguém disse nenhuma piada! – Aquela! – Enfim, era uma piada amanhecida, e bem amanhecida (2 ou 3 dias atrás), mas a ficha tinha caído no momento – Ela nem se abalava quando eu dizia que ela tinha 2 neurônios numa rede de sinapses neurológicas: um mexicano que punha o sombrero para esconder a claridade e outro baiano que vivia deitado na rede dos outros neurônios; ela, simplesmente fazia “cara de paisagem” e continuava sendo ela mesma (graças a Deus).
A maior parte de nós vai ter que aprender a fazer “cara de paisagem” frente a situações em que nosso desejo era enforcar o interlocutor ou o cara que está atazanando nossa vida.
Desculpe amiga; mas como um índigo cansado (meu DDA assumiu).
Resumindo (pois, isso daria um belo livro – quem se atreve a escrevê-lo?):
Para a maioria de nós que ainda não atingimos a condição dos simples e puros de coração (intenção automatizada no bem querer) - Fazer “cara de paisagem” é uma atitude voluntária, que exige muito esforço, estudo, humildade: AMOR.
Beijo amiga, estendido a todos meus parceiros de dúvidas na arte de viver bem...
CARA DE PAISAGEM
Uma amiga pediu para explicar o fazer “cara de paisagem” do bate papo anterior.
Nossa língua embora seja complexa e termine por travar alguns desenvolvimentos psíquicos e tecnológicos; sofistica o estudo das emoções e da afetividade; algumas linguagens são mais práticas; mas a nossa é muito rica em criatividade; pena que esteja sendo empobrecida pelos “manos” e congêneres...
Fazer “cara de paisagem”!
Ouvi isso da “minha molecada” tempos atrás e, me encantei pelas possibilidades de conteúdo; daí, eu passei a prestar atenção na nossa fisionomia frente a várias situações; tanto as que magoam de pronto, como as críticas e as tentativas de domínio; quanto as puxasaquices e os elogios constrangedores; sem perder tempo nem grana; apenas usando o laboratório do cotidiano para diferenciar os muitos tipos de caras que fazemos com mímica ou sem mímica, frente ás ocorrências do dia a dia. Isso tem me ajudado muito no consultório; pois, por incrível que pareça muita gente na tentativa de fazer “cara de paisagem” para as cobranças da lei de causa e efeito; se dá mal, ao fazer cara de “não to nem aí”; são parecidas na mímica; mas, completamente diferentes no conteúdo; e pior: nos resultados.
“Cara de paisagem”, acima de uma expressão facial; é uma atitude mental, emocional e afetiva voluntária e responsável que exige discernimento e inteligência. Difere da atitude “não estou nem aí” – essa sugere: dane-se; é problema meu ou seu.
Outro diagnóstico diferencial da “cara de paisagem” é a “cara de pau” cujos maiores especialistas estão em torno do poder político e jurídico; é a intenção com que mostramos nossa cara aos outros, com mais ou menos maquiagem; ás vezes uma ajuda de maquiagem é bem vinda; noutras nos “emputece” com duplo e até triplo sentido...
Na nossa língua mutante e sempre em evolução: a “cara de babaca”; “cara de cabaço”; “cara de oligóide”; “cara de poste”, etc. Elas foram indevidamente substituídas e mais ou menos englobadas pela “cara de barbie”; pois, se os especialistas (não é meu caso) prestarem atenção – cada uma dessas caras é única; e merecem mais estudo dos lingüísticos (nada a vê com falar mal dos outros); isso é assunto para outros bate papos.
Mas, como conseguir uma bela cara de paisagem em certos momentos?
Analisando o passado e o presente; concluí que algumas pessoas já nascem com “cara de paisagem” e a modulam sem esforço; são os puros de coração a que se referiu Jesus.
Exemplo, eu tive (melhor continuo tendo), uma amiga de faculdade que era o protótipo da “cara de paisagem”; entre alegrias e tristezas; sua “cara” era sempre a mesma; nada a ver com oligóide nem loirice; se você trouxesse a ela uma alegria ou uma maledicência ela continuava na dela, sem esparramo; ás vezes jogava dúvidas atrozes para você resolver sem perder o vervain nem o feeling – Mas, como ninguém é perfeito; de repente, estávamos no elevador no hospital; a pé no caminho para casa depois das aulas; de repente, ela começava a rir (sua risada era em lá maior; daí, não dava para ser ignorar) – O que foi (A)? Qual a graça? – A piada? – Que piada? Ninguém disse nenhuma piada! – Aquela! – Enfim, era uma piada amanhecida, e bem amanhecida (2 ou 3 dias atrás), mas a ficha tinha caído no momento – Ela nem se abalava quando eu dizia que ela tinha 2 neurônios numa rede de sinapses neurológicas: um mexicano que punha o sombrero para esconder a claridade e outro baiano que vivia deitado na rede dos outros neurônios; ela, simplesmente fazia “cara de paisagem” e continuava sendo ela mesma (graças a Deus).
A maior parte de nós vai ter que aprender a fazer “cara de paisagem” frente a situações em que nosso desejo era enforcar o interlocutor ou o cara que está atazanando nossa vida.
Desculpe amiga; mas como um índigo cansado (meu DDA assumiu).
Resumindo (pois, isso daria um belo livro – quem se atreve a escrevê-lo?):
Para a maioria de nós que ainda não atingimos a condição dos simples e puros de coração (intenção automatizada no bem querer) - Fazer “cara de paisagem” é uma atitude voluntária, que exige muito esforço, estudo, humildade: AMOR.
Beijo amiga, estendido a todos meus parceiros de dúvidas na arte de viver bem...
sábado, 8 de agosto de 2009
DOCES VAMPIROS
COMO DIGERIR DOCES VAMPIROS
“Por fora bela viola; por dentro pão bolorento”...
Neste planeta hospício, a grande maioria de nós tem raros momentos de lucidez: pensamos, sentimos e agimos em concordância com a intenção inicial e única; quase sempre pensamos uma coisa dizemos outra e agimos contrário.
Nossa alma automatizou uma forma tortuosa e pouco consciente de atingir objetivos egoístas; essa conduta é milenar e mantida por um chip coletivo chamado educação.
Já conversamos aqui no bloog sobre agressão verbal – Hoje nosso interesse é avaliar, o doce vampiro; aquela pessoa que fala com você com voz meiga, suave, pausada; mas suas palavras ferem de forma profunda e premeditada.
Como identificar e se defender delas?
Não estamos falando daquelas pessoas que fazem estragos com doces palavras sem querer – nem do mecanismo de projeção onde o interlocutor se projeta nas palavras ditas; apenas para ouvir o que de forma doentia lhe interessa - Tampouco estamos falando da pessoa que usa a fala de terceiros para atingir seus objetivos.
Nosso assunto é aprender a se livrar de gente que se aproxima de nós com intenção de defender a todo custo camuflados interesses; nem que para isso precise agredir.
Todos já enfrentamos situações desse tipo; mas sem treino não nos demos conta da origem do mal estar no mal querer do outro com relação a nós; da interação restou uma indefinida sensação de mal estar; que muitas vezes confundimos com problemas de saúde (glicemia ou pressão que subiu ou abaixou).
Claro que cada um é cada um; mas um tipo freqüente é o da pessoa que fala com aquela voz pausada, meiga, doce e aveludada e cheia de elogios quase sempre fora de propósito (eis aí uma dica para diagnosticar os sweet - vamps). Aos poucos, entretanto, o monstrinho vai destilando o veneno que demora a ser sentido (adoram o que fazem; daí, não tem pressa). Disfarçada e lentamente eles trabalham vampirizando nossa vitalidade; e para quem não tem treino; sem que possamos perceber, já estamos contaminados pela falta de ânimo, esperança e vontade; e nos sentindo agredidos (um de seus deleites é quebrar as pernas de nossos sonhos e ideais); mas demoramos muito a perceber a origem das sensações negativas. Como diagnosticar um doce vampiro?O primeiro sinal é o de um desconforto que nos deixa atormentado; com a idéia de inferioridade, fracasso, falta de esperança, incapacidade e insegurança.
Para fechar o diagnóstico, passe a observar o que o vampiro faz com outras pessoas. – Sim! – Eles repetem o padrão! – Pois se alimentam disso.
O que fazer?
Estude o sweet-vamp sem cair na armadilha de julgá-lo; pois ele adora esses desafios.
Nunca revide – Não mostre uma estaca que não terá coragem de cravar em seu coração. Nem palavras bem colocadas nem argumentação o convencem – Mantras nem orações o amedrontam. E, a pior reação é revidar ao ataque de maneira veemente, pois de vítimas passaríamos a réus agressores. O doce vampiro que agride com fala mansa e voz suave, de forma geral não altera seu comportamento; é traquejado; muito bom nisso; e se compraz ao constatar que conseguiu desequilibrar e irritar sua vítima – é disso, dessas energias que se alimenta.
Esfregar na cara do doce vampiro que o desmascaramos não é uma boa política; até porque provar isso a ele e aos em torno, é impossível; pois ele se porta com candura – sim o sweet – vamp adora IBOPE – Mas, nunca o enfrente só e tete a tete.
A melhor saída para lidar com eles é fazer cara de paisagem; jogar melhor que ele seu jogo; fingir que não percebemos a agressão ou o roubo de energia para tentar tirar-lhe a motivação; em continuar a nos perseguir.
Uma de suas intenções básicas é transformar suas vítimas em algozes de si mesmas frente aos outros. Quem não viu esse filme (Não, não é o diabo veste prada)?
Quem se comporta com delicadeza, mesmo agredindo de forma covarde e oportunista é visto com bons olhos; enquanto a vítima que perde o controle é vista como um ser maluco e destemperado.Qual a melhor maneira de lidar com eles?
Sweet-vamp detestam gelo; mas, se você o congelar das suas relações; ele se recupera rápido e, pode sentir-se atraído pelo desafio; melhor leva-lo em banho-maria.
Manter distância sempre que possível é uma boa tática; mas, nem sempre é viável; pois essas doces criaturas podem fazer parte de nosso convívio, familiar, social e de trabalho.
Aprenda a ficar á espreita com as antenas e as parabólicas ligadas para não desperdiçar situações onde pode colocar ao doce vampiro que tem plena consciência de sua forma de agir e que não o teme no seu devido lugar - Imagine se conseguir azeda-lo? – Já será uma vitória.
Aprenda a fazer isso com o máximo de bom humor que consiga – torne esse desafio um divertido game.
Em situações difíceis não se acanhe; peça ajuda aos seus super-heróis espirituais – pois a sós; nós vamos levar deles uma boa surra nesse jogo da vida. A meta é transformá-los em aliados – mas, não será tão cedo; não será tão cedo...
Para manter o bom humor:
Lembremos da letra da musica e do canto “Grito de alerta” do azul GONZAGUINHA.
”Primeiro você me azucrina, me entorta a cabeçaMe bota na boca um gosto amargo de felDepois vem chorando desculpas, assim meio pedindoQuerendo ganhar um bocado de melNão vê que então eu me rasgo, engasgo, enguloReflito e estendo a mãoE assim nossa vida é um rio secandoAs pedras cortando e eu vou perguntando: até quando?São tantas coisinhas miúdas, roendo, comendoArrasando aos poucos com o nosso idealSão frases perdidas num mundo de gritos e gestosNum jogo de culpa que faz tanto malNão quero a razão pois eu sei o quanto estou erradoO quanto já fiz destruirSó sinto no ar o momento em que o copo está cheioE que já não dá mais pra engolirVeja bem, nosso caso é uma porta entreabertaEu busquei a palavra mais certaVê se entende o meu grito de alertaVeja bem, é o amor agitando meu coraçãoHá um lado carente dizendo que simE a vida da gente gritando que não”.
Por favor:
Quem tiver a receita pronta para lidar com os sweet – vamp – compartilhe conosco.
Claro que não devemos esquecer dos vampiros das relações de atividades espirituais, trabalho e comerciais.
Um grande BUUU!!! – para todos.
Mas, por enquanto: Vamos correr!!!!
“Por fora bela viola; por dentro pão bolorento”...
Neste planeta hospício, a grande maioria de nós tem raros momentos de lucidez: pensamos, sentimos e agimos em concordância com a intenção inicial e única; quase sempre pensamos uma coisa dizemos outra e agimos contrário.
Nossa alma automatizou uma forma tortuosa e pouco consciente de atingir objetivos egoístas; essa conduta é milenar e mantida por um chip coletivo chamado educação.
Já conversamos aqui no bloog sobre agressão verbal – Hoje nosso interesse é avaliar, o doce vampiro; aquela pessoa que fala com você com voz meiga, suave, pausada; mas suas palavras ferem de forma profunda e premeditada.
Como identificar e se defender delas?
Não estamos falando daquelas pessoas que fazem estragos com doces palavras sem querer – nem do mecanismo de projeção onde o interlocutor se projeta nas palavras ditas; apenas para ouvir o que de forma doentia lhe interessa - Tampouco estamos falando da pessoa que usa a fala de terceiros para atingir seus objetivos.
Nosso assunto é aprender a se livrar de gente que se aproxima de nós com intenção de defender a todo custo camuflados interesses; nem que para isso precise agredir.
Todos já enfrentamos situações desse tipo; mas sem treino não nos demos conta da origem do mal estar no mal querer do outro com relação a nós; da interação restou uma indefinida sensação de mal estar; que muitas vezes confundimos com problemas de saúde (glicemia ou pressão que subiu ou abaixou).
Claro que cada um é cada um; mas um tipo freqüente é o da pessoa que fala com aquela voz pausada, meiga, doce e aveludada e cheia de elogios quase sempre fora de propósito (eis aí uma dica para diagnosticar os sweet - vamps). Aos poucos, entretanto, o monstrinho vai destilando o veneno que demora a ser sentido (adoram o que fazem; daí, não tem pressa). Disfarçada e lentamente eles trabalham vampirizando nossa vitalidade; e para quem não tem treino; sem que possamos perceber, já estamos contaminados pela falta de ânimo, esperança e vontade; e nos sentindo agredidos (um de seus deleites é quebrar as pernas de nossos sonhos e ideais); mas demoramos muito a perceber a origem das sensações negativas. Como diagnosticar um doce vampiro?O primeiro sinal é o de um desconforto que nos deixa atormentado; com a idéia de inferioridade, fracasso, falta de esperança, incapacidade e insegurança.
Para fechar o diagnóstico, passe a observar o que o vampiro faz com outras pessoas. – Sim! – Eles repetem o padrão! – Pois se alimentam disso.
O que fazer?
Estude o sweet-vamp sem cair na armadilha de julgá-lo; pois ele adora esses desafios.
Nunca revide – Não mostre uma estaca que não terá coragem de cravar em seu coração. Nem palavras bem colocadas nem argumentação o convencem – Mantras nem orações o amedrontam. E, a pior reação é revidar ao ataque de maneira veemente, pois de vítimas passaríamos a réus agressores. O doce vampiro que agride com fala mansa e voz suave, de forma geral não altera seu comportamento; é traquejado; muito bom nisso; e se compraz ao constatar que conseguiu desequilibrar e irritar sua vítima – é disso, dessas energias que se alimenta.
Esfregar na cara do doce vampiro que o desmascaramos não é uma boa política; até porque provar isso a ele e aos em torno, é impossível; pois ele se porta com candura – sim o sweet – vamp adora IBOPE – Mas, nunca o enfrente só e tete a tete.
A melhor saída para lidar com eles é fazer cara de paisagem; jogar melhor que ele seu jogo; fingir que não percebemos a agressão ou o roubo de energia para tentar tirar-lhe a motivação; em continuar a nos perseguir.
Uma de suas intenções básicas é transformar suas vítimas em algozes de si mesmas frente aos outros. Quem não viu esse filme (Não, não é o diabo veste prada)?
Quem se comporta com delicadeza, mesmo agredindo de forma covarde e oportunista é visto com bons olhos; enquanto a vítima que perde o controle é vista como um ser maluco e destemperado.Qual a melhor maneira de lidar com eles?
Sweet-vamp detestam gelo; mas, se você o congelar das suas relações; ele se recupera rápido e, pode sentir-se atraído pelo desafio; melhor leva-lo em banho-maria.
Manter distância sempre que possível é uma boa tática; mas, nem sempre é viável; pois essas doces criaturas podem fazer parte de nosso convívio, familiar, social e de trabalho.
Aprenda a ficar á espreita com as antenas e as parabólicas ligadas para não desperdiçar situações onde pode colocar ao doce vampiro que tem plena consciência de sua forma de agir e que não o teme no seu devido lugar - Imagine se conseguir azeda-lo? – Já será uma vitória.
Aprenda a fazer isso com o máximo de bom humor que consiga – torne esse desafio um divertido game.
Em situações difíceis não se acanhe; peça ajuda aos seus super-heróis espirituais – pois a sós; nós vamos levar deles uma boa surra nesse jogo da vida. A meta é transformá-los em aliados – mas, não será tão cedo; não será tão cedo...
Para manter o bom humor:
Lembremos da letra da musica e do canto “Grito de alerta” do azul GONZAGUINHA.
”Primeiro você me azucrina, me entorta a cabeçaMe bota na boca um gosto amargo de felDepois vem chorando desculpas, assim meio pedindoQuerendo ganhar um bocado de melNão vê que então eu me rasgo, engasgo, enguloReflito e estendo a mãoE assim nossa vida é um rio secandoAs pedras cortando e eu vou perguntando: até quando?São tantas coisinhas miúdas, roendo, comendoArrasando aos poucos com o nosso idealSão frases perdidas num mundo de gritos e gestosNum jogo de culpa que faz tanto malNão quero a razão pois eu sei o quanto estou erradoO quanto já fiz destruirSó sinto no ar o momento em que o copo está cheioE que já não dá mais pra engolirVeja bem, nosso caso é uma porta entreabertaEu busquei a palavra mais certaVê se entende o meu grito de alertaVeja bem, é o amor agitando meu coraçãoHá um lado carente dizendo que simE a vida da gente gritando que não”.
Por favor:
Quem tiver a receita pronta para lidar com os sweet – vamp – compartilhe conosco.
Claro que não devemos esquecer dos vampiros das relações de atividades espirituais, trabalho e comerciais.
Um grande BUUU!!! – para todos.
Mas, por enquanto: Vamos correr!!!!
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