A atual humanidade vive muitos dramas gerados pela educação.
Um deles é a contenção das emoções nas quais foram colocados valores: tal emoção é boa; tal emoção é ruim ou pecado.
Isso levou á contenção emocional e afetiva sem o uso da ferramenta do raciocínio lógico, organizador da personalidade; gerando a camuflagem, a hipocrisia e impulsos desordenados e perigosos.
No antigo ritmo de vida as contenções do chamado lado escuro da nossa personalidade funcionavam razoavelmente e pessoas desagregadas na personalidade, podiam levar uma vida relativamente confortável, medíocre mas confortável.
No momento atual, a aceleração a que estamos submetidos vai nos colocar frente a frente conosco – luz e sombra cara a cara.
Meu trabalho é uma vitrine.
Para a prescrição correta do medicamento homeopático é preciso saber quem é aquela pessoa. Quando peço para o paciente colocar suas impressões sobre si mesmo. O silêncio é constrangedor; mas educativo. A maioria quando está acompanhado pergunta ao outro
Como eu sou? O lado sombra quase nunca é verbalizado, claro que os motivos são diversos; mas, na camuflagem predomina o distúrbio educacional.
Alguns pacientes já percebem a mudança em curso; o aviso do Tsunami Emocional que se anuncia; mas com os naturais desvios: Quer saber como eu era antes ou como eu sou hoje? – Antes eu era uma pessoa alegre, bem disposta, ativa, realizadora, calma – Hoje sou irritada, intolerante, triste, esgotada; mas, porque fulano me fez isto, a vida me pregou tal peça... Engano: cada um de nós sempre foi como nos apresentamos hoje; as situações e o meio externo apenas colocaram á mostra o que já se encontrava em nós há muito tempo.
O momento íntimo é apocalíptico.
Fim do ciclo do meio termo; não há onde nos escondermos.
Nossas emoções é que farão a separação do joio do trigo.
Através delas é que nos situaremos na luz ou na sombras.
A intensidade e a velocidade com que os acontecimentos chegam hoje até nós; vai desmantelar todas as nossas contenções e esconderijos, gerando pontos de ruptura que podem ser perigosos e fatais para a nossa paz e a coletiva.
Dentre vários três pontos são importantes neste tema:
Emoção, sentimento, vontade.
O que é emoção?
Complexos psicofisiológicos englobando o sentimento e as demais caracterizações dos estados emocionais como: as emoções primárias, as de choque, a colérica, a afetuosa. Ou as emoções secundárias mais complexas e elaboradas, como: os estados afetivos sensoriais (dor e prazer, agradável e desagradável), os afetivos vitais (mal estar, bem estar, animação, desanimação), e as emoções derivadas e mistas (conflito emocional consciente), e os sentimentos anímicos e espirituais (envolvem intenção em relação com valores), as inclinações e as paixões.
Tudo aquilo que pode caracterizar um estado de sentir-se.
O que é sentimento?
Emoções que sofreram a ação da inteligência, portanto são duráveis, estáveis; ponto de equilíbrio entre polaridades. Alegria e tristeza são pólos emocionais; serenidade é o sentimento que reflete o domínio da razão entre um e outro; nem lá nem cá, porém sem ficar em cima do muro; domínio total.
O que é a vontade?
Faculdade de representar mentalmente um ato que pode ou não ser praticado em obediência a um impulso ou a motivos ditados pela razão. Boa vontade é a movida pela pura noção do dever, excluídos quaisquer outros motivos. Podemos caracterizar dois comportamentos humanos envolvendo vontade: os ordenados carregados de significado e de intenção e os desordenados; os primeiros caracterizam-se pela dupla adequação ao indivíduo e ao meio circundante; os segundos reduzem-se a descargas destinadas a liquidar tensões emocionais, frustrações e conflitos e sempre desprovidos de significado intencional.
O momento é delicado. Experimente só de brincadeira tentar encontrar vaga para um atendimento psiquiátrico.
Juízo; pois persistindo a falta de integração o discernimento ou bom senso é paralisado pela fixação mental e isso leva a um ponto de ruptura, uma súbita mudança de padrão que gera uma nova e diferente crise existencial. Essa nova situação intensifica a resposta da lei de causa e efeito na exata medida do necessário, até conseguir desfazer a cristalização do padrão anterior; e, não se trata de punição pois a vida educa, não pune; sentir-se punido já é sinal de imaturidade.
Deixe aflorar suas emoções para que se tornem claras e separadas umas das outras; mas, lembre-se que os outros não podem se tornar sua latrina emocional. Faça isso na intimidade de suas reflexões. Treine verbalizar seu lado escuro da personalidade. Não tenha vergonha delas; pois seria ter vergonha de si mesmo; “tranquilis”, pois nestas bandas dimensionais; o melhorzinho ainda baba.
Exemplo, se alguém aprontou com você e seu desejo é vingar-se – não camufle nem minta acreditando que ficou magoado; pois vai acabar criando um câncer e ainda ficou com o ódio para resolver – Assuma o ódio e resolva-o internamente com inteligência num bate papo entre razão e emoção. Quer se vingar? O que vai ganhar com isso? Conhece a lei de retorno? – Com treino e trabalho de forma inteligente convença seu ódio que é melhor deixar prá lá e tentar relevar – nessa altura do campeonato já entrou na fase de aprendizado do perdão condicional – Perdôo desde que: Não me apareça mais na frente! Não me faça mais isso! – Aleluia; já é um grande passo.
Os avisos estão sendo dados. As sirenes estão tocando por todo lado.
Ainda dá tempo.
Se quisermos virar material para os outros exercitarem sua caridade – azar o nosso.
Namastê.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
OS RECADOS DA DOR
A linguagem da dor é muito clara:
Um tipo de limite de onde não se pode passar.
Há que ser assim, pois a Verdade ou clareza é essencial para nosso progredir. Sim, sim; não, não.
Ás vezes é preciso ser curto e grosso, tal e qual Deus faz conosco quando infringimos as Leis e orgulhosamente não nos corrigimos.
Nós somos ao mesmo tempo causa e efeito uns dos outros: doença e remédio; analgésico ou o dedo que limpa a ferida para não infeccionar.
Deus nos deu uns aos outros para nos socorrermos e aliviarmos, até o limite do tolerável pela Lei de Justiça.
Necessário o limite da Lei - pois, na mente embotada do doente da credulidade, a busca da panacéia parece ser o único caminho.
Na busca da cura ou do alívio é preciso usar o infalível medicamento Divino, a santa paciência; pois:
O remédio do raciocínio lógico às vezes demora a fazer efeito.
Não há que ter pressa que o sujeito entenda que ele é que dá permissão para a dor ou a doença agir nele.
Sempre que possível, até onde seja útil, devemos permitir que as pessoas sintam suas dores, antes de aliviá-las, elas precisam disso.
Mas cuidado, para não usar o raciocínio crítico a respeito de escolher a melhor forma de socorrer, amparar, confortar, como uma ferramenta de julgamento e crítica; a quem teimosa e repetidamente não seguiu conselhos ou determinações.
A intenção é tudo.
Permitir que o outro experimente ao menos um pouco o sabor daquilo que plantou não pode ser um ato de vingança ou de retaliação; ao contrário, deve sempre ser um inteligente ato de amor.
Ajuda sempre com cuidado.
Mesmo que carregues nas tuas palavras e atitudes toda a boa vontade do mundo; assim mesmo cuidado. Um grande e revolucionário Sábio veio mostrar o caminho da cura ao povo do mundo da panacéia e acabou na cruz. Na dose certa: “Bem aventurados os aflitos...” é um recado muito claro para quem não tem sua mente embotada por paradoxos e dogmas.
Que fique bem claro:
Sofrer não é preciso.
Aprender pela dor é um ato de rebeldia, orgulho, intolerância.
Para bom entendedor meia palavra deveria bastar.
Os recados da dor são sempre muito claros: para quem tem olhos de ver, ouvidos de ouvir e cérebro para pensar.
Dor não é punição nem castigo, simplesmente um convite.
O médico Jesus confortou, socorreu, curou; mas, quando foi necessário colocou o dedo nas feridas da nossa alma para nos livrar de mal maior.
Quando a dor é o remédio; significa que não seguimos as recomendações do Pai nem do Médico Jesus.
Mas, é só questão de tempo, todos nós temos cura – nem que seja preciso uma radical cirurgia moral.
A dor, embora seja um ultrapassado recurso da pedagogia cósmica; que ainda funciona, funciona.
Cada um de nós deve inventar um jeito próprio de conviver com ela enquanto seja preciso; apenas enquanto seja preciso.
Receita?
Fiz dela uma confidente e companheira com plena liberdade de ir e vir – essa atitude de minha parte fez com que ás vezes ela se transforme em sabedoria.
Todas as receitas são bem vindas.
Um tipo de limite de onde não se pode passar.
Há que ser assim, pois a Verdade ou clareza é essencial para nosso progredir. Sim, sim; não, não.
Ás vezes é preciso ser curto e grosso, tal e qual Deus faz conosco quando infringimos as Leis e orgulhosamente não nos corrigimos.
Nós somos ao mesmo tempo causa e efeito uns dos outros: doença e remédio; analgésico ou o dedo que limpa a ferida para não infeccionar.
Deus nos deu uns aos outros para nos socorrermos e aliviarmos, até o limite do tolerável pela Lei de Justiça.
Necessário o limite da Lei - pois, na mente embotada do doente da credulidade, a busca da panacéia parece ser o único caminho.
Na busca da cura ou do alívio é preciso usar o infalível medicamento Divino, a santa paciência; pois:
O remédio do raciocínio lógico às vezes demora a fazer efeito.
Não há que ter pressa que o sujeito entenda que ele é que dá permissão para a dor ou a doença agir nele.
Sempre que possível, até onde seja útil, devemos permitir que as pessoas sintam suas dores, antes de aliviá-las, elas precisam disso.
Mas cuidado, para não usar o raciocínio crítico a respeito de escolher a melhor forma de socorrer, amparar, confortar, como uma ferramenta de julgamento e crítica; a quem teimosa e repetidamente não seguiu conselhos ou determinações.
A intenção é tudo.
Permitir que o outro experimente ao menos um pouco o sabor daquilo que plantou não pode ser um ato de vingança ou de retaliação; ao contrário, deve sempre ser um inteligente ato de amor.
Ajuda sempre com cuidado.
Mesmo que carregues nas tuas palavras e atitudes toda a boa vontade do mundo; assim mesmo cuidado. Um grande e revolucionário Sábio veio mostrar o caminho da cura ao povo do mundo da panacéia e acabou na cruz. Na dose certa: “Bem aventurados os aflitos...” é um recado muito claro para quem não tem sua mente embotada por paradoxos e dogmas.
Que fique bem claro:
Sofrer não é preciso.
Aprender pela dor é um ato de rebeldia, orgulho, intolerância.
Para bom entendedor meia palavra deveria bastar.
Os recados da dor são sempre muito claros: para quem tem olhos de ver, ouvidos de ouvir e cérebro para pensar.
Dor não é punição nem castigo, simplesmente um convite.
O médico Jesus confortou, socorreu, curou; mas, quando foi necessário colocou o dedo nas feridas da nossa alma para nos livrar de mal maior.
Quando a dor é o remédio; significa que não seguimos as recomendações do Pai nem do Médico Jesus.
Mas, é só questão de tempo, todos nós temos cura – nem que seja preciso uma radical cirurgia moral.
A dor, embora seja um ultrapassado recurso da pedagogia cósmica; que ainda funciona, funciona.
Cada um de nós deve inventar um jeito próprio de conviver com ela enquanto seja preciso; apenas enquanto seja preciso.
Receita?
Fiz dela uma confidente e companheira com plena liberdade de ir e vir – essa atitude de minha parte fez com que ás vezes ela se transforme em sabedoria.
Todas as receitas são bem vindas.
segunda-feira, 14 de março de 2011
HORA DE NOS LIBERTARMOS DO MEDO
A sensação de apreensão frente a um perigo real estimula o instinto de sobrevivência, a inteligência e outros atributos humanos; essa é a emoção do medo saudável.
O medo sempre foi uma arma de domínio, de exercer o poder, desde o início da aventura humana na Terra. Está tão presente em nosso DNA cultural que até faz parte da educação tradicional.
Atualmente abusamos.
Vivemos na Era do Medo; na sociedade atual o medo real foi substituído pelo imaginário: a perda de poder do Ego: não tenho isso, vou perder o emprego, não consigo pagar o cartão de crédito...
A maior parte dos medos atuais são imaginários; um tipo de ilusão; uma mentira evolutiva; mas nosso corpo, coitado, não tem como saber; reage como se fosse verdade e adoece.
O medo exacerbado é uma das principais causas de somatização.
O momento é delicado, pois a soma dos medos individuais gera um quantum de energia negativa capaz de acelerar as mudanças planetárias em curso. Fala-se muito em final dos tempos, apocalipse, 2012 e outros eventos, criando um clima de medo e apreensão somado ao que já havia em cada um de nós e no coletivo.
Ao que parece, os acontecimentos em andamento já estavam programados para todo este universo; e não apenas aqui na Terra – nosso papel é apenas determinar, se as mudanças necessárias e saudáveis em curso no planeta sejam mais rápidas, lentas, alegres ou sofridas.
O momento é de questionar:
O que eu posso fazer? Qual meu papel?
A importância de cada um de nós é muito maior do que podemos compreender; imaginemos que outros povos do universo estejam dependendo do nosso desempenho; da mesma forma que dependemos uns dos outros aqui. É bem possível que os extraterrestres não estejam aqui a passeio nem para fazer caridade, simplesmente – tal e qual nos fazemos aqui uns com os outros: quando ajudo ao próximo estou ajudando primeiro minha pessoa.
Nem todos teremos condições de participar de grupos que trabalham ativa e efetivamente na cura planetária. Correntes de oração e vibração são mais do que bem vindas.
Mas, e eu o que posso fazer?
Devemos começar pelo básico, nos libertando de nossos medos e com isso nos curando até de muitas doenças já instaladas no físico.
A vida exige cada dia mais simplicidade.
Um roteiro:
Anote seus medos. Para resolver alguns; basta isso.
A razão é que dará o fecho final no processo; daí, questione seus medos, analise-os até que tenha controle sobre eles.
Um passo de cada vez; comece sempre trabalhando os menores e mais simples. Com isso, vai se sentir mais forte e capaz; melhora a estima própria evitando o desalento; e facilita resolver os medos que atrapalham sua qualidade de vida.
Decida-se e comece antes que a vida o coloque em saia justa – o fluxo do processo evolutivo sempre nos dá a opção da mudança com controle próprio: Faço porque quero! Eu estou no comando da minha vontade e do destino!
A resolução de nossos medos é uma ótima ferramenta de reforma íntima; pois cada um deles está ligado a um problema da personalidade. Exemplo: o medo da perda está ligado ao sentimento de posse (derivação do egoísmo) – o de ser traído está ligado ao orgulho, etc. Com treino é possível relacionar cada um deles com nossa personalidade; no início vamos negar do jeito mais infantil: nada a ver. Alguns deles foram inseridos na nossa forma de ser através da educação e dos modelos familiares que copiamos na infância – mas, só copiamos aquilo que já estava pronto (vários irmãos copiaram medos diferentes dos familiares).
Ao longo da tarefa de eliminar os medos vão surgir os dois básicos: medo da morte, e, o da não certeza do dever cumprido.
Sugestão:
Para as pessoas que já comprovaram a importância e a eficácia da prática do Evangelho no Lar. Que tal começar vários grupos de Evangelho no nosso Lar Cósmico: a Terra?
Basta usar as ferramentas das comunidades sociais da NET e começar a criar grupos de ação; não importa o sistema de crenças; afinal, estamos cansados de saber que a união faz a força.
Que o momento é especial não dá mais para duvidar.
Então para os que já estiverem despertos:
Mãos á obra.
Cada um de nós tem um papel muito importante nas transformações em andamento neste universo; a começar em nós mesmos.
Que venham nossos medos!
Quem quer ser o primeiro a ser amansado?
Namastê.
O medo sempre foi uma arma de domínio, de exercer o poder, desde o início da aventura humana na Terra. Está tão presente em nosso DNA cultural que até faz parte da educação tradicional.
Atualmente abusamos.
Vivemos na Era do Medo; na sociedade atual o medo real foi substituído pelo imaginário: a perda de poder do Ego: não tenho isso, vou perder o emprego, não consigo pagar o cartão de crédito...
A maior parte dos medos atuais são imaginários; um tipo de ilusão; uma mentira evolutiva; mas nosso corpo, coitado, não tem como saber; reage como se fosse verdade e adoece.
O medo exacerbado é uma das principais causas de somatização.
O momento é delicado, pois a soma dos medos individuais gera um quantum de energia negativa capaz de acelerar as mudanças planetárias em curso. Fala-se muito em final dos tempos, apocalipse, 2012 e outros eventos, criando um clima de medo e apreensão somado ao que já havia em cada um de nós e no coletivo.
Ao que parece, os acontecimentos em andamento já estavam programados para todo este universo; e não apenas aqui na Terra – nosso papel é apenas determinar, se as mudanças necessárias e saudáveis em curso no planeta sejam mais rápidas, lentas, alegres ou sofridas.
O momento é de questionar:
O que eu posso fazer? Qual meu papel?
A importância de cada um de nós é muito maior do que podemos compreender; imaginemos que outros povos do universo estejam dependendo do nosso desempenho; da mesma forma que dependemos uns dos outros aqui. É bem possível que os extraterrestres não estejam aqui a passeio nem para fazer caridade, simplesmente – tal e qual nos fazemos aqui uns com os outros: quando ajudo ao próximo estou ajudando primeiro minha pessoa.
Nem todos teremos condições de participar de grupos que trabalham ativa e efetivamente na cura planetária. Correntes de oração e vibração são mais do que bem vindas.
Mas, e eu o que posso fazer?
Devemos começar pelo básico, nos libertando de nossos medos e com isso nos curando até de muitas doenças já instaladas no físico.
A vida exige cada dia mais simplicidade.
Um roteiro:
Anote seus medos. Para resolver alguns; basta isso.
A razão é que dará o fecho final no processo; daí, questione seus medos, analise-os até que tenha controle sobre eles.
Um passo de cada vez; comece sempre trabalhando os menores e mais simples. Com isso, vai se sentir mais forte e capaz; melhora a estima própria evitando o desalento; e facilita resolver os medos que atrapalham sua qualidade de vida.
Decida-se e comece antes que a vida o coloque em saia justa – o fluxo do processo evolutivo sempre nos dá a opção da mudança com controle próprio: Faço porque quero! Eu estou no comando da minha vontade e do destino!
A resolução de nossos medos é uma ótima ferramenta de reforma íntima; pois cada um deles está ligado a um problema da personalidade. Exemplo: o medo da perda está ligado ao sentimento de posse (derivação do egoísmo) – o de ser traído está ligado ao orgulho, etc. Com treino é possível relacionar cada um deles com nossa personalidade; no início vamos negar do jeito mais infantil: nada a ver. Alguns deles foram inseridos na nossa forma de ser através da educação e dos modelos familiares que copiamos na infância – mas, só copiamos aquilo que já estava pronto (vários irmãos copiaram medos diferentes dos familiares).
Ao longo da tarefa de eliminar os medos vão surgir os dois básicos: medo da morte, e, o da não certeza do dever cumprido.
Sugestão:
Para as pessoas que já comprovaram a importância e a eficácia da prática do Evangelho no Lar. Que tal começar vários grupos de Evangelho no nosso Lar Cósmico: a Terra?
Basta usar as ferramentas das comunidades sociais da NET e começar a criar grupos de ação; não importa o sistema de crenças; afinal, estamos cansados de saber que a união faz a força.
Que o momento é especial não dá mais para duvidar.
Então para os que já estiverem despertos:
Mãos á obra.
Cada um de nós tem um papel muito importante nas transformações em andamento neste universo; a começar em nós mesmos.
Que venham nossos medos!
Quem quer ser o primeiro a ser amansado?
Namastê.
domingo, 13 de março de 2011
OLÁ COLEGAS DDA
Tudo ok?
Na qualidade de DDAH e Índigo dos anos cinqüenta consigo me colocar no lugar das pessoas de todas as idades que convivem com esse desafio, sofrimento, para entendê-las melhor.
Para os de antigamente era mais fácil, havia mais espaço, mais liberdade, menos informações e cobranças. Quando eu era garoto morando em Umuarama norte do Paraná, tudo era puro mato (puro em todos os sentidos) podia dar vazão á hiperatividade mental e motora inventando brincadeiras, subindo em árvores, nos muros e nos telhados á cata de frutas, pipas – eu era considerado um capetinha, bicho carpinteiro; um quase moleque de rua, pois Dona Palmira sabia me conter, estudava de manhã e á tarde na escola particular na casa da Dona Maria José, daí não sobrava muito tempo para as brincadeiras, caso contrário nem a pedagogia do chinelo funcionava para me segurar em casa ou nos livros.
Eu sempre fui um “tormento” para os professores, fazia tudo muito depressa e não dava “sossego” – até prejudiquei alguns amigos, pois fazia minhas lições de casa na sala de aula (Madre Maria Adelma descobriu e não saia do meu pé; ficava aquele pingüim do meu lado o tempo todo, enquanto a turma copiava a lição da lousa), eu fingia (para nossos pais) que ia estudar com os meus vizinhos, na verdade praticamente fazia as lições deles para a gente ir brincar por mais tempo (pois as minhas já tinha feito na sala de aula).
Posso aquilatar o sofrimento das crianças de hoje, especialmente as criadas em regime de confinamento e engorda, com os dois anos de internato no Colégio Arquidiocesano em SP – para mim equivaleu a prisão perpétua sem ter cometido crime algum, mesmo com toda qualidade de ensino, atividades esportivas e disciplina, eu não tinha nada a ver com aquilo.
Muitas outras situações surgiram na minha vida nas quais costumo fazer analogias com as das pessoas que me procuram para ajudá-las nesse drama de viver a mil num mundo a jato, com Homeopatia, florais e muito bate papo.
Para quem não convive com esse drama em si e nos em torno, pode parecer algo fácil como prova de vida; mas não é – a começar pelo preconceito com seus rótulos; que o digam os “diferentes”: altos demais, baixos, gordos, negros, com orelhas salientes, etc.
Embora os sintomas variem quase ao infinito; pois cada um é cada um, alguns itens do protocolo que mostram as dificuldades a serem superadas por portadores do distúrbio (melhor sem a camisa de força dos remédios):
Problemas causados pela instabilidade psicomotora.
a) Transtornos da afetividade: essas pessoas apresentam um excesso de expressão nas emoções e uma ambivalência nas reações. Que se manifestam, por exemplo, por acessos de cólera que se transformam rapidamente em carícias, dores que aparecem e somem sem ajuda, tristeza que se transforma em repentina alegria.
b) Transtornos psicológicos: dependendo da idade, apresentam pouca tolerância à frustração, acessos de raiva nos quais agridem tudo que estiver à sua volta; até a si próprios, atirando-se ao chão puxando os próprios cabelos, denotam caráter dominador, são teimosos, insistentes em suas solicitações até á obstinação, apresentam instabilidade de humor, são impulsivos e impacientes e muitos denotam baixa auto-estima.
c) Transtornos de conduta: atos de indisciplina com arrependimento quase imediato, necessidade constante de mudanças e de movimentos, palavras e gestos entrecortados por outros.
d) Transtornos de sociabilidade: quase sempre são rejeitados por seus companheiros, desenvolvem relacionamentos complicados com a família e com os professores. As manifestações por impulsividade comportamental e cognitiva acarretam um desgaste emocional do indivíduo, bem como de seus familiares e educadores.
Os sintomas são agravados:
Em situações que exigem atenção ou esforço mental constantes, ou mesmo naquelas que não possuem um apelo interessante como ouvir professores, realizar tarefas escolares, escutar ou ler materiais extensos ou trabalhar em tarefas monótonas e repetitivas; participar de reuniões sociais ou eventos religiosos que exijam concentração e silêncio.
Para um DDAH seja Índigo ou não, enquadrar-se em normas e protocolos (científicos ou posturais como sistema de crenças) é uma verdadeira tortura.
Os sintomas são atenuados:
Algumas vezes os sinais podem ser atenuados ou estar ausentes quando o indivíduo se encontra sob controle rígido, em uma situação nova, em uma atividade muito interessante ou quando a atenção é dirigida a ele (como foi meu caso no internato).
Na maioria das vezes os sintomas atenuam-se de forma importante na adolescência e na idade adulta em função da necessidade de ser aceito e de sobreviver. Muitas vezes por contenção ou por terem sido bem cuidados na escola (como foi meu caso – tive a sorte de ótimos mentores professores – Dona Maria José que praticava o Islã e me alfabetizou; outra Dona Maria José que praticava o Judaísmo; as irmãs do Sagrado Coração de Jesus; Frei Cassiano da Ordem dos Franciscanos; Irmão Adriano dos Irmãos Maristas; meus seguintes Mestres que não davam importância a nada que não fosse material) - que tem uma importância capital na evolução do Distúrbio Evolutivo.
Origem do problema:
Sem dúvida ao nascimento a criança já traz consigo o gérmen do distúrbio, a tendência, a predisposição que pode ser desencadeada ou acentuada por fatores ambientais e sociais. Nota-se que o número de casos aumenta a cada dia em função de vários fatores ambientais como: o excesso de estímulos propiciado pela vida moderna pela mídia, pelos artefatos e brinquedos lúdicos altamente estimuladores com sons, cores; o despreparo dos pais já que até os dois anos de idade tudo que a criança faz é motivo de encantamento e de orgulho.
O conceito médico mais atual é o de que há uma imaturidade de algumas áreas do sistema nervoso central. Essas áreas são os centros cerebrais responsáveis pelos mecanismos de atenção e concentração, pela inibição dos impulsos e pela organização das funções motoras. Desse modo as vias que transmitem os sinais nervosos estão com os neurotransmissores desregulados dificultando a condução do estímulo.
Prognóstico.
A síndrome do Déficit de Atenção-Hiperatividade está diretamente relacionada à escola; pois é responsável, muitas vezes, pelo baixo rendimento escolar, ocasionando repetências e problemas de aprendizagem – ou em casos mais graves levar á marginalização. O comportamento desorganizado da criança leva muitas vezes à mudança de escola (ou de emprego); pois apesar de uma inteligência normal elas não são capazes de prestar atenção nas aulas (ou na tarefa de labor); com isso distraem também seus colegas de classe (ou do trabalho); tem dificuldades em fazer as lições de casa; pela dificuldade em manter a postura adequada logo se tornam impopulares e até rejeitados pelo grupo (ou ao contrário; depende do ambiente em que se encontrem).
Tais pessoas passam a ser rotuladas de endiabradas e desobedientes ou marginais, que necessitam de medicamentos e técnicas de memorização para que possam realizar as tarefas escolares ou de labor.
As escolas e as empresas, de maneira geral, lidam mal com o problema por desconhecimento deste transtorno, pelo cumprimento de suas normas de maneira rígida e pela falta de parceria com outros profissionais: psicopedagogos, psicólogos, estes profissionais deveriam obrigatoriamente acompanhar a evolução dessas crianças ou trabalhadores, orientando pais, educadores e DP de RH.
É necessário também que os profissionais conheçam as fases evolutivas da criança, adolescente e adulto para não confundir ataques de birra, negativismo, oposição, dificuldade de aceitar limites e outras características com o quadro de hiperatividade ou de falta de competência em se enquadrar.
É preciso também não confundir a SDAH com as pessoas com Q.I alto ou baixo podem se tornar desinteressadas ou desajustadas em sala de aula (local de trabalho) necessitando de outro tipo de abordagem.
A SDAH aparece antes dos sete anos de idade e não tem cura medicamentosa, costuma haver uma melhora do quadro à medida que a criança recebe a ajuda necessária e quando atinge a idade adulta. Porém muitos adultos são mais predispostos a transtornos da Ansiedade e distúrbios de personalidade, alterações de humor.
Na vida contemporânea mesmo quem não sofre de SDAH de forma catalogada e discriminatória; está sendo obrigado a se identificar como portador de TOC, Bipolaridade; tanto para sua paz pessoal quanto para conviver com os em torno, sem sofrimentos inúteis e desnecessários.
Ser índigo ou não na condição de DDAH traz vantagens e desvantagens. Na parte cognitiva estão em melhor situação, no que toca á parte emocional e afetiva o sofrimento é maior.
Ainda não é considerado doente psiquiátrico deste lado da vida?
Sorte sua; mas, não abuse dela; pois do outro lado a coisa é bem mais forte.
Espero que meus colegas DDAH de nascença; ou começando a serem rotulados pelo sistema, Índigos ou não; estejam levando a vida sem necessidade de drogas camisa de força.
Interagir é preciso – troquem vivências, experiências e aprendizado – para problemas desse tipo esse é um santo remédio...
Na qualidade de DDAH e Índigo dos anos cinqüenta consigo me colocar no lugar das pessoas de todas as idades que convivem com esse desafio, sofrimento, para entendê-las melhor.
Para os de antigamente era mais fácil, havia mais espaço, mais liberdade, menos informações e cobranças. Quando eu era garoto morando em Umuarama norte do Paraná, tudo era puro mato (puro em todos os sentidos) podia dar vazão á hiperatividade mental e motora inventando brincadeiras, subindo em árvores, nos muros e nos telhados á cata de frutas, pipas – eu era considerado um capetinha, bicho carpinteiro; um quase moleque de rua, pois Dona Palmira sabia me conter, estudava de manhã e á tarde na escola particular na casa da Dona Maria José, daí não sobrava muito tempo para as brincadeiras, caso contrário nem a pedagogia do chinelo funcionava para me segurar em casa ou nos livros.
Eu sempre fui um “tormento” para os professores, fazia tudo muito depressa e não dava “sossego” – até prejudiquei alguns amigos, pois fazia minhas lições de casa na sala de aula (Madre Maria Adelma descobriu e não saia do meu pé; ficava aquele pingüim do meu lado o tempo todo, enquanto a turma copiava a lição da lousa), eu fingia (para nossos pais) que ia estudar com os meus vizinhos, na verdade praticamente fazia as lições deles para a gente ir brincar por mais tempo (pois as minhas já tinha feito na sala de aula).
Posso aquilatar o sofrimento das crianças de hoje, especialmente as criadas em regime de confinamento e engorda, com os dois anos de internato no Colégio Arquidiocesano em SP – para mim equivaleu a prisão perpétua sem ter cometido crime algum, mesmo com toda qualidade de ensino, atividades esportivas e disciplina, eu não tinha nada a ver com aquilo.
Muitas outras situações surgiram na minha vida nas quais costumo fazer analogias com as das pessoas que me procuram para ajudá-las nesse drama de viver a mil num mundo a jato, com Homeopatia, florais e muito bate papo.
Para quem não convive com esse drama em si e nos em torno, pode parecer algo fácil como prova de vida; mas não é – a começar pelo preconceito com seus rótulos; que o digam os “diferentes”: altos demais, baixos, gordos, negros, com orelhas salientes, etc.
Embora os sintomas variem quase ao infinito; pois cada um é cada um, alguns itens do protocolo que mostram as dificuldades a serem superadas por portadores do distúrbio (melhor sem a camisa de força dos remédios):
Problemas causados pela instabilidade psicomotora.
a) Transtornos da afetividade: essas pessoas apresentam um excesso de expressão nas emoções e uma ambivalência nas reações. Que se manifestam, por exemplo, por acessos de cólera que se transformam rapidamente em carícias, dores que aparecem e somem sem ajuda, tristeza que se transforma em repentina alegria.
b) Transtornos psicológicos: dependendo da idade, apresentam pouca tolerância à frustração, acessos de raiva nos quais agridem tudo que estiver à sua volta; até a si próprios, atirando-se ao chão puxando os próprios cabelos, denotam caráter dominador, são teimosos, insistentes em suas solicitações até á obstinação, apresentam instabilidade de humor, são impulsivos e impacientes e muitos denotam baixa auto-estima.
c) Transtornos de conduta: atos de indisciplina com arrependimento quase imediato, necessidade constante de mudanças e de movimentos, palavras e gestos entrecortados por outros.
d) Transtornos de sociabilidade: quase sempre são rejeitados por seus companheiros, desenvolvem relacionamentos complicados com a família e com os professores. As manifestações por impulsividade comportamental e cognitiva acarretam um desgaste emocional do indivíduo, bem como de seus familiares e educadores.
Os sintomas são agravados:
Em situações que exigem atenção ou esforço mental constantes, ou mesmo naquelas que não possuem um apelo interessante como ouvir professores, realizar tarefas escolares, escutar ou ler materiais extensos ou trabalhar em tarefas monótonas e repetitivas; participar de reuniões sociais ou eventos religiosos que exijam concentração e silêncio.
Para um DDAH seja Índigo ou não, enquadrar-se em normas e protocolos (científicos ou posturais como sistema de crenças) é uma verdadeira tortura.
Os sintomas são atenuados:
Algumas vezes os sinais podem ser atenuados ou estar ausentes quando o indivíduo se encontra sob controle rígido, em uma situação nova, em uma atividade muito interessante ou quando a atenção é dirigida a ele (como foi meu caso no internato).
Na maioria das vezes os sintomas atenuam-se de forma importante na adolescência e na idade adulta em função da necessidade de ser aceito e de sobreviver. Muitas vezes por contenção ou por terem sido bem cuidados na escola (como foi meu caso – tive a sorte de ótimos mentores professores – Dona Maria José que praticava o Islã e me alfabetizou; outra Dona Maria José que praticava o Judaísmo; as irmãs do Sagrado Coração de Jesus; Frei Cassiano da Ordem dos Franciscanos; Irmão Adriano dos Irmãos Maristas; meus seguintes Mestres que não davam importância a nada que não fosse material) - que tem uma importância capital na evolução do Distúrbio Evolutivo.
Origem do problema:
Sem dúvida ao nascimento a criança já traz consigo o gérmen do distúrbio, a tendência, a predisposição que pode ser desencadeada ou acentuada por fatores ambientais e sociais. Nota-se que o número de casos aumenta a cada dia em função de vários fatores ambientais como: o excesso de estímulos propiciado pela vida moderna pela mídia, pelos artefatos e brinquedos lúdicos altamente estimuladores com sons, cores; o despreparo dos pais já que até os dois anos de idade tudo que a criança faz é motivo de encantamento e de orgulho.
O conceito médico mais atual é o de que há uma imaturidade de algumas áreas do sistema nervoso central. Essas áreas são os centros cerebrais responsáveis pelos mecanismos de atenção e concentração, pela inibição dos impulsos e pela organização das funções motoras. Desse modo as vias que transmitem os sinais nervosos estão com os neurotransmissores desregulados dificultando a condução do estímulo.
Prognóstico.
A síndrome do Déficit de Atenção-Hiperatividade está diretamente relacionada à escola; pois é responsável, muitas vezes, pelo baixo rendimento escolar, ocasionando repetências e problemas de aprendizagem – ou em casos mais graves levar á marginalização. O comportamento desorganizado da criança leva muitas vezes à mudança de escola (ou de emprego); pois apesar de uma inteligência normal elas não são capazes de prestar atenção nas aulas (ou na tarefa de labor); com isso distraem também seus colegas de classe (ou do trabalho); tem dificuldades em fazer as lições de casa; pela dificuldade em manter a postura adequada logo se tornam impopulares e até rejeitados pelo grupo (ou ao contrário; depende do ambiente em que se encontrem).
Tais pessoas passam a ser rotuladas de endiabradas e desobedientes ou marginais, que necessitam de medicamentos e técnicas de memorização para que possam realizar as tarefas escolares ou de labor.
As escolas e as empresas, de maneira geral, lidam mal com o problema por desconhecimento deste transtorno, pelo cumprimento de suas normas de maneira rígida e pela falta de parceria com outros profissionais: psicopedagogos, psicólogos, estes profissionais deveriam obrigatoriamente acompanhar a evolução dessas crianças ou trabalhadores, orientando pais, educadores e DP de RH.
É necessário também que os profissionais conheçam as fases evolutivas da criança, adolescente e adulto para não confundir ataques de birra, negativismo, oposição, dificuldade de aceitar limites e outras características com o quadro de hiperatividade ou de falta de competência em se enquadrar.
É preciso também não confundir a SDAH com as pessoas com Q.I alto ou baixo podem se tornar desinteressadas ou desajustadas em sala de aula (local de trabalho) necessitando de outro tipo de abordagem.
A SDAH aparece antes dos sete anos de idade e não tem cura medicamentosa, costuma haver uma melhora do quadro à medida que a criança recebe a ajuda necessária e quando atinge a idade adulta. Porém muitos adultos são mais predispostos a transtornos da Ansiedade e distúrbios de personalidade, alterações de humor.
Na vida contemporânea mesmo quem não sofre de SDAH de forma catalogada e discriminatória; está sendo obrigado a se identificar como portador de TOC, Bipolaridade; tanto para sua paz pessoal quanto para conviver com os em torno, sem sofrimentos inúteis e desnecessários.
Ser índigo ou não na condição de DDAH traz vantagens e desvantagens. Na parte cognitiva estão em melhor situação, no que toca á parte emocional e afetiva o sofrimento é maior.
Ainda não é considerado doente psiquiátrico deste lado da vida?
Sorte sua; mas, não abuse dela; pois do outro lado a coisa é bem mais forte.
Espero que meus colegas DDAH de nascença; ou começando a serem rotulados pelo sistema, Índigos ou não; estejam levando a vida sem necessidade de drogas camisa de força.
Interagir é preciso – troquem vivências, experiências e aprendizado – para problemas desse tipo esse é um santo remédio...
sábado, 12 de março de 2011
IDÉIA MOFADA DÁ ALZHEIMER
Caminhamos rapidamente para a possibilidade de desenvolver esta e outras doenças degenerativas do pensar, sentir e agir, como a Bipolaridade no comportamento e nas emoções – e, em tenra idade conforme está colocado no artigo publicado no www.jornaldosespiritos.com - a respeito da Doença de Alzheimer.
Quando Jesus nos colocou que o tempo urge, não imaginávamos que realmente ele pudesse ser acelerado desta forma, real, e não apenas subjetiva em virtude das vivências em andamento (se estamos felizes o tempo voa; se estamos tristes o tempo não passa, etc.) – na atualidade várias teorias e comprovações bem estruturadas mostram como o fenômeno ocorre; dentre outros fatores: através das alterações em curso no campo magnético do planeta – há previsão de que ao final deste mês estejamos vivendo já numa “bolha de tempo” de 13hs.
Neste final de ciclo planetário e cósmico há muito decidido pelo Criador deste Universo; nada a ver se nós fomos bonzinhos ou mauzinhos – nossas atitudes apenas definem se vamos atravessar esse limite temporal com mais ou menos sofrimento pessoal e coletivo.
O fato que nos deve interessar realmente, é que este é um momento especial; daí, conforme podemos extrair da Parábola dos Talentos muita gente avarenta e medrosa no pensar corre o risco de levar uma vida inútil ao desperdiçar recursos intelectuais, tempo e esforço; dentre outras coisas: ao se permitir pensar de forma fixa; e pior ainda: apenas nas insatisfações e frustrações.
Graves distúrbios psicológicos podem se originar desse tipo de atitude em pessoas que já tenham alguma predisposição para criar “mofo” no cérebro.
Idéias fixas e repetitivas criam condições muito favoráveis para doenças do tipo, neurose, paranóias, psicoses, Alzheimer, TOC, Bipolaridade.
Idéias fixas e atitudes repetitivas levam á condição de espectador crônico de TV, caminho curto e certo para o isolamento e solidão - pois, as pessoas que parecem um disco furado sempre voltando ao mesmo ponto, tornam-se muito chatas e logo passam a ser evitadas; pois ninguém suporta uma pessoa que só fala naquilo; e olha que não importa tanto assim o que seja aquilo; cuidado até com o TOC nas crenças...
O que é possível fazer para evitar as doenças do Toc - Toc na cabeça?
Faça o seguinte exercício: feche os olhos e a mão, deixando o terceiro dedo saliente; dê algumas pancadinhas na cabeça: toc-toc-toc-toc (não precisa exagerar) – pergunte mentalmente para sua própria pessoa (para não ser internado): Olá tem alguém aí?
Seja paciente, pois alguns neurônios são lentos para acordar e voltar a funcionar. Digo por experiência, no meu caso só tenho dois atuantes o tico e o teco; o tico até que funciona; mas o teco, só pega no tranco (reflexão - meditação compulsória).
As melhores soluções para reciclar a forma de pensar, sentir e agir e auto-imagem, além de divertidas; costuma ser simples e barata:
• Mudar o visual de vez em quando é muito bom.
• Experimente mudar o estilo de suas roupas.
• Arrisque conhecer novas pessoas.
• Crie coragem para arejar as idéias.
• Jogue fora seus velhos preconceitos.
• Faça uma faxina em seus paradigmas e nas suas razões para viver.
• Mude os antigos trajetos de idas e vindas.
• Aprender coisas novas pode dar um novo sentido á nossa vida.
• Descobrir a alegria e o prazer de viver está oculto nas coisas mais simples.
• Pratique exercícios físicos que tenham utilidade coletiva como plantar árvores, cuidar de parques e jardins..., caso seja egoísta apenas puxe ferros.
• Experimente sair do casulo dos seus interesses: pratique a caridade, enquanto ainda pode.
Arejar as idéias não é sair por aí imaginando mandrakarias nem pensando ao ar livre – Mas até que, abrir as janelas prá entrar um ventinho e um solzinho é muito bom, dá um novo ânimo. Uma plantinha e um animalzinho de companhia ajudam a quebrar a mesmice da rotina diária.
Na dúvida; um bom livro é um anti-mofo cerebral da hora e sempre á disposição.
Namastê.
Quando Jesus nos colocou que o tempo urge, não imaginávamos que realmente ele pudesse ser acelerado desta forma, real, e não apenas subjetiva em virtude das vivências em andamento (se estamos felizes o tempo voa; se estamos tristes o tempo não passa, etc.) – na atualidade várias teorias e comprovações bem estruturadas mostram como o fenômeno ocorre; dentre outros fatores: através das alterações em curso no campo magnético do planeta – há previsão de que ao final deste mês estejamos vivendo já numa “bolha de tempo” de 13hs.
Neste final de ciclo planetário e cósmico há muito decidido pelo Criador deste Universo; nada a ver se nós fomos bonzinhos ou mauzinhos – nossas atitudes apenas definem se vamos atravessar esse limite temporal com mais ou menos sofrimento pessoal e coletivo.
O fato que nos deve interessar realmente, é que este é um momento especial; daí, conforme podemos extrair da Parábola dos Talentos muita gente avarenta e medrosa no pensar corre o risco de levar uma vida inútil ao desperdiçar recursos intelectuais, tempo e esforço; dentre outras coisas: ao se permitir pensar de forma fixa; e pior ainda: apenas nas insatisfações e frustrações.
Graves distúrbios psicológicos podem se originar desse tipo de atitude em pessoas que já tenham alguma predisposição para criar “mofo” no cérebro.
Idéias fixas e repetitivas criam condições muito favoráveis para doenças do tipo, neurose, paranóias, psicoses, Alzheimer, TOC, Bipolaridade.
Idéias fixas e atitudes repetitivas levam á condição de espectador crônico de TV, caminho curto e certo para o isolamento e solidão - pois, as pessoas que parecem um disco furado sempre voltando ao mesmo ponto, tornam-se muito chatas e logo passam a ser evitadas; pois ninguém suporta uma pessoa que só fala naquilo; e olha que não importa tanto assim o que seja aquilo; cuidado até com o TOC nas crenças...
O que é possível fazer para evitar as doenças do Toc - Toc na cabeça?
Faça o seguinte exercício: feche os olhos e a mão, deixando o terceiro dedo saliente; dê algumas pancadinhas na cabeça: toc-toc-toc-toc (não precisa exagerar) – pergunte mentalmente para sua própria pessoa (para não ser internado): Olá tem alguém aí?
Seja paciente, pois alguns neurônios são lentos para acordar e voltar a funcionar. Digo por experiência, no meu caso só tenho dois atuantes o tico e o teco; o tico até que funciona; mas o teco, só pega no tranco (reflexão - meditação compulsória).
As melhores soluções para reciclar a forma de pensar, sentir e agir e auto-imagem, além de divertidas; costuma ser simples e barata:
• Mudar o visual de vez em quando é muito bom.
• Experimente mudar o estilo de suas roupas.
• Arrisque conhecer novas pessoas.
• Crie coragem para arejar as idéias.
• Jogue fora seus velhos preconceitos.
• Faça uma faxina em seus paradigmas e nas suas razões para viver.
• Mude os antigos trajetos de idas e vindas.
• Aprender coisas novas pode dar um novo sentido á nossa vida.
• Descobrir a alegria e o prazer de viver está oculto nas coisas mais simples.
• Pratique exercícios físicos que tenham utilidade coletiva como plantar árvores, cuidar de parques e jardins..., caso seja egoísta apenas puxe ferros.
• Experimente sair do casulo dos seus interesses: pratique a caridade, enquanto ainda pode.
Arejar as idéias não é sair por aí imaginando mandrakarias nem pensando ao ar livre – Mas até que, abrir as janelas prá entrar um ventinho e um solzinho é muito bom, dá um novo ânimo. Uma plantinha e um animalzinho de companhia ajudam a quebrar a mesmice da rotina diária.
Na dúvida; um bom livro é um anti-mofo cerebral da hora e sempre á disposição.
Namastê.
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