Acho que determinada pessoa me provoca alergia!
Ás vezes, falamos essas coisas na brincadeira; mas sem consciência disso, estamos aventando uma possibilidade real; até com respaldo científico – pois, algumas de nossas secreções e até o contato pele, pele, é capaz de provocar reações alérgicas especialmente em mucosas. Mas, nos interessa desmaterializar o raciocínio para ir na origem do problema: as vibrações que emitimos via pensar, sentir, agir que determinam como nosso organismo funciona – e que regulam a qualidade das interações através do campo da aura de cada envolvido – a permuta energética pode gerar manifestações no corpo; dentre elas, alergias.
Antes de chegar ao patamar físico a intolerância ou alergia pode ser detectada ainda no plano energético – e não é preciso habilidades inatas; pois, a capacidade de sentir as vibrações eletrônicas por nós irradiadas; pode ser desenvolvida; segundo conhecimento, técnica e treinamento. Resultado de um trabalho consciente de percepção; as sensações podem ser analisadas; e até planejadas - quando trazidas a um padrão; cada vez mais harmônico. Quando essa possibilidade nos é desconhecida; de forma instintiva sentimos bem estar ou mal estar quando em contato com determinadas pessoas; sem atinar muito bem com a razão do ocorrido.
Num estágio mais consciente, é possível detectar intolerância a determinadas pessoas quando desejamos sair de perto delas o mais rápido possível; pois, sentimos medo indefinido, angústia, ansiedade, inquietude; perdemos a capacidade de raciocinar com clareza; exibimos atitudes agressivas – frio na altura do estômago, vertigem, náusea, falta de ar, tosse, obstrução nasal, coceiras.
É rara a ocorrência súbita; normalmente o processo é de construção mais lenta. O problema de incompatibilidade se expressa no corpo porque nem sempre há possibilidade de nos afastarmos das pessoas a quem manifestamos intolerância e vice versa.
Como proceder?
Usando as sensações do próprio corpo; pois ele se comunica com a mente através delas. O que permite o manejo consciência; trazendo com clareza situações subconscientes para análise e possível resolução.
Cuidado:
Nem sempre a origem do problema está na forma de ser das outras pessoas; muitas vezes, o problema somos nós; está na nossa extrema sensibilidade; daí no momento de diagnosticar é preciso aprender a separar o que é nosso do que é dos outros; mas, para isso, é preciso usar de honestidade íntima para assumir a responsabilidade. Uma das dificuldades que embaça a honestidade é a projeção – um bom antídoto, é colocar-se no lugar do outro; antes de qualquer avaliação ou julgamento, que é perigoso; pois, costumamos ser juizes bem parciais. A intenção deve ser aprender – na análise da possibilidade de uma relação nos prejudicar; quem está em julgamento somos nós; os outros farão isso com eles quando estiverem aptos.
Exemplos de características da personalidade com poder de gerar alergia:
Inveja
A relação entre dois invejosos; tende a tornar-se uma forte e repulsiva aversão.
Intolerância
O intolerante cria um clima energético de antipatia; á sua pessoa com facilidade.
Impaciência
O impaciente ajuda os da convivência; a tornarem-se mais lentos do que possam ser.
Orgulho
A interação com pessoas doentiamente orgulhosas; sempre traz consigo uma carga de mal estar; que atinge até os em torno.
Agressividade
A emissão de irradiações agressivas; atinge fortemente as pessoas ao redor.
Medo
A personalidade medrosa; tende a sentir antipatia ou aversão; pelas pessoas extrovertidas; e as agressivas.
Ansiedade
Quem não domina a pressa e ânsia; tende a tirar o centro ou equilíbrio de alguns.
Ganância
O ganancioso pressente seus iguais á distância. Sabe que o outro vai disputar com ele; e pode impedir que seus mais secretos desejos se realizem.
Evidente que muitos outros problemas de nossa personalidade como raiva, ira, ódio, mágoa.., servem como gatilho para disparar reações orgânicas anormais. Nas interações doentias só é possível perceber com clareza nos relacionamentos mais constantes e até prolongados: relações amorosas; conjugais; familiares; ás vezes nas relações de trabalho – dois exemplos clássicos: crises de asma desencadeados por familiares controladores – uretrites e problemas na área genital quando as relações passam a tonar-se ácidas e corrosivas...
Quantos casos de alergias, que se arrastam por anos a fio, na infância, por exemplo, poderiam ser sanados com mais facilidade se os adultos prestassem mais atenção á forma como tratam suas crianças. Quantos casos de interações que causam doenças nos parceiros poderiam ser amenizadas e até curadas com a simples prática do diálogo construtivo e da vigilância contra o uso das palavras corrosivas e cáusticas que agridem profundamente o campo áurico de quem as ouve e desembocam no corpo físico dos envolvidos...
Quando disser que determinada pessoa lhe causa alergia – pode estar diante de uma realidade a ser explorada.
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terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
ALERGIA OU INTOLERÂNCIA?
Alergia e intolerância podem ser confundidas.
Têm lá suas semelhanças; mas, não são a mesma coisa ao pé da letra. Exemplo, dizer que organismo daquela criança não tolera o leite de vaca; não é exatamente a mesma coisa que afirmar: aquela criança tem alergia ao leite de vaca.
A resposta imunológica aos agentes que desencadeiam a alergia, é semelhante aos processos que o organismo usa para reconhecer e combater agentes infecciosos, toxinas, neoplasias e enxertos de tecido – a alergia é conseqüência do processo inflamatório desencadeado contra agentes que não são intrinsecamente nocivos.
Frente a recorrências de processos alérgicos as pessoas não informadas costumam dizer que estão com a imunidade baixa; quando o processo é alergia.
Os órgãos onde as alergias mais habitualmente se manifesta, é múltiplo – os mais acometidos são os tecidos linfóides da mucosa nasal, traqueo-bronquial e gastrointestinal; mas, qualquer local serve.
Como se forma?
A sensibilização ao um agente é na maior parte das vezes gradativa e até insidiosa; mas, pode ser aguda.
Até enxaqueca pode ser desencadeada por reação alérgica; mas esse não é nosso tema do momento. Dicas sobre alergias; especialmente as ites de inverno já estão colocadas em outros artigos do nosso bloog – a idéia de hoje, é repassar aos amigos leitores uma observação – Há alguma correlação entre resposta alérgica e intolerância como componente psicológico? – Temos observado em nosso trabalho de atendimento que sim. Exemplo, assim como a falta de flexibilidade tem como alvo predileto as articulações; a intolerância liga-se com freqüência aos problemas alérgicos. Evidente que nem sempre distinguimos a intolerância pura e simples, especialmente quando ela anda com suas coleguinhas: a impaciência e ansiedade.
Nem tanto lá nem tanto cá; sabemos que construir uma doença é como fazer um bolo; ele não se faz só com farinha – é preciso juntar vários ingredientes. Daí que não basta ser intolerante para criar um processo alérgico. Dentre outras coisas; nossas doenças são montadas com tendências carregadas no DNA; fatores ambientais; culturais e psicológicos; etc.
Como descobrir?
Nossas tendências e impulsos estão embaralhados e camuflados; mas, usando a técnica das anotações fica mais fácil entender como funcionamos frente ás ocorrências do dia a dia. Um exercício fácil de ser praticado nas doenças que se repetem, é anotar os possíveis fatores que as desencadeiam.
Algo simples como analisar que tipo de pensamento era dominante na ocasião? Que sentimentos estavam em jogo? Que ocorrências estavam em andamento? A que fiquei exposto na parte ambiental e de hábitos? Qual foi o gatilho que disparou a crise?
Dica:
Quanto mais intensas sejam as crises mais fácil fazer a correlação entre os fatores físicos e os psicológicos.
Outra dica:
Não queremos tirar-lhe o prazer da auto descoberta – mas, há uma frase clássica que os portadores dessas doenças costumam fazer: Porque eu? Porque sempre comigo?
De que adianta a descoberta?
Aprender a correlacionar nossos problemas físicos com os distúrbios psicológicos pode ser de grande valia para conseguirmos a cura plena.
Com algum tempo de treinamento é possível conseguir melhores resultados dos tratamentos em curso, sejam eles medicamentosos ou alternativos; diminuindo ou espaçando, as quase inevitáveis, recaídas, até o que se consiga a cura.
Usando um argumento que todos entendemos hoje: é possível diminuir custos diretos no gasto com medicamentos, vacinas, etc. No ganho indireto podemos computar melhor qualidade de vida tanto pessoal quanto familiar; pois, quando adoecemos geramos preocupação em alguém.
O ganho em termos de evolução espiritual é digno de nota – pois, na tentativa de nos livrarmos de nossas doenças e sofrimentos aceleramos a reciclagem da nossa personalidade.
Mas, e as crianças que praticamente já nascem com alergias?
Vale relembrar que ao nascer já trazemos um esboço de personalidade, impulsos, tendências físicas e psicológicas – pode-se fazer o caminho inverso. As crises de alergia são a diretriz para se mapear a personalidade da criança; identificando situações e até pessoas que disparam o processo – depois, é só usar o método da vacinação como se faz com as vacinas físicas.
Nossos leitores tem solicitado artigos bem curtos – então, finalizamos este de hoje com uma questão passível de ser abordada noutro dia:
É POSSÍVEL APRESENTAR REAÇÃO ALÉRGICA A ALGUMAS PESSOAS?
Têm lá suas semelhanças; mas, não são a mesma coisa ao pé da letra. Exemplo, dizer que organismo daquela criança não tolera o leite de vaca; não é exatamente a mesma coisa que afirmar: aquela criança tem alergia ao leite de vaca.
A resposta imunológica aos agentes que desencadeiam a alergia, é semelhante aos processos que o organismo usa para reconhecer e combater agentes infecciosos, toxinas, neoplasias e enxertos de tecido – a alergia é conseqüência do processo inflamatório desencadeado contra agentes que não são intrinsecamente nocivos.
Frente a recorrências de processos alérgicos as pessoas não informadas costumam dizer que estão com a imunidade baixa; quando o processo é alergia.
Os órgãos onde as alergias mais habitualmente se manifesta, é múltiplo – os mais acometidos são os tecidos linfóides da mucosa nasal, traqueo-bronquial e gastrointestinal; mas, qualquer local serve.
Como se forma?
A sensibilização ao um agente é na maior parte das vezes gradativa e até insidiosa; mas, pode ser aguda.
Até enxaqueca pode ser desencadeada por reação alérgica; mas esse não é nosso tema do momento. Dicas sobre alergias; especialmente as ites de inverno já estão colocadas em outros artigos do nosso bloog – a idéia de hoje, é repassar aos amigos leitores uma observação – Há alguma correlação entre resposta alérgica e intolerância como componente psicológico? – Temos observado em nosso trabalho de atendimento que sim. Exemplo, assim como a falta de flexibilidade tem como alvo predileto as articulações; a intolerância liga-se com freqüência aos problemas alérgicos. Evidente que nem sempre distinguimos a intolerância pura e simples, especialmente quando ela anda com suas coleguinhas: a impaciência e ansiedade.
Nem tanto lá nem tanto cá; sabemos que construir uma doença é como fazer um bolo; ele não se faz só com farinha – é preciso juntar vários ingredientes. Daí que não basta ser intolerante para criar um processo alérgico. Dentre outras coisas; nossas doenças são montadas com tendências carregadas no DNA; fatores ambientais; culturais e psicológicos; etc.
Como descobrir?
Nossas tendências e impulsos estão embaralhados e camuflados; mas, usando a técnica das anotações fica mais fácil entender como funcionamos frente ás ocorrências do dia a dia. Um exercício fácil de ser praticado nas doenças que se repetem, é anotar os possíveis fatores que as desencadeiam.
Algo simples como analisar que tipo de pensamento era dominante na ocasião? Que sentimentos estavam em jogo? Que ocorrências estavam em andamento? A que fiquei exposto na parte ambiental e de hábitos? Qual foi o gatilho que disparou a crise?
Dica:
Quanto mais intensas sejam as crises mais fácil fazer a correlação entre os fatores físicos e os psicológicos.
Outra dica:
Não queremos tirar-lhe o prazer da auto descoberta – mas, há uma frase clássica que os portadores dessas doenças costumam fazer: Porque eu? Porque sempre comigo?
De que adianta a descoberta?
Aprender a correlacionar nossos problemas físicos com os distúrbios psicológicos pode ser de grande valia para conseguirmos a cura plena.
Com algum tempo de treinamento é possível conseguir melhores resultados dos tratamentos em curso, sejam eles medicamentosos ou alternativos; diminuindo ou espaçando, as quase inevitáveis, recaídas, até o que se consiga a cura.
Usando um argumento que todos entendemos hoje: é possível diminuir custos diretos no gasto com medicamentos, vacinas, etc. No ganho indireto podemos computar melhor qualidade de vida tanto pessoal quanto familiar; pois, quando adoecemos geramos preocupação em alguém.
O ganho em termos de evolução espiritual é digno de nota – pois, na tentativa de nos livrarmos de nossas doenças e sofrimentos aceleramos a reciclagem da nossa personalidade.
Mas, e as crianças que praticamente já nascem com alergias?
Vale relembrar que ao nascer já trazemos um esboço de personalidade, impulsos, tendências físicas e psicológicas – pode-se fazer o caminho inverso. As crises de alergia são a diretriz para se mapear a personalidade da criança; identificando situações e até pessoas que disparam o processo – depois, é só usar o método da vacinação como se faz com as vacinas físicas.
Nossos leitores tem solicitado artigos bem curtos – então, finalizamos este de hoje com uma questão passível de ser abordada noutro dia:
É POSSÍVEL APRESENTAR REAÇÃO ALÉRGICA A ALGUMAS PESSOAS?
domingo, 1 de agosto de 2010
BISFENOL - A - E A SAÚDE NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA
Ofertas do dia na XEPA CÓSMICA:
NÃO USE NADA DESCARTÁVEL: NÃO SE DESCARTE!
Mansos como as pombas; mas, prudentes como as serpentes...
Distúrbios do climatério a mil; tireóides detonadas; puberdade precoce; câncer como a doença da moda; problemas cardíacos; abortos espontâneos como nunca se viu, etc; etc...
Nosso assunto de hoje é o bisfenol (BPA); uma das “porcarias” derivadas do defunto que não quer morrer: o maldito petróleo (resultado do cemitério de nossas outras Eras) – O petróleo é o “chorume” de nosso passado geológico e adjacências culturais, mentais, emocionais, impulsivas – Que feito aquela idiotice televisiva do RETORNO de qualquer coisa; tenta nos assombrar.
Quem é esse inimigo, especialmente, da mão que balança o berço?
O bisfenol (BPA) é a matéria prima do policarbonato, plástico resistente e transparente (?); ele é usado em vários produtos que recheiam nosso dia a dia; com mordomias ditas práticas e modernas: como mamadeiras e a maioria dos recipientes plásticos.
Numa sociedade cada vez mais “plastificada”; algo bem pior que a maquiagem; corremos o risco de não sermos mais nós mesmos convivendo com outros do mesmo naipe.
Somos o depósito de lixo químico do planeta – no caso do bisfenol, por exemplo; não estamos tão mal assim; pois, segundo as últimas notícias ele é proibido apenas no Canadá, costa Rica e Dinamarca.
Ele age como um hormônio sintético capaz de zonear nosso precário equilíbrio orgânico: Quantos alimentos que consome estão contaminados por hormônios (bichos criados para consumo: aves, gado, peixes, vegetais, etc.)?
A água que você toma banho; que bebe; não estará contaminada por inúmeros excrementos químicos da urina de milhões de mulheres que fazem uso de anticoncepcional?
O bisfenol é uma droga arriscada demais para consumo humano até em poucas quantidades.
Para os idiotas que usam o argumento do nada a ver – deixamos a dúvida: que culpa tem as crianças de terem pais e mães tão omissos?
O que é possível fazer?
Evite produtos feitos á base de bisfenol.
Como identificá-los?
Por incrível que pareça aqui entre nós, onde vale quase tudo, ele está identificado pelo símbolo da reciclagem com o número 7 no interior de um triângulo – as letra PC também indicam o policarbonato (por favor; não “Colorize”; o raciocínio).
Onde estão?
Mamadeiras, copos, recipientes plásticos; galões de água; refri – tudo que é plastificado; até o seio e a face...
Como nos proteger?
Para quebrar o galho: Não aquecer nem congelar nada em embalagens plásticas; pois, a mudança de temperatura facilita a liberação do bisfenol – prefira coisas naturais como vidro.
Como o bisfenol é usado como resina contra a ferugem – evite os enlatados de qualquer tipo que não garantam por escrito na embalagem que não usam essa porcaria como protetor de seus lucros.
Dizem que a Procuradoria do Ministério Público Federal; está de olho nisso.
Tomara!
Mas jogaram a batata quente para a ANVISA.
A palavra está com a ANVISA – mas, seguir as regras externas para muitas coisas tem nos colocado como COBAIAS do sistema.
Apenas, todos nós esperamos que os que se candidataram a servir a comunidade deixem de nos brindar com a falácia – prá não dizer merda:
RISCO NÃO COMPROVADO...
Nós não queremos mais fazer parte da estatística das vítimas dos efeitos não comprovados pela pseudo-ciência da atualidade.
Que o Ministério Público nos ajude.
Amém...
NÃO USE NADA DESCARTÁVEL: NÃO SE DESCARTE!
Mansos como as pombas; mas, prudentes como as serpentes...
Distúrbios do climatério a mil; tireóides detonadas; puberdade precoce; câncer como a doença da moda; problemas cardíacos; abortos espontâneos como nunca se viu, etc; etc...
Nosso assunto de hoje é o bisfenol (BPA); uma das “porcarias” derivadas do defunto que não quer morrer: o maldito petróleo (resultado do cemitério de nossas outras Eras) – O petróleo é o “chorume” de nosso passado geológico e adjacências culturais, mentais, emocionais, impulsivas – Que feito aquela idiotice televisiva do RETORNO de qualquer coisa; tenta nos assombrar.
Quem é esse inimigo, especialmente, da mão que balança o berço?
O bisfenol (BPA) é a matéria prima do policarbonato, plástico resistente e transparente (?); ele é usado em vários produtos que recheiam nosso dia a dia; com mordomias ditas práticas e modernas: como mamadeiras e a maioria dos recipientes plásticos.
Numa sociedade cada vez mais “plastificada”; algo bem pior que a maquiagem; corremos o risco de não sermos mais nós mesmos convivendo com outros do mesmo naipe.
Somos o depósito de lixo químico do planeta – no caso do bisfenol, por exemplo; não estamos tão mal assim; pois, segundo as últimas notícias ele é proibido apenas no Canadá, costa Rica e Dinamarca.
Ele age como um hormônio sintético capaz de zonear nosso precário equilíbrio orgânico: Quantos alimentos que consome estão contaminados por hormônios (bichos criados para consumo: aves, gado, peixes, vegetais, etc.)?
A água que você toma banho; que bebe; não estará contaminada por inúmeros excrementos químicos da urina de milhões de mulheres que fazem uso de anticoncepcional?
O bisfenol é uma droga arriscada demais para consumo humano até em poucas quantidades.
Para os idiotas que usam o argumento do nada a ver – deixamos a dúvida: que culpa tem as crianças de terem pais e mães tão omissos?
O que é possível fazer?
Evite produtos feitos á base de bisfenol.
Como identificá-los?
Por incrível que pareça aqui entre nós, onde vale quase tudo, ele está identificado pelo símbolo da reciclagem com o número 7 no interior de um triângulo – as letra PC também indicam o policarbonato (por favor; não “Colorize”; o raciocínio).
Onde estão?
Mamadeiras, copos, recipientes plásticos; galões de água; refri – tudo que é plastificado; até o seio e a face...
Como nos proteger?
Para quebrar o galho: Não aquecer nem congelar nada em embalagens plásticas; pois, a mudança de temperatura facilita a liberação do bisfenol – prefira coisas naturais como vidro.
Como o bisfenol é usado como resina contra a ferugem – evite os enlatados de qualquer tipo que não garantam por escrito na embalagem que não usam essa porcaria como protetor de seus lucros.
Dizem que a Procuradoria do Ministério Público Federal; está de olho nisso.
Tomara!
Mas jogaram a batata quente para a ANVISA.
A palavra está com a ANVISA – mas, seguir as regras externas para muitas coisas tem nos colocado como COBAIAS do sistema.
Apenas, todos nós esperamos que os que se candidataram a servir a comunidade deixem de nos brindar com a falácia – prá não dizer merda:
RISCO NÃO COMPROVADO...
Nós não queremos mais fazer parte da estatística das vítimas dos efeitos não comprovados pela pseudo-ciência da atualidade.
Que o Ministério Público nos ajude.
Amém...
CANALIZANDO OS IMPULSOS
Nossos impulsos devem ser domados?
Um amigo comparou nossa luta para domar nossos impulsos a uma cena daquelas em que se vê um sujeito grudado no cangote dum touro tentando ali permanecer por alguns minutos – confesso que nessas coisas de ser humano versus bicho; sempre torço pelos bichos (acho que sou do contra) – na hora achei engraçado e vi minha incipiente consciência levando cada tombaço daqueles, um atrás do outro – minha consciência vai ter que treinar muito, até fazer amizade com eles – a cada dia acredito mais que a vida investe nos fortes e decididos – talvez o melhor a fazer seja dar boa direção aos nossos impulsos no caminho do amor e da paz.
Nossos impulsos são todos iguais?
O impulso pode ser comparado ao instinto particularizado, personalizado.
As pessoas podem ter impulsos parecidos, mas nunca idênticos; pois, o ser humano é único, não se repete.
É um potencial de energia nem bom nem mau; apenas uma força. Definir se o impulso é bom, se deve ser cultivado, fortalecido ou bloqueado depende de julgamento, da análise dos efeitos que costuma produzir e que podem ser analisados á luz da ética e da moral cósmica – quiçá até da própria justiça comum, quando geram conseqüências capazes de afetar outras pessoas ou o ambiente.
Os impulsos podem ser reciclados mediante esforço e trabalho consciente. Podem também ser modificados e ter a polaridade invertida segundo a ferramenta da vontade.
Na constituição da nossa personalidade entram como componentes importantes: instintos, impulsos (todo instinto é um impulso; embora nem todo impulso seja instinto), razão, emoção e sentimento.
O impulso é a energia gerada por uma forma reativa de agir sem triagem nem controle da razão; diz-se que uma pessoa é impulsiva quando muitas de suas atitudes obedecem ao comando da emoção ou dos instintos como forma de reagir. Exemplo: uma pessoa que contrariada nos seus interesses tem o impulso de agredir. Na perda do controle racional ela agride de todas as formas, até fisicamente; já quando o controle é parcial, a agressão pode situar-se apenas no campo verbal ou nas atitudes. E, se a censura racional for muito poderosa o impulso pode ser contido na sua manifestação exteriorizada; mas, é capaz de agredir seu próprio corpo (estômago, cefaléia, aumento da pressão arterial, etc.).
Para que vigiar e domar os impulsos?
A energia gerada pelo impulso é como uma flecha; uma vez disparada, atingirá o alvo.
Mesmo após a censura e a contenção, os impulsos podem acarretar danos consideráveis tanto na pessoa que os emitiu; quanto naquela a que foram direcionados. Pois, mesmo contidos eles continuam em atividade no plano energético, e a força desencadeada pela sua liberação pode atingir o alvo; caso haja sintonia (somos vítimas apenas de nós mesmos). A energia liberada, mas contida, retorna ao agente emissor e, é capaz de promover distúrbios e até doenças físicas, como cefaléias, hipertensão, gastrites...
Alerta.
Essa prática pode mudar sua vida; e até arrumar uma vaguinha na Nova Terra; aquela, depois da plástica energética e geográfica:
A forma mais correta de canalizar os impulsos; e não apenas bloqueá-los; é aprender a refletir, e a racionalizar cada situação em andamento antes que o gatilho seja acionado liberando a energia da reação impulsiva. Ao automatizarmos a reflexão, antes da reação, iniciamos o processo de assumir o comando da existência e quando agimos mais do que reagimos passamos a gerenciar melhor nosso destino e a influir de forma positiva no ambiente e nas outras pessoas.
Exercício.
Lembra do exercício anterior publicado no artigo: EDUCANDO SEUS IMPULSOS: A REPETIÇÃO LEVA Á AUTOMAÇÃO – publicado em 01/08/2010 no bloog: http://educarparaumundonovo.blogspot.com
Vamos incrementá-lo.
Observe seus impulsos, anote os que, já percebeu, identifique quem ou o que costuma ativá-los. Quem ou o que, funciona como gatilho de sua impulsividade?
Tente criar uma situação que seja capaz de desencadear uma reação ou atitude impulsiva já sua conhecida, e que, não seja capaz de afetar outras pessoas (para evitar dívidas com a própria consciência: “Carma”). Não a censure, mantenha o foco da consciência apenas no impulso e permita que ele siga seu curso até o final. Observe como se sente depois disso, anote. Você percebeu que convive com bons e maus impulsos (depende das reações que provoquem em você, nas pessoas e no meio)?
Dica.
Será que uma das formas de ascender é aprender a arte de transformar maus em bons impulsos?
Compulsões, predisposições e tendências são conjuntos de impulsos em potencial que podem ser ativados ou desativados tanto na presença quanto na falta do desejo e da vontade em pô-los em ação.
Após termos identificado e distinguido alguns instintos e impulsos; e depois de separarmos uns dos outros, exercitaremos a forma mais simples e fácil de manejá-los. Feito isso, a nova tarefa em foco é identificar as compulsões, as predisposições, as tendências e também os vícios. Neste bate papo, apenas procuramos estudar todas essas características juntas, mas elas são distintas umas das outras; uma compulsão é diferente de uma tendência, de uma predisposição e de um vício; de início vá apenas ao dicionário; isso, já pode ser suficiente para começar a diferenciá-las.
Exercício.
De maneira gradativa tente identificar cada uma de suas compulsões, tendências, predisposições e cada um de seus vícios; vale a pena reciclar esse conceito, pois costumamos apenas nos deter na dependência do que é considerado pela maioria como ilegal. É importante anotar o que encontrar no estudo de si mesmo; para complementar suas observações para não perder a continuidade. Pois quando se exercita focar a consciência ou se pára para observar algo, a cada dia, novos detalhes são percebidos e acrescentados; daí basta adicionar.
Aos poucos, procure associar cada característica percebida com o que está ocorrendo no momento presente. Pessoas, situações, sons, odores, palavras, frases, inúmeros são os fatores capazes de desencadear ou interferir com qualquer uma dessas características.
Dica.
Quando submetidos à ação do raciocínio e das emoções os instintos sofrem-lhes a influência e podem ser deturpados dando origem a impulsos compulsivos ou vícios.
Só de brincadeira; analisemos um instinto: o de sobrevivência da espécie. Ao longo da evolução dos animais desenvolveu-se o instinto de buscar alimento e de comer quando se tem fome. Na fase intermediária como trogloditas; descobrimos e acentuamos a sensação de prazer ao comer. Hoje o ser humano é o único animal que come sem ter fome, usando a ferramenta da vontade; e com graves efeitos, que pioram a cada dia “epidemia” de diabetes e obesidade.
Alerta.
Cuidado; nossa vida não é tão fácil assim – não basta recuperar nossos instintos deturpados transformados em compulsões e vícios; é preciso não atrapalhar os dos nossos coleguinhas de evolução. Respeite os animais não tente humanizá-los; pois ao tentar humanizar os bichos – pode criar “Carma” á toa – Animais silvestres não adoecem como nós. Os impulsos, as compulsões e os vícios sofrem a influência do meio na sua formação, como no caso dos animais domésticos de algumas raças; que já comem sem ter fome e morrem de doenças tipicamente humanas: câncer, insuficiência renal, diabetes, obesidade, etc. O contato permanente com o homem durante muitas gerações deturpou o instinto, gerando uma viciação. No ser humano alguns comem sem fome como um vício; outros comem de forma compulsiva alguns tipos de alimentos para tentar abrandar a ansiedade.
Nossa intenção nestes exercícios é apenas criar o hábito de detalhar, impulsos, vícios, compulsões; portanto evite fazer julgamentos de bom ou mau, de certo ou errado; por um motivo simples: você lançará mão da desculpa que todo mundo faz que, isso é normal, e comprometerá o resultado do trabalho. Lembre-se que o interesse é seu, meu e nosso.
Pausa para reflexão.
Neste final de ciclo em Gaia nossas desculpas e justificativas não são mais aceitas. Em tempo: não procure remédios mágicos para reciclar sua personalidade – claro que alguns tipos de terapia podem ser uma alternativa a nos oferecer melhor condição de nos transformarmos.
Continua...
Um amigo comparou nossa luta para domar nossos impulsos a uma cena daquelas em que se vê um sujeito grudado no cangote dum touro tentando ali permanecer por alguns minutos – confesso que nessas coisas de ser humano versus bicho; sempre torço pelos bichos (acho que sou do contra) – na hora achei engraçado e vi minha incipiente consciência levando cada tombaço daqueles, um atrás do outro – minha consciência vai ter que treinar muito, até fazer amizade com eles – a cada dia acredito mais que a vida investe nos fortes e decididos – talvez o melhor a fazer seja dar boa direção aos nossos impulsos no caminho do amor e da paz.
Nossos impulsos são todos iguais?
O impulso pode ser comparado ao instinto particularizado, personalizado.
As pessoas podem ter impulsos parecidos, mas nunca idênticos; pois, o ser humano é único, não se repete.
É um potencial de energia nem bom nem mau; apenas uma força. Definir se o impulso é bom, se deve ser cultivado, fortalecido ou bloqueado depende de julgamento, da análise dos efeitos que costuma produzir e que podem ser analisados á luz da ética e da moral cósmica – quiçá até da própria justiça comum, quando geram conseqüências capazes de afetar outras pessoas ou o ambiente.
Os impulsos podem ser reciclados mediante esforço e trabalho consciente. Podem também ser modificados e ter a polaridade invertida segundo a ferramenta da vontade.
Na constituição da nossa personalidade entram como componentes importantes: instintos, impulsos (todo instinto é um impulso; embora nem todo impulso seja instinto), razão, emoção e sentimento.
O impulso é a energia gerada por uma forma reativa de agir sem triagem nem controle da razão; diz-se que uma pessoa é impulsiva quando muitas de suas atitudes obedecem ao comando da emoção ou dos instintos como forma de reagir. Exemplo: uma pessoa que contrariada nos seus interesses tem o impulso de agredir. Na perda do controle racional ela agride de todas as formas, até fisicamente; já quando o controle é parcial, a agressão pode situar-se apenas no campo verbal ou nas atitudes. E, se a censura racional for muito poderosa o impulso pode ser contido na sua manifestação exteriorizada; mas, é capaz de agredir seu próprio corpo (estômago, cefaléia, aumento da pressão arterial, etc.).
Para que vigiar e domar os impulsos?
A energia gerada pelo impulso é como uma flecha; uma vez disparada, atingirá o alvo.
Mesmo após a censura e a contenção, os impulsos podem acarretar danos consideráveis tanto na pessoa que os emitiu; quanto naquela a que foram direcionados. Pois, mesmo contidos eles continuam em atividade no plano energético, e a força desencadeada pela sua liberação pode atingir o alvo; caso haja sintonia (somos vítimas apenas de nós mesmos). A energia liberada, mas contida, retorna ao agente emissor e, é capaz de promover distúrbios e até doenças físicas, como cefaléias, hipertensão, gastrites...
Alerta.
Essa prática pode mudar sua vida; e até arrumar uma vaguinha na Nova Terra; aquela, depois da plástica energética e geográfica:
A forma mais correta de canalizar os impulsos; e não apenas bloqueá-los; é aprender a refletir, e a racionalizar cada situação em andamento antes que o gatilho seja acionado liberando a energia da reação impulsiva. Ao automatizarmos a reflexão, antes da reação, iniciamos o processo de assumir o comando da existência e quando agimos mais do que reagimos passamos a gerenciar melhor nosso destino e a influir de forma positiva no ambiente e nas outras pessoas.
Exercício.
Lembra do exercício anterior publicado no artigo: EDUCANDO SEUS IMPULSOS: A REPETIÇÃO LEVA Á AUTOMAÇÃO – publicado em 01/08/2010 no bloog: http://educarparaumundonovo.blogspot.com
Vamos incrementá-lo.
Observe seus impulsos, anote os que, já percebeu, identifique quem ou o que costuma ativá-los. Quem ou o que, funciona como gatilho de sua impulsividade?
Tente criar uma situação que seja capaz de desencadear uma reação ou atitude impulsiva já sua conhecida, e que, não seja capaz de afetar outras pessoas (para evitar dívidas com a própria consciência: “Carma”). Não a censure, mantenha o foco da consciência apenas no impulso e permita que ele siga seu curso até o final. Observe como se sente depois disso, anote. Você percebeu que convive com bons e maus impulsos (depende das reações que provoquem em você, nas pessoas e no meio)?
Dica.
Será que uma das formas de ascender é aprender a arte de transformar maus em bons impulsos?
Compulsões, predisposições e tendências são conjuntos de impulsos em potencial que podem ser ativados ou desativados tanto na presença quanto na falta do desejo e da vontade em pô-los em ação.
Após termos identificado e distinguido alguns instintos e impulsos; e depois de separarmos uns dos outros, exercitaremos a forma mais simples e fácil de manejá-los. Feito isso, a nova tarefa em foco é identificar as compulsões, as predisposições, as tendências e também os vícios. Neste bate papo, apenas procuramos estudar todas essas características juntas, mas elas são distintas umas das outras; uma compulsão é diferente de uma tendência, de uma predisposição e de um vício; de início vá apenas ao dicionário; isso, já pode ser suficiente para começar a diferenciá-las.
Exercício.
De maneira gradativa tente identificar cada uma de suas compulsões, tendências, predisposições e cada um de seus vícios; vale a pena reciclar esse conceito, pois costumamos apenas nos deter na dependência do que é considerado pela maioria como ilegal. É importante anotar o que encontrar no estudo de si mesmo; para complementar suas observações para não perder a continuidade. Pois quando se exercita focar a consciência ou se pára para observar algo, a cada dia, novos detalhes são percebidos e acrescentados; daí basta adicionar.
Aos poucos, procure associar cada característica percebida com o que está ocorrendo no momento presente. Pessoas, situações, sons, odores, palavras, frases, inúmeros são os fatores capazes de desencadear ou interferir com qualquer uma dessas características.
Dica.
Quando submetidos à ação do raciocínio e das emoções os instintos sofrem-lhes a influência e podem ser deturpados dando origem a impulsos compulsivos ou vícios.
Só de brincadeira; analisemos um instinto: o de sobrevivência da espécie. Ao longo da evolução dos animais desenvolveu-se o instinto de buscar alimento e de comer quando se tem fome. Na fase intermediária como trogloditas; descobrimos e acentuamos a sensação de prazer ao comer. Hoje o ser humano é o único animal que come sem ter fome, usando a ferramenta da vontade; e com graves efeitos, que pioram a cada dia “epidemia” de diabetes e obesidade.
Alerta.
Cuidado; nossa vida não é tão fácil assim – não basta recuperar nossos instintos deturpados transformados em compulsões e vícios; é preciso não atrapalhar os dos nossos coleguinhas de evolução. Respeite os animais não tente humanizá-los; pois ao tentar humanizar os bichos – pode criar “Carma” á toa – Animais silvestres não adoecem como nós. Os impulsos, as compulsões e os vícios sofrem a influência do meio na sua formação, como no caso dos animais domésticos de algumas raças; que já comem sem ter fome e morrem de doenças tipicamente humanas: câncer, insuficiência renal, diabetes, obesidade, etc. O contato permanente com o homem durante muitas gerações deturpou o instinto, gerando uma viciação. No ser humano alguns comem sem fome como um vício; outros comem de forma compulsiva alguns tipos de alimentos para tentar abrandar a ansiedade.
Nossa intenção nestes exercícios é apenas criar o hábito de detalhar, impulsos, vícios, compulsões; portanto evite fazer julgamentos de bom ou mau, de certo ou errado; por um motivo simples: você lançará mão da desculpa que todo mundo faz que, isso é normal, e comprometerá o resultado do trabalho. Lembre-se que o interesse é seu, meu e nosso.
Pausa para reflexão.
Neste final de ciclo em Gaia nossas desculpas e justificativas não são mais aceitas. Em tempo: não procure remédios mágicos para reciclar sua personalidade – claro que alguns tipos de terapia podem ser uma alternativa a nos oferecer melhor condição de nos transformarmos.
Continua...
sábado, 31 de julho de 2010
PERCEBENDO NOSSOS IMPULSOS – AJUSTE SEU DESCONFIOMETRO
Não sei de vocês; mas eu ultimamente ando me sentindo meio estranho; reações e atitudes que considero negativas que afloravam no passado; e até no presente; mas que, aparentemente estavam sob controle; têm surgido como pulsos de energia nas últimas semanas. Interessante é que não surgem, assim meio que do nada, apenas pulsos de energia negativa; mas, também positivas. Estou me sentindo um bipolar impulsivo; ora bonzinho ora mauzinho sob estímulos minúsculos; até ridículos.
Um dos meus impulsos perigosos que surgiam com freqüência era a agressividade; que ao longo da vida fui aprendendo a controlar mais ou menos; imaginei que havia me saído razoavelmente bem nessa tarefa; mas, as energias atuantes sobre o planeta no momento atual; mostram que ainda me falta desenvolver muito mais a consciência e mudar muita coisa para me adequar ao novo momento que se avizinha. Quando eu era garoto, pobre que era, tinha que fabricar meus próprios brinquedos – levava semanas construindo um enorme caminhão; quando estava quase tudo pronto; um detalhe que não dava certo metia o martelo: quebrava tudo. Fiz isso, muitas vezes; mas depois com a tal da contenção (educacional e religiosa), tudo foi tomando ares mais sutis; não tão escabrosos; mas talvez mais desastrosos. Quantas coisas, que vão de relacionamentos a dividendos profissionais e de vida; e que poderiam se tornar conquistas eu joguei no ralo sob a ação desse impulso – na qualidade de crente na evolução seqüencial; fico imaginando; o que já não fiz anteriormente sob a ação desse impulso; mas, nada do que ficou para trás interessa, no presente momento; pois, acionando meu senso crítico a respeito de mim mesmo; posso transformar esse impulso numa catapulta incrível a me mandar para os confins do universo de amor e bondade; basta que eu treine exaustivamente mudar a direção do egoísmo e do orgulho em direção ao bem estar dos outros e do planeta.
Desta vez nunca cometi nenhum crime escabroso; mas, quantas pessoas eu fiz chorar sob a ação da minha impulsividade – pior ainda; quantos sonhos meus eu deixei que outros destroçassem?
Confesso que andei com meu DESCONFIOMETRO desligado...
Muitas pessoas e pacientes tem se queixado da mesma estranha sensação. Situações lagartixa gerando impulsos tamanho crocodilo; e ao contrário, também: situações tamanho crocodilo aflorando impulsos tamanho lagartixa.
Imagino eu que esses nossos comportamentos impulsivos estejam sendo ativados pela mudança na grade energética do planeta; pelas alterações no seu campo magnético; e também pela influência de energias vindas de fora como as do alinhamento planetário da próxima semana. Parece que a mudança tão esperada na Nova Era; vai começar mesmo é pela tentativa de expansão da nossa consciência individual e coletiva; antes das mudanças físicas na crosta – Pessoal, o bicho vai pegar pro nosso lado; mas, ele é manso!
Corrijam-me se estiver viajando na maionese; mas, acho esta fase sensacional – ela própria é um impulso; nós vamos ascender uma “oitava” na energia e expandir nossa consciência sem precisar nos espancar com cobranças e recriminações – basta apenas digitar a direção certa; vigiando a trajetória; a natureza vai fazer o resto. Você diz para onde quer ir – e a vida te leva. Simples assim? – Simples assim; sem crenças, paradoxos, paradigmas; aliás; nem é preciso acreditar em nada – Brincando de pensar: essa fase atual é na linguagem do surfista pegar a grande onda; deixa ela te levar, curte a sensação do momento; apenas corrige a direção; se for preciso – apenas, não vacila; pois, outra onda desse tamanho pode demorar pacas; e daí em algum outro oceano cósmico a gente vai ficar catando marolinhas...
Para quem curte o Evangelho; dia destes, analisando com um novo olhar; sob o prisma das mudanças na grade energética planetária e da nossa; pela análise de mim mesmo; entendi melhor uma das passagens sobre o final dos tempos; que diz mais ou menos o seguinte: No final dos tempos (este que vivemos hoje); aquele que muito tem vai receber mais ainda; e aquele que pouco tem vai perder o pouco que tinha. – a princípio (sob a ótica dos valores de 3D) nos parece estranho isso; mas, se observarmos pela ótica da evolução – fica fácil entender que o que está em jogo são nossas aquisições éticas e morais cósmicas. As energias em jogo vão levar bem alto (4D; 5D) os que desejam ascender e jogar bem em baixo os que desejarem continuar sob o jugo dos interesses em 3D.
Brincando de novo: adoramos ficar em cima do muro entre 3D e 4D; beliscando uma coisa aqui deste lado e beliscando outra coisinha ali do outro lado – as transformações energéticas do momento apenas sinalizam: escolhe logo um lado; para não ser atirado onde cabes...
Haverá uma forma de medir nossos impulsos?
Claro – mas, antes é preciso entender o que seja um impulso segundo as leis de 3D.
Vamos usar a Wikipédia.
Impulso
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Impulso, veja Impulso (desambiguação).
Impulso é a grandeza física que mede a variação da quantidade de movimento de um objeto. É causado pela atuação de uma força. A unidade no Sistema Internacional de Unidades para o Impulso é o N.s (newton segundo ou newton vezes segundo).
Obs.: A unidade do Impulso também pode ser escrita como kg.m/s, esta unidade vem da relação entre impulso e variação da quantidade de momento.
Comentário nosso:
Vale um adendo para o entendimento do termo DESAMBIGUAÇÃO.
Nós somos seres que mantiveram os interesses e os desejos camuflados na ambigüidade; nem isso nem aquilo, ligths, diets, mornos nas posturas. Os impulsos potencializados nesta Era vão nos desambiguar... Ou é ou não é!
[editar] Equações
O impulso( ) é igual à variação da quantidade de movimento ( ) de um corpo.
Pode também ser calculado a partir de uma força aplicada sobre um corpo ( ) e do tempo de atuação dessa força ( ).
[editar] Variação da Quantidade de Movimento
Na maioria dos casos a massa do corpo permanece constante e a variação da quantidade de movimento pode ser calculada como o produto da massa ( ) pela variação de velocidade ( ).
Porém a fórmula mais geral, que está sempre correta, é dada pela variação da quantidade de movimento: Quantidade de movimento final ( ) subtraída da quantidade de movimento inicial ( ).
Comentário nosso:
Nosso impulso é igual á variação da quantidade da movimentação das nossas posturas; que vai depender da intensidade da força e do tempo em que ela atua sobre nós.
Ou ainda
Por conseguinte:
Em situações mais complicadas, por exemplo, quando a força resultante, F(t), atuanto no corpo é variável, o impulso deve ser calculado pela integração de F(t) no tempo:
Comentário nosso:
Liguemos nosso “DESCONFIOMETRO” para avaliar a qualidade e a intensidade dos nossos impulsos – todos nós já o trazemos de fábrica; mas, há tipos mais modernos e outros não.
Leve o seu para a oficina do pensar, sentir, agir e faça a revisão do seu, sei lá quantos aniversários.
Podemos sempre atualizar nossa capacidade de desconfiar de nós mesmos através da instalação do chip: capacidade de discernir.
Nosso último artigo bem punk foi colocado no ar sem censura do desconfiometro; ele serviu para ilustrar e avaliar como estou sob risco da ação através dos impulsos do momento – com ou sem fator desencadeante compatível – raros momentos de lucidez entremeados de muitos quase esquizofrênicos.
A forma impulsiva como reagimos é a nossa cara de estado de consciência. Quando paramos para pensar; ainda é maquiagem – e, ela engana, e muito; daqui em diante nossos impulsos vão nos desmascarar – melhor começar a prestar muita atenção neles, para mudar a direção da polaridade.
Vamos iniciar uma série de bate papos sobre o assunto neste bloog e nos outros que estão linkados a ele.
Atenção:
Dica – nunca compre um desconfiometro de segunda mão (sistema de crenças) – recicle o seu original de fábrica.
VAMOS PEGAR CARONA NESSE COMETA DA NOVA ERA; mas cuidado; pois, ele te leva prá onde você digitar o destino.
Um dos meus impulsos perigosos que surgiam com freqüência era a agressividade; que ao longo da vida fui aprendendo a controlar mais ou menos; imaginei que havia me saído razoavelmente bem nessa tarefa; mas, as energias atuantes sobre o planeta no momento atual; mostram que ainda me falta desenvolver muito mais a consciência e mudar muita coisa para me adequar ao novo momento que se avizinha. Quando eu era garoto, pobre que era, tinha que fabricar meus próprios brinquedos – levava semanas construindo um enorme caminhão; quando estava quase tudo pronto; um detalhe que não dava certo metia o martelo: quebrava tudo. Fiz isso, muitas vezes; mas depois com a tal da contenção (educacional e religiosa), tudo foi tomando ares mais sutis; não tão escabrosos; mas talvez mais desastrosos. Quantas coisas, que vão de relacionamentos a dividendos profissionais e de vida; e que poderiam se tornar conquistas eu joguei no ralo sob a ação desse impulso – na qualidade de crente na evolução seqüencial; fico imaginando; o que já não fiz anteriormente sob a ação desse impulso; mas, nada do que ficou para trás interessa, no presente momento; pois, acionando meu senso crítico a respeito de mim mesmo; posso transformar esse impulso numa catapulta incrível a me mandar para os confins do universo de amor e bondade; basta que eu treine exaustivamente mudar a direção do egoísmo e do orgulho em direção ao bem estar dos outros e do planeta.
Desta vez nunca cometi nenhum crime escabroso; mas, quantas pessoas eu fiz chorar sob a ação da minha impulsividade – pior ainda; quantos sonhos meus eu deixei que outros destroçassem?
Confesso que andei com meu DESCONFIOMETRO desligado...
Muitas pessoas e pacientes tem se queixado da mesma estranha sensação. Situações lagartixa gerando impulsos tamanho crocodilo; e ao contrário, também: situações tamanho crocodilo aflorando impulsos tamanho lagartixa.
Imagino eu que esses nossos comportamentos impulsivos estejam sendo ativados pela mudança na grade energética do planeta; pelas alterações no seu campo magnético; e também pela influência de energias vindas de fora como as do alinhamento planetário da próxima semana. Parece que a mudança tão esperada na Nova Era; vai começar mesmo é pela tentativa de expansão da nossa consciência individual e coletiva; antes das mudanças físicas na crosta – Pessoal, o bicho vai pegar pro nosso lado; mas, ele é manso!
Corrijam-me se estiver viajando na maionese; mas, acho esta fase sensacional – ela própria é um impulso; nós vamos ascender uma “oitava” na energia e expandir nossa consciência sem precisar nos espancar com cobranças e recriminações – basta apenas digitar a direção certa; vigiando a trajetória; a natureza vai fazer o resto. Você diz para onde quer ir – e a vida te leva. Simples assim? – Simples assim; sem crenças, paradoxos, paradigmas; aliás; nem é preciso acreditar em nada – Brincando de pensar: essa fase atual é na linguagem do surfista pegar a grande onda; deixa ela te levar, curte a sensação do momento; apenas corrige a direção; se for preciso – apenas, não vacila; pois, outra onda desse tamanho pode demorar pacas; e daí em algum outro oceano cósmico a gente vai ficar catando marolinhas...
Para quem curte o Evangelho; dia destes, analisando com um novo olhar; sob o prisma das mudanças na grade energética planetária e da nossa; pela análise de mim mesmo; entendi melhor uma das passagens sobre o final dos tempos; que diz mais ou menos o seguinte: No final dos tempos (este que vivemos hoje); aquele que muito tem vai receber mais ainda; e aquele que pouco tem vai perder o pouco que tinha. – a princípio (sob a ótica dos valores de 3D) nos parece estranho isso; mas, se observarmos pela ótica da evolução – fica fácil entender que o que está em jogo são nossas aquisições éticas e morais cósmicas. As energias em jogo vão levar bem alto (4D; 5D) os que desejam ascender e jogar bem em baixo os que desejarem continuar sob o jugo dos interesses em 3D.
Brincando de novo: adoramos ficar em cima do muro entre 3D e 4D; beliscando uma coisa aqui deste lado e beliscando outra coisinha ali do outro lado – as transformações energéticas do momento apenas sinalizam: escolhe logo um lado; para não ser atirado onde cabes...
Haverá uma forma de medir nossos impulsos?
Claro – mas, antes é preciso entender o que seja um impulso segundo as leis de 3D.
Vamos usar a Wikipédia.
Impulso
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Impulso, veja Impulso (desambiguação).
Impulso é a grandeza física que mede a variação da quantidade de movimento de um objeto. É causado pela atuação de uma força. A unidade no Sistema Internacional de Unidades para o Impulso é o N.s (newton segundo ou newton vezes segundo).
Obs.: A unidade do Impulso também pode ser escrita como kg.m/s, esta unidade vem da relação entre impulso e variação da quantidade de momento.
Comentário nosso:
Vale um adendo para o entendimento do termo DESAMBIGUAÇÃO.
Nós somos seres que mantiveram os interesses e os desejos camuflados na ambigüidade; nem isso nem aquilo, ligths, diets, mornos nas posturas. Os impulsos potencializados nesta Era vão nos desambiguar... Ou é ou não é!
[editar] Equações
O impulso( ) é igual à variação da quantidade de movimento ( ) de um corpo.
Pode também ser calculado a partir de uma força aplicada sobre um corpo ( ) e do tempo de atuação dessa força ( ).
[editar] Variação da Quantidade de Movimento
Na maioria dos casos a massa do corpo permanece constante e a variação da quantidade de movimento pode ser calculada como o produto da massa ( ) pela variação de velocidade ( ).
Porém a fórmula mais geral, que está sempre correta, é dada pela variação da quantidade de movimento: Quantidade de movimento final ( ) subtraída da quantidade de movimento inicial ( ).
Comentário nosso:
Nosso impulso é igual á variação da quantidade da movimentação das nossas posturas; que vai depender da intensidade da força e do tempo em que ela atua sobre nós.
Ou ainda
Por conseguinte:
Em situações mais complicadas, por exemplo, quando a força resultante, F(t), atuanto no corpo é variável, o impulso deve ser calculado pela integração de F(t) no tempo:
Comentário nosso:
Liguemos nosso “DESCONFIOMETRO” para avaliar a qualidade e a intensidade dos nossos impulsos – todos nós já o trazemos de fábrica; mas, há tipos mais modernos e outros não.
Leve o seu para a oficina do pensar, sentir, agir e faça a revisão do seu, sei lá quantos aniversários.
Podemos sempre atualizar nossa capacidade de desconfiar de nós mesmos através da instalação do chip: capacidade de discernir.
Nosso último artigo bem punk foi colocado no ar sem censura do desconfiometro; ele serviu para ilustrar e avaliar como estou sob risco da ação através dos impulsos do momento – com ou sem fator desencadeante compatível – raros momentos de lucidez entremeados de muitos quase esquizofrênicos.
A forma impulsiva como reagimos é a nossa cara de estado de consciência. Quando paramos para pensar; ainda é maquiagem – e, ela engana, e muito; daqui em diante nossos impulsos vão nos desmascarar – melhor começar a prestar muita atenção neles, para mudar a direção da polaridade.
Vamos iniciar uma série de bate papos sobre o assunto neste bloog e nos outros que estão linkados a ele.
Atenção:
Dica – nunca compre um desconfiometro de segunda mão (sistema de crenças) – recicle o seu original de fábrica.
VAMOS PEGAR CARONA NESSE COMETA DA NOVA ERA; mas cuidado; pois, ele te leva prá onde você digitar o destino.
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