segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

 ATÉ QUE PONTO A SUSTENTABILIDADE DOS PONTOS DE VISTA PODE EVITAR OS DESASTRES CLIMÁTICOS?


Em situações de catástrofes climáticas nós mostramos quem somos como pessoas e grupo desde os extremos como negacionistas e alarmistas até a maioria que reza e sofre pelo outro.
Quanto às populações atingidas a preocupação atual do resto do mundo se direciona especialmente à vulnerabilidade - e não apenas quanto á falta de comida, água e atendimento médico; mas quanto ao seu futuro imediato. A preocupação com a condição social reflete a educação do povo nos saques ao que restou; agressões; banditismo; desvio da ajuda; guerra de gangues.

Devemos aproveitar o momento de catástrofes climáticas e coletivas em série para reflexões – Partindo do grande ao pequeno; por exemplo no tocante ao comportamento doentio do Ego individual e social ele ocorre até em situações restritas de morte em família – o defunto nem bem foi enterrado e já começa as picuinhas e disputas pela herança – e o pior, quanto menor a herança maiores as encrencas.

Aproveitar-se do outro; agredir; bater; machucar; denegrir; provocar; afrontar; vingar..., são doenças da alma humana tão antigas quanto a capacidade de escolher para decidir entre uma coisa e outra. Originam-se do egoísmo, orgulho, inveja e medo, nada bom nem mau; apenas características decorrentes do processo natural de aprender a discernir entre uma polaridade e outra, entre mansuetude e violência por exemplo.
Claro que o poderoso instinto de defesa ou de sobrevivência faz com que as pessoas reajam quando são atacadas, ou de forma mais sutil: quando seus mais imediatos interesses financeiros e de poder são contrariados. O animal reage do jeito que sabe quando em perigo; mas, não cultiva nem remói desejos de vingança, nem retalia ou rouba.
Entre nós, o orgulho ferido e o egoísmo exacerbado impedem que exercitemos a arte do perdão que acompanha a boa educação; aquela centrada em valores e que é um remédio natural para curar a agressividade e a violência.
Um entrave à educação dos povos é a IGNORÂNCIA VOLUNTÁRIA DA LEI DE RETORNO doença moral que acomete boa parte da população mundial.

Somos malucos: Almejamos felicidade; quando ainda semeamos sofrimento...

MAS SERÁ QUE BASTA SER MANSO E PACÍFICO?
O manso e pacífico pensa, reflete e age segundo as leis que regem o progresso; já o violento e agressivo reage, e até atua, sob o domínio das emoções e sentimentos contrários às leis da vida.
Mas o que os mansos e pacíficos omissos vão herdar do que restar do planeta?
Quanto às populações atingidas a preocupação atual do resto do mundo se direciona especialmente à vulnerabilidade - e não apenas quanto á falta de comida, água e atendimento médico; mas quanto ao seu futuro imediato. A preocupação com a condição social reflete a educação do povo nos saques ao que restou; agressões; banditismo; desvio da ajuda; guerra de gangues.

Devemos aproveitar o momento de catástrofes climáticas e coletivas em série para reflexões – Partindo do grande ao pequeno; por exemplo no tocante ao comportamento doentio do Ego individual e social ele ocorre até em situações restritas de morte em família – o defunto nem bem foi enterrado e já começa as picuinhas e disputas pela herança – e o pior, quanto menor a herança maiores as encrencas.

Aproveitar-se do outro; agredir; bater; machucar; denegrir; provocar; afrontar; vingar..., são doenças da alma humana tão antigas quanto a capacidade de escolher para decidir entre uma coisa e outra. Originam-se do egoísmo, orgulho, inveja e medo, nada bom nem mau; apenas características decorrentes do processo natural de aprender a discernir entre uma polaridade e outra, entre mansuetude e violência por exemplo.
Claro que o poderoso instinto de defesa ou de sobrevivência faz com que as pessoas reajam quando são atacadas, ou de forma mais sutil: quando seus mais imediatos interesses financeiros e de poder são contrariados. O animal reage do jeito que sabe quando em perigo; mas, não cultiva nem remói desejos de vingança, nem retalia ou rouba.
Entre nós, o orgulho ferido e o egoísmo exacerbado impedem que exercitemos a arte do perdão que acompanha a boa educação; aquela centrada em valores e que é um remédio natural para curar a agressividade e a violência.
Um entrave à educação dos povos é a IGNORÂNCIA VOLUNTÁRIA DA LEI DE RETORNO doença moral que acomete boa parte da população mundial.

Somos malucos: Almejamos felicidade; quando ainda semeamos sofrimento...

MAS SERÁ QUE BASTA SER MANSO E PACÍFICO?
O manso e pacífico pensa, reflete e age segundo as leis que regem o progresso; já o violento e agressivo reage, e até atua, sob o domínio das emoções e sentimentos contrários às leis da vida.
Mas o que os mansos e pacíficos omissos vão herdar do que restar do planeta?

domingo, 9 de fevereiro de 2025

 QUE TAL COMEÇAR A DESENVOLVER A

ARTE
DAS ESCOLHAS
E
SEUS
EFEITOS NAS MÍNIMAS COISAS DO COTIDIANO?

DESENVOLVA UM
ESTUDO PARTICULAR E ÚNICO
SOBRE
AS
POSSIBILIDADES
DE
MUDAR
O
MUNDO
COMEÇANDO
EM
NÓS
MESMOS

É possível alterar alguns efeitos das nossas escolhas na vida de outros mesmo que sob a proteção do esquecimento do longínquo passado.

Crie um mantra pessoal do tipo:

A TODOS QUE SE SENTIRAM UM DIA EM QUALQUER ÉPOCA AMADOS OU OFENDIDOS PELAS ESCOLHAS DE OUTROS...

TREINE A ARTE DE CORRIGIR OS EFEITOS DAS ESCOLHAS TREINANDO A ARTE DE DISCERNIR:

Escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.

Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
NÃO DEPOSITE A LIBERDADE DE ESCOLHER E SUAS CONSEQUÊNCIAS NAS MÃOS DE OUTROS E DO SOBRENATURAL...

sábado, 8 de fevereiro de 2025

 POR QUE PELO ANDAR DA CARRUAGEM NÃO É PRECISO ADIVINHAÇÃO PARA IMAGINAR QUE A COP30 SERÁ UM NOVO GRANDE FIASCO?

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

 SOBRENATURAL = IGNORÂNCIA?

O destino do sobrenatural é se tornar um dia a realidade que sempre foi e será; mas para isso será preciso o concurso do raciocínio contínuo e do trabalho sob a supervisão do senhor tempo...
Por que cultivamos crenças em sobrenatural que se propagam por milênios e já deveriam estar naturalizadas?
Claro que a realidade/verdade ainda nos ofende ao desvendar nossos interesses de momento e um deles é a tentativa de fuga da RESPONSABILIDADE.
Por que o AINDA sobrenatural para uns não é mais para outros?
Um raciocínio caseiro:
Para os indígenas não aculturados lá no meio da floresta: o raio, trovão, ventania ainda é coisa dos deuses; aqui entre nós cosmopolitas qualquer aluno do fundamental seria capaz de explicar de maneira racional se prestasse atenção nas aulas com certeza...
Mas como sobreviveremos sem as crenças em sobrenatural se num passe de mágica se tornassem realidade/verdade?
Que tipo de ignorância será tolerada daqui em diante?
Seremos penalizados pela ignorância voluntária?
A ignorância não mais servirá de álibi, desculpa, justificativa para os desatinos que gera?
Material para reflexão:
O QUE ERA SOBRENATURAL PARA MIM ANTES E HOJE NÃO É MAIS?
SEREI UM IGNORANTE REAL OU APENAS FUNCIONAL?

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Chegando à casa espírita

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