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sábado, 19 de janeiro de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
PARA QUE ESTAMOS ESTRESSANDO NOSSAS CRIANÇAS?
Será que o ganho
em tempo e qualidade de vida irá continuar durante muito tempo?
Ou é possível que
o susto seja grande ao constatarmos que, boa parte das crianças de hoje terá
dificuldades em atingir a vida adulta; caso nada seja feito para mudar certas
tendências e conceitos do estilo de vida em curso.
Para grande parte delas no mundo contemporâneo, antigas preocupações
de saúde como: falta de saneamento básico, dieta inadequada ou falta de comida
deixaram de ser prioridade absoluta, tornaram-se inimigos quase obsoletos da
sua longevidade.
Hoje, há perigos maiores e mais imediatos capazes de
abreviar a vida de milhares: A mídia, o consumismo, a família, a escola, a vida
em sociedade.
Para livrá-las
dessas armadilhas é preciso ler com cuidado os fatos estampados no nosso dia a
dia e, não apenas os escritos e comentados na mídia.
Se nos
descuidarmos, como vem sendo feito, pais e filhos podem ser “enterrados” muito
próximos no tempo; até antes que o vovô e a vovó.
Não é difícil que muitos modernos pais venham a chorar a
morte dos seus filhos, primeiro.
As que tentam se
rebelar; essas são rotuladas, medicalizadas e até colocadas em camisa de força
química...
domingo, 23 de dezembro de 2012
FELIZ E DOCE NATAL
COM AÇÚCAR E COM AFETO
O
açúcar é uma coisa tão refinada que vai direto para o sangue e causa uma
série de alterações físicas e mentais no consumidor.
O açúcar dá uma bobeira mental,
cientificamente explicada pelo encontro da insulina com um aminoácido chamado Triptofano
que é rapidamente convertido no cérebro em Serotonina, um tranquilizante
natural.
"Madame está nervosa”?
“Dá água com açúcar pra ela que passa."
Na Índia, alguns séculos antes de Cristo, os médicos usavam o açúcar
como remédio. Foi só ali perto do ano 600 que os Persas bolaram a rapadura,
daí começou o tráfico da sacanagem do ficar calmo não “baseado” em
esforço próprio, mas induzido.
Mais próximo de nós:
Na Europa não tinha açúcar, ele era importado e custava muito caro e só
os nobres podiam comprar: "Nada de drogas para os
pobres".
Em 1532, um pilantra da história; um
tal de Martin Afonso de Souza instalou em São Vicente o primeiro engenho de
açúcar” no Brasil, movido a escravos, é claro; "só 20 milhões de africanos
dançaram nessa empreitada".
Em 1665,
a Inglaterra já importava 8 milhões de quilos por ano.
Nesse mesmo ano, a peste bubônica matou 30.000 pessoas em Londres, pessoas que
tinham acesso ao açúcar, porque no campo, entre os pobres ninguém morreu.
Será que ninguém desconfiou da relação da nova doença e o espantoso
consumo de açúcar? Já que o açúcar predispõe o corpo a infecções por causa da
acidez exagerada que ele provoca. Desconfiaram, mas ficaram calados, pois seria
um crime de lesa-majestade insinuar que a Coroa enriquecia ás custas de um
vício pernicioso. E ai ficou por isso mesmo e está assim até hoje.
Por volta de 1600 as autoridades inglesas sabendo que o açúcar boa coisa
não era, proibiram severamente o uso do açúcar para apressar a fermentação de
cerveja. É CLARO; ELES A BEBIAM!
Em 1792 os melhores cientistas da Europa fundaram uma sociedade
anti-sacarina. Em 1912, o Dr. Robert Boesler, dentista norte americano
escrevia que "... a moderna fabricação do açúcar nos trouxe doenças
inteiramente novas". O açúcar comercial nada mais é do que um
ácido cristalizado. No passado, com seu alto preço, só uma minoria nobre podia
utilizá-lo, contudo, agora o seu altíssimo consumo está causando a degeneração
nos seres humanos e até em animais.
Por exemplo: beija-flores que utilizam
bebedouros de água com açúcar.
Mas e o açúcar mascavo orgânico; o mel; eles também fazem mal?
Um exemplo bem simples para podermos entender:
Um dia; andando pela mata, uma pessoa
descobriu a cana-de-açúcar: "Nossa, que delícia !" E levou para sua
casa. Bom... o mano conseguiu chupar 3 paus de cana em meia hora e ficou
com a boca cansada. Ele devia ter ingerido aproximadamente 350 ml
de um líquido contendo: água, sacarose, sais minerais, vitaminas,
fibras, etc... Beleza, ele conseguiu digerir numa boa. Seu
pâncreas nem reclamou. E agora, todo mundo "chupa cana"?
Passado algum tempo, eis que: "Pô mano, chupar cana num é mole não... num
dá pra espremer o bagaço"? E deu; inventaram a garapa. QUE
MARAVILHA! Opa! "péra" aí... mas já era tarde, o mano começou a tomar
garapa que nem água - 500 ml a 1
litro em 10 minutos. Aí o Sr. Pâncreas dele começou a
reclamar porque estava fazendo horas extras todos os dias; e insulina no mano!
De novo:
Um dia, alguém resolveu ferver a garapa, e saiu o melado de cana, muito
mais concentrado: 10
litros de garapa virou um copo de melado.
"Que delicia!
Vamos fazer um bolo?...
Que nada, vai puro mesmo"!
E aí o mano virou o copo pra
dentro.
Imaginando a proporção: 10 litros de garapa dentro
de um copo ingeridos em 10 minutos. É, gente... o pâncreas que se
cuide! Para agravar a situação, os persas bolaram a rapadura, ainda
mais concentrada, e logo após, as benditas refinações. Aí "ferrou o
jegue"! Surge então uma doença nova e mortal: a DIABETES MELLITUS
que fazia as pessoas eliminarem açúcar pela urina, ou seja, vazarem pelo
ladrão. Inicia-se a era das novas doenças "a degeneração da
raça humana" causada pelo mau uso do açúcar , que causa um STRESS absurdo
no organismo e o pâncreas para de produzir insulina. Não bastando ainda,
causa defeitos genéticos. Por exemplo: hoje, a cada 5 crianças que nascem,
quatro serão diabéticas. Quando você decidir ter um filho, junte mais 4 casais
e joguem palitinho para sortear qual terá o filho não diabético. Hoje existem 7,5
milhões de diabéticos no Brasil. Mas, pelo menos dez vezes mais que o são sem
saberem. Morrem 300.000 por ano nos EUA de diabetes
nas velhas estatísticas. Portanto não importa se é açúcar orgânico,
mascavo ou mel. O problema é a super concentração de açúcar que, quando
ingerida, vai depressa demais para a corrente sangüínea, queimando todas as etapas
da digestão, fazendo subir o nível da glicose no sangue, aí o pâncreas é
obrigado a produzir uma quantidade extra de insulina. A insulina vai lá e
abaixa o nível, aí dá vontade de comer mais açúcar. Sobe o nível, e o pâncreas
solta insulina; logo abaixa o nível... E assim por diante, até chegar uma hora
que o pâncreas não entende mais nada. Você come um bombom; seu pâncreas solta
insulina para caixa inteira; é a HIPOGLICEMIA, adeus amigo você é um novo
diabético ansioso, depressivo, que come cada vez mais compulsivamente e graças
a Deus vai para os quintos do universo... Entre jovens e adultos, cinco a cada
cinco, hoje tem a doença - estágio pré-diabético. SERÁ VOCÊ O
PRÓXIMO? Como se não bastasse tanto malefício, a acidez causada pela
ingestão concentrada de açúcar predispõe o corpo a infecções de todos os tipos
de fungos a vírus e bactérias. Se você acha isso que leu agora uma
questão de opinião; então continue como está! Ou então pare enquanto ainda é
tempo, por amor a si PRÓPRIO e à Natureza! Pois a cana de açúcar é
uma das pragas a acabar com o planeta.
Vem cá meu bem que vais ganhar um docinho – a continuidade do assunto
rsss...
domingo, 9 de dezembro de 2012
PELO AMOR DE DEUS: PERMITA QUE TEU CORPO SE EXPRESSE
FAZ SILÊNCIO DENTRO DE TI.
Pára um momento e ouve.
Sim é o teu corpo tentando se expressar:
Eu
não gosto do bom gosto; apenas!
Eu
não gosto da etiqueta; por si só!
Eu
agüento até os rigores e o modernismo das cores e dos sabores!
Mas,
eu não gosto de maus tratos!
E,
eu não ligo para as receitas!
Cuidado
comigo!
Pois;
Quando
contrariado, falo a língua da dor!
Entendes?
Ou
queres um tradutor?
Claro que os adultos deveriam ter aprendido
a ouvir o próprio corpo ao invés dos arautos da milagrosidade cheia de
interesses.
A criança deve ser ajudada a ler, sentir a
linguagem do corpo que fala.
Quando ensinada a distinguir entre a doença
e as particularidades pessoais; a criança começa a permitir que o seu corpo se
expresse; e aprende a ouvir e a entender sua linguagem: simples, clara e direta
e ás vezes contundente.
O
perigo que as ronda é a subversão das mentes externas familiares e sociais
ainda pouco desenvolvidas e metidas a interpretes das suas necessidades.
Para
que tenhamos paz social e amor: Ela deve ser ajudada a educar-se para decifrar
a linguagem do seu corpo, pois ele se expressa de várias formas.
A linguagem
orgânica mais fácil de ser entendida é o sofrimento: dor, febre, mal estar,
etc.
Já a mensagem do prazer e da satisfação é
mais difícil de ser compreendida para pessoas ainda parcamente treinadas na
arte de pensar; exceto nos exageros que fatalmente levam ao sofrer
(infelizmente poucos ainda compreendem e querem entender esses avisos).
Cuidado para não dar um:
Cala a boca que não te
perguntei nada! – á voz do teu corpo na forma de remédios.
Claro que uns são ais estúpidos
do que outros na sua forma de atuar...
Se ainda não és capaz de amar a ti mesmo –
usa o paradoxo do amor de Deus; mas...
Namastê.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Os mistérios da língua...
Depois da boca e dos lábios; nossa próxima
parada na viagem pela nossa intimidade física e psicológica:
Na boca fica a língua que no ato de comer tem muitas finalidades; tais como a
percepção da temperatura e de sentir o gosto dos alimentos. Além disso, é uma
espécie de porteiro subordinado à mente que deveria selecionar: quem ou o que,
pode adentrar na intimidade do nosso ser.
Para
que serve a língua?
A língua como órgão figurado ou concreto, é
um aparelho de incrível utilidade na evolução humana.
Será que nossos defeitos de caráter podem
“impressionar” nossa língua física?
O que nos mostra a língua concreta,
materializada na frente do espelho?
O que uma língua saburrosa, branca,
amarelada ou esverdeada quer nos dizer?
Pode seu aspecto nos mostrar problemas em
órgãos tão distantes quanto o rim e o fígado?
Rachada, fissurada, exfoliada, ela sinaliza
o que?
Pode estar nos alertando quanto a ganância,
impaciência, cólera, inveja?
O que sinaliza um câncer de língua?
Será que nos especializamos em colocar uns
contra os outros?
Não é nossa tarefa neste pequeno estudo,
distinguir nem definir quem se relaciona com o que.
Mas:
Vale
a pena conhecer o que nos mostra a medicina chinesa sobre as informações que o
aspecto da língua fornece com relação á nossa saúde.
E
para decifrarmos os ditos populares:
Língua
de trapo.
Língua
venenosa.
Língua
grande; etc.
Namastê.
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