A sanidade com que vivemos cada dia repercute favoravelmente em nossa saúde psicológica e do organismo.
Vivemos uma existência onde predomina a insanidade na forma de invenção de problemas (a maioria deles não existe, não se materializou ainda) – parece que não conseguimos viver sem eles, se não os temos, tomamos posse dos das outras pessoas. Muitas vezes já nascemos como um problema para a família, ao aparecer na hora errada.
Lentamente incorporamos a crença de vivermos numa dimensão de provas e expiações, num vale de lágrimas – daí nós passamos a acreditar nisso e a cultivar sofrimentos e dores para resgatar nossos possíveis “pecados”. Na cultura atual o bem não tem vez.
Exemplo:
Conceituando a saúde como um bem e a doença como um mal – entre nós, saúde não tem valor algum para pessoa alguma até que seja perdida; então, passa a ter um valor máximo; daí é fácil concluir que a doença é que tem valor – tanto que ela detém um ganho impressionante, seja na atenção, carinho, quanto na desobrigação de cumprir tarefas. Quando você está saudável todo mundo cobra, exige e não dá retorno nem de gratidão.
Muitas pessoas sentem um prazer mórbido em viver no passado remoendo suas dores, decepções, problemas, desamor – criando e cultivando doenças, arquitetando desejos de vingança que geram conflitos com os postulados religiosos.
Quem vive no passado habita a mediocridade da ilusão.
Quem vive nos sonhos do futuro também vive na ilusão e seu futuro não será nada agradável; terá apenas o passado de volta – pois o presente foi inútil.
Vivemos um momento no planeta em que o princípio fundamental da sanidade e felicidade é o planejamento seguido de trabalho.
Aprenda com os erros de ontem que se manifestam no presente; planeje o futuro e trabalhe na execução dos planos de ontem.
Não viva de esperança apenas; ela pode ser a última que morre; mas, sem o concurso do tempo e do trabalho causa danos e sofrer.
Viver de forma simples gera eficiência e cura.
Se deixarmos de inventar problemas; nosso próprio organismo se refaz. Todo ano temos um corpo novo.
Porque não rejuvenescemos?
Simples: a velocidade e a intensidade com que nos agredimos com crenças que geram conflitos, maus hábitos, excessos – supera em muito a capacidade de regeneração que a Divindade nos ofertou.
A interpretação das crenças religiosas atrapalha muito nossa cura e sanidade; daí, eu peço aos meus pacientes que procurem colocar em prática no seu viver um dia de cada vez...
"Os cinco Princípios do Reiki" – que são desprovidos de crenças religiosas; precisam apenas de boa vontade para serem postos em prática.
Só por hoje:
Não se preocupe.
Não se zangue.
Expresse gratidão.
Seja aplicado em seu trabalho.
Seja gentil com os outros.
Não custa experimentar – o custo é zero – os resultados são maravilhosos.
Na dúvida sobre o que fazer: Trabalhe, espere, confie...
NAMASTÊ.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
DECRETEI LUTO
Sei lá se é verdade – mas, disseram ou decretaram por interesses mais ou menos escusos, o dia do sorriso, hoje, se, não me engano; sei lá de que fonte, escoadouro ou vertedouro da informação cada vez mais netióica.
Hoje de forma inesperada, sem ter o que fazer; furou minha programação – dei uma espiada pelo que rola no dia a dia das pessoas, inclusive eu – e-mails que a gente nem lê; facebook, etc.
Nada a ver com o efeito KNORR da imbecilidade BBB global – pois, o efeito das Cias de alimentos infantis e adolescentes, é muito mais nefasto no dia a dia das pessoas desde tenra idade.
Ainda bem que no momento desliguei o celular; não atendo nada nem pessoa alguma até me zenzar...
Espero estar sarado daqui a algum tempo.
Namastê (com restrições temporárias).
Amém irmão.
Falou broder.
PT saudações.
HOJE DECRETEI LUTO DE CONVICÇÕES - ESPERO QUE NÃO SEJA PERMANENTE.
tá rindo do quê?
Hoje de forma inesperada, sem ter o que fazer; furou minha programação – dei uma espiada pelo que rola no dia a dia das pessoas, inclusive eu – e-mails que a gente nem lê; facebook, etc.
Nada a ver com o efeito KNORR da imbecilidade BBB global – pois, o efeito das Cias de alimentos infantis e adolescentes, é muito mais nefasto no dia a dia das pessoas desde tenra idade.
Ainda bem que no momento desliguei o celular; não atendo nada nem pessoa alguma até me zenzar...
Espero estar sarado daqui a algum tempo.
Namastê (com restrições temporárias).
Amém irmão.
Falou broder.
PT saudações.
HOJE DECRETEI LUTO DE CONVICÇÕES - ESPERO QUE NÃO SEJA PERMANENTE.
tá rindo do quê?
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
FIBROMIALGIA – DIAGNÓSTICO PRECOCE
Fibromialgia é uma condição dolorosa generalizada e crônica cada vez mais comum; embora as pessoas que já a adquiriram ainda não sejam levadas muito a sério.
A dor vem acompanhada de vários outros sintomas ou queixas mal definidas: fadiga, distúrbios do sono, indisposição, alterações de humor; daí foi elevada ao status de síndrome.
A tendência dos estudiosos é classificar o problema como um tipo de “reumatismo” que envolve, ossos, músculos, tendões e ligamentos; embora não acarrete deformidade física pode prejudicar gravemente a qualidade de vida e o desempenho profissional – a dor leva á diminuição ou parada da atividade física; o que tende a agravar a condição dolorosa.
Não há exames específicos para mensurar ou diagnosticar a fibromialgia; exceto alguns protocolos como dor acima de 3 meses e pontos dolorosos determinados.
O diagnóstico é basicamente clínico; presume-se que o estresse crônico gerado pelo estilo de vida contemporâneo, facilite o processo em virtude de contraturas crônicas, especialmente durante o sono.
Provavelmente algumas situações de vida como traumas, infeções e determinadas características da personalidade podem contribuir: perfeccionismo; tendência ás preocupações constantes; rigidez conceitual, tentativa de controlar todos os acontecimentos; além do estilo de ser tipo escoteiro: sempre alerta, etc.
Seu início costuma ser insidioso.
Neste caso, como em outros; sofisticados e caros exames diagnósticos podem ser substituídos pela simples observação de nós mesmos.
Pode parecer piada; mas, não é totalmente.
Pelas posições adotadas ao dormir e a falta de relaxamento, mais os distúrbios atuais do sono; ao acordar a rigidez e a condição dolorosa é mais perceptível.
O teste é simples: sente-se no vaso sanitário e faça força para evacuar (só de leve; caso contrário pode criar uma hemorróida; rss) – músculos, ligamentos e tendões que não costumamos perceber no dia a dia são “acionados”. Caso sinta uma dorzinha até muito gostosa nas fases iniciais; meio que um “orgasminho” nos braços e em casos mais avançados na coluna cervical, lombar e parede abdominal, até descendo pelas pernas; durante o esforço – o amigo está a caminho de tornar-se um novo portador de fibromialgia; entrou no consórcio da dor crônica. Pois, o processo é insidioso; no começo é como o início de uma coceira (uma sensação até gostosa; uma delícia; mas depois; cruz credo).
Quando o diagnóstico é precoce basta cumprir o básico: exercício físicos; alongamento; relaxamento; reciclagem da personalidade. Em casos mas avançados ás vezes é preciso entrar com remédios – mas, eles não resolvem de forma definitiva; exatamente igual aos outros problemas de saúde que construímos ao longo da vida com nosso jeitão de ser e de viver.
Aquela espreguiçada básica em todos os músculos, estilo gato e cachorro, antes de levantar já quebra bem o galho
Cuidado:
Fibromialgia é como qualquer coisa que vicia – no começo é gostoso; mas, depois o custo é alto.
Experimente fazer o teste.
Preste atenção, não é difícil diagnosticar-se.
Brincadeira e riso são ótimos complementos para a maioria dos tratamentos; especialmente das doenças tensionais.
Daí, não leve sua fibromialgia tão a sério; mas cuidado: começa com o mote – tá doendo; mas, tá gostoso... Depois, é complicado.
Namastê.
A dor vem acompanhada de vários outros sintomas ou queixas mal definidas: fadiga, distúrbios do sono, indisposição, alterações de humor; daí foi elevada ao status de síndrome.
A tendência dos estudiosos é classificar o problema como um tipo de “reumatismo” que envolve, ossos, músculos, tendões e ligamentos; embora não acarrete deformidade física pode prejudicar gravemente a qualidade de vida e o desempenho profissional – a dor leva á diminuição ou parada da atividade física; o que tende a agravar a condição dolorosa.
Não há exames específicos para mensurar ou diagnosticar a fibromialgia; exceto alguns protocolos como dor acima de 3 meses e pontos dolorosos determinados.
O diagnóstico é basicamente clínico; presume-se que o estresse crônico gerado pelo estilo de vida contemporâneo, facilite o processo em virtude de contraturas crônicas, especialmente durante o sono.
Provavelmente algumas situações de vida como traumas, infeções e determinadas características da personalidade podem contribuir: perfeccionismo; tendência ás preocupações constantes; rigidez conceitual, tentativa de controlar todos os acontecimentos; além do estilo de ser tipo escoteiro: sempre alerta, etc.
Seu início costuma ser insidioso.
Neste caso, como em outros; sofisticados e caros exames diagnósticos podem ser substituídos pela simples observação de nós mesmos.
Pode parecer piada; mas, não é totalmente.
Pelas posições adotadas ao dormir e a falta de relaxamento, mais os distúrbios atuais do sono; ao acordar a rigidez e a condição dolorosa é mais perceptível.
O teste é simples: sente-se no vaso sanitário e faça força para evacuar (só de leve; caso contrário pode criar uma hemorróida; rss) – músculos, ligamentos e tendões que não costumamos perceber no dia a dia são “acionados”. Caso sinta uma dorzinha até muito gostosa nas fases iniciais; meio que um “orgasminho” nos braços e em casos mais avançados na coluna cervical, lombar e parede abdominal, até descendo pelas pernas; durante o esforço – o amigo está a caminho de tornar-se um novo portador de fibromialgia; entrou no consórcio da dor crônica. Pois, o processo é insidioso; no começo é como o início de uma coceira (uma sensação até gostosa; uma delícia; mas depois; cruz credo).
Quando o diagnóstico é precoce basta cumprir o básico: exercício físicos; alongamento; relaxamento; reciclagem da personalidade. Em casos mas avançados ás vezes é preciso entrar com remédios – mas, eles não resolvem de forma definitiva; exatamente igual aos outros problemas de saúde que construímos ao longo da vida com nosso jeitão de ser e de viver.
Aquela espreguiçada básica em todos os músculos, estilo gato e cachorro, antes de levantar já quebra bem o galho
Cuidado:
Fibromialgia é como qualquer coisa que vicia – no começo é gostoso; mas, depois o custo é alto.
Experimente fazer o teste.
Preste atenção, não é difícil diagnosticar-se.
Brincadeira e riso são ótimos complementos para a maioria dos tratamentos; especialmente das doenças tensionais.
Daí, não leve sua fibromialgia tão a sério; mas cuidado: começa com o mote – tá doendo; mas, tá gostoso... Depois, é complicado.
Namastê.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
SOLIDÃO E FOBIA SOCIAL
Desde muito cedo é possível diagnosticar um futuro fóbico social, na “pessoa de poucos amigos” ou naquela criança arredia que se esconde atrás da saia da mãe a espreitar as pessoas estranhas.
A criança ou o jovem que se isola na escola já sinaliza o problema futuro; além disso, passa a sofrer discriminação e preconceito; com facilidade sofre Bullying, o que agrava seu distúrbio.
São pessoas mais propensas ao suicídio, uso e álcool e drogas.
Alguns indivíduos nem são fóbicos sociais de nascença; o próprio sistema de vida atual, em especial nas grandes metrópoles, também pode desencadear o processo ou desenvolvê-lo com a ajuda da TV, que as famílias usam como babá. Algumas com certa predisposição para a paranóia, preferem “resguardar” a criança em casa o tempo todo, até dos amigos da idade, com medo do mundo lá fora.
Esse distúrbio de conduta cresce a olhos vistos; e o pavor de conviver com o próximo já atinge dez por cento da população mundial.
Para essas pessoas, o contato com o mundo exterior e a convivência social é algo penoso e sofrido; e até as coisas simples da vida cotidiana podem transformar-se num pesadelo; é comum que desenvolvam o Transtorno do Pânico.
Uma das bases desse medo é receber uma avaliação negativa dos outros; soma-se a esse distúrbio da personalidade os medos imaginários decretados pela mídia.
Costumam ser perfeccionistas e tem baixa auto-estima.
O fóbico social sofre antecipadamente frente à possibilidade de se relacionar com pessoas e ante a perspectiva de ser avaliado. Seguindo um padrão de repetição a fobia pode tornar-se específica a determinadas pessoas, situações ou generalizar-se; criando o estereótipo do “ser estranho”, da “pessoa esquisita” para a maioria que com ela irá conviver, mesmo que á distância.
Um dos recursos defensivos que os fóbicos da convivência humana usam é a tentativa de isolar-se, o que, breve torna-os solitários doentios. O tímido cria suas cercas íntimas já o fóbico tende a criar verdadeiros paredões.
A diferença entre o tímido e o fóbico social é que este sofre por antecipação; alguns deles chegam a inventar situações nas quais teriam que se expor à avaliação dos outros até sofrendo e adoecendo devido a essa ilusão.
O problema é muito grave; não se trata apenas de uma vida meio que solitária e sem qualidade; a própria existência pode estar em risco.
Parece uma coisa muito maluca, mas quando inventamos situações mentais que não existem; nós enganamos o nosso corpo que prepara o sistema de defesa, liberando alguns hormônios e desencadeando reações químicas que podem criar uma série de doenças de mau funcionamento dos órgãos e até doenças de lesão orgânica como pólipos, câncer, etc.
Está provado que pessoas com muitos amigos e vida social saudável vivem mais e com mais qualidade do que os solitários.
Quando algum fóbico social adota alguém como amigo; ele funciona como um verdadeiro obsessor.
Se apaixonado, arruina a relação em pouco tempo, pois torna-se uma pessoa grudenta, não raro ciumenta e com possibilidade de atitudes psicóticas.
O fóbico social é propenso a criar vínculos de obsessão espiritual com seres do além dotados das mesmas características; e que criam com ele um danoso processo de simbiose, difícil de desmanchar.
Caso houvesse um mínimo estudo das tendências e da personalidade da criança; distúrbios como esse seriam facilmente corrigidos, logo nos primeiros anos de vida. Sem complicações e a um custo muito baixo, usando-se o sistema de vacina – basta submeter a criança de forma gradativa ao seu problema; ao invés de reforçar seu distúrbio, isolando-a, superprotegendo ou de forma preguiçosa: esperando que o tempo e a vida façam a correção.
Apenas o concurso do tempo sem inteligência e trabalho não resolve nem cura nada.
Como o conhecimento traz consigo responsabilidades proporcionais, muitos pais terão que enfrentar dramas de consciência; pois, quando já seria possível tornarem-se educadores ainda permanecem na condição de reprodutores, apenas.
As redes sociais da Net proporcionam algum alívio aos portadores desse distúrbio; mesmo com todos os seus riscos, até o de agravar o problema – mas aqui em 3D, nada substitui o corpo físico, a presença, o toque, o beijo, abraço...
Um abração apertado – ou como se diz lá em Portugal: um xi-coração.
Namastê.
A criança ou o jovem que se isola na escola já sinaliza o problema futuro; além disso, passa a sofrer discriminação e preconceito; com facilidade sofre Bullying, o que agrava seu distúrbio.
São pessoas mais propensas ao suicídio, uso e álcool e drogas.
Alguns indivíduos nem são fóbicos sociais de nascença; o próprio sistema de vida atual, em especial nas grandes metrópoles, também pode desencadear o processo ou desenvolvê-lo com a ajuda da TV, que as famílias usam como babá. Algumas com certa predisposição para a paranóia, preferem “resguardar” a criança em casa o tempo todo, até dos amigos da idade, com medo do mundo lá fora.
Esse distúrbio de conduta cresce a olhos vistos; e o pavor de conviver com o próximo já atinge dez por cento da população mundial.
Para essas pessoas, o contato com o mundo exterior e a convivência social é algo penoso e sofrido; e até as coisas simples da vida cotidiana podem transformar-se num pesadelo; é comum que desenvolvam o Transtorno do Pânico.
Uma das bases desse medo é receber uma avaliação negativa dos outros; soma-se a esse distúrbio da personalidade os medos imaginários decretados pela mídia.
Costumam ser perfeccionistas e tem baixa auto-estima.
O fóbico social sofre antecipadamente frente à possibilidade de se relacionar com pessoas e ante a perspectiva de ser avaliado. Seguindo um padrão de repetição a fobia pode tornar-se específica a determinadas pessoas, situações ou generalizar-se; criando o estereótipo do “ser estranho”, da “pessoa esquisita” para a maioria que com ela irá conviver, mesmo que á distância.
Um dos recursos defensivos que os fóbicos da convivência humana usam é a tentativa de isolar-se, o que, breve torna-os solitários doentios. O tímido cria suas cercas íntimas já o fóbico tende a criar verdadeiros paredões.
A diferença entre o tímido e o fóbico social é que este sofre por antecipação; alguns deles chegam a inventar situações nas quais teriam que se expor à avaliação dos outros até sofrendo e adoecendo devido a essa ilusão.
O problema é muito grave; não se trata apenas de uma vida meio que solitária e sem qualidade; a própria existência pode estar em risco.
Parece uma coisa muito maluca, mas quando inventamos situações mentais que não existem; nós enganamos o nosso corpo que prepara o sistema de defesa, liberando alguns hormônios e desencadeando reações químicas que podem criar uma série de doenças de mau funcionamento dos órgãos e até doenças de lesão orgânica como pólipos, câncer, etc.
Está provado que pessoas com muitos amigos e vida social saudável vivem mais e com mais qualidade do que os solitários.
Quando algum fóbico social adota alguém como amigo; ele funciona como um verdadeiro obsessor.
Se apaixonado, arruina a relação em pouco tempo, pois torna-se uma pessoa grudenta, não raro ciumenta e com possibilidade de atitudes psicóticas.
O fóbico social é propenso a criar vínculos de obsessão espiritual com seres do além dotados das mesmas características; e que criam com ele um danoso processo de simbiose, difícil de desmanchar.
Caso houvesse um mínimo estudo das tendências e da personalidade da criança; distúrbios como esse seriam facilmente corrigidos, logo nos primeiros anos de vida. Sem complicações e a um custo muito baixo, usando-se o sistema de vacina – basta submeter a criança de forma gradativa ao seu problema; ao invés de reforçar seu distúrbio, isolando-a, superprotegendo ou de forma preguiçosa: esperando que o tempo e a vida façam a correção.
Apenas o concurso do tempo sem inteligência e trabalho não resolve nem cura nada.
Como o conhecimento traz consigo responsabilidades proporcionais, muitos pais terão que enfrentar dramas de consciência; pois, quando já seria possível tornarem-se educadores ainda permanecem na condição de reprodutores, apenas.
As redes sociais da Net proporcionam algum alívio aos portadores desse distúrbio; mesmo com todos os seus riscos, até o de agravar o problema – mas aqui em 3D, nada substitui o corpo físico, a presença, o toque, o beijo, abraço...
Um abração apertado – ou como se diz lá em Portugal: um xi-coração.
Namastê.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
PROBLEMA FÍSICO OU ESPIRITUAL?
A maioria das pessoas concorda que não somos apenas um corpo físico; há algo mais; mas, ficamos só nisso.
Muita gente quando está doente fica em dúvida se o problema é físico ou de ordem espiritual, no caso, a obsessão ocasional ou premeditada e planejada.
A rigor podemos afirmar que todas as doenças materializadas ou ainda não; tem origem na psicologia e comportamento de cada alma ao longo de toda sua evolução (somos sempre a continuação de nós mesmos); soma-se as tendências, impulsos, e ação do meio ambiente.
Nossos desequilíbrios sempre fluem no sentido do terreno extrafísico (pensamentos, emoções e sentimentos) para o corpo físico, de fora para dentro, no sentido da cabeça aos pés. O ideal para drenar as energias de baixo padrão vibratório e os “miasmas” seria a eliminação através da pele, e secreções: suor, fezes, urina, eliminação de mucosidade. Li uma vez uma interessante explicação através de uma canalização de Lucas (o médico) a respeito do projeto do apêndice (aquele da famigerada apendicite) – a idéia dos geneticistas espirituais era que o apêndice terminasse na pele com poros por onde seriam drenadas as toxinas; algum motivo que ele não explicou abortou o projeto (talvez fosse muita “mamata” nos levando a manter vícios alimentares, etc.).
Nem sempre é possível drenar pela superfície; daí adoecemos de forma mais severa com mau funcionamento de órgãos importantes ou formação de tumores. Algumas pessoas estão com o fluxo de energia bloqueado em patamares mais altos e desenvolvem doenças psiquiátricas.
Somos seres multidimensionais, parte de nós está em 3D (corpo físico) e outra parte em outras dimensões (para facilitar vamos chamar de plano espiritual) onde podemos ser acessados e afetados tanto para gerar doenças e problemas de comportamento quanto cura.
Para simplificar, vamos considerar problema espiritual o assédio de outra criatura sobre nós seja terrestre ou extra atuando sobre nossos corpos sutis, de forma presencial ou á distância. Processos obsessivos não apenas podem ocasionar doenças físicas como são responsáveis por bom número delas; dependendo de vários fatores dentre eles o tempo de ação sobre o doente, a intensidade dela e a sintonia entre obsessor e doente; ás vezes quase simbiótica.
A comunicação entre corpo físico e corpos astrais é uma estrada de mão dupla. Desordens energéticas geram doenças físicas que enviam á mente e ao sistema emocional sensações que interpretadas e sentidas retornam ao físico gerando, reforçando ou atenuando o processo... Desse modo, quando tratamos as doenças no corpo é possível aliviar o sistema mental/emocional para que se consiga a cura definitiva com a mudança no padrão.
Procuro ajuda profissional para tratar o físico ou busco ajuda espiritual?
Quando se busca a cura, na vida contemporânea não há muito tempo a perder; daí, na minha opinião é melhor cuidar de tudo ao mesmo tempo para ganhar eficiência.
Não se trata apenas de buscar a cura temporária; para resolver nossas doenças tanto faz se já instaladas no corpo físico ou não; para dependem do conjunto de nosso pensar, sentir e agir – Então é preciso manter pensamentos de freqüências mais elevadas e saneadoras; educar as emoções e aprimorar os sentimentos. Eliminar maus hábitos, excessos e vícios. Usar e cuidar do corpo físico. Dessa forma estamos cuidando do corpo e do espírito. Com esse novo padrão de atitudes, nós também fazemos desobsessão; pois ao mudar nosso padrão vibratório afastamos os espíritos viciados no mesmo tipo de emoções, sentimentos e maus hábitos (bebida, comida, drogas, sexo desregrado, medicamentos).
Ás vezes, para que o resultado seja perceptível e compensador, é preciso auxílio de profissionais e até de ajuda espiritual específica.
Quando nos locais de tratamento espiritual é indicado ás pessoas a necessidade de continuar com os tratamentos da matéria como se diz; não se trata apenas de precaução de evitar a preguiça das pessoas ao entregarem tudo na mão da espiritualidade como se lá houvessem mágicos que tudo sabem e tudo podem resolver – nada disso, há na maior parte dos casos uma necessidade real de atuar na matéria para que todo o conjunto do tratamento possa fluir de forma mais eficiente.
Cada caso é um caso; mas, que não custa buscar ajuda em todos os sentidos; isso não custa. Porém é preciso que fique claro: Cura definitiva sem trabalho de mudança de hábitos e reciclagem da personalidade, é sonho que pode virar pesadelo, recaída após recaída.
Muita gente quando está doente fica em dúvida se o problema é físico ou de ordem espiritual, no caso, a obsessão ocasional ou premeditada e planejada.
A rigor podemos afirmar que todas as doenças materializadas ou ainda não; tem origem na psicologia e comportamento de cada alma ao longo de toda sua evolução (somos sempre a continuação de nós mesmos); soma-se as tendências, impulsos, e ação do meio ambiente.
Nossos desequilíbrios sempre fluem no sentido do terreno extrafísico (pensamentos, emoções e sentimentos) para o corpo físico, de fora para dentro, no sentido da cabeça aos pés. O ideal para drenar as energias de baixo padrão vibratório e os “miasmas” seria a eliminação através da pele, e secreções: suor, fezes, urina, eliminação de mucosidade. Li uma vez uma interessante explicação através de uma canalização de Lucas (o médico) a respeito do projeto do apêndice (aquele da famigerada apendicite) – a idéia dos geneticistas espirituais era que o apêndice terminasse na pele com poros por onde seriam drenadas as toxinas; algum motivo que ele não explicou abortou o projeto (talvez fosse muita “mamata” nos levando a manter vícios alimentares, etc.).
Nem sempre é possível drenar pela superfície; daí adoecemos de forma mais severa com mau funcionamento de órgãos importantes ou formação de tumores. Algumas pessoas estão com o fluxo de energia bloqueado em patamares mais altos e desenvolvem doenças psiquiátricas.
Somos seres multidimensionais, parte de nós está em 3D (corpo físico) e outra parte em outras dimensões (para facilitar vamos chamar de plano espiritual) onde podemos ser acessados e afetados tanto para gerar doenças e problemas de comportamento quanto cura.
Para simplificar, vamos considerar problema espiritual o assédio de outra criatura sobre nós seja terrestre ou extra atuando sobre nossos corpos sutis, de forma presencial ou á distância. Processos obsessivos não apenas podem ocasionar doenças físicas como são responsáveis por bom número delas; dependendo de vários fatores dentre eles o tempo de ação sobre o doente, a intensidade dela e a sintonia entre obsessor e doente; ás vezes quase simbiótica.
A comunicação entre corpo físico e corpos astrais é uma estrada de mão dupla. Desordens energéticas geram doenças físicas que enviam á mente e ao sistema emocional sensações que interpretadas e sentidas retornam ao físico gerando, reforçando ou atenuando o processo... Desse modo, quando tratamos as doenças no corpo é possível aliviar o sistema mental/emocional para que se consiga a cura definitiva com a mudança no padrão.
Procuro ajuda profissional para tratar o físico ou busco ajuda espiritual?
Quando se busca a cura, na vida contemporânea não há muito tempo a perder; daí, na minha opinião é melhor cuidar de tudo ao mesmo tempo para ganhar eficiência.
Não se trata apenas de buscar a cura temporária; para resolver nossas doenças tanto faz se já instaladas no corpo físico ou não; para dependem do conjunto de nosso pensar, sentir e agir – Então é preciso manter pensamentos de freqüências mais elevadas e saneadoras; educar as emoções e aprimorar os sentimentos. Eliminar maus hábitos, excessos e vícios. Usar e cuidar do corpo físico. Dessa forma estamos cuidando do corpo e do espírito. Com esse novo padrão de atitudes, nós também fazemos desobsessão; pois ao mudar nosso padrão vibratório afastamos os espíritos viciados no mesmo tipo de emoções, sentimentos e maus hábitos (bebida, comida, drogas, sexo desregrado, medicamentos).
Ás vezes, para que o resultado seja perceptível e compensador, é preciso auxílio de profissionais e até de ajuda espiritual específica.
Quando nos locais de tratamento espiritual é indicado ás pessoas a necessidade de continuar com os tratamentos da matéria como se diz; não se trata apenas de precaução de evitar a preguiça das pessoas ao entregarem tudo na mão da espiritualidade como se lá houvessem mágicos que tudo sabem e tudo podem resolver – nada disso, há na maior parte dos casos uma necessidade real de atuar na matéria para que todo o conjunto do tratamento possa fluir de forma mais eficiente.
Cada caso é um caso; mas, que não custa buscar ajuda em todos os sentidos; isso não custa. Porém é preciso que fique claro: Cura definitiva sem trabalho de mudança de hábitos e reciclagem da personalidade, é sonho que pode virar pesadelo, recaída após recaída.
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