sábado, 12 de setembro de 2026

 

SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 2

Continuando...

Querer não é poder; é preciso saber querer e contar com o concurso do tempo e do trabalho...

Como tudo que envolve o ser humano a paz não se consegue numa canetada de um decreto, com teorias mirabolantes ou num passe de mágica, é conquista de dia a dia, de respeito pela própria vida e pela vida do outro. Alcançaremos um estado de paz relativa, quando nos lares não houver mais:

·       Guerra pelo poder de controlar

·       Competição

·       Mentiras

·       Traições

·       Violência verbal

·       Agressão física

    Desse ponto em diante todas as lutas sociais em prol da paz serão vitoriosas.

    Ainda é do nosso feitio usar palavras e frases sem parar para pensar no seu significado real; uma das muitas que usamos relacionadas ao tema:

 

“Sou uma pessoa muito boa e pacífica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!

 

    Ser manso e pacífico é diferente de estar em paz...

Muitas vezes de forma provisória aparentamos qualidades que ainda não conquistamos, pois que, sob a ação anestésica das justificativas.



 

Diferente de apenas estar, ser manso e pacífico é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar.

    Na fase de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada. Nosso processo de humanização é lento e gradual; ao tentar conter impulsos agressivos o ser humano troglodita que ainda habita em nós, dá início ao processo de humanização verdadeira, passo a passo. Outra besteira que tomamos como verdade: afirmar que o homem agressivo e violento é animalizado. É preciso que fique claro que o animal não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma; suas reações são puramente instintivas; exceto nos que convivem há muito tempo com o homem (os chamados animais domésticos) estes possuem uma capacidade de captação subconsciente muito mais poderosa até do que o das crianças pequenas, tanto que adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta de animal está cometendo uma injustiça).

Ao analisarmos com isenção nosso comportamento íntimo no tocante ao pensar, sentir e agir estamos a caminho de nos tornarmos agentes de pacificação...

Do resumo dos poucos itens inicialmente colocados em quais deles ainda me encontro?

 Aguardem a continuação posts 3, 4, 5, 6... 

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