COMER OU SE NUTRIR?
QUAL A DIFERENÇA?Quando o alimento está disponível: Geração após geração nós usamos o alimento para deteriorar a saúde e até acelerar a chegada da morte.
Parece estranho esse paradoxo chamado morte:
Temos tanto medo dela e, no entanto, vivemos correndo feito doidos em sua direção.
Antes, esse tipo de atitude até poderia ser justificado pela nossa pequena capacidade de discernir; no entanto, hoje, não mais. Então, arrumamos outra justificativa: a de que isso se deve ao estilo de vida acelerado (alguns chamam de moderno) que, não nos dá tempo para pensar nessas coisas, e que, não preconiza os cuidados mais adequados com o corpo, senão quanto às aparências.
Parece estranho esse paradoxo chamado morte:
Temos tanto medo dela e, no entanto, vivemos correndo feito doidos em sua direção.
Antes, esse tipo de atitude até poderia ser justificado pela nossa pequena capacidade de discernir; no entanto, hoje, não mais. Então, arrumamos outra justificativa: a de que isso se deve ao estilo de vida acelerado (alguns chamam de moderno) que, não nos dá tempo para pensar nessas coisas, e que, não preconiza os cuidados mais adequados com o corpo, senão quanto às aparências.
O problema de usar o alimento de forma descuidada é mais antigo do que podemos imaginar, vem desde a época em que nos encontrávamos numa situação intermediária entre o animal e o humano; na fase em que começamos a pensar para fazer escolhas e, quando descobrimos que, podemos manipular os prazeres e as sensações. Dessa fase em diante, deturpamos alguns instintos conquistados milênio a milênio. Exemplo: o ser humano é o único a comer sem fome; motivado pelo prazer sensitivo ou gula e a ansiedade.
O vício alimentar e os abusos sempre existiram desde os primeiros homens das cavernas, sofrendo algumas pequenas modificações em cada Época.
Um exemplo: os “vomitórios” da época do Império Romano; em certas ocasiões, as pessoas se empanturravam de comida e de bebida, depois corriam para essa espécie de banheiro para enfiar o dedo na garganta, provocar o vômito e, logo voltar a comer e a beber, e assim sucessivamente, várias vezes. Na verdade, de lá para cá, a coisa não mudou tanto, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois, e até antecedendo os prazeres da mesa. Antes, esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje; a responsabilidade aumentou, pois o fluxo dos acontecimentos em nossas vidas capaz de causar conflitos e desequilíbrios emocionais era mais lento e suportável; e na atualidade, nós somos forçados a lidar com várias situações ao mesmo tempo, e fatalmente uma ou outra pode funcionar como um gatilho a desencadear doenças. E, para complicar um pouco mais, hoje, além dos vícios e dos excessos, temos que neutralizar os venenos usados; tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados.
O vício alimentar e os abusos sempre existiram desde os primeiros homens das cavernas, sofrendo algumas pequenas modificações em cada Época.
Um exemplo: os “vomitórios” da época do Império Romano; em certas ocasiões, as pessoas se empanturravam de comida e de bebida, depois corriam para essa espécie de banheiro para enfiar o dedo na garganta, provocar o vômito e, logo voltar a comer e a beber, e assim sucessivamente, várias vezes. Na verdade, de lá para cá, a coisa não mudou tanto, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois, e até antecedendo os prazeres da mesa. Antes, esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje; a responsabilidade aumentou, pois o fluxo dos acontecimentos em nossas vidas capaz de causar conflitos e desequilíbrios emocionais era mais lento e suportável; e na atualidade, nós somos forçados a lidar com várias situações ao mesmo tempo, e fatalmente uma ou outra pode funcionar como um gatilho a desencadear doenças. E, para complicar um pouco mais, hoje, além dos vícios e dos excessos, temos que neutralizar os venenos usados; tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados.
Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos:
A resolução dos problemas do ser humano sempre envolve aspectos éticos (isso nos caracteriza). No fundo das nossas buscas científicas, o desejo real; não é resolver o problema da nutrição ou da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro.
Mas, o que é o bom e o melhor na minha dieta?
Quem pode me orientar sem interesses?
Continua?


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