sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

 VINGANÇA OU PERDÃO:

QUESTÃO DE BONDADE OU INTELIGÊNCIA?

“Não existe vingança tão completa quanto o perdão”. (Josh Billings)

O conceito inteligência sofreu recolocações de conceito e valores participantes do QI - INTELIGÊNCIA: emocional, cognitiva, social, política, religiosa, afetiva; enfim tudo que se relaciona com a espécie humana.
Revidar ou esquecer uma ofensa é algo que demanda não apenas afetividade; necessita de empenho e raciocínio.

Se numa ofensa provocada por outra pessoa, a raiva é, na maioria das vezes, inevitável; pois, é um sentimento primário que trouxemos de nossas fases anteriores da evolução – E bem indigesto; pois é grande agente desencadeador de dor de estômago, má digestão, dor de cabeça etc. Quando isso, acontece, há três opções: reagir estouvadamente; pensar friamente numa forma de revidar; ou também pensar friamente e desistir da vingança, optando pelo perdão.

A primeira forma é impulsiva, não depende de escolha, as duas outras dependem da escolha (inteligência) de quem sofreu a ofensa.
Tanto o perdão quanto a vingança exigem uma opção cognitiva de planejamento e execução. Precisa ser organizada e não é apenas uma ação impensada a uma afronta; a raiva pode ir e voltar; mas a vingança, no entanto precisa ser pensada. Não há vingança por instinto (animais não se vingam: sobrevivem). Passou da hora de usarmos os anestésicos de consciência como desculpas e justificativas.

Claro que mesmo a vingança possui graduações:
Os motivos que levam à vingança podem mostrar a qualidade das pessoas: há vingança por motivos banais ou como forma de se sentir bem e até de prazer. Noutras é forma de demonstrar poder e força.



O desejo de perdoar também é gradativo:
Há os que precisam perdoar para se sentir bem. Muitos dizem que depois de perdoar um desafeto sentem-se felizes e libertos. A vingança e o perdão sofrem forte influência cultural e educacional. O desejo de vingança pode tornar-se um processo doentio e obsessivo. Em ambientes competitivos as pessoas são mais inclinadas a vingança subliminar.
“Não existe vingança tão completa quanto o perdão” ...

É disso que falaremos também amanhã 07/12/24 no lançamento do livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão – Ed. Viseu no plenarinho da Câmara Municipal de São Bernardo do Campo ás 17h – bate papo com dedicatórias e autógrafos...

Bem vindos.

 PEDIR PERDÃO AO CRIADOR?


É duvidar de sua inteligência e amorosidade?

O perdão parece que já está dado; veio no pacote da criação:
Estragou meu filho?
Está arrependido?
Então vai lá e conserta!
Quer parcelar?
Em quantas vezes?
O juro é proporcional à tentativa de calote na repetição.

Dá prá renegociar?
Pode parcelar?
E se esgotei a cota?

Dita a lógica que ofensa e perdão é coisa que rola dentro e entre nós; nada a ver com o Criador?

É MELHOR PERDOAR DO QUE SER PERDOADO?

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

 

EXISTE AMOR SAUDÁVEL E AMOR DOENTIO?

ONDE SE INICIAM AS PATOLOGIAS DO AMAR?

Amar a tudo e a todos começa pelo aprendizado do amor a nós mesmos.

Nossos órgãos e células necessitam de pensamentos, sentimentos, afago, carinho, olhares e palavras amorosas. Os próprios animais se acariciam por meio do corpo e das brincadeiras.

O ser humano deve ir mais além, pois é o único com reais possibilidades de ser ético no planeta. Para que se ame, é preciso que aprenda a se respeitar e a se cuidar. Quem ainda é incapaz não pode dizer que se ama, muito menos que ama aos outros. O primeiro passo é se aceitar tal e qual é, ou melhor, tal e qual se fez; pois hoje somos o fruto de nossas escolhas de ontem. E como pensarmos, sentirmos e agirmos hoje vai determinar como seremos amanhã. Isso implica maturidade evolutiva.

Alguns sinais de falta de amor-próprio:

Estamos em desamor conosco, quando não nos aceitamos nem gostamos de como somos e até nos agredimos fisicamente com cortes e recortes, viciações e exageros de todos os tipos. Não vigiamos o que pensamos, sentimos e o que fazemos conosco, somos suicidas inconscientes.

Alguns sinais indicam a ausência de amor-próprio:

            Desconhecer e não respeitar os próprios limites.

            Desenvolver maus hábitos e vícios.

            Adoecer com frequência.

            Viver em angústia, depressão ou pânico.

            Cultivar sentimentos de menos valia

            Levar vida sedentária ou praticar exercícios de forma exagerada e narcisista.

            Promover desvios nos instintos, viciando-os para obter prazer, tais como fazer do alimento uma fonte de prazer, ser um glutão.

            Ou também desviar de seus propósitos naturais, Exemplo: o uso da energia sexual com exageros ou continências sem sentido.

            A preguiça e o trabalhar além de seus limites.

Como falar de amor sem conquistar o amor a nós mesmos?


AGUARDAMOS OS AMIGOS NESTE SÁBADO 07/12/24 PARA PAPEARMOS A RESPEITO DO LIVRO ANATOMIA DAS ESCOLHAS DO AMOR DO PERDÃO - ED. VISEU A PARTIR DAS 17HS NO PLENARINHO DA CÃMARA MUNICIPAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO



terça-feira, 3 de dezembro de 2024

 

COMO DIAGNOSTICAR A FALTA DE BOA QUALIDADE DO AMOR A NÓS MESMOS?

O padrão de qualidade do amor que temos a nós mesmos projeta com

segurança o tipo que podemos oferecer aos outros e ao todo.

Muitos critérios podem servir para que possamos avaliar o grau e a

qualidade do que sentimos por nós mesmos. Para facilitar, usaremos simples

critérios orgânicos e éticos.

De que maneira posso avaliar o respeito que tenho pela minha pessoa?

Uma forma simples é estudar o respeito pelo meu corpo físico.

E, para isso, as únicas ferramentas necessárias são: a motivação, o conhecimento e

a vontade de fazê-lo, sob a supervisão da honestidade íntima.

Para começar, basta que respondamos de forma honesta e clara a algumas questões simples:

        Sou uma pessoa sadia ou doentia?

        Quais meus conceitos de saúde e doença?

·        Sei que minhas doenças de hoje indicam claramente falta de amor ontem?

·        Sou capaz de avaliar que a falta de amor por minha pessoa hoje me tornará uma pessoa doentia num futuro próximo?

·        Minhas atitudes passam pelo crivo do raciocínio e do estudo das escolhas e das futuras consequências?

        Quais são os maus hábitos que tenho?

·        Preciso de doping químico para executar minhas tarefas?

·         Uso o alimento como fonte de prazer? Como em excesso?

        Ofereço ao meu corpo os cuidados mínimos de trabalho e lazer, sono e vigília, descanso e exercício?

        Respiro de forma correta, bebo água ou intoxico meu corpo com líquidos químicos?

 

Extraído do livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão – Dr. Américo Canhoto – Ed. viseu

Lançamento no plenarinho da Câmara Municipal de São Bernardo do Campo dia 07/12/24 a partir das 17 hs palestra e bate papo. Venda de livros e Autográfos


Ficarei feliz com sua presença.



 

PRATIQUE O BATE PAPO ÍNTIMO PARA AVALIAR E ATUALIZAR O EU SOU...

ATITUDES CONSCIENTES QUE DÃO LUCRO EXISTENCIAL.

 

 

Para que e para quem está a servir minha existência no mercado da vida?



 

A lei de mercado é natural e visa sempre o LUCRO; que é uma atitude de progresso. Devemos buscá-lo sempre; mas, não apenas o financeiro responsável pelas oportunidades do necessário progresso material – importa também, e principalmente, buscar no empreendimento da CONSCIÊNCIA:

 

Viver na verdade; paz de consciência; alegria; harmonia; bom humor; respeito...; devemos lucrar sempre para evitar a falência: culpa, remorso, ansiedade, medo, depressão, angústia.

 

Numa situação corporativa:

Um colaborador mantém um padrão de atitude de “responsabilidade”.

Preocupa-se demais quanto ao horário, chega antes dos outros, saí após o expediente, e às vezes, leva trabalho para casa. 

Quando num ajuste este funcionário é dispensado sente-se injustiçado, comparando-se a outro que chega mais tarde e saí antes do final do expediente; na sua visão de mundo não percebe que o objetivo é o de não perder o emprego e desconhece seu nível de produtividade e eficiência.

 

Isso, nos faz lembrar um conto: “saíram dois lenhadores a lenhar; um deles trabalhou sem parar o dia todo e o outro cortava e descansava, metodicamente.

Ao final do dia, no momento de receber o salário, aquele que trabalhava sem parar ficou indignado ao constatar que produziu menos que o outro, consequentemente, sua remuneração foi menor.

Como pode?

Trabalhei o dia inteiro sem parar, e recebi menos!

A explicação foi simples: enquanto trabalhou, desenfreadamente, cortando com um machado com fio cego, eu parava de cortar e afiava o machado...

 

Como estou afiando o machado dos cuidados com minha saúde física, mental e emocional tão importante para mim e para a empresa?

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