Quando se fala em doenças profissionais, na hora, o que nos vem á cabeça, é a relação direta com a insalubridade do ambiente; ou até do labor com mudança de turnos que detona com o ritmo biológico de qualquer pessoa.
Pouco se fala e se pensa na qualidade energética do ambiente de trabalho. São raros os Departamentos de Recursos Humanos que se preocupam com essa importante questão; afinal, a matéria é apenas um dos estados da energia.
Atendo muitas pessoas que passam a adoecer de forma sistemática após aquela tão sonhada promoção – ou depois, de ser admitida na empresa dos sonhos.
Muitas vezes, o problema é o próprio local.
Deixando de lado coisas importantes como o descuido na manutenção do ar condicionado ou a adequada regulagem; a falta de ventilação e de luminosidade; excesso de radiação produzida pela parafernália eletrônica; presença de torres de retransmissão de sinais de telefonia; distúrbios eletromagnéticos do solo (geobiologia) – o que nos interessa hoje é a qualidade da energia gerada pelas pessoas que convivem e trabalham no local.
A qualidade da relação profissional, em qualquer lugar, deixa a desejar, pela falta de qualidade humana da maior parte de nós.
Em muitas empresas esse detalhe nem foi percebido ainda; é uma pena, pois onde ninguém está interessado em melhorar a qualidade dos relacionamentos a situação de sanidade é complicada.
Nas quais algumas pessoas já despertaram para a necessidade e a possibilidade de melhorar a energia do ambiente profissional, tudo pode melhorar; até a saúde física e psicológica dos que ali vivem parte de seu dia; isso sem falar na produtividade.
Vejamos apenas alguns dos problemas de personalidade que costumam desarticular a energia ambiental e a produtividade:
Agressividade:
No ambiente de trabalho a agressividade é mais verbal e de conceitos. As pessoas costumam ferir-se com “geladas”, palavras e traições.
A violência subliminar ainda costuma predominar.
Voracidade:
Os que melhor se adaptaram ao estilo neurótico de viver, querem tudo para si; não medem esforços nem conseqüências para assumir o maior numerário no contracheque e os melhores postos; doa a quem doer.
Impulsividade:
Os que falam e agem sem pensar nos estragos que podem fazer aos outros; estão sempre arrumando inimigos por toda a parte e atrapalhando o equilíbrio do ambiente. Vivem pedindo desculpas feito crianças e logo repetem tudo outra vez.
Soberba:
Os orgulhosos e inseguros adoram pisar nos outros, humilhando-os para sentirem-se mais e melhores. Facilmente caem na armadilha da calúnia e da difamação para derrubar possíveis adversários.
Apego:
O apego ao cargo, objetos, locais, pessoas e tarefas, atrapalha a vida de muita gente e perturba o ambiente; além disso, causa sérios prejuízos ao desempenho. Além disso essas pessoas funcionam como verdadeiros obsessores.
Inveja:
Querer para si o que pertence ao outro é o maior de todos os males que afligem a alma do homem. E o mais negado. As pessoas invejosas costumam desestabilizar os colegas de trabalho.
Negligência:
Quando a eficiência do trabalho de uns depende diretamente da qualidade do trabalho do outro; e ele não corresponde é natural que as relações se tornem complicadas e doentias.
Vampirismo:
Muitas pessoas descobriram de forma inconsciente que é mais fácil e cômodo roubar energia dos outros do que captar na natureza. Nesse grupo estão os invejosos, os do olho gordo, etc.
Evidente que todos os problemas de caráter do ser humano contribuem para gerar distúrbios energéticos no ambiente de trabalho que se materializam na forma de doenças físicas - insira no raciocínio os que ocorrem no seu local de trabalho e que não foram aqui colocadas, e boa diversão; mas, cuidado com as críticas a pessoas ausentes; mesmo que apenas no terreno das idéias.
Há solução?
Nem sempre é possível mudar de emprego; daí algumas mudanças simples, gratuitas e eficientes, podem ser produzidas pelas pessoas interessadas.
Além da energia mental de harmonia que pode ser enviada ás pessoas mais difíceis na forma de mentalizaçao, oração..., basta investir alguns minutos ao dia, e os resultados logo aparecem.
A vigilância pessoal para não baixar a freqüência de padrão vibratório é vital, tanto como processo de defesa quanto para ajudar na limpeza ambiental (isso é caridade). Não venha com a desculpa – Cansei, só eu faço! Só eu limpo o ambiente! – Quem mais sabe; mais tem que usar esse saber – isso é lei cósmica.
Qualquer pessoa de boa vontade pode se tornar o “faxineiro” das energias pesadas e negativas; claro que conhecimento ajuda. O salário é do além; mas, você começa a receber aqui mesmo na forma de bem estar, paz, felicidade, saúde, etc.
A aplicação de Reiki no ambiente é de inestimável valor.
Plantas drenadoras de energias mais pesadas são úteis – Por exemplo, se você colocar em cima da sua mesa um vasinho de pimentas, os vampiros vão ficar oriçados – é até divertido, engraçado ver a reação de algumas pessoas – é como se elas soubessem que você descobriu suas intenções; preste atenção aos comentários.
Muitos são os recursos; mas, nenhum substitui nossa reciclagem de personalidade. Aprenda a questionar o que o levou até aquele ambiente de trabalho.
Preste atenção á sintonia.
ALERTA:
Todo cuidado e honestidade na avaliação é pouco; pois o problema pode estar em nós... Serei eu o “sujismundo ambiental”?
Interessante é observar esses mesmos problemas ocorrendo em Instituições de Caridade, ONGs, etc. Locais onde não deveria haver tanto jogo de interesses.
Não importa onde nem o nome da empresa ou da Instituição:
Sobra tudo pros preto véio – juízo zinfíu...
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
O PERIGOSO MUNDO DOS SPHERTUS
No jogo da vida, desde o nascer ao morrer, nós ansiamos pela sanidade, paz e alegria; mas, ninguém nos disse que, para tal conquista é preciso:
Aprender a assumir os efeitos dos desejos.
Todos nós sem exceção, queremos ser saudáveis, felizes e não sofrer.
Quando abandonamos a fase selvagem, natural; passamos a nos “achar”, até imaginamos ter vindo direto do mundo dos SPHERTUS para cá; procuramos perenizar o prazer e bolamos esquemas elaborados para evitar experiências dolorosas.
Apenas para ilustrar: se droga trouxesse sensações ruins ou amargas, na hora, naquele infeliz momento do embalo, ninguém usaria. Muito menos ficaria viciado.
– “Droga; tô fora!” – XÔ! - Essa é uma atitude de gente cabeça; pois embora, pouco inteligentes; não somos tão burros assim; minutos de prazer podem custar séculos de sofrimentos.
Pegadinha:
Uma das ironias da vida: nossos próprios desejos de prazer, se mal elaborados, subordinados a, intenções egoístas ou tentativas de fugir das lutas da vida podem resultar em sofrimentos até bilaterais.
Um inimigo disfarçado de colega da hora: a insatisfação permanente.
Apesar de tudo que temos, queremos algo mais ou diferente. Quando temos o que queremos, acabamos jogando fora, pois decidimos que não era bem isso o objeto de nossos desejos – Uma questão interessante: Será que nossos desejos são realmente nossos?
Onde a origem dessa droga de contradições tão infantis?
Donde vem essa eterna insatisfação?
Provavelmente da educação formal que se originou da cultura milenar de nossos primitivos ancestrais de ontem e de hoje; que vivem no mundo da MITOLÂNDIA.
Estar não satisfeito, é uma alavanca que nos impulsiona a progredir. O problema é que esse dom foi mal usado – não seguimos as regras, casando-o com a pressa, permitimos o concubinato com a tecnologia e, um dos filhotes foi o consumismo que nos consome.
Alerta de perigo:
A partir dessa pisada na bola; nós o transmutamos num perigoso inimigo a nos espreitar; criamos a insatisfação crônica; irmã gêmea do TOC, um perigoso monstrinho devorador da paz e da felicidade de qualquer atleta desse love game da vida.
Haverá remédio?
Onde estão os bônus que compensam as pisadas de bola nas armadilhas?
Sim – Atentos, conseguimos nos vacinar a tempo e, para isso, basta reformar o atual sistema de jogar o jogo; e, aprender e treinar a simplicidade; o precisar de muito pouco ou quase nada que venha de fora da nossa intimidade.
Algo do tipo:
Aprender a dar adeus ás ilusões...
Dica:
Essa forma de agir como cidadãos do mundo dos SPHERTUS sem assumir responsabilidade, dentre outros distúrbios evolutivos (habitar por longo tempo no mundo das COBHAIAS; ainda detona com o corpo físico.
Nas relações afetivas não sejamos nem façamos os outros de Amostra Grátis, nem produtos descartáveis.
Continua.
(adaptado do livro Jogos de Amor – Ed. Butterfly).
Aprender a assumir os efeitos dos desejos.
Todos nós sem exceção, queremos ser saudáveis, felizes e não sofrer.
Quando abandonamos a fase selvagem, natural; passamos a nos “achar”, até imaginamos ter vindo direto do mundo dos SPHERTUS para cá; procuramos perenizar o prazer e bolamos esquemas elaborados para evitar experiências dolorosas.
Apenas para ilustrar: se droga trouxesse sensações ruins ou amargas, na hora, naquele infeliz momento do embalo, ninguém usaria. Muito menos ficaria viciado.
– “Droga; tô fora!” – XÔ! - Essa é uma atitude de gente cabeça; pois embora, pouco inteligentes; não somos tão burros assim; minutos de prazer podem custar séculos de sofrimentos.
Pegadinha:
Uma das ironias da vida: nossos próprios desejos de prazer, se mal elaborados, subordinados a, intenções egoístas ou tentativas de fugir das lutas da vida podem resultar em sofrimentos até bilaterais.
Um inimigo disfarçado de colega da hora: a insatisfação permanente.
Apesar de tudo que temos, queremos algo mais ou diferente. Quando temos o que queremos, acabamos jogando fora, pois decidimos que não era bem isso o objeto de nossos desejos – Uma questão interessante: Será que nossos desejos são realmente nossos?
Onde a origem dessa droga de contradições tão infantis?
Donde vem essa eterna insatisfação?
Provavelmente da educação formal que se originou da cultura milenar de nossos primitivos ancestrais de ontem e de hoje; que vivem no mundo da MITOLÂNDIA.
Estar não satisfeito, é uma alavanca que nos impulsiona a progredir. O problema é que esse dom foi mal usado – não seguimos as regras, casando-o com a pressa, permitimos o concubinato com a tecnologia e, um dos filhotes foi o consumismo que nos consome.
Alerta de perigo:
A partir dessa pisada na bola; nós o transmutamos num perigoso inimigo a nos espreitar; criamos a insatisfação crônica; irmã gêmea do TOC, um perigoso monstrinho devorador da paz e da felicidade de qualquer atleta desse love game da vida.
Haverá remédio?
Onde estão os bônus que compensam as pisadas de bola nas armadilhas?
Sim – Atentos, conseguimos nos vacinar a tempo e, para isso, basta reformar o atual sistema de jogar o jogo; e, aprender e treinar a simplicidade; o precisar de muito pouco ou quase nada que venha de fora da nossa intimidade.
Algo do tipo:
Aprender a dar adeus ás ilusões...
Dica:
Essa forma de agir como cidadãos do mundo dos SPHERTUS sem assumir responsabilidade, dentre outros distúrbios evolutivos (habitar por longo tempo no mundo das COBHAIAS; ainda detona com o corpo físico.
Nas relações afetivas não sejamos nem façamos os outros de Amostra Grátis, nem produtos descartáveis.
Continua.
(adaptado do livro Jogos de Amor – Ed. Butterfly).
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
NA ERA DA PESCOÇADA
Na concorrida vida contemporânea vivemos pescoçando (espiando e zoiando) o que os outros estão fazendo; com medo de ficar defasado, para trás. Queremos participar de tudo, saber a respeito de tudo o que rola de novidade por aí; custe o que custar – mesmo que nos custe o pescoço.
Pescoçar por simples curiosidade é bom e divertido.
O problema é pescoçar sob a ação do medo e da ansiedade que geram tensão e até contraturas.
A musculatura, os ligamentos e as inserções dos músculos na parte óssea; são os lugares preferidos dos efeitos da tensão permanente decorrente do estresse crônico, para localizar processos inflamatórios. Daí que nessa conjuntura, torcicolos estarão na moda nos próximos tempos. Não se assustem os pescoçudos nem se alegrem os sem pescoço – pois, a limitação dos movimentos e a dor decorrente dessas inflamações não é proporcional ao tamanho do dito; até gente sem ou com pouco vai sentir muita dor e limitação. Tanto pelas contraturas e inflamação quanto pelas hérnias de disco e as calcificações anormais.
Poucos estão imunes a perigosas pescoçadas; daí, é sinal de inteligência; cuidar e mudar:
A postura: dentre muitas velhas e novas colocações da comunicação; a definiremos como forma de pensar, sentir e agir que se materializará no corpo físico como atitude corporal.
Inquietude física: ranger de dentes, sobressaltos, espasmos musculares...; não conseguimos mais relaxar, nem durante o sono; Ossos, músculos, tendões, ligamentos, toda a estrutura de sustentação do corpo humano no estresse crônico permanecem em tensão e rígidos o tempo todo, e depois de algum tempo e muitas pescoçadas, é normal que as inflamações comecem: tendinites, L.E.R, bursites, artrites, artroses, fibromialgia, etc.
A coisa é antiga – não surge de uma hora para outra - depois de algum tempo dessa postura de pescoçar sob a ação do medo e da ansiedade, é que surgem os avisos - e isso, não quer dizer: assim que começaram os sintomas; pois todo o processo se inicia bem antes.
Pois, todas as realizações humanas tanto as boas quanto as inadequadas, são lentas e eternas construções.
O problema de pescoçar é mais embaixo; vai além do local; e nos afeta em outras áreas:
Física e moralmente.
As pessoas deitam-se e acordam cansadas e com o corpo todo dolorido. Isso não é novidade, esse problema já é bem antigo; apenas daqui em diante ficará muito mais vibrante. E, não se trata de uma visão pessimista; mas sim, realista. Um dos parâmetros para esse chute adivinhatório, é que somos lentos em executar mudanças.
Todos os que hoje se desesperam e se revoltam com suas limitações e dores do pescoço para baixo e do pescoço para cima, começam a perceber que a ação da medicina a cada dia torna-se mais limitada. O alívio que os remédios proporcionam é cada vez menos intenso e o tempo de duração do efeito é cada vez menor.
Embora seja assunto para outro bate papo; vamos adiantar algo:
IRREGULARIDADES NA CIRCULAÇÃO DA CABEÇA
A tensão permanente localizada principalmente no pescoço, nas costas e na coluna toda, faz com que a chegada de sangue à cabeça diminua ou se torne irregular com muitos altos e baixos. Com isso: a visão está cada vez pior, um dia o sujeito enxerga bem e noutro não. A cada dia mais e mais pessoas apresentam dificuldade de concentração, vertigem psicogênica e até crises de labirintite. A memória está ficando péssima para gente de todas as idades. O raciocínio está cada dia mais cansativo, qualquer trabalho intelectual desgasta.
Pescoçar é bom – mas, pescoce com moderação.
Cuidado para não perder o pescoço; nem a cabeça.
Aproveite e compre uma pescoceira para deixar de reserva; pois nunca se sabe quando aquele torcicolo federal vai chegar...
Pescoçar por simples curiosidade é bom e divertido.
O problema é pescoçar sob a ação do medo e da ansiedade que geram tensão e até contraturas.
A musculatura, os ligamentos e as inserções dos músculos na parte óssea; são os lugares preferidos dos efeitos da tensão permanente decorrente do estresse crônico, para localizar processos inflamatórios. Daí que nessa conjuntura, torcicolos estarão na moda nos próximos tempos. Não se assustem os pescoçudos nem se alegrem os sem pescoço – pois, a limitação dos movimentos e a dor decorrente dessas inflamações não é proporcional ao tamanho do dito; até gente sem ou com pouco vai sentir muita dor e limitação. Tanto pelas contraturas e inflamação quanto pelas hérnias de disco e as calcificações anormais.
Poucos estão imunes a perigosas pescoçadas; daí, é sinal de inteligência; cuidar e mudar:
A postura: dentre muitas velhas e novas colocações da comunicação; a definiremos como forma de pensar, sentir e agir que se materializará no corpo físico como atitude corporal.
Inquietude física: ranger de dentes, sobressaltos, espasmos musculares...; não conseguimos mais relaxar, nem durante o sono; Ossos, músculos, tendões, ligamentos, toda a estrutura de sustentação do corpo humano no estresse crônico permanecem em tensão e rígidos o tempo todo, e depois de algum tempo e muitas pescoçadas, é normal que as inflamações comecem: tendinites, L.E.R, bursites, artrites, artroses, fibromialgia, etc.
A coisa é antiga – não surge de uma hora para outra - depois de algum tempo dessa postura de pescoçar sob a ação do medo e da ansiedade, é que surgem os avisos - e isso, não quer dizer: assim que começaram os sintomas; pois todo o processo se inicia bem antes.
Pois, todas as realizações humanas tanto as boas quanto as inadequadas, são lentas e eternas construções.
O problema de pescoçar é mais embaixo; vai além do local; e nos afeta em outras áreas:
Física e moralmente.
As pessoas deitam-se e acordam cansadas e com o corpo todo dolorido. Isso não é novidade, esse problema já é bem antigo; apenas daqui em diante ficará muito mais vibrante. E, não se trata de uma visão pessimista; mas sim, realista. Um dos parâmetros para esse chute adivinhatório, é que somos lentos em executar mudanças.
Todos os que hoje se desesperam e se revoltam com suas limitações e dores do pescoço para baixo e do pescoço para cima, começam a perceber que a ação da medicina a cada dia torna-se mais limitada. O alívio que os remédios proporcionam é cada vez menos intenso e o tempo de duração do efeito é cada vez menor.
Embora seja assunto para outro bate papo; vamos adiantar algo:
IRREGULARIDADES NA CIRCULAÇÃO DA CABEÇA
A tensão permanente localizada principalmente no pescoço, nas costas e na coluna toda, faz com que a chegada de sangue à cabeça diminua ou se torne irregular com muitos altos e baixos. Com isso: a visão está cada vez pior, um dia o sujeito enxerga bem e noutro não. A cada dia mais e mais pessoas apresentam dificuldade de concentração, vertigem psicogênica e até crises de labirintite. A memória está ficando péssima para gente de todas as idades. O raciocínio está cada dia mais cansativo, qualquer trabalho intelectual desgasta.
Pescoçar é bom – mas, pescoce com moderação.
Cuidado para não perder o pescoço; nem a cabeça.
Aproveite e compre uma pescoceira para deixar de reserva; pois nunca se sabe quando aquele torcicolo federal vai chegar...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
INSATISFAÇÃO E CARIDADE
Você dá o dedo e logo querem tomar seu braço...
Algumas pessoas iniciantes na prática da caridade escandalizam-se com o “retorno” do bem que procuraram dar aos mais necessitados – alguns até usam a ingratidão do outro como desculpa para continuarem egoístas e orgulhosos.
Aqui entre nós, o atraso na prática da ética cósmica é considerável; especialmente porque não somos ensinados nos primeiros anos de vida a dar nem a receber.
Timidamente alguns grupos já ensinam ás crianças a atitude de ofertar ao outro um pouco do excesso; mas, raros ensinam a receber – quem não sabe receber com certeza não sabe ofertar.
Dar e receber qualquer coisa, de alimentos, bens materiais a amor, é uma atitude simples; mas, exige qualidades humanas que ainda faltam á maior parte de nós.
Conquistamos pouca maturidade psicológica, o que nos torna seres que apenas querem receber de forma até compulsiva; o que gera a insatisfação doentia base da ingratidão desculpa para deixar de doar.
Vejamos alguns:
Princípios a serem desenvolvidos para saber receber.
Nosso padrão de qualidade íntima vai ditar como podemos receber com melhor qualidade humana. Pois, um líquido precioso a ser distribuído para quem desejamos um dia amar não deve ser guardado num vaso sujo.
• Simplicidade ou pobreza em espírito. Aquele que não exige nada complicado se satisfaz com tudo o que possa receber, e se felicita com o que o outro tiver para lhe oferecer sem cobranças nem exigências descabidas. O simples se veste apenas com as qualidades que tem, e em virtude disso, raramente decepciona.
• Humildade. Aquele que busca sempre servir antes de ser servido, ajudar ao invés de ser ajudado, não espera estar situado em primeiro plano no coração das pessoas e quando preterido não se ofende, não se magoa, não odeia.
• A benevolência. O aprendizado da afabilidade e da doçura que compõe a benevolência também são manifestações do preparo para dar e para receber.
• A paciência. Devemos aprender a sermos pacientes com tudo e com todos os que a natureza põe em nosso caminho, para que eles tenham tempo de nos compreender e para que possam aprender a receber.
• A misericórdia. Esquecer e perdoar as ofensas constitui valioso recurso para que sejamos amados e, para que as pessoas não temam aproximar-se de nós. Dentre nossos possíveis inimigos estarão num futuro próximo pessoas que nos amarão com fervor.
• A dignidade. Não basta sermos considerados dignos. Não basta sermos considerados bons. É preciso que o sejamos de fato, ou até mais que isso. É preciso que extrapolemos nossas obrigações e transformemos a dignidade na mais pura caridade.
• A perseverança. Para que amemos e sejamos amados não existe tempo nem hora. Para quem já sabe o que quer e, se capacita para dar e receber, tudo acontece de forma natural.
• A indulgência. Quem deseja capacitar-se ao amor deve fazer da indulgência um dever, pois não há quem dela não precise para si mesmo. Todos necessitamos da indulgência uns dos outros, falhos e devedores que somos. Não julgueis com severidade senão as próprias ações.
• Renúncia. Não está capacitado a dar e receber amor aquele que ainda não aprendeu a renunciar aos interesses do próprio orgulho e egoísmo em favor daqueles que pretende amar e dos quais deseja receber amor.
Devemos analisar nas pequenas ocorrências do dia a dia em que estágio da capacidade de receber o que os outros têm a nos oferecer.
Quem encarou aquele repetitivo presente de Natal (para os que cultivam esse hábito) com bom humor e gratidão verdadeira.
Será que dar é mais fácil do que receber?
Namastê.
Algumas pessoas iniciantes na prática da caridade escandalizam-se com o “retorno” do bem que procuraram dar aos mais necessitados – alguns até usam a ingratidão do outro como desculpa para continuarem egoístas e orgulhosos.
Aqui entre nós, o atraso na prática da ética cósmica é considerável; especialmente porque não somos ensinados nos primeiros anos de vida a dar nem a receber.
Timidamente alguns grupos já ensinam ás crianças a atitude de ofertar ao outro um pouco do excesso; mas, raros ensinam a receber – quem não sabe receber com certeza não sabe ofertar.
Dar e receber qualquer coisa, de alimentos, bens materiais a amor, é uma atitude simples; mas, exige qualidades humanas que ainda faltam á maior parte de nós.
Conquistamos pouca maturidade psicológica, o que nos torna seres que apenas querem receber de forma até compulsiva; o que gera a insatisfação doentia base da ingratidão desculpa para deixar de doar.
Vejamos alguns:
Princípios a serem desenvolvidos para saber receber.
Nosso padrão de qualidade íntima vai ditar como podemos receber com melhor qualidade humana. Pois, um líquido precioso a ser distribuído para quem desejamos um dia amar não deve ser guardado num vaso sujo.
• Simplicidade ou pobreza em espírito. Aquele que não exige nada complicado se satisfaz com tudo o que possa receber, e se felicita com o que o outro tiver para lhe oferecer sem cobranças nem exigências descabidas. O simples se veste apenas com as qualidades que tem, e em virtude disso, raramente decepciona.
• Humildade. Aquele que busca sempre servir antes de ser servido, ajudar ao invés de ser ajudado, não espera estar situado em primeiro plano no coração das pessoas e quando preterido não se ofende, não se magoa, não odeia.
• A benevolência. O aprendizado da afabilidade e da doçura que compõe a benevolência também são manifestações do preparo para dar e para receber.
• A paciência. Devemos aprender a sermos pacientes com tudo e com todos os que a natureza põe em nosso caminho, para que eles tenham tempo de nos compreender e para que possam aprender a receber.
• A misericórdia. Esquecer e perdoar as ofensas constitui valioso recurso para que sejamos amados e, para que as pessoas não temam aproximar-se de nós. Dentre nossos possíveis inimigos estarão num futuro próximo pessoas que nos amarão com fervor.
• A dignidade. Não basta sermos considerados dignos. Não basta sermos considerados bons. É preciso que o sejamos de fato, ou até mais que isso. É preciso que extrapolemos nossas obrigações e transformemos a dignidade na mais pura caridade.
• A perseverança. Para que amemos e sejamos amados não existe tempo nem hora. Para quem já sabe o que quer e, se capacita para dar e receber, tudo acontece de forma natural.
• A indulgência. Quem deseja capacitar-se ao amor deve fazer da indulgência um dever, pois não há quem dela não precise para si mesmo. Todos necessitamos da indulgência uns dos outros, falhos e devedores que somos. Não julgueis com severidade senão as próprias ações.
• Renúncia. Não está capacitado a dar e receber amor aquele que ainda não aprendeu a renunciar aos interesses do próprio orgulho e egoísmo em favor daqueles que pretende amar e dos quais deseja receber amor.
Devemos analisar nas pequenas ocorrências do dia a dia em que estágio da capacidade de receber o que os outros têm a nos oferecer.
Quem encarou aquele repetitivo presente de Natal (para os que cultivam esse hábito) com bom humor e gratidão verdadeira.
Será que dar é mais fácil do que receber?
Namastê.
domingo, 2 de janeiro de 2011
EDUCAÇÃO – FABRICANDO MALUCOS
Ao nascer trazemos no DNA um conjunto de potencialidades tanto para a sanidade quanto para a falta dela. Em cima dessa frágil base, a educação atual faz o resto do serviço: fabrica malucos em série.
Dentre muitos outros fatores, os maluquinhos começam a ser produzidos quando os objetos da Atenção opõem-se um ao outro e, por causa disso, não se pode estabelecer uma unidade psicológica coerente.
Se hoje nós vivemos no mundo da neurose com pinceladas de personalidades psicóticas, psicopáticas, bipolares, depressivas, angustiadas, esquizofrênicas; isso é fruto da nossa pobre vontade e da péssima educação que recebemos em todos os recantos do planeta.
Embora considerados “normais”, a maioria de nós é um ser psicopatológico devido á "cisão" da Atenção nos primeiros, e para a maioria até os últimos anos de vida (ação da mídia).
Este fato ocorre com relativa freqüência em alguns transtornos psíquicos, criando sérios problemas para a mente que deve atender, simultaneamente, a objetivos múltiplos ou extremamente contraditórios. Faça isso hoje; amanhã não pode, por que não desejo. Hoje estou de bom humor, amanhã estarei na TPM...
Essa condição de “duplo-vínculo” gera situações insolúveis no convívio familiar; tornando-se um fator de risco á sanidade pessoal e coletiva.
Quando a mesma pessoa transmite á outra duas mensagens afins, porém contraditórias e incompreensíveis, contendo exigências de natureza oposta, ao mesmo tempo; além de um erro grave; ainda impede que a vítima expresse uma opinião acerca da incoerência.
Exemplo comum: adulto que sabendo da tendência da criança á contradição (natural em certos períodos) usa o contraditório para conseguir atingir seus interesses de obediência a ordens quase sempre sem sentido. Ou a suprema preciosidade pedagógica: faça o que digo; não o que faço...
Na situação da atual forma de viver em família e sociedade, a pessoa se encontra numa situação singular e insustentável. Não pode adotar nenhuma atitude sem sofrer pressões e exigências contraditórias vindas, geralmente, de parte de um ou de ambos os pais ou da sociedade. O fato de não saber para que lado deva se "voltar", para o lado do pai ou da mãe, ocasiona o desmantelamento no interior de si próprio e, externamente, nas relações interpessoais.
Cria-se uma situação sem saída; para os que se encontram a ela vinculados; com graves repercussões na vida social futura. Preocupante a repercussão social das atitudes de pessoas criadas dessa forma; e que um dia estarão atuando em cargos importantes: justiça, política, medicina, dirigentes políticos, diretores de empresas...
Para piorar tudo; na atualidade a situação familiar mudou; as ordens contraditórias vêm de vários focos: o namorado da mãe; a nova esposa do pai; o avô do outro lado da família, etc.
Esta situação de duplo-triplo-múltipo-vínculo implica, naturalmente, na "cisão" da Atenção de quem se encontra submetido a esta situação anômala; e termina operando a desintegração de uma personalidade em evolução e que não alcançou ainda pleno desenvolvimento – nem alcançará tão cedo, como demonstra (vide noticiários) a atual situação da convivência do ser humano consigo mesmo e com o próximo.
Embora pouco percebido esse distúrbio educacional; traz consigo severos prejuízos á evolução da humanidade.
O começo de um ato de Atenção consiste não só em dirigir o foco da Atenção para o estímulo sensorial; mas, ao mesmo tempo, interromper o estado psíquico anterior (dá também para entender a perda da nossa memória na vida contemporânea). Assim começa uma nova vivência e, se esse processo proporcionava prazer; ou não estava ainda terminado, a interrupção é vivenciada como uma perturbação. Por isso, admite-se que a dupla Atenção que um jovem deve prestar aos pais; quando ambos são muito diferentes e expressam opiniões divergentes, contraditórias e conflitantes, determina, como conseqüência, uma "rescisão" no processo de Atenção, que termina comprometendo, sobretudo, a parte afetiva da pessoa implicada.
Em 2011, cuidado ao adotar muitas causas – não se preocupe tanto em mudar o mundo; em salvar o planeta.
Talvez seja melhor que a gente invista em salvar nosso mundo íntimo; melhorar a sanidade nas relações familiares, sociais e nos ambientes de trabalho. Pessoas sãs: Planeta saudável.
Pequenas e simplórias mudanças na educação seriam suficientes para transformar este lindo planeta azul num verdadeiro paraíso cósmico.
Fale uma coisa de cada vez.
Seja simples e claro tanto na fala quanto nas intenções.
Aprenda a ouvir.
Seja simples, direto, reto...
Pense antes de falar – pensar não dói.
Vamos “fechar” o hospício reciclando as fábricas de malucos:
O primeiro passo é manter o foco; a coerência vem depois...
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Saúde ou doença, a escolha é sua
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