quarta-feira, 17 de novembro de 2010

DOR DE OUVIDO EM ADULTOS

Dor de ouvido?
Parece criança! Quem tem dor de ouvido é criança!
Coitado do adulto que se queixasse de dor de ouvido até algum tempo; ninguém respeitava sua dor - mas, hoje tornou-se uma queixa cada vez mais comum.

Como e porque ocorrem as dores de ouvido?
Há explicações para todos os gostos; desde os fatores anatômicos, fisiológicos, patológicos, hi-tec, e até psicológicos.
As explicações psicológicas vão desde aquelas dos “entendidos” em relacionar fatores emocionais e afetivos com distúrbios orgânicos; até explicações hilárias do estilo: “psicologia feita em casa”; ou de fundo de quintal.
Coisas como: você não está querendo ouvir o que a vida tem a te dizer. É uma fuga. Conflito de consciência, etc.
As mais hi-tec são do tipo: puseram um chip no teu ouvido astral – Será que quando temos zumbido e chiado é porque o chip não está bem regulado?
Como a voz do povo é a voz de Deus; todas elas de um jeito ou de outro trazem consigo um certa lógica, nada descartável de pronto.
Na criança por exemplo, uma das bases da educação é o falatório – o adulto parece um papagaio alucinado, buzinando coisas incoerentes o tempo todo; quando a criança consegue, entra por um ouvido e sai pelo outro; mas às vezes, os adultos são tão persistentes no discurso que o jeito é arrumar uma otite prá um pouco de sossego.
Do lado do adulto, pode ser o diz que diz do excesso de informações; as cobranças, a intoxicação pelo excesso de paradoxos e paradigmas.
A violência verbal em alta pode ser um fator de peso; pois, é cada palavrão daqueles pesados; a gritaria; a tentativa de dominar o outro pelo medo, as letras das músicas (segundo meu amigo Zé da padaria: “estamos sendo obrigados a ouvir tanta merda que contaminou”), etc.

Pegando um outro viés, vamos fazer uma viagem pelo aparelho escutadouro. A porta de entrada é o Pavilhão Auricular – para todos os tamanhos e gostos – não pensem que é só enfeite, lugar para pendurar brincos ou espetar badulaques; dentre as muitas funções da zoreia temos um mapinha resumido de alguns pontos de Acupuntura que podem ser espetados com agulhas ou colocadas umas sementinhas (algumas crianças que não gostam de lavar direito as zoreia morrem de medo mais das sementinhas germinarem e virar uma horta do que das agulhas). Pedindo licença e entrando pelo Canal Auditivo onde muita gente costuma enfia cotonete, costuma surgir uma encrenca chamada: Eczema que coça muito (alguns adoram, quase entram em êxtase) – caminhando um pouco chegamos numa divisória: a Membrana do Tímpano, normalmente ela é meio transparente, mas em boa parte das pessoas já está quase opaca; pedindo licença e dando uma descoladinha, depois ela cola de novo. Chegamos no Ouvido Médio, na casa dos ossinhos do ferreiro – o Martelo e Bigorna (tem gente que escuta tanto ruído que o Martelo e a Bigorna estão esclerosando muito rápido); dando uma pisadinha no Estribo, dá prá dar uma espiada na montanha russa: Canais Semi Circulares e Coclea – logo chegamos á Tuba Auditiva que descarrega o muco produzido no Ouvido Médio (ele secreta muco de forma parecida com a secreção nasal e Seios da Face) através de um orifício situado na faringe, bem na região da Tonsila Palatina (vulgo amigdala).

Brincando de Fisiopatologia de fundo de quintal:
Na criança a encrenca é o mecanismo da Alergia desencadeada dentre outras coisas pelas bugigangas, tranqueiras e guloseimas cada vez mais acessíveis que a maioria come o dia inteiro. Daí a Tonsila Palatina se “enche” e fica grandona, obstruindo o orifício, impedindo que o muco produzido no Ouvido Médio seja expelido; como esse material é proteína das boas, vai servir de meio de cultura para bactérias e, temos a infeção, as vezes é só Otite Catarral; mas, também dói prá burro e quase sempre de madrugada para puxar a orelha da família que está fazendo besteira na educação da criança. Às vezes, a Tonsila se enfeza e temos uma Tonsilite Bacteriana com febre e tudo mais que tem direito.

Dentre outras coisas, o aumento do número de casos de adultos com Otite se deve ao refluxo de gases que retornam do Estômago. Conforme já colocamos em outros artigos estamos arrotando muito mais do que antigamente; esse efeito colateral da Ansiedade e da respiração superficial, é típica do processo do Estresse Crônico. Isso, associado ao processo alérgico, aos poucos, gerou uma Faringite Granulosa Crônica; cujas células aumentadas obstruem a saída da Tuba Auditiva como faz a Tonsila Palatina aumentada nas crianças.

Tudo bem que é preciso resgatar nosso lado criança; mas não com dor de ouvido.
Melhor a gente começar a ouvir o que Papai do Céu disse a respeito de cuidar do corpo...

Você ainda não teve a sua?
Paninhos quentes aliviam a dor.
Para evitar?

Otite e rinite você já tem ou ainda não?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA.

Quando a mãe diz para a filha: - Não fui com a cara desse seu novo namorado! – Ela não está falando apenas que não gostou do rosto, do jeito de falar ou da aparência dele; mesmo sem que o saiba; ela está verbalizando sensações provocadas pela interação do campo vibratório da sua aura com a dele.

A capacidade de sentir as vibrações irradiadas pelas pessoas ou até objetos pode ser inata, intuitiva, ou desenvolvida; segundo conhecimento, experiência, técnica e treinamento.

Sempre que possível, é importante que sejam analisadas com isenção. Para que as possamos usar como aprendizado e até para nos conhecermos melhor.
Muitas vezes, a antipatia é decorrente do efeito espelho: a outra pessoa reflete características que negamos em nós e que se traduz em sensações desagradáveis.
Preconceitos e expectativas frustradas também modificam a percepção das sensações.
O jogo de interesses não fica atrás quando se trata de maquiar sensações – no exemplo citado, se o novo namorado da filha fosse um dos chamados “bom partido”, a mãe provavelmente, poderia até sentir algo desagradável na interação; porém, provavelmente não falaria nada.

Quando essa faculdade ainda é instintiva nós sentimos; bem estar ou mal estar, na presença de determinadas pessoas, simplesmente; sem atinar com a razão – algo, estilo não fui com a cara; o santo não bateu.

Algumas das que acompanham as relações não compatíveis; são comuns; é coisa que todo mundo sente; quando detectamos alguém com quem o santo não bate. Elas podem durar: minutos, horas ou dias; após o término da interação. E como interagimos sempre; acordados; e; durante o desdobramento do sono – em certas épocas, dependendo das pessoas com quem somos “obrigados” a conviver nos sentimos mal o tempo todo.

A interação pode ser próxima ou distante. Via correntes de pensamento; tal e qual um sistema de Internet.

É possível produzir bem ou mal estar; mesmo a quilômetros de distância; se o foco da consciência estiver dirigido a alguém; vibrando na mesma freqüência: sintonia.

Detectamos antipatia ou aversão quando:

Desejamos intensamente sair de perto.
A presença nos causa sensações desagradáveis: angústia; ansiedade; inquietude.
Algumas pessoas nos “tiram o chão”:
A tontura pode ser uma forma.
Perdemos a capacidade de raciocinar com clareza.
Nos tornamos agressivos sem motivo.
Sentimos medo indefinido; expresso como frio na altura do estômago.
Quando o outro é um vampiro de energia nos sentimos esgotados – a recíproca também é verdadeira; muitas vezes o vampiro somos nós.

Materialização das sensações (somatização):
É possível: diarréia; náuseas; vômitos; suores; pruridos; espirros;
crises de tosse, espasmos musculares...

A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA:
Sempre temos a preocupação de causar boa impressão quando vamos nos apresentar ou conhecer pessoas; pois, é voz corrente que a primeira impressão é a que fica retida.
Tal e qual na primeira impressão da aparência e da postura; no tocante à energética é a mesma coisa. Devemos ficar atentos antes que o jogo de interesses faça sua parte e camufle a realidade.

Aprender a sentir a energia das pessoas pode tornar-se uma ferramenta indispensável para a vida contemporânea; caso algumas regras básicas sejam seguidas:
Guarde suas impressões para si, para seu uso; apenas as manifeste caso seja absolutamente necessário.
Nos enganamos uns aos outros até na manifestação das energias e na forma como nos preparamos para recebê-las. Boas impressões podem tornar-se más sensações quando interesses são postos em confronto.

Embora nem sempre seja possível num determinado espaço de tempo; um dos desafios da vida, é modular a energia das relações.
Resultado de um trabalho consciente de percepção; as sensações podem ser analisadas; e depois, planejadas para serem trazidas a um padrão; cada vez mais adequado; amoroso, prazeroso.

NEM SEMPRE A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA – MAS, SIM A ÚLTIMA LEMBRANÇAA...

Aprender a exercitar o amor é um longo e desafiante trabalho cósmico.

Namastê.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

NÃO ADIANTA ESTAR APENAS CIENTE...


De maneira geral estamos cientes de muitas coisas; mas, temos pouca consciência, quando o foco é a percepção a respeito de nós mesmos, dos outros e da relação com o todo. Tente responder à questão: Quem somos nós? O que fazemos nós aqui? Quem eu sou? Quais são meus propósitos de vida?
Não nos humanizamos o suficiente; o que imaginamos ser consciência resume-se a um conjunto de reação a estímulos internos e externos. Quem comanda nossa vida ainda é a subconsciência – vamos nos humanizar de fato quando o comando de nossas vidas seja consciente; para depois rumarmos para o que chamamos hoje de Estado Alterado de Consciência em direção ao futuro estado de supraconsciência.
Somos prisioneiros consentidos do sistema cultural; estilo rebanho. A educação deturpa a realidade como se fosse um estado de transe cultural; aprendemos comportamentos ditados por jogo de interesses nem sempre lícitos.
O estado de consciência relaciona-se com individualidade, intencionalidade, representações simbólicas. De forma geral, quando questionamos se uma pessoa tem ou não "consciência de seus atos", na realidade estamos tentando dizer se ela tem ou não "juízo crítico de seus atos", num determinado momento; segundo a ótica de uma qualidade ética, estética e moral da sua personalidade em sua interação com o sistema cultural de que faz parte.
Pode-se representar também a consciência como a construção de um modelo interno de mundo; que gera a representação da realidade pessoal – interagindo com a representação do mundo externo – eu, o outro e tudo mais.
O estado de consciência é extremamente dinâmico em virtude da capacidade de adaptação. A consciência será, então, mais adaptativa quanto melhor permitir à pessoa avaliar as conseqüências futuras das ações em curso, sem por em risco a integridade do sistema no desempenho da ação atual.
O estado de consciência também se relaciona com a aquisição da habilidade cognitiva, assim como de qualquer outra habilidade, requer uma quantidade suficiente de atenção, pensamento, abstração, indução e dedução. Uma vez adquirido tal aspecto cognitivo, a tendência do desempenho adaptado torna-se automática, ou seja, seria mais ou menos automática a execução das ações presentes no sentido de favorecer ações futuras seguras e vantajosas.
Levando em conta apenas a parte física e fisiológica envolvida no processo, já é possível perceber sua grandiosidade. O córtex cerebral humano possui cerca de 10 bilhões de neurônios (células nervosas). Interligadas no quatrilhão de sinapses só na região do córtex. Em circunstâncias normais, sempre que um novo fato surge, os pensamentos são dinâmicos e interligados em circuitos neuronais (Assembléias Neuronais). Se considerarmos cada neurônio uma consciência agregada á que forma e participa da nossa; imaginemos o número de seres envolvidos em nosso processo de manifestação na vida.
O SN é uma estrutura dinâmica e estatística. Um fator importante a impedir o desenvolvimento da consciência das pessoas é o sistema cultural com sua enxurrada de preconceitos e dogmas limitadores. Se cada um de nós for comparado a um neurônio, a vida social seriam as sinapses – quando com problemas egoísticos nos tornamos sociopatas no conjunto da humanidade; a destruir a casa cósmica que nos abriga.
A consciência reflete sempre a individualidade e unidade do ser e, sem dúvida, seu aspecto mais relevante é sua característica unitária, onde todas as nossas percepções, pensamentos e emoções são integrados e fundidos num mesmo e determinado momento. A soma das individualidades cria a consciência coletiva num processo semelhante ao inconsciente coletivo (Carl G Jung).
O mecanismo responsável para a formação da consciência no ser não encontra nenhuma explicação, plenamente satisfatória até o momento. Claro que sob o ponto de vista da ciência cartesiana. Segundo ela; para explicar intensidade e tempo de duração do estado consciente; a teoria das Assembléias Neuronais trabalha com hipóteses quantitativas e de unidade temporal (uma consciência de cada vez) – a sucessão ultra – rápida de AN é que provoca a falsa sensação de eventos simultâneos. Mas; não é o que se vê nos estados alterados de consciência – os eventos são simultâneos e múltiplos.
Num estado alterado de consciência, temporariamente a pessoa não interpreta, associa ou julga segundo os padrões de normalidade da vigília; apenas vivencia.

NÃO ADIANTA ESTAR APENAS CIENTE; NÃO SE DESENVOLVE CONSCIÊNCIA APENAS COM CIÊNCIA; OU ESTAR CIENTE – É PRECISO VVER, EXPERIENCIAR.

Vivências não podem ser transmitidas – no máximo, podem ser compartilhadas; mas para isso, é preciso nos despir do egoístico e do orgulhismo; coisas do estar ciente...
Alerta:
Imagine a gravidade e o perigo que representa para a continuidade da vida em 3D o atual sistema neurótico de viver segundo o estresse crônico: O SNC não sabe diferenciar uma vivência real de outra imaginária; daí ele detona com o corpo físico e para piorar as coisas para o nosso lado; ainda nos torna aleijões no desenvolvimento da consciência.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

DISTÚRBIOS DA SEXUALIDADE NA VIDA CONTEMPORÂNEA

No terreno da sexualidade como na maior parte das áreas da atividade humana apresentamos comportamentos esquizóides.
É ponto pacífico a importância da sexualidade saudável no desenvolvimento psicológico e afetivo; na atualidade o “desempenho” sexual, em especial o orgasmo, exacerbou-se em importância na vida de muitas pessoas; no entanto o estilo de vida contemporâneo está promovendo uma CASTRAÇÃO em massa tanto em homens quanto em mulheres.
Valorizamos até em demasia o uso do aparato sexual e ao mesmo tempo destruímos o nosso brinquedinho mais espetacular em 3D; só nóis; os manos cósmicos, prá fazer isso, neste hospício chamado Terra...

Como estamos nos castrando e uns aos outros?
Dentre os fatos já comprovados e outras hipóteses a serem esmiuçadas:
- Efeitos da radiação sobre as células das gônadas e sobre o Sistema Límbico: celulares, TV, microondas, Pcs e laptops, torres de transmissão de sinais e de eletricidade, etc.
- Excesso de estímulos visuais e sensitivos orgasmáticos desde tenra idade.
- Banalização do orgasmo – o que gerou o “monstrengo” da insatisfação crônica, mola propulsora da indústria dos sex shop com seus cada vez mais bizarros artefatos flex de atingir o inatingível orgasmo tecnológico perfeito e para sempre. Pasmemos: cada vez mais a sós. E não adianta; ao que parece, até atingirmos o Sistema Límbico com choquinhos nos pontos certos, nada substitui a velha mão e seus dedos nesta aventura da sexualidade humana; claro que a velha língua assume um papel cada vez mais importante como órgão sexual complementar (nesta sociedade cada vez mais solitária seu único defeito é que precisa de parceria – por mais linguaruda que seja a pessoa ela não consegue ser auto-suficiente, uma das metas dos indivíduos da atual sociedade – Porém, é possível que muitas empresas do ramo já estejam investindo em pesquisa de “drogas” para encumpridar a língua; para torná-la mais rígida e com formas mais atraentes * dica para os cirurgiões plásticos – o sonho de “consumo orgasmático será a língua retrátil) – breve assistiremos à pérolas de esquizofrenia como as anteriores do MS: O Ministério da Saúde avisa: Mantenha sua língua limpa ou proteja-a antes de iniciar o ato sexual: “cândida albicans” dá câncer e outras doenças.
- Dieta castradora – o excesso de carboidratos (açúcar e cia ltda) e o chocolate estão mantendo a sexualidade zen (na falta “daquilo” um chocolatinho quebra o galho).
- A “mardita soja” está capando boa parte dos molequinhos e dos marmanjos da atualidade com seu alto teor de isoflavonas (um pré-hormônio feminino) – o pior é que nem flex eles conseguirão ser; pois. Quando for sua vez, vão negar fogo...
- O excesso de remédios para isso e para aquilo; coisas tipo hipotensores ou reguladores de pressão, estão brochando a maioria da população do antigo sexo masculino; endinheirando os donos e os acionistas dos laboratórios produtores de drogas para transar com um mínimo de dignidade (o pior é que muitos desses usuários dessas drogas podem até ser donos de muitas ações das empresas que investem pesado em brochar as pessoas e depois vender outro produto para manter a coisa funcionando)...
- Mas, talvez nada destrua mais a sexualidade das cobaias da atualidade do que os psicofármacos, que agem diretamente no Sistema Límbico, bloqueando as emoções, sentimentos e tudo que o ser humano tem de bom, o maravilhoso dom divino: a alegria e a felicidade de felicitar o outro e depois a si mesmo. Essas drogas destroem não apenas a vida das pessoas que optaram por fazer uso delas (O castigo da raça é que as tendências podiam ser detectadas desde o nascimento; se a educação não fosse voltada apenas para a formação profissional seríamos muito mais felizes e realizados). Assunto interessante para outros bate papo: Ninguém merece transar com uma múmia, cujas emoções e sentimentos estão numa camisa de força: ansiolíticos, soníferos, acordadíferos e todas essas parafernálias que transformam as pessoas em zumbis ou múmias – melhor o velho sexo solitário? – certamente não – Melhor procurar alguém compatível? – Cada um com seus problemas kármicos e de inteligência emocional, afetiva, etc. Dica; quem optou por engessar seu lado afetivo e emocional, deve pensar, nos em torno, parceiros de vida, familiares...

Assunto relevante e extenso; mas, como as pessoas da atualidade prezam apenas uma rapidinha:

Vamos recordar alguns itens dos artigos anteriores dos blogs:
O Diencéfalo (região formada pelo Tálamo e Hipotálamo) processa a maior parte das informações destinadas aos hemisférios cerebrais. É uma grande estação de elaboração dos sentidos, fome, desejo sexual e da regulação do sistema endócrino em associação com a Hipófise que regula a Tireóide e as Paratireóides e as gônadas (mulheres sofrem demais hoje com doenças desse conjunto: TPM, tireoidites e osteoporose) as doenças masculinas vêm na mesma velocidade.

Na condição de cobaias cósmicas – como coletividade de seres ainda pouco pensantes; é possível que estejamos sendo vítimas de alguns experimentos controladores; pois:
Em relação aos hormônios sexuais, durante séculos o conhecimento geral atesta o fato de um garanhão selvagem castrado tornar-se muito mais dócil. Da mesma forma que a castração de um touro selvagem transforma-o num boi trabalhador e submisso. Nos seres humanos a castração terapêutica foi institucionalizada, em relação aos criminosos sexuais como castração terapêutica para tornar as pessoas mais submissas.
Deixamos em aberto a dúvida: Será que na condição de cobaias estamos sendo castrados de forma planejada? Ou apenas somos pouco competentes na arte de evoluir?
Mas, voltemos ao foco.
Transar com múmia!
Nem o chato do Indiana Jones, merece...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

FALAR PELAS COSTAS

Mais da metade das conversas das pessoas comuns dizem respeito a comentar algo sobre alguém ausente. Essa atitude é um dos desastres causados pelo tipo de educação corrente e assume características de violência subliminar. Negar é perda de tempo; discursar sobre os outros e comentar-lhes a vida é um hábito tão comum que nos dificulta perceber que fazemos isso com freqüência.
E não é raro que descuidados usemos de agressividade nos julgamentos e nas colocações tanto na forma quanto no conteúdo. Até tecemos comentários sobre pessoas que nem conhecemos senão através do diz que diz de gente que até vive disso; isso está tão enraizado na cultura que nem nos damos conta.

Evidente que esse péssimo hábito é fruto da educação; pois, o subconsciente da criança logo capta esse artifício de liberar agressividade e violência sem sofrer as conseqüências imediatas; apenas aparentemente; pois nossa ignorância nos faz pensar coisas do tipo: “o que os olhos não vêem o coração não sente...” como justificativa. A verdade é bem outra, e chama-se lei de retorno e de causa e efeito.

A criança deve crescer num ambiente no qual não se fale de pessoas ausentes, especialmente críticas e julgamentos.

Quando as pessoas forem educadas segundo as leis naturais da vida tudo será bem diferente.
E, se já desejamos nos livrar desse péssimo hábito; para iniciar o processo de mudança um primeiro passo, é aprender a arte de ficar calado quando alguém comentar a respeito de pessoas ausentes.

Vale a pena treinar; o ganho é em todos os sentidos.
Dentre eles:
Das recordações dos momentos de paz que todos temos, nunca falta nelas uma peça essencial: o silêncio que apazigua e acalma.

Que não fique apenas nisso; pois:

Bem treinada a arte de calar vale a pena iniciar a vigilância constante do teor dos pensamentos que emitimos sobre os outros; até porque nosso corpo fala e nos entrega; ele “deda” nossos impulsos e desejos mais secretos.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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