Este tão decantado em prosa, verso e comunicações extrasemsoriais (não foi erro de grafia o m no lugar do n; foi uma atitude ortográfica trash) final dos tempos; é um movimento punk cósmico localizado: nestas bandas do universo: todo mundo acha que sabe tudo e ninguém sabe nada; isso vai de terráqueos a ETs; de gurus a guruzados – isso, é bem punk – estilo guru do Evo Morales sendo pego fabricando cocaína, só prá exemplificar – pois, muitos outros nos deixarão babando; mas, de reiva purpúra.
A maioria das pessoas que atendo no dia a dia; tal e qual, eu; estão amargando uma esquizofrênica sensação de solidão, que adoece; e que perigosamente pode levar ao câncer orgânico; caso nos “achemos” os bons que foram magoados e que vão se tornar punks (células cancerígenas são o top line punk da esquizofenia orgânica).
Esta sensação bem punk verbalizada ou não diz algo ao leitor:
“Estou me sentindo muito só.
Porquê:
os que me preenchem;
os que me entendem;
os que me amam;
todos eles passam por mim;
mas;
não ficam comigo?”
Amigo leitor: pode mentir á vontade.
Mas:
Não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém tem tempo para ninguém; portanto, é natural que a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, e perigosa também – daí que, de forma bem punk, nós nos reunimos em festanças de aniversário, casamento, falecimento, baladas, noitadas; apenas para não nos sentirmos tão sós como o gado; convivendo com uma criatura que não nos interessa e até nos desgosta: nós mesmos.
Estudos, bem trash, comprovam que, as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade; se comparadas com os que vivem de forma mais isolada. Outros estudos, mais punks do que trashs de pós-graduação, mostram que as pessoas separadas ou divorciadas têm maiores índices de doenças em comparação com os que vivem uma vida a dois (uma maravilhosa descoberta da ciência punk; que na falta do que fazer; vive do óbvio, nem sempre ululante).
Esse tipo de pesquisa, é como “chover no molhado” (atitude bem psicótica); pois, embora não incorporada na cultura dos normais – pseudo-inimigos dos punks - já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; daí que, quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto, e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca o amor.
O perigo para a maioria é que o punk solitário torna-se um sujeito problemático,; um tipo de doente psicológico que se afasta dos outros sem trocar energias e, que impede que as pessoas se aproximem dele; e quando ás vezes, alguém tenta; ele pode sair do punk para o trash; e vitimar sua companhia.
Desculpa punk da hora:
O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliarmos e a fixarmos a atenção; apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou nas dos nossos. De forma bem psicopunk, poucos dispõem de tempo para as outras pessoas; muitos, até deixaram de ter tempo, para si mesmos; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas prá lá de punks.
A educação bem punk, com seus ícones quase trash, que preconiza e cultua a punkneurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo; colabora para acelerar a solidão compulsória; compensada pela atitude de classes sociais.
A educação trash fomentada pelos ícones punks que afrontam a ética cósmica; gerou cultura das coisas descartáveis; que de forma punkiana passa a ser aplicada, também, ás pessoas que se tornam descartáveis desde tenra idade ou até antes de nascer; quando deixam de atender aos nossos interesses mais imediatos.
Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo; que leva uns a desconfiarem dos outros, pela aparência (corte de cabelo, penduricalhos, roupagem, tatuagens), cor, raça, estudo, religião, classe social, função social diferenciada pela doença social do concursismo e do eleicionismo; que leva a direitismos trashs e perigosos.
A punk tristeza de um momento,
ou de um dia estar só,
é como a maioria das pessoas percebe a solidão;
No entanto, ela assume outros aspectos mais diferenciados; pois, também pode ser voluntária e controlada (como os adeptos da mixórdia punk imaginam); como a opção de estar só para encontrar o caminho existencial a seguir, e, as melhores razões para viver.
Ficar só, por alguns momentos, é uma das necessidades da nossa alma.
Mas, isso é para os antípodas da filosofia punk: nada a ver com os normais. Apenas para os que já pararam para pensar; e que resolvem afrontar a mediocridade dos normais com inteligência, bom senso, trabalho, perseverança.
Neste bate papo funk; a idéia é analisar junto alguns aspectos que envolvem a solidão saudável e a doentia.
Durante nossas elucubrações mentais, poderemos concluir que a tristeza da solidão punk pode ter uma cura fácil e rápida; mas, nada funk.
Cada um de nós é uma célula de um corpo chamado Humanidade.
Por violentarmos a natureza interativa do homem, a tristeza da solidão punk, é um dos nossos estados de nos sentirmos, mais temido. Pois, nos atira de encontro a nós mesmos sem preparo e sem vontade, num turbilhão de sensações e de mazelas íntimas das quais queremos fugir a todo custo, na dança funk e similares. Isso, entristece, adoece, induz aos vícios como fuga pela forma droga de viver, e pode até causar mortes temporárias de corpo e de alma.
Quer matar um punk, funk, trash, crente, normal de raiva?
Ignore-o – claro que, até onde consiga.
Estar só sem o desejar; e não ter com quem conversar; discutir, sorrir, até mesmo brigar ou ficar de mal, assusta; porque contraria nosso destino que é a interação, a interdependência plena ou o amor com todas as suas matemáticas leis; não existimos de verdade sós ou isolados; pensar assim é criar a ilusão ou egoísmo/orgulho; não existimos para sermos solitários; mas sim solidários.
Haverá cura para a solidão punk?
Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário, pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida, a curto prazo. Mas, vários são os fatores que complicam a resolução.
Íntimos: egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja.
Externos: educação, cultura, valores sociais, etc.
Outro entrave, é a formação de expectativas: as pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros; mesmo que queriam se comportar de forma punk ou trash.
Temos medo de não sermos amados,
no entanto,
pouco ou nada,
fazemos para merecer esse amor.
O solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido como um punk rosachoque, azulado, amarelado. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os normais ingratos. Quando se descobre interessado em alguém e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada; pois procura de todas as formas agradar ao outro como meta (mesmo que seja assustando) e, não como conseqüência da sua forma de ser e de agir.
Essa postura o torna “grudento-cacento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se cada vez mais e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio – um potencial trash até serial killer.
Quem faz a tarefa que compete ao outro,
para agradá-lo,
não exercita a virtude da caridade.
Não tolere o punk, aprenda a aceitá-lo para depois confrontar sua postura; e desenvolver o respeito mútuo. Daí; não exagere na tolerância, pois, esta é uma atitude trash; pois, ao contrário – se o fizer, comete uma infração á lei de progresso e de trabalho; pois o próximo não conseguirá ser grato e ainda irá cobrar quando ela deixar de ser feita. Quem vive fazendo tarefas que pertencem aos outros cria para si mesmo a expectativa de retribuição pelo que imagina ser sua dedicação e cuidados para com o outro; é um subpunk; mais do que trash; um serial killer da evolução da espécie.
Alguns de nós; já nascemos com a tendência para o isolamento nem sempre punk. Esses podem ser identificados desde a infância, nas atitudes de retraimento tão marcantes que chamam a atenção (algumas crianças sempre espiam os outros escondidos atrás do pai ou da mãe – esses quase sempre são punks da evolução). Apresentam significativa dificuldade para fazerem amigos. Além disso, no decorrer da vida a educação e a cultura complicam a vida do solitário de nascença; pois estão voltadas para a competição neurótica, o que aumenta a sensação de solidão a cada dia, pois os outros se tornam inimigos normais em potencial dos nossos desejos, e se tornam concorrentes da tentativa de punkanizar o universo (teoria do caos?).
Para dificultar, também somos treinados a fugir de tudo o que imaginamos possa nos fazer sofrer, aprendemos a bancar o avestruz que enfia a cabeça no buraco da ignorância e, imagina que dessa forma tudo se resolve. Somos treinados a ficar apenas na superfície dos problemas sem tentar resolvê-los (o que os punks odeiam). Esperando o botãozinho mágico para apertar e, resolver os teoremas que criamos.
Nem todo solitário punk sofre de solidão.
Essa sensação também é uma polaridade tanto objetiva quanto subjetiva, questão de interpretação punkiana ou normótica. Ela faz parte da natureza humana; e todos nós teremos de vivê-la um dia, desvendá-la dominá-la, aprender com ela.
Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo;
Disse o Mestre.
A explicação para a sensação de solidão é simples; ela é uma das fases da nossa evolução que, é feita na intimidade do próprio ser e chama-se interiorização, único caminho capaz de nos levar ao amor próprio; Além disso, é preciso desvendar os mistérios íntimos para compreender melhor o que está do lado de fora de nossa intimidade normótica e punkiana.
A solidão divina é aquela controlada e direcionada a buscas íntimas - ela é um dos caminhos mais adequados para facilitar o progresso; alguns a chamam de meditação; caminho da descoberta e da ampliação da consciência a respeito de quem somos nós, e, o que aqui fazemos.
A solidão como sofrimento indica falta de competência em viver.
A maior dor da alma solitária punk ou anarquista é sem dúvida a própria sensação de impotência, sendo capaz.
Lá no fundo sentimos que a solidão é doentia, há uma clara sensação de falha, que muitos tentam repassar ou passar adiante, sempre de forma simplória: culpando os outros. Justificando-se com a punkiana desculpa: traição, abandono, incompreensão; que, quando é real; sempre, é útil e merecida, chama-se bumerangue ou lei de causa e efeito (Deus é mais do que Punk?).
Claro que neste monólogo não vamos concluir coisa nenhuma; pois isso seria punk demais; apenas eu futebol clube vou tentar entender que a solidão, seja normal, trash ou punk, nada tem de complicada - é uma lenta construção pessoal, erguida minuto a minuto, pensamento a pensamento, sentimento a sentimento, atitude a atitude, de forma pessoal e voluntária. Punkianamente ela construída como a sensação de solidão; mas pode ser transformada em sensação de amor, a qualquer hora e a qualquer momento; ela depende apenas de conhecimento, desejo e vontade.
Interpretada como sofrer, é uma doença da alma que, como as outras, tem fatores que a geram, mantém; mas também tem a cura definitiva ou temporária, a escolher.
Como já foi mostrado que, “Saúde ou doença: a escolha é sua”; também a solidão doentia ou a solidariedade é uma questão de escolha.
Espero que juntos, mas, de forma bem punk ainda; vamos perceber que o remédio genérico e universal para a cura da sensação de solidão doentia chama-se:
Solidariedade:
Um santo remédio para as doenças do orgulho, do egoísmo, da inveja, da competição, e das expectativas... O DNA da punkcidade colorida e pseudo musical da vida atual...
Vai continuar só?
OK?
Pinte as desculpas com mechas coloridas; descolore sua dignidade de escolhas: fique na moda. Faça uma plástica na suas justificativas.
– Bem vindo ao novo “shooping” cósmico que vai abrigar as cobaias terráqueas em novos punks, adversários normais e adjacências
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sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
FELIZ DESANIVERSÁRIO
Humano é um ser estranho; ficaram de mal comigo porque eu esqueci o dia do aniversário de uma pessoa querida de uma outra pessoa; que se ofendeu no lugar da outra; que já está numa faixa etária que não curte mais esse tipo de comemoração (até enrola para dizer a idade); ouvi um monte: falta de cortesia; desleixo social – para minha pessoa, meu crime foi apenas falta de memória.
Conversando com meus botões a respeito do ocorrido fiquei matutando a respeito da maioria das nossas comemorações tão inúteis quanto vazias – dentre elas, o dia do aniversário – nem sempre comemorado no dia certo – além disso, muita gente por aí; até desconhece quando e onde nasceu; e, não é muito mais feliz nem muito mais infeliz por esse motivo.
- Para que comemorar o aniversário?
– Talvez seja pela nossa necessidade de sermos amados; lembrados ao menos uma vez durante o ano.
– Ganhar presente?
– Com certeza é o principal motivo.
– Fazer festa, festejar? – Quanto mais gente na nossa festa mais somos queridos? Ou significa mais presentes?
– Para que; se é tão difícil a gente gostar de verdade de um presente?
– É raro as pessoas nos darem algo que realmente nos satisfaça – tem algumas pessoas que dão sempre o mesmo tipo de lembrancinha; todo ano a mesma coisa. No fundo a gente finge que gostou; mas, queríamos mesmo é presente.
Na realidade a festa de aniversário é uma comédia; onde o aniversariante finge que gostou dos presentes e os convidados que estão gostando da festa. Na verdade, na ponta do lápis o aniversariante ou a família que bancou a confraternização saem num baita prejú; mas, festa é festa; e quase todo mundo se diverte; dá para colocar as fofocas em dia; falar e ouvir abobrinhas; e no outro dia; boa parte tá de ressaca; não necessariamente por ter bebido todas; apenas pela saída anormal da rotina; ou ficou doente.
A principal vítima das festinhas de aniversário são as crianças; raras resistem a mais de uma na semana sem ficar doente com febre, rinite, sinusite, diarria, tosse, catarro...; apenas pelo tipo e quantidade de bugigangas que vão comer; em algumas delas, não contentes com o estrago feito com os quitutes e “ deliciosas porcarias” servidas; algumas mães, além de querer se livrar dos restos com aqueles famigerados pratinhos prá levar não sei para quem; ainda fazem aquelas temíveis sacolinhas com tranqueiras para as crianças levarem para suas casas e terminar o serviço começado – a maioria dos pais nem se toca, e daí a um ou dois dias a criança está no médico para finalizar o rescaldo da festança com remédios variados; analgésico sabor morango, antibiótico sabor baunilha, remédio para a tosse com sabor de abacaxi, etc. – Algumas famílias usam isso para começar um saudável conflito: O que fazer? Deixar a criança se empanturrar? Esconder para dar depois; noutro dia; e cair na armadilha do só um pouquinho não faz mal? Jogar fora? Mas, jogar fora não é desperdício? Não é pecado? Afinal tem tanta criança pobre por.
Mas, se faz mal para meu filho não faz mal para a criança pobre?
Quando as crianças começam em idade escolar o tormento é maior; pois, se bobear tem festa de aniversário toda semana na escola e no fim de semana para os amigos mais chegados – e deus nos acuda se alguma mãe esquece de convidar nosso pimpolho; viramos a cara pela desfeita; e ficamos de mal.
Eu já tinha notado que até os astros não são muito chegados em comemorações de aniversário. Muitos de meus pacientes, mais as crianças do que os adultos; costumam aparecer no consultório; mais ou menos nessa época. Um dia conversando com um paciente amigo e estudioso da astrologia; ele me explicou alguma coisa sobre o “inferno astral”; época que antecede o aniversário e que nos torna mais propensos a acidentes e a adoecer.
Por que as crianças adoecem mais nessa época do que os adultos justifica-se pelo alto grau de ansiedade na expectativa da festa e principalmente dos presentes. Ansiedade mais inferno astral, mais bugigangas da comilança é igual a doença.
Realmente não consigo entender muito bem nossa alegria com o dia do aniversário; pois, desde que nascemos acionamos o botão da contagem regressiva da ida para o além; daí; cada vez que comemoramos um estamos mais próximos do lado de lá.
A comemoração também tem suas fases ou épocas de curtição; bem malucas e diferenciadas.
Nos primeiros anos de vida, é a família que quer apresentar o rebento para os outros. Mostrar suas aquisições. Olha que lindo! – Tem só um ano e já saiu das fraldas! – Conta até dez pro titio! – É verdade que já saber comer sózinho? – Já anda sem se apoiar? Como é o nome da titia?
Na pré e na adolescência o negócio é ser o centro das atenções e correr em destino á maioridade para curtir a liberdade e os prazeres de adulto.
Até começarem os enta; a coisa não é tão ruim – mas, depois começamos a mentir a idade ou a dar respostas de bagre ensaboado – mulheres então, detestam ser obrigadas a dizer a idade.
Nessa fase começa a vontade de “desaniversariar” numa tentativa de parar no tempo; nem que seja embalsamado.
Tudo se inverte na velhice; pois, até que não é ruim aproveitar algumas regalias de idoso: viajar de graça, escapar de filas, etc.
Quando as coisas andam nos conformes; cada ano a mais é para ser comemorado para ir para o livro do guines.
Mas, algumas coisas foram mal planejadas na evolução humana; pois, andamos de marcha ré em algumas aquisições; vejamos algumas situações cômicas do envelhecer: Que gracinha; fez oitenta anos e ainda come sózinha! – Tá usando fralda; mas ainda tá lúcido! – Não fala mais coisas com coisa; mas, o médico disse que está com uma saúde melhor que a minha. – Qual é meu nome? – Que gracinha; ainda me reconhece!
Nada contra festas e comemorações; mas, que seria legal aproveitar melhor o dia do aniversário para fazer uma retrospectiva do que está sendo nossa vida - Ah! Isso poderíamos! - Para que está servindo? Como anda meu projeto de vida? – Melhorei alguma coisa com relação ao ano passado? – Será que vou sair da existência melhor do que entrei?
Esse uso para o dia do aniversário deveria ser treinado desde a infância; para que as inexoráveis crises da meia idade não fizesse sofrer com ondas de calor, frio, mudanças de humor; menopausas e andropausas, etc.
Se estamos reunidos com nossos melhores amigos; por que não aproveitar esse dia para perguntar como estamos sendo vistos por eles?
Especialmente em épocas aceleradas como esta; aniversariar não é uma boa – Quem já pensou o seguinte: Nossa, estou fazendo aniversário de novo! – Parece que o último foi ontem...
Fico em dúvida com relação ao meu problema: Melhor, fazer cara de paisagem e não falar nada? Dar os parabéns atrasados? Pedir desculpas? Usar de desculpas e justificativas esfarrapadas?
Acho que por enquanto fico com:
Dona fulana; desculpe ter esquecido a data do seu desaniversário!
Conversando com meus botões a respeito do ocorrido fiquei matutando a respeito da maioria das nossas comemorações tão inúteis quanto vazias – dentre elas, o dia do aniversário – nem sempre comemorado no dia certo – além disso, muita gente por aí; até desconhece quando e onde nasceu; e, não é muito mais feliz nem muito mais infeliz por esse motivo.
- Para que comemorar o aniversário?
– Talvez seja pela nossa necessidade de sermos amados; lembrados ao menos uma vez durante o ano.
– Ganhar presente?
– Com certeza é o principal motivo.
– Fazer festa, festejar? – Quanto mais gente na nossa festa mais somos queridos? Ou significa mais presentes?
– Para que; se é tão difícil a gente gostar de verdade de um presente?
– É raro as pessoas nos darem algo que realmente nos satisfaça – tem algumas pessoas que dão sempre o mesmo tipo de lembrancinha; todo ano a mesma coisa. No fundo a gente finge que gostou; mas, queríamos mesmo é presente.
Na realidade a festa de aniversário é uma comédia; onde o aniversariante finge que gostou dos presentes e os convidados que estão gostando da festa. Na verdade, na ponta do lápis o aniversariante ou a família que bancou a confraternização saem num baita prejú; mas, festa é festa; e quase todo mundo se diverte; dá para colocar as fofocas em dia; falar e ouvir abobrinhas; e no outro dia; boa parte tá de ressaca; não necessariamente por ter bebido todas; apenas pela saída anormal da rotina; ou ficou doente.
A principal vítima das festinhas de aniversário são as crianças; raras resistem a mais de uma na semana sem ficar doente com febre, rinite, sinusite, diarria, tosse, catarro...; apenas pelo tipo e quantidade de bugigangas que vão comer; em algumas delas, não contentes com o estrago feito com os quitutes e “ deliciosas porcarias” servidas; algumas mães, além de querer se livrar dos restos com aqueles famigerados pratinhos prá levar não sei para quem; ainda fazem aquelas temíveis sacolinhas com tranqueiras para as crianças levarem para suas casas e terminar o serviço começado – a maioria dos pais nem se toca, e daí a um ou dois dias a criança está no médico para finalizar o rescaldo da festança com remédios variados; analgésico sabor morango, antibiótico sabor baunilha, remédio para a tosse com sabor de abacaxi, etc. – Algumas famílias usam isso para começar um saudável conflito: O que fazer? Deixar a criança se empanturrar? Esconder para dar depois; noutro dia; e cair na armadilha do só um pouquinho não faz mal? Jogar fora? Mas, jogar fora não é desperdício? Não é pecado? Afinal tem tanta criança pobre por.
Mas, se faz mal para meu filho não faz mal para a criança pobre?
Quando as crianças começam em idade escolar o tormento é maior; pois, se bobear tem festa de aniversário toda semana na escola e no fim de semana para os amigos mais chegados – e deus nos acuda se alguma mãe esquece de convidar nosso pimpolho; viramos a cara pela desfeita; e ficamos de mal.
Eu já tinha notado que até os astros não são muito chegados em comemorações de aniversário. Muitos de meus pacientes, mais as crianças do que os adultos; costumam aparecer no consultório; mais ou menos nessa época. Um dia conversando com um paciente amigo e estudioso da astrologia; ele me explicou alguma coisa sobre o “inferno astral”; época que antecede o aniversário e que nos torna mais propensos a acidentes e a adoecer.
Por que as crianças adoecem mais nessa época do que os adultos justifica-se pelo alto grau de ansiedade na expectativa da festa e principalmente dos presentes. Ansiedade mais inferno astral, mais bugigangas da comilança é igual a doença.
Realmente não consigo entender muito bem nossa alegria com o dia do aniversário; pois, desde que nascemos acionamos o botão da contagem regressiva da ida para o além; daí; cada vez que comemoramos um estamos mais próximos do lado de lá.
A comemoração também tem suas fases ou épocas de curtição; bem malucas e diferenciadas.
Nos primeiros anos de vida, é a família que quer apresentar o rebento para os outros. Mostrar suas aquisições. Olha que lindo! – Tem só um ano e já saiu das fraldas! – Conta até dez pro titio! – É verdade que já saber comer sózinho? – Já anda sem se apoiar? Como é o nome da titia?
Na pré e na adolescência o negócio é ser o centro das atenções e correr em destino á maioridade para curtir a liberdade e os prazeres de adulto.
Até começarem os enta; a coisa não é tão ruim – mas, depois começamos a mentir a idade ou a dar respostas de bagre ensaboado – mulheres então, detestam ser obrigadas a dizer a idade.
Nessa fase começa a vontade de “desaniversariar” numa tentativa de parar no tempo; nem que seja embalsamado.
Tudo se inverte na velhice; pois, até que não é ruim aproveitar algumas regalias de idoso: viajar de graça, escapar de filas, etc.
Quando as coisas andam nos conformes; cada ano a mais é para ser comemorado para ir para o livro do guines.
Mas, algumas coisas foram mal planejadas na evolução humana; pois, andamos de marcha ré em algumas aquisições; vejamos algumas situações cômicas do envelhecer: Que gracinha; fez oitenta anos e ainda come sózinha! – Tá usando fralda; mas ainda tá lúcido! – Não fala mais coisas com coisa; mas, o médico disse que está com uma saúde melhor que a minha. – Qual é meu nome? – Que gracinha; ainda me reconhece!
Nada contra festas e comemorações; mas, que seria legal aproveitar melhor o dia do aniversário para fazer uma retrospectiva do que está sendo nossa vida - Ah! Isso poderíamos! - Para que está servindo? Como anda meu projeto de vida? – Melhorei alguma coisa com relação ao ano passado? – Será que vou sair da existência melhor do que entrei?
Esse uso para o dia do aniversário deveria ser treinado desde a infância; para que as inexoráveis crises da meia idade não fizesse sofrer com ondas de calor, frio, mudanças de humor; menopausas e andropausas, etc.
Se estamos reunidos com nossos melhores amigos; por que não aproveitar esse dia para perguntar como estamos sendo vistos por eles?
Especialmente em épocas aceleradas como esta; aniversariar não é uma boa – Quem já pensou o seguinte: Nossa, estou fazendo aniversário de novo! – Parece que o último foi ontem...
Fico em dúvida com relação ao meu problema: Melhor, fazer cara de paisagem e não falar nada? Dar os parabéns atrasados? Pedir desculpas? Usar de desculpas e justificativas esfarrapadas?
Acho que por enquanto fico com:
Dona fulana; desculpe ter esquecido a data do seu desaniversário!
sábado, 24 de julho de 2010
DOENÇAS DA FALTA DE AMOR ENTRE NÓS
Mesmo que muita gente sinta coceiras no seu sistema de crenças e estrimiliques nos seus mais imediatos desejos; ao se deparar com essa constatação; podemos assegurar com certeza que não existem doenças físicas; todas as nossas decorrem de distúrbios no pensar, sentir e agir. O organismo físico é apenas a representação holográfica do nosso ser real.
Para que sejamos saudáveis: pensar de forma correta e coletiva é nosso primeiro desafio.
Qualquer escolha que façamos contém em si a probabilidade de afetar o universo inteiro.
Tudo está conectado entre si.
O ato de viver é troca interminável.
O ato de amar é troca interminável.
É preciso manter o fluxo de dar e receber.
Receber é estabelecer uma relação de troca.
E se vivenciamos o ato de receber como um fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; separarmo-nos, aos poucos da troca e das probabilidades de efetuar conexões que representam em ultima instância a vida.
Ego – ismo.
Eis aí, a origem de todas as doenças e de todos os males e do sofrer.
A doença do amor é o sofrer, que é o não preparar-se adequadamente para dar e receber.
Estamos cada vez mais doentes pela cultura da neurose de competir; pela ganância; pelo orgulho na tentativa de poder, aparentar e ter mais que o outro.
Conforme já colocamos em outro escrito o câncer é a doença que melhor nos representa enquanto consciências a caminho da própria descoberta. Mas, as doenças renais seguem na cola; pois, para dominar os outros abusamos dos recursos de estimular seus medos – e o rim é o órgão físico de expressão dessa emoção. As doenças de autodestruição da tireóide representam nossa tentativa de padronizar beleza e auto – aceitação – como glândula da autoestima a tireóide anda detonada; especialmente a das mulheres. Alergias e demais ites são a cara da nossa alergia á responsabilidade.
Origem das doenças humanas relacionadas ao amor
Para que possamos bem compreender como se formam e como se mantém as doenças relacionadas à fisiologia do amor, não podemos perder de vista o conceito de homeopatia, florais e acupuntura de que, energia de menos num determinado ponto traz problemas, e que, energia demais também; o que significa que há problemas no fluxo (fluir, trocar) de energia vital que precisa ser restabelecido. Há algum tempo, numa livraria de aeroporto folhei um de livro que achei chocante: mulheres que amam demais; confesso que não tive tempo para ler; mas, pelo pouco que tive a oportunidade de folhear; creio que vou discordar de boa parte do conteúdo. Amar é bem diferente de tentar controlar...
Ninguém pode amar demais ou de menos; apenas, se pode amar – ou você ama ou não; não há como amar com moderação; como não pode haver um ser mais ou menos grávido e outras coisitas mais.
Apenas para passar o tempo, observemos com mais cuidados algumas das nossas doentias expressões de amar:
Expressões doentias do amor entre seres humanos
Paixão:
Conforme colocamos em nossa brincadeira: “Jogos de Amor” – no livro; mostro que estar apaixonado por algo ou alguém é uma forma cruel de obsessão, capaz de produzir distúrbios tanto na saúde do emissor quanto no alvo desse fluxo de energia.
Ciúmes:
É comum que o indivíduo ciumento seja também um apaixonado que, além disso, sente-se dono da outra pessoa ou do objeto do seu ciúme, sendo capaz de causar-lhe danos em nome do que chama de amor. Quantas crueldades já foram cometidas em nome do amor através dessa doença afetiva que é o ciúme.
Amor possessivo:
O amor como sentimento de posse é um desequilíbrio, um tipo de imaturidade afetiva que é capaz de fazer adoecer de forma grave. Um clássico exemplo é o da asma. Muitas vezes para se conseguir a cura de um asmático, além do tratamento, é preciso afastá-lo da família por algum tempo, e buscar tratamento psicoterápico para o familiar causador do problema.
Recomendo o trabalho do físico japonês Masaru Emoto; ele nos mostra como a água é afetada pela energia do pensar, sentir e agir humanos. Tenho como pacientes muitas crianças que adoecem sem parar e demoram mais para se curar do que outras; pois suas mães ou outros familiares “amam demais” seus rebentos...
Apego:
Uma variante do amor possessivo é o sentimento do apego; quando a pessoa põe o sentimento que nutre pelo outro como uma das principais razões do seu viver.
Esse é um dos desequilíbrios afetivos que muitos pensam ser amor. Como costuma atrair perdas e ser corrigido por elas; muitas pessoas passam a levar uma existência quase vegetativa quando perdem um familiar por exemplo.
Amor controlador:
É o tipo do chamado amor materno que mais predomina. O amor das super/mães que dão a sua vida pelos filhos; desde que; eles façam tudo o que elas querem.
Nessa nossa brincadeira de pensar deixamos um enigma para o leitor:
Mulheres que amam demais se especializam em fabricar câncer de mama.
visite:
http://jogosdeamore.blogspot.com
Para que sejamos saudáveis: pensar de forma correta e coletiva é nosso primeiro desafio.
Qualquer escolha que façamos contém em si a probabilidade de afetar o universo inteiro.
Tudo está conectado entre si.
O ato de viver é troca interminável.
O ato de amar é troca interminável.
É preciso manter o fluxo de dar e receber.
Receber é estabelecer uma relação de troca.
E se vivenciamos o ato de receber como um fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; separarmo-nos, aos poucos da troca e das probabilidades de efetuar conexões que representam em ultima instância a vida.
Ego – ismo.
Eis aí, a origem de todas as doenças e de todos os males e do sofrer.
A doença do amor é o sofrer, que é o não preparar-se adequadamente para dar e receber.
Estamos cada vez mais doentes pela cultura da neurose de competir; pela ganância; pelo orgulho na tentativa de poder, aparentar e ter mais que o outro.
Conforme já colocamos em outro escrito o câncer é a doença que melhor nos representa enquanto consciências a caminho da própria descoberta. Mas, as doenças renais seguem na cola; pois, para dominar os outros abusamos dos recursos de estimular seus medos – e o rim é o órgão físico de expressão dessa emoção. As doenças de autodestruição da tireóide representam nossa tentativa de padronizar beleza e auto – aceitação – como glândula da autoestima a tireóide anda detonada; especialmente a das mulheres. Alergias e demais ites são a cara da nossa alergia á responsabilidade.
Origem das doenças humanas relacionadas ao amor
Para que possamos bem compreender como se formam e como se mantém as doenças relacionadas à fisiologia do amor, não podemos perder de vista o conceito de homeopatia, florais e acupuntura de que, energia de menos num determinado ponto traz problemas, e que, energia demais também; o que significa que há problemas no fluxo (fluir, trocar) de energia vital que precisa ser restabelecido. Há algum tempo, numa livraria de aeroporto folhei um de livro que achei chocante: mulheres que amam demais; confesso que não tive tempo para ler; mas, pelo pouco que tive a oportunidade de folhear; creio que vou discordar de boa parte do conteúdo. Amar é bem diferente de tentar controlar...
Ninguém pode amar demais ou de menos; apenas, se pode amar – ou você ama ou não; não há como amar com moderação; como não pode haver um ser mais ou menos grávido e outras coisitas mais.
Apenas para passar o tempo, observemos com mais cuidados algumas das nossas doentias expressões de amar:
Expressões doentias do amor entre seres humanos
Paixão:
Conforme colocamos em nossa brincadeira: “Jogos de Amor” – no livro; mostro que estar apaixonado por algo ou alguém é uma forma cruel de obsessão, capaz de produzir distúrbios tanto na saúde do emissor quanto no alvo desse fluxo de energia.
Ciúmes:
É comum que o indivíduo ciumento seja também um apaixonado que, além disso, sente-se dono da outra pessoa ou do objeto do seu ciúme, sendo capaz de causar-lhe danos em nome do que chama de amor. Quantas crueldades já foram cometidas em nome do amor através dessa doença afetiva que é o ciúme.
Amor possessivo:
O amor como sentimento de posse é um desequilíbrio, um tipo de imaturidade afetiva que é capaz de fazer adoecer de forma grave. Um clássico exemplo é o da asma. Muitas vezes para se conseguir a cura de um asmático, além do tratamento, é preciso afastá-lo da família por algum tempo, e buscar tratamento psicoterápico para o familiar causador do problema.
Recomendo o trabalho do físico japonês Masaru Emoto; ele nos mostra como a água é afetada pela energia do pensar, sentir e agir humanos. Tenho como pacientes muitas crianças que adoecem sem parar e demoram mais para se curar do que outras; pois suas mães ou outros familiares “amam demais” seus rebentos...
Apego:
Uma variante do amor possessivo é o sentimento do apego; quando a pessoa põe o sentimento que nutre pelo outro como uma das principais razões do seu viver.
Esse é um dos desequilíbrios afetivos que muitos pensam ser amor. Como costuma atrair perdas e ser corrigido por elas; muitas pessoas passam a levar uma existência quase vegetativa quando perdem um familiar por exemplo.
Amor controlador:
É o tipo do chamado amor materno que mais predomina. O amor das super/mães que dão a sua vida pelos filhos; desde que; eles façam tudo o que elas querem.
Nessa nossa brincadeira de pensar deixamos um enigma para o leitor:
Mulheres que amam demais se especializam em fabricar câncer de mama.
visite:
http://jogosdeamore.blogspot.com
sexta-feira, 23 de julho de 2010
PORQUE SÓ OS BONS SOFREM OU MORREM?
Acredito que a maioria de nós, um dia frente á morte ou ao sofrimento de alguma criatura afim; seja pela admiração ou pela afetividade; já se fez essa pergunta. E, não perdemos tempo em julgar outros; comparando-os. Ás vezes, nós somos cirúrgicos nas afirmações, bem contundentes em nosso despeito: - Veja aquele fulano que prejudicou todo um povo, continua vivo, parece embalsamado uma ode ao Alzheimer; mas continua vivo – e aquele outro, e aquele outro que fez não sei o quê; no entanto, essa minha adorável criatura que nunca fez mal a uma mosca; está aí, sofrendo, sendo carcomida pelo câncer; irradiada; espetada, etc. – Ás vezes, eu me revolto; acho que Deus não existe; por que tanta injustiça? - e, parará, parará...
O que nos levaria a pensar que o despertar da consciência cósmica e a justiça natural tem alguma coisa a ver com sofrimento humano ou morte?
Só a santa ignorância alimentada e mantida pelos sistemas de crenças religiosos de todos os tipos, os maniteístas, os ateístas. Isso é a mais pura falta de educação cósmica.
- Sofrimento existe?
- Claro que existe, veja minhas dores em tudo quanto é lugar; minha fibromialgia não é invenção da minha cabeça; só eu sei o quanto essa “merda” dói! – Não vem com esses papos cabeça, desdenhando do meu sofrer!
- Mas, e se eu provar prá você que sua dor é uma interpretação da sua cabeça?
- Duvideodó... – Prroove; que eu voto em você...
- Tá bem! - vamos fazer uma experiência científica, bem medida e cartesiana. Vamos medir um estímulo de dor; um choque – Tá bem? – Calibramos o artefato e aplicamos numa pessoa, sua reação: - ah! – um bichinho me mordeu! – o mesmo choque numa outra que vai reagir da seguinte forma: - puta que pariu que dor! – O mesmo choque numa outra que vai rolar pelo chão e ter o maior peripaque, arrancando os cabelos, rolando pelo chão.
E aí meu amigo? O sofrimento existe de verdade?
– Tá bem; concordo mais ou menos; mas, que existe; existe; sou prova disso; não sou falso nem enganador nem mentiroso; sofro de verdade; Deus está me provando!
- Mas, e a morte; ela existe?
- Claro – já vi muitas pessoas baterem com as dez; defuntos enterrados.
- Ocê tem medo de defuntos, de almas do outro mundo? – Então se você é inteligente; e as almas continuam vivas no outro mundo; porque o medo? – Daí, qual o problema na tal de morte? – Porque os bons não podem morrer e os maus devem ir logo pro lado de lá? – Já parou prá pensar nisso? – Tenho um amigo muito engraçado que diz o seguinte: se você tem medo da “megera” da sua sogra; reze muito e peça a Deus prá que ela não morra logo; pois uma sogra morta do lado de lá é muito mais perigosa do que do lado de cá; pois, do lado de lá; ela te sacaneia á vontade e você não a enxerga nem sente; apenas sofre os efeitos da sua falta de consciência. Entendeu?
- Sei lá; isso é muito prá minha cabeça – coisa de demônio!
- Sabe por que os com pouca consciência de quem somos e o que nós fazemos aqui, também chamados de maus ou demônios; costumam durar mais aqui do que os “aparentemente bons”?
- Não! – Acho que é falha na lei da justiça Divina.
- Engano seu; é que os a serviço das sombras recebem um proteção espiritual mais cuidadosa de acordo com sua importância na batalha entre luz e sombra. Seu Deus não é perfeito? – então, porque duvida da sua onipotência?
- Peraí! – Agora ocê ta falando mais besteira! – Proteção espiritual é só pros bons ou para quem tenta ser! – Onde já se viu belzebu recebendo proteção espiritual? – Larga mão!
- Meu amigo; prá você; quem é espírito? Não é um cara que você não vê? Que está na banda de lá? – Será que a morte faz milagres e muda tudo? Faz nascer cabelo? Emagrece? Educa? Santifica?
Se o mal tem poder demais aqui através de seus prepostos colocados no poder político, financeiro, religioso, científico, etc. – Imagina do lado de lá.
- Ah, baboseira; na minha religião não se fala em nada disso!
- Tá bem; vamos falar de coisas simples e terra a terra - já viu bebuns, daqueles de carteirinha, atravessar avenidas de intenso tráfego em alta velocidade e não serem atropelados?
– Já vi muitos.
- O amigo sabe o porquê disso?
- Apenas sorte; não era sua hora!
- Não; era apenas proteção; pois, os bebuns do lado de lá não iam querer perder essa boquinha! – essa torneirinha sempre aberta para atender á sua s necessidades etílicas.
- Amigo; proteção espiritual pouco tem a ver com ser bonzinho ou mauzinho é uma questão de turma; de sintonia na luta entre bem e mal, luz e sombra. Deu prá entender?
- Dei não!
- Tudo bem; escolha tua turma – e, se tu quiseres; um dia tua ficha cai; daí ajuda os das sombras a escolher um caminho menos sombrio para se guiarem na sua caminhada.
- Em direção á luz?
- Sombras ou luz; eu sei lá! – Isso; é questão de livre arbítrio e direção. Particularmente gosto mais da luz do que das sombras; embora em alguns quesitos ainda seja meio sombrio. Detesto a condição de guru – não sou nem buiú... Não venha com essa: e se fosse com você? – Você é você eu sou eu; podemos trocar figurinhas; mas, vai buscar culpados pras tuas escolhas em outra freguesia.
- Não tenho vocação para segurar vela – Cansei! - Mas, meu amigo; prá finalizar – não te esqueças da seguinte verdade; e, somente ela nos libertará:
SERES JÁ LUMINOSOS; RESPEITAM TEU LIVRE ARBÍTRIO – OS OUTROS, O INVADEM...
Teus queridos sofrem ou és tu que sofres pela sensação de inútil que és; aos quereres te transformar num super homem para satisfazer tuas inúteis e criptoníticas aspirações de vida?
Eu e tu somos um só nesse cinto de inutilidades que recebemos da educação tipo Batmam contra o pingüim social.
O que pedir a Deus?
Que vivam muitos anos os maus para que os candidatos a bons possam se aperfeiçoar mais rapidamente.
Meu amigo:
Já escolhestes em quem vais votar?
Será que os que já viveram a experiência do câncer são melhores do que os felizes, realizados e sorridentes de hoje? Ou ao contrário?
Tu vais ao médico amanhã levar o resultado de seus últimos exames?
Deu câncer na cabeça?
Ocê se considera bonzinho ou mauzinho?
Quem é tua turma?
Vai pro lado de lá de SUS ou de convênio top line?
Ocê - se considera bonzinho ou mauzinho?
Vai continuar por aqui muito tempo?
Teu sonho era a aposentadoria?
Quem vai te sustentar nesta banda da vida?
Esse seria um longo papo; mas, esta breve conversa talvez possa redirecionar a tua e a minha vida.
Teu câncer é mais invasivo do que o meu?
NÃO ME CONSIDERO NADA BOM NEM MAU - talvez esse seja meu maior problema.
O que nos levaria a pensar que o despertar da consciência cósmica e a justiça natural tem alguma coisa a ver com sofrimento humano ou morte?
Só a santa ignorância alimentada e mantida pelos sistemas de crenças religiosos de todos os tipos, os maniteístas, os ateístas. Isso é a mais pura falta de educação cósmica.
- Sofrimento existe?
- Claro que existe, veja minhas dores em tudo quanto é lugar; minha fibromialgia não é invenção da minha cabeça; só eu sei o quanto essa “merda” dói! – Não vem com esses papos cabeça, desdenhando do meu sofrer!
- Mas, e se eu provar prá você que sua dor é uma interpretação da sua cabeça?
- Duvideodó... – Prroove; que eu voto em você...
- Tá bem! - vamos fazer uma experiência científica, bem medida e cartesiana. Vamos medir um estímulo de dor; um choque – Tá bem? – Calibramos o artefato e aplicamos numa pessoa, sua reação: - ah! – um bichinho me mordeu! – o mesmo choque numa outra que vai reagir da seguinte forma: - puta que pariu que dor! – O mesmo choque numa outra que vai rolar pelo chão e ter o maior peripaque, arrancando os cabelos, rolando pelo chão.
E aí meu amigo? O sofrimento existe de verdade?
– Tá bem; concordo mais ou menos; mas, que existe; existe; sou prova disso; não sou falso nem enganador nem mentiroso; sofro de verdade; Deus está me provando!
- Mas, e a morte; ela existe?
- Claro – já vi muitas pessoas baterem com as dez; defuntos enterrados.
- Ocê tem medo de defuntos, de almas do outro mundo? – Então se você é inteligente; e as almas continuam vivas no outro mundo; porque o medo? – Daí, qual o problema na tal de morte? – Porque os bons não podem morrer e os maus devem ir logo pro lado de lá? – Já parou prá pensar nisso? – Tenho um amigo muito engraçado que diz o seguinte: se você tem medo da “megera” da sua sogra; reze muito e peça a Deus prá que ela não morra logo; pois uma sogra morta do lado de lá é muito mais perigosa do que do lado de cá; pois, do lado de lá; ela te sacaneia á vontade e você não a enxerga nem sente; apenas sofre os efeitos da sua falta de consciência. Entendeu?
- Sei lá; isso é muito prá minha cabeça – coisa de demônio!
- Sabe por que os com pouca consciência de quem somos e o que nós fazemos aqui, também chamados de maus ou demônios; costumam durar mais aqui do que os “aparentemente bons”?
- Não! – Acho que é falha na lei da justiça Divina.
- Engano seu; é que os a serviço das sombras recebem um proteção espiritual mais cuidadosa de acordo com sua importância na batalha entre luz e sombra. Seu Deus não é perfeito? – então, porque duvida da sua onipotência?
- Peraí! – Agora ocê ta falando mais besteira! – Proteção espiritual é só pros bons ou para quem tenta ser! – Onde já se viu belzebu recebendo proteção espiritual? – Larga mão!
- Meu amigo; prá você; quem é espírito? Não é um cara que você não vê? Que está na banda de lá? – Será que a morte faz milagres e muda tudo? Faz nascer cabelo? Emagrece? Educa? Santifica?
Se o mal tem poder demais aqui através de seus prepostos colocados no poder político, financeiro, religioso, científico, etc. – Imagina do lado de lá.
- Ah, baboseira; na minha religião não se fala em nada disso!
- Tá bem; vamos falar de coisas simples e terra a terra - já viu bebuns, daqueles de carteirinha, atravessar avenidas de intenso tráfego em alta velocidade e não serem atropelados?
– Já vi muitos.
- O amigo sabe o porquê disso?
- Apenas sorte; não era sua hora!
- Não; era apenas proteção; pois, os bebuns do lado de lá não iam querer perder essa boquinha! – essa torneirinha sempre aberta para atender á sua s necessidades etílicas.
- Amigo; proteção espiritual pouco tem a ver com ser bonzinho ou mauzinho é uma questão de turma; de sintonia na luta entre bem e mal, luz e sombra. Deu prá entender?
- Dei não!
- Tudo bem; escolha tua turma – e, se tu quiseres; um dia tua ficha cai; daí ajuda os das sombras a escolher um caminho menos sombrio para se guiarem na sua caminhada.
- Em direção á luz?
- Sombras ou luz; eu sei lá! – Isso; é questão de livre arbítrio e direção. Particularmente gosto mais da luz do que das sombras; embora em alguns quesitos ainda seja meio sombrio. Detesto a condição de guru – não sou nem buiú... Não venha com essa: e se fosse com você? – Você é você eu sou eu; podemos trocar figurinhas; mas, vai buscar culpados pras tuas escolhas em outra freguesia.
- Não tenho vocação para segurar vela – Cansei! - Mas, meu amigo; prá finalizar – não te esqueças da seguinte verdade; e, somente ela nos libertará:
SERES JÁ LUMINOSOS; RESPEITAM TEU LIVRE ARBÍTRIO – OS OUTROS, O INVADEM...
Teus queridos sofrem ou és tu que sofres pela sensação de inútil que és; aos quereres te transformar num super homem para satisfazer tuas inúteis e criptoníticas aspirações de vida?
Eu e tu somos um só nesse cinto de inutilidades que recebemos da educação tipo Batmam contra o pingüim social.
O que pedir a Deus?
Que vivam muitos anos os maus para que os candidatos a bons possam se aperfeiçoar mais rapidamente.
Meu amigo:
Já escolhestes em quem vais votar?
Será que os que já viveram a experiência do câncer são melhores do que os felizes, realizados e sorridentes de hoje? Ou ao contrário?
Tu vais ao médico amanhã levar o resultado de seus últimos exames?
Deu câncer na cabeça?
Ocê se considera bonzinho ou mauzinho?
Quem é tua turma?
Vai pro lado de lá de SUS ou de convênio top line?
Ocê - se considera bonzinho ou mauzinho?
Vai continuar por aqui muito tempo?
Teu sonho era a aposentadoria?
Quem vai te sustentar nesta banda da vida?
Esse seria um longo papo; mas, esta breve conversa talvez possa redirecionar a tua e a minha vida.
Teu câncer é mais invasivo do que o meu?
NÃO ME CONSIDERO NADA BOM NEM MAU - talvez esse seja meu maior problema.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
CÂNCER UMA DOENÇA QUE É A NOSSA CARA
Meu pai, minha mãe, meu filhinho, meu melhor amigo – está com câncer!
Meu Deus – Até eu estou com câncer!
O câncer é uma doença imbatível no ranking das que mais aumentam neste final dos tempos. As pessoas se assustam e espantam indevidamente; pois, afinal, ela é a nossa cara; a doença que melhor nos representam enquanto organismo-espécie.
Somos cancerosos por opção.
Tudo que existe e ocorre embaixo; existe e ocorre em cima; do micro ao macro, da luz ás sombras...
A célula cancerosa é um holograma da nossa forma de pensar, sentir e agir: egoísta, metida, prepotente, orgulhosa e burra.
Como se forma um câncer?
Uma célula egoísta, interesseira, metida, orgulhosa (estressada); que discursa para o resto das células do organismo físico: - Não gosto de vocês! São, calmas, lentas demais nos desejos, pacíficas, despojadas de interesses, um zero á esquerda! Quero ser a melhor, a ambiciosa, top de linha! Eu vou criar um novo mundo rico (leia-se: tumor) que se desenvolva rápido para que possamos curtir e aproveitar mais a vida!
Na eleição para comandar a maioria silenciosa (células com pé no câncer social) das células do organismo físico. Seu discurso é bem conhecido: Fique tranqüila companheira se votar em mim; prometo que trago mais tecnologia de ponta para nos modernizarmos para combater a dos nossos adversários (técnicas cirúrgicas de ponta; quimioterapia, radioterapia, etc. – traduzindo: desastres ambientais, mudanças climáticas, terremotos, furacões, inundações, leis justamente aplicadas, etc.) – Unidas venceremos a ditadura da mentes lúcidas que preconizam o progresso baseado na lei do trabalho, ética sem ambição, justiça igualitária, etc.!
Essa atitude celular é a filosofia do câncer ou a doença da célula caranguejo em todos os sentidos da cosmologia: vida íntima, familiar, social, política, profissional, religiosa, etc.
Na vida macro:
Gaia é um ser cósmico vivo e inteligente – cada um de nós, enquanto ser vivente é uma célula desse organismo; a grande maioria de nós apresenta uma ou várias características da célula cancerosa – daí, que a situação do planeta é a de um doente terminal, a precisar de um tratamento radical (Nova Era) para erradicar as células cancerosas do seu organismo (mortes em massa) ou irradiação (alinhamentos planetários; abertura de portais amplificadores da consciência).
A paciência da vida ou o “saco de Deus” também se esgota ou se enche; então, periodicamente Gaia expulsa as células cancerosas para reciclagem no laboratório cósmico; pois, a psicoterapia celular cósmica não está funcionando; nem os remédios da ética cósmica, moral; educação.
Todos juntos somos um – Gaia depende da nossa capacidade de coordenar objetivos alinhados aos desejos Divinos para que sua evolução seja feita com mais ou menos dificuldades ou sofrer.
O câncer cósmico; ou o já em 3D é um bicho cri-cri:
A maioria dessas células é metastática, chata, pentelha; elas já voltaram ao ciclo de células tronco para recomeçar e recomeçar e recomeçar em vários organismos cósmicos; mas, teimam em continuar sendo metidas a sábias e causando onde são transplantadas; daí; elas serão congeladas novamente de despachadas para outros corpos celestes (universos e planetas); mas, se bobear elas retornam tal e qual o “Fred Krouger” (em boa pronúncia manes – um verdadeiro câncer cultural e lingüístico).
Desta safra de seres humanos quem escapa de manifestar seu tumorzinho básico nesta fase da vida planetária?
Nada ou pouco a ver com estar bonzinho ou mauzinho; todos nós estamos sob risco (até representamos risco para Gaia como indivíduos quase humanos); pois, não somos seres integralmente desenvolvidos na maturidade psicológica e de consciência – em nosso organismo moram milhares de células cancerígenas (nossas idéias, sentimentos e atitudes diárias conflitantes) prestes a virar um tumor; basta acionar o botão do egoísmo, ganância, orgulho, mágoa; vícios, etc. – Na mente de cada um de nós e nas células que as representa mora um caranguejo tipo “companheiros” que se infiltra em nosso ser íntimo e coletivo afetando nossa memória cósmica ou DNA.
Essa doença tem um período de evolução eterno enquanto dure a preguiça de pensar e a alergia á responsabilidade – que nivela por baixo as mediocridades (regime socialista).
Metástase?
È a capacidade que uma célula cancerosa tem de convencer outras a aderirem á sua causa gera tumores á distância.
Essa nossa faculdade (ou universidade), de criar e espalhar a filosofia do câncer; está representada na atualidade; na arte da ciência e comunicação; pois, de forma projetiva e como holograma; a mídia de ação rápida é um dos principais focos da disseminação do câncer em todos os seus sentidos.
Tratamento?
Qual prefere?
A vida é um mercado de oferta e procura; desvirtuado pelo sistema de crédito (agente cancerígeno social dos mais importantes) de livre arbítrio.
Paliativo:
Irradiações, cirurgias, drogas; leis de contenção.
Definitivo:
Reciclagem no pensar, sentir, agir.
Para quem deseja curar-se; deixamos á disposição a bula do remédio da reflexão; que leva á expansão da consciência. E ajuda a responder ás questões:
Câncer: um bem ou um mal?
Nossos desejos estão crescendo de forma desordenada?
O câncer é uma filosofia de vida?
Quem ainda não manifestou o seu em 3D está á frente ou atrás de quem já o fez?
Como adquirir imunidade?
O câncer está em todos os lugares onde haja seres humanos com suas idéias e posturas?
Assunto interessante para muitos bate papos; pois, o meu, o seu, o nosso pode estar a caminho de manifestar-se em 3D – E daí, o que o amigo pretende fazer com o seu? – Deixar-se drogar até pedir a Deus para morrer – Deixar-se cortar aos pedaços? – Deixar que o irradiem até perder os cabelos? - Até perder a dignidade de ser vivente?
Quando chegar sua hora; se chegar – já decidiu o que fazer?
Mas, pelo amor de Deus! Para não ser extirpado logo daqui; não use o nome da Fonte Criadora ou Deus no meio da sua falta de competência – não meta Deus na sua história nem das outras células cancerosas; pois, câncer é uma doença, como todas as outras, do mau uso do livre arbítrio. Deus não quis que você adquirisse o câncer e muito menos que se curasse ou morresse dele.
Sugestão para próximo bate papo ou monólogo:
Porque morrem mais, os bons do que os maus?
Meu Deus – Até eu estou com câncer!
O câncer é uma doença imbatível no ranking das que mais aumentam neste final dos tempos. As pessoas se assustam e espantam indevidamente; pois, afinal, ela é a nossa cara; a doença que melhor nos representam enquanto organismo-espécie.
Somos cancerosos por opção.
Tudo que existe e ocorre embaixo; existe e ocorre em cima; do micro ao macro, da luz ás sombras...
A célula cancerosa é um holograma da nossa forma de pensar, sentir e agir: egoísta, metida, prepotente, orgulhosa e burra.
Como se forma um câncer?
Uma célula egoísta, interesseira, metida, orgulhosa (estressada); que discursa para o resto das células do organismo físico: - Não gosto de vocês! São, calmas, lentas demais nos desejos, pacíficas, despojadas de interesses, um zero á esquerda! Quero ser a melhor, a ambiciosa, top de linha! Eu vou criar um novo mundo rico (leia-se: tumor) que se desenvolva rápido para que possamos curtir e aproveitar mais a vida!
Na eleição para comandar a maioria silenciosa (células com pé no câncer social) das células do organismo físico. Seu discurso é bem conhecido: Fique tranqüila companheira se votar em mim; prometo que trago mais tecnologia de ponta para nos modernizarmos para combater a dos nossos adversários (técnicas cirúrgicas de ponta; quimioterapia, radioterapia, etc. – traduzindo: desastres ambientais, mudanças climáticas, terremotos, furacões, inundações, leis justamente aplicadas, etc.) – Unidas venceremos a ditadura da mentes lúcidas que preconizam o progresso baseado na lei do trabalho, ética sem ambição, justiça igualitária, etc.!
Essa atitude celular é a filosofia do câncer ou a doença da célula caranguejo em todos os sentidos da cosmologia: vida íntima, familiar, social, política, profissional, religiosa, etc.
Na vida macro:
Gaia é um ser cósmico vivo e inteligente – cada um de nós, enquanto ser vivente é uma célula desse organismo; a grande maioria de nós apresenta uma ou várias características da célula cancerosa – daí, que a situação do planeta é a de um doente terminal, a precisar de um tratamento radical (Nova Era) para erradicar as células cancerosas do seu organismo (mortes em massa) ou irradiação (alinhamentos planetários; abertura de portais amplificadores da consciência).
A paciência da vida ou o “saco de Deus” também se esgota ou se enche; então, periodicamente Gaia expulsa as células cancerosas para reciclagem no laboratório cósmico; pois, a psicoterapia celular cósmica não está funcionando; nem os remédios da ética cósmica, moral; educação.
Todos juntos somos um – Gaia depende da nossa capacidade de coordenar objetivos alinhados aos desejos Divinos para que sua evolução seja feita com mais ou menos dificuldades ou sofrer.
O câncer cósmico; ou o já em 3D é um bicho cri-cri:
A maioria dessas células é metastática, chata, pentelha; elas já voltaram ao ciclo de células tronco para recomeçar e recomeçar e recomeçar em vários organismos cósmicos; mas, teimam em continuar sendo metidas a sábias e causando onde são transplantadas; daí; elas serão congeladas novamente de despachadas para outros corpos celestes (universos e planetas); mas, se bobear elas retornam tal e qual o “Fred Krouger” (em boa pronúncia manes – um verdadeiro câncer cultural e lingüístico).
Desta safra de seres humanos quem escapa de manifestar seu tumorzinho básico nesta fase da vida planetária?
Nada ou pouco a ver com estar bonzinho ou mauzinho; todos nós estamos sob risco (até representamos risco para Gaia como indivíduos quase humanos); pois, não somos seres integralmente desenvolvidos na maturidade psicológica e de consciência – em nosso organismo moram milhares de células cancerígenas (nossas idéias, sentimentos e atitudes diárias conflitantes) prestes a virar um tumor; basta acionar o botão do egoísmo, ganância, orgulho, mágoa; vícios, etc. – Na mente de cada um de nós e nas células que as representa mora um caranguejo tipo “companheiros” que se infiltra em nosso ser íntimo e coletivo afetando nossa memória cósmica ou DNA.
Essa doença tem um período de evolução eterno enquanto dure a preguiça de pensar e a alergia á responsabilidade – que nivela por baixo as mediocridades (regime socialista).
Metástase?
È a capacidade que uma célula cancerosa tem de convencer outras a aderirem á sua causa gera tumores á distância.
Essa nossa faculdade (ou universidade), de criar e espalhar a filosofia do câncer; está representada na atualidade; na arte da ciência e comunicação; pois, de forma projetiva e como holograma; a mídia de ação rápida é um dos principais focos da disseminação do câncer em todos os seus sentidos.
Tratamento?
Qual prefere?
A vida é um mercado de oferta e procura; desvirtuado pelo sistema de crédito (agente cancerígeno social dos mais importantes) de livre arbítrio.
Paliativo:
Irradiações, cirurgias, drogas; leis de contenção.
Definitivo:
Reciclagem no pensar, sentir, agir.
Para quem deseja curar-se; deixamos á disposição a bula do remédio da reflexão; que leva á expansão da consciência. E ajuda a responder ás questões:
Câncer: um bem ou um mal?
Nossos desejos estão crescendo de forma desordenada?
O câncer é uma filosofia de vida?
Quem ainda não manifestou o seu em 3D está á frente ou atrás de quem já o fez?
Como adquirir imunidade?
O câncer está em todos os lugares onde haja seres humanos com suas idéias e posturas?
Assunto interessante para muitos bate papos; pois, o meu, o seu, o nosso pode estar a caminho de manifestar-se em 3D – E daí, o que o amigo pretende fazer com o seu? – Deixar-se drogar até pedir a Deus para morrer – Deixar-se cortar aos pedaços? – Deixar que o irradiem até perder os cabelos? - Até perder a dignidade de ser vivente?
Quando chegar sua hora; se chegar – já decidiu o que fazer?
Mas, pelo amor de Deus! Para não ser extirpado logo daqui; não use o nome da Fonte Criadora ou Deus no meio da sua falta de competência – não meta Deus na sua história nem das outras células cancerosas; pois, câncer é uma doença, como todas as outras, do mau uso do livre arbítrio. Deus não quis que você adquirisse o câncer e muito menos que se curasse ou morresse dele.
Sugestão para próximo bate papo ou monólogo:
Porque morrem mais, os bons do que os maus?
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