sábado, 24 de julho de 2010

DOENÇAS DA FALTA DE AMOR ENTRE NÓS

Mesmo que muita gente sinta coceiras no seu sistema de crenças e estrimiliques nos seus mais imediatos desejos; ao se deparar com essa constatação; podemos assegurar com certeza que não existem doenças físicas; todas as nossas decorrem de distúrbios no pensar, sentir e agir. O organismo físico é apenas a representação holográfica do nosso ser real.

Para que sejamos saudáveis: pensar de forma correta e coletiva é nosso primeiro desafio.

Qualquer escolha que façamos contém em si a probabilidade de afetar o universo inteiro.
Tudo está conectado entre si.
O ato de viver é troca interminável.
O ato de amar é troca interminável.
É preciso manter o fluxo de dar e receber.
Receber é estabelecer uma relação de troca.
E se vivenciamos o ato de receber como um fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; separarmo-nos, aos poucos da troca e das probabilidades de efetuar conexões que representam em ultima instância a vida.
Ego – ismo.
Eis aí, a origem de todas as doenças e de todos os males e do sofrer.

A doença do amor é o sofrer, que é o não preparar-se adequadamente para dar e receber.

Estamos cada vez mais doentes pela cultura da neurose de competir; pela ganância; pelo orgulho na tentativa de poder, aparentar e ter mais que o outro.
Conforme já colocamos em outro escrito o câncer é a doença que melhor nos representa enquanto consciências a caminho da própria descoberta. Mas, as doenças renais seguem na cola; pois, para dominar os outros abusamos dos recursos de estimular seus medos – e o rim é o órgão físico de expressão dessa emoção. As doenças de autodestruição da tireóide representam nossa tentativa de padronizar beleza e auto – aceitação – como glândula da autoestima a tireóide anda detonada; especialmente a das mulheres. Alergias e demais ites são a cara da nossa alergia á responsabilidade.

Origem das doenças humanas relacionadas ao amor

Para que possamos bem compreender como se formam e como se mantém as doenças relacionadas à fisiologia do amor, não podemos perder de vista o conceito de homeopatia, florais e acupuntura de que, energia de menos num determinado ponto traz problemas, e que, energia demais também; o que significa que há problemas no fluxo (fluir, trocar) de energia vital que precisa ser restabelecido. Há algum tempo, numa livraria de aeroporto folhei um de livro que achei chocante: mulheres que amam demais; confesso que não tive tempo para ler; mas, pelo pouco que tive a oportunidade de folhear; creio que vou discordar de boa parte do conteúdo. Amar é bem diferente de tentar controlar...
Ninguém pode amar demais ou de menos; apenas, se pode amar – ou você ama ou não; não há como amar com moderação; como não pode haver um ser mais ou menos grávido e outras coisitas mais.

Apenas para passar o tempo, observemos com mais cuidados algumas das nossas doentias expressões de amar:

Expressões doentias do amor entre seres humanos

Paixão:
Conforme colocamos em nossa brincadeira: “Jogos de Amor” – no livro; mostro que estar apaixonado por algo ou alguém é uma forma cruel de obsessão, capaz de produzir distúrbios tanto na saúde do emissor quanto no alvo desse fluxo de energia.

Ciúmes:
É comum que o indivíduo ciumento seja também um apaixonado que, além disso, sente-se dono da outra pessoa ou do objeto do seu ciúme, sendo capaz de causar-lhe danos em nome do que chama de amor. Quantas crueldades já foram cometidas em nome do amor através dessa doença afetiva que é o ciúme.

Amor possessivo:
O amor como sentimento de posse é um desequilíbrio, um tipo de imaturidade afetiva que é capaz de fazer adoecer de forma grave. Um clássico exemplo é o da asma. Muitas vezes para se conseguir a cura de um asmático, além do tratamento, é preciso afastá-lo da família por algum tempo, e buscar tratamento psicoterápico para o familiar causador do problema.
Recomendo o trabalho do físico japonês Masaru Emoto; ele nos mostra como a água é afetada pela energia do pensar, sentir e agir humanos. Tenho como pacientes muitas crianças que adoecem sem parar e demoram mais para se curar do que outras; pois suas mães ou outros familiares “amam demais” seus rebentos...

Apego:
Uma variante do amor possessivo é o sentimento do apego; quando a pessoa põe o sentimento que nutre pelo outro como uma das principais razões do seu viver.
Esse é um dos desequilíbrios afetivos que muitos pensam ser amor. Como costuma atrair perdas e ser corrigido por elas; muitas pessoas passam a levar uma existência quase vegetativa quando perdem um familiar por exemplo.

Amor controlador:
É o tipo do chamado amor materno que mais predomina. O amor das super/mães que dão a sua vida pelos filhos; desde que; eles façam tudo o que elas querem.

Nessa nossa brincadeira de pensar deixamos um enigma para o leitor:
Mulheres que amam demais se especializam em fabricar câncer de mama.

visite:

http://jogosdeamore.blogspot.com

sexta-feira, 23 de julho de 2010

PORQUE SÓ OS BONS SOFREM OU MORREM?

Acredito que a maioria de nós, um dia frente á morte ou ao sofrimento de alguma criatura afim; seja pela admiração ou pela afetividade; já se fez essa pergunta. E, não perdemos tempo em julgar outros; comparando-os. Ás vezes, nós somos cirúrgicos nas afirmações, bem contundentes em nosso despeito: - Veja aquele fulano que prejudicou todo um povo, continua vivo, parece embalsamado uma ode ao Alzheimer; mas continua vivo – e aquele outro, e aquele outro que fez não sei o quê; no entanto, essa minha adorável criatura que nunca fez mal a uma mosca; está aí, sofrendo, sendo carcomida pelo câncer; irradiada; espetada, etc. – Ás vezes, eu me revolto; acho que Deus não existe; por que tanta injustiça? - e, parará, parará...

O que nos levaria a pensar que o despertar da consciência cósmica e a justiça natural tem alguma coisa a ver com sofrimento humano ou morte?

Só a santa ignorância alimentada e mantida pelos sistemas de crenças religiosos de todos os tipos, os maniteístas, os ateístas. Isso é a mais pura falta de educação cósmica.

- Sofrimento existe?

- Claro que existe, veja minhas dores em tudo quanto é lugar; minha fibromialgia não é invenção da minha cabeça; só eu sei o quanto essa “merda” dói! – Não vem com esses papos cabeça, desdenhando do meu sofrer!

- Mas, e se eu provar prá você que sua dor é uma interpretação da sua cabeça?

- Duvideodó... – Prroove; que eu voto em você...

- Tá bem! - vamos fazer uma experiência científica, bem medida e cartesiana. Vamos medir um estímulo de dor; um choque – Tá bem? – Calibramos o artefato e aplicamos numa pessoa, sua reação: - ah! – um bichinho me mordeu! – o mesmo choque numa outra que vai reagir da seguinte forma: - puta que pariu que dor! – O mesmo choque numa outra que vai rolar pelo chão e ter o maior peripaque, arrancando os cabelos, rolando pelo chão.

E aí meu amigo? O sofrimento existe de verdade?

– Tá bem; concordo mais ou menos; mas, que existe; existe; sou prova disso; não sou falso nem enganador nem mentiroso; sofro de verdade; Deus está me provando!

- Mas, e a morte; ela existe?

- Claro – já vi muitas pessoas baterem com as dez; defuntos enterrados.

- Ocê tem medo de defuntos, de almas do outro mundo? – Então se você é inteligente; e as almas continuam vivas no outro mundo; porque o medo? – Daí, qual o problema na tal de morte? – Porque os bons não podem morrer e os maus devem ir logo pro lado de lá? – Já parou prá pensar nisso? – Tenho um amigo muito engraçado que diz o seguinte: se você tem medo da “megera” da sua sogra; reze muito e peça a Deus prá que ela não morra logo; pois uma sogra morta do lado de lá é muito mais perigosa do que do lado de cá; pois, do lado de lá; ela te sacaneia á vontade e você não a enxerga nem sente; apenas sofre os efeitos da sua falta de consciência. Entendeu?

- Sei lá; isso é muito prá minha cabeça – coisa de demônio!

- Sabe por que os com pouca consciência de quem somos e o que nós fazemos aqui, também chamados de maus ou demônios; costumam durar mais aqui do que os “aparentemente bons”?

- Não! – Acho que é falha na lei da justiça Divina.

- Engano seu; é que os a serviço das sombras recebem um proteção espiritual mais cuidadosa de acordo com sua importância na batalha entre luz e sombra. Seu Deus não é perfeito? – então, porque duvida da sua onipotência?

- Peraí! – Agora ocê ta falando mais besteira! – Proteção espiritual é só pros bons ou para quem tenta ser! – Onde já se viu belzebu recebendo proteção espiritual? – Larga mão!

- Meu amigo; prá você; quem é espírito? Não é um cara que você não vê? Que está na banda de lá? – Será que a morte faz milagres e muda tudo? Faz nascer cabelo? Emagrece? Educa? Santifica?
Se o mal tem poder demais aqui através de seus prepostos colocados no poder político, financeiro, religioso, científico, etc. – Imagina do lado de lá.

- Ah, baboseira; na minha religião não se fala em nada disso!

- Tá bem; vamos falar de coisas simples e terra a terra - já viu bebuns, daqueles de carteirinha, atravessar avenidas de intenso tráfego em alta velocidade e não serem atropelados?

– Já vi muitos.

- O amigo sabe o porquê disso?

- Apenas sorte; não era sua hora!

- Não; era apenas proteção; pois, os bebuns do lado de lá não iam querer perder essa boquinha! – essa torneirinha sempre aberta para atender á sua s necessidades etílicas.

- Amigo; proteção espiritual pouco tem a ver com ser bonzinho ou mauzinho é uma questão de turma; de sintonia na luta entre bem e mal, luz e sombra. Deu prá entender?

- Dei não!

- Tudo bem; escolha tua turma – e, se tu quiseres; um dia tua ficha cai; daí ajuda os das sombras a escolher um caminho menos sombrio para se guiarem na sua caminhada.

- Em direção á luz?

- Sombras ou luz; eu sei lá! – Isso; é questão de livre arbítrio e direção. Particularmente gosto mais da luz do que das sombras; embora em alguns quesitos ainda seja meio sombrio. Detesto a condição de guru – não sou nem buiú... Não venha com essa: e se fosse com você? – Você é você eu sou eu; podemos trocar figurinhas; mas, vai buscar culpados pras tuas escolhas em outra freguesia.

- Não tenho vocação para segurar vela – Cansei! - Mas, meu amigo; prá finalizar – não te esqueças da seguinte verdade; e, somente ela nos libertará:
SERES JÁ LUMINOSOS; RESPEITAM TEU LIVRE ARBÍTRIO – OS OUTROS, O INVADEM...

Teus queridos sofrem ou és tu que sofres pela sensação de inútil que és; aos quereres te transformar num super homem para satisfazer tuas inúteis e criptoníticas aspirações de vida?
Eu e tu somos um só nesse cinto de inutilidades que recebemos da educação tipo Batmam contra o pingüim social.

O que pedir a Deus?
Que vivam muitos anos os maus para que os candidatos a bons possam se aperfeiçoar mais rapidamente.

Meu amigo:
Já escolhestes em quem vais votar?
Será que os que já viveram a experiência do câncer são melhores do que os felizes, realizados e sorridentes de hoje? Ou ao contrário?
Tu vais ao médico amanhã levar o resultado de seus últimos exames?
Deu câncer na cabeça?
Ocê se considera bonzinho ou mauzinho?
Quem é tua turma?
Vai pro lado de lá de SUS ou de convênio top line?
Ocê - se considera bonzinho ou mauzinho?

Vai continuar por aqui muito tempo?
Teu sonho era a aposentadoria?
Quem vai te sustentar nesta banda da vida?

Esse seria um longo papo; mas, esta breve conversa talvez possa redirecionar a tua e a minha vida.

Teu câncer é mais invasivo do que o meu?

NÃO ME CONSIDERO NADA BOM NEM MAU - talvez esse seja meu maior problema.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

CÂNCER UMA DOENÇA QUE É A NOSSA CARA

Meu pai, minha mãe, meu filhinho, meu melhor amigo – está com câncer!
Meu Deus – Até eu estou com câncer!

O câncer é uma doença imbatível no ranking das que mais aumentam neste final dos tempos. As pessoas se assustam e espantam indevidamente; pois, afinal, ela é a nossa cara; a doença que melhor nos representam enquanto organismo-espécie.
Somos cancerosos por opção.

Tudo que existe e ocorre embaixo; existe e ocorre em cima; do micro ao macro, da luz ás sombras...

A célula cancerosa é um holograma da nossa forma de pensar, sentir e agir: egoísta, metida, prepotente, orgulhosa e burra.

Como se forma um câncer?
Uma célula egoísta, interesseira, metida, orgulhosa (estressada); que discursa para o resto das células do organismo físico: - Não gosto de vocês! São, calmas, lentas demais nos desejos, pacíficas, despojadas de interesses, um zero á esquerda! Quero ser a melhor, a ambiciosa, top de linha! Eu vou criar um novo mundo rico (leia-se: tumor) que se desenvolva rápido para que possamos curtir e aproveitar mais a vida!
Na eleição para comandar a maioria silenciosa (células com pé no câncer social) das células do organismo físico. Seu discurso é bem conhecido: Fique tranqüila companheira se votar em mim; prometo que trago mais tecnologia de ponta para nos modernizarmos para combater a dos nossos adversários (técnicas cirúrgicas de ponta; quimioterapia, radioterapia, etc. – traduzindo: desastres ambientais, mudanças climáticas, terremotos, furacões, inundações, leis justamente aplicadas, etc.) – Unidas venceremos a ditadura da mentes lúcidas que preconizam o progresso baseado na lei do trabalho, ética sem ambição, justiça igualitária, etc.!
Essa atitude celular é a filosofia do câncer ou a doença da célula caranguejo em todos os sentidos da cosmologia: vida íntima, familiar, social, política, profissional, religiosa, etc.

Na vida macro:
Gaia é um ser cósmico vivo e inteligente – cada um de nós, enquanto ser vivente é uma célula desse organismo; a grande maioria de nós apresenta uma ou várias características da célula cancerosa – daí, que a situação do planeta é a de um doente terminal, a precisar de um tratamento radical (Nova Era) para erradicar as células cancerosas do seu organismo (mortes em massa) ou irradiação (alinhamentos planetários; abertura de portais amplificadores da consciência).
A paciência da vida ou o “saco de Deus” também se esgota ou se enche; então, periodicamente Gaia expulsa as células cancerosas para reciclagem no laboratório cósmico; pois, a psicoterapia celular cósmica não está funcionando; nem os remédios da ética cósmica, moral; educação.
Todos juntos somos um – Gaia depende da nossa capacidade de coordenar objetivos alinhados aos desejos Divinos para que sua evolução seja feita com mais ou menos dificuldades ou sofrer.

O câncer cósmico; ou o já em 3D é um bicho cri-cri:
A maioria dessas células é metastática, chata, pentelha; elas já voltaram ao ciclo de células tronco para recomeçar e recomeçar e recomeçar em vários organismos cósmicos; mas, teimam em continuar sendo metidas a sábias e causando onde são transplantadas; daí; elas serão congeladas novamente de despachadas para outros corpos celestes (universos e planetas); mas, se bobear elas retornam tal e qual o “Fred Krouger” (em boa pronúncia manes – um verdadeiro câncer cultural e lingüístico).

Desta safra de seres humanos quem escapa de manifestar seu tumorzinho básico nesta fase da vida planetária?

Nada ou pouco a ver com estar bonzinho ou mauzinho; todos nós estamos sob risco (até representamos risco para Gaia como indivíduos quase humanos); pois, não somos seres integralmente desenvolvidos na maturidade psicológica e de consciência – em nosso organismo moram milhares de células cancerígenas (nossas idéias, sentimentos e atitudes diárias conflitantes) prestes a virar um tumor; basta acionar o botão do egoísmo, ganância, orgulho, mágoa; vícios, etc. – Na mente de cada um de nós e nas células que as representa mora um caranguejo tipo “companheiros” que se infiltra em nosso ser íntimo e coletivo afetando nossa memória cósmica ou DNA.
Essa doença tem um período de evolução eterno enquanto dure a preguiça de pensar e a alergia á responsabilidade – que nivela por baixo as mediocridades (regime socialista).

Metástase?
È a capacidade que uma célula cancerosa tem de convencer outras a aderirem á sua causa gera tumores á distância.
Essa nossa faculdade (ou universidade), de criar e espalhar a filosofia do câncer; está representada na atualidade; na arte da ciência e comunicação; pois, de forma projetiva e como holograma; a mídia de ação rápida é um dos principais focos da disseminação do câncer em todos os seus sentidos.

Tratamento?
Qual prefere?
A vida é um mercado de oferta e procura; desvirtuado pelo sistema de crédito (agente cancerígeno social dos mais importantes) de livre arbítrio.

Paliativo:
Irradiações, cirurgias, drogas; leis de contenção.

Definitivo:
Reciclagem no pensar, sentir, agir.

Para quem deseja curar-se; deixamos á disposição a bula do remédio da reflexão; que leva á expansão da consciência. E ajuda a responder ás questões:

Câncer: um bem ou um mal?
Nossos desejos estão crescendo de forma desordenada?
O câncer é uma filosofia de vida?
Quem ainda não manifestou o seu em 3D está á frente ou atrás de quem já o fez?
Como adquirir imunidade?

O câncer está em todos os lugares onde haja seres humanos com suas idéias e posturas?

Assunto interessante para muitos bate papos; pois, o meu, o seu, o nosso pode estar a caminho de manifestar-se em 3D – E daí, o que o amigo pretende fazer com o seu? – Deixar-se drogar até pedir a Deus para morrer – Deixar-se cortar aos pedaços? – Deixar que o irradiem até perder os cabelos? - Até perder a dignidade de ser vivente?

Quando chegar sua hora; se chegar – já decidiu o que fazer?

Mas, pelo amor de Deus! Para não ser extirpado logo daqui; não use o nome da Fonte Criadora ou Deus no meio da sua falta de competência – não meta Deus na sua história nem das outras células cancerosas; pois, câncer é uma doença, como todas as outras, do mau uso do livre arbítrio. Deus não quis que você adquirisse o câncer e muito menos que se curasse ou morresse dele.

Sugestão para próximo bate papo ou monólogo:

Porque morrem mais, os bons do que os maus?

quarta-feira, 21 de julho de 2010

ESCOLAS DE AGRESSIVIDADE E VIOLÊNCIA

Tudo na evolução humana é fruto de um longo aprendizado – daí, parte de nossas tenências para reagir com agressividade e violência é fruto da incorporação de atitudes dos adultos que compõem o meio em que nos desenvolvemos.

A INFLUÊNCIA DO MEIO.

Agressividade e violência aprendida.
A infância dependente e prolongada serve para receber a influência do meio em que estamos inseridos. Tudo que nós somos e como nos apresentamos foi fruto de aprendizado; além disso, hoje, é a soma do inconsciente, subconsciente e do que já temos consciência. Parte, nós já trazemos ao nascer. e, de certa forma ainda pertence ao inato desconhecido; a outra, é a somatória das experiências vividas com os adultos que compõe o meio em que fomos criados.
A agressividade e a violência de certa forma também podem ser aprendidas pela má educação pela repetição; ou reforçando as tendências inatas (a educação de qualidade; busca reforçar as atitudes e tendências positivas e anular ou diminuir as negativas).

MATERIAL DIDÁTICO COTIDIANO

Onde aprendemos agressividade e violência?

Com os pais e adultos com os quais se convive.
Nas constantes brigas em família.
No conflito de interesses familiares.
Na vida em sociedade.
Na tentativa de padronização.
Na escola.
No trabalho.
Na mídia.
Nos entretenimentos.
Nas ocorrências do nosso dia a dia.
Nos meios de comunicação.
Na aplicação da justiça.
Nas competições esportivas.

Como se aprende a ser agressivo e violento?

Analisemos algumas situações comuns, nas quais a criança aprende a ser agressiva e violenta; e, onde ela pode copiar e praticar a violência.

Com os pais e adultos com os quais convive.

Desnecessário falar sobre os efeitos causados na construção da personalidade, do padrão de atitudes, de alguém criado num ambiente familiar onde a violência é explícita; com espancamentos, agressões psicológicas e morais - isso, todo mundo está cansado de saber; interessa-nos trazer á discussão a agressividade e violência subliminar, aquela que não percebemos ou fingimos que não.

Progredimos de forma passiva quando usamos os defeitos de caráter dos outros para nos burilar. Os atritos entre as pessoas são constantes e contínuos. Sobra até para a criança: muitos não foram filhos desejados. Sofreram tentativas de aborto. Receberam vibrações de maldições e desejaram que tivessem recusado a nascer. Alguns escaparam de ser abortados numa espécie de milagre. E, depois de nascidos quantas noites ao sofrerem cólicas e não deixarem seus pais dormir quase foram espancados (vibrações de vontade não faltaram). Muitas crianças vivem em ambientes nos quais predomina a relação “entre tapas e beijos”, o carinho e afeto verdadeiro são escassos (apenas na hora da satisfação das necessidades e desejos sexuais).
Predomina entre os adultos da atualidade; as pessoas que ainda nem percebem quando agridem; apenas sentem quando são agredidas e buscam sempre uma forma de retaliar ou até de se vingar de uma maneira que supere a agressão sofrida.

Brigas em família.
Filhos de casais que se desentendem com freqüência são vítimas de estresse de agressividade e rebeldia.
A perda de autoridade dos pais brigões é imediata e notória.
Se os adultos são incapazes de entender quando é o momento certo para resolver suas divergências; como esperar que uma criança não arrume confusão na escola, bata, arranhe, chute ou denigra seu coleguinha a boca pequena ou na net.
Elas expressam naturalmente o medo e a preocupação como estão sendo educadas; através da mudança de comportamento para agressividade e violência; ou apenas, imitam os adultos.
Os agressivos e brigões despertam sentimentos de menos valia e culpa. Até sentem-se responsáveis pelas brigas dos pais ou adultos com quem convivem ou são obrigadas a conviver: amantes do pai ou da mãe, novos pais, ou novas mães etc. Somos o que estamos sendo feitos – inevitável que essa criança quando adulta tenda a repetir o que foi feito com ela.

No conflito de interesses familiares.
A maioria das famílias não formam um time coeso; são como aqueles times de futebol dos sonhos que não ganham nada; pois, são apenas um aglomerado de interesses individuais – nessas famílias, os interesses de um se sobrepõe aos do grupo. Além disso, quase sempre há uma guerra não declarada entre a parentela. A relação entre a família do pai e da mãe quase sempre é tumultuada pelo ciúmes, inveja e interesses os mais variados. Na relação criança versus família, é como se ela nascesse em pleno campo de batalha onde todos tentam atraí-la para seu lado, usando os mais humanos ardis: suborno, chantagem, tentativa de controle, mentira. Principalmente, no desmanche da família mal estruturada, após ou durante, as separações ou divórcios.

Na vida em sociedade.
As desigualdades, os preconceitos e todos os tipo de exclusão do indivíduo da sociedade são indutores de agressividade e violência. O treino para competir e ser mais e melhor do que o outro, fazem com que a criança se desenvolva pensando estar num palco de guerra no qual quase todos são inimigos, até os irmãos. A fome e a necessidade de sobreviver ou o desejo de usufruir da ostentação da sociedade, tornam os violentos e agressivos natos em verdadeiras máquinas de matar ambulantes. Pisotear as leis que criam; matar o outro de fome, de raiva, de medo, de angústia, de inveja; e até matar de verdade com tiros e facadas por conta própria ou sob contrato de mando.

Refletir faz bem á saúde, física, mental, emocional, afetiva, social, política...

terça-feira, 20 de julho de 2010

PROJETO EDUCACIONAL ANTI-PALMADAS

O FILHO É MEU; EDUCO COMO QUISER!

Ainda bem que com o passar do tempo esse bordão está indo para o beleléu – ao menos, frente á lei, a truculência está com os dias contados – será?
A dúvida é pertinente; pois, temos o péssimo hábito de não cumprir de forma justa e igualitária boas leis na letra; e cumprir ao pé da letra outras defasadas da realidade.

Para começo de conversa; não usar de castigos físicos nada tem a ver com boa ou má educação; representa apenas um mínimo de civilidade e dignidade humana.

Vamos á notícia; e, esperamos que na sua esteira o assunto educação seja mais abordado pela mídia e que mais pessoas se engajem no tema.


14/07/2010 - 09h00
Projeto deve proibir que pais usem "palmadas" para castigar filhos
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LARISSA GUIMARÃES
DE BRASÍLIA
Palmadas, beliscões e outros castigos físicos aplicados a crianças e adolescentes poderão ficar proibidos, caso seja aprovado um projeto de lei a ser encaminhado nesta quarta-feira ao Congresso Nacional.
Você concorda com a proibição de palmadas contra crianças?
Lula defende projeto contra palmadas e diz que "beliscão dói"
A proposta inclui "castigo corporal" e "tratamento cruel e degradante" como violações dos direitos na infância e adolescência. Hoje, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) fala em "maus tratos", mas não especifica os tipos de castigo que não podem ser usados por pais, mães e responsáveis.
O governo diz que, com isso, quer acabar com a banalização da violência dentro de casa, de onde sai boa parte das denúncias.
"Nossa preocupação não é com a palmada. Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas, e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte", disse subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, da Secretaria de Direitos Humanos.
Para Carmen Oliveira, o Brasil deve cumprir a recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que orientou a "adoção de medidas legislativas que proíbam de forma explícita o castigo corporal contra crianças e adolescentes".
A proposta traz as mesmas penas já previstas no ECA para pais, mães e cuidadores de crianças e adolescentes. No caso das palmadas, as medidas vão desde encaminhamento a programas de proteção à família e tratamento psicológico a advertência e até perda da guarda.
O castigo corporal poderá ser denunciado por pessoas que convivem com a família, como vizinhos e parentes, ao conselho tutelar.
O projeto propõe campanhas permanentes de conscientização dos pais e o ensino dos direitos humanos no currículo escolar.
A proposta foi levada ao governo pela rede "Não bata, eduque", que reúne ONGs e entidades que defendem os direitos de crianças e jovens. Para Angélica Goulart, uma das articuladoras do movimento, é preciso acabar com a "cultura das palmadas".
"É importante que pais e mães não banalizem mais esse comportamento, que prejudica o desenvolvimento das crianças. Há outras formas de educar", afirmou.
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Nada contra a absurda proposta. Antes que alguém se ofenda; sou claro; absurda pelo seguinte viés: hoje, quem precisa agredir para se fazer ouvir; é uma pessoa agressiva e pouco competente para lidar com as dificuldades do dia a dia.

Começamos a discussão e convidamos quem dela quiser participar.
Pouca gente se interessa pela educação real e não mera instrução – mas, já temos uma ajuda de peso moral neste divertido game educacional: Ana Evechenguá – advogada ambientalista; daí uma educadora de mão cheia – bater na natureza; destruir a própria casa que nos abriga é crime tão ou mais grave do que dar umas chineladas nos filhos.

Quero ver como a maioria dos pais vai sair dessa saia justa; sem jamais partir para a ignorância. As crianças de hoje não são nem um pouco parecidas com as de ontem – e poucas pessoas se prepararam para receber estas novas safras de seres humanos; sendo criados em regime de confinamento e engorda pelo mau uso do espaço público – elas mal nasceram e já são prisioneiros do estresse crônico gerado pela neurose de competição – e, inevitavelmente, o resultado começa a aparecer:
Atualmente repetem-se diariamente as notícias sobre evasão escolar causada pelo cansaço, pelo estresse e pela doença; aumenta a cada dia a violência nas escolas e a delinqüência juvenil; nunca houve tanto consumo de drogas, bebidas alcóolicas, fumo, gravidez e aborto na adolescência; também tornou-se corriqueira a luta entre gangues rivais; e já é comum a depressão, o pânico e o suicídio de crianças e adolescentes. E, em todos os lugares e, a todo momento, pais e professores reclamam que perderam o controle. “Que não podem mais com a vida deles”...



Em todas as camadas da população; pais e filhos se entendem cada vez menos e ninguém tem tempo para ninguém.

Discutir palmadas, beliscões e outras agressões perpetradas pelas famílias é saudável; mas, não resolve as questões principais:
O que é ser um bom pai? O que é ser uma boa mãe? Quais as qualidades de um bom pai? E de uma boa mãe? E, o que é ser um bom filho?
Quantos de nós que hoje nos achamos bons pais e mães e até bons educadores constataremos, dia menos dia, nossa pouca capacidade e falta de qualidade para essa tarefa. Quando pensamos estar ajudando, atrapalhamos; quando imaginamos evitar sofrimento; criamos o sofrer futuro.
Quanto mais facilidades oferecemos neste momento, mais dificuldades criamos para eles no futuro próximo ou distante.
Será que viver é estar permanentemente se educando?
A vida em si, não será um fato educativo?
A principal tarefa dos pais com relação aos filhos é com certeza ajudar ativa e efetivamente a educá-los para a vida. O problema maior é que a maioria dos pais ainda são analfabetos no aprender com a vida. Pouco maduros desistem de aprender e de ensinar. Daí terceirizaram os filhos, atiraram todas as responsabilidades formativas no ombro dos professores das escolas, cuja função principal é a de informar.

Esperamos que esse assunto renda boas discussões e dê pano para muitas mangas.
Mas, que vai ser engraçado; vai – assistir a um catatauzinho apontando para o pai e a mãe: vou acionar a ECA – se você me bater ou colocar de castigo vai para a cadeia – Não mexa comigo sou di menor! – Ou um vizinho que não vai com sua cara usando o disk denúncia só prá te atormentar.

Leis para que sejam realmente boas devem vir acompanhadas de dispositivos auxiliares e complementares para que possam ser devidamente aplicados.
Castigos físicos nunca educaram ninguém, ao contrário – Mas, quem garante que criminalizá-los vai melhorar a qualidade da educação?

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo