terça-feira, 10 de maio de 2011

AINDA SOMOS DEUSES?

Quando Jesus afirmou que nós somos deuses, provavelmente estava se reportando ao nosso relativo potencial de criatividade através do pensar, sentir e agir.

Somos capazes de criar ou de destruir pelo pensamento.

A princípio a compreensão do poder da nossa Divina capacidade de criar,, pode parecer complicada; não é tanto assim; o problema reside na nossa ainda reduzida visão de mundo. Um fator que dificulta: percebemos a realidade apenas através dos sentidos físicos. E aqui em 3D tudo é mais lento devido á condensação da energia local – já em 4D (plano espiritual, astral) nossas criações mentais acontecem com muito mais rapidez e intensidade – sabendo o que nos aguarda, até podemos deduzir que nossas experiências em terceira dimensão sejam uma espécie de treino para acelerar o desenvolvimento de nossa capacidade criativa em 4D, agindo como deuses mais efetivos; menos atrapalhados.

Compreender a atuação da energia do dínamo pensar/sentir/agir é vital para a qualidade do nosso futuro.

Vamos caminhar juntos; em partes – primeiro desmaterializando o raciocínio:
Aquilo que não vemos, não somos capazes de tocar nem de ouvir é imaginário ou real? Antes de responder, recorde que tudo é energia. A matéria é apenas um dos estados dela.
Onde você está neste momento deve haver uma lâmpada elétrica e um interruptor. Movendo o interruptor para deixar fluir a corrente elétrica a lâmpada acende, não acende? A lâmpada que acende e apaga é real ou não? Bem, e a corrente elétrica que é conduzida pelo fio é real ou imaginária?
Você seria capaz de acender a lâmpada usando o seu pensamento? - Claro que não! - Não se precipite, e diga: Ainda não, ainda não me capacitei para tal. - É possível? - Sim, é possível e é real. A condição ou a energia potencial para essas intervenções já existe em cada um de nós; falta apenas dinamizá-la, aprender a usá-la e direcioná-la para aquilo que se deseja. Alguns grupos chamam essa capacidade de poder da mente, outros a denominam fé.
Então como posso acender a lâmpada usando a minha fé? Muito simples, é preciso treinar para concentrar a energia mental, e dinamizá-la pelo sentir e direcioná-la pela vontade até o filamento da lâmpada.
Quanto tempo ela ficará acesa? - Depende da capacidade já desenvolvida pelo indivíduo de continuar canalizando energia e, do interesse em fazê-lo.
Em grupo é mais fácil? – Certamente – Se nós somos capazes de sintonizar nosso padrão vibratório uns com os outros; então podemos canalizar e somar energias para acender a lâmpada com facilidade, mais rápida e intensamente? – Sim!

Então, o que parecia sobrenatural ou mágico, não é simples e lógico?

A partir da compreensão das realidades da vida, ou a verdade que nos libertará, fica mais fácil incorporar ao nosso cotidiano o conceito de que vivemos uma realidade em múltiplas, simultâneas e reais dimensões.

Quando pensamos, sentimos e agimos criamos um padrão vibratório e irradiamos energia numa determinada freqüência como uma estação de Rádio ou de TV. Muitos outros estão irradiando na mesma faixa, isso cria um padrão de sintonia formando uma rede, tal e qual aquelas que costumamos ouvir: atenção emissoras da rede tal para o toque de tantos segundos para entrar em sintonia ou em rede. Nós também somos emissores e receptores.
Imagine uma Internet sem aparelhos e terá uma imagem mental verdadeira e em tempo real das possibilidades de interatividade e de conexão criativa entre seres humanos.
A grande vantagem em ser um internauta universal é que você não precisa pagar ao provedor, nem comprar aparelho. Basta aprender a usar o seu, conforme o manual do usuário.

Nossa reflexão de hoje:

Para que e no que estamos usando nosso potencial de criatividade?

Cuidado:
A evolução é um caminho sem volta.
Quando pensamos, sentimos e agimos pela primeira vez, desencadeamos reações. Portanto, desse momento em diante; não podemos mais apenas reagir como vegetais, bactérias ou animais. A tendência natural é que as reações sejam substituídas pela atitude de agir de forma cada vez mais consciente e criativa.
Isso, pode ser apressado ou retardado a escolher – Será que tal e qual o uso do livre arbítrio; nós podemos encolher ou espichar nossa capacidade criativa pronta para uso?

Estou preparado para desencarnar hoje?
Meus pensamentos, sentimentos e atitudes são ordenados ou caóticos?
Feito um deus; como será o local que estou criando pensamento a pensamento, sentimento a sentimento, atitude a atitude; no qual eu passarei bom tempo morando após esta experiência? - Vou construir um lugar legal ou um mocó espiritual?
A quantas anda minha memória? - Capacidade de concentração? – O que tenho criado ultimamente?

Agregando outras falas de Jesus ao assunto em foco; dá para deduzir que o padrão de qualidade da criatividade depende do estado de consciência.

Melhor ordenar as idéias.
Crie com inteligência e disciplina hoje o que deseja para amanhã – Crie amanhã o que deseja para depois de amanhã. Nada como aprender a viver um dia depois do outro.
Cuidado com os religiosos castelos no ar; chegando no plano espiritual pode ir morar debaixo da ponte dos sonhos.

Namastê.

sábado, 7 de maio de 2011

COMO DESENVOLVER A FORÇA DA VONTADE?



Todos nós admitimos a vontade como a chave das nossas conquistas.
Sem uma força da vontade firme e forte continuaremos a sofrer de mornitude e normose; graves doenças do progresso espiritual, razão única da nossa estada aqui.

Na tarefa de melhorar nossa qualidade pessoal, o que temos a fazer, é direcionar essa força na direção dos valores íntimos alinhados ás Leis Naturais da evolução.

Para tanto, é preciso avaliar bem o impulso de mudança, e a consistência de nossos propósitos – é fácil concluir que, sem inteligência não há força da vontade.

A vontade, em sua forma inicial, surge como um impulso, como uma aspiração, como um desejo; cuja intensidade indica a carga emocional, o conteúdo e o grau de interesse diretamente ligado ao afinco, à duração e à persistência.

A fase seguinte é a elaboração mental do impulso capaz de torná-lo uma meta realizadora.
Racionalizado, o impulso gera autodomínio, capaz de conduzir à deliberação.
Passando, então, à determinação; que é o primeiro passo da execução que finaliza o processo.

O que desencadeia ou aciona a vontade é o interesse que há por trás do objetivo.

Portanto, para concentramos esforços, sermos efetivos, e termos resultado máximo na busca de melhorar nossa qualidade pessoal é preciso esmiuçar os “por quês”.

Por que desejo?
Para que desejo?

Para que as respostas motivadoras sejam claras é necessário desenvolver também a honestidade íntima; que apenas começa a nascer quando nos livramos das desculpas e das justificativas – a pior de todas: È difícil!

No desenvolvimento da capacidade de concentração de esforços baseia-se a vontade.

Em razão da falta de foco; nós não sabermos com clareza o que queremos e porque queremos nossos desejos e aspirações nem costumam ser verdadeiramente nossos. Eis uma das razões pelas quais nossa vida geralmente é pobre em realizações, em todos os sentidos; mas principalmente no campo íntimo.

Desenvolver e treinar a capacidade de concentração em objetivos claros é vital para o sucesso do indivíduo em qualquer campo de ação ou de atividade...

Um dos motivos a causar anemia na nossa força da vontade é o fator Deus. Imaginamos ser desnecessário construir nossos milagres e realizações; pois segundo nossa santa preguiça: Deus tudo provê. Postura perigosa; pois o limite da paciência Divina tem nome e sobrenome: Lei de causa e efeito.

Assunto deveras interessante nesta fase deste final dos tempos; pois tudo leva a crer que estão sendo separados os fortes dos fracos – especialmente na força da vontade; nem tanto; os bonzinhos dos mauzinhos...

Como desenvolver a força da vontade?

Como qualquer desenvolvimento de habilidades e talentos:

Simplesmente praticando!

Namastê.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

MARCA REGISTRADA DO SER HUMANO DE POUCA QUALIDADE



Não haveria espaço para registrar a marca pessoal da maioria de nós.
Nesta crise do mercado da evolução - nosso currículo estelar terá de ser abreviado – e – pior: invertido.

Para sermos aceitos na empresa do bem viver; daqui em diante pequenos detalhes vão fazer a diferença; e como.

Diferente da visão empresarial em 3D - Para o Departamento Cósmico de recolocação dos trabalhadores; não importa tanto as habilidades que já imaginamos ter adquirido; para isso, os testes atuais serão finalizadores.
Acima de tudo, conta pontos a consciência do que nos falta adquirir no labor; para definir em qual das empresas cósmicas vamos ser aceitos para continuar nossa profissão de deuses co-criadores.

Dica da hora para enviar ao RH Cósmico.

Nossas características do homem de pouca qualidade.

Avaliaremos aqui algumas das características do homem pobre em qualidade.
Apenas algumas; pois são tantas – cada um que se identifique e na ausência - coloque as suas.

O homem de pouca qualidade em tudo se revela, por onde passa deixa sua marca:

No prazer é descomedido e escandaloso.
Na dor é revoltado.
Na alegria é exagerado.
Na tristeza é irritado.
Na saúde, é irresponsável.
Na doença, é desesperado.
Na riqueza, é egoísta.
Na pobreza, é revoltado.
No juízo próprio é lisonjeiro.
No juízo a outrem é temerário e maledicente.
No falar é fátuo. No calar, é covarde.
Na sociedade é hostil.
Na intimidade é intolerante e subserviente.
No dizer sim é afetado.
No dizer não é prepotente.
No saber é arrogante.
No ignorar dissimula.
Na promessa é falso.
No dever, é falho.
Na paz é negligente.
Na luta é imprudente e temerário.
Quando faz o bem é interesseiro.
Quando o recebe, é ingrato.
Nas crenças é imediatista.
Na esperança é inconstante.
No amor é todo sensual.
No querer é instável.
Nas ocorrências da vida quer que sua vontade sempre prevaleça. Não aceita o inevitável.
No trabalho pouco faz e muito reclama.
Na quantidade é abastado.
Na qualidade, é pobre.
Na vontade é fraco.
No caráter não tem força.
Imaturo e irresponsável, tudo que faz é malfeito.
Se já não faz o mal; por outro lado também não faz o bem.

DICA.

Segundo o Mestre Prof. DR. Em evolução cósmica - Jesus:

Para ser aceito diferencie-se.

Pois:
O que predomina no currículo da maioria:
É o mais atrasado dos indivíduos, a escória: o medíocre, o morno, o nem frio, nem quente (quanto a esse item Ele pegou pesado no Apocalipse 3:14 (?)).

A maioria de nós vai ficar desempregada na empresa Gaia do Futuro ou Nova Terra, e concorrentes da sinonímia do marketing da evolução estelar.

O foco principal da nossa conversa:

O caráter morno ou medíocre, dificilmente se modifica cristalizado que fica.
Infeliz do trabalhador de si mesmo e do coletivo que cair nessa armadilha; ele não pode ser censurado, não se pode dele nada dizer; pois sua conduta parece irrepreensível aos olhos de não ver da maioria.

Por outro lado, não se consegue ver nele nada de bom: abnegação, senso de justiça, força, coragem ou altruísmo; pois ele encontra-se encerrado em sua própria mediocridade, em cima do muro; pendendo para o lado dos seus interesses pessoais.

Iludido.

Entrega os pontos – ou “estuda” feito alucinado ao decorar coisas que nada tem a ver consigo nem com sua tarefa – na vã esperança de passar no concurso da evolução espiritual.

Assunto interessante que estamos discutindo em nossos bloogs – em especial no link - RH DO FUTURO.

Quer queria quer não; cada um de nós somos candidatos a tarefas no progredir.

Mas ainda não temos perspectivas de amar nem a nós mesmos ainda.

Dica final.

A inclusão ou a exclusão da continuidade nesta empresa Gaia depende muito de um talento chamado: HUMILDADE.

O momento é de trocarmos experiências.

REFAÇA SEU CURRÍCULO.

Não confie; apenas; nos coleguinhas de evolução.

Dica do dia:
Procure conhecer os trabalhos do prof. Salvatore di Salvo – um mestre estelar.

Assuntos correlatos, na medida dos interesses: http://reengenhariahumana.blogspot.com


NAMASTÊ.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

MUITAS VIDAS - MUITOS AMORES

A compreensão de quem somos nós e o que fazemos aqui é a cura para muitas doenças evolutivas; dentre elas o apego.
Quantas doenças e desatinos em nós e nos outros causamos na tentativa de manter nossos companheiros da atual jornada sob o jugo dos pronomes possessivos: meu pai, minha mãe, minha esposa, meu marido, meu, meu.
Para nos formarmos no Planeta Escola chamado Terra necessitamos de muitas aulas, muitas vidas.
A evolução se faz necessariamente em grupo, somos cada um uma unidade que congrega outras unidades menores e compomos uma unidade maior que é a humanidade, e assim sucessivamente.
Desde remotas Eras por necessidade de preservação da vida o ser humano viu-se conduzido à necessidade de cooperação recíproca a fim de sobreviver às múltiplas dificuldades em que se via envolvido. A união das necessidades inspirou as soluções, para que muitos problemas fossem resolvidos em conjunto. Formaram-se os primeiros grupos através dos quais nasceram as ligações afetivas e, a defesa dos ainda dependentes, principiando a instituição das famílias e suas regras de funcionamento, através dos tempos e das culturas, até o tipo de família que predomina na atualidade.

Quantas aula/existências já tivemos aqui? 200? 300? 1000?
Quantos pais, mães, irmãos, filhos, amores já tivemos? Centenas? Milhares?
Quem estude o desenvolvimento e a evolução da Humanidade sob qualquer ângulo, seja segundo uma visão: Histórica, Antropológica ou até Mitológica (para quem ainda acredita em Adão e Eva), sabe que o primeiro e mais importante grupo social é a família, cujos participantes: moram na mesma “casa”, satisfazem suas necessidades biológicas fundamentais no interior do grupo, dependem da mesma fonte para o sustento econômico, a criação dos filhos, e o cuidado mútuo para a saúde. Ensinam e aprendem entre si. A interação entre os membros da família supera todas as outras em: freqüência, intensidade, emoções e sentimento.
Não é possível ter uma visão coerente do ser humano nem uma tecnologia social progressista e justa; aquele mundo melhor que todos sonham (mas que poucos fazem algo de concreto para que se torne realidade), sem conhecer a natureza dos grupos, especialmente o grupo familiar.

Para compreendermos a instituição família é preciso tentar responder a algumas perguntas:
Como, quando, e em que condições se formam as famílias?
Quais as condições mínimas necessárias para o seu desenvolvimento e funcionamento eficiente? Quais os fatores que provocam o declínio e a desintegração do grupo familiar? Como o grupo familiar influencia as atitudes, o comportamento, o pensamento, a motivação e o ajustamento dos indivíduos? O que determina que algumas famílias tenham uma influência importante em seus membros e outras exerçam uma influência pequena ou quase nula nos seus componentes? Quais os fatores sociais capazes de interferir no fortalecimento ou na desintegração dos grupos familiares? Qual a contribuição dos desajustes das relações de interação entre os membros de uma família? Qual a importância das relações familiares nas doenças de cada um dos componentes da família?

Como é impossível separar os problemas internos do indivíduo da sua relação com o meio, questões como estas precisam ser respondidas antes de compreendermos realmente a natureza das dificuldades pessoais de cada um e as dificuldades nas relações familiares.

Partindo do pressuposto que já fomos, somos e seremos, fica mais fácil achar um real sentido para a vida: a evolução, o progredir, um constante motivar-se para viver e criar algo novo e diferente, de forma voluntária, ativa, e participante.

Nossa reflexão de hoje:
Como explicar a tendência a aprisionarmos nossos amores atuais na camisa de força do apego?

O que fizemos com os outros amores de outras épocas?

Estão orbitando em torno de nós?

Conseguiram livrar-se do nosso jugo?

Namastê.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

NÓS E O ESTRESSE

Somos capazes de fazer abstrações, de criar uma vida imaginativa povoada de sonhos, desejos, medos, angústias...
Exatamente nesse ponto: na capacidade mal conduzida de imaginar, inventar e criar, está a raiz do problema do estresse crônico. Ele é uma ilusão mental/emocional individual e coletiva. Até aí, tudo bem; o perigo disso, reside no fato de que tudo que acontece no campo da energia pode se concretizar e se materializar nesta dimensão.
O estressado crônico logo começa a trazer para o corpo sua desarmonia na forma de distúrbios do metabolismo: aumento da produção de colesterol, concentração de gordura abaixo da linha da cintura. Alterações na produção dos hormônios, especialmente aqueles diretamente relacionados com o instinto de defesa da vida: adrenalina, acetil/colina, vasopressina, cortisol, serotonina, etc.

O número de situações de estresse real a que estamos submetidos no dia a dia é mínimo se, comparado com os episódios de estresse mental/emocional que nós mesmos inventamos e alimentamos.

Soa estranho ouvir que há um tipo de estresse útil e outro inútil; mas, é real. A natureza não dá ponto sem nó, a reação de estresse aguda (realidade) sempre é muito útil na evolução dos seres vivos: movimento, vibração, interação. Já o estresse crônico (ilusão), quase sempre é inútil e doentio.
Até é possível que, as razões ou o que motivou a situação de estresse crônico, tenham lá a sua utilidade pessoal ou até para o bem comum; mas isso é raro.

Várias são as situações habituais de estresse inútil e doentio; eis algumas:
Nos esgotamos ao tentarmos controlar a vida dos outros, ou tentando manipular os acontecimentos querendo bancar “deus”.
Orgulhosos e controladores pensam que apenas eles fazem as coisas bem feitas e trazem para si toda a responsabilidade de tarefas que podem e devem ser delegadas aos outros.
Os pouco competentes para assumir a existência passam a centralizar toda a sua vida apenas no trabalho profissional, esquecendo todas as outras tarefas. Viciam-se nele e se desesperam quando são descartados ou substituídos por outros.
Os escravos da rotina que aliena.
Os gulosos que querem tudo de uma vez.
Os crédulos que não gostam de pensar e, que se deixam escravizar por valores transitórios criados pela mídia que a cada dia cria novos objetos do desejo.
Os que imaginam que ao fazer a tarefa dos outros para tornar-lhes a vida muito cômoda, adquirem méritos que vão levá-los ao céu ou paraíso.
Os inseguros que tentam se afirmar a qualquer preço, através da valorização do ter, possuir, aparentar.

O estresse crônico é a materialização de um estilo de vida.
A marca registrada da “vida moderna” é o desejo e a capacidade de competir; como se estivéssemos disputando uma corrida.
Sobrepujar o outro quase se torna a razão de viver de muitos.

Reflexão:
Para que serve meu estresse?

Namastê.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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