Em toda e qualquer atividade mercantil há época de vacas gordas e de vacas magras a gosto do freguês.
Sob a ação de fatores idênticos, a mesma situação pode trazer carências e adversidades para uns e abundância para outros – uns ganham e outros perdem – mesmo que o bom senso diga que, se uns ganham e outros perdem; todos perdem; pois nas interações humanas a relação correta é de ganha – ganha.
O mercado da doença e da cura não poderia fugir á regra.
Nosso assunto de hoje é a respeito da crise ambiental que se avizinha e que vai afetar pesadamente a área da saúde nos próximos meses de outono, inverno e primavera. Quem diria; os distúrbios climáticos podem afetar de forma tão interessante o mercado da saúde.
Em virtude da ação do fenômeno climático “la niña” que se formou é provável que tenhamos um outono e inverno muito secos e com temperaturas que vão variar do oito ao oitenta em poucas horas a partir de abril. Isso vai ser o paraíso, especialmente, para as doenças como pneumonias, gripes, resfriados e crises de doenças alérgicas (asma, bronquite, rinite, sinusite, conjuntivites, dermatites, etc.) que vão orgulhosamente assumir ares de epidemia.
Nesse contexto quem vai lucrar são os laboratórios e todos os que vendem remédios (boa hora para lançar produtos voltados para as doenças da moda ou da estação; sejam velhos maquiados e turbinados ou novos produtos; está na moda os com apelo “natural”).
Os profissionais de saúde liberais e as organizações e corporações vão ter até dificuldade em atender a demanda (época de vacas gordas).
Os profissionais da saúde assalariados, tanto da rede privada quanto da pública, vão sair perdendo e muito – para atender a demanda eles vão precisar encurtar mais ainda o tempo de atendimento, o risco de agressão verbal e física aumenta demais em virtude da qualidade da educação da população – a vida profissional pode estar em risco, especialmente para os que trabalham em pronto atendimento; pois ás vezes quando pegam um caso inicial de pneumonia, por exemplo, nem Deus faz o diagnóstico “correto” no período de incubação da doença; para se resguardar medicam com o velho chavão de “cobrir tudo” e seja o que Deus quiser: antitérmico, antinflamatório, antibiótico, corticóides, xarope e outros sintomáticos – quando a postura correta seria observar e reavaliar em algumas horas – mas, isso é sonho quase impossível – os profissionais mais “maltratados” e desconsiderados pela população é a turma da linha de frente.
O seguro saúde é outra vítima dessa sazonalidade; mas perde apenas na parte financeira que sabem muito bem recuperar com suas artimanhas e mecanismos de defesa financeira.
A grande vítima:
Quem perde mais nessa ciranda é o doente; da saúde á dignidade e a paciência; quando não a própria existência.
A parte mais triste e hilária desse problema é que tudo poderia ser resolvido de forma simples e fácil (claro que com o concurso da boa vontade e do tempo) através da educação para a saúde ao invés da educação para a doença.
Sim; mais da metade das nossas doenças são aprendidas.
Há que se considerar também o lado ético e moral do problema.
A medicina não comporta o mercantilismo:
A cura real e definitiva não pode ser comprada ou vendida, é conquista.
Ela deve estar embasada no conhecimento que, é o conjunto de informações recebidas e assimiladas por cada indivíduo, além disso, é necessário checar as informações para adquirir consciência e, aprender a discernir para pô-las em prática.
Cabe ao paciente aprender a discernir entre o certo e o duvidoso nas informações médicas e principalmente das verdades científicas voltadas para o consumo que abundam na mídia da atualidade; a postura do doente será um fator de peso para eliminar o mercantilismo na área de saúde.
Prestem atenção ao que vem pela frente:
Salas de espera lotadas até não caber mais.
Horas e horas de espera permutando vírus e outros bichos.
Consultas fast food.
Vai faltar filme para “rao xis” de seios da face e do pulmão.
Saiba escolher o horário (se tiver disponível) para agendar sua consulta (médicos são seres normais e também estressados).
Mais dicas na seqüência do bate papo.
Atchim! Saúde! Nada. É gripe! Ou será alergia? Ou um mix disso tudo?
Amém...
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
CURA OU ESCRAVIDÃO?
Embora não seja um processo consciente a ciência da cura na vida contemporânea escraviza as pessoas sem curá-las de fato. A indústria do diagnóstico e a farmacêutica submeteu os profissionais á sua busca de lucros e ao mesmo tempo escravizou os doentes.
Não há interesse na cura definitiva quanto mais remédios as pessoas tomarem, melhor que seja de forma contínua, maior será a lucratividade; desde que os doentes não morram; pois seria matar a galinha dos ovos de ouro. O desafio dessa indústria: ajudar a adoecer, manter a doença e evitar que o doente morra.
No atual sistema:
O doente torna-se escravo.
Desejamos a saúde ou liberdade; mas ela se encontra á venda em comprimidos, cápsulas, xaropes; ela se origina do ato de pensar. É orientada pela responsabilidade, balizada pelo discernimento, depende do conhecimento reciclado e aplicado no cotidiano.
A vida nos quer livres e responsáveis conosco, com os que nos cercam e com o ambiente que nos rodeia e acolhe.
Terapeutas e pacientes precisam libertar-se uns dos outros.
É preciso cooperar e não depender; pois quem depende não é livre.
A tarefa é árdua pois a cultura da doença predomina; os pais ensinam os filhos a adoecerem e até premiam o ato da doença com excesso de atenção e cuidados, ás vezes exagerados.
Para que os doentes se libertem a reciclagem na educação é urgente.
Mas, já que o estrago está feito; porque não aprender com ele?
A oportunidade de aprender com a doença, com o sofrimento é ímpar; pois as indicações são claras e objetivas; o desequilíbrio emocional em tais momentos é que impede a observação e o raciocínio com a clareza necessária. Para não desperdiçar a lição embutida na doença é preciso observar e refletir e, para isso basta recolhimento interior. Quem não aprende com a doença permanece refém da indústria da cura, de seus conceitos e modismos.
Como fazer isso?
Quando na doença, na dificuldade a ser superada, no obstáculo a ser transposto, basta relembrarmos o que antecedeu à doença; os recados do inconsciente são claros e objetivos. Depois de treinar exaustivamente é fácil perceber o pensamento, sentimento, atitude inadequados ao momento. Raramente percebemos a necessidade de assim proceder; por isso os recados são repetidos e sempre acrescidos de algo mais após esgotado o ciclo de tempo para aprendizagem; são as recaídas de doenças ou de situações.
Adoecer é aprendizado, continuar doente é falta de inteligência::
Em sofrimento, ansiosamente queremos sair dele, preferencialmente pela via mágica e instantânea. Ausente a doença ou o sofrer, nós sofregamente buscamos “aproveitar a vida” e repetimos os erros de sempre. Idolatramos os vícios, exageramos nos compromissos fascinados pelo dinheiro, ambicionamos o destaque, o poder.
Aceitar a origem do sofrimento como decorrência das escolhas só da boca para fora.
Tentamos evitar de todas as formas aceitar a responsabilidade pela doença, pois isto acarreta crise de consciência que nos obriga á mudança, a reformar o “modo de viver”. Isso gera um tremendo conflito: não queremos sofrer mas também não queremos evitar o sofrimento. Tomemos por exemplo o fumante que, do alto de sua prepotência infantil (comportamento de criança em idade cronológica) dispara a poderosa arma do livre-arbítrio: “Fumo sim! Por que gosto! A vida é minha! Faço o que bem entender! Vou morrer mesmo! Tenho o direito de faze-lo do jeito que quiser e ninguém tem nada com isso! Conseqüências? É problema meu!” Aos sessenta ou setenta anos, isso se conseguir chegar até lá, estará curtindo seu enfisema, seu câncer de pulmão, ou qualquer outra decorrência do fumo. Então, pode pensar com seus botões: “Ah!, se eu não tivesse!” Tem início seu inferno de consciência ao começar a “curtir” a culpa.
A reflexão de hoje:
Sua doença está sob controle?
Os remédios ainda fazem efeito?
Quantos medicamentos toma ao dia?
São de uso contínuo?
É escravo dos remédios?
A quem interessa isso?
Continua em http://saudeoudoenca.blogspot.com
A ERA DOS MILAGRES ACABOU – VIVA A LIBERDADE.
Paz.
Não há interesse na cura definitiva quanto mais remédios as pessoas tomarem, melhor que seja de forma contínua, maior será a lucratividade; desde que os doentes não morram; pois seria matar a galinha dos ovos de ouro. O desafio dessa indústria: ajudar a adoecer, manter a doença e evitar que o doente morra.
No atual sistema:
O doente torna-se escravo.
Desejamos a saúde ou liberdade; mas ela se encontra á venda em comprimidos, cápsulas, xaropes; ela se origina do ato de pensar. É orientada pela responsabilidade, balizada pelo discernimento, depende do conhecimento reciclado e aplicado no cotidiano.
A vida nos quer livres e responsáveis conosco, com os que nos cercam e com o ambiente que nos rodeia e acolhe.
Terapeutas e pacientes precisam libertar-se uns dos outros.
É preciso cooperar e não depender; pois quem depende não é livre.
A tarefa é árdua pois a cultura da doença predomina; os pais ensinam os filhos a adoecerem e até premiam o ato da doença com excesso de atenção e cuidados, ás vezes exagerados.
Para que os doentes se libertem a reciclagem na educação é urgente.
Mas, já que o estrago está feito; porque não aprender com ele?
A oportunidade de aprender com a doença, com o sofrimento é ímpar; pois as indicações são claras e objetivas; o desequilíbrio emocional em tais momentos é que impede a observação e o raciocínio com a clareza necessária. Para não desperdiçar a lição embutida na doença é preciso observar e refletir e, para isso basta recolhimento interior. Quem não aprende com a doença permanece refém da indústria da cura, de seus conceitos e modismos.
Como fazer isso?
Quando na doença, na dificuldade a ser superada, no obstáculo a ser transposto, basta relembrarmos o que antecedeu à doença; os recados do inconsciente são claros e objetivos. Depois de treinar exaustivamente é fácil perceber o pensamento, sentimento, atitude inadequados ao momento. Raramente percebemos a necessidade de assim proceder; por isso os recados são repetidos e sempre acrescidos de algo mais após esgotado o ciclo de tempo para aprendizagem; são as recaídas de doenças ou de situações.
Adoecer é aprendizado, continuar doente é falta de inteligência::
Em sofrimento, ansiosamente queremos sair dele, preferencialmente pela via mágica e instantânea. Ausente a doença ou o sofrer, nós sofregamente buscamos “aproveitar a vida” e repetimos os erros de sempre. Idolatramos os vícios, exageramos nos compromissos fascinados pelo dinheiro, ambicionamos o destaque, o poder.
Aceitar a origem do sofrimento como decorrência das escolhas só da boca para fora.
Tentamos evitar de todas as formas aceitar a responsabilidade pela doença, pois isto acarreta crise de consciência que nos obriga á mudança, a reformar o “modo de viver”. Isso gera um tremendo conflito: não queremos sofrer mas também não queremos evitar o sofrimento. Tomemos por exemplo o fumante que, do alto de sua prepotência infantil (comportamento de criança em idade cronológica) dispara a poderosa arma do livre-arbítrio: “Fumo sim! Por que gosto! A vida é minha! Faço o que bem entender! Vou morrer mesmo! Tenho o direito de faze-lo do jeito que quiser e ninguém tem nada com isso! Conseqüências? É problema meu!” Aos sessenta ou setenta anos, isso se conseguir chegar até lá, estará curtindo seu enfisema, seu câncer de pulmão, ou qualquer outra decorrência do fumo. Então, pode pensar com seus botões: “Ah!, se eu não tivesse!” Tem início seu inferno de consciência ao começar a “curtir” a culpa.
A reflexão de hoje:
Sua doença está sob controle?
Os remédios ainda fazem efeito?
Quantos medicamentos toma ao dia?
São de uso contínuo?
É escravo dos remédios?
A quem interessa isso?
Continua em http://saudeoudoenca.blogspot.com
A ERA DOS MILAGRES ACABOU – VIVA A LIBERDADE.
Paz.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
FRENTE À DOR
Não prestamos a devida atenção ás coisas que acontecem na nossa vida. Somos ainda muito mais reação do que ação. Não estamos habituados a parar, para tentar compreender o real significado das ocorrências.
Exemplo, a fala e a escrita são meios disponíveis para a comunicação e para definir uma postura pessoal e coletiva frente às situações que se apresentam a cada novo momento; no entanto, estilo papagaio, nós usamos as palavras sem buscar conhecer seu real sentido e conteúdo, consequentemente, entendemos tudo errado, e sofremos as conseqüências disso....
Nosso assunto de hoje é dor, sofrer, sofrimento; embora possam se interpenetrar ou significar situações e sensações parecidas; os termos contém aspectos que as diferenciam, totalmente.
Para começar, o bate papo, vamos ao dicionário estudar o significado de cada uma das palavras:
Dor s.f (Do lat. dolor.) 1. Sofrimento físico ou moral; aflição, mágoa; dó. - 2. Sensação penosa desagradável causada por contusão, lesão ou estado anômalo do organismo ou parte dele. - 3.Angústia, amargura. - 4. Expressão do sofrimento. - 5. Luto...
Sofrer s.f (Do lat. sufferre.) (Conj. [5] 1. Ser afligido por; padecer. - 2. Suportar, tolerar. - 3. Admitir, permitir, consentir. - 4. Ser vítima de, passar por (algo danoso ou desagradável. - 5. P. ext. Experimentar, passar por...
Sofrimento s.m. 1. Dor física ou moral; padecimento, amargura, angústia, aflição. - 2. Desgraça, desastre, infortúnio. - 3. Paciência, resignação.
Para exemplificar: a dor física pode dar origem à sensação de sofrer; mas, uma não é a outra; embora possam confundir-se. No primeiro impacto de um acidente, por exemplo, nem sentimos dor, ela surge algum tempo depois, quando paramos para pensar e interpretar o ocorrido. Essa dor física, pode ser transformada em sofrer, isso, vai depender da interpretação... Imagine, uma situação comum: um trabalhador descuidado sofre um acidente de trabalho e tem um dedo decepado, na hora, nada sente; mas, logo a seguir, alguém diz: fulano você perdeu um dedo! Pronto, é o suficiente para desencadear um sofrimento atroz; ou não, depende do grau de valorização que o trabalhador dá ao seu trabalho; ou ao seu dedo, para uns, é o fim do mundo, já para outros, pode ser o passaporte para receber do Governo ou Sociedade sem trabalhar. Portanto: para uns, dói mais; para outros, dói menos; ás vezes durante um tempo até gera uma sensação de conforto como “coitadinho de mim”- a Vítima!
A diferença fisiológica é que dor física pode ser bloqueada com analgésicos e a sensação de sofrer ou dor moral, não; só passa com o uso da inteligência seguida da atitude de reparação...
A dor interpretada é que fabrica a sensação de sofrer; podemos afirmar que o culto ao sofrer é uma invenção humana com forte componente cultural e religioso, e que, sofrer é um estado de sentir-se e de aceitar ou experimentar.
Só o ser humano pode escolher como sentir-se...
(Essa não é uma frase de efeito, escreva isso em todos os lugares que possa ver; pois isso, pode determinar tua qualidade de vida)
Portanto, apenas o ser humano pode sofrer; ou deixar de sofrer
Escolher entre alegria e tristeza, sofrimento ou felicidade).
Outra dedução é que, a sensação de sofrer ou o sofrimento é outro paradoxo transformado em paradigma pela cultura.
A rigor pode-se afirmar que o ser humano talvez seja o único dos habitantes do planeta capaz de sofrer, de registrar essa sensação, de aumentá-la ou diminuí-la, e até, de livrar-se dela por vontade própria. Os outros animais dão a impressão de sentir a dor, mas não parece que não sofrem com ela nem por ela, nem pela dor alheia...
Então, sofrer é bom ou ruim? É sinal de atraso ou de evolução? - Depende...
É bom que se diga: passamos quase toda a existência tentando nos livrar dessa sensação. Mas; por outro lado, gostamos tanto dessa nossa criação, que ela nos acompanha em quase todos os momentos da nossa vida. Ela está tão incorporada em nós e, na nossa cultura que, desde muito pequenos, aprendemos a cultivar o sofrer com nossos pais e educadores. As pessoas até competem para ver quem sofre mais, qual o sofrer é maior. Nossas sensações de sofrimento passam até, a ser motivo de orgulho; o sofredor compulsivo estimulado por algumas crenças religiosas, acha-se um “herói” que vai para o céu através do sofrimento. Pode parecer piada, mas não é, grande parte das pessoas sofrem de neurose compulsiva pelo sofrimento. Somos um pouco masoquistas, alimentamos a sensação de sofrer. Quem duvidar desse fato, que, freqüente salas de espera de hospitais, pronto - socorro, consultórios para ouvir o tema das conversas das pessoas enquanto aguardam ser atendidos...
Porque abordar o assunto sofrer?
Como quase todas as pessoas que conheci, durante toda vida muito sofri e muito fiz sofrer. Conjuguei o verbo sofrer em todos os seus tempos: passado, presente, futuro, condicional...
Sofri por coisas concretas e também por coisas que apenas imaginei. Sofri por mim mesmo e por outras pessoas. Desde muito pequeno, muitas e muitas vezes, parei para pensar no sofrimento. Mas, confesso, só nos momentos em que sofria... Nessa hora, prometia a mim mesmo que, resolvida aquela situação nunca mais iria sofrer. E conseguia, por alguns minutos, horas, ou dias. Mas, breve a sensação de sofrer retornava.
Ao longo da minha “sofrida” vida, fui colecionando explicações: filosóficas, literárias, científicas, religiosas, populares. Confesso que, algumas delas preencheram os requisitos de entendimento, consolo e resolução. E até o trabalho me ajudou, pois como todo sofredor eu queria tanto acabar com ele, que me persegue, que a nossa briga, eu versus o sofrer acabou na escolha da medicina, cuja base de sustentação ainda é o sofrer humano (um paradoxo). Atuar como médico me põe cara a cara com esse inimigo, o sofrer, o tempo todo. Mas, como diz o ditado popular “Deus escreve certo por linhas tortas” nosso convívio diário facilitou-me estudar e compreender um pouco mais, esse inimigo: o sofrer. Ao questioná-lo, foi possível vê-lo e senti-lo com outros olhos, pois a medicina por estudar o sofrimento dos outros sem um envolvimento emocional tão marcante, pode proporcionar uma visão mais clara das origens do sofrer e, como atenuar ou resolver o problema; para quem estiver disposto a fazê-lo, é claro! Reciclei minha forma de encará-lo: penso hoje, que ele não é nem bom nem mau, apenas: necessário.
Qual a nossa intenção?
Tentar colocar o sofrimento no seu devido lugar. Nem mais nem menos, e contribuir para que nos capacitemos a transformar um inimigo num aliado, num professor, pois aprender com tudo e com todos é um dos motivos do existir. O sofrimento pode ser um mestre na arte de viver como um ser humano de fato, pois podemos usá-lo para fugir dele mesmo.
Paz e luz.
Exemplo, a fala e a escrita são meios disponíveis para a comunicação e para definir uma postura pessoal e coletiva frente às situações que se apresentam a cada novo momento; no entanto, estilo papagaio, nós usamos as palavras sem buscar conhecer seu real sentido e conteúdo, consequentemente, entendemos tudo errado, e sofremos as conseqüências disso....
Nosso assunto de hoje é dor, sofrer, sofrimento; embora possam se interpenetrar ou significar situações e sensações parecidas; os termos contém aspectos que as diferenciam, totalmente.
Para começar, o bate papo, vamos ao dicionário estudar o significado de cada uma das palavras:
Dor s.f (Do lat. dolor.) 1. Sofrimento físico ou moral; aflição, mágoa; dó. - 2. Sensação penosa desagradável causada por contusão, lesão ou estado anômalo do organismo ou parte dele. - 3.Angústia, amargura. - 4. Expressão do sofrimento. - 5. Luto...
Sofrer s.f (Do lat. sufferre.) (Conj. [5] 1. Ser afligido por; padecer. - 2. Suportar, tolerar. - 3. Admitir, permitir, consentir. - 4. Ser vítima de, passar por (algo danoso ou desagradável. - 5. P. ext. Experimentar, passar por...
Sofrimento s.m. 1. Dor física ou moral; padecimento, amargura, angústia, aflição. - 2. Desgraça, desastre, infortúnio. - 3. Paciência, resignação.
Para exemplificar: a dor física pode dar origem à sensação de sofrer; mas, uma não é a outra; embora possam confundir-se. No primeiro impacto de um acidente, por exemplo, nem sentimos dor, ela surge algum tempo depois, quando paramos para pensar e interpretar o ocorrido. Essa dor física, pode ser transformada em sofrer, isso, vai depender da interpretação... Imagine, uma situação comum: um trabalhador descuidado sofre um acidente de trabalho e tem um dedo decepado, na hora, nada sente; mas, logo a seguir, alguém diz: fulano você perdeu um dedo! Pronto, é o suficiente para desencadear um sofrimento atroz; ou não, depende do grau de valorização que o trabalhador dá ao seu trabalho; ou ao seu dedo, para uns, é o fim do mundo, já para outros, pode ser o passaporte para receber do Governo ou Sociedade sem trabalhar. Portanto: para uns, dói mais; para outros, dói menos; ás vezes durante um tempo até gera uma sensação de conforto como “coitadinho de mim”- a Vítima!
A diferença fisiológica é que dor física pode ser bloqueada com analgésicos e a sensação de sofrer ou dor moral, não; só passa com o uso da inteligência seguida da atitude de reparação...
A dor interpretada é que fabrica a sensação de sofrer; podemos afirmar que o culto ao sofrer é uma invenção humana com forte componente cultural e religioso, e que, sofrer é um estado de sentir-se e de aceitar ou experimentar.
Só o ser humano pode escolher como sentir-se...
(Essa não é uma frase de efeito, escreva isso em todos os lugares que possa ver; pois isso, pode determinar tua qualidade de vida)
Portanto, apenas o ser humano pode sofrer; ou deixar de sofrer
Escolher entre alegria e tristeza, sofrimento ou felicidade).
Outra dedução é que, a sensação de sofrer ou o sofrimento é outro paradoxo transformado em paradigma pela cultura.
A rigor pode-se afirmar que o ser humano talvez seja o único dos habitantes do planeta capaz de sofrer, de registrar essa sensação, de aumentá-la ou diminuí-la, e até, de livrar-se dela por vontade própria. Os outros animais dão a impressão de sentir a dor, mas não parece que não sofrem com ela nem por ela, nem pela dor alheia...
Então, sofrer é bom ou ruim? É sinal de atraso ou de evolução? - Depende...
É bom que se diga: passamos quase toda a existência tentando nos livrar dessa sensação. Mas; por outro lado, gostamos tanto dessa nossa criação, que ela nos acompanha em quase todos os momentos da nossa vida. Ela está tão incorporada em nós e, na nossa cultura que, desde muito pequenos, aprendemos a cultivar o sofrer com nossos pais e educadores. As pessoas até competem para ver quem sofre mais, qual o sofrer é maior. Nossas sensações de sofrimento passam até, a ser motivo de orgulho; o sofredor compulsivo estimulado por algumas crenças religiosas, acha-se um “herói” que vai para o céu através do sofrimento. Pode parecer piada, mas não é, grande parte das pessoas sofrem de neurose compulsiva pelo sofrimento. Somos um pouco masoquistas, alimentamos a sensação de sofrer. Quem duvidar desse fato, que, freqüente salas de espera de hospitais, pronto - socorro, consultórios para ouvir o tema das conversas das pessoas enquanto aguardam ser atendidos...
Porque abordar o assunto sofrer?
Como quase todas as pessoas que conheci, durante toda vida muito sofri e muito fiz sofrer. Conjuguei o verbo sofrer em todos os seus tempos: passado, presente, futuro, condicional...
Sofri por coisas concretas e também por coisas que apenas imaginei. Sofri por mim mesmo e por outras pessoas. Desde muito pequeno, muitas e muitas vezes, parei para pensar no sofrimento. Mas, confesso, só nos momentos em que sofria... Nessa hora, prometia a mim mesmo que, resolvida aquela situação nunca mais iria sofrer. E conseguia, por alguns minutos, horas, ou dias. Mas, breve a sensação de sofrer retornava.
Ao longo da minha “sofrida” vida, fui colecionando explicações: filosóficas, literárias, científicas, religiosas, populares. Confesso que, algumas delas preencheram os requisitos de entendimento, consolo e resolução. E até o trabalho me ajudou, pois como todo sofredor eu queria tanto acabar com ele, que me persegue, que a nossa briga, eu versus o sofrer acabou na escolha da medicina, cuja base de sustentação ainda é o sofrer humano (um paradoxo). Atuar como médico me põe cara a cara com esse inimigo, o sofrer, o tempo todo. Mas, como diz o ditado popular “Deus escreve certo por linhas tortas” nosso convívio diário facilitou-me estudar e compreender um pouco mais, esse inimigo: o sofrer. Ao questioná-lo, foi possível vê-lo e senti-lo com outros olhos, pois a medicina por estudar o sofrimento dos outros sem um envolvimento emocional tão marcante, pode proporcionar uma visão mais clara das origens do sofrer e, como atenuar ou resolver o problema; para quem estiver disposto a fazê-lo, é claro! Reciclei minha forma de encará-lo: penso hoje, que ele não é nem bom nem mau, apenas: necessário.
Qual a nossa intenção?
Tentar colocar o sofrimento no seu devido lugar. Nem mais nem menos, e contribuir para que nos capacitemos a transformar um inimigo num aliado, num professor, pois aprender com tudo e com todos é um dos motivos do existir. O sofrimento pode ser um mestre na arte de viver como um ser humano de fato, pois podemos usá-lo para fugir dele mesmo.
Paz e luz.
terça-feira, 12 de abril de 2011
ORIGEM DA NOSSA ÍNDOLE
Quantos desatinos e desastres existenciais poderiam ser evitados se os pais e a sociedade estudassem as crianças; com o intuito de ajudá-las a cumprir seu propósito de vida; seu projeto existencial.
Na proposta Divina a meta básica de todos nós é a evolução; porém em cada existência o projeto de vida de cada um é pessoal e intransferível; embora interdependente; é intransferível.
Somos a Mão de Deus atuando na vida uns dos outros.
Visto pela miopia da consciência ainda pouco desenvolvida; em certas situações a organização cósmica parece caótica; mas, no conjunto é genial, perfeita; representada pelo círculo.
Saímos de Deus e a Ele retornaremos sem nunca deixarmos de sê-lo.
Uma das nossas falas comuns é que o mal predomina – mas na realidade o mal em si não existe; ele é um pequeno bem. Quando praticamos o mal sobre outra pessoa; estamos atirando-a nos braços de Deus; pois na qualidade de seres com a consciência pouco desenvolvida usamos em demasia a experiência negativa e sofrida como forma de aprendizado, tentamos prejudicar e acabamos ajudando – mas o que fica registrado nos arquivos da nossa consciência é a intenção de ferir, prejudicar.
O mal em si nada mais é do que a tentativa de burlar as Leis Divinas; uma infantil tentativa de afrontar a Autoridade Paterna – tão comum entre nós no primeiro ciclo de cada existência.
Desde o glorioso momento da nossa criação nossa passagem por todas as etapas de aprendizado nos vários reinos da natureza está registrada.
Na trajetória de aprendizado de nossa alma há um momento solene: o pensamento contínuo capaz de fazer escolhas, matriz do livre arbítrio.
Desse ponto em diante é que nos interessa.
De forma simplificada vamos chamar de índole o conjunto de nossas tendências e predisposições na forma de pensar, sentir e agir que se evidenciam desde o re-nascimento.
Quando predominam as boas tendências dizemos que aquela criatura é de boa índole; quando as más tendências superam as boas dizemos que a pessoa é de má índole.
Conforme colocamos no livro: A Reforma Íntima Começa no Berço – Se os pais já em condição de participar ativamente do Projeto de Vida dos filhos desejassem; a transformação do planeta andaria a passos mais largos. Desastres como esse da semana passada e, dos próximos que virão em progressão geométrica, com a ajuda da maledicência propagada pela mídia que nos chocou podem ser evitados.
Estudemos nossos filhos – o propósito de vida de cada um deles está escancarado para quem se interessar em ler e participar de forma ativa, consciente. Fechar os olhos, sustentar-se em desculpas e justificativas é o caminho do desastre que se anuncia para muitas pessoas, famílias, grupos; não para a humanidade como um todo.
Para a execução de nosso projeto existencial ou propósito de vida; trazemos Talentos ou recursos já desenvolvidos em outras aulas; e que estão á nossa disposição se os quisermos usar. Ajudemos as crianças a perceberem seus recursos já desenvolvidos e outras existências para que possam usá-los com eficiência nesta.
Trazemos algumas ausências de Talentos e lições Cármicas que representam as áreas onde temos fraquezas; que devem ser trabalhadas nesta existência. Essa é a prioridade.
Estamos numa escola e não numa colônia de férias; daí nos defrontarmos a maior parte do tempo com o que nos falta – mas, na qualidade de alunos rebeldes e com alergia a responsabilidade, que é progressiva; nós rotulamos as lições a serem aprendidas e os desafios a serem superados como perdas, sofrimento, dor.
Se na qualidade de mentor, monitor encarnado (família) estás ás voltas com criaturas “difíceis” não as rotules de pessoas problema – ao contrário alegre-te, festeja – pois, a vida nos traz exatamente as lições que somos capazes de resolver e aprender. Tal e qual na escola: para aluno de primeiro ano: matéria de primeiro ano – para aluno de terceiro ano: matéria de terceiro ano.
Quanto mais complexas sejam as pessoas com que a vida nos premiou para o aprimoramento de nós mesmos; maiores serão nossas capacidades e talentos já disponíveis – Se isso não for motivo de alegria...
A Didática Divina emociona; pois todos nós; não importa em que situação de desenvolvimento da consciência nos encontremos, temos o material pedagógico á disposição: a leitura do cotidiano, a capacidade de pensar e a liberdade de fazê-lo.
Para alunos mais aplicados e monitores mais conscientes e avançados; inúmeros recursos podem ser usados para estudarmos a índole, o projeto ou propósito de vida; tanto nosso quanto de nossas crianças:
Mapa Numerológico e Mapa Astral bem feitos; Estudo de Apometria confiável; Hipnose com regressão executado por pessoas merecedoras de confiança.
Claro que nada deve ser levado ao pé da letra como fazemos com as interpretações religiosas; todos esses recursos são complementares e devem obrigatoriamente passar pelo crivo da inteligência crítica.
O que predomina na minha índole?
Se faço vistas grossas a muitas posturas – Como evitar que faça o mesmo com relação ás das almas que aceitei como condutor?
A índole não se herda nem as tendências desaparecem apenas com o passar dos anos; é preciso muito esforço e o concurso do tempo.
Toda atenção é pouca; pois a índole de nossas crianças tanto pode ser alterada para melhor ou a parte negativa pode ser potencializada.
O resultado final vai para nosso currículo espiritual.
Boa aula.
Na proposta Divina a meta básica de todos nós é a evolução; porém em cada existência o projeto de vida de cada um é pessoal e intransferível; embora interdependente; é intransferível.
Somos a Mão de Deus atuando na vida uns dos outros.
Visto pela miopia da consciência ainda pouco desenvolvida; em certas situações a organização cósmica parece caótica; mas, no conjunto é genial, perfeita; representada pelo círculo.
Saímos de Deus e a Ele retornaremos sem nunca deixarmos de sê-lo.
Uma das nossas falas comuns é que o mal predomina – mas na realidade o mal em si não existe; ele é um pequeno bem. Quando praticamos o mal sobre outra pessoa; estamos atirando-a nos braços de Deus; pois na qualidade de seres com a consciência pouco desenvolvida usamos em demasia a experiência negativa e sofrida como forma de aprendizado, tentamos prejudicar e acabamos ajudando – mas o que fica registrado nos arquivos da nossa consciência é a intenção de ferir, prejudicar.
O mal em si nada mais é do que a tentativa de burlar as Leis Divinas; uma infantil tentativa de afrontar a Autoridade Paterna – tão comum entre nós no primeiro ciclo de cada existência.
Desde o glorioso momento da nossa criação nossa passagem por todas as etapas de aprendizado nos vários reinos da natureza está registrada.
Na trajetória de aprendizado de nossa alma há um momento solene: o pensamento contínuo capaz de fazer escolhas, matriz do livre arbítrio.
Desse ponto em diante é que nos interessa.
De forma simplificada vamos chamar de índole o conjunto de nossas tendências e predisposições na forma de pensar, sentir e agir que se evidenciam desde o re-nascimento.
Quando predominam as boas tendências dizemos que aquela criatura é de boa índole; quando as más tendências superam as boas dizemos que a pessoa é de má índole.
Conforme colocamos no livro: A Reforma Íntima Começa no Berço – Se os pais já em condição de participar ativamente do Projeto de Vida dos filhos desejassem; a transformação do planeta andaria a passos mais largos. Desastres como esse da semana passada e, dos próximos que virão em progressão geométrica, com a ajuda da maledicência propagada pela mídia que nos chocou podem ser evitados.
Estudemos nossos filhos – o propósito de vida de cada um deles está escancarado para quem se interessar em ler e participar de forma ativa, consciente. Fechar os olhos, sustentar-se em desculpas e justificativas é o caminho do desastre que se anuncia para muitas pessoas, famílias, grupos; não para a humanidade como um todo.
Para a execução de nosso projeto existencial ou propósito de vida; trazemos Talentos ou recursos já desenvolvidos em outras aulas; e que estão á nossa disposição se os quisermos usar. Ajudemos as crianças a perceberem seus recursos já desenvolvidos e outras existências para que possam usá-los com eficiência nesta.
Trazemos algumas ausências de Talentos e lições Cármicas que representam as áreas onde temos fraquezas; que devem ser trabalhadas nesta existência. Essa é a prioridade.
Estamos numa escola e não numa colônia de férias; daí nos defrontarmos a maior parte do tempo com o que nos falta – mas, na qualidade de alunos rebeldes e com alergia a responsabilidade, que é progressiva; nós rotulamos as lições a serem aprendidas e os desafios a serem superados como perdas, sofrimento, dor.
Se na qualidade de mentor, monitor encarnado (família) estás ás voltas com criaturas “difíceis” não as rotules de pessoas problema – ao contrário alegre-te, festeja – pois, a vida nos traz exatamente as lições que somos capazes de resolver e aprender. Tal e qual na escola: para aluno de primeiro ano: matéria de primeiro ano – para aluno de terceiro ano: matéria de terceiro ano.
Quanto mais complexas sejam as pessoas com que a vida nos premiou para o aprimoramento de nós mesmos; maiores serão nossas capacidades e talentos já disponíveis – Se isso não for motivo de alegria...
A Didática Divina emociona; pois todos nós; não importa em que situação de desenvolvimento da consciência nos encontremos, temos o material pedagógico á disposição: a leitura do cotidiano, a capacidade de pensar e a liberdade de fazê-lo.
Para alunos mais aplicados e monitores mais conscientes e avançados; inúmeros recursos podem ser usados para estudarmos a índole, o projeto ou propósito de vida; tanto nosso quanto de nossas crianças:
Mapa Numerológico e Mapa Astral bem feitos; Estudo de Apometria confiável; Hipnose com regressão executado por pessoas merecedoras de confiança.
Claro que nada deve ser levado ao pé da letra como fazemos com as interpretações religiosas; todos esses recursos são complementares e devem obrigatoriamente passar pelo crivo da inteligência crítica.
O que predomina na minha índole?
Se faço vistas grossas a muitas posturas – Como evitar que faça o mesmo com relação ás das almas que aceitei como condutor?
A índole não se herda nem as tendências desaparecem apenas com o passar dos anos; é preciso muito esforço e o concurso do tempo.
Toda atenção é pouca; pois a índole de nossas crianças tanto pode ser alterada para melhor ou a parte negativa pode ser potencializada.
O resultado final vai para nosso currículo espiritual.
Boa aula.
domingo, 10 de abril de 2011
O QUE SE ESPERA DA MODERNA MEDICINA
Qual a razão de nos defrontamos todos os dias com pessoas vivas e objetivadas embora portadoras de doenças graves, convivendo lado a lado com depressivos ou angustiados com simples eczemas ou pequenas frustrações?
Será que progresso científico, por si só é evolução?
A ciência vista como tecnologia nunca alcançou tanta velocidade de aquisições; mas por outro lado, nunca antes, ao mesmo tempo, houve tantos angustiados e doentes quanto hoje; então, é possível concluir que: tecnologia e conforto não geram por si só qualidade de vida; e muito menos respondem á questão crucial quando se trata de compreender o possível sentido da nossa vida.
A medicina não deve intervir apenas na condição de saúde do doente; tem o dever de proporcionar um auto - encontro que torne possível identificar as causas reais dos distúrbios e ajude na busca de soluções próprias; pois o ser humano é único.
Da forma como é feito hoje, o doente apenas executa um pensamento de outrem; sob pressão do medo da morte ou da perda da qualidade de vida; pouco se entrelaçam paciente e médico nas responsabilidades da busca da cura, o doente costuma entregar as decisões “nas mãos dos médicos”; e sua individualidade pouco cresce e a do profissional também; no mundo consumista pior ainda; pois a responsabilidade foi repassada para o seguro saúde.
Para alcançar a cura definitiva preciso compartilhar, dividir as responsabilidades da cura.
O paciente precisa ser ajudado a perceber com clareza e simplicidade; que a estruturação da sua condição psicológica, estabelece no corpo uma freqüência vibratória capaz de desvirtuar o funcionamento normal.
Sinalizar que virtude e crime, trabalho e ociosidade, verdade e simulação, boa vontade e indiferença, geram vibrações diferentes com capacidades distintas de adoecer ou de levar á cura, é essencial, trata-se de educar, de fato, para a saúde.
É preciso mostrar a necessidade de buscar conhecimento e desenvolver vontade para conseguir a cura definitiva através da mudança de atitudes.
Um objeto, um vegetal, um animal não pode remodelar-se a si mesmo, mas é possível a uma pessoa mudar ativamente a sua condição física, mudando a estruturação psicológica.
A tarefa promete ser longa, pois:
De que forma transmitir conceitos mais verdadeiros sobre o assunto a pessoas que ainda pensam serem capazes de comprar saúde?
A resistência é enorme; pois quando trombamos com verdades que nos obrigam a mudanças, costumamos nos esconder atrás de desculpas e de justificativas; e logo acionamos os mecanismos de defesa das nossas fixações mentais. Por exemplo: o glutão rejeita toda conceituação sobre o vício alimentar; o preguiçoso não aceita que é vítima de si mesmo; o caluniador sente-se um justiceiro...
Nesse contexto de paradoxos; apenas uma coisa é verdadeira e real:
Há muito que fazer ainda na tarefa de humanizar a medicina.
Leia em http://saudeoudoenca.blogspot.com
O MÉDICO COMO INDUTOR DE REFORMA ÍNTIMA
Paz e luz.
Será que progresso científico, por si só é evolução?
A ciência vista como tecnologia nunca alcançou tanta velocidade de aquisições; mas por outro lado, nunca antes, ao mesmo tempo, houve tantos angustiados e doentes quanto hoje; então, é possível concluir que: tecnologia e conforto não geram por si só qualidade de vida; e muito menos respondem á questão crucial quando se trata de compreender o possível sentido da nossa vida.
A medicina não deve intervir apenas na condição de saúde do doente; tem o dever de proporcionar um auto - encontro que torne possível identificar as causas reais dos distúrbios e ajude na busca de soluções próprias; pois o ser humano é único.
Da forma como é feito hoje, o doente apenas executa um pensamento de outrem; sob pressão do medo da morte ou da perda da qualidade de vida; pouco se entrelaçam paciente e médico nas responsabilidades da busca da cura, o doente costuma entregar as decisões “nas mãos dos médicos”; e sua individualidade pouco cresce e a do profissional também; no mundo consumista pior ainda; pois a responsabilidade foi repassada para o seguro saúde.
Para alcançar a cura definitiva preciso compartilhar, dividir as responsabilidades da cura.
O paciente precisa ser ajudado a perceber com clareza e simplicidade; que a estruturação da sua condição psicológica, estabelece no corpo uma freqüência vibratória capaz de desvirtuar o funcionamento normal.
Sinalizar que virtude e crime, trabalho e ociosidade, verdade e simulação, boa vontade e indiferença, geram vibrações diferentes com capacidades distintas de adoecer ou de levar á cura, é essencial, trata-se de educar, de fato, para a saúde.
É preciso mostrar a necessidade de buscar conhecimento e desenvolver vontade para conseguir a cura definitiva através da mudança de atitudes.
Um objeto, um vegetal, um animal não pode remodelar-se a si mesmo, mas é possível a uma pessoa mudar ativamente a sua condição física, mudando a estruturação psicológica.
A tarefa promete ser longa, pois:
De que forma transmitir conceitos mais verdadeiros sobre o assunto a pessoas que ainda pensam serem capazes de comprar saúde?
A resistência é enorme; pois quando trombamos com verdades que nos obrigam a mudanças, costumamos nos esconder atrás de desculpas e de justificativas; e logo acionamos os mecanismos de defesa das nossas fixações mentais. Por exemplo: o glutão rejeita toda conceituação sobre o vício alimentar; o preguiçoso não aceita que é vítima de si mesmo; o caluniador sente-se um justiceiro...
Nesse contexto de paradoxos; apenas uma coisa é verdadeira e real:
Há muito que fazer ainda na tarefa de humanizar a medicina.
Leia em http://saudeoudoenca.blogspot.com
O MÉDICO COMO INDUTOR DE REFORMA ÍNTIMA
Paz e luz.
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