No planeta dos contrastes; enquanto algumas pessoas estão com medo de passar fome ou de morrer dela; não ter o que comer; outras estão sofrendo de excesso de comida e tentando afugentar o apetite – vale tudo, desde auto – sugestão a uso de drogas anorexígenas – o que, para os que não tem o que comer soa a usar alucinógeno.
“Fome” não é o nome de um cãozinho daqueles que não dão sossego; carentes tipo “carniça”. Passa Fome! Não é apenas para espantá-lo; é um problema pessoal, familiar e social relativamente grave.
Vem a calhar a discussão entre algumas áreas da medicina e a ANVISA a respeito da limitação e até proibição de algumas drogas usadas como: Passa fome! Ou inibidoras de apetite.
O problema parece complicado; mas apenas no que se refere a acomodar interesses; tanto de algumas áreas da terapêutica que ficarão “engessadas” sem a disponibilidade do uso dessas drogas; quanto da indústria; e até mesmo dos pacientes que não estão nem aí para a possibilidade de graves efeitos colaterais irreversíveis; desde que emagreçam já.
Um dos problemas é que essas drogas: Passa Fome! Viraram drogas de uso “contínuo” até como “preventivo” de sobrepeso. Solução definitiva via mudança de hábitos; nem pensar.
A evolução da ciência e da tecnologia conduziu-nos a um momento crítico que está a exigir de todas as pessoas alguns questionamentos. Dentre eles: a preservação da saúde; o tratamento das doenças; a cura; a interação das pessoas com o meio ambiente e a relação de tudo isso com os critérios de alimentação em uso.
É lógico e natural que devemos comer para viver mais e com melhor padrão de qualidade. Então, o que nos leva a usar o alimento como uma espécie de arma contra nós mesmos?
Geração após geração, as pessoas vem usando o alimento para deteriorar a saúde e até acelerar a chegada da morte.
Antes, esse tipo de atitude era justificado pela pequena capacidade de discernir da maioria. Hoje a justificativa é jogada no estilo de vida acelerado que adotamos, (alguns chamam de moderno), que não nos dá tempo para pensar nessas coisas importantes; e que não preconiza os cuidados mais adequados com o corpo, senão quanto às aparências.
Embora a estória tragicômica do Passa Fome! Seja recente, esse distúrbio é antigo – somos os únicos animais capazes de comer sem ter fome.
Comemos motivados pelo prazer sensitivo, gula, ansiedade; hoje turbinada com anorexígenos.
Desde a antigüidade, a coisa não mudou muito, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois e até antecedendo a comidinha de todo dia. Antes da Era da Ansiedade; esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje; temos que neutralizar os venenos usados tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados. Devemos esse novo fator de complicação à chamada modernização da agricultura. Na vontade de aumentar a produtividade cada vez mais, para alimentar um número cada vez maior de pessoas, está embutida a idéia de apressar tudo: engordar os bichos o mais rápido possível, forçar o desenvolvimento das plantas com adubos químicos, matar as pragas vegetais e parasitas com venenos. A idéia em si até que não é má; no entanto, um pequeno detalhe foi esquecido: nó os humanos.
Além de não resolver o problema; ainda criamos a miséria envenenada. E a maluquice das maluquices, o uso do Passa Fome! Como complemento alimentar.
Em todos os lugares vemos projetos e slogans para acabar com a fome no mundo. Não darão certo enquanto não houver educação baseada em valores cósmicos. Um perigo sapiens sapiens: daqui a pouco um maluco pode resolver o problema da fome no mundo dando Passa Fome! Para os milhões que não tem o que comer.
Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos: a resolução dos problemas do ser humano sempre envolve aspectos éticos (isso o caracteriza). Se não houvesse tantas pessoas que vivem às custas de atravessar a distribuição dos alimentos. Se o desperdício na comercialização fosse diminuído. E, se cada pessoa comesse apenas o necessário, sobraria alimentos para todos, até mais do que o suficiente; e sem deteriorar o meio ambiente.
No fundo de todas essas buscas, o desejo real não é resolver o problema da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro nem que seja apenas com Mata Fome.
Isso não é nada engraçado; cuidado com a saída clássica: Não é problema meu! Pois quem paga a conta são os que tentam se cuidar. As vítimas do Passa Fome! que tendem a aumentar cada vez mais com a ajuda da Ansiedade e do Estresse Crônico, serão bancadas pela sociedade; tanto para tratamentos de seqüelas orgânicas; quanto para os afastamentos da atividade produtiva motivada pelas doenças psiquiátricas.
Enquanto isso; a gente vai levando... essa vida.
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terça-feira, 1 de março de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
CANSAÇO MENTAL - "ORA QUE MELHORA"
CANSAÇO MENTAL - ORA QUE MELHORA
Só percebemos o que nos interessa – mas essa percepção nem sempre é consciente. Muito mais vezes do que seria adequado o Foco da Atenção é posicionado pelo subconsciente; programação antiga da nossa alma; nem sempre adequada.
Nossos interesses subconscientes nem sempre são muito claros; costumam ser vagos, desordenados e até conflitantes – causa maior do mecanismo da auto-sabotagem.
Desperdiçamos muita energia mental quando vivemos sem foco definido ou num processo de espera; pior quando a expectativa é de acontecimentos negativos.
Nessas ocasiões, o foco da atenção ainda não se acha presente; provavelmente nunca surgirá de forma concreta; mas a energia psíquica foi gasta; desperdiçada.
Na atualidade estamos submetidos a uma enxurrada de informações, contra-informações, desejos de outrem misturados aos nossos antigos e novos.
A cada dia torna-se mais difícil manter a tenacidade do Foco da Atenção; essa sim, realizadora amplificando a consciência.
Em certo sentido podemos chamar a tenacidade de Fé.
Ela é a propriedade de manter a Atenção orientada de modo permanente e coerente em determinado sentido.
Para que desenvolvamos a tenacidade é preciso vigilância.
Que é a possibilidade de desviar a Atenção para um novo objeto, especialmente para um estímulo do meio exterior.
No sentido que lhe queremos dar a vigilância é a inteligência em atividade para que a escolha do Foco da Atenção seja no Bem que ilumina, energiza a mente, equilibra as emoções e os sentimentos.
Como fator capaz de manter uma linha de conduta dentro das Leis Divinas, agregando tenacidade e vigilância nós podemos lançar mão do recurso da meditação e da oração; até que consigamos executar nossas tarefas diárias em estado de paz e alegria constante.
Sem uma diretriz de vida escolhida; essas duas qualidades da Atenção comportam-se, geralmente, de maneira antagônica, ou seja, quanto mais tenacidade sobre um determinado objeto está se dedicando, menos vigilante estamos em relação a eventuais estímulos a serem apreendidos.
Na construção de nós mesmos o alicerce é o conhecimento de quem somos nós e o que fazemos aqui. Daí surge a diretriz capaz de alinhar tenacidade e vigilância conforme nos pediu Mestre Jesus quando nos exortou a vigiar e orar; pois manter o Foco da Atenção nesta vida cada vez mais agitada e rápida é tarefa cada vez mais difícil.
Quando sabemos quem somos e o que queremos como destino, nós economizamos energia psíquica. Evitando que a ansiedade e o medo tomem conta da nossa tela mental.
A aceleração do momento nos traz descobertas interessantes a respeito das colocações de Jesus e outros Mestres.
Praticar o Evangelho, por exemplo, sempre nos pareceu algo para usufruir os frutos da prática; depois do desencarne; hoje damos de cara com a Verdade que nos libertará: É preciso praticar o Evangelho para continuar encarnado e para manter a sanidade do corpo físico e a integridade, mental, emocional e afetiva.
Viver em grupo e com auxílio já está complicado; a sós conosco mesmo; e com o comando do subconsciente vai tornar a vida insuportável.
Costumo perguntar a meus pacientes:
Acredita em algo?
Possui uma religião?
Pratique-a.
Exercite sua fé.
Isso pode ser muito importante no seu processo de cura.
Namastê.
Só percebemos o que nos interessa – mas essa percepção nem sempre é consciente. Muito mais vezes do que seria adequado o Foco da Atenção é posicionado pelo subconsciente; programação antiga da nossa alma; nem sempre adequada.
Nossos interesses subconscientes nem sempre são muito claros; costumam ser vagos, desordenados e até conflitantes – causa maior do mecanismo da auto-sabotagem.
Desperdiçamos muita energia mental quando vivemos sem foco definido ou num processo de espera; pior quando a expectativa é de acontecimentos negativos.
Nessas ocasiões, o foco da atenção ainda não se acha presente; provavelmente nunca surgirá de forma concreta; mas a energia psíquica foi gasta; desperdiçada.
Na atualidade estamos submetidos a uma enxurrada de informações, contra-informações, desejos de outrem misturados aos nossos antigos e novos.
A cada dia torna-se mais difícil manter a tenacidade do Foco da Atenção; essa sim, realizadora amplificando a consciência.
Em certo sentido podemos chamar a tenacidade de Fé.
Ela é a propriedade de manter a Atenção orientada de modo permanente e coerente em determinado sentido.
Para que desenvolvamos a tenacidade é preciso vigilância.
Que é a possibilidade de desviar a Atenção para um novo objeto, especialmente para um estímulo do meio exterior.
No sentido que lhe queremos dar a vigilância é a inteligência em atividade para que a escolha do Foco da Atenção seja no Bem que ilumina, energiza a mente, equilibra as emoções e os sentimentos.
Como fator capaz de manter uma linha de conduta dentro das Leis Divinas, agregando tenacidade e vigilância nós podemos lançar mão do recurso da meditação e da oração; até que consigamos executar nossas tarefas diárias em estado de paz e alegria constante.
Sem uma diretriz de vida escolhida; essas duas qualidades da Atenção comportam-se, geralmente, de maneira antagônica, ou seja, quanto mais tenacidade sobre um determinado objeto está se dedicando, menos vigilante estamos em relação a eventuais estímulos a serem apreendidos.
Na construção de nós mesmos o alicerce é o conhecimento de quem somos nós e o que fazemos aqui. Daí surge a diretriz capaz de alinhar tenacidade e vigilância conforme nos pediu Mestre Jesus quando nos exortou a vigiar e orar; pois manter o Foco da Atenção nesta vida cada vez mais agitada e rápida é tarefa cada vez mais difícil.
Quando sabemos quem somos e o que queremos como destino, nós economizamos energia psíquica. Evitando que a ansiedade e o medo tomem conta da nossa tela mental.
A aceleração do momento nos traz descobertas interessantes a respeito das colocações de Jesus e outros Mestres.
Praticar o Evangelho, por exemplo, sempre nos pareceu algo para usufruir os frutos da prática; depois do desencarne; hoje damos de cara com a Verdade que nos libertará: É preciso praticar o Evangelho para continuar encarnado e para manter a sanidade do corpo físico e a integridade, mental, emocional e afetiva.
Viver em grupo e com auxílio já está complicado; a sós conosco mesmo; e com o comando do subconsciente vai tornar a vida insuportável.
Costumo perguntar a meus pacientes:
Acredita em algo?
Possui uma religião?
Pratique-a.
Exercite sua fé.
Isso pode ser muito importante no seu processo de cura.
Namastê.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
ONDE ANDAM OS ANTIGOS CAPETINHAS?
Bem vindos novos tempos; o mundo está cada vez melhor; embora ás vezes pareça que não – Hoje os antigos capetinhas atendem sob novo rótulo; não mais são chamados de seres mal educados e sem berço: Hoje sofrem de DDAH – eles; e os em torno; pois estamos longe da perfeição; apenas mudar o rótulo não reduz o sofrimento de quem sofre desse distúrbio; embora o alivie, pois adquiriu o status de doença; o que na nossa cultura traz ganhos secundários.
O diagnóstico saiu das aprontadas, das coisas quebradas, dos estouvamentos; para as salas dos consultórios dos especialistas em rotular antigos capetinhas.
Exceto pelos constantes desastres das confusões; raladas; olhos roxos; coisas e até ossos quebrados - o diagnóstico do problema é sempre clínico e raramente essas crianças são portadoras de outras lesões ou distúrbios que podem acompanhar o quadro. Embora, muitos costumem apresentar alterações na coordenação motora e inadequação espaço/temporal.
Na pressa da vida moderna: Ritalina neles.
Nada do antigo esconder tudo (até as crianças) que o fulano vem aí – Hoje o diagnóstico deve ser cuidadoso e criterioso, uma vez que vários conflitos circunstanciais podem se manifestar através de comportamentos semelhantes (lares ou ambientes caóticos, desorganizados e conflituosos). É fundamental constatar-se esse padrão de comportamento por um período de seis meses, em ambientes diferentes. O diagnóstico diferencial sempre deve ser feito com a ajuda de um neurologista – quem sabe para botar o bichinho numa camisa de força química; se for preciso...
Critérios ATUAIS para diagnósticos de Transtornos de Déficit de Atenção-Hiperatividade.
Relacionados à Desatenção
Se seis ou mais sintomas de desatenção persistirem por pelo menos seis meses, pode-se caracterizar a criança como portadora do distúrbio (Como ex-capetinha light; não sou muito chegado em protocolos que trocam seis por meia dúzia – daí, inseri comentários na maioria deles).
São eles:
• Falta de atenção a detalhes ou erros freqüentes; por descuido em atividades escolares de trabalho ou outras atividades; em especial se o capetinha for portador do distúrbio da inteligência meio azulada acima da média; dá para ir levando bem.
• Dificuldade para manter a atenção em tarefas ou brincadeiras chatas e sem sentido (antigos capetinhas não conseguem nem por milagre assistir TV mais do que alguns minutos).
• Dificuldade para escutar quando lhe dirigem a palavra sem clareza e conteúdo – quando adultos e do sexo masculino correm o risco de sofrer a ação da Lei Maria da Penha.
• Dificuldade para seguir instruções e para terminar tarefas escolares ou domésticas desinteressantes.
• Dificuldade para organizar-se em tarefas ou atividades que não sejam prazerosas.
• Relutância em envolver-se nas tarefas (malditas tarefas) que exigem esforço mental constante sem a contrapartida do interesse do momento.
• Perda freqüente de objetos necessários à realização de tarefas ou atividades desinteressantes, inúteis e até chatas.
• Distração fácil por estímulos alheios à tarefa inútil ou á falta de coerência e inteligência – nem todos – alguns são DDAH de verdade.
• Esquecimento freqüente de atividades diárias que não sejam prazerosas. Qual o nome? – Já fez aquela inútil lição de casa?
Para distinguir quem é capetinha de quem é Monstrinho precisando de camisas de força sociais:
Problemas relacionados à Hiperatividade/Impulsividade.
A persistência de pelo menos seis (?) sintomas por mais de seis meses (?) também ajuda a caracterizar a criatura portadora do distúrbio.
Os tais sintomas dos capetinhas que deverão se tornar santarrões ou normais; são:
Hiperatividade.
• Agitação freqüente de mãos e pés, com dificuldade para se aquietar na cadeira; comendo; em sala de aula ou em situações nas quais se espera que permaneça sentada.
• Inquietude extrema; o “ser” faz tudo com pressa, correndo; sem avaliar as conseqüências – nada a ver com a sociedade atual.
• Falar demais – Não; esse não é um identificador do sexo do DDAH.
• Correr ou escalar objetos com freqüência, em situações nas quais isso não é apropriado; nada a ver com a atual síndrome do Homem Aranha aprendida na TV.
• Dificuldade para brincar ou se envolver em silêncio em atividades de lazer.
Estar hiperativo é menos problema do que estar impulsivo.
Impulsividade.
• Respostas precipitadas, emitidas antes de terminada a pergunta.
• Interrupção habitual dos assuntos dos outros (por exemplo conversas ou brincadeiras) ou ainda intromissão freqüente nos mesmos.
• Dificuldade para aguardar sua vez – (coisa rara na atividade cotidiana da atualidade – rssss).
Espero que os antigos capetinhas estejam mais confortáveis sob o rótulo de DDAH e não se sintam tão hostilizados como antigamente.
Talvez até mesmo alguns dos antigos “monstrinhos” foram capazes de enquadrar-se no sistema e tornaram-se pessoas “normais”.
Quem disse que rótulos não servem para nada?
O produto pode continuar o mesmo; mas a embalagem melhorou muito. Hoje o antigo capetinha e até os antigos monstrinhos podem dizer com certo orgulho: Sou um DDAH!
Cuidado para não usar esse rótulo como álibi...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
PAROU - MORREU
Trafegando pela vida nós parecemos carros velhos e desregulados – nos momentos de parada é preciso ficar pisando no acelerador para o motor não morrer; brecou, morreu... E toca a empurrar; muita gente só pega no tranco; causando e dando trabalho para os outros.
Existimos sob a tutela das Leis Cósmicas de todos os tipos; das da Física ás Éticas. Uma das que está “causando” entre nós; é a Lei da Inércia.
Expansão e retração, dia e noite, inspiração e expiração, aceleração e desaceleração são ciclos naturais que regulam a vida e o universo. Sempre que interferimos neles criamos distúrbios.
Dizem por aí algumas fofocas espirituais que a respiração de Deus vai parar por curto espaço; parando também o tempo. Credo até Ele?
Tomara que não cause para o nosso lado.
No processo de acelerar e desacelerar nós bem que tentamos enganar a Natureza imaginando que ter um botão de liga e desliga; tanto nas atividades mentais quanto orgânicas.
Tomando o ciclo de um dia/noite como exemplo, se passei o dia acima dos limites de ação mental com mil preocupações e compromissos; quando chegar a noite e resolver parar para dormir, nem por milagre conseguirei; pois todos os hormônios e substâncias que estavam sendo secretados, vão continuar a sê-lo por inércia; durante algumas horas ou dias; e adeus qualidade do sono e de vida; e se a situação persistir: adeus existência; vai para o rol das mal resolvidas...
A Lei da Inércia é uma das ferramentas selecionadoras da atualidade – e não a obedecemos nem no trânsito.
Tá lá a placa: Mantenha distância do carro da frente.
Obedecer prá que?
Dizem os engraçadinhos que as leis existem para serem desrespeitadas. Mas, com as Divinas é melhor não brincar...
Ao não obedecermos a Lei da Inércia; o risco de acidentes e de capotar na vida é grande; pior ainda é abalroar os interesses e os projetos de vida dos outros. O seguro da natureza contra terceiros é caro e complicado – envolve operações tipo perdão e reparação – melhor não precisar.
Quando corremos o risco de morte súbita?
De ter um piti e parar no PS?
Ou adoecer de forma repetitiva?
Sempre, ao dormir; final de semana; feriados; férias; ou depois de situações muito “pesadas” (como cuidar de pessoas doentes por algum tempo em dedicação quase exclusiva).
Somos muito mal educados; pois, além de não aceitar que as leis não se modificam para atender aos nossos desejos ou caprichos; nosso hábito de não prestar atenção a Leis básicas é um poço de encrencas.
Se na escola esses e outros conceitos, tivessem sido ensinados como necessidade a ser aplicada de forma sistemática nas atividades do cotidiano; nossa vida seria de melhor qualidade. Pois dessa forma, nós poderíamos entender certos acontecimentos que não nos fazem sofrer e até adoecer.
Observe como as pessoas adoecem e morrem muito mais nas “paradas súbitas”.
Tenho pacientes que voltam todo começo de férias para bater um papo e pegar um remedinho, dizendo: Doutor, eu acho que fizeram “macumba” prá mim; não é possível; pois, é só sair de férias que adoeço.
Além dos adultos estressados; as crianças também são vítimas desse processo. Antigamente quando os pais telefonavam pedindo desculpas pela ligação: Meu filho só adoece de final de semana! – Eu imaginava que seria pela coincidência de em certas épocas as mudanças de tempo ocorreram mais aos finais de semana. Mas não; as crianças de hoje (até os bebês) levam uma vida até mais estressante que os pais.
Tenho alguns pacientes, aos quais me afeiçoei que pressinto e aviso a respeito da encrenca que os aguarda; mas não adianta muito; pois nós apenas atentamos para algum aviso quando a vaca já foi pro brejo como diz o caipira. Explico: são pessoas cuidadoras de gente com Alzheimer, Demência senil, e outras doenças degenerativas que exigem cuidados intermitentes até o final. Peço para que cuidem um pouco de si e projetem objetivos de vida; engatilhados ou em andamento – que se preparem para o vazio que virá após o inevitável desfecho: essas pessoas vão morrer. E o cuidador corre até risco de vida. Claro que nem tanto quanto aqueles que abraçam o mundo e que permanecem sem tirar férias por muito tempo; depois ganham um castigo para parar prá pensar: AVC; enfarte ou um paletó de madeira.
Além dos cuidados básicos para obter mais qualidade de vida como desacelerar e cuidar do corpo; algumas dicas simples podem quebrar o galho e evitar essas fatais derrapadas.
- Na manhã do primeiro dia de parada, levante cedo, faça exercício (caminhada; por exemplo) para transpirar um pouco; depois pode até voltar prá cama e morcegar o resto do fim de semana, feriado, férias, etc.
Acorda meu!
Tá acelerando assim prá que?
Ao invés de ir para a oficina da Terra pode ir parar no ferro velho cósmico.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
NÃO E A SOBERANIA EMOCIONAL
Continuando...
Seu baldinho da paciência está cheio?
É urgente aprender a dizer - Não!
Nossa dificuldade em negar é inegável.
No território das nossas emoções não somos reis – não temos soberania emocional.
Nesta conversa relacionada á capacidade de soberania emocional para verbalizar sim ou não; nós procuramos a simplicidade. Vamos dividir os motivos que nos dificultam permitir ou negar em dois grupos básicos: os internos, e, os externos (relacionados com a influência do meio sobre nós).
Dentre os relacionados com a nossa pessoa:
Ainda estamos em crescentes dificuldades, pois não definimos internamente o papel de cada uma das características que compõem nossa personalidade.
Quem é quem no nosso mundo psicológico?
Quem manda?
Quem é o chefe?
Os instintos?
As emoções/sentimentos?
As necessidades fisiológicas?
A inteligência?
Somos pouco competentes em nos comportarmos de forma integrada. Significa que boa parte de nossas atitudes são comandadas pelas emoções momentâneas, pelo embalo – no vamu vê no ki dá; prá vê cumo fica!
No ser humano soberano, o comando é da razão ou inteligência. Ela, é que deve definir as atitudes, a postura, o comportamento perante nós mesmos, os outros e, o meio ambiente. Sempre preservando os instintos e educando as emoções.
Poucos de nós já atingimos esse patamar evolutivo:
Estarmos soberanos,
quanto a fatos externos a nós mesmos.
Por isso,
Permitimos que outros nos dominem em todos os sentidos da vida: familiar, social, econômico, afetivo, sexual, emocional, cultural, etc.
A voluntária lentidão no pensar, é que originou a escravidão de todos os tipos.
Quem não é soberano: é dependente ou vassalo.
E,
Quem depende não é capaz de negar quando deseja.
Nossa infância é prolongada e dependente; daí sofrermos fortemente a ação do meio em que somos criados. Somos influenciados de forma marcante, e nem sempre adequada, pela vida em família, educação, cultura, mídia e valores econômicos.
No decorrer da infância, deveríamos ser preparados para assumir passo a passo o controle de nossas vidas e destino. Mas, não é isso o que ocorre na prática. Geração pós geração, de certa forma, somos impedidos de amadurecer, e de nos conduzirmos com relativa liberdade. Continuamos extremamente dependentes do meio em que vivemos, escravizados até, pela mídia e seus valores. Aqui no nosso país pela facilidade de mão de obra barata para atividades domésticas; criamos algumas gerações de pessoas folgadas, intolerantes á frustração, dor (geração analgésico).
Para resolver esse problema será preciso reformar a educação em seus conceitos mais básicos.
E para começar:
Transparência e honestidadade nas intenções.
Comunicação adequada e coerente.
Pensamento crítico.
Uma das dificuldades em concordar ou discordar com inteligência, é o predominância em muitos momentos do nosso lado esquizofrênico: dizemos sim, quando na verdade queríamos dizer, não. Ou, dizemos não, quando gostaríamos de dizer, sim. Mais complicado se torna quando, a razão diz não e, o coração (emoção) diz que sim; ou vice versa.
Para aprender a usar de forma correta e inteligente o ato de concordar ou de discordar, além da inteligência e da capacidade de discernir, é preciso desenvolver a transparência nos desejos e, a honestidade nas intenções.
Honestidade?
Sim!
Pois:
Somos ás vezes, pouco honestos com as pessoas, ao permitirmos ou ao negarmos; dizemos uma coisa, pensando e sentindo outra. pretendendo lucrar de alguma forma com o ato de permitir ou de negar.
Neste sistema de viver: cada sim e cada não tem seu preço...
Não basta pensar e sentir;
É urgente alinhar o pensar e sentir às atitudes e à verdade.
Expressando tudo de preferência com palavras.
Honestidade de princípios, por si só, não basta mais. Num mundo tão rapidamente informatizado:
Pensar, sentir e falar não bastam mais;
é necessário aprender a ouvir;
para comunicar com inteligência.
Em nossas vidas a arte de pensar de forma crítica é fundamental.
Comunicar, é uma arte que depende de inteligência, raciocínio lógico, simplicidade e humildade para saber ouvir.
Falar por falar, é como dizer sim; até um papagaio o faz com muita maestria (alguns humanos falam sem conteúdo melhor que muitos papagaios); Já para aprender a dizer não, é preciso saber ouvir com inteligência para capacitar-se a explicar a razão, o motivo da negativa; Essa atitude ainda não é para qualquer um.
Desenvolver o raciocínio crítico, aprender e praticar a ética da honestidade das intenções e a arte da comunicação de forma simples e clara; deve ser uma das matérias mais importantes da escola. Pois, não basta ensinar a ortografia e a técnica da linguagem, é preciso mostrar também de forma prática o valor das palavras, das frases e dos textos segundo o lado psicológico, e da Ética e da Moral Cósmica.
Coloquemos alguns neurônios na nossa Maritaca interna – os ouvidos alheios agradecem...
Seu baldinho da paciência está cheio?
É urgente aprender a dizer - Não!
Nossa dificuldade em negar é inegável.
No território das nossas emoções não somos reis – não temos soberania emocional.
Nesta conversa relacionada á capacidade de soberania emocional para verbalizar sim ou não; nós procuramos a simplicidade. Vamos dividir os motivos que nos dificultam permitir ou negar em dois grupos básicos: os internos, e, os externos (relacionados com a influência do meio sobre nós).
Dentre os relacionados com a nossa pessoa:
Ainda estamos em crescentes dificuldades, pois não definimos internamente o papel de cada uma das características que compõem nossa personalidade.
Quem é quem no nosso mundo psicológico?
Quem manda?
Quem é o chefe?
Os instintos?
As emoções/sentimentos?
As necessidades fisiológicas?
A inteligência?
Somos pouco competentes em nos comportarmos de forma integrada. Significa que boa parte de nossas atitudes são comandadas pelas emoções momentâneas, pelo embalo – no vamu vê no ki dá; prá vê cumo fica!
No ser humano soberano, o comando é da razão ou inteligência. Ela, é que deve definir as atitudes, a postura, o comportamento perante nós mesmos, os outros e, o meio ambiente. Sempre preservando os instintos e educando as emoções.
Poucos de nós já atingimos esse patamar evolutivo:
Estarmos soberanos,
quanto a fatos externos a nós mesmos.
Por isso,
Permitimos que outros nos dominem em todos os sentidos da vida: familiar, social, econômico, afetivo, sexual, emocional, cultural, etc.
A voluntária lentidão no pensar, é que originou a escravidão de todos os tipos.
Quem não é soberano: é dependente ou vassalo.
E,
Quem depende não é capaz de negar quando deseja.
Nossa infância é prolongada e dependente; daí sofrermos fortemente a ação do meio em que somos criados. Somos influenciados de forma marcante, e nem sempre adequada, pela vida em família, educação, cultura, mídia e valores econômicos.
No decorrer da infância, deveríamos ser preparados para assumir passo a passo o controle de nossas vidas e destino. Mas, não é isso o que ocorre na prática. Geração pós geração, de certa forma, somos impedidos de amadurecer, e de nos conduzirmos com relativa liberdade. Continuamos extremamente dependentes do meio em que vivemos, escravizados até, pela mídia e seus valores. Aqui no nosso país pela facilidade de mão de obra barata para atividades domésticas; criamos algumas gerações de pessoas folgadas, intolerantes á frustração, dor (geração analgésico).
Para resolver esse problema será preciso reformar a educação em seus conceitos mais básicos.
E para começar:
Transparência e honestidadade nas intenções.
Comunicação adequada e coerente.
Pensamento crítico.
Uma das dificuldades em concordar ou discordar com inteligência, é o predominância em muitos momentos do nosso lado esquizofrênico: dizemos sim, quando na verdade queríamos dizer, não. Ou, dizemos não, quando gostaríamos de dizer, sim. Mais complicado se torna quando, a razão diz não e, o coração (emoção) diz que sim; ou vice versa.
Para aprender a usar de forma correta e inteligente o ato de concordar ou de discordar, além da inteligência e da capacidade de discernir, é preciso desenvolver a transparência nos desejos e, a honestidade nas intenções.
Honestidade?
Sim!
Pois:
Somos ás vezes, pouco honestos com as pessoas, ao permitirmos ou ao negarmos; dizemos uma coisa, pensando e sentindo outra. pretendendo lucrar de alguma forma com o ato de permitir ou de negar.
Neste sistema de viver: cada sim e cada não tem seu preço...
Não basta pensar e sentir;
É urgente alinhar o pensar e sentir às atitudes e à verdade.
Expressando tudo de preferência com palavras.
Honestidade de princípios, por si só, não basta mais. Num mundo tão rapidamente informatizado:
Pensar, sentir e falar não bastam mais;
é necessário aprender a ouvir;
para comunicar com inteligência.
Em nossas vidas a arte de pensar de forma crítica é fundamental.
Comunicar, é uma arte que depende de inteligência, raciocínio lógico, simplicidade e humildade para saber ouvir.
Falar por falar, é como dizer sim; até um papagaio o faz com muita maestria (alguns humanos falam sem conteúdo melhor que muitos papagaios); Já para aprender a dizer não, é preciso saber ouvir com inteligência para capacitar-se a explicar a razão, o motivo da negativa; Essa atitude ainda não é para qualquer um.
Desenvolver o raciocínio crítico, aprender e praticar a ética da honestidade das intenções e a arte da comunicação de forma simples e clara; deve ser uma das matérias mais importantes da escola. Pois, não basta ensinar a ortografia e a técnica da linguagem, é preciso mostrar também de forma prática o valor das palavras, das frases e dos textos segundo o lado psicológico, e da Ética e da Moral Cósmica.
Coloquemos alguns neurônios na nossa Maritaca interna – os ouvidos alheios agradecem...
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