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DOMINGO
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Lançamento do livro ANATOMIA DAS ESCOLHAS DO AMOR DO PERDÃO –
ED-VISEU
Aguardo os amigos
ACEITAR A DOENÇA É PARTE DA CURA?
Apenas aceitamos o que compreendemos.
Compreender a doença é parte essencial para alcançar a cura definitiva. Encarada como sofrimento dificulta o processo.
Doença nem sempre é sofrimento e sua duração é proporcional à teimosia em contrariar as leis e persistência em manter uma conduta inadequada; em contrapartida a cura também é um exercício de vontade resultante da compreensão e enquadramento.
O mecanismo pode ser acelerado mudando-se o padrão vibratório; demoramo-nos na doença apenas devido à lentidão com que nos modificamos, de propósito; embora arranjemos muitas desculpas.
As lesões e disfunções causadas no corpo; uma vez cessada a causa geradora desaparecem na seqüência da renovação celular natural do órgão envolvido, o que pode variar de horas a anos ou de uma existência para outra.
A passividade cria o conceito de doença incurável e acentua o conformismo; daí nós temos que sofrer até o limite do insuportável para atingir a aceitação que é uma atitude ativa de busca de mudanças, renovação, transformação; um primeiro passo.
A intensidade do sofrer é subjetiva e proporcional ao equilíbrio emocional; tal e qual a tolerância aos estímulos dolorosos, por exemplo; pessoas suportam dores que para outras são o “fim do mundo”. Ela é proporcional á não aceitação, quanto mais imatura a pessoa mais ela se sente punida por algo que pensa não merecer e tenta justificar-se saindo à cata de criaturas que a seu ver são “piores” e não vivem ainda problemas ou qualquer doença visível; associar seu caráter às suas doenças nem sonhar e perceber a doença como um fator auxiliar para adquirir qualidades como paciência, tolerância, humildade; nem por milagre, ainda.
Doença é acima de tudo um convite á reflexão.
Em resumo: Estar doente e se curar é questão de escolha conforme coloquei no último livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão - Ed. Viseu?
SOU UMA PESSOA NORMAL OU
Não tenhamos preguiça
de pensar, aprender e treinar ter atitudes claras e definidas.
Sempre que se
trata de externar opinião: aquele que tolera a injustiça e a impostura sem o
protesto seguido de ação, é idêntico. O SER de qualidade tem a obrigação de pedir
qualidade dos outros e de reagir contra os males que o afetam, a ele próprio e
aos seus semelhantes, e para isso, não é necessário usar de violência: basta
que tenha coragem moral para sustentar sua reprovação, sua repulsa, manifestada
pela palavra e, pelo exemplo.
Procuremos ser, e não apenas parecer pessoas de
qualidade.
Quando se trata de qualidade, é muito mais fácil simulá-la do que adquiri-la
como observamos na vida convencional o resultado, porém, é que é diferente.
Cuidado para não copiar os exemplos de baixa qualidade da pressão de
grupo uma das forças da vida convencional, leve a perturbadora espada da
contestação, da opinião própria, temperada e afiada num desejo de conduta
sustentada nas leis naturais.
Fuja do convencionalismo:
Numa sociedade de:
Alcoólatras seja um abstêmio.
Maus hábitos de dieta seja um naturalista.
Fumantes, seja um amante do ar-livre
Abusadores comedido.
Mentirosos, seja verdadeiro.
Sedentários, seja um esportista.
Doentes, seja um cultuador da saúde.
Para sair do convencional ou aquilo que todo mundo faz:
É preciso ser diferente,
indagador, contestador, revolucionário, não pela força, mas pela
inteligência...
A CONQUISTA DA QUALIDADE HUMANA TAMBÉM É QUESTÃO DE ESCOLHA?
A ZOEIRA NA COMUNICAÇÃO ENTRE A CRÍTICA NO DISCURSO A ESCRITA E A
BUGAGEM DO ALGORITMO
Na FALA alguns puxões de orelhas podem ser interessantes por serem respeitosos
e podemos até desabafar com pessoas íntimas, embora isso não seja conveniente,
pois não devemos transformar alguém em depósito de nossos achismos, sentimentos
recalcados, ideias mal elaboradas ou de nossas falas sem muita clareza.
Na ESCRITA é mais
complicado, pois cada pessoa interpreta determinadas palavras e frases segundo
sua visão de mundo; o que uma significa para uma, pode representar uma ideia
completamente diferente para outra – durante um diálogo, quando as partes
tentam cultivar a ARTE da DISCUSSÃO (para ilustrar: na nossa cultura, discussão
costuma representar antagonismo, briga ou tentativa de impor ao outro as crenças)
é possível ouvir, raciocinar, esclarecer e aceitar o ponto de vista do outro e
vice versa; mas, na escrita, não é tão fácil, torna-se bem mais complicado.
O verdadeiro sentido de discutir
na Interação Humana deveria ser o de fortalecer laços, trabalhar junto, irmanar
– mas, quando mal elaborado se torna a arte de dividir, antagonizar – quem
causa esse distúrbio nas relações humanas: egoísmo, orgulho, prepotência
sentimentos ainda muito nossos e se não bastasse a encrenca na comunicação
humana natural agora chegou a bugagem da IA com seus ALGORITIMOS bolados e ditados
por humanos de pouca qualidade ética, respeitosa e muito prepotentes.
Antigamente era mais fácil evitar
discussão com pessoas tipo: pombo, QI de rangido de porta, cabeça dura com
cérebro mole; mas discutir com CAPTCHA dá uma bugagem dos diabos e nos
bate papos íntimos da reflexão como provar práocêmemo que não é um robô...
Precisa ser algoritmovidente para
adivinhar que pode dar m#rd@?
POSSO ESCOLHER PEGAR OUTRO CAMINHO?
APROVEITE AS DATAS COMEMORATIVAS PARA ENSINAR A ARTE DA DOAÇÃO...
E