quinta-feira, 5 de julho de 2012

O PERIGOSO AUMENTO DAS EXPECTATIVAS

 


    Nossa capacidade de discernir deixa muito a desejar.

    Não sabemos muito bem ainda quem somos nós e o que fazemos aqui. Somado a isso, temos a ação intensa do marketing e da mídia de consumo nos dizendo a vida toda e a todo instante, o que é o melhor para nós.
Para ser vencedor e feliz tem que possuir isso; fazer aquilo...
Na verdade poucas de nossas expectativas são realmente nossas, a maior parte foi plantada em nosso subconsciente pelas outras pessoas. E elas foram movidas pelas mais diferentes formas de interesses e objetivos.

Sob esse tipo de influência e num mundo cada vez mais acelerado, os objetos do desejo mudam de maneira infernal a cada instante.

Permitimos que nossas expectativas; sejam submetidas a um conceito de tempo não real e sob o comando da pressa.
Quem usufruir disso ou daquilo primeiro do que o outro é o vencedor.
Como exemplo as crianças vão cada vez mais cedo para a escola, para que aprendam de forma acelerada. Quem se graduar mais cedo, passa a ganhar dinheiro mais cedo do que os outros; e passa a ser admirado, invejado, etc. Um vencedor.

    Essa forma de viver é muito perigosa:
    Ao avaliarmos as escolhas, isso quando o fazemos agimos como se nada viesse de retorno.
Não avaliar a possibilidade de cada expectativa; não trabalhar e não persistir para alcançá-la; faz com que seja abandonada e que logo outra tome o seu lugar.
O problema é que a escolha/expectativa que foi interrompida e descartada gerou efeitos; que lógica e inevitavelmente retornam na atualidade cada vez mais cedo. E isso pode levar á loucura. 
O tempo não apaga nada.
Está tudo registrado.
Qualquer efeito de escolha pode ser apagado; mas apenas quando ela for reformada; transmutada.
Nosso passado apenas pode ser apagado da nossa memória; jamais dos registros do tempo.

A melhor expectativa é viver um momento de cada vez, intensamente...

Paz e luz.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

MALDITA TEORIA DA MODERAÇÃO

MALDITA TEORIA DA MODERAÇÃO Conforme disse um sábio a respeito do que vai acontecer aos mornos em aprender. Melhor ler a respeito do que Ele disse. O meio termo cria conflitos e seu destino é o expurgo planetário: Pensamentos obsessivos e compulsivos são vitaminados pela teoria da moderação, do só um pouquinho não faz tanto mal. Buscar um falso equilíbrio cria conflitos que tiram a paz, a alegria e a saúde. É como saber que se caminha para o fim; fora de hora; mas bem devagarinho. Na estrutura de nossa personalidade o instinto, a razão e a emoção ainda não concordam, e caso haja descuido, os conflitos podem tornar-se demorados, camuflados, portanto mais perigosos. Nenhum deles é melhor ou mais importante do que o outro; no entanto, o comando é da razão, ela é que nos caracteriza; e se lhe negamos os recursos necessários para assumir o controle, o fim sem a devida consciência se acelera. Como exemplo, vamos citar uma situação que se repete diariamente. Numa família os pais descobriram o mal que causa o uso de refrigerantes, e sem pensar, determinam: - aqui em casa, a coisa mudou; refrigerante só de fim de semana ou em festas! Não poderiam tomar pior decisão: Por quê? Continua em http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com Namastê.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O ESTILO NEURÓTICO DE VIVER ESGOTA

O ESTILO DE VIDA NEURÓTICO ESGOTA Ando muito cansado! Não agüento mais! Tentar não ficar para trás ou viver sempre na frente dos outros consome uma grande quantidade de energia vital. A matéria prima da neurose é a competição. Viver segundo os preceitos e as leis da neurose não é fácil; não é para qualquer um não. Quem não aprender a repor a energia vital que o estilo de vida neurótico consome em larga escala está se excluindo, morrendo em vida, apagando. Na atualidade o planeta comporta inúmeros bolsões de estilo de vida desde o barato estilo primata e extrativista até o sofisticado e caro estilo era espacial, tecnologia de ponta. É como houvesse muitas dimensões de estilo de vida superpostas e interligadas num mesmo espaço de tempo. Interessa no momento, apenas o estilo de vida em que estamos inseridos. Na nossa neurótica forma de viver, o de alcançar o topo da escala social, que talvez seja mais fácil e menos custoso do que manter-se lá. Ter, possuir, aparentar é a meta do vencedor; preconizada pelos que ditam as regras e os valores para a maioria seguir. Para atingir as metas do desejo, que muitas vezes nem desejamos tanto assim, damos permissão para os outros nos dizerem o que é preciso fazer. Para eles, com certeza, tanto faz se para atingir o que nos propõe, nós extrapolamos todos os nossos limites, principalmente na carga de trabalho seja ele físico ou mental; até porque eles lucram muito com isso; a indústria de ajudar a criar doença para depois tentar vender a cura é altamente lucrativa. Para quem pensa pouco, o momento é muito delicado, selecionador: Na atualidade as vítimas da neurose não são apenas os adultos já com a ganância bem aguçada; já está “sobrando” até para as crianças; pois a vida voltada para o consumo exagerado de energia começa a atingir o ser humano desde muito cedo. A neurose está detonando a infância cada vez mais precocemente. A turma que parecia ligada no “duzentos e vinte” está apagando mais cedo do que o esperado. A cada dia surgem crianças com doenças decorrentes do estresse crônico que até pouco tempo atrás apenas atingia os mais velhos. Há o estresse positivo, motivador, energético e que impulsiona ao progresso. E o estresse inútil e desgastante. Qual deles predomina em sua vida? Para que serve seu estresse? Eu desconfio que neste hospício em que vivemos; embora não admitamos e tenhamos até um medo danado da morte; a real motivação do estresse crônico é para ver quem chega primeiro do lado de lá da vida. Estamos apostando corrida. Imagina a gente comemorando com os amigos: Morri primeiro! Morri primeiro! Ganhei! Namastê.

domingo, 27 de maio de 2012

ÁS VEZES Quando empolgados com uma nova atividade ou descoberta interpretamos como: frustração, mágoa ou ressentimento; sábios e ponderados avisos; ás vezes, tardiamente, nós descobrimos que a fala do outro provinha da vivência, da sua experiência. Mas se não vivenciarmos as nossas, ás vezes, nunca saberemos. Jamais devemos olhar o passado com a visão de mundo que temos hoje; muito menos cultivar culpas e remorsos por situações que entendemos como sofridas. Pois a dor e o sofrer são relativos e passíveis de interpretação; o que nos parecia sofrimento ontem; ás vezes, hoje pode ser interpretado como aprendizado. Sob certas circunstâncias, aprendizado pode ser rotulado de maturidade adquirida sob as mais diversas circunstâncias de amenidades a extremos. Quase sempre, ás vezes, nós quase aprendemos. Ás vezes, quase sempre, nós não prestamos atenção e repetimos indefinidamente o recomeço. Será o recomeço uma coisa eterna? O círculo mágico que não tem começo nem fim? E se ás vezes nós transformássemos o círculo numa espiral? Será o círculo a mesmice de sempre? A rotina? O buscar viver nas amenidades evitando os extremos? Qual será o impulso que nos faz saltar do círculo á espiral? A inteligência ou a dor; ás vezes uma; ás vezes outra? Por que quase sempre usamos a dor e, ás vezes, a razão? E se, ás vezes, a razão tomasse o lugar da dor? Quase sempre, estaríamos vivenciando experiências em espiral? Por que é tão difícil sair do ás vezes para o quase sempre? E no princípio era o verbo... Será que a solução dos nossos circulares problemas de desamor, fome, doenças e tudo que nos aflige, está no uso ou não de uma simples locução adverbial? Ás vezes pode ser. E se eu decretar que não serei mais ás vezes; serei sempre? Ás vezes pode dar certo. Ás vezes acho que sou louco. Namastê.

sábado, 5 de maio de 2012

TRANSPLANTES E EFEITOS ESPIRITUAIS COLATERAIS Progredimos a passos largos em todas as áreas da vida humana; a cada dia incorporamos um novo saber e ampliamos a consciência. Ciência também é isso: Aquilo que ontem parecia um desafio impossível para a técnica científica disponível; hoje vira rotina. E dessa forma o sobrenatural vem despencando, em boa hora. Graças a Deus que o transplante deu certo! Melhor deixar Deus de lado nesse processo – Deus é apenas; o princípio e o fim; o intermediário é a parte que nos cabe. Na realidade ou na verdade que nos libertará, o mérito foi de um grupo de pessoas encarnadas, desencarnadas e até de cientistas Ets (muitas vezes) que aqui estão treinando e aperfeiçoando suas técnicas usando nossas dificuldades. Além disso, o mérito na maioria das vezes é maior dos doadores anônimos de energia vinculada através das preces e meditações (é como se fosse doação de sangue e outros requisitos necessários aos procedimentos); pois sem a participação deles; os outros, pouco pode fazer; em tempo: quando souber que alguém vai submeter-se a um transplante seja um doador: ore, vibre, doe as melhores energias disponíveis no momento; e felicite-se com o resultado. Mas vamos ao tema proposto: transplantes de órgãos. Claro que num artigo sobre um tema tão amplo e instigante, é possível apenas generalizar; deixaremos aberta a possibilidade de resposta ás dúvidas que forem colocadas através de artigos publicados nos nossos outros bloogs. Tema que ocupava a mídia ontem; hoje só é noticiado se houver algo ainda inusitado como o transplante de vários órgãos no mesmo receptor. Mas ao se tornar um fato corriqueiro abre campo para novas discussões, indagações e pesquisas científicas; e claro; isso dá margem ao desleixo evolutivo; ás vezes sob o patrocínio da santa religião. Inevitável que, quanto mais se amplia a consciência; mais instigantes sejam as dúvidas e mais profundos sejam os desafios para encontrar respostas. E em conseqüência maiores sejam as responsabilidades. Visto pela ótica da ciência, transformar os transplantes em algo corriqueiro abre incríveis possibilidades para o desenvolvimento de novas técnicas e tecnologias. Evidente que o ônus é o relaxamento em cumprir os protocolos tanto os da técnica quanto os da ética. As normas e os protocolos para a execução do procedimento, tanto científicos quanto de organização ética, na eleição de prioridades já são excelentes (convido os leitores a buscarem na Net); basta que os pratiquemos. O mesmo fato visto pela ótica da evolução espiritual, também abre possibilidades para o desenvolvimento da ética cósmica; no sentido da prática do amor e da caridade. Além disso, propicia ao doador a oportunidade de treinar o desapego em alto nível; e ao receptor a possibilidade de praticar até o fim dos seus dias o sentimento da gratidão. As equipes multidisciplinares que participam do evento também recebem a oportunidade de revisar seus conceitos sobre vida e morte; além do fato de aprender a amar seus pacientes como se fossem familiares queridos; claro que sempre com a ressalva das condições de evolução ética e moral de cada um. Até mesmo as equipes espirituais de cientistas de todos os matizes e origens também podem usufruir da oportunidade gerada por doadores e receptores. Evidente que a situação mais forte é a vivenciada pelo receptor; pois ficar cara a cara com a possibilidade da morte, estar numa fila aguardando por tempo indeterminado a possibilidade de um transplante, com certeza muda e muito a forma como as pessoas que vivem essa experiência percebem a vida e o que nós fazemos aqui – tal e qual o câncer fazia e ainda faz; embora perdendo a eficiência pela banalização. Os em torno e os familiares de todos os envolvidos também podem aprender muito; claro que uns aproveitam mais a chance do que outros. No nosso progredir, sempre há um custo; pois na nossa evolução tudo tem seu preço – no caso do transplante, ao se tornar um ato corriqueiro o perigo é a banalização; pois sofremos de uma grave doença chamada normose: quando o transplante se banalizar como é o caso do câncer na atualidade; boa parte dos objetivos de evolução espiritual (única razão da nossa estada aqui) do processo vão por água abaixo; no entanto é sempre importante separar evolução espiritual de sistemas de crença e religião. Resumindo a finalidade do transplante: progresso, e seus efeitos colaterais: desenvolvimento de nossa capacidade criadora sob as normas da ética cósmica: amor e caridade. Vamos tentar aprender juntos a respeito de tão palpitante assunto, interagindo usando como diretriz nossas dúvidas mais comuns: - O doador pode se tornar um obsessor? - Como saber se já houve o desencarne de fato? As técnicas atuais são absolutamente confiáveis? - Receptores podem assumir ou compartilhar a memória dos doadores? - Por que uns transplantes dão certo e outros não? - A rejeição é um fato apenas de incompatibilidade no plano físico? - Ser um receptor ou um doador é kharma? - As equipes do plano físico estão em sintonia com as do plano extrafísico? Quem está no comando do sucesso ou do fracasso? - A sobrevida pelo transplante interfere na lei de causa e efeito? - Apenas equipes a serviço da evolução (luz) obtêm resultados positivos nos transplantes? - É possível que Deus permita que, cientistas de ambos os lados (tanto de 3D quanto de 4D) a serviço das trevas possam obter bons resultados (em se tratando de sobrevida)? - Crie suas dúvidas e indagações; pois isso é viver de fato. Interessante para eu interagir com pessoas que já leram meu livro: Saúde ou Doença: A escolha é Sua – Ed. Petit. Mas para finalizar este bate papo: Transplante é um ato Divino do inexorável progresso. Namastê.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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