terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

JEJUM DE CRÍTICAS – CAMPANHA PARA DERROTAR O SOBREPESO DA CONSCIÊNCIA

Somos adeptos das críticas.
Adoramos as de todos os gostos; cores; sabores; escancaradas ou veladas; ditas ou apenas pensadas. Depois, mais tarde, quando subimos na balança da consciência reclamamos do sobrepeso.

As críticas a pessoas ausentes são as que mais engordam; e até viciam. Geram doenças estranhas, e um dos órgãos mais atingidos é a língua: língua de trapo, língua afiada.
O cérebro quase sempre é afetado por doenças estranhas como a cretinice mental.
Alguns fungos culturais como o “mentirosus horrendus” e o “maledicentis contumazis” costumam se aproveitar de mentes não arejadas e criam graves problemas para a consciência – com necessidade de internação por longos períodos em Hospícios Cósmicos.

A tendência para criticar parece já estar até no nosso DNA; a recíproca não é verdadeira: odiamos ser criticados. Talvez porque adoremos as citações Evangélicas; mas, não somos muito adeptos a praticá-las. O médico Jesus deixou a receita de como alcançar a sanidade da paz e compartilhar a felicidade: “Só faz aos outros o que gostarias de receber” – achamos lindo; apenas em teoria.

A encrenca é grande, pois, a Lei de sintonia e atração atrai irremediavelmente crítico e criticado – depois vivemos reclamando de tudo e de todos: criticando...

Porque aqui e com estes?
Quantas vezes nos perguntamos isso a respeito de nossos críticos. Tanto nos bons quanto nos maus momentos de nossas vidas. Principalmente nestes. Parece num primeiro momento uma charada indecifrável, mas não é.
Gravitamos em torno dos vetores de forças que emitimos pelo nosso pensar, sentir, agir de ontem e de hoje.
Quando pensamos, sentimos e agimos atuamos, interferimos na vida dos outros e em tudo que nos cerca.
Porque sempre fazemos questão de ignorar isso?
Vale a pena responder, e anotar as respostas.

Cuidado com os argumentos: se todo mundo faz; se é normal:

Quem sou eu para mudar o mundo – deixando apenas de criticar?

Parece impossível e inaceitável que uma escolha nossa; no caso, a de continuar crítico ou não; possa mudar o mundo e afetar a humanidade em todos os planos da vida; estamos habituados a afirmar que, o que fazemos e nossas pitacas, são apenas problema nosso.
Antídoto?
Basta refletir. Se nos dispusermos a parar para pensar veremos que nossas críticas interferem sim na vida dos outros, e até são capazes de mudar realidades.

O tempo todo criticamos de alguma forma, e mesmo as nossas críticas mais íntimas, são capazes de afetar a realidade e a vida de outras pessoas, às vezes, de forma profunda; e feridas profundas demoram mais a cicatrizar e podem ser contaminadas pela purulência do ódio e da retaliação.

Reflexão:

Nossas críticas embora de forma mais amena atingem até pessoas distantes.
Parar para pensar, é a cada dia mais importante. Na velocidade em que os acontecimentos se sucedem nos dias de hoje, o tempo não anda mais, voa; e somos atropelados pelas nossas próprias críticas.

Breve, pressionados pelo conhecimento, nós perceberemos que se há problemas a resolver – não adianta criticar – pois, eles não são nem meus nem seus. São nossos; interdependentes.

Crítica construtiva?
Ninguém gosta de ser criticado.

Cuidado com as drogas para perder sobrepeso na consciência; algumas como a Desculpex podem até provocar convulsões na alma.

Vamos começar uma Campanha pelo Jejum de Críticas.
É urgente; pois disseram que a porta do céu é estreita – daí, gente com sobrepeso na consciência não vai conseguir entrar.

Pessoalmente, nos bons tempos, antes da ultima recaída; quando não estou meditando nem orando já consegui ficar quase uma hora sem criticar nada nem ninguém – acho que foi meu recorde.

ABAIXO O SOBREPESO DA CONSCIÊNCIA: JEJUM DE CRÍTICA NELAS!

E aí; vamos ver quem ganha?
Quantos minutos já consegue?
Terapia da alma em grupo pode ser mais fácil e divertida.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

INSATISFAÇÃO GARANTIDA - NUNCA O SEU DINHEIRO DE VOLTA

Impossível separar saúde, doença e cura, dos mínimos acontecimentos do dia a dia.
Quando sentimos medo, raiva, ódio, sentimento de desalento, impotência, angústia..., tudo isso se reflete em nossa qualidade de vida, saúde e até na continuidade da existência.

Descuidados no andar pela vida, nós não prestamos atenção ao que causamos a nós mesmos e aos outros. Sob o manto da normalidade, e, dos bordões das justificativas: Todo mundo faz! Preciso pagar minhas contas! É prática normal! Quero enricar! – colecionamos desatinos, que, na forma de bumerangues um dia, vão retornar a nós para acerto de contas. Deixamos muitos “contratos na vida” com letras pequeninas para iludir os incautos em aberto no tribunal da consciência e a vida fará o estorno.

Inevitável, que as empresas prestadoras de serviços á comunidade, bem como as que vendem produtos, espelhem a qualidade pessoal de seus dirigentes e funcionários.

Algumas, devido á política de vida adotada por seus dirigentes se especializam em vender gato por lebre para incautos e mal educados consumidores.

A pobreza de um povo sempre vem acompanhada da miséria na aplicação da ética cósmica. Nada ou pouco a ver com ética profissional, por exemplo; pois, até entre malfeitores existe um código de ética particularizado; mesmo entre concorrentes.

É preciso mais atenção de nossa parte, em especial quanto á clareza de nossas intenções; pois as Leis Naturais são claras e invioláveis – no caso a de Justiça e a de Responsabilidade Progressiva.

Opção feita; aguardem-se as conseqüências.
Somos seres insaciáveis; acreditamos que a vida existe apenas para nos dar prazer e, na ânsia de aproveitá-la, cometemos um desatino atrás do outro. Existe um apetite desgovernado por sensações e poder; e, a nossa capacidade de assimilá-las e integrar tudo a um projeto de vida que faça sentido.

Todo juízo é pouco, pois:
As leis são imutáveis.
“Não vim destruir a Lei...”; Jesus foi bem claro.
A dinâmica da vida, inexorável, sempre flui no conjunto da Legislação Divina quer acreditemos nela ou não; crenças não modificam leis naturais. Pobres daqueles que ainda crêem que: arrependimento não seguido da boa e ativa ação seja capaz de apagar ou arquivar para sempre o que se encontra registrado em desarmonia, os crimes contra a Lei; Vã esperança, pois as imagens do passado retornarão à tela mental, eternamente, até que sejam harmonizadas.
Desde o início dos tempos, nosso raciocínio movimenta energias e desencadeia ações e reações; as imagens gravadas pela “filmadora da consciência” que registra todos os pensamentos, sentimentos e atitudes, ficam arquivadas; é impossível apagar esse filme ou deletar esse arquivo; os efeitos retornam sem a intervenção de nenhum tipo de entidade que não o próprio autor da ação. E quando elas produzem reações em outras criaturas (tema de nosso bate papo), estas podem reagir sobre nós, vingando-se, até que: a sintonia seja desfeita pela vontade dos envolvidos através do perdão.

A violação de qualquer lei traz desequilíbrio:
Qualquer lei pode ser violada a qualquer hora e momento que se queira; mas o que resultar interfere no cotidiano do agente gerando doenças ou sensação de sofrer. Exemplo: é possível desafiar a Lei da Gravidade; pular de um muro e quebrar a perna; desacreditar da Lei da Inércia no trânsito e bater na traseira de alguém.

Sob o peso de nossos desejos, nós podemos “ajudar” alguém a adoecer..., através do mecanismo da somatização.

Somatizar é transferir uma emoção ou sentimento para o corpo, de forma a causar um distúrbio físico. Até pouco tempo, era difícil para as pessoas comuns entenderem que, apenas a emoção em descontrole fosse capaz de gerar uma doença física; pois o ritmo de vida era bem mais lento, a tolerância orgânica era bem maior; hoje, todos os limites foram extrapolados e está ao alcance de qualquer pessoa relacionar seus defeitos de caráter às suas doenças físicas; sejam os processos construídos pelo próprio interessado; ou com a ajuda de algum descuidado na manutenção dos interesses próprios.
A construção das doenças é cumulativa: gota a gota; para que elas se materializem é preciso que se crie um terreno propício.
Vários são os fatores: pensamento em desalinho; emoções mal elaboradas; ambiente em desequilíbrio; produtos tóxicos: conservantes, corantes; agentes infecciosos: bactérias, vírus, fungos; vícios; drogas; alimentos; medicamentos.
Tudo isso sobra para o corpo físico que funciona como um “drenador”.
A doença física funciona como uma forma de “esgotar” resíduos mentais e queima de toxinas físicas. Fica claro nas doenças febris: um corpo intoxicado ao menor desequilíbrio emocional precisa queimar toxinas para manter a vida. Observa-se na febre: em primeiro lugar desaparece o apetite dando lugar ao jejum curativo; aumenta a sede para uma drenagem rápida; diminui a atividade física para o repouso curativo; muitas vezes bastava respeitar o processo natural para alcançar a cura, sem necessidade de medicamento, que apenas realimenta o processo levando á recaída.

Nosso tema de hoje:
Como estou exercendo minha profissão?
Colaboro para que meus clientes, fregueses, consumidores somatizem, adoeçam?
O que faço para que eu e minha empresa nos ajustemos ao Código de Ética Cósmico?
Vou continuar abusando das desculpas e justificativas?

Todo juízo é pouco – nossa folha corrida de antecedentes criminais perante as Leis da Vida pode estar quilométrica – melhor começar a ressarcir através da prática do Bem.

Artigo de hoje no http://educarparaummundonovo.blogspot.com
DERROTADOS PELO PESO (6) – DNA CULTURAL

• Cuidado com o peso na consciência.

NAMASTÊ

sábado, 19 de fevereiro de 2011

VOCÊ SABE COM QUEM ESTÁ FALANDO?

Não?
Nem eu!

Acho que sou eu; fulano de tal – mas, não lembro.
- Sobre o que estamos falando mesmo?

Quem ainda não recebeu o rótulo de DDA ou até de DDAH pode colocar uma etiqueta na testa ou colar no RG.

Aderindo á linha do faça você mesmo: é possível e mais em conta fazer o próprio diagnóstico de qual rótulo vai usar – além disso, serve como terapia ocupacional:

Algumas características básicas do DDA:

São afetados por todos os tipos de estímulos externos, sendo incapazes de inibir sua necessidade de dispersão; eles não conseguem fixar sua atenção em algo por muito tempo; elas se fixam tanto nos detalhes quanto no conjunto, mas qualquer atividade ordenada lhes causa fadiga (tem acordado cansado?).
Tem sua atenção no que estão fazendo tirada por estímulos que outros nem sequer chegam a perceber como a buzina de um automóvel, o vôo de um inseto, a vitrine de uma loja.
Quando fazem compras encantam-se com os preços e os apelos; mas, não conseguem focar quanto de dinheiro está disponível – alguns nem sabem quanto ganham nem quanto gastam. Adoram esquecer os avisos de cobrança e a correspondência bancária.
Quando ainda crianças, numa sala de aula são capazes de se encantar com detalhes num lápis ou numa borracha que as outras crianças nem notam.
Esquecem-se com freqüência dos detalhes de suas atividades diárias. Nas relações sociais, a desatenção pode manifestar-se por freqüentes mudanças de assunto, por não serem capazes de fixar-se naquilo que está sendo falado e por se distraírem com tudo o que os cerca.

Por funcionarem em curto-circuito, estão sempre aptos a realizarem muito bem tarefas que requeiram muita energia em pouco tempo. Quando focados, irradiam tanta energia no que fazem que acabam contaminando os que estão à sua volta; por curto espaço de tempo.

Quando em idade escolar freqüentemente transformam-se num foco de perturbação, para a execução de qualquer tarefa que exija um esforço constante de atenção e de elaboração mental; ocasionam conflitos com os professores, com a escola e dentro da família. Quase sempre pais e educadores por falta de conhecimento do problema interpretam esse distúrbio como um ato voluntário; devido a isso, essas crianças são ajudadas ou tratadas de forma inadequada. Adultos, no trabalho vivem arrumando idéias para que os outros executem, enquanto viajam na Net, Orkut, etc.

Sinais que podem conduzir ao diagnóstico precoce da SDAH

a) No bebê alguns sinais podem indicar um possível desenvolvimento da SDHA mais tardio como: períodos de sono mais curtos; despertar várias vezes à noite; chorar sem motivo aparente; cólicas abdominais freqüentes e mais fortes que o habitual; alto grau de insatisfação e desconforto. Os bebês e as crianças pré/escolares hiperativas diferem das crianças ativas por estarem constantemente inquietas e envolvidas com tudo que ocorre ao seu redor, movem-se o tempo todo e rapidamente, correndo de um lugar para outro, subindo em móveis, os maiores apresentam dificuldades para trabalhos em grupo durante a pré/escola (atender a uma ordem, sentar-se para ouvir uma história, etc.).
b) As crianças em idade escolar têm comportamentos parecidos; mas em geral com menos intensidade e freqüência que os bebês e os pré/escolares. Tem dificuldades em permanecer sentadas durante a refeição, enquanto fazem lições ou assistem a um programa de televisão. Manuseiam objetos compulsivamente e batem com as mãos ao mesmo tempo, que balançam pernas e braços. Com freqüência falam demais e podem fazer ruídos durante atividades tranqüilas. São impulsivos e impacientes. Não protelam respostas, que são proferidas antes mesmo das perguntas terem sido completadas. Não conseguem aguardar sua vez, invadem com freqüência ambientes como consultórios médicos onde estão sendo consultados outros pacientes que os antecedem. Interrompem a conversa dos outros. Costumam agarrar objetos de outras pessoas, tocam em coisas sem permissão e fazem palhaçadas para chamar a atenção. Por não conseguirem controlar seus impulsos correm sempre riscos de provocar ou sofrer acidentes (como por exemplo, derrubar objetos e colidir com pessoas, segurar e deixar cair objetos quentes – Ocê ainda faz isso? rsss). Essas manifestações de comportamento estão sempre presentes em qualquer local onde se encontrem – vale a pena transferir essas situações para as que se manifestam ainda presentes, na vida adulta – dá para diagnosticar em que fase nós “ancoramos” no comportamento infantil.
c) Em adolescentes e adultos, por contenção própria ou educacional, estes sintomas assumem a forma de sensações de inquietação e ansiedade exacerbada e dificuldade para se envolver com atividades tranqüilas ou sedentárias.

A que diagnóstico chegou de si mesmo?
Tem interesse na cura?

Quem é você mesmo?
Sobre o que estávamos falando?
Ah!
Sobre lindas “abobrinhas mentais”.
Já conversou com Jesus Cristo hoje?
Qual deles?
- Ah! Aquele lá do canto á esquerda!
Nossa viu o cabelo da Maria Madalena hoje? – Que horror!
Achei que ela tá lindinha; até me deu esta flor!
Cadê ela?
Ocê pegou!
- Peraí
– Menos!
– Ocê sabe com quem está falando?
- Seu Gardenal!
- Da Silva – Por favor!

Estilo de bate papo comum nos antigos manicômios – breve, nas esquinas da vida cotidiana.

Desacelerar é uma boa.

Antes que me esqueça:
DERROTADOS PELO PESO (5)
http://educarparaummundonovo.blogspot.com

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

DOENÇA CERTA NA MEDIDA EXATA

Quando dizemos que ainda precisamos muito de nossas doenças, algumas pessoas torcem o nariz e se escandalizam:
Como?
– Doença é coisa ruim!
– Verdadeiro castigo!

Na condição de médico sou confrontado muitas vezes com dilemas interessantes para aprendizado; tanto para meu consumo interno quanto para depois repassar a outros pacientes.
Nossa função profissional é buscar a cura ou o alívio para quem nos procura; usando de todos os recursos disponíveis.
Logo percebi que a ciência médica não é matemática, cada pessoa é um universo único – mesma doença, recursos idênticos e resultados muito diferentes. A prática da Homeopatia ajudou nesse quesito; pois, para seu uso é imperioso que se conheça quem é aquela pessoa. A aceitação por parte do paciente do seu problema também faz a diferença.
Ao longo do tempo comecei a me interessar pela origem das doenças, simbologia e finalidades da doença; que não nos ensinam nas escolas.

O SIMBOLISMO DA DOENÇA

Para a ciência:
Simboliza apenas sofrimento.
Para a “Vida”:
Cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes da personalidade, em andamento; como: auto-sabotagem, carência afetiva, preocupação, ansiedade, medos, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga, uso abusivo de desculpas, justificativas, etc.
Alguns simbolismos costumam repetir-se em muitas pessoas.
Porém, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular; dessa forma, cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente.

A doença é transformadora.
Ao mesmo tempo em que mostra onde está o problema de fato; ela ajuda a corrigir “defeitos de caráter”.
Determinada doença aponta a intolerância deste; outra o orgulho daquele; outras mais mostram: impaciência, irritabilidade, inveja, ira, suscetibilidade e mágoa de vários outros, etc.
Em virtude da falta de maturidade psicológica predominante; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda para nos mantermos vivos; pois a tendência ao suicídio inconsciente é forte; e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão, único caminho da sanidade. É como se a Natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo etc.

Muitas outras são as finalidades: Recicla objetivos da vida. Atualiza o cronograma do Projeto de Vida. Propicia oportunidades de observar a existência pelo ângulo das conquistas internas. Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença. Como o desemprego serve para se dar valor ao emprego. E a solidão à solidariedade, pois o homem solidário jamais se encontra solitário etc.
Além de tudo funciona como doloroso e longo processo de cura.
Mas, este é o tratamento mais primário, ineficaz e sem sentido – a cura real e definitiva virá através do desenvolvimento equilibrado dos vários tipos de inteligência.

Ao longo do tempo é possível para o profissional treinado identificar quais os problemas da personalidade envolvidos nas queixas dos pacientes. Mas, apenas com vagar é possível e útil mostrar de forma direta; pois na maior parte das vezes as pessoas estão viciadas na auto-mentira: desculpas, justificativas, busca de culpados externos - nós não queremos nos curar – nós queremos ser curados num passe de mágica. Ás vezes é possível jogar a idéia em forma de associações – plantar uma sementinha que pode germinar ou não, vingar ou não, frutificar ou não...
Num primeiro momento, é sofrido para o médico identificar o quanto aquela pessoa precisa da sua doença; que está tentando erradicar – mas depois é gratificante acompanhar, as recaídas, novas tentativas cada vez mais conscientes, o crescimento da maturidade psicológica, a evolução até a cura. Claro que a sanidade não será definitiva; pois, assim que terminamos uma lição, a vida nos envia outras pendentes, até que um dia tenhamos alta desta escola/hospital...

Dica:
Para que estão servindo suas doenças e sintomas?
Cuidado com os tratamentos: não troque sua doença por várias colaterais.

Aviso:
Continua a série de artigos: DERROTADOS PELO PESO (4) no bloog:
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Namastê.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

REALIDADE DISTORCIDA

Desde remotas Eras, inteligências mais ativas distorceram a realidade para dominar a maioria. Essa distorção com a ajuda do medo, tornou-se uma arma de domínio através do conhecimento e informação a serviço dos interesses de poucos.

Esse sistema assumiu o ápice do destempero nas religiões que pintavam aos incautos um Deus que punia, até de forma vingativa. Depois a lavagem cerebral através do pecado completou o serviço; era de se esperar que os donos do saber se pusessem na condição de intermediários divinos a vender mamatas na forma de perdão e na formação de rebanhos de fiéis.
Enfim muitas atrocidades foram cometidas em nome de Deus.

No terreno da ciência não foi diferente, hoje o sistema de tratamentos tenta vender ás pessoas a idéia da cura definitiva sem trabalho e sem mudança. As pessoas são amedrontadas com a ajuda da tecnologia a usar drogas e a submeter-se a procedimentos desnecessários em nome de uma cura que não acontecerá da forma como é apregoada; pois afronta as leis cósmicas de Justiça e Trabalho.
A pesquisa a serviço da indústria de alimentos com a colaboração da mídia gerou algumas distorções na dieta, coisas do tipo: quanto mais se come mais saúde se tem; padronizações, etc. (veja artigo da série: DERROTADOS PELO PESO (3) de hoje: http://educarparaummundonovo.blogspot.com)

Nossa intenção com o bate papo de hoje é mostrar que o foco de sintonia da nossa consciência, que proporciona nossa visão de mundo, está distorcido – sempre tende ao negativo.
Na nossa mente há pouco espaço para as coisas positivas – um exemplo: o teor dos noticiários – notícias boas não dão “Ibope”.

Saúde não tem valor algum para pessoa alguma até que seja perdida; daí, passa a ter um valor máximo na forma de combate á doença.
Outro exemplo, no meu trabalho preciso saber quem é aquela pessoa; pois a Homeopatia trata pessoas e não especificamente doenças – daí, na primeira consulta de um paciente anotei vinte queixas importantes – na volta ao perguntar como está; eu costumo ouvir com freqüência: - Estou na mesma!
Questionando observo que das vinte queixas sumiram quinze e ele está focado apenas nas outras cinco; ás vezes apenas em uma única. Não apenas no quesito saúde; nós fazemos isso com tudo que se relaciona ao nosso dia a dia, focamos apenas o negativo.

Combater o medo e positivar o foco da consciência, palco de todas as nossas realizações na existência, é uma emergência.
Mas não basta apenas decretar o fim do medo e da negatividade; é preciso o concurso do tempo e muito trabalho.

Quando dizemos que determinadas pessoas são “vencedoras”; até dizemos que são focadas.
O que é ser uma pessoa focada?
Em princípio é a que tem metas, objetivos e corre atrás de alcançá-los; podemos chamar isso de fé – mas, não adianta apenas crer é preciso agir, trabalhar, perseverar.

Muitas pessoas ficam espantadas quando digo que elas são capazes de curar-se apenas mantendo o foco na cura – mas, é verdade; da mesma forma que criamos nossas doenças uma a uma; nós somos capazes de mandá-las embora uma a uma; apenas aprendendo, treinando, canalizar a força do pensamento para a cura ao invés de mantê-la na doença ou na vã esperança da realização mágica.

Os recursos externos são apenas ferramentas que ainda usamos para o nosso mal, devido á falta de foco – assim que atingimos um certo conforto com a ajuda externa perdemos o foco – daí, as recaídas são inevitáveis, pois continuamos a alimentar as doenças, problemas, desequilíbrios; recaída após recaída a gravidade do problema cresce.

A distorção da realidade foi para nos aprisionar – não foi á toa que Mestre Jesus nos alertou: Somente a verdade vos libertará.
O que é a verdade senão a realidade?
O momento presente.
É na verdade de cada instante que podemos fazer a diferença.
Ontem é ilusão, um tempo que não volta mais, senão na forma de efeitos presentes e futuros.
Amanhã é outra ilusão; um tempo que não existe ainda – caso permaneçamos de braços cruzados hoje; nosso amanhã será o ontem de volta. Nessa condição, hoje, o presente não existiu, não serviu para nada. Esse padrão de atitudes é muito grave; pois, em alguns quesitos da evolução estacionamos em Eras primitivas.

Quando a informação nos mantém de braços cruzados ela é distorcida.
Cuidado com belas frases e conceitos que não instigam á mudança – são como drogas alucinógenas...

Acordemos para a Lei do Trabalho - sem distorções...

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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