Vivo no médico!
Ninguém descobre meu problema!
Essa criança parece que não sara nunca!
A cada dia, mais e mais pessoas se queixam que elas mesmas e as crianças adoecem mais que antes.
Até certo ponto, sim – Mas, será mesmo?
Não é difícil comprovar no dia a dia que sempre há uma sutil ou grosseira diferença entre o que se espera e a realidade. Muitos são os motivos que levam a isso; dentre eles, as expectativas indevidas.
Vamos analisar uma delas, e as razões que a transformaram em frustração.
A expectativa:
Culturalmente, as pessoas deram permissão à mídia científica para induzi-las a acreditar que as doenças possam ser curadas num passe de mágica, pela tecnologia de diagnósticos e remédios; e que, basta o avanço dessa parafernália para criar mais saúde e melhor qualidade de vida.
Seguindo essa linha de raciocínio: os cuidados com a saúde infantil aumentaram muito com o pré-natal, a puericultura, a vacinação em massa; além disso, o acesso ao médico pediatra ficou muito mais fácil. Então, seria lógico esperar crianças, cada dia mais saudável; e que não dessem tanto “trabalho” aos pais, em se tratando de doenças.
A frustração:
De forma genérica, as crianças de hoje adoecem mais e mais seguidamente do que seus pais adoeciam com muito menos recursos disponíveis naquela época.
Onde está o erro?
O que não deu certo?
Essas e outras questões; devem analisadas por todos os interessados na saúde das crianças e na própria. Pois, em se tratando de saúde/doença/cura todos temos um tremendo desgaste durante a doença, principalmente na doença infantil. O médico fica com a preocupação e a responsabilidade de acertar sempre, a família com o estresse do medo de ocorrências mais graves e a criança fica com as dores, o mal estar e todos os outros inconvenientes sintomas da doença.
Feito o diagnóstico, receita-se o remédio e prescreve-se uma série de cuidados, e, se a doença ou os sintomas desaparecem rápido todo mundo fica feliz e aliviado; o problema é que, daí a algum tempo, repete-se tudo de novo. Parece uma coisa que não acaba nunca, e o pior é que não se trata de competência profissional ou de falta dela; remédio forte ou fraco; bons ou maus recursos de diagnóstico; senão seria muito fácil e simples resolver o problema.
Um dia; quando o trabalho de educação em saúde começar a dar frutos; nós esperamos que as pessoas; sejam capazes de diferenciar uma doença crônica de outra aguda. E diferenciar uma doença aguda das crises de uma doença crônica; e mais importante, deixem de acreditar em curas mágicas.
Esperamos que uma das clássicas frases:
“Eu e meu filho; nós sofremos de resfriados que não saram”; seja substituída por outra: “eu e meu filho; nós temos freqüentes crises de rinite ou sinusite; que é uma doença respiratória crônica de fundo alérgico que exige esforço e cuidados para ser curada de forma definitiva”.
Para que as recaídas sejam mais espaçadas ou deixem de ocorrer é preciso que algumas causas de formação das doenças crônicas sejam analisadas; claro que, pelas pessoas interessadas:
- Como são construídas as doenças.
- De que forma se aprende a adoecer.
- A condição psicológica da família.
- A influência da personalidade na construção da doença.
- Credulidade e pensamento mágico.
- Construção dos hábitos.
- Hábitos alimentares inadequados.
- A química nos alimentos.
- Como se formam as alergias.
- Baixa imunidade.
- Excesso de medicamentos.
- Alterações no meio ambiente.
- Estresse crônico.
- Influências e parasitoses energéticas.
- A cultura da doença.
- Vários outros...
Imprescindível rediscutir saúde, doença, cura de uma forma mais abrangente; segundo novos olhares; para que os cuidados com a vida e a saúde possam estar mais atualizados – e a sobrevivência da maioria afetada pelo estresse crônico seja garantida.
Um tópico interessante: Aceleração real e da percepção da passagem do tempo; a explicar em parte o porquê de tantas recaídas cada vez mais próximas.
Basta focar apenas uma das leis básicas na nossa vida:
Lei de Causa e Efeito.
No antigo ritmo de pouco tempo atrás; causa e efeito estava bem distante; fazíamos uma escolha hoje; e, os efeitos dela iam se manifestar daí a cinco, dez, cem anos – essa lentidão deu margem a conceitos de crenças bem infantis como: sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural e cura sem esforço de reciclagem...
Pura ilusão; pois, segundo a lei de evolução através do trabalho no direito cósmico; a ajuda externa ao ser; apenas cabe entre a causa e o efeito (ação da medicina de qualquer tipo) para não causar distúrbios nem protecionismo. Daí que, no velho ritmo da passagem do tempo cura parciais numa relação tempo/espaço pareciam definitivas.
Porém:
Hoje, perigosamente, causa e efeito começa a sair na foto – escolheu mal; permitiu que outras mentes decidam por você; cuidado; pois, pode não haver tempo hábil de corrigir sem sofrer a ação.
Brincando de pensar:
Até pouco tempo era possível cultuar o hábito de fumar e morrer de câncer com oitenta; enfartar com setenta – hoje, basta três ou quatro anos de vício para conquistar esses objetivos.
Até bem pouco levávamos de vinte a trinta anos para sair de uma artrite para uma artrose; hoje, bastam poucos meses...
Claro que isso vale para todos os nossos problemas; e, não apenas para as doenças que cultivamos.
Finalizamos; alertando para o perigo das recaídas...
Cuidado; pois, em breve; pode não haver mais tempo para colocar em prática as intenções de reciclagem.
Ninguém descobre meu problema! Essa é a melhor das nossas piadas íntimas...
Pessoal:
Quem quiser bater um papo - estaremos amanhã na Bienal das 10 ás 12hs no estande da Petit/Butterfly Editora.
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sábado, 14 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
RIVALIDADE ENTRE IRMÃOS – UMA DAS SEMENTES DA INVEJA
A maior parte de nós está num estágio de consciência mais ou menos semelhante; daí que aquele chavão usado: “Família é tudo igual; só muda de endereço” – continua válido.
Um dos problemas familiares mais mal administrados que vejo no cotidiano de médico de famílias, é a rivalidade entre irmãos.
No princípio o sentimento envolvido na disputa é o ciúmes; cujo gérmen é a pouca maturidade da criança naturalmente egocêntrica e captativa – mal administrada, ao longo do tempo, a relação evolui para o destrutivo sentimento da inveja.
A origem básica desses problemas, é a falta de preparo dos pais para receberem os filhos; a maioria desconhece o básico; coisas bem primárias como a diversidade humana e as tendências inatas de comportamento de cada um; que nada têm de herdadas de forma genética pura e simples (seria o mesmo que chamar o criador deste universo de humanóide) – Alem disso, poucos se interessam em estudar cada filho nos primeiros anos de vida; para ajudá-los a desenvolver seus projetos de vida num ambiente de calma, respeito e fraternidade.
Mesmo em famílias razoavelmente constituídas:
Os problemas entre irmãos começam a se formar ao nascimento do primeiro; que concentra em si todas as expectativas do jovem e inexperiente casal, ou até, de toda família.
Os pais esperam mais do primeiro filho do que dos outros; por isso, na maior parte das vezes, junto com amor e carinho; ele recebe pressão para realizar as expectativas dos pais ao longo de sua vida.
No tocante ás expressões de amor materializadas nas coisas sem muito sentido; preocupam-se mais com ele; ganha muito mais brinquedos do que sua capacidade de brincar permite; tiram mais fotos dele; do que os outros. Alguns pais se espantam e até se ofendem quando anos mais tarde os filhos mais velhos lhes atiram na cara que não foram tão amados quanto seus irmãos.
Quando nasce um irmão, o primeiro já sobrecarregado de expectativas; ainda ganha um rival: perde para o mais novo boa parte da atenção da família. Ao longo dos anos; sempre ele tem que ceder nas disputas; apenas pelo fato de ser alguns meses mais velho...
Ao longo da vida, os irmãos disputam entre si mesmo já adultos, sem o saber, o afeto dos pais.
O afeto equilibrado é um fator capaz de atenuar a estressante rivalidade entre irmãos; portanto, a atitude afetiva dos pais, consciente ou inconsciente, na relação com os filhos é determinante para um relacionamento saudável entre os membros de uma família.
A camaradagem a cumplicidade afetiva pode nascer naturalmente numa estrutura familiar quando os pais estimulam os filhos a defender o próprio eu; reforçando suas qualidades e habilidades; e incentivando-os e mostrando-lhes que podem ser felizes aceitos e amados com suas características próprias, qualidades, defeitos e individualidade. Neste contexto de aceitar a todos como são realmente, é difícil que a rivalidade encontre campo para se instalar; pois, cada um sentirá que tem seu próprio espaço sem precisar “roubar” o do outro.
Algumas dicas para diminui a rivalidade entre irmãos:
Preferências:
Não provoque situações inúteis que com certeza ficarão mal resolvidas.
As clássica frases: “Tem filho que a gente gosta mais do que o outro” – “Gosto de todos de forma igual” devem ser evitadas em qualquer situação.
O filho preferido é visto como privilegiado e invejado; mas ele também sofre - sente-se culpado; deslocado; e pode se punir por isso; pior, ainda lhe é negado o afeto dos irmãos. Ao desenvolver a consciência, sente que quem o preferiu não sabe amar os outros; nem a si mesmo e perde a confiança nesse amor. Embora nada justifique a ingratidão dos filhos para com os pais – isso, é falta de qualidade de caráter – muitos idosos abandonados em asilos ou nos quartinhos dos fundos da casa; cometeram esse desatino na formação dos filhos.
Os danos emocionais desta conduta doentia atinge toda a família e ainda seus descendentes.
Quanto a dizer que gostamos igualmente de todos, é preciso vigilância nas atitudes; pois, gostar igualmente de várias pessoas tão diferentes é enganar-se; já que é impossível para nossa condição atual.
Comparações:
Devem ser evitadas quaisquer comparações, como as do tipo “fulano é mais estudioso; enquanto beltrano é um desastre e só tira notas baixas” . Muitas vezes o esforçado é um estressado com baixa estima; e por isso mesmo se esforça tanto por não acreditar em seu potencial natural. Já as notas baixas do outro pode ser apenas um pedido de socorro por falta de afeto; e não um sintoma de vadiagem ou falta de inteligência.
Aprender a conversar com cada um em separado é uma atitude inteligente.
Críticas a quem estiver ausente é burrice e sinônimo de pobreza de caráter.
Identificações doentias:
Os pais e as mães costumam projetar nos filhos suas vivências de satisfação e de frustração.
Pais que receberam pouco afeto da sua família; dificilmente conseguirão demonstrar afeto pelo seu primeiro filho.
Cuidado para não projetar seus desejos de glória num filho e de fracassos em outro.
A semelhança física ou de temperamento dos filhos com membros da família antagônicos e que causaram sofrimento ao pai ou á mãe; costuma ser projetada como se o mesmo fosse culpado do que a outra pessoa fez.
Atenção e afeto:
Toda criança precisa de atenção e afeto até mais até do que de alimento, para tenha um desenvolvimento físico e emocional saudável.
Ajuda terapêutica:
Os pais que se sentirem incapazes de lidar com a rivalidade já instalada dos filhos devem procurar ajuda externa; pois, sem dúvida, são parcial ou totalmente responsáveis pela situação.
Resolvendo brigas:
Os irmãos que vivem em brigas e agressões físicas não precisam apenas de limites, punições ou repreensões. Precisam de atenção e afeto e, muitas vezes, de tratamento psicológico porque estão transferindo para os irmãos ressentimentos e frustrações que surgiram ou foram reforçadas por falta de afeto dos pais.
Distanciamento saudável:
Para driblar a hostilidade entre irmãos, uma solução paliativa é o distanciamento temporário entre eles; como horários de atividades separadas.
Parabéns ás famílias que conseguem uma relação amorosa; senão respeitosa entre irmãos; especialmente se houver alguma herança para ser dividida; aí o bicho pega – e quanto menor a herança maior a encrenca...
Tem artigo novo no meu bloog – Construindo a família do futuro. “’Órfãos de pais vivos x Filhocentrismo”.
Um dos problemas familiares mais mal administrados que vejo no cotidiano de médico de famílias, é a rivalidade entre irmãos.
No princípio o sentimento envolvido na disputa é o ciúmes; cujo gérmen é a pouca maturidade da criança naturalmente egocêntrica e captativa – mal administrada, ao longo do tempo, a relação evolui para o destrutivo sentimento da inveja.
A origem básica desses problemas, é a falta de preparo dos pais para receberem os filhos; a maioria desconhece o básico; coisas bem primárias como a diversidade humana e as tendências inatas de comportamento de cada um; que nada têm de herdadas de forma genética pura e simples (seria o mesmo que chamar o criador deste universo de humanóide) – Alem disso, poucos se interessam em estudar cada filho nos primeiros anos de vida; para ajudá-los a desenvolver seus projetos de vida num ambiente de calma, respeito e fraternidade.
Mesmo em famílias razoavelmente constituídas:
Os problemas entre irmãos começam a se formar ao nascimento do primeiro; que concentra em si todas as expectativas do jovem e inexperiente casal, ou até, de toda família.
Os pais esperam mais do primeiro filho do que dos outros; por isso, na maior parte das vezes, junto com amor e carinho; ele recebe pressão para realizar as expectativas dos pais ao longo de sua vida.
No tocante ás expressões de amor materializadas nas coisas sem muito sentido; preocupam-se mais com ele; ganha muito mais brinquedos do que sua capacidade de brincar permite; tiram mais fotos dele; do que os outros. Alguns pais se espantam e até se ofendem quando anos mais tarde os filhos mais velhos lhes atiram na cara que não foram tão amados quanto seus irmãos.
Quando nasce um irmão, o primeiro já sobrecarregado de expectativas; ainda ganha um rival: perde para o mais novo boa parte da atenção da família. Ao longo dos anos; sempre ele tem que ceder nas disputas; apenas pelo fato de ser alguns meses mais velho...
Ao longo da vida, os irmãos disputam entre si mesmo já adultos, sem o saber, o afeto dos pais.
O afeto equilibrado é um fator capaz de atenuar a estressante rivalidade entre irmãos; portanto, a atitude afetiva dos pais, consciente ou inconsciente, na relação com os filhos é determinante para um relacionamento saudável entre os membros de uma família.
A camaradagem a cumplicidade afetiva pode nascer naturalmente numa estrutura familiar quando os pais estimulam os filhos a defender o próprio eu; reforçando suas qualidades e habilidades; e incentivando-os e mostrando-lhes que podem ser felizes aceitos e amados com suas características próprias, qualidades, defeitos e individualidade. Neste contexto de aceitar a todos como são realmente, é difícil que a rivalidade encontre campo para se instalar; pois, cada um sentirá que tem seu próprio espaço sem precisar “roubar” o do outro.
Algumas dicas para diminui a rivalidade entre irmãos:
Preferências:
Não provoque situações inúteis que com certeza ficarão mal resolvidas.
As clássica frases: “Tem filho que a gente gosta mais do que o outro” – “Gosto de todos de forma igual” devem ser evitadas em qualquer situação.
O filho preferido é visto como privilegiado e invejado; mas ele também sofre - sente-se culpado; deslocado; e pode se punir por isso; pior, ainda lhe é negado o afeto dos irmãos. Ao desenvolver a consciência, sente que quem o preferiu não sabe amar os outros; nem a si mesmo e perde a confiança nesse amor. Embora nada justifique a ingratidão dos filhos para com os pais – isso, é falta de qualidade de caráter – muitos idosos abandonados em asilos ou nos quartinhos dos fundos da casa; cometeram esse desatino na formação dos filhos.
Os danos emocionais desta conduta doentia atinge toda a família e ainda seus descendentes.
Quanto a dizer que gostamos igualmente de todos, é preciso vigilância nas atitudes; pois, gostar igualmente de várias pessoas tão diferentes é enganar-se; já que é impossível para nossa condição atual.
Comparações:
Devem ser evitadas quaisquer comparações, como as do tipo “fulano é mais estudioso; enquanto beltrano é um desastre e só tira notas baixas” . Muitas vezes o esforçado é um estressado com baixa estima; e por isso mesmo se esforça tanto por não acreditar em seu potencial natural. Já as notas baixas do outro pode ser apenas um pedido de socorro por falta de afeto; e não um sintoma de vadiagem ou falta de inteligência.
Aprender a conversar com cada um em separado é uma atitude inteligente.
Críticas a quem estiver ausente é burrice e sinônimo de pobreza de caráter.
Identificações doentias:
Os pais e as mães costumam projetar nos filhos suas vivências de satisfação e de frustração.
Pais que receberam pouco afeto da sua família; dificilmente conseguirão demonstrar afeto pelo seu primeiro filho.
Cuidado para não projetar seus desejos de glória num filho e de fracassos em outro.
A semelhança física ou de temperamento dos filhos com membros da família antagônicos e que causaram sofrimento ao pai ou á mãe; costuma ser projetada como se o mesmo fosse culpado do que a outra pessoa fez.
Atenção e afeto:
Toda criança precisa de atenção e afeto até mais até do que de alimento, para tenha um desenvolvimento físico e emocional saudável.
Ajuda terapêutica:
Os pais que se sentirem incapazes de lidar com a rivalidade já instalada dos filhos devem procurar ajuda externa; pois, sem dúvida, são parcial ou totalmente responsáveis pela situação.
Resolvendo brigas:
Os irmãos que vivem em brigas e agressões físicas não precisam apenas de limites, punições ou repreensões. Precisam de atenção e afeto e, muitas vezes, de tratamento psicológico porque estão transferindo para os irmãos ressentimentos e frustrações que surgiram ou foram reforçadas por falta de afeto dos pais.
Distanciamento saudável:
Para driblar a hostilidade entre irmãos, uma solução paliativa é o distanciamento temporário entre eles; como horários de atividades separadas.
Parabéns ás famílias que conseguem uma relação amorosa; senão respeitosa entre irmãos; especialmente se houver alguma herança para ser dividida; aí o bicho pega – e quanto menor a herança maior a encrenca...
Tem artigo novo no meu bloog – Construindo a família do futuro. “’Órfãos de pais vivos x Filhocentrismo”.
sábado, 7 de agosto de 2010
INVASORES DE SONHOS
Na atualidade, a mídia tornou-se uma fábrica de sonhos que invade a mente das pessoas para colocar seus produtos através de uma política de marketing extremamente invasiva. O desastre era inevitável; os sonhos alheios se reproduzindo como uma praga mata a esperança; em teoria: a última que não poderia morrer.
Manipular os sonhos alheios envolve riscos incalculáveis para o futuro de todos; tanto dos manipuladores quanto dos que deixam invadir suas mentes.
Nossa vida é um vir a ser sem fim – um mundo de sonhos á espera de virar uma fugaz realidade; no próximo segundo, o segundo atual já é passado – ou será o futuro na dobra do tempo?
O sonho de todo desejo ainda não realizado; é um dia transformar-se em esperança.
É humano idealizar, sonhar, antes de realizar; porém, nem sempre os frutos da imaginação podem ser colhidos e saboreados na hora em que os desejamos; daí a importância do sentimento da esperança.
De quem é o sonho?
Na vida contemporânea, essa pergunta, á primeira vista, estranha é mais do que pertinente; pois, a interferência dos mercadores de sonhos atuando através da mídia; embota o raciocínio das pessoas; e planta idéias e desejos com muita facilidade em suas mentes; como um câncer.
Após caracterizar a idéia acalentada; depois de deixar claro; se, é um ideal ou um devaneio; é necessário também definir sua identidade e origem.
De onde veio esse sonho? Foi uma idéia minha ou foi plantada na minha mente?
Esse problema é antigo; mas, nunca representou tanto perigo quanto nesta era de tecnologia digital.
Milênio após milênio, dia após dia, aos poucos, permitimos que nossos sonhos e desejos fossem induzidos e comandados por mentes estranhas á nossa - nos dizendo: o que é gostoso, o que é bonito, o que é feio, o que é chic, o que é brega, o que é prazer, o que é dor, qual a moda do momento, como viver e como morrer.
Mesmo para os descrentes da justiça natural; mesmo para turma que adora a desculpa do nada a ver – a cada dia a lei de causa e efeito está sendo esfregada em nosso nariz; pois, causa e efeito; já se encontram enquadradas na mesma foto; destruindo milenares mitos, tais como: sorte, azar, milagre, sobrenatural.
Claro que cada um pagará o que deve (nada a ver com sofrer); se foi propaganda enganosa ou artifício para vender e lucrar mais – problema do vendedor; mas, azar do descuidado comprador que não quis ler as entrelinhas do contrato.
Pessoas mais descuidadas não atentam para a gravidade do processo. Intoxicar a mente das pessoas com sonhos inúteis; alguns com prazo de validade vencida; além de matar a esperança; pode ajudar a perder a sanidade, a saúde, matar até; pois, esse mecanismo de manipulação dos sonhos tem importante papel na formação do estresse crônico; potencializado pela quantidade excessiva de informações que deixa a mente cada vez mais inquieta.
Juízo:
Ao deixarmos de tornar bem claras nossas aspirações; nós criamos o estresse inútil potencializado pelo excesso de sonhos ou devaneios não realizados. A sensação de frustração na atualidade é muito forte e criou um problema: a morte da esperança – caracterizada na angústia, depressão e síndrome do pânico.
Cuidado perigo!
Até pouco tempo, nossos instintos adquiridos no reino animal nos sinalizavam perigo ou paz; hora de atacar ou defender, para depois relaxar e procriar; mas, a partir do momento em que fizemos a primeira escolha de vontade própria, tudo mudou - passamos a influenciar; dominar; e a sermos influenciados ou dominados - criando a decepção, a mágoa, o ódio, o orgulho, a avareza, a dor, o sofrer..., todas as não qualidades humanas que devemos substituir passo a passo pelas cósmicas: amor, tolerância, paciência, desprendimento.
O momento exige reflexão; uma parada para avaliar nossa parcela de responsabilidade no contexto da nossa vida e da vida dos que sofreram ou sofrem de alguma forma nossa influência.
Influenciar; manipular...
Será que, até quando cometemos o pecado original; ou a primeira escolha de cada um de nós; que contrariou alguma das leis Divinas nós fomos induzidos?
Será que desde então; nós continuamos a transgredir mais pela vontade dos outros do que pela nossa?
E isso, começa a nos deixar fortemente desalentados e sem esperança?
Será que a serpente que seduziu a Eva chamava-se mídia?
Estamos á beira de um processo coletivo de depressão, angústia, pânico, surto psicótico, loucura, violência. Aos poucos entristecemos, adoecemos. E, o mais triste de tudo, é que nem transgredimos as leis cósmicas de plena vontade própria. E a cada dia, nos esgotamos mais e mais ao darmos ouvidos aos outros; nas novelas; nos noticiários; nos torneios de futebol pré-arranjados; nas corridas de F1 pré-combinadas; nas pesquisas manipuladas, etc.
Há solução?
Quem se encontra motivado para viver segundo seus próprios valores - mesmo que ainda de forma errada e danosa – ao adquirir consciência; sobrevive com a esperança de que muitos e novos caminhos podem abrir-se; se está no caminho certo melhora e aprimora; se no caminho inadequado, muda de rumo.
O momento é o de desligar todos os canais; respirar fundo; bater um papo com nossos botões para eliminar todas as desculpas, justificativas e assumir a responsabilidade que nos cabe; para evitarmos a perda da referência pessoal – pois, devido á educação que recebemos: os adultos enchem a cabeça das crianças de expectativas e não vacinam contra frustrações.
Somos analfabetos em se tratando de ler a vida; boa parte de nós não consegue interpretar um texto de duas laudas; daí; há um tremendo descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas, propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos de vez a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, desagrega, mata e enlouquece.
Nesse contexto; era inevitável a perda do senso de limites que estão sendo extrapolados a jato.
O estilo de vida consumista está consumindo o próprio homem.
Ao admitir que; eu não agüento mais viver dessa forma, sinalizo claramente que, perdi o senso de fronteiras do que é possível, do que é real, ou do que é ilusão.
Na arte de influenciar e ser influenciado, a melhor política pessoal talvez seja deixar claro: se quiser seguir minhas idéias e ideais que o faça por sua própria conta e risco. Ao invés de caminhar atrás de mim; caminhe ao meu lado para que juntos possamos decidir o melhor caminho a seguir.
Só os tolos têm vocação para guru...
Manipular os sonhos alheios envolve riscos incalculáveis para o futuro de todos; tanto dos manipuladores quanto dos que deixam invadir suas mentes.
Nossa vida é um vir a ser sem fim – um mundo de sonhos á espera de virar uma fugaz realidade; no próximo segundo, o segundo atual já é passado – ou será o futuro na dobra do tempo?
O sonho de todo desejo ainda não realizado; é um dia transformar-se em esperança.
É humano idealizar, sonhar, antes de realizar; porém, nem sempre os frutos da imaginação podem ser colhidos e saboreados na hora em que os desejamos; daí a importância do sentimento da esperança.
De quem é o sonho?
Na vida contemporânea, essa pergunta, á primeira vista, estranha é mais do que pertinente; pois, a interferência dos mercadores de sonhos atuando através da mídia; embota o raciocínio das pessoas; e planta idéias e desejos com muita facilidade em suas mentes; como um câncer.
Após caracterizar a idéia acalentada; depois de deixar claro; se, é um ideal ou um devaneio; é necessário também definir sua identidade e origem.
De onde veio esse sonho? Foi uma idéia minha ou foi plantada na minha mente?
Esse problema é antigo; mas, nunca representou tanto perigo quanto nesta era de tecnologia digital.
Milênio após milênio, dia após dia, aos poucos, permitimos que nossos sonhos e desejos fossem induzidos e comandados por mentes estranhas á nossa - nos dizendo: o que é gostoso, o que é bonito, o que é feio, o que é chic, o que é brega, o que é prazer, o que é dor, qual a moda do momento, como viver e como morrer.
Mesmo para os descrentes da justiça natural; mesmo para turma que adora a desculpa do nada a ver – a cada dia a lei de causa e efeito está sendo esfregada em nosso nariz; pois, causa e efeito; já se encontram enquadradas na mesma foto; destruindo milenares mitos, tais como: sorte, azar, milagre, sobrenatural.
Claro que cada um pagará o que deve (nada a ver com sofrer); se foi propaganda enganosa ou artifício para vender e lucrar mais – problema do vendedor; mas, azar do descuidado comprador que não quis ler as entrelinhas do contrato.
Pessoas mais descuidadas não atentam para a gravidade do processo. Intoxicar a mente das pessoas com sonhos inúteis; alguns com prazo de validade vencida; além de matar a esperança; pode ajudar a perder a sanidade, a saúde, matar até; pois, esse mecanismo de manipulação dos sonhos tem importante papel na formação do estresse crônico; potencializado pela quantidade excessiva de informações que deixa a mente cada vez mais inquieta.
Juízo:
Ao deixarmos de tornar bem claras nossas aspirações; nós criamos o estresse inútil potencializado pelo excesso de sonhos ou devaneios não realizados. A sensação de frustração na atualidade é muito forte e criou um problema: a morte da esperança – caracterizada na angústia, depressão e síndrome do pânico.
Cuidado perigo!
Até pouco tempo, nossos instintos adquiridos no reino animal nos sinalizavam perigo ou paz; hora de atacar ou defender, para depois relaxar e procriar; mas, a partir do momento em que fizemos a primeira escolha de vontade própria, tudo mudou - passamos a influenciar; dominar; e a sermos influenciados ou dominados - criando a decepção, a mágoa, o ódio, o orgulho, a avareza, a dor, o sofrer..., todas as não qualidades humanas que devemos substituir passo a passo pelas cósmicas: amor, tolerância, paciência, desprendimento.
O momento exige reflexão; uma parada para avaliar nossa parcela de responsabilidade no contexto da nossa vida e da vida dos que sofreram ou sofrem de alguma forma nossa influência.
Influenciar; manipular...
Será que, até quando cometemos o pecado original; ou a primeira escolha de cada um de nós; que contrariou alguma das leis Divinas nós fomos induzidos?
Será que desde então; nós continuamos a transgredir mais pela vontade dos outros do que pela nossa?
E isso, começa a nos deixar fortemente desalentados e sem esperança?
Será que a serpente que seduziu a Eva chamava-se mídia?
Estamos á beira de um processo coletivo de depressão, angústia, pânico, surto psicótico, loucura, violência. Aos poucos entristecemos, adoecemos. E, o mais triste de tudo, é que nem transgredimos as leis cósmicas de plena vontade própria. E a cada dia, nos esgotamos mais e mais ao darmos ouvidos aos outros; nas novelas; nos noticiários; nos torneios de futebol pré-arranjados; nas corridas de F1 pré-combinadas; nas pesquisas manipuladas, etc.
Há solução?
Quem se encontra motivado para viver segundo seus próprios valores - mesmo que ainda de forma errada e danosa – ao adquirir consciência; sobrevive com a esperança de que muitos e novos caminhos podem abrir-se; se está no caminho certo melhora e aprimora; se no caminho inadequado, muda de rumo.
O momento é o de desligar todos os canais; respirar fundo; bater um papo com nossos botões para eliminar todas as desculpas, justificativas e assumir a responsabilidade que nos cabe; para evitarmos a perda da referência pessoal – pois, devido á educação que recebemos: os adultos enchem a cabeça das crianças de expectativas e não vacinam contra frustrações.
Somos analfabetos em se tratando de ler a vida; boa parte de nós não consegue interpretar um texto de duas laudas; daí; há um tremendo descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas, propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos de vez a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, desagrega, mata e enlouquece.
Nesse contexto; era inevitável a perda do senso de limites que estão sendo extrapolados a jato.
O estilo de vida consumista está consumindo o próprio homem.
Ao admitir que; eu não agüento mais viver dessa forma, sinalizo claramente que, perdi o senso de fronteiras do que é possível, do que é real, ou do que é ilusão.
Na arte de influenciar e ser influenciado, a melhor política pessoal talvez seja deixar claro: se quiser seguir minhas idéias e ideais que o faça por sua própria conta e risco. Ao invés de caminhar atrás de mim; caminhe ao meu lado para que juntos possamos decidir o melhor caminho a seguir.
Só os tolos têm vocação para guru...
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
CONDUTA DE RISCO OU ESTILO DE VIDA FOOT IN THE GRAVE?
Neste mundo “fast” de economia de mercado; enquanto houver pessoas tentando comprar beleza, longevidade e cura; haverá outras tentando vender esses produtos...
Procom Cósmico?
Os problemas de propaganda enganosa serão resolvidos nos tribunais da consciência de cada um.
Tudo o que é apregoado pela medicina como fator de risco para evitar doenças e morte; tornou-se um invejado jeito meio “look” de viver – ou no caipirês: nóis capota; mas num breca – um tipo de “Happy Hour” existencial que decorre do crescimento técnico e científico em ritmo acelerado; que não se fez acompanhar do mesmo desenvolvimento ético; o que, gerou desequilíbrio.
As pessoas nunca beberam tanto, fumaram tanto, comeram tanto nem se drogaram ou remediaram tanto; quanto hoje.
Mas, por que não se fala nisso? – Ora; porque é normal?
Por quê?
A pressão exercida sobre nós pela sociedade cujos valores estão assentados no ter – possuir - poder e baseados na competição amplia ao extremo a dicotomia entre ser e parecer, o que desencadeia permanente conflito de objetivos existenciais cuja intensidade é proporcional à evolução de cada um.
Nada tão simples assim; pois:
As pessoas não tomam tantos remédios; bebem tanto; fumam demais; usam drogas; á toa – há motivos; e cada qual escolhe os seus.
Há motivos comuns dentro do estilo de vida adotado ou imposto:
Neste conjunto de circunstâncias sociais para que existam vencedores deve haver vencidos; daí esta situação de ganha-perde é geradora de kharma que desencadeia conflitos íntimos e de relação; o que leva as pessoas a comerem além da conta; beberem além da conta; drogarem-se além da conta; tomarem remédios além da conta; daí que adoecem além da conta; e geram violência social além da conta. Qual a razão da redundância: além da conta? – débitos; que podem ser parcelados ou executados para os caloteiros contumazes no desperdício dos bens da vida – cuidado ao tentar passar o cartão! – O camburão cósmico pode estar á tua espera na porta! – E o passivo do além da conta de hoje, que não demos conta de pagar; será pago também no além; e talvez no pós-além...
A competição pressiona vencedores e vencidos; é natural que o vencedor sinta-se insubstituível, e que para manter-se na posição, é preciso estar alerta o tempo todo. Esse quadro de tensão é agravado pela insegurança gerada pelas notícias, oscilações da bolsa de valores, mudanças na economia mundial, por governos volúveis, por catástrofes..., e essa ansiedade pode gerar medo, angústia pânico, fobias, depressões..., acrescente-se o sentimento de culpa pela forma de chegar ao topo; mais o medo de perder a condição de vencedor que, conduz à desconfiança em relação ao que estão próximos e, temos um retrato da vida de muitos nossos amados e conhecidos. Mas, como tudo na vida é reciclável e pode ser usado; essas pessoas são um excelente investimento para se ganhar dinheiro: basta fazer e pagar um seguro de vida em nome delas tendo você como beneficiário: é dinheiro em caixa; na moleza.
Mais pé na cova, é quem se julgava indispensável; e, é descartado. Essa é uma situação comum nas empresas; e breve os que são despedidos tornam-se: frustrados, magoados, às vezes podem sentir ódio e solidão; nessa condição, acentuam-se os vícios como fumo, alcoolismo, glutonice, dependência farmacológica: remédio para dormir, para acordar, para abaixar a pressão e depois para o efeito colateral do outro remédio, até que...
Na outra ponta, estão as pressões sobre os não vencedores: alguns não se encorajam á competição; e, sua dinâmica de defesa do ego cria mecanismos de fuga através da acomodação. Estabelecem poucas metas, que atingem com certa facilidade e acabam caindo numa rotina perigosa: Alzheimer á vista.
Outros; se situam numa faixa intermediária, e, enquanto não chega sua vez de vencedores, frustram-se, reprimem-se, descambando às vezes para a violência contra si ou contra os outros.
Questão de estilo de vida?
É; mas, todo juízo é pouco:
Um grande economista cósmico deu uma dica da hora:
“... Não vos canseis pelo ouro...” (O Mestre).
A sociedade da atualidade está voltada para os valores exteriores que instigam à competição a qualquer preço e, a qualquer custo; daí mede-se a criatura pelo que tem e não pelo que é; em razão do quanto pode e, não do que faz. A desordenada preocupação em adquirir a qualquer preço equipamentos, veículos e objetos de propaganda, desarticula a nossa intimidade. Elevamos a ansiedade a níveis extremados; apenas para sermos bem vistos e aceitos no meio social; nós nos angustiamos para vestirmos de acordo com a moda vigente; nós nos inquietamos para estarmos bem informados sobre temas sem importância. O sistema cria um conjunto de situações que abalam o equilíbrio emocional levando à perda da identidade, à desordem psicológica e à confusão de valores – e a viver na zona da conduta de risco do estilo de viver pé na cova.
Não demora e tudo isso, se reflete no corpo ou conduz a distúrbios de conduta como: angústia, TOC; bipolaridade; depressão; pânico.
A tendência é que esse estilo de vida produza cada vez mais vítimas entre aqueles distraídos pela conquista de valores transitórios sem a contrapartida da auto - realização e do aprimoramento pessoal.
Sob esse tipo de pressão constante, é lógico que aumentem as tensões, frustrações, vícios, ansiedade, fobias que ajudam a reforçar as doenças psíquicas que podem materializar-se no corpo; uma vez que isso ocorra os problemas orgânicos desencadeiam novas dificuldades psicológicas, num círculo vicioso.
Para relaxar: Esportes radicais; drogas; comida; sexo com drogas para ereção; bebida; fumo; TV; Internet; remédios...
Alguns de nossos bate papo nos bloogs, serão nesse contexto, quem se descuida em viver a própria vida e praticar os próprios valores - sem ter como escapar dos conflitos, fatalmente adoecerá; ou “fast, fast” passará para o outro lado. Claro que, muitos, se forem rápidos dá prá tirar o pé da cova, a tempo – se adotarem um estilo mais “slow” de viver.
Procom Cósmico?
Os problemas de propaganda enganosa serão resolvidos nos tribunais da consciência de cada um.
Tudo o que é apregoado pela medicina como fator de risco para evitar doenças e morte; tornou-se um invejado jeito meio “look” de viver – ou no caipirês: nóis capota; mas num breca – um tipo de “Happy Hour” existencial que decorre do crescimento técnico e científico em ritmo acelerado; que não se fez acompanhar do mesmo desenvolvimento ético; o que, gerou desequilíbrio.
As pessoas nunca beberam tanto, fumaram tanto, comeram tanto nem se drogaram ou remediaram tanto; quanto hoje.
Mas, por que não se fala nisso? – Ora; porque é normal?
Por quê?
A pressão exercida sobre nós pela sociedade cujos valores estão assentados no ter – possuir - poder e baseados na competição amplia ao extremo a dicotomia entre ser e parecer, o que desencadeia permanente conflito de objetivos existenciais cuja intensidade é proporcional à evolução de cada um.
Nada tão simples assim; pois:
As pessoas não tomam tantos remédios; bebem tanto; fumam demais; usam drogas; á toa – há motivos; e cada qual escolhe os seus.
Há motivos comuns dentro do estilo de vida adotado ou imposto:
Neste conjunto de circunstâncias sociais para que existam vencedores deve haver vencidos; daí esta situação de ganha-perde é geradora de kharma que desencadeia conflitos íntimos e de relação; o que leva as pessoas a comerem além da conta; beberem além da conta; drogarem-se além da conta; tomarem remédios além da conta; daí que adoecem além da conta; e geram violência social além da conta. Qual a razão da redundância: além da conta? – débitos; que podem ser parcelados ou executados para os caloteiros contumazes no desperdício dos bens da vida – cuidado ao tentar passar o cartão! – O camburão cósmico pode estar á tua espera na porta! – E o passivo do além da conta de hoje, que não demos conta de pagar; será pago também no além; e talvez no pós-além...
A competição pressiona vencedores e vencidos; é natural que o vencedor sinta-se insubstituível, e que para manter-se na posição, é preciso estar alerta o tempo todo. Esse quadro de tensão é agravado pela insegurança gerada pelas notícias, oscilações da bolsa de valores, mudanças na economia mundial, por governos volúveis, por catástrofes..., e essa ansiedade pode gerar medo, angústia pânico, fobias, depressões..., acrescente-se o sentimento de culpa pela forma de chegar ao topo; mais o medo de perder a condição de vencedor que, conduz à desconfiança em relação ao que estão próximos e, temos um retrato da vida de muitos nossos amados e conhecidos. Mas, como tudo na vida é reciclável e pode ser usado; essas pessoas são um excelente investimento para se ganhar dinheiro: basta fazer e pagar um seguro de vida em nome delas tendo você como beneficiário: é dinheiro em caixa; na moleza.
Mais pé na cova, é quem se julgava indispensável; e, é descartado. Essa é uma situação comum nas empresas; e breve os que são despedidos tornam-se: frustrados, magoados, às vezes podem sentir ódio e solidão; nessa condição, acentuam-se os vícios como fumo, alcoolismo, glutonice, dependência farmacológica: remédio para dormir, para acordar, para abaixar a pressão e depois para o efeito colateral do outro remédio, até que...
Na outra ponta, estão as pressões sobre os não vencedores: alguns não se encorajam á competição; e, sua dinâmica de defesa do ego cria mecanismos de fuga através da acomodação. Estabelecem poucas metas, que atingem com certa facilidade e acabam caindo numa rotina perigosa: Alzheimer á vista.
Outros; se situam numa faixa intermediária, e, enquanto não chega sua vez de vencedores, frustram-se, reprimem-se, descambando às vezes para a violência contra si ou contra os outros.
Questão de estilo de vida?
É; mas, todo juízo é pouco:
Um grande economista cósmico deu uma dica da hora:
“... Não vos canseis pelo ouro...” (O Mestre).
A sociedade da atualidade está voltada para os valores exteriores que instigam à competição a qualquer preço e, a qualquer custo; daí mede-se a criatura pelo que tem e não pelo que é; em razão do quanto pode e, não do que faz. A desordenada preocupação em adquirir a qualquer preço equipamentos, veículos e objetos de propaganda, desarticula a nossa intimidade. Elevamos a ansiedade a níveis extremados; apenas para sermos bem vistos e aceitos no meio social; nós nos angustiamos para vestirmos de acordo com a moda vigente; nós nos inquietamos para estarmos bem informados sobre temas sem importância. O sistema cria um conjunto de situações que abalam o equilíbrio emocional levando à perda da identidade, à desordem psicológica e à confusão de valores – e a viver na zona da conduta de risco do estilo de viver pé na cova.
Não demora e tudo isso, se reflete no corpo ou conduz a distúrbios de conduta como: angústia, TOC; bipolaridade; depressão; pânico.
A tendência é que esse estilo de vida produza cada vez mais vítimas entre aqueles distraídos pela conquista de valores transitórios sem a contrapartida da auto - realização e do aprimoramento pessoal.
Sob esse tipo de pressão constante, é lógico que aumentem as tensões, frustrações, vícios, ansiedade, fobias que ajudam a reforçar as doenças psíquicas que podem materializar-se no corpo; uma vez que isso ocorra os problemas orgânicos desencadeiam novas dificuldades psicológicas, num círculo vicioso.
Para relaxar: Esportes radicais; drogas; comida; sexo com drogas para ereção; bebida; fumo; TV; Internet; remédios...
Alguns de nossos bate papo nos bloogs, serão nesse contexto, quem se descuida em viver a própria vida e praticar os próprios valores - sem ter como escapar dos conflitos, fatalmente adoecerá; ou “fast, fast” passará para o outro lado. Claro que, muitos, se forem rápidos dá prá tirar o pé da cova, a tempo – se adotarem um estilo mais “slow” de viver.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
DIABETES INFANTIL; BOM OU MAU DESTINO?
O diabetes infantil aumentou de forma desproporcional ao crescimento da população. – O que levou a isso? – As explicação envolve um conjunto de situações: efeitos do estresse crônico; dieta inadequada; vida sedentária; mas, muitas outras formas de leitura dos fatos podem ser agregadas na busca das possíveis causas. Já abordamos o assunto da precocidade em outros artigos.
Como o mal já está feito; o que nos interessa hoje é indagar: na situação da criança com diabetes; isso é um bom ou mau destino? – Claro que a maioria das pessoas vai se escandalizar até com a dúvida; pois, ninguém gostaria de cuidar de um filho diabético – faz parte da nossa cultura: quando sentimos, alegria e facilidades; nós dizemos que o destino é bom; já, se a situação vem acompanhada de dificuldades, ele é mau.
Quando as lições são endereçadas aos outros, até recitamos bordões do tipo: “há males que vem para bem”. Quando é nossa vez de aprender; o discurso é outro.
Como cada ocorrência exige compreensão para que seja aceita; quando vivemos ocorrências parecidas; o que, para uns é o fim do mundo para outros é coisa mais simples.
O primeiro passo, para resolvermos situações que fogem ao nosso controle é aceitá-la tais como elas são; sem perder tempo com reclamos nem choradeira – Pois, o destino de todo mau destino, é um dia se transformar em um bom destino.
Retornando ao assunto em foco: a criança com diabetes – essa situação, pode tornar-se um “presente” tanto para a evolução dela própria, quanto, e principalmente, da família como um todo.
A relação custo/benefício dessa doença; como a de todas as outras; pode ser analisada por vários ângulos diferentes.
O diabetes é uma doença com razoável poder de transformação; pois já carrega consigo; um quê; de ameaça: ou muda ou muda! – além disso, ela já conta com boa divulgação no tocante ás perspectivas da sua evolução; e quanto aos danos que pode causar a médio e longo prazo.
No curto prazo era silenciosa e traiçoeira – hoje não mais, em virtude do estresse crônico; assim como temos a “dança” da pressão arterial; nós temos a “dança” da glicemia: ora lá em cima ora lá em baixo – quando das quedas o mal-estar é intenso; já há risco de vida em casos mais graves. Tudo isso, deixa a família mais atenta ás mudanças de hábitos, em especial o alimentar; que se fazem necessárias.
Quando ocorre na criança:
A aderência ao tratamento é maior; até da própria criança; pois, o tratamento exige uso de insulina e ninguém merece levar picada todo dia.
Quando o diabetes surge num adulto:
O impacto é menor – pois, a obrigação de mudar a dieta; é dele.
No adulto as oscilações da glicemia são quase imperceptíveis; além disso, a crença de que a medicação pode resolver; diminui a vontade de praticar mudanças de hábitos.
No caso da dieta é até engraçado como de forma inconsciente, ás vezes, cometemos pequenas vinganças uns com os outros; por exemplo, se o homem fica diabético a mulher passa a fazer doces em casa como nunca se interessou em fazer – Se, a mulher fica diabética o marido que nunca comia a tal da sobremesa passa a exigi-la – Na vida social, quando diabéticos, somos convidados para mais festas do que antes; e sempre tem aquele espírito de porco que vem com a pegadinha básica: Só um pouquinho não vai fazer mal! – Está uma delícia! – Até as crianças são assediadas – Tadinha! Que dózinha! Mãe deixa ela experimentar só um pedacinho!
De que forma a família pode lucrar com o diabetes da criança?
Muitas e dentre elas:
- Reciclagem dos hábitos da dieta; pois, para que a alimentação da criança não se torne um estorvo; aos poucos todo mundo se ajusta em hábitos mais saudáveis.
- Despertar para a necessidade de atividade física e dos cuidados básicos com o corpo e a higiene de vida, de maneira geral.
- Desenvolver qualidades da ética cósmica como: paciência; disciplina, tolerância; aceitação; desenvolvimento da inteligência para descobrir saídas de resolução ou de convivência com o problema.
- Desenvolvimento da cidadania na leitura de rótulos, bulas, etc.
- Melhora da cultura a respeito da saúde ao buscar compreender a doença.
Relação custo benefício para a criança?
Dentre eles:
- Formação ou reciclagem de hábitos alimentares mais saudáveis.
- Aprender a cuidar do próprio corpo e da vida.
- Valorizar a atividade física.
- Desenvolver qualidades: disciplina; perseverança; aceitação...
- Adquirir a força da vontade.
- Desenvolver o conhecimento de si mesma.
Acima de tudo; continuar viva – pois, o estresse crônico; maus hábitos; vida sedentária...; gera doenças mais graves e mortais; pois, são quase silenciosas – dentre elas algumas representam sério perigo na atualidade: colesterol e triglicérides elevados; obesidade; esteatose hepática (gordura no fígado); hipertensão; enfarte, etc.
Experimente tentar mudar a dieta de uma criança gordinha, com predominância da gordura abdominal só com discurso; vai discursar eternamente – Mas, invente uma forma diária de injeção para emagrecer, por exemplo; rapidinho os resultados aparecem.
Não é prazeroso descobrir que o médico Jesus tinha razão em colocações várias, dentre elas: Bem aventurados os que sofrem; pois, serão consolados (faltou colocarem na escrita: pelo próprio esforço ganharão o pão de cada dia)...
Juntando-se os seus recados; embora encobertos pela teia de muitos interesses; também deixam claro que não existimos para sofrer; basta ativar a inteligência, acionar a vontade, parar com desculpas, justificativas e xororô...
Mas, dentro de nosso assunto:
Diabetes?
Quem precisa dele?
QUE TAL USARMOS ESSA LINHA DE RACIOCÍNIO COM NOSSAS OUTRAS DOENÇAS?
Como o mal já está feito; o que nos interessa hoje é indagar: na situação da criança com diabetes; isso é um bom ou mau destino? – Claro que a maioria das pessoas vai se escandalizar até com a dúvida; pois, ninguém gostaria de cuidar de um filho diabético – faz parte da nossa cultura: quando sentimos, alegria e facilidades; nós dizemos que o destino é bom; já, se a situação vem acompanhada de dificuldades, ele é mau.
Quando as lições são endereçadas aos outros, até recitamos bordões do tipo: “há males que vem para bem”. Quando é nossa vez de aprender; o discurso é outro.
Como cada ocorrência exige compreensão para que seja aceita; quando vivemos ocorrências parecidas; o que, para uns é o fim do mundo para outros é coisa mais simples.
O primeiro passo, para resolvermos situações que fogem ao nosso controle é aceitá-la tais como elas são; sem perder tempo com reclamos nem choradeira – Pois, o destino de todo mau destino, é um dia se transformar em um bom destino.
Retornando ao assunto em foco: a criança com diabetes – essa situação, pode tornar-se um “presente” tanto para a evolução dela própria, quanto, e principalmente, da família como um todo.
A relação custo/benefício dessa doença; como a de todas as outras; pode ser analisada por vários ângulos diferentes.
O diabetes é uma doença com razoável poder de transformação; pois já carrega consigo; um quê; de ameaça: ou muda ou muda! – além disso, ela já conta com boa divulgação no tocante ás perspectivas da sua evolução; e quanto aos danos que pode causar a médio e longo prazo.
No curto prazo era silenciosa e traiçoeira – hoje não mais, em virtude do estresse crônico; assim como temos a “dança” da pressão arterial; nós temos a “dança” da glicemia: ora lá em cima ora lá em baixo – quando das quedas o mal-estar é intenso; já há risco de vida em casos mais graves. Tudo isso, deixa a família mais atenta ás mudanças de hábitos, em especial o alimentar; que se fazem necessárias.
Quando ocorre na criança:
A aderência ao tratamento é maior; até da própria criança; pois, o tratamento exige uso de insulina e ninguém merece levar picada todo dia.
Quando o diabetes surge num adulto:
O impacto é menor – pois, a obrigação de mudar a dieta; é dele.
No adulto as oscilações da glicemia são quase imperceptíveis; além disso, a crença de que a medicação pode resolver; diminui a vontade de praticar mudanças de hábitos.
No caso da dieta é até engraçado como de forma inconsciente, ás vezes, cometemos pequenas vinganças uns com os outros; por exemplo, se o homem fica diabético a mulher passa a fazer doces em casa como nunca se interessou em fazer – Se, a mulher fica diabética o marido que nunca comia a tal da sobremesa passa a exigi-la – Na vida social, quando diabéticos, somos convidados para mais festas do que antes; e sempre tem aquele espírito de porco que vem com a pegadinha básica: Só um pouquinho não vai fazer mal! – Está uma delícia! – Até as crianças são assediadas – Tadinha! Que dózinha! Mãe deixa ela experimentar só um pedacinho!
De que forma a família pode lucrar com o diabetes da criança?
Muitas e dentre elas:
- Reciclagem dos hábitos da dieta; pois, para que a alimentação da criança não se torne um estorvo; aos poucos todo mundo se ajusta em hábitos mais saudáveis.
- Despertar para a necessidade de atividade física e dos cuidados básicos com o corpo e a higiene de vida, de maneira geral.
- Desenvolver qualidades da ética cósmica como: paciência; disciplina, tolerância; aceitação; desenvolvimento da inteligência para descobrir saídas de resolução ou de convivência com o problema.
- Desenvolvimento da cidadania na leitura de rótulos, bulas, etc.
- Melhora da cultura a respeito da saúde ao buscar compreender a doença.
Relação custo benefício para a criança?
Dentre eles:
- Formação ou reciclagem de hábitos alimentares mais saudáveis.
- Aprender a cuidar do próprio corpo e da vida.
- Valorizar a atividade física.
- Desenvolver qualidades: disciplina; perseverança; aceitação...
- Adquirir a força da vontade.
- Desenvolver o conhecimento de si mesma.
Acima de tudo; continuar viva – pois, o estresse crônico; maus hábitos; vida sedentária...; gera doenças mais graves e mortais; pois, são quase silenciosas – dentre elas algumas representam sério perigo na atualidade: colesterol e triglicérides elevados; obesidade; esteatose hepática (gordura no fígado); hipertensão; enfarte, etc.
Experimente tentar mudar a dieta de uma criança gordinha, com predominância da gordura abdominal só com discurso; vai discursar eternamente – Mas, invente uma forma diária de injeção para emagrecer, por exemplo; rapidinho os resultados aparecem.
Não é prazeroso descobrir que o médico Jesus tinha razão em colocações várias, dentre elas: Bem aventurados os que sofrem; pois, serão consolados (faltou colocarem na escrita: pelo próprio esforço ganharão o pão de cada dia)...
Juntando-se os seus recados; embora encobertos pela teia de muitos interesses; também deixam claro que não existimos para sofrer; basta ativar a inteligência, acionar a vontade, parar com desculpas, justificativas e xororô...
Mas, dentro de nosso assunto:
Diabetes?
Quem precisa dele?
QUE TAL USARMOS ESSA LINHA DE RACIOCÍNIO COM NOSSAS OUTRAS DOENÇAS?
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