Conforme colocamos no artigo anterior:
A importância da dieta na saúde e na qualidade de vida das pessoas é inquestionável. Qualquer produto que apresente risco á integridade e saúde do cidadão; deve vir acompanhado de alerta; especialmente os produtos vendidos a crianças; tanto faz que seja remédio, droga, bebida, fumo, comida.
Especialmente pelo alarde que algumas empresas fazem de defensoras da boa alimentação e saúde das crianças; segundo o ponto de vista da ética; causa estranheza a reação da entidade que representa a indústria da alimentação contra determinação da Anvisa; conforme podemos observar na notícia abaixo:
Associação das Indústrias da Alimentação recorrerá contra obrigatoriedade de alertas sobre os riscos à saúde
admin
comunicação, saúde
[Envie este texto por Email]
1tweetretweet
A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) informou, em nota oficial, que irá recorrer à Justiça contra a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que obriga as empresas do setor a colocar alertas nas propagandas sobre os riscos à saúde do consumo excessivo de alimentos com alta quantidade de açúcar, gordura e sódio.
A associação argumenta que a medida da Anvisa apresenta “impropriedades constitucionais e técnicas”. Uma delas, segundo a Abia, é de que alimentos e bebidas não alcoólicas não integram a lista de produtos que devem ter advertência definida pela Constituição Federal – que inclui, tabaco, remédios e agrotóxicos.
De acordo com a associação, a agência extrapolou suas competências ao editar a resolução, pois a publicidade deve ser regulamentada por força de lei federal. A associação considera as novas regras ineficazes, pois não irão inibir o consumo excessivo de alimentos que tragam riscos à saúde, já “que é muito mais reflexo dos hábitos alimentares da população do que da composição dos produtos industrializados”.
“Com esse ato inócuo e unilateral, a Anvisa compromete, em certa medida, o diálogo estabelecido entre o setor de alimentos e o governo para a busca de ações conjuntas em prol do consumidor e da sociedade”, afirma a Abia, que representa mais de 70% do setor.
A nova resolução da Anvisa, publicada no dia 29/6, prevê que as empresas de alimentos e bebidas, agências de publicidade e veículos de comunicação deverão apresentar alertas nas propagandas sobre os riscos à saúde do consumo excessivo de produtos com grande quantidade de açúcar, gordura saturada ou trans e sódio.
Os fabricantes têm seis meses para se adequar às novas regras. Quem descumprir as exigências sofrerá sanções – desde notificação, interdição a pagamento de multa, que poderá variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.
Reportagem de Carolina Pimentel, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 01/07/2010
Como intenções escusas disfarçadas de verdades, meias mentiras e mentiras por inteiro estão sujeitas á aceleração a que está submetida a lei de causa e efeito:
NADA MAIS SERÁ COMO ANTESOs hábitos alimentares de um grupo cultural eram lentamente formados; mas, após o advento da tecnologia de informação rápida e quase instantânea, é preciso reavaliar conceitos e valores; dentre eles:
O VÍCIO ALIMENTAR
Sem que os integrantes da ANVISA tenham plena consciência disso (como a maior parte de nós) conceito de droga deve ser reciclado com urgência; pois, há muitos produtos hoje disponíveis no mercado com capacidade de criar dependência física e emocional; dentre eles alguns tipos de comida.
Exemplo: o açúcar vicia e mata lentamente; hoje há milhões de ansiosos dependentes dele que funciona num primeiro estágio como ansiolítico (depois de um susto, lá vem alguém com um copo de água com açúcar e, funciona). Estudos científicos confiáveis e bons livros mostram todos os malefícios que seu consumo traz à saúde como: a diminuição da imunidade (basta observar crianças que apresentam resfriados, amigdalites, otites freqüentes e eliminar da dieta delas o açúcar e os laticínios e, observar depois de alguns meses o resultado). A obesidade e o diabete infantil avançam em proporções alarmantes.
Hoje, problemas do álcool á parte, muitas pessoas não conseguem desenvolver um cotidiano sem bebidas estimulantes como: chá mate, preto, café, pó de guaraná...; a cafeína e a teína, por exemplo, causam dependência química, e é preciso estar alerta; pois, hoje muitos refrigerantes e bebidas consumidas em larga escala possuem apreciáveis quantidades de cafeína em sua composição. Isso, não é vício?
A indústria e seus colaboradores da mídia tentam criar padrões de dieta que induz ao vício.
Ora; tentar encaixar as pessoas em padrões é uma forma de domínio; quando estamos fora dos deles somos rotulados de anormais ou até de doentios. De forma instintiva; muitas pessoas se rebelam contra padrões e sistemas; embora nem sempre o façam de forma inteligente e construtiva. Além da perda da identidade pessoal ao tentarmos sempre nos enquadrar em paradigmas pré – estabelecidos corremos o risco de adoecer ou de cometer desatinos existenciais; e não apenas as crianças são vítimas da pressão de grupo que acompanha esses parâmetros humanos, os adultos infantilizados também se tornam escravos de modismos; muitos deles são não apenas danosos á saúde, mas cada vez tornam-se mais mortais, pois na tentativa de permanecermos no sistema todos os limites de adaptação possíveis foram extrapolados.
Na sua pobreza de argumentos e de ética os representantes da indústria tenta usar o velho chavão:
O QUE TODO MUNDO FAZ
As pessoas comem isso e aquilo; e continuam vivas. Todo mundo come; e se todo mundo come faz bem.
O que a maioria pratica assume ares de um padrão de normalidade; mesmo que seja algo absurdo, o que todo mundo faz justifica-se a si mesmo; e até serve como desculpa para tapar o sol com a peneira frente ás leis; o bom senso, as leis e aplicação da justiça.
Para muitas pessoas, neste momento; isso, não parece tão importante; mas, em se tratando de evolução humana, nós nos colocamos cada vez mais em situação de exclusão; pois, as leis da vida não dependem de pressão de grupo, sistemas de crenças, elas simplesmente existem para que as cumpramos.
Não apenas os que vendem produtos lesivos; mas, também aos que compram:
Preocupados apenas em manter a lucratividade e os ganhos; a pobreza de consciência do que pensamos, sentimos e fazemos nos torna pessoas mentirosas para nós mesmas; e pouco honestas. Repetimos incansavelmente determinadas mentiras: “queria tanto, mas não consigo...”, quando não é mais possível camuflar interesses primários ocultos ou conflitos íntimos e de relações usamos esse mentiroso chavão. Deixar de fumar, por exemplo; se assumo que gosto de fumar e tenho consciência dos riscos que corro; dei o primeiro passo para largar o vício; se uso os mentirosos artifícios de moderação, baixos teores, marcas light vou encurralar-me á frente na aflitiva e deprimente situação: ou larga ou morre.
Os representantes da indústria e os defensores da lucratividade a qualquer preço sempre usam os recursos das:
MEIAS VERDADES
Apenas para satisfazer aos nossos desejos imediatos de sensações, somos pouco honestos ao interpretar conceitos como equilíbrio, comedimento, moderação. Inventamos brincadeiras infantis ao crermos em coisas diet, ligth, beba com moderação, baixos teores.
Para atender aos seus interesses de lucratividade os protagonistas da indústria e da mídia, inventaram:
A CIÊNCIA DO CONSUMO
O conhecimento é relativo e distribuído em toda parte, portanto, as verdades humanas são sempre meias verdades; às vezes honestas e sábias, noutras oportunidades são mentirosas e aproveitadoras.
Em tempos de informação rápida para consumo, a necessidade de filtrar as informações é urgente e vital para a saúde física, mental e para a continuidade da existência.
Futuramente nos alimentaremos do estritamente necessário sem sacrificar qualquer ser vivo usando o que a Natureza amorosamente nos oferece: flores, frutos, sementes, grãos, pólen, mel, água etc. Ao contrário da alimentação que hoje degenera, desequilibra e adoece, a dieta do futuro será formada com alimentos que regeneram, vitalizam e curam ao invés de adoecer. Já principia na atualidade a aplicação do conceito de alimento curativo.
Finalizando:
O que mais nos desagrada nessa fala da ABIA é a prepotência de achar que está fazendo um favor á coletividade ao manter um canal aberto com os organismos governamentais encarregados de zelar pela nossa saúde.
A sociedade já provou ser capaz de se mobilizar quando é preciso...
FAÇA-NOS O FAVOR!
ABIA.
Minha lista de blogs
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
FAÇA-ME O FAVOR!
Grande parte das situações que vivemos hoje são difíceis de explicar segundo o raciocínio habitual. Tudo acontece muito rápido e de forma precoce. Transportado esse fato, para o nosso assunto que é a criança e, seu desenvolvimento psicológico, emocional e físico, pode-se dizer que, vivemos na era da precocidade, tudo acontece muito antes do que há pouco tempo atrás. Isso, será bom ou ruim? Visto com os olhos de antigamente essa situação é muito boa, pois a pressa e a ansiedade de que as coisas aconteçam muito rápido predomina. Não sabemos bem porque, mas se pudéssemos anteciparíamos tudo sem nos importarmos muito com as conseqüências, até que elas apareçam.
O que está ocorrendo com as crianças será precocidade ou envelhecimento rápido?
Crianças apresentando doenças de idosos. Meninas menstruando cada vez mais cedo..., isso sugere que algumas fases do nosso desenvolvimento estão sendo puladas.
Essa questão traz consigo outra:
Será que o ganho em tempo e qualidade de vida irá continuar por muito tempo? Ou é possível que o susto seja grande ao constatarmos que, boa parte das crianças de hoje terá dificuldades em atingir a vida adulta, caso nada seja feito para mudar certas tendências e conceitos do estilo de vida em curso. Se nos descuidarmos, pais e filhos podem ser “enterrados” muito próximos no tempo. Os sinais de que isso é bem possível são fortes e a própria OMS já alerta.
Qual será o papel da dieta na constituição desse problema?
A evolução da tecnologia na produção e fabrico de alimentos conduziu-nos a um momento crítico que está a exigir de todas as pessoas alguns questionamentos. Dentre eles: a preservação da saúde, o tratamento das doenças, a cura, a interação do homem com o meio ambiente e a relação de tudo isso com os critérios de alimentação em uso. É lógico e natural que devemos comer para viver mais e com melhor padrão de qualidade.
Desde o princípio dos tempos o acesso ao alimento sempre foi um problema para o desenvolvimento da espécie – outro mais moderno é o que fazer quando há excesso de oferta?
O problema de usar o ato de se alimentar como uma forma de suicídio é mais antigo do que podemos imaginar, vem desde a fase da evolução intermediária, no momento em que começamos a pensar para fazer escolhas e, quando descobrimos que podemos manipular os prazeres e as sensações. Dessa fase em diante, deturpamos alguns instintos conquistados milênio a milênio. Em condições naturais somos os únicos a comer sem fome; motivados pelo prazer sensitivo, gula, ansiedade.
O vício alimentar e os abusos sempre existiram desde os primeiros homens das cavernas, sofrendo algumas modificações em cada Época. Um exemplo famoso: os “vomitórios” da época do Império Romano. Em certas ocasiões, as pessoas se empanturravam de comida e de bebida, depois corriam para essa espécie de banheiro para enfiar o dedo na garganta, provocar o vômito e logo voltar a comer e a beber, e assim sucessivamente, várias vezes. Na verdade, de lá para cá, a coisa não mudou muito, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois, e até antecedendo os prazeres da mesa. Antes, esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje, pois o fluxo dos acontecimentos em nossas vidas capaz de causar conflitos e desequilíbrios emocionais era mais lento e suportável; na atualidade somos forçados a lidar com várias situações ao mesmo tempo, e fatalmente uma ou outra pode funcionar como um gatilho a desencadear doenças. Para complicar o problema da escolha de como devemos nos alimentar, hoje, além dos vícios e dos excessos, temos que neutralizar os venenos usados tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados. Devemos esse novo fator de complicação à chamada modernização da agricultura e da tecnologia de alimentos. Na vontade de aumentar a produtividade cada vez mais para alimentar um número cada vez maior de pessoas, está embutida a idéia de apressar tudo: engordar os bichos o mais rápido possível, forçar o desenvolvimento das plantas com adubos químicos, matar as pragas vegetais e parasitas com venenos. A idéia em si até que não é má; no entanto, um pequeno detalhe foi esquecido: os humanos.
É lógico e natural que, quando se tem um objetivo principal e se focaliza apenas os periféricos, o resultado final é pobre ou agravante de uma situação que se queria evitar. Uma tecnologia de agricultura que visa beneficiar o homem; mas, que atua como se ele não existisse, longe de fazê-lo, ainda, consegue aumentar a fome ou criar a miséria envenenada.
Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos: a resolução dos problemas do homem sempre envolve aspectos éticos (isso o caracteriza). Se não houvesse tantas pessoas que vivem às custas de atravessar a distribuição dos alimentos. Se o desperdício na comercialização fosse diminuído. E, se cada pessoa comesse apenas o necessário, sobraria alimentos para todos, até mais do que o suficiente; e sem deteriorar o meio ambiente.
No fundo de todas essas buscas, o desejo real não é resolver o problema da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro. Evidente que o faturamento das empresas deve ser levado em conta; pois vivemos numa economia de mercado.
Como conciliar ganho com ética?
É preciso atentar para esse problema: o desenvolvimento tecnológico da indústria de produção, conservação e venda de alimentos contribui de forma decisiva para deteriorar a saúde das pessoas; e de forma não muito ética, já que, em muitos países os consumidores de alimentos industrializados são desrespeitados; pois, desconhecem quais as substâncias que o produto contém e o que elas são capazes de produzir no organismo humano (abdicamos do direito de assumir ou não os riscos das nossas escolhas, ao depositar nos outros a obrigação de fazer isso para nós). A composição química consta dos rótulos; mas em forma de códigos, aos quais, o consumidor não tem livre acesso. O motivo da conivência entre indústria e governo, qualquer pessoa pode deduzir...
Lógico que o problema é complexo; pois, a filosofia que comanda a industria da cura também tem a sua parcela de responsabilidade, fomos todos educados e treinados a acreditar que tudo o que causarmos de agravo ao nosso corpo ou ao dos outros pode ser curado com remédios mágicos.
Na tentativa de proteger as crianças a sociedade como um todo deve discutir o problema. A família e a sociedade não podem se abster; pois, é possível que em breve tempo não haja muito o que fazer.
Desculpas e justificativas tornam-se perigosas sejam as da indústria quanto ao faturamento quanto as da família: isso se deve ao estilo de vida acelerado que adotamos e que não nos dá tempo para pensar nessas coisas; tudo tem que ser muito prático.
No artigo seguinte analisaremos a notícia: A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) vai recorrer á justiça contra a resolução da Anvisa que obriga as empresas do setor a colocar alertas nas propagandas sobre os riscos á saúde do consumo excessivo de alimentos com alta quantidade de açúcar, gordura e sódio...
O que está ocorrendo com as crianças será precocidade ou envelhecimento rápido?
Crianças apresentando doenças de idosos. Meninas menstruando cada vez mais cedo..., isso sugere que algumas fases do nosso desenvolvimento estão sendo puladas.
Essa questão traz consigo outra:
Será que o ganho em tempo e qualidade de vida irá continuar por muito tempo? Ou é possível que o susto seja grande ao constatarmos que, boa parte das crianças de hoje terá dificuldades em atingir a vida adulta, caso nada seja feito para mudar certas tendências e conceitos do estilo de vida em curso. Se nos descuidarmos, pais e filhos podem ser “enterrados” muito próximos no tempo. Os sinais de que isso é bem possível são fortes e a própria OMS já alerta.
Qual será o papel da dieta na constituição desse problema?
A evolução da tecnologia na produção e fabrico de alimentos conduziu-nos a um momento crítico que está a exigir de todas as pessoas alguns questionamentos. Dentre eles: a preservação da saúde, o tratamento das doenças, a cura, a interação do homem com o meio ambiente e a relação de tudo isso com os critérios de alimentação em uso. É lógico e natural que devemos comer para viver mais e com melhor padrão de qualidade.
Desde o princípio dos tempos o acesso ao alimento sempre foi um problema para o desenvolvimento da espécie – outro mais moderno é o que fazer quando há excesso de oferta?
O problema de usar o ato de se alimentar como uma forma de suicídio é mais antigo do que podemos imaginar, vem desde a fase da evolução intermediária, no momento em que começamos a pensar para fazer escolhas e, quando descobrimos que podemos manipular os prazeres e as sensações. Dessa fase em diante, deturpamos alguns instintos conquistados milênio a milênio. Em condições naturais somos os únicos a comer sem fome; motivados pelo prazer sensitivo, gula, ansiedade.
O vício alimentar e os abusos sempre existiram desde os primeiros homens das cavernas, sofrendo algumas modificações em cada Época. Um exemplo famoso: os “vomitórios” da época do Império Romano. Em certas ocasiões, as pessoas se empanturravam de comida e de bebida, depois corriam para essa espécie de banheiro para enfiar o dedo na garganta, provocar o vômito e logo voltar a comer e a beber, e assim sucessivamente, várias vezes. Na verdade, de lá para cá, a coisa não mudou muito, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois, e até antecedendo os prazeres da mesa. Antes, esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje, pois o fluxo dos acontecimentos em nossas vidas capaz de causar conflitos e desequilíbrios emocionais era mais lento e suportável; na atualidade somos forçados a lidar com várias situações ao mesmo tempo, e fatalmente uma ou outra pode funcionar como um gatilho a desencadear doenças. Para complicar o problema da escolha de como devemos nos alimentar, hoje, além dos vícios e dos excessos, temos que neutralizar os venenos usados tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados. Devemos esse novo fator de complicação à chamada modernização da agricultura e da tecnologia de alimentos. Na vontade de aumentar a produtividade cada vez mais para alimentar um número cada vez maior de pessoas, está embutida a idéia de apressar tudo: engordar os bichos o mais rápido possível, forçar o desenvolvimento das plantas com adubos químicos, matar as pragas vegetais e parasitas com venenos. A idéia em si até que não é má; no entanto, um pequeno detalhe foi esquecido: os humanos.
É lógico e natural que, quando se tem um objetivo principal e se focaliza apenas os periféricos, o resultado final é pobre ou agravante de uma situação que se queria evitar. Uma tecnologia de agricultura que visa beneficiar o homem; mas, que atua como se ele não existisse, longe de fazê-lo, ainda, consegue aumentar a fome ou criar a miséria envenenada.
Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos: a resolução dos problemas do homem sempre envolve aspectos éticos (isso o caracteriza). Se não houvesse tantas pessoas que vivem às custas de atravessar a distribuição dos alimentos. Se o desperdício na comercialização fosse diminuído. E, se cada pessoa comesse apenas o necessário, sobraria alimentos para todos, até mais do que o suficiente; e sem deteriorar o meio ambiente.
No fundo de todas essas buscas, o desejo real não é resolver o problema da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro. Evidente que o faturamento das empresas deve ser levado em conta; pois vivemos numa economia de mercado.
Como conciliar ganho com ética?
É preciso atentar para esse problema: o desenvolvimento tecnológico da indústria de produção, conservação e venda de alimentos contribui de forma decisiva para deteriorar a saúde das pessoas; e de forma não muito ética, já que, em muitos países os consumidores de alimentos industrializados são desrespeitados; pois, desconhecem quais as substâncias que o produto contém e o que elas são capazes de produzir no organismo humano (abdicamos do direito de assumir ou não os riscos das nossas escolhas, ao depositar nos outros a obrigação de fazer isso para nós). A composição química consta dos rótulos; mas em forma de códigos, aos quais, o consumidor não tem livre acesso. O motivo da conivência entre indústria e governo, qualquer pessoa pode deduzir...
Lógico que o problema é complexo; pois, a filosofia que comanda a industria da cura também tem a sua parcela de responsabilidade, fomos todos educados e treinados a acreditar que tudo o que causarmos de agravo ao nosso corpo ou ao dos outros pode ser curado com remédios mágicos.
Na tentativa de proteger as crianças a sociedade como um todo deve discutir o problema. A família e a sociedade não podem se abster; pois, é possível que em breve tempo não haja muito o que fazer.
Desculpas e justificativas tornam-se perigosas sejam as da indústria quanto ao faturamento quanto as da família: isso se deve ao estilo de vida acelerado que adotamos e que não nos dá tempo para pensar nessas coisas; tudo tem que ser muito prático.
No artigo seguinte analisaremos a notícia: A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) vai recorrer á justiça contra a resolução da Anvisa que obriga as empresas do setor a colocar alertas nas propagandas sobre os riscos á saúde do consumo excessivo de alimentos com alta quantidade de açúcar, gordura e sódio...
sexta-feira, 2 de julho de 2010
SAÚDE E MEIO AMBIENTE – MALDITOS OS QUE SE ACHAM OS DONOS DA TERRA
Ás vezes eu questiono os motivos que me levam a levantar bandeiras que não me pertencem; que não afetam meus mais imediatos interesses diretamente. Mas, como ignorar a ação do meio ambiente sobre nossa saúde? - A harmonia com o meio ambiente e a sua preservação fazem parte do esquema de saúde social dentro do qual se insere a individual. Exemplo: os terapeutas devem colaborar na mudança dos conceitos da agricultura industrial voltada para a superprodução, com conseqüentes danos ecológicos que, decorrem do desmatamento, da diminuição das matas ciliares, do envenenamento da água, do aterro das nascentes, das aplicações químicas que geram intoxicações e estimulam o surgimento de pragas; e acima disso mostrar também o desperdício na produção, no armazenamento e na distribuição de alimentos, como causa de fome e do surgimento de mais e mais doenças.
Nosso assunto de hoje é a tentativa por parte de alguns parlamentares da bancada ruralista de mudança da lei de proteção ambiental, enfraquecendo o código florestal brasileiro.
Antes de adentrar no tema gostaria de recordar um fato:
Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado; porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta. O assunto era a monocultura, no caso em discussão, a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo (malditos carvõezinhos que empesteiam nossa cidade, emporcalhando tudo e agravando as doenças respiratórias através da troglodita queima antes da colheita).
Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos, destruição ambiental não recuperável, alterações climáticas regionais, criação de novos empregos, geração de energia elétrica, uso de subprodutos para a produção de polímeros, exportação de tecnologia sucroalcoeira, etc. A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador através de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: - Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que eu bem entender; se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. – Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra! – Como é melhor rir do que chorar, na hora eu lembrei de uma célebre frase do R. Simpsom (desenho da TV): “A culpa é minha; ponho ela em quem eu quiser”...
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente? E o que começa a desalentar: em pleno século XXI o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir. Jesus cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais. Salta aos olhos que não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente. No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente dono da sua terra; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto ou é possível que pouco tempo depois resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra. Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas pela nossa teimosia em manter posturas como a dele nós ainda estamos fortemente sujeitos á ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (amigo leitor, não vá pensando que não tem nada com isso). As pessoas que se acham donas da terra; ou de qualquer outra coisa de 3D, como ele; se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente – O pior é que, alguns de nós herdaremos a Terra; e de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia desta vez; esperamos que não mais junto com ele e alguns vândalos que hoje se acham proprietários. Nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Não temos competência nem para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos; pois a vida apenas a Deus pertence.
O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer; até nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte.
A situação é grave; pois mesmo os que se acham espiritualistas; quando se encontram na condição de proprietários da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana. Aproveitam a estiagem para atear fogo á reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada na cara dura a aproveitam para plantio. Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração. Depois, em 4D, desencarnados damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de apegados obsessores; tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros; pois, quando nos apegamos ás posses não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinados animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição da criação, todos os males acabam tornando-se um bem. Quem comete desatinos e torna-se um sofredor ou até obsessor e; nessa pisada de bola, torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir quando já mais conscientes e esclarecidos – Mas, até quando será dessa forma? – Entregar tudo na tal mão de Deus é covardia? Preguiça? Falta de responsabilidade?
O planeta suportará tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta como as populações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador? Nossa querida Gaia dá sinais de estar agonizando – Será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele? – O que estará atrasando o final dos tempos? - Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber? – Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil dessa raça; outro: - até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema...
Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns Avatares afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares – Será? – Se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos não será um novo desastre? – Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam...
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo...
Mas, vamos ao que interessa.
Recebi o seguinte comunicado:
“Caros amigos,
Um grupo de deputados estão tentando enfraquecer as proteções ambientais no Brasil, matando nosso Código Florestal. Vamos deixar claro que os brasileiros não permitirão um retrocesso na proteção das nossas florestas. Clique abaixo:
Envie uma mensagem agora!
É chocante, mas o congresso brasileiro poderá abrir oficialmente uma "temporada de desmatamento", nas 5 regiões do Brasil, significando um retrocesso de décadas em proteção ambiental!
Mais de 70 deputados da bancada ruralista, representando os interesses do agronegócio, estão tentando enfraquecer o Código Florestal brasileiro. Se eles conseguirem, milhões de hectares deixarão de ser protegidos por lei!
O Congresso está dividido - há uma forte oposição dos parlamentares ambientalistas; mas os dois maiores partidos, o PT e o PMDB, ainda não assumiram uma posição. Porém, a não ser que haja uma grande pressão popular, é provável que eles se alinhem com os ruralistas para ganhar apoio político nas eleições de outubro. Chegou a hora de mostrar o que o Brasil quer! Vamos enviar milhares de mensagens direto para os emails dos líderes partidários, eles estão negociando o posicionamento dos seus partidos agora mesmo! Clique abaixo e envie a sua:
http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl
As propostas mais perigosas são: a anistia irrestrita ao desmatamento ilegal ocorrido até 2008, a eleminação da Reserva Legal para propriedades de até 4 módulos rurais inclusive na Amazônia e a transferência da regulamentaçõa para o nível estatal, flexibilizando a lei. As propostas são uma grave ameaça à preservação ambiental, reduzindo dramaticamente as áreas atualmente protegidas.
Grupos ambientais estão fazendo tudo o que podem para impedirem os ruralista, mas eles precisam de nossa ajuda. Mais de 90.000 brasileiros assinaram a petição para salvar o Código Florestal em menos de duas semanas. Mas agora nós precisamos aumentar a pressão e enviar milhares de mensagens ao líderes partidários. Os líderes estão negociando o posicionamento dos partidos agora mesmo - envie uma mensagem para eles, deixando claro que não queremos alterações no Código Florestal!
http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl
Nós precisamos acabar com o mito de que a preservação ambiental é uma ameaça ao desenvolvimento. Um estudo recente mostra que o Brasil possui mais de 100 milhões de hectares disponíveis para agricultura, ou seja, há terra suficiente para produzir. O Brasil tem o privilégio de ser um país rico em recursos naturais e temos a rara oportunidade de crescer de forma sustentável. É nossa responsabilidade desenvolver e preservar ao mesmo tempo. Envie uma mensagem agora, não deixe que eles acabem com o Código Florestal!
Com esperança,
Graziela, Alice, Ricken, Ben, Iain, Milena, Mia e toda a equipe Avaaz
Leia mais sobre o assunto:
País tem 100 milhões de hectares sem proteção - Estadão:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547054,0.php
Apagão Ambiental: seria cômico, não fosse trágico - IPAM:
http://www.ipam.org.br/blogs/Apagao-Ambiental-seria-comico-nao-fosse-tragico/67
Marina: mudança no Código Florestal é retrocesso:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/06/10/marina-mudanca-no-codigo-florestal-retrocesso-298695.asp
Ambientalistas criticam o texto apresentado pelo relator sobre o novo Código Florestal Brasileiro:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/09/politica,i=196793/AMBIENTALISTAS+CRITICAM+O+TEXTO+APRESENTADO+PELO+RELATOR+SOBRE+O+NOVO+CODIGO+FLORESTAL+BRASILEIRO.shtml
Amigos, não é falta de qualidade humana rogar aos céus que envie, em último caso, um probleminha básico de saúde ou de outro tipo; para que os exterminadores do futuro possam ter a oportunidade de parar para pensar e reavaliar o quanto a postura de seus interesses está sendo desastrosa para a saúde ambiental e até para a continuidade da vida.
Ps.
No meu caso, se eu usasse a mesma forma de proteger meus interesses: quanto mais doença melhor; quanto mais agravos ambientais melhor; pois, haveria cada vez mais doentes e minha conta bancária ficaria mais obesa – Por que não fico de bico calado?
Nosso assunto de hoje é a tentativa por parte de alguns parlamentares da bancada ruralista de mudança da lei de proteção ambiental, enfraquecendo o código florestal brasileiro.
Antes de adentrar no tema gostaria de recordar um fato:
Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado; porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta. O assunto era a monocultura, no caso em discussão, a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo (malditos carvõezinhos que empesteiam nossa cidade, emporcalhando tudo e agravando as doenças respiratórias através da troglodita queima antes da colheita).
Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos, destruição ambiental não recuperável, alterações climáticas regionais, criação de novos empregos, geração de energia elétrica, uso de subprodutos para a produção de polímeros, exportação de tecnologia sucroalcoeira, etc. A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador através de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: - Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que eu bem entender; se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. – Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra! – Como é melhor rir do que chorar, na hora eu lembrei de uma célebre frase do R. Simpsom (desenho da TV): “A culpa é minha; ponho ela em quem eu quiser”...
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente? E o que começa a desalentar: em pleno século XXI o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir. Jesus cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais. Salta aos olhos que não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente. No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente dono da sua terra; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto ou é possível que pouco tempo depois resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra. Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas pela nossa teimosia em manter posturas como a dele nós ainda estamos fortemente sujeitos á ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (amigo leitor, não vá pensando que não tem nada com isso). As pessoas que se acham donas da terra; ou de qualquer outra coisa de 3D, como ele; se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente – O pior é que, alguns de nós herdaremos a Terra; e de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia desta vez; esperamos que não mais junto com ele e alguns vândalos que hoje se acham proprietários. Nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Não temos competência nem para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos; pois a vida apenas a Deus pertence.
O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer; até nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte.
A situação é grave; pois mesmo os que se acham espiritualistas; quando se encontram na condição de proprietários da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana. Aproveitam a estiagem para atear fogo á reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada na cara dura a aproveitam para plantio. Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração. Depois, em 4D, desencarnados damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de apegados obsessores; tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros; pois, quando nos apegamos ás posses não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinados animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição da criação, todos os males acabam tornando-se um bem. Quem comete desatinos e torna-se um sofredor ou até obsessor e; nessa pisada de bola, torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir quando já mais conscientes e esclarecidos – Mas, até quando será dessa forma? – Entregar tudo na tal mão de Deus é covardia? Preguiça? Falta de responsabilidade?
O planeta suportará tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta como as populações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador? Nossa querida Gaia dá sinais de estar agonizando – Será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele? – O que estará atrasando o final dos tempos? - Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber? – Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil dessa raça; outro: - até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema...
Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns Avatares afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares – Será? – Se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos não será um novo desastre? – Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam...
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo...
Mas, vamos ao que interessa.
Recebi o seguinte comunicado:
“Caros amigos,
Um grupo de deputados estão tentando enfraquecer as proteções ambientais no Brasil, matando nosso Código Florestal. Vamos deixar claro que os brasileiros não permitirão um retrocesso na proteção das nossas florestas. Clique abaixo:
Envie uma mensagem agora!
É chocante, mas o congresso brasileiro poderá abrir oficialmente uma "temporada de desmatamento", nas 5 regiões do Brasil, significando um retrocesso de décadas em proteção ambiental!
Mais de 70 deputados da bancada ruralista, representando os interesses do agronegócio, estão tentando enfraquecer o Código Florestal brasileiro. Se eles conseguirem, milhões de hectares deixarão de ser protegidos por lei!
O Congresso está dividido - há uma forte oposição dos parlamentares ambientalistas; mas os dois maiores partidos, o PT e o PMDB, ainda não assumiram uma posição. Porém, a não ser que haja uma grande pressão popular, é provável que eles se alinhem com os ruralistas para ganhar apoio político nas eleições de outubro. Chegou a hora de mostrar o que o Brasil quer! Vamos enviar milhares de mensagens direto para os emails dos líderes partidários, eles estão negociando o posicionamento dos seus partidos agora mesmo! Clique abaixo e envie a sua:
http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl
As propostas mais perigosas são: a anistia irrestrita ao desmatamento ilegal ocorrido até 2008, a eleminação da Reserva Legal para propriedades de até 4 módulos rurais inclusive na Amazônia e a transferência da regulamentaçõa para o nível estatal, flexibilizando a lei. As propostas são uma grave ameaça à preservação ambiental, reduzindo dramaticamente as áreas atualmente protegidas.
Grupos ambientais estão fazendo tudo o que podem para impedirem os ruralista, mas eles precisam de nossa ajuda. Mais de 90.000 brasileiros assinaram a petição para salvar o Código Florestal em menos de duas semanas. Mas agora nós precisamos aumentar a pressão e enviar milhares de mensagens ao líderes partidários. Os líderes estão negociando o posicionamento dos partidos agora mesmo - envie uma mensagem para eles, deixando claro que não queremos alterações no Código Florestal!
http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl
Nós precisamos acabar com o mito de que a preservação ambiental é uma ameaça ao desenvolvimento. Um estudo recente mostra que o Brasil possui mais de 100 milhões de hectares disponíveis para agricultura, ou seja, há terra suficiente para produzir. O Brasil tem o privilégio de ser um país rico em recursos naturais e temos a rara oportunidade de crescer de forma sustentável. É nossa responsabilidade desenvolver e preservar ao mesmo tempo. Envie uma mensagem agora, não deixe que eles acabem com o Código Florestal!
Com esperança,
Graziela, Alice, Ricken, Ben, Iain, Milena, Mia e toda a equipe Avaaz
Leia mais sobre o assunto:
País tem 100 milhões de hectares sem proteção - Estadão:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547054,0.php
Apagão Ambiental: seria cômico, não fosse trágico - IPAM:
http://www.ipam.org.br/blogs/Apagao-Ambiental-seria-comico-nao-fosse-tragico/67
Marina: mudança no Código Florestal é retrocesso:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/06/10/marina-mudanca-no-codigo-florestal-retrocesso-298695.asp
Ambientalistas criticam o texto apresentado pelo relator sobre o novo Código Florestal Brasileiro:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/09/politica,i=196793/AMBIENTALISTAS+CRITICAM+O+TEXTO+APRESENTADO+PELO+RELATOR+SOBRE+O+NOVO+CODIGO+FLORESTAL+BRASILEIRO.shtml
Amigos, não é falta de qualidade humana rogar aos céus que envie, em último caso, um probleminha básico de saúde ou de outro tipo; para que os exterminadores do futuro possam ter a oportunidade de parar para pensar e reavaliar o quanto a postura de seus interesses está sendo desastrosa para a saúde ambiental e até para a continuidade da vida.
Ps.
No meu caso, se eu usasse a mesma forma de proteger meus interesses: quanto mais doença melhor; quanto mais agravos ambientais melhor; pois, haveria cada vez mais doentes e minha conta bancária ficaria mais obesa – Por que não fico de bico calado?
quinta-feira, 1 de julho de 2010
LUTO AFETIVO – GAME OVER NOS JOGOS DE AMOR
No meu trabalho como médico recebo tantos pacientes que sofrem da dor do luto afetivo que passei a estudá-lo com mais carinho e leveza.
Estamos destinados a amar.
Um dos jogos mais fascinantes do universo é o game love.
A maior parte de nós é constituída de principiantes que não gostam de estudar o manual de instruções e saímos jogando por aí; aprendendo apenas com a atitude de “fuçar” sem método e compromisso; desse modo, levamos incontáveis game over na cara; a ponto de muita gente ficar com medo de voltar a jogar.
O luto afetivo resultante da perda do objeto do afeto é um dos mais perigosos para nossa sanidade física, mental e emocional – nem importa muito quem descartou quem - defrontar-se com o game over é complicado.
Dicas para evitar o:
Game over.
Sempre que pisamos na bola; ou seja: não seguimos as regras do jogo – ou não fomos capazes de seguir adiante na fase em que jogamos aparecerá na tela do consciente a mensagem avisando que o jogo acabou e que devemos nos preparar para recomeçar, quando quisermos ou quando for nossa vez; pois nem sempre querer é poder; acima de tudo é preciso saber querer. É bem a cara do jogador do mundo da MITOLÂNDIA achar que é o centro do universo; o todo poderoso amante.
Quando o desastre é eminente, é possível deletar tudo? Apagar o jogo?
Delet.
Impossível usar essa tecla. A máquina não responde. Neste jogo as opções erradas apenas podem ser substituídas por outras mais corretas, sem limite.
Claro que sempre sobram opções:
Lixeira.
Descartar todas as opções inadequadas é possível e necessário.
Efeito espelho.
Essa tecla é um recurso de grande valia.
Quando quiser visualizar seu EGÃO com mais clareza aperte o PAUSE seguido desta tecla. Se deixar de fazê-lo corre o risco de toda a trama do GAME desenvolver-se no mundo da MITOLÂNDIA ou no planeta MUHLA – a vida na sua atmosfera é muito estranha; o ser que lá habita pensa uma coisa, diz outra e age de forma estranha ao que imagina; enfim é um planeta onde todos querem ser felizes, mas fazem tudo para não o ser.
O game over mais complicado e doentio é aquele onde o jogador ou os jogadores fingem que o jogo ainda pode ir adiante; aliás, alguns jogos de amor já começam na condição de game over; não têm nenhuma possibilidade de vingar; é o amor natimorto.
Arquivo - biografia.
Embora todos os lances e as jogadas sejam gravados numa placa chamada DNA, documentar tudo em 3D torna o processo mais fácil e acessível a este momento, pois ainda não temos tecnologia para assistir ao filme em 4 D. As jogadas de hoje sempre estão atreladas ás de ontem; o game Love é um jogo seqüencial.
Sugestão.
Jogadores de bom desempenho costumam criar um diário, ARQUIVO onde todas as jogadas e seus efeitos são anotados para posterior estudo. A maioria recomenda um caderno onde se anote tudo, no PC (pequeno cérebro) boa parte das informações se perdem.
Escudo de proteção.
Cada tipo de pensamento potencializado pelo sentir e fixado pela atitude, cria um campo de força negativo ou positivo. O bem pensar e o bem sentir (em consenso com a lei de amor ou equilíbrio) cria um inexpugnável campo de força capaz de nos proteger dos inimigos de nossa paz e felicidade. Um grande Mestre nos legou uma dica a respeito: “Vigia e ora”.
Quando estamos curtindo uma dor no coração ou no cotovelo (amar sem ser amado), tendemos á depressão, nosso organismo fica vulnerável a doenças. Para superar o luto afetivo do game over é preciso, ás vezes buscar ajuda antes de começar outro jogo.
QUER JOGAR DE NOVO?
Passou pela experiência do GAME OVER?
Quer jogar novamente?
Habilite-se; pois, neste jogo não há o fator sorte – tudo funciona pela lei da sintonia na atração dos parceiros.
Não basta apertar a tecla ENTER seguida do PLAY, é preciso saber jogar para não criar problemas complicados que levaremos para as próximas fases. Não é possível desprezar os resultados das jogadas anteriores; é impossível recomeçar do zero – guarde bem isso.
No tabuleiro da vida desculpas e justificativas não serão mais aceitas; pois, neste game não há iniciantes; somos todos “macacos velhos”; antigos jogadores e, todas as nossas jogadas estão arquivadas no computador universal e no nosso arquivo pessoal chamado DNA. Recomeçar sem preparo é condenar-se a sofrer na fila de espera – demorar demais para recomeçar é a mesma coisa. Melhor aproveitar os intervalos para junto a mais velhos e sábios colegas prepararmos melhor as estratégias e refaçamos alianças. Pois num game onde: se houver vencidos e derrotados não há vencedores; nada como trocar experiências; para que todos superem as fases em que estão capacitados.
Prestar atenção a tudo é de grande valia. Avaliar as dicas pode evitar que caiamos em pegadinhas bobas e, além disso, ficamos espertos para conseguir bônus onde os mais distraídos marcam bobeira. A promessa e a perspectiva de ser feliz; pode ser evasiva e escorregadia.
Neste game quem se aventura, apenas para se aventurar, sem preparo; normalmente não encontra sua cara metade; tromba com ela; daí todos podem sair mais ou menos feridos...
Quer voltar a jogar?
DICAS PARA AVANÇAR DE FASE
De novo:
Estamos jogando esse game há incontáveis séculos.
Mesmo assim – poucos são os que atingiram o limite do possível para esta Fase: Terceiro Milênio ou Nova Era.
Motivos?
Não lemos o manual de instrução. Entretidos com os prazeres de cada época. Submissos aos paradigmas e padrões ditados por interesses e vontades alheias: ignoramos coisas para lá de básicas neste RPG; algo tão simples como:
Aprender as diferenças entre homens e mulheres.
É absurdo; mas, a maior parte de nós ignora as diferenças básicas da psicologia e do padrão de atitudes de mulheres e homens. Homens tratam as mulheres da sua vida como se fossem homens e vice-versa.
Avaliar os desejos.
Antes de dar o pontapé inicial – Mesmo antes de escolher o parceiro para depois apertar os botões: ENTER E PLAY é urgente questionar:
O que quero sentir? O que a outra pessoa sentirá com o meu sentir? Quem é meu parceiro neste game? Quais seus desejos? Quais suas pretensões?
Quem deseja aprofundar relações deve ter plena consciência do que deseja para si e para o outro; apenas sair jogando, cria tantos embaraços e nós cegos nas relações que, faz até com que alguns desistam do jogo, desiludidos.
Pode parecer uma colocação banal; mas não é; disfarçamos as verdadeiras intenções até de nós mesmos, e de tanto fazer isso, costumamos não distinguir mais as primeiras, das segundas, terceiras.
Para evitar essa bobeira: fazer cara de paisagem com relação a um assunto tão sério - Uma dica é observar nossa postura corporal e a dos outros quando interagimos, pois o corpo costuma “dedar” quando estamos tentando enganar tanto a nós mesmos quanto aos outros. Principalmente na variante jogada em MUHLA ou na MITOLÂNDIA, nossas palavras não costumam condizer com nossas vibrações mentais; boa parte das “cantadas” não dá certo por isso, o sujeito está falando uma coisa e enviando outra em vibrações ao campo da aura da pessoa; ou quando alguém está pregando bem bolada mentira, mas apenas ele está acreditando naquilo, os que estão ouvindo ainda não sabem, mas já sentem que é pura cascata; papo de vendedor de alguma coisa.
Os que hoje se sentem mal amados devem tentar rever seus desejos originais no início da relação, com isenção e honestidade. Na dúvida é melhor apertar o PAUSE, rever o manual de instruções e se for o caso pedir ajuda.
Buscar a transparência.
O impulso em busca do prazer próprio disfarçado de amor ao outro, cria uma série de experiências frustrantes; que enquanto não admitidas, nos mantém em sofrimento.
Porém a outra face da busca do prazer não pode ser esquecida...
Quando a intenção na busca do parceiro ideal, é aprofundar a relação, numa troca de experiências contínua, a transparência deve ser buscada sem descanso, para que ninguém espere do outro o que ele é incapaz ainda de oferecer. Isso, sempre foi básico e primário; mas, hoje é essencial para quem quiser sair do estágio de consciência primitiva para média ou mais evoluída; pois o desejo também é a, base da compaixão e do amor; além de condição absoluta para estar em paz; o próprio desejo de agradar carrega uma inteligência que, quando liberta da preocupação com nosso ego, repercute na experiência afetiva e emocional dos outros.
Não é hora de marcar bobeira, pois:
Pisaram no acelerador do mundo!
Em dias tão turbulentos e acelerados como os da atualidade; nossas máscaras vão cair aos montes; ficaremos cada dia mais “pelados nas emoções, nas intenções” e espantados, tanto conosco quanto uns com os outros; se, não buscarmos adequar o ser ao parecer por vontade própria não conseguiremos pessoas para compartilhar nossas vidas, nem por horas; quanto mais pela vida inteira. Tal e qual a maquiagem e o silicone no logo após e no dia seguinte: a Era do blá-blá-blá no love game típico do planeta MUHLA está agonizando: nada mais de benzinho para cá; amorzão para lá – afetividade da boca para fora não cola mais; quem quiser companhia de verdade e vida afetiva saudável, terá que provar no dia a dia; lavando a roupa suja na intimidade e ralando na reciclagem íntima para afastar os monstrinhos: orgulho, a vaidade, a intolerância, a prepotência...
Como nos veremos no espelho da consciência?
De que forma, nós seremos vistos?
Aperte o botão: EFEITO ESPELHO.
Já passou da hora de questionarmos a percepção de nós mesmos – é hora de brincar de colecionar opiniões alheias a respeito de nós mesmos, de forma divertida e flexível; porém honesta: Como somos vistos no dia seguinte? Como segurar a onda?
Dica.
Se eu tive uma noitada fantástica; mas, a outra parte não retorna as ligações ou some do mapa – o melhor a fazer é fechar temporariamente para balanço e analisar, refletir, criticar a mim mesmo; sem cair na armadilha da culpa e do remorso; pois essa pegadinha é mortal para nossas aspirações de ser feliz.
Em tudo na vida só se aprende fazendo.
Então, juízo - mas:
Arrisque tudo.
Viver o jogo da vida exige enorme coragem. Somente os corajosos podem viver; pois a vida consiste em explorar, entrar no desconhecido. Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança, nada disso tem o valor da sensação de felicitar para ser feliz. Apertar essa tecla que deveria ser uma das primeiras, no presente momento, é uma decisão complicada, que fazemos apenas quando estamos no limite do GAME OVER.
Atalhos.
Jogadores apressados costumam usar muito essa tecla e costumam sair do GAME LOVE para o WAR com muita freqüência. E no jogo da guerra amorosa sempre saem derrotados e com pendências para resolver no tribunal da consciência – o incorruptível juiz do game.
Reflexão e tempo são remédios santos para curar as dores do game over. Errar é humano, recair no erro é desculpável, a persistência nele é burrice.
Estamos destinados a amar.
Um dos jogos mais fascinantes do universo é o game love.
A maior parte de nós é constituída de principiantes que não gostam de estudar o manual de instruções e saímos jogando por aí; aprendendo apenas com a atitude de “fuçar” sem método e compromisso; desse modo, levamos incontáveis game over na cara; a ponto de muita gente ficar com medo de voltar a jogar.
O luto afetivo resultante da perda do objeto do afeto é um dos mais perigosos para nossa sanidade física, mental e emocional – nem importa muito quem descartou quem - defrontar-se com o game over é complicado.
Dicas para evitar o:
Game over.
Sempre que pisamos na bola; ou seja: não seguimos as regras do jogo – ou não fomos capazes de seguir adiante na fase em que jogamos aparecerá na tela do consciente a mensagem avisando que o jogo acabou e que devemos nos preparar para recomeçar, quando quisermos ou quando for nossa vez; pois nem sempre querer é poder; acima de tudo é preciso saber querer. É bem a cara do jogador do mundo da MITOLÂNDIA achar que é o centro do universo; o todo poderoso amante.
Quando o desastre é eminente, é possível deletar tudo? Apagar o jogo?
Delet.
Impossível usar essa tecla. A máquina não responde. Neste jogo as opções erradas apenas podem ser substituídas por outras mais corretas, sem limite.
Claro que sempre sobram opções:
Lixeira.
Descartar todas as opções inadequadas é possível e necessário.
Efeito espelho.
Essa tecla é um recurso de grande valia.
Quando quiser visualizar seu EGÃO com mais clareza aperte o PAUSE seguido desta tecla. Se deixar de fazê-lo corre o risco de toda a trama do GAME desenvolver-se no mundo da MITOLÂNDIA ou no planeta MUHLA – a vida na sua atmosfera é muito estranha; o ser que lá habita pensa uma coisa, diz outra e age de forma estranha ao que imagina; enfim é um planeta onde todos querem ser felizes, mas fazem tudo para não o ser.
O game over mais complicado e doentio é aquele onde o jogador ou os jogadores fingem que o jogo ainda pode ir adiante; aliás, alguns jogos de amor já começam na condição de game over; não têm nenhuma possibilidade de vingar; é o amor natimorto.
Arquivo - biografia.
Embora todos os lances e as jogadas sejam gravados numa placa chamada DNA, documentar tudo em 3D torna o processo mais fácil e acessível a este momento, pois ainda não temos tecnologia para assistir ao filme em 4 D. As jogadas de hoje sempre estão atreladas ás de ontem; o game Love é um jogo seqüencial.
Sugestão.
Jogadores de bom desempenho costumam criar um diário, ARQUIVO onde todas as jogadas e seus efeitos são anotados para posterior estudo. A maioria recomenda um caderno onde se anote tudo, no PC (pequeno cérebro) boa parte das informações se perdem.
Escudo de proteção.
Cada tipo de pensamento potencializado pelo sentir e fixado pela atitude, cria um campo de força negativo ou positivo. O bem pensar e o bem sentir (em consenso com a lei de amor ou equilíbrio) cria um inexpugnável campo de força capaz de nos proteger dos inimigos de nossa paz e felicidade. Um grande Mestre nos legou uma dica a respeito: “Vigia e ora”.
Quando estamos curtindo uma dor no coração ou no cotovelo (amar sem ser amado), tendemos á depressão, nosso organismo fica vulnerável a doenças. Para superar o luto afetivo do game over é preciso, ás vezes buscar ajuda antes de começar outro jogo.
QUER JOGAR DE NOVO?
Passou pela experiência do GAME OVER?
Quer jogar novamente?
Habilite-se; pois, neste jogo não há o fator sorte – tudo funciona pela lei da sintonia na atração dos parceiros.
Não basta apertar a tecla ENTER seguida do PLAY, é preciso saber jogar para não criar problemas complicados que levaremos para as próximas fases. Não é possível desprezar os resultados das jogadas anteriores; é impossível recomeçar do zero – guarde bem isso.
No tabuleiro da vida desculpas e justificativas não serão mais aceitas; pois, neste game não há iniciantes; somos todos “macacos velhos”; antigos jogadores e, todas as nossas jogadas estão arquivadas no computador universal e no nosso arquivo pessoal chamado DNA. Recomeçar sem preparo é condenar-se a sofrer na fila de espera – demorar demais para recomeçar é a mesma coisa. Melhor aproveitar os intervalos para junto a mais velhos e sábios colegas prepararmos melhor as estratégias e refaçamos alianças. Pois num game onde: se houver vencidos e derrotados não há vencedores; nada como trocar experiências; para que todos superem as fases em que estão capacitados.
Prestar atenção a tudo é de grande valia. Avaliar as dicas pode evitar que caiamos em pegadinhas bobas e, além disso, ficamos espertos para conseguir bônus onde os mais distraídos marcam bobeira. A promessa e a perspectiva de ser feliz; pode ser evasiva e escorregadia.
Neste game quem se aventura, apenas para se aventurar, sem preparo; normalmente não encontra sua cara metade; tromba com ela; daí todos podem sair mais ou menos feridos...
Quer voltar a jogar?
DICAS PARA AVANÇAR DE FASE
De novo:
Estamos jogando esse game há incontáveis séculos.
Mesmo assim – poucos são os que atingiram o limite do possível para esta Fase: Terceiro Milênio ou Nova Era.
Motivos?
Não lemos o manual de instrução. Entretidos com os prazeres de cada época. Submissos aos paradigmas e padrões ditados por interesses e vontades alheias: ignoramos coisas para lá de básicas neste RPG; algo tão simples como:
Aprender as diferenças entre homens e mulheres.
É absurdo; mas, a maior parte de nós ignora as diferenças básicas da psicologia e do padrão de atitudes de mulheres e homens. Homens tratam as mulheres da sua vida como se fossem homens e vice-versa.
Avaliar os desejos.
Antes de dar o pontapé inicial – Mesmo antes de escolher o parceiro para depois apertar os botões: ENTER E PLAY é urgente questionar:
O que quero sentir? O que a outra pessoa sentirá com o meu sentir? Quem é meu parceiro neste game? Quais seus desejos? Quais suas pretensões?
Quem deseja aprofundar relações deve ter plena consciência do que deseja para si e para o outro; apenas sair jogando, cria tantos embaraços e nós cegos nas relações que, faz até com que alguns desistam do jogo, desiludidos.
Pode parecer uma colocação banal; mas não é; disfarçamos as verdadeiras intenções até de nós mesmos, e de tanto fazer isso, costumamos não distinguir mais as primeiras, das segundas, terceiras.
Para evitar essa bobeira: fazer cara de paisagem com relação a um assunto tão sério - Uma dica é observar nossa postura corporal e a dos outros quando interagimos, pois o corpo costuma “dedar” quando estamos tentando enganar tanto a nós mesmos quanto aos outros. Principalmente na variante jogada em MUHLA ou na MITOLÂNDIA, nossas palavras não costumam condizer com nossas vibrações mentais; boa parte das “cantadas” não dá certo por isso, o sujeito está falando uma coisa e enviando outra em vibrações ao campo da aura da pessoa; ou quando alguém está pregando bem bolada mentira, mas apenas ele está acreditando naquilo, os que estão ouvindo ainda não sabem, mas já sentem que é pura cascata; papo de vendedor de alguma coisa.
Os que hoje se sentem mal amados devem tentar rever seus desejos originais no início da relação, com isenção e honestidade. Na dúvida é melhor apertar o PAUSE, rever o manual de instruções e se for o caso pedir ajuda.
Buscar a transparência.
O impulso em busca do prazer próprio disfarçado de amor ao outro, cria uma série de experiências frustrantes; que enquanto não admitidas, nos mantém em sofrimento.
Porém a outra face da busca do prazer não pode ser esquecida...
Quando a intenção na busca do parceiro ideal, é aprofundar a relação, numa troca de experiências contínua, a transparência deve ser buscada sem descanso, para que ninguém espere do outro o que ele é incapaz ainda de oferecer. Isso, sempre foi básico e primário; mas, hoje é essencial para quem quiser sair do estágio de consciência primitiva para média ou mais evoluída; pois o desejo também é a, base da compaixão e do amor; além de condição absoluta para estar em paz; o próprio desejo de agradar carrega uma inteligência que, quando liberta da preocupação com nosso ego, repercute na experiência afetiva e emocional dos outros.
Não é hora de marcar bobeira, pois:
Pisaram no acelerador do mundo!
Em dias tão turbulentos e acelerados como os da atualidade; nossas máscaras vão cair aos montes; ficaremos cada dia mais “pelados nas emoções, nas intenções” e espantados, tanto conosco quanto uns com os outros; se, não buscarmos adequar o ser ao parecer por vontade própria não conseguiremos pessoas para compartilhar nossas vidas, nem por horas; quanto mais pela vida inteira. Tal e qual a maquiagem e o silicone no logo após e no dia seguinte: a Era do blá-blá-blá no love game típico do planeta MUHLA está agonizando: nada mais de benzinho para cá; amorzão para lá – afetividade da boca para fora não cola mais; quem quiser companhia de verdade e vida afetiva saudável, terá que provar no dia a dia; lavando a roupa suja na intimidade e ralando na reciclagem íntima para afastar os monstrinhos: orgulho, a vaidade, a intolerância, a prepotência...
Como nos veremos no espelho da consciência?
De que forma, nós seremos vistos?
Aperte o botão: EFEITO ESPELHO.
Já passou da hora de questionarmos a percepção de nós mesmos – é hora de brincar de colecionar opiniões alheias a respeito de nós mesmos, de forma divertida e flexível; porém honesta: Como somos vistos no dia seguinte? Como segurar a onda?
Dica.
Se eu tive uma noitada fantástica; mas, a outra parte não retorna as ligações ou some do mapa – o melhor a fazer é fechar temporariamente para balanço e analisar, refletir, criticar a mim mesmo; sem cair na armadilha da culpa e do remorso; pois essa pegadinha é mortal para nossas aspirações de ser feliz.
Em tudo na vida só se aprende fazendo.
Então, juízo - mas:
Arrisque tudo.
Viver o jogo da vida exige enorme coragem. Somente os corajosos podem viver; pois a vida consiste em explorar, entrar no desconhecido. Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança, nada disso tem o valor da sensação de felicitar para ser feliz. Apertar essa tecla que deveria ser uma das primeiras, no presente momento, é uma decisão complicada, que fazemos apenas quando estamos no limite do GAME OVER.
Atalhos.
Jogadores apressados costumam usar muito essa tecla e costumam sair do GAME LOVE para o WAR com muita freqüência. E no jogo da guerra amorosa sempre saem derrotados e com pendências para resolver no tribunal da consciência – o incorruptível juiz do game.
Reflexão e tempo são remédios santos para curar as dores do game over. Errar é humano, recair no erro é desculpável, a persistência nele é burrice.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
APLICAÇÕES PRÁTICAS DO SIMBOLISMO DA DOENÇA
Para a maior parte das pessoas doença é sinônimo de sofrimento. Alguns de nós já conseguem encontrar explicações mais lógicas para esse estado de sentir-se; pois, aprofundando o raciocínio, e com um pouco de boa vontade é possível encontrar até bom uso para ela; nesse caso, dos males, o menor.
Cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes na forma de pensar, sentir e agir da pessoa, como: auto-sabotagem, carência afetiva, preocupação, ansiedade, raiva, medos, ódio, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga, etc.
Alguns processos costumam repetir-se de forma semelhante em muitas pessoas; porém, é preciso cautela com as analogias; pois, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular relacionado com a lei de causa e efeito, e a visão de mundo pessoal; dessa forma, podemos e devemos nos ajudar uns aos outros tanto na percepção quanto da forma de tentar resolver as dificuldades; mas, cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente. Apontar, discursar apenas; não é um bom caminho; aliás é péssimo; pois a pessoa vai ofender-se ou sentir-se julgada e até cobrada – uma boa pedida é ajudar a pessoa a perceber. O exemplo pode ser de grande valia – No entanto, para evitar frustrações, vale sempre lembrar que, quando queremos ajudar alguém somos apenas semeadores e cultivadores (através do exemplo); porém, o resultado definitivo depende do momento de potencial o desenvolvimento da consciência de cada um.
Salta aos olhos que a doença é transformadora; só não vê essa verdade quem não quer.
Ao mesmo tempo que os mostra; ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra, assinala o orgulho daquele; outras mais, mostram a impaciência, a irritabilidade, a inveja, a ira, a suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.
Será a doença um recurso pedagógico da vida?
De certa forma, sim; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda até para nos mantermos vivos; pois, a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo, etc.
Muitas outras são as finalidades além dessa:
Recicla objetivos da existência.
Atualiza o cronograma do projeto de vida.
Propicia oportunidades de observar o fluir da evolução pelo ângulo das conquistas internas.
Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença - como o desemprego serve para se dar valor ao emprego – e, a solidão à solidariedade; pois, o homem solidário jamais se encontra solitário, etc.
Muitos de nossos amigos leitores do bloog que interagem conosco já tem essa visão de mundo com relação á doença, saúde e cura; vários até pela leitura do nosso livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - nossa intenção com a conversa de hoje, é aprofundar uma vertente: o bom ou mau uso da doença nas relações; especialmente as da vida em família; pela sua importância, constância e intensidade.
Somos seres interativos e interdependentes; daí que compartilhamos tudo o que nos diz respeito; dessa forma, podemos até usar as doenças das da nossa convivência para acelerar o nosso aperfeiçoamento e até colaborar no delas.
Usarei como exemplo, um distúrbio cada vez mais freqüente em pessoas de todas as idades: artrite e artrose.
Com as devidas ressalvas; pois, construir doenças é como fazer bolo; é preciso juntar vários ingredientes na medida certa – a maior parte dos portadores desse distúrbio apresenta características comuns: impaciência, intolerância, tendência a formar preconceitos, desejo de controlar, sentem um forte impulso para manipular o ambiente e as pessoas; resumindo são rígidas e inflexíveis com o próximo e até consigo mesmas.
Como lidar com essas pessoas sem adoecer e sem agravar nossos desajustes?
Descuidados, deixamos fluir a forma passiva de evoluir, amplificamos os problemas, desarmonizamos o ambiente; e a vida passa a andar para trás em todos os sentidos. Até nossos companheiros de evolução sofrem: as plantas não vingam, os animais adoecem; pois, a poluição energética é a mais grave de todas.
Alguns cuidados básicos a serem tomados:
Ao interagir com essas pessoas, não as provoquemos; manifestemos nossa opinião com leveza (essas serão as sementes da paz e da concórdia que um dia poderão frutificar) - ao menor sinal de contradição, mudemos de assunto, se possível – se ela insistir (e quase sempre o faz) concordemos com ela de forma vaga e damos o assunto por encerrado. Mas, nada é tão simples assim; pois, mesmo de forma não consciente essa pessoa (não importa qual o grau de parentesco) vai nos enviar energias de baixa freqüência (raiva, mágoa, ódio, e similares); e quando percebemos ou sem que tenhamos idéia, o estrago já foi feito; pois, essa interação vai afetar nosso campo energético, saúde, e a qualidade de vida pode ficar comprometida.
Para a maior parte de nós esse distúrbio é quase inevitável; pois, temos muitos problemas de personalidade que funcionam como brechas para essa invasão energética – que quase sempre é recíproca.
Um dos requisitos para resolver esse problema, é aprender a limpar o campo da aura quando o estrago já foi feito ou está em andamento; outra forma mais inteligente, é a prevenção – não é difícil se proteger até que estejamos fora dessa sintonia; através da reciclagem da nossa personalidade – essa sim, a defesa definitiva.
Muitos outros focos e abordagens podem ser feitas a respeito de tão palpitante assunto – mas, nosso interesse de hoje era o de vislumbrar a possibilidade de usar os problemas dos outros para resolver passo a passo os nossos; e, ainda ajudar os que fazem parte de nosso universo de interações a perceberem que, de forma consciente e intencional, nossa vida pode ficar mais leve, solta, alegre e colorida.
Essa prática eu recomendo; ao menos para minha pessoa tem dado bons frutos.
Para finalizar:
Regras básicas devem ser cumpridas.
Não julgue.
Não se compare.
Não interfira.
Identifique os focos básicos de discórdia – evite-os.
Mantenha um bom e renovado estoque de piadas construtivas – dê muita risada.
Dica:
Para viver melhor e com mais saúde aprenda a curar seus relacionamentos.
Cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes na forma de pensar, sentir e agir da pessoa, como: auto-sabotagem, carência afetiva, preocupação, ansiedade, raiva, medos, ódio, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga, etc.
Alguns processos costumam repetir-se de forma semelhante em muitas pessoas; porém, é preciso cautela com as analogias; pois, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular relacionado com a lei de causa e efeito, e a visão de mundo pessoal; dessa forma, podemos e devemos nos ajudar uns aos outros tanto na percepção quanto da forma de tentar resolver as dificuldades; mas, cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente. Apontar, discursar apenas; não é um bom caminho; aliás é péssimo; pois a pessoa vai ofender-se ou sentir-se julgada e até cobrada – uma boa pedida é ajudar a pessoa a perceber. O exemplo pode ser de grande valia – No entanto, para evitar frustrações, vale sempre lembrar que, quando queremos ajudar alguém somos apenas semeadores e cultivadores (através do exemplo); porém, o resultado definitivo depende do momento de potencial o desenvolvimento da consciência de cada um.
Salta aos olhos que a doença é transformadora; só não vê essa verdade quem não quer.
Ao mesmo tempo que os mostra; ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra, assinala o orgulho daquele; outras mais, mostram a impaciência, a irritabilidade, a inveja, a ira, a suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.
Será a doença um recurso pedagógico da vida?
De certa forma, sim; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda até para nos mantermos vivos; pois, a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo, etc.
Muitas outras são as finalidades além dessa:
Recicla objetivos da existência.
Atualiza o cronograma do projeto de vida.
Propicia oportunidades de observar o fluir da evolução pelo ângulo das conquistas internas.
Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença - como o desemprego serve para se dar valor ao emprego – e, a solidão à solidariedade; pois, o homem solidário jamais se encontra solitário, etc.
Muitos de nossos amigos leitores do bloog que interagem conosco já tem essa visão de mundo com relação á doença, saúde e cura; vários até pela leitura do nosso livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - nossa intenção com a conversa de hoje, é aprofundar uma vertente: o bom ou mau uso da doença nas relações; especialmente as da vida em família; pela sua importância, constância e intensidade.
Somos seres interativos e interdependentes; daí que compartilhamos tudo o que nos diz respeito; dessa forma, podemos até usar as doenças das da nossa convivência para acelerar o nosso aperfeiçoamento e até colaborar no delas.
Usarei como exemplo, um distúrbio cada vez mais freqüente em pessoas de todas as idades: artrite e artrose.
Com as devidas ressalvas; pois, construir doenças é como fazer bolo; é preciso juntar vários ingredientes na medida certa – a maior parte dos portadores desse distúrbio apresenta características comuns: impaciência, intolerância, tendência a formar preconceitos, desejo de controlar, sentem um forte impulso para manipular o ambiente e as pessoas; resumindo são rígidas e inflexíveis com o próximo e até consigo mesmas.
Como lidar com essas pessoas sem adoecer e sem agravar nossos desajustes?
Descuidados, deixamos fluir a forma passiva de evoluir, amplificamos os problemas, desarmonizamos o ambiente; e a vida passa a andar para trás em todos os sentidos. Até nossos companheiros de evolução sofrem: as plantas não vingam, os animais adoecem; pois, a poluição energética é a mais grave de todas.
Alguns cuidados básicos a serem tomados:
Ao interagir com essas pessoas, não as provoquemos; manifestemos nossa opinião com leveza (essas serão as sementes da paz e da concórdia que um dia poderão frutificar) - ao menor sinal de contradição, mudemos de assunto, se possível – se ela insistir (e quase sempre o faz) concordemos com ela de forma vaga e damos o assunto por encerrado. Mas, nada é tão simples assim; pois, mesmo de forma não consciente essa pessoa (não importa qual o grau de parentesco) vai nos enviar energias de baixa freqüência (raiva, mágoa, ódio, e similares); e quando percebemos ou sem que tenhamos idéia, o estrago já foi feito; pois, essa interação vai afetar nosso campo energético, saúde, e a qualidade de vida pode ficar comprometida.
Para a maior parte de nós esse distúrbio é quase inevitável; pois, temos muitos problemas de personalidade que funcionam como brechas para essa invasão energética – que quase sempre é recíproca.
Um dos requisitos para resolver esse problema, é aprender a limpar o campo da aura quando o estrago já foi feito ou está em andamento; outra forma mais inteligente, é a prevenção – não é difícil se proteger até que estejamos fora dessa sintonia; através da reciclagem da nossa personalidade – essa sim, a defesa definitiva.
Muitos outros focos e abordagens podem ser feitas a respeito de tão palpitante assunto – mas, nosso interesse de hoje era o de vislumbrar a possibilidade de usar os problemas dos outros para resolver passo a passo os nossos; e, ainda ajudar os que fazem parte de nosso universo de interações a perceberem que, de forma consciente e intencional, nossa vida pode ficar mais leve, solta, alegre e colorida.
Essa prática eu recomendo; ao menos para minha pessoa tem dado bons frutos.
Para finalizar:
Regras básicas devem ser cumpridas.
Não julgue.
Não se compare.
Não interfira.
Identifique os focos básicos de discórdia – evite-os.
Mantenha um bom e renovado estoque de piadas construtivas – dê muita risada.
Dica:
Para viver melhor e com mais saúde aprenda a curar seus relacionamentos.
Assinar:
Postagens (Atom)
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo