Que delícia de dilema
Qual o papel do sexo na nossa evolução?
Nesse quesito, Freud tinha razão; mesmo que se tente disfarçar desejos e intenções; a busca da relação entre homens e mulheres, e entre os homossexuais, está quase sempre voltada para a sexualidade bem ou mal definida ou intencionada.
De forma explícita ou camuflada quando nos interessamos por alguém “fazemos sexo” com os olhos, com o pensamento, etc. Desde o começo dos tempos foi dessa forma; no entanto, na atualidade, a deusa “mídia” ajudou a transformar um recurso divino para a evolução como o sexo numa idéia quase fixa (obsessão).
A energia sexual é força de imenso potencial no progresso da humanidade.
Quando em equilíbrio: revigora; harmoniza; impulsiona; dá vida; desenvolve e liberta; faz desabrochar o gérmen do amor na interação entre criaturas; impulsiona o progresso.
Quando em desequilíbrio: descarrega energias; enlouquece; aprisiona; exacerba egoísmo e orgulho; nessas condições não ocorre troca; usa-se ou possui-se; vende-se ou troca-se; o que gera débitos a serem corrigidos futuramente.
Como começou a encrenca da sexualidade mal conduzida?
Somos capazes de desviar e viciar instintos que levaram milhões de anos em desenvolvimento; teimamos também em viciar a fisiologia, pois comemos sem ter fome (instinto de sobrevivência); matamos por esporte ou lazer; usamos a energia sexual por puro prazer (instinto de perpetuação da espécie) chegando às raias do egoísmo desajustado: somos os únicos que tem relação sexual sozinhos; e há os que pagam para fazer sexo; e, se prostituem.
Um recurso tão poderoso na mão de “crianças em evolução”; sem dúvida, poderia tornar-se um brinquedo perigoso.
Daí, o uso das energias sexuais, tornou-se um foco de desequilíbrios, cujo conjunto causa - efeito flui e reflui pela eternidade; até mesmo nas tendências inatas para adoecer – além disso, a energia sexual em desalinho é um dos principais veículos detonadores de violências; traições; assassinatos; suicídios - o que gera débitos que atravessarão séculos ou milênios até o inexorável resgate ou reparação.
Usar bem a energia sexual é uma das matérias mais difíceis da evolução humana; quem a dominar, segue feliz e com a consciência cada vez mais desperta e ampliada.
O mau uso do sexo como veículo de promoção social; comercial; artística e cultural.
O uso da sexualidade como moeda com graves e imprevisíveis conseqüências para o desenvolvimento pessoal e coletivo, é bem antigo – a diferença é que na atualidade aumenta o perigo; até por que na vida contemporânea, as maiores vítimas do consumismo sexual são as crianças e os jovens. Aí estão nos noticiários do cotidiano; notícias nas quais crianças e jovens se tornam protagonistas de ocorrências nefastas dos prazeres sexuais (dos adultos, principalmente); dos amores descontrolados; traições; vinganças; morte. Os perigos são crescentes; pois um dos efeitos do estresse crônico do qual as crianças são as grandes vítimas é o aumento do cortisol - um dos mediadores químicos que se elevou de forma constante; e um de seus efeitos é acelerar a maturidade sexual – com isso, é comum que vejamos por aí, meninas de 6 ou 7 anos de idade com “corpinho de 15” a despertar o olhar e os desejos cobiçosos de adultos com doenças educacionais cada vez mais graves – nestas bandas a maior parte da violência sexual “materializada” contra crianças e jovens fica quase impune; pois é cometida entre as paredes da vida em família – cada vez mais desorganizada e sem valores. Segundo as estatísticas de violência e de assédio sexual contra crianças e adolescentes, a maior parte é gerado por namorados da mãe; irmãos; enteados – claro que esse problema de falta de qualidade humana não é recente; porém na atualidade, toma dimensões que deveria nos preocupar e gerar medidas eficazes de combate. Muitas vidas são deformadas por esse tipo de agressão covarde que gera marcas difíceis de apagar.
Como desgraça pouca é bobagem; sob a ação do estilo de vida atual, a idade de primeira menstruação abaixa rapidamente – a de primeira relação sexual consentida ou não, também – como efeito colateral: o risco de DST; gravidez cada vez mais precoce e aborto; também aumenta. Mais um fator de peso se acrescenta ao problema: o uso da Internet possibilitando a explosão de todo tipo de tara e desvios de conduta sexual latentes.
Como a energia sexual mal direcionada pode nos fazer adoecer?
Na condição egoísta de sexualidade, um dos parceiros seqüestra a vitalidade emocional do outro – ou eles se exploram reciprocamente; caindo ambos em exaustão.
A insatisfação crônica é uma das marcas registradas de nossa pouca maturidade psicológica – No contexto da sexualidade não poderia ser diferente; estamos insatisfeitos século após século – nesta época de mídia de ação rápida criou-se a cultura do orgasmo; a ilusão do prazer sexual pelo simples prazer nos traz inúmeros sofrimentos; pois sem o amor que lhe dá harmonia, ele é como um sonho e; quem faz uso do sexo dessa forma, sempre acorda dele insatisfeito; é preciso cautela, pois confundimos cobiçar o corpo, a companhia, as sensações, com o verdadeiro amor; o sexo é o caminho, não o fim...
No campo da evolução pessoal: o desequilíbrio energético causado pela idéia fixa, que deixa estagnadas as energias sexuais; afeta profundamente o centro de força genésico; e seu efeito é devastador; pois afeta a maioria dos outros chakras, causando lesões e disfunções no corpo físico em órgãos importantes; e, além disso; deixa terreno propício para doenças sexualmente transmissíveis proliferarem.
Pior ainda:
Os desequilíbrios não corrigidos no devido tempo, são impressos no corpo astral; reaparecendo futuramente como malformações; esterilidade...; além de tendências para problemas mentais e emocionais: alterações de conduta; viciações; impulsos; taras; desequilíbrio sentimental; pobreza de sentimentos; aversão ao sexo; emoções primárias exacerbadas e dominantes; perversão dos instintos; e permanece por tempo indeterminado; até que o equilíbrio seja alcançado através do esforço ativo, muito lentamente; pois a mente em desalinho e repleta de clichês sensuais impossibilita manter o pensamento em ordem; a ferramenta necessária para todos os tipos de ajustes e correções.
Para pessoas comuns não há sanidade e paz sem uma vida sexual saudável.
Essa é uma das incontestáveis verdades naturais.
E cansamos de ouvir no dia a dia:
- Credo que pessoa “xiliquenta”! – É falta! - De certa forma - realmente é. Mesmo por linhas tortas os ditados populares costumam nos mostrar certas verdades. O problema está em definir o que seja uma vida sexual saudável; e, para discutir isso, precisaríamos de uma enciclopédia; mas, dá para resumir e oferecer algumas dicas aos interessados em viver no mundo real.
• XÔ! - para conceitos do tipo: comer ou possuir alguém.
• Pessoas que comentam sua vida sexual ou que contam vantagens são problemáticas. Quem desrespeita essa interação tão íntima não merece consideração; deve tornar-se carta fora do nosso baralho.
• Cuidado com as pressões de grupo que formam campeonatos de libido e orgasmos mentirosos.
• Se a relação foi insatisfatória, busquemos analisar com carinho onde falhamos sem tentar por a culpa na outra parte.
• A energia sexual é para ser compartilhada. Não façamos da masturbação um hábito. Isso indica no mínimo pouca competência afetiva. A energia sexual é para ser trocada, não se trata de algo para ser descarregado.
• Se o principal elo da ligação afetiva que temos com alguém é a interação sexual, tenhamos absoluta certeza que, essa relação já acabou mesmo antes de começar; será uma interação afetiva “rapidinha” tipo fast-food.
• Aprendamos a fazer da energia sexual uma energia de doação. Ofereçamos sempre o que temos de melhor para a outra parte e o retorno, a vida nos dará com toda certeza.
• A sexualidade é um dos caminhos do desenvolvimento da capacidade de amar. Quem ama cuida e quem ama: respeita. Aprendamos a cuidar e a respeitar a outra pessoa, sempre.
• Não devemos misturar relação sexual com bebida nem com drogas. Tal e qual dirigir. Se beber não dirija. Muitas vezes, nada de desagradável acontece durante o ato; mas os “desastres” são mais comuns do que se imagina (especialmente no terreno astral – obsessões). Se precisarmos de bebida ou qualquer estimulante para usar a criatividade na hora da relação sexual, estamos nos avisando que algo não vai bem.
• Não criemos expectativas quanto ao resultado final da relação. A chance de frustração é enorme. A melhor política exige simplicidade e humildade. Desse modo: a satisfação é garantida. Apenas façamos nossa parte, doando: carinho, respeito, cuidados.
• Evitemos as pessoas com desvios sexuais. Significam problemas e logo nos deixarão; pois já estão insatisfeitas com a própria sexualidade; além disso, tem pouca afetividade para trocar.
• Cada um tem as suas necessidades sexuais. Estudemos as da outra pessoa e procuremos satisfazê-la com cuidado e respeito, que a vida nos devolve da mesma forma.
• Quando estivermos insatisfeitos verbalizemos a insatisfação. Treinemos o diálogo claro, inteligente e honesto para garantir nossa felicidade e a da outra pessoa.
• Que fique sempre claro que não existe nem o parceiro ideal nem a parceira ideal. O ajuste sexual como o amor é uma conquista capaz de trazer paz, harmonia e felicidade com tempo e esforço.
• A continência sexual forçada é uma fonte de distúrbios – conforme vemos no dia a dia de casais - e veremos nos noticiários com relação ao problema da pedofilia entre celibatários não preparados para transmutar a energia sexual em doação amorosa.
• A relação sexual envolve aspectos que nem sonhamos ainda, como a obsessiva necessidade de sexo no pós – morte. Temos nossas companhias espirituais. Para aqueles que já se preocupam com esse assunto que tanto influencia nossas vidas, vale um alerta, cuidado com quem, onde e em que momento vai manter relações sexuais; pois podemos arrastar conosco companhias espirituais indesejáveis do parceiro ou dos locais do tipo: motel; que vão nos assediar com resultados funestos.
• Necessidades sexuais compulsivas e masturbação compulsiva..., são indicadores de obsessão espiritual em andamento.
O perigo de desastres no uso da sexualidade aumentou com a filosofia do test-drive; quando a outra parte só quer ficar.
Numa sociedade de consumo a degustação é saudável; pois, não levamos para casa o produto no escuro – claro que como todas as escolhas humanas essa também têm seu preço – vários são os aspectos positivos; mas, o perigo que se oculta atrás dessa facilidade não é nada desprezível.
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Ficar:
De forma geral indica que há interesse na pessoa e deixa subentendido que há intenção de relacionamento sexual. O cuidado que devemos tomar nesse tipo de situação é avaliar sempre o que nos interessa naquela pessoa antes e depois. Quer se tornar o prato do dia? Deseja ser o gran finale de uma noitada memorável?
Tá ligado?
A libido está a mil por hora? Quem é o chefe o cérebro?
A cultura do orgasmo preconizada pela mídia é uma armadilha para os incautos. Ela criou uma visão obsessiva e deturpada do orgasmo a qualquer custo e a qualquer preço; o que causa muitos problemas psicológicos para pessoas imaturas de qualquer idade.
É preciso esclarecer o jovem para não cair em “pegadinhas sexuais” tão antigas quanto simplórias; é urgente e inevitável repensar e reavaliar conceitos sobre o orgasmo para que não ocorram destrutivas desilusões, cada vez mais precoces; promiscuidade; decepções; depressão; obsessão; sofrimentos.
Dica.
Na relação o orgasmo não pode ser o objetivo, e, sim conseqüência.
Claro que sem ele nossa vida não teria a mesma graça; mas a preocupação com o prazer como finalidade primária; traz uma série de problemas psicológicos e afetivos, tais como: medo de se relacionar; insegurança quanto ao desempenho; ejaculação precoce; dificuldades de ereção; frigidez; masturbação viciosa e doentia.
A cultura do prazer a qualquer preço ajuda as pessoas a se tornarem fingidas; mentirosas; desonestas, consigo mesmas e com as outras pessoas - cria-se toda uma cena no momento; mas não dá para sentir alegria real e duradoura.
Se nos descuidarmos, nós nos tornamos mentirosos quanto ao próprio orgasmo e quanto ao número deles. Transformamos o prazer sexual numa competição para ver quem é capaz de sentir; ou de mentir mais – Coisa de quem vive na periferia do mundo REALIDADE. É fácil identificar esse tipo de pessoas: sentem uma necessidade compulsiva de divulgar seus feitos. Apregoam suas conquistas amorosas para que possam esconder de si mesmas sua pobreza afetiva.
Se liga!
Orgasmos múltiplos, várias relações sexuais seguidas, são fantasias que muitas pessoas gostam de cultivar para enganar a si e aos outros.
Para elas, um carinhoso: XÔ!
VIDA SEXUAL ENTRE PARCEIROS FIXOS
Na atualidade tamanha é a facilidade de test-drive, que é politicamente correto denominar também os antigos casais (marido e mulher) de parceiros “fixos” ou quase.
Hoje ainda; embora nem tanto – mas, antigamente o móvel da maior parte das uniões era o sentimento da paixão:
Criaturas apaixonadas trocam juras de amor eterno; durante as relações sexuais alcançam o êxtase; trocam carinhos e afagos como dois pombinhos - nessa primeira fase, consideram que nasceram um para o outro - depois, cada qual vai para sua casa sonhando com o próximo momento; idealizam uma existência plena de felicidade junto àquela criatura maravilhosa que tem apenas alguns “defeitos de caráter” que logo vai corrigir – mas, depois de algum tempo vivendo juntos; os defeitinhos do outro se tornam grandes e incomodam - e logo surge a primeira crise; pois nenhuma paixão resiste à convivência de dois imaturos; para piorar, a criatura antes maravilhosa está se tornando chata; daí em diante, situações mal interpretadas fazem adoecer na área genital: uretrites, corrimentos, ejaculação precoce, etc. (adoeceu nessa área reavalie a sexualidade); - nessa fase, começam os conflitos e as dúvidas quase nunca verbalizadas; e surgem novas somatizações, cada vez mais profundas; está aí o câncer de mama e de próstata; para não nos deixar mentir.
Paixão: um ardil da natureza!
A vida não dá ponto sem nó:
Para a perpetuação da espécie, a força de atração inicial ajuda a encobrir com mais intensidade a verdadeira personalidade dos envolvidos; á medida que ela perde força começam as decepções. O desafio para os casais (parceiros fixos) é manter acesa a chama, da antiga paixão; cultivando o respeito mútuo e renovando os objetivos comuns. Se a vida sexual nesta fase não é satisfatória as perspectivas do futuro da relação são sombrias; pois, a energia sexual é o principal fator capaz de manter a ligação estável.
Perigo! – Rotina á vista!
Quando a paixão perde força cede lugar á rotina, aquela mesmice de sempre que deixa as partes insatisfeitas; embora quase sempre acomodadas - há um grande risco de tornar o relacionamento sexual numa masturbação a dois; servindo apenas para diminuir tensões e jogar energia fora; quando deveria ser uma transfusão de energia e de vitalidade – uma das grandes causas de cansaço crônico e de neurastenia.
Aprender a ler os sinais:
O analfabetismo existencial impede que simples leituras do cotidiano não sejam feitas; e que graves problemas tenham início. Está ao alcance de todos perceberem que homens e mulheres apresentam diferenças; não apenas na aparência e nas funções físicas; mas, sobretudo no funcionamento psicológico.
No dia a dia os homens interpretam as atitudes das mulheres como se elas fossem homens e vice – versa; especialmente na sexualidade homens e mulheres funcionam de forma muito diferente; e têm necessidades particulares; esse descuido é fatal para a qualidade dos relacionamentos.
Além disso; insegurança e medo de perder o parceiro; fazem com que as insatisfações na relação sejam ocultas; e passo a passo elas tornam-se mecânicas e insatisfatórias; claro que a repercussão no dia a dia será inevitável.
CONFLITO:
A insatisfação não verbalizada de forma clara leva á suspeita de traição da outra parte; claro que isso leva á mudança de comportamento, até na sexualidade, no dia a dia com atitudes agressivas; que o autor não percebe como tal; pois sempre nos colocamos na condição de vítima.
Quando há diálogo franco e claro sobre a sexualidade e a qualidade das relações; os conflitos podem ser evitados ou minimizados.
Alerta!
O relacionamento pode evoluir para uma relação insatisfatória que propicia a busca de novos parceiros imaginários ou aventuras amorosas; o que acentua conflitos que tendem gerar culpa e remorso, dando início a doenças somatizadas - a crise segue seu curso e proporciona relações sexuais insatisfatórias; cada vez mais esporádicas, e, atinge o ápice com a continência forçada por negativa do outro ou eternas desculpas; o que, acentua problemas de doenças físicas e mentais e emocionais; mais profundos como: neuroses, histeria – e somatizações leves, moderadas ou até mortais.
Solução?
Doar-se em prol da satisfação do outro o tempo todo, é algo além das nossas possibilidades atuais; quem ousa fazer isso, perde a auto-estima, anula-se e colabora para que a outra parte torne-se acomodada e cada vez mais egoísta.
Melhor chamar o Dr. Freud – nem que seja através da mediunidade de alguém – se é que ele já não ande por aí – sinceramente nós esperamos que ele na atualidade; não esteja dono de alguma empresa de sexshop.
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sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
REFLEXÃO E PRÁTICA SOBRE A VINDA DE JESUS
Segundo o calendário das comemorações Cristãs, hoje; além do feriadão prolongado (semana santa para os privilegiados) é um dia em que se lembra o dia da morte de Jesus.
Para uma minoria, um dia de reflexão a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui; e o que representa de fato a vinda Dele – para a maioria é dia de comer bacalhoada, peixe, tudo regado a bebidas; a rotina da vida não muda nada; pouco ou nada se amplia na visão de mundo e na consciência dos adormecidos. – que não sabem se seguem a Javé (Jeová) ou Jesus.
Mesmo para os que optaram em seguir as Leis do Universo de Jesus; mais de dois milênios se passaram; e, do que sobrou das transcrições do Evangelho; pouco ou nada se pratica.
Dentro da ótica do nosso trabalho: saúde; doença; cura; pretendo comentar rapidamente apenas duas de suas colocações: “Bem aventurados os aflitos e os que sofrem” - “Cuidar do corpo e do espírito”.
“Bem Aventurados, os aflitos e os que sofrem”:
Sob a influência das leis de Jeová; interpretações inadequadas e interesseiras das recomendações de Jesus a respeito de como chegar ás Leis da Fonte Criadora nos levaram a usar o caminho do sofrer como forma de despertar a consciência – grande roubada!
Quase entro em depressão quando ouço de pacientes até pós – graduados em alguma coisa, que, acham ter sofrido tanto a ponto de receberem pela condição de sofredor, a habitar um belo lugar no além; um tipo de céu lhes está reservado no pós – morte pela única condição de crentes e de sofredores – sei lá se minha fé é tão curta segundo essa ótica; que, penso com meus botões: está “ferrado” meu amigo! – pois, se houvesse um lugar chamado céu ou paraíso; lá só habitariam seres felizes, criativos, alegres, realizados – lugar de depressivos, revoltados, sofredores seria o tal de inferno (céu ou inferno; são portáteis dependem apenas de interpretação).
Qual a chave para escapar dessa pegadinha cósmica?
Caso voltasse, hoje, entre nós, Jesus usaria uma linguagem mais fácil de ser compreendida mesmo pelos que se fizeram mais lentos no pensar: Já que escolheste errado; fizeste besteira; ao menos aprende com ela; e não torna a repetir!
Como nos libertar do jugo daqueles que nos mantêm no pensamento mágico?
Não devemos nos deixar conduzir nem pela ciência nem pela religião; basta pensar; analisar.
Quando se trata das nossas doenças, por exemplo; apenas da observação apurada do cotidiano (nossa proposta), percebe-se com clareza onde se encontram os inimigos responsáveis pela sensação de sofrer – nada a ver com sorte; azar; destino; Deus quis ou deixou de querer; no DNA; em agentes externos – eles estão em nós mesmos: fruto das escolhas inadequadas, dos efeitos de caráter a atrair corretivos necessários; e não, o que, ou quem nos rodeia; ao praticarmos essa percepção; tornamos nosso relacionamento com nós mesmos; com o próximo e com o divino; mais saudável – daí em diante, nós melhoramos o rendimento da atual existência e cuidamos da casa (Gaia) que nos receberá no futuro ao nos tornarmos ambientalistas ativos e convictos.
Somos todos iguais?
Para os atuais habitantes, híbridos em todos os sentidos, do planeta, os conflitos são necessários para ampliar a consciência – até na visão de mundo cósmica (religião inclusive) misturamos os conceitos: adotamos parte das leis de Jeová ou Javé (criador deste universo) e das leis que Jesus nos trouxe do seu Universo a pedido da Fonte Criadora; para consertar o que não deu certo na nossa criação – pois deuses menores ou engenheiros siderais estão sujeitos a erros e acertos no laboratório cósmico ou Divino.
Claro que tudo nos leva a conflitos decisórios; para decidirmos implantar em nosso destino: somos alhos ou bugalhos?
Em se tratando de saúde:
Enfrentar e resolver nossos conflitos até já impressos há muito no DNA de forma inteligente e ordenada; não só é possível; como necessário.
Mudar hábitos é uma forma simples de resolver conflitos:
Sim, sim – não, não – Deixou claro o Avatar.
É difícil! – dizemos nós – as coisas não podem ser light; diet; só um pouquinho não faz mal; beba com moderação; segundo as leis de Jeová?
No universo das desculpas - sempre as desculpas; costumamos alegar dificuldades para praticar novos conhecimentos; fazemos questão de esquecer que ela é igual para todos e, proporcional à vontade em aplicá-lo – Fazemos questão de não aceitar; que, recaídas, altos e baixos são naturais e decorrência da tentativa – essa lei rege todos os que tentam algo.
Chega!
Não agüento mais!
Cansei de procurar ajuda – de ir a médicos – Não consigo a cura!
Desanimar é adiar o inadiável.
É clamar pela antiga lei e buscar a ajuda da dor e do sofrimento para retornar ao progresso de forma simples ( Lei do amor).
Todo cuidado é pouco.
As pressões externas de aceleração de mudanças dificultam a cura:
Vivemos numa época especial de transição. Um grande ciclo que se regeu pelas leis de Jeová se finda – e um novo se aproxima; com novos objetivos, novas metas individuais e coletivas a serem alcançadas; vigiemos e oremos (meditação); pois, em cada momento, incontáveis pessoas querem nos impor conceitos e nos vender soluções; para problemas que nem temos ainda.
Na área da saúde: Adeus á escravidão:
Pois, segundo a antiga Lei mantida na filosofia da medicina oficial, o doente torna-se escravo dos curadores.
A liberdade se origina do ato de pensar. É orientada pela responsabilidade, balizada pelo discernimento, depende do conhecimento reciclado e aplicado no cotidiano. A vida nos quer livres e responsáveis conosco, com os que nos cercam e com o ambiente que nos rodeia e acolhe.
O que pregou o tão mal compreendido Jesus?
Terapeutas e pacientes precisam libertar-se uns dos outros (pastores e rebanhos). É preciso cooperar e não depender; pois quem depende não é livre.
Só é doente e sofredor quem quer!
Estar doente é uma coisa! – Ser doente é outra muito diferente...
Diria Jesus – pois, a oportunidade de aprender com a doença, com o sofrimento é ímpar; pois as indicações são claras e objetivas; o desequilíbrio emocional em tais momentos é que impede a observação e o raciocínio com a clareza necessária. Para não desperdiçar a lição embutida na doença é preciso observar e refletir e, para isso basta recolhimento interior desprovido da ação de agentes externos ou intermediários.
Quem não aprende com a doença; permanece refém da indústria da cura, de seus conceitos e, cada vez mais caros modismos.
Como fazer isso? Como escapar dos vendilhões de interesses?
Quando na doença, na dificuldade a ser superada, no obstáculo a ser transposto, basta relembrarmos o que antecedeu à doença, à dificuldade ou ao obstáculo, os recados do inconsciente são claros e objetivos. Depois é só treinar exaustivamente - é fácil perceber o pensamento, sentimento e atitude inadequados ao momento. Embotados pela anestesia religiosa e científica; raramente percebemos a necessidade de assim proceder; por isso, os recados são repetidos e sempre acrescidos de algo mais; sempre que se esgote o ciclo de tempo para aprendizagem; são as recaídas de doenças ou de situações.
Adoecer é aprendizado; continuar doente; é falta de inteligência:
Em sofrimento, nós ansiosamente queremos sair dele; preferencialmente pela via mágica e instantânea; quando ausente; daí, nós sofregamente buscamos “aproveitar a vida” e repetimos os erros; idolatramos os vícios; somos atraídos pelo sexo irresponsável; fascinados pelo dinheiro; ambicionamos o destaque; o poder; a badalação.
Segundo a lei antiga que continua válida; como disse o Avatar: “Não vim destruir a Lei”.
Aceitar a origem do sofrimento como decorrência das escolhas só da boca para fora. Tentamos evitar aceitar a responsabilidade pela doença; pois isto acarreta crise de consciência; que nos obriga á mudança, á reformar o “modo de viver”.
Isso gera um tremendo conflito: não queremos sofrer mas também não queremos evitar o sofrimento.
Tomemos por exemplo o fumante que, do alto de sua prepotência infantil (comportamento de criança em idade cronológica) dispara a poderosa arma do livre-arbítrio: “Fumo sim! Por que gosto! A vida é minha! Faço o que bem entender! Vou morrer mesmo! Tenho o direito de fazê-lo do jeito que quiser e ninguém tem nada com isso! Conseqüências? É problema meu!” Aos sessenta ou setenta anos, isso se conseguir chegar até lá, estará curtindo seu enfisema, seu câncer de pulmão, ou qualquer outra decorrência do fumo. Então, pode pensar com seus botões: “Ah! - Se eu não tivesse!” Tem início seu inferno de consciência ao começar a “curtir” a culpa.
Jesus trouxe o fim da Era dos milagres.
Embora visto como milagreiro pelas criaturas do Jeová; Jesus não fez nenhum milagre anti-natural – pois, Ele não veio nem poderia destruir a Lei de ação e reação; as curas relatadas pelos Evangelistas de plantão; não tiveram seguimento (científico) – ninguém avaliou nem relatou a fase do pós milagre dos auxiliados – Será que todos os cegos curados continuaram enxergando? – Será que todos os coxos e estropiados caminhavam e saltitavam normalmente até o final de suas existências?
O que significa: “Vá e não peques mais”?
Buscamos a cura milagrosa, mas como a doença é criação humana e não Divina; comete grave infração à lógica quem solicita a Deus sua cura sem a contrapartida da mudança do modo de viver; isso equivale a pedir perdão; a brincar de – “desculpa Papai do céu que não faço mais”.
Perdão é apenas intenção e não atitude; nada é enquanto não seja concretizada.
É preciso cuidado para evitar a busca do miraculoso, da cura sem responsabilidade, da saúde sem compromisso de elevação moral; essa forma de avaliar a ida é tempo perdido e sofrimento desnecessário; ao atrasar a vida própria e a de todo mundo.
Hoje, o Mestre diria com todas as letras:
Saúde ou doença; é questão de filosofia de vida; de livre-arbítrio; que determina saúde ou doença, viver ou morrer, quando e como morrer; não é questão de sorte, azar, destino, Deus quis ou deixou de querer.
É preciso deixar o conceito Deus em paz; diria Ele que há milhares de anos, Moisés um dos arautos de Jeová, deixou um aviso a respeito do uso preguiçoso da inteligência atribuindo a Deus o que nos compete executar. - “Não utilizar seu santo nome em vão”. Principalmente pós a vinda de Jesus - Todos nós somos capazes de extrair desta frase conceitos amplos e atuais, basta refletir. Quando se busca a cura apenas na pura intervenção dos recursos da medicina também de pede perdão; ou pior tenta-se comprar o perdão no contexto do estilo de vida baseado na teoria do consumo.
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
Na busca da cura definitiva quem vislumbra a verdade assina compromisso com ela e com as leis; portanto negar fatos reais vividos é assinar um contrato com o sofrimento.
É falta de responsabilidade; delegar a outros; as escolhas que sempre nos trarão conseqüências futuras – pois, no contexto da nossa saúde além da ajuda externa necessária devemos buscar soluções próprias e definitivas.
Requisitos da realização da cura:
Desejar é vontade ativa; mas é preciso saber desejar ou trabalho persistente; e tudo termina no conceito de merecer; que é a resultante de todos esses fatores.
Para nos curarmos de forma definitiva, é preciso rever conceitos:
Alguns automatizados no cotidiano necessitam de reciclagem imediata. O que indica má vontade: “Ah! É difícil!” deve ser substituído por: “é possível!”.
Perceber a vibração diferente é fácil; um limita e o outro abre possibilidades.
Conceito tedioso: problemas, dificuldades.
Vale a pena substituí-lo por: lição ensinamento. Para quem tem boa vontade, pensa e age não há problemas insuperáveis nem doenças que não tenham cura, ou dificuldades que não possam ser transpostas; há sim lições a serem aprendidas, provas a serem superadas.
FINAL DOS TEMPOS
Quantas Semanas Santas nós ainda teremos pela frente?
Quem tiver olhos de ver; ouvidos de ouvir; e inteligência para escolher que o faça – e rápido.
Ao inventarmos o estresse crônico e vivermos num ilusório perigo constante, extrapolamos todos os limites orgânicos e psicológicos. Pessoas choram sem causa; outras se deprimem; angustiam ou entram em pânico sem justificativas lógicas.
O momento sinaliza perigo; pois nossas desculpas e justificativas não serão aceitas, a tolerância da vida expressa na lei de causa e efeito zerou; daqui em diante á ordem é ou muda ou muda.
Quanto ao segundo item:
Cuidar do corpo e do espírito:
Deixamos para o leitor sua reflexão a respeito do que será o pós sexta - feira da paixão:
Jejuou?
Comeu muito?
Precisou de remédio para remediar a digestão?
No sábado de aleluia vai tirar a barriga da miséria e cair na farra da vida moderna?
Domingo de Páscoa é dia de dar aquele ovo básico de chocolate para depois espirrar; acentuar enxaquecas, etc. Vai se deprimir só porque vai precisar voltar a trabalhar na segunda de cinzas e luto que segue todo feriadão gordo (leve a balança para evitar o excesso de comemorações disfarçadas de dias santos).
Jesus?
Quem é Jesus?
O que ele veio fazer entre nós?
Pense bem.
Hoje ainda é sexta feira santa.
Amém.
Para uma minoria, um dia de reflexão a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui; e o que representa de fato a vinda Dele – para a maioria é dia de comer bacalhoada, peixe, tudo regado a bebidas; a rotina da vida não muda nada; pouco ou nada se amplia na visão de mundo e na consciência dos adormecidos. – que não sabem se seguem a Javé (Jeová) ou Jesus.
Mesmo para os que optaram em seguir as Leis do Universo de Jesus; mais de dois milênios se passaram; e, do que sobrou das transcrições do Evangelho; pouco ou nada se pratica.
Dentro da ótica do nosso trabalho: saúde; doença; cura; pretendo comentar rapidamente apenas duas de suas colocações: “Bem aventurados os aflitos e os que sofrem” - “Cuidar do corpo e do espírito”.
“Bem Aventurados, os aflitos e os que sofrem”:
Sob a influência das leis de Jeová; interpretações inadequadas e interesseiras das recomendações de Jesus a respeito de como chegar ás Leis da Fonte Criadora nos levaram a usar o caminho do sofrer como forma de despertar a consciência – grande roubada!
Quase entro em depressão quando ouço de pacientes até pós – graduados em alguma coisa, que, acham ter sofrido tanto a ponto de receberem pela condição de sofredor, a habitar um belo lugar no além; um tipo de céu lhes está reservado no pós – morte pela única condição de crentes e de sofredores – sei lá se minha fé é tão curta segundo essa ótica; que, penso com meus botões: está “ferrado” meu amigo! – pois, se houvesse um lugar chamado céu ou paraíso; lá só habitariam seres felizes, criativos, alegres, realizados – lugar de depressivos, revoltados, sofredores seria o tal de inferno (céu ou inferno; são portáteis dependem apenas de interpretação).
Qual a chave para escapar dessa pegadinha cósmica?
Caso voltasse, hoje, entre nós, Jesus usaria uma linguagem mais fácil de ser compreendida mesmo pelos que se fizeram mais lentos no pensar: Já que escolheste errado; fizeste besteira; ao menos aprende com ela; e não torna a repetir!
Como nos libertar do jugo daqueles que nos mantêm no pensamento mágico?
Não devemos nos deixar conduzir nem pela ciência nem pela religião; basta pensar; analisar.
Quando se trata das nossas doenças, por exemplo; apenas da observação apurada do cotidiano (nossa proposta), percebe-se com clareza onde se encontram os inimigos responsáveis pela sensação de sofrer – nada a ver com sorte; azar; destino; Deus quis ou deixou de querer; no DNA; em agentes externos – eles estão em nós mesmos: fruto das escolhas inadequadas, dos efeitos de caráter a atrair corretivos necessários; e não, o que, ou quem nos rodeia; ao praticarmos essa percepção; tornamos nosso relacionamento com nós mesmos; com o próximo e com o divino; mais saudável – daí em diante, nós melhoramos o rendimento da atual existência e cuidamos da casa (Gaia) que nos receberá no futuro ao nos tornarmos ambientalistas ativos e convictos.
Somos todos iguais?
Para os atuais habitantes, híbridos em todos os sentidos, do planeta, os conflitos são necessários para ampliar a consciência – até na visão de mundo cósmica (religião inclusive) misturamos os conceitos: adotamos parte das leis de Jeová ou Javé (criador deste universo) e das leis que Jesus nos trouxe do seu Universo a pedido da Fonte Criadora; para consertar o que não deu certo na nossa criação – pois deuses menores ou engenheiros siderais estão sujeitos a erros e acertos no laboratório cósmico ou Divino.
Claro que tudo nos leva a conflitos decisórios; para decidirmos implantar em nosso destino: somos alhos ou bugalhos?
Em se tratando de saúde:
Enfrentar e resolver nossos conflitos até já impressos há muito no DNA de forma inteligente e ordenada; não só é possível; como necessário.
Mudar hábitos é uma forma simples de resolver conflitos:
Sim, sim – não, não – Deixou claro o Avatar.
É difícil! – dizemos nós – as coisas não podem ser light; diet; só um pouquinho não faz mal; beba com moderação; segundo as leis de Jeová?
No universo das desculpas - sempre as desculpas; costumamos alegar dificuldades para praticar novos conhecimentos; fazemos questão de esquecer que ela é igual para todos e, proporcional à vontade em aplicá-lo – Fazemos questão de não aceitar; que, recaídas, altos e baixos são naturais e decorrência da tentativa – essa lei rege todos os que tentam algo.
Chega!
Não agüento mais!
Cansei de procurar ajuda – de ir a médicos – Não consigo a cura!
Desanimar é adiar o inadiável.
É clamar pela antiga lei e buscar a ajuda da dor e do sofrimento para retornar ao progresso de forma simples ( Lei do amor).
Todo cuidado é pouco.
As pressões externas de aceleração de mudanças dificultam a cura:
Vivemos numa época especial de transição. Um grande ciclo que se regeu pelas leis de Jeová se finda – e um novo se aproxima; com novos objetivos, novas metas individuais e coletivas a serem alcançadas; vigiemos e oremos (meditação); pois, em cada momento, incontáveis pessoas querem nos impor conceitos e nos vender soluções; para problemas que nem temos ainda.
Na área da saúde: Adeus á escravidão:
Pois, segundo a antiga Lei mantida na filosofia da medicina oficial, o doente torna-se escravo dos curadores.
A liberdade se origina do ato de pensar. É orientada pela responsabilidade, balizada pelo discernimento, depende do conhecimento reciclado e aplicado no cotidiano. A vida nos quer livres e responsáveis conosco, com os que nos cercam e com o ambiente que nos rodeia e acolhe.
O que pregou o tão mal compreendido Jesus?
Terapeutas e pacientes precisam libertar-se uns dos outros (pastores e rebanhos). É preciso cooperar e não depender; pois quem depende não é livre.
Só é doente e sofredor quem quer!
Estar doente é uma coisa! – Ser doente é outra muito diferente...
Diria Jesus – pois, a oportunidade de aprender com a doença, com o sofrimento é ímpar; pois as indicações são claras e objetivas; o desequilíbrio emocional em tais momentos é que impede a observação e o raciocínio com a clareza necessária. Para não desperdiçar a lição embutida na doença é preciso observar e refletir e, para isso basta recolhimento interior desprovido da ação de agentes externos ou intermediários.
Quem não aprende com a doença; permanece refém da indústria da cura, de seus conceitos e, cada vez mais caros modismos.
Como fazer isso? Como escapar dos vendilhões de interesses?
Quando na doença, na dificuldade a ser superada, no obstáculo a ser transposto, basta relembrarmos o que antecedeu à doença, à dificuldade ou ao obstáculo, os recados do inconsciente são claros e objetivos. Depois é só treinar exaustivamente - é fácil perceber o pensamento, sentimento e atitude inadequados ao momento. Embotados pela anestesia religiosa e científica; raramente percebemos a necessidade de assim proceder; por isso, os recados são repetidos e sempre acrescidos de algo mais; sempre que se esgote o ciclo de tempo para aprendizagem; são as recaídas de doenças ou de situações.
Adoecer é aprendizado; continuar doente; é falta de inteligência:
Em sofrimento, nós ansiosamente queremos sair dele; preferencialmente pela via mágica e instantânea; quando ausente; daí, nós sofregamente buscamos “aproveitar a vida” e repetimos os erros; idolatramos os vícios; somos atraídos pelo sexo irresponsável; fascinados pelo dinheiro; ambicionamos o destaque; o poder; a badalação.
Segundo a lei antiga que continua válida; como disse o Avatar: “Não vim destruir a Lei”.
Aceitar a origem do sofrimento como decorrência das escolhas só da boca para fora. Tentamos evitar aceitar a responsabilidade pela doença; pois isto acarreta crise de consciência; que nos obriga á mudança, á reformar o “modo de viver”.
Isso gera um tremendo conflito: não queremos sofrer mas também não queremos evitar o sofrimento.
Tomemos por exemplo o fumante que, do alto de sua prepotência infantil (comportamento de criança em idade cronológica) dispara a poderosa arma do livre-arbítrio: “Fumo sim! Por que gosto! A vida é minha! Faço o que bem entender! Vou morrer mesmo! Tenho o direito de fazê-lo do jeito que quiser e ninguém tem nada com isso! Conseqüências? É problema meu!” Aos sessenta ou setenta anos, isso se conseguir chegar até lá, estará curtindo seu enfisema, seu câncer de pulmão, ou qualquer outra decorrência do fumo. Então, pode pensar com seus botões: “Ah! - Se eu não tivesse!” Tem início seu inferno de consciência ao começar a “curtir” a culpa.
Jesus trouxe o fim da Era dos milagres.
Embora visto como milagreiro pelas criaturas do Jeová; Jesus não fez nenhum milagre anti-natural – pois, Ele não veio nem poderia destruir a Lei de ação e reação; as curas relatadas pelos Evangelistas de plantão; não tiveram seguimento (científico) – ninguém avaliou nem relatou a fase do pós milagre dos auxiliados – Será que todos os cegos curados continuaram enxergando? – Será que todos os coxos e estropiados caminhavam e saltitavam normalmente até o final de suas existências?
O que significa: “Vá e não peques mais”?
Buscamos a cura milagrosa, mas como a doença é criação humana e não Divina; comete grave infração à lógica quem solicita a Deus sua cura sem a contrapartida da mudança do modo de viver; isso equivale a pedir perdão; a brincar de – “desculpa Papai do céu que não faço mais”.
Perdão é apenas intenção e não atitude; nada é enquanto não seja concretizada.
É preciso cuidado para evitar a busca do miraculoso, da cura sem responsabilidade, da saúde sem compromisso de elevação moral; essa forma de avaliar a ida é tempo perdido e sofrimento desnecessário; ao atrasar a vida própria e a de todo mundo.
Hoje, o Mestre diria com todas as letras:
Saúde ou doença; é questão de filosofia de vida; de livre-arbítrio; que determina saúde ou doença, viver ou morrer, quando e como morrer; não é questão de sorte, azar, destino, Deus quis ou deixou de querer.
É preciso deixar o conceito Deus em paz; diria Ele que há milhares de anos, Moisés um dos arautos de Jeová, deixou um aviso a respeito do uso preguiçoso da inteligência atribuindo a Deus o que nos compete executar. - “Não utilizar seu santo nome em vão”. Principalmente pós a vinda de Jesus - Todos nós somos capazes de extrair desta frase conceitos amplos e atuais, basta refletir. Quando se busca a cura apenas na pura intervenção dos recursos da medicina também de pede perdão; ou pior tenta-se comprar o perdão no contexto do estilo de vida baseado na teoria do consumo.
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida”.
Na busca da cura definitiva quem vislumbra a verdade assina compromisso com ela e com as leis; portanto negar fatos reais vividos é assinar um contrato com o sofrimento.
É falta de responsabilidade; delegar a outros; as escolhas que sempre nos trarão conseqüências futuras – pois, no contexto da nossa saúde além da ajuda externa necessária devemos buscar soluções próprias e definitivas.
Requisitos da realização da cura:
Desejar é vontade ativa; mas é preciso saber desejar ou trabalho persistente; e tudo termina no conceito de merecer; que é a resultante de todos esses fatores.
Para nos curarmos de forma definitiva, é preciso rever conceitos:
Alguns automatizados no cotidiano necessitam de reciclagem imediata. O que indica má vontade: “Ah! É difícil!” deve ser substituído por: “é possível!”.
Perceber a vibração diferente é fácil; um limita e o outro abre possibilidades.
Conceito tedioso: problemas, dificuldades.
Vale a pena substituí-lo por: lição ensinamento. Para quem tem boa vontade, pensa e age não há problemas insuperáveis nem doenças que não tenham cura, ou dificuldades que não possam ser transpostas; há sim lições a serem aprendidas, provas a serem superadas.
FINAL DOS TEMPOS
Quantas Semanas Santas nós ainda teremos pela frente?
Quem tiver olhos de ver; ouvidos de ouvir; e inteligência para escolher que o faça – e rápido.
Ao inventarmos o estresse crônico e vivermos num ilusório perigo constante, extrapolamos todos os limites orgânicos e psicológicos. Pessoas choram sem causa; outras se deprimem; angustiam ou entram em pânico sem justificativas lógicas.
O momento sinaliza perigo; pois nossas desculpas e justificativas não serão aceitas, a tolerância da vida expressa na lei de causa e efeito zerou; daqui em diante á ordem é ou muda ou muda.
Quanto ao segundo item:
Cuidar do corpo e do espírito:
Deixamos para o leitor sua reflexão a respeito do que será o pós sexta - feira da paixão:
Jejuou?
Comeu muito?
Precisou de remédio para remediar a digestão?
No sábado de aleluia vai tirar a barriga da miséria e cair na farra da vida moderna?
Domingo de Páscoa é dia de dar aquele ovo básico de chocolate para depois espirrar; acentuar enxaquecas, etc. Vai se deprimir só porque vai precisar voltar a trabalhar na segunda de cinzas e luto que segue todo feriadão gordo (leve a balança para evitar o excesso de comemorações disfarçadas de dias santos).
Jesus?
Quem é Jesus?
O que ele veio fazer entre nós?
Pense bem.
Hoje ainda é sexta feira santa.
Amém.
domingo, 28 de março de 2010
CRIADORES X CRIATURAS - RELAÇÕES AMOROSAS E DOENÇAS
QUEM É SEU DEUS DE AMOR? - HOJE?
Antes que uma grande fábrica de “malas sem alça” para a viagem pela eternidade - Que a família é a grande oficina de aprimoramento humano poucos discordam; o duro é que dá um trabalho danado – segundo alguns filósofos de para/choque de caminhão: “feliz foi adão que não teve sogra” – mas, talvez: felizes daqueles que já conseguem compreender a importância da vida em família; e, se esforçam ao máximo para reajustar-se com os que hoje participam mais próximos da sua evolução.
Nestes mais de 30 anos, como médico de famílias; eu pude observar a importância da qualidade das relações familiares tanto no criar doença quanto saúde. Já presenciei “milagres” na saúde de algumas pessoas ao descobrir ou redescobrir uma maneira mais saudável de amar.
É possível amar certo?
O que é amar errado?
É possível amar demais?
Conceituar é complicado; pois, depende da visão de mundo de cada um – mas, é importante exercitar a reflexão para descobrir novos caminhos a proporcionar escolhas mais sábias; único caminho capaz de tornar relações doentias em saudáveis; ou evitar o desandar da relação.
O amor de hoje é diferente daquele de antigamente?
Na sua essência o amor é o mesmo.
Apenas os “tempos” é que mudam e os costumes também; antes, a busca da cara metade; seguia o viés do conceito romanceado: juntos para sempre na alegria e na tristeza; e se possível; felizes por toda a eternidade – mesmo ajudando o outro a criar seu cancerzinho básico.
Na vida contemporânea; a busca ainda continua mais ou menos nesse foco romântico; mas já houve muitos saudáveis avanços, com repercussão até na saúde e na sanidade, num curto prazo (saúde de consciência é outro departamento) – Hoje, antes de embarcar numa viagem afetiva ao “deus dará”; o pessoal dá uma experimentadinha, faz um test – drive; dá uma “ficada”, e se não gostar do desempenho; puxa o carro – claro que há muitos abusos, alguns casos poderiam até ser enquadrados no artigo 179 do Código Penal (estelionato afetivo); e isso, embora não muito comum também existia antigamente (tenho um amigo que namorou durante 12 anos e depois puxou carro – creio que legalmente pode ser caracterizado como divórcio) – hoje, atitudes desse tipo não são comuns – bastam bem menos do que 12 dias para tirar as dúvidas com relação ao desempenho; pois, nada é o que parece ser...
Outro avanço nas relações amorosas é a mulher “bem rodada” desfilar por aí com pilotos bem mais jovens – até pouco tempo; e, antes do advento da mídia super rápida; isso dava até sensação de pedofilia nos mais conservadores – Graças á moderna funilaria humana (cirurgia plástica) e aos avanços da mecânica (medicina geriátrica) carros “bem rodados” até desempenham bem melhor; mesmo batendo pino; queimando um pouco de óleo (nada que uma lipo não resolva por algum tempo) – Mas, isso não é de hoje; antigamente também; pois tem até letra de musica: panela venha também faz comida boa – mas, os avanços na mentalidade não são tão rápidos assim – Mesmo hoje: mulher rica com moço menos rico é chique – mulher mais velha e pobre com moço rico ou pobre é mandinga; tem macumba no pedaço – amarração – a mais famosa de antigamente era: dar de beber café coado na calcinha á vítima – mais difícil era manter a vítima amarrada por muito tempo; e dá-lhe mandinga, atrás de mandinga.
Sou um eterno otimista; vejo que depois dessa transição que vivemos hoje; as relações afetivas serão cada vez mais saudáveis; pura sintonia, harmonia e sanidade; mas, até lá...
O que são relacionamentos saudáveis?
E os doentios?
De que forma permito que a relação familiar interfira na minha saúde?
Como afeto a saúde dos que comigo vivem?
Para que possamos diagnosticar possíveis problemas na vida em família; em primeiro lugar é preciso refletir sobre sua origem.
Como se forma as famílias de maneira geral?
Se, eu conheci tanta gente legal; por que surgiu essa “criatura” na minha vida?
Claro que nossa cultura nos leva a questionar e a refletir apenas quando as coisas não correm segundo nossas expectativas e sonhos – tal e qual na relação entre saúde e doença: Saúde não tem valor algum para pessoa nenhuma até que seja perdida – então, quem tem valor máximo é a doença.
Para entender essa questão da sanidade ou a falta dela nas relações amorosas, nossa visão de mundo é determinante.
– Para as pessoas que enxergam a existência atual como um fato seqüencial: estamos compromissados pelas relações do passado. Compromisso é diferente de determinismo; ele é flexível, pode sofrer mudanças à medida que desejemos; respeitadas as condições evolutivas dos envolvidos; também podem ou não serem cumpridos (os imaturos não costumam cumpri-los apenas adiam-nos). Segundo essa forma de perceber a problemática dos relacionamentos atuais: na constituição das famílias, a aproximação entre os que vão participar dela; se faz de forma voluntária ou pela sintonia num processo de imantação (atraímos e influenciamos os semelhantes, mesmo sem o desejarmos). Nessa forma de analisar: um incontável número de pessoas chega ao plano espiritual dementada e sem condições de escolher nada; nesses casos o processo é automático: retorno ao corpo físico para que o espírito adquira condições de uso do livre arbítrio. Quando é possível superar a crise da morte em razoáveis condições psicológicas; nós nos deparamos com as conseqüências das escolhas prejudiciais a outros; e nos propomos a reparar. Nesse tipo de situação há um projeto de retorno á vida física (projeto de vida) sob a supervisão da espiritualidade superior; para justificar a interferência, é preciso lembrar que necessitamos da supervisão dos mais capacitados que se responsabilizam pela experiência até que nós mesmos possamos fazê-lo. De acordo com essa perspectiva: durante o a saída astral do sono; nós renovamos os compromissos com os que serão nossos pais em reunião presidida pelo grupo de apoio; só renascemos numa família com a concordância dos pais. Por isso, quando algum filho disser que não pediu para nascer, podemos até responder que, não apenas pediu como até implorou. Quando saímos do estado de vigília nosso espírito fica livre para movimentar-se no plano espiritual. Toda vez que dormimos, nós nos relacionamos com desencarnados, e até os que ainda se encontram encarnados; segundo interesses e a sintonia.
Como não existe determinismo fixo; o compromisso para a formação da família pode ser cumprido ou não; e, a recusa pode ser por motivos variados e até interesseiros: adquirir dinheiro ou posição social...; nesse caso, serão feitas reuniões durante o sono na tentativa de manter o compromisso e o programa original. Não sendo possível, reprogramam-se as tarefas, aguardam-se os desdobramentos futuros e as reparações (se for o caso) aguardam um novo ciclo de tempo.
Atenção, palpiteiros, casamenteiros e despachantes de amarração:
A negativa pode ser induzida pela influência de alguém. Quem gosta de dar palpites na vida dos outros, deve lembrar-se que aconselhar não é induzir; impor; ou escolher pelo outro; é abrir possibilidades de escolhas; mas, sempre sinalizando conseqüências. Uma situação ainda comum é a interferência familiar na vida afetiva dos jovens: não pode namorar tal pessoa porque é pobre, beltrano porque é negro ou branco etc. As conseqüências podem ser danosas à integridade emotiva do jovem; e depois serão contabilizadas no foro íntimo dos interventores.
Por que não me lembro do antes?
Apenas pelo fato que a vida ficaria muito chata; coisa do tipo Deus quis ou deixou de querer – a impressão que fica; é que somos candidatos a deuses com direito de criar; acertar e errar, mesmo sendo deuses (muito diferente do conceito: Fonte Criadora). Será que o “cara” que criou este universo onde habitamos fez tudo certo? – Parece que não. Pois, o raciocínio continuado, nos traz a dúvida: Será que na escala evolutiva há Avatares e avatares?
A importância do esquecimento do passado: não nos lembrarmos das vivências de outras existências é vital para a continuidade do progresso; mesmo que, em certos momentos; nós usemos o argumento da injustiça de sofrermos conseqüências de escolhas das quais; para nosso próprio bem; não recordamos. Ele é uma forma de perdão na simplicidade da Justiça Divina; sem ele a harmonia e o amor jamais seriam alcançados. Seria impossível a um pai conviver com um filho sabendo que na existência passada este seduziu sua esposa; espoliou-o de todos os bens; tirou-lhe a vida. Os sentimentos mais prováveis seriam: ódio, ressentimento e desejos de vingança; nenhum alquimista cósmico conseguiria do atrito da consciência de culpa e remorso do filho com o ódio e ressentimento do pai; fazer brotar o amor na sua plenitude - caso não dispusesse do concurso do tempo, do esquecimento do passado e de novas existências.
Mas, mesmo essa forma de ver a vida, aparentemente moderna; gera interpretações quase estúpidas; do tipo: “Já que essa pessoa é o meu kharma; se tenho que pagar alguma coisa a ela; vou continuar até o fim da existência; pois quero pagar; para não ter que conviver com ela de novo” – Essa pessoa que interpreta as leis da vida dessa forma está se candidatando a repetir a lição não aprendida – uma analogia com a medicina: se está com câncer; ás vezes, a única saída (a mais inteligente) é a cirurgia (separação da célula cancerosa); mas, se você continuar a mesma pessoa; vai ser “cortado” pedaço por pedaço (metástases); no caso, a cura é aprender a amar de fato...
Isso quer dizer que quando somos infelizes na relação; os outros são nosso kharma?
Não. É preciso somar as dificuldades do presente mais os resíduos de desarmonias do passado (se os houver); para que tenhamos como resultado nossas “malas sem alça” de hoje. Teimamos ignorar que esse conceito é efeito que tem causa localizada em nós mesmos, somos nosso próprio “kharma”; nosso céu e inferno são portáteis; embora sempre busquemos culpados externos para justificar a incompetência em nos sentirmos bem e passamos a ter má vontade nos relacionamentos com conseqüente sensação de sofrimento.
Segundo outras visões de mundo:
- Para os adeptos do “Deus Costa Larga” – tudo é a vontade Dele. Se, deu certo: graças a Deus! – Se, não; Deus quis me provar! – Assumir a responsabilidade: jamais.
- Para os adeptos dos jogos de amor: Ganhei na loteria amorosa! – Ou escolhi o pangaré errado!
- Para os sexológos: Se, está dando certo: o tesão continua! – Se, dando errado: acabou o tesão!
- Para os socialites – Se, tudo corre bem: a relação está glamurosa! – Se deu errado: acabou o glamour!
Para os macumbeiros: Se tudo bem: o despacho foi bem feito! – Se tudo caminha mal: é preciso fazer nova amarração!
- Para os adeptos de Santo Antônio casamenteiro – Na boa; Santo Antonio caprichou! – Na má sorte: Não fiz direito a simpatia!
- Para os adeptos do “embalo”; boa parte fica se lamentando na inevitável “ressaca” de despertar da consciência...
Há relações amorosas que se tornam obsessivas?
A obsessão é parágrafo mais ou menos inteligente da lei de justiça nestas bandas do Universo; pois, para promover e acelerar a harmonia, é permitido ao que sentir-se lesado, cobrar de quem não cumpriu sua parte; caso deseje; e de acordo com as capacidades desenvolvidas, perdoa ou executa as dívidas; embora, segundo a própria lei, ninguém puna ninguém – no fundo, de verdade; nós apenas servimos de escândalo para apressar o progresso dos desafetos, num “genial” processo educativo; com ressalvas; pois, parece meio que ao avesso – e a falha desta “criação”; está em permitir a alguns espertalhões (falsos profetas e religiosos de profissão) colocarem-se como executores da Justiça – até vendendo perdão; mas, aos trancos e barrancos ela até que funciona: os atrasados estimulam os mais adiantados a continuarem sua progressão (coisa de Jeová? – que Jesus veio consertar com a Lei do Amor?).
Mais comum; e não menos danosa; que a executada por espíritos desencarnados que ficam “aporrinhando” os em 3D; é a causada pela falta de vigilância entre familiares com permuta de pensamentos capazes até de produzir doenças; muitos casais e outros membros das famílias agridem-se em pensamentos, verbalizações ou atitudes; com isso, seus projetos pessoais e familiares nunca se concretizam; e a causa básica está no desperdício de energia que traz de volta antigos problemas que perdurarão até que aprendam a amar-se. Por acaso, o amigo anda sentindo-se muito cansado, sem motivação e energia?
A desarmonia na vida em família pode ajudar a adoecer?
Estar junto todos os dias, mais o forte envolvimento afetivo - emocional tornam as relações familiares complicadas; e muitas vezes, um importante foco de doenças. À primeira vista esse fato parece injusto: adoecer tendo como causa o outro; cria conceitos de vítima e algoz; deve ficar claro que, não adoecemos por causa do outro; mas, devido a nós mesmos; pois, é preciso uma característica pessoal para atrair e imantar a energia nociva até o órgão - alvo. Exemplo, um intolerante e avarento necessita; e daí, atrairá para si, uma esposa impulsiva e perdulária, e desse atrito cotidiano surgirão doenças nos dois – mas, não é o marido que transformará a esposa em uma pessoa impulsiva e perdulária; caso ela tenha essas tendências na constituição de sua personalidade; por um mecanismo de indução, elas ficarão bem notórias.
É possível curar uma relação doentia?
A idéia da vida; melhor da vinda de alguns Avatares que pregaram e viveram a Lei do Amor, é exatamente essa.
Perdão é um remédio super moderno – amar é a cura.
Não estamos condenados a sofrer nem adoecer devido ás interações; basta que percebamos a parte que nos cabe; e reciclemos nossa personalidade, para depois mudarmos as atitudes. Esse é o caminho, a verdade e a vida da cura para reverter doença criada pela situação em andamento; primeiro em que percebeu o mecanismo; o que trará também reflexos positivos na saúde do outro; sem milagres (Avatares não pregam milagres – apenas trabalho); pois a lei da relatividade faz com que o tempo de cura seja proporcional ao esforço de mudança.
Exemplo: marido impaciente e intolerante e esposa suscetível e carente.
A tendência de adoecer se manifesta primeiro nela; que, e a princípio, parece vítima; e, passa a agir como tal; fixada essa idéia; tenta de forma obsessiva mudar o “carrasco”, sem resultados; o que a leva a sentir sintomas variados de acordo com sua personalidade e as inscrições no seu DNA: insônia; apetite compulsivo ou anorexia; respiração curta; choro sem motivo; etc. Na seqüência, reforça a mágoa e o ressentimento contra o algoz; seguido de pequenas vinganças cotidianas até na vida sexual ao inventar desculpas para não cumprir sua parte no acordo de manter a saúde fisiológica do par. Nessa fase nela predominam as doenças de expurgo: corizas, dermatites, corrimentos...; nele, pode surgir irritabilidade; agressividade; vícios (alcoolismo, fumo, drogas, tendência á pedofilia); insônia; câncer de próstata; impotência sexual; etc. - Persistindo o conflito íntimo e com o marido; surgem doenças mais profundas: fibromas, cistos, displasias, etc. Embora ela sinta-se vítima da impaciência e intolerância do marido; seus algozes reais são: a susceptibilidade e carência. Se ela tivesse consciência disso; saberia que a atitude mais adequada por parte dela, seria permitir que as características do marido que tanto a incomodam fossem corrigidas nas relações cotidianas dele: trabalho; trânsito; torcida do futebol.
Na outra parte vale a mesma lei: nós não precisamos servir de “ferramenta” para mudar o padrão vibratório do outro - quem busca conhecer-se e modificar-se; deixa de servir de escândalo para os defeitos de caráter dos outros. Outro problema, é que ao nos sentirmos vítimas das atitudes alheias; nós deixamos de apreciar as qualidades de quem conosco convive.
O sistema de vida atual e a mídia ajudam a exacerbar a solidão (um tipo de câncer interativo)?
Sim.
A vida em família está cada vez mais solitária, pela dificuldade que temos de verbalizar adequadamente as emoções e as idéias; são comuns os monólogos. Nas famílias cada parte responsabiliza a outra pelas suas frustrações.
Como médico de família; observando os motivos de cada um em separado, damos a cada um dos envolvidos toda razão; em qualquer conflito todos tem suas razões e seus justos motivos; pois ninguém detém a verdade e a razão em sua plenitude; o problema é que só damos razão a nós mesmos; á nossa visão de mundo; ao nosso, herdado, sistema de crenças.
Na vida modernosa; hoje, a velocidade com que as mudanças acontecem aprisiona as pessoas em si mesmas; com isso a convivência familiar resume-se a algumas horas noturnas; sob vigilância cruel do aparelho de TV.
Em muitas delas não se trocam palavras com um mínimo de conteúdo; quase sempre as mensagens são vazias ou destituídas de um significado mais profundo; é “jogar conversa fora” regada a bebidas e outros “baratos”; e aí daquele que ousar aprofundar-se em algo; pois, logo é rotulado de chato ou desmancha prazeres.
Qual a explicação para o aumento da violência doméstica?
Aberrações como surras e violência explícita dispensam comentários; o problema de fato, reside na violência subliminar que não percebemos mais, de tão habituados que estamos a praticá-la. A comparação entre irmãos, as chacotas, os apelidos, o menosprezo. A violência verbal é um fator importante de somatização na criança; e, nem é percebida pelas pessoas que gritam; xingam; usam palavras de baixo calão - pais que discutem o tempo todo; agridem-se; no fundo são seres descuidados que não percebem o mal que fazem a si e aos em torno.
Será que apenas conseguiremos atingir a plenitude do amor através de crises?
Paixão, sentimento de posse e apego são emoções que necessitam de crises evolutivas: brigas, mágoas, ressentimentos, ódios, traições, começos e recomeço...; para que o sentimento do amor brote na mente e nos corações humanos para sempre; transformar uma coisa em outra; depende de raciocínio, reflexão e atitude; amar é agir segundo a Lei; apenas palavras e desejos de nada servem senão para provocar a dor que encaminha ao bem querer; um dia.
Precisa ser dessa forma Jurássica?
Sempre foi desde a criação deste universo (não é assim em todos os outros – em alguns é melhor em outros é pior ainda); em todos do estilo do nosso talvez a vida conjugal seja nas suas fases iniciais de aprendizado; um importante agente de crises para adquirir maturidade psicológica. Entre nós, as relações afetivas entre pessoas comuns; está periodicamente em atrito, pois um não interage conforme os desejos e anseios do outro. É inevitável que isso atinja a vida sexual; uma das sacadas inteligentes do criador deste universo; tanto que muita gente de outros rincões do Cosmo vem aqui bisbilhotar para copiar e mudar o DNA deles (via abduções).
A sexualidade em desalinho (Lei do amor ou Crística – nada; ou tudo: a ver com Jesus) acentua o atrito entre expectativas e desejos, e logo, alguém vai sentir-se frustrado, mal amado e vai adoecer e também fazer adoecer; ou querer mudar de polaridade sexual antes do filme existencial acabar (motivo de muitas encrencas; mas, também de soluções geniais na arte de aprender a amar). A mídia de ação rápida é uma importante centrífuga – no caso da sexualidade; muitas esposas vão cair na armadilha de imaginar estarem em ato sexual com o ídolo da TV e, só depois de algum tempo, descobrem que ele mudou de endereço sexual há muito tempo; ele joga no time do hi-man – claro que mais essa frustração pode levar á depressão e outras chatices da vida a dois, três, quatro, cinco...
Serei eu o problema?
Não.
Os problemas de boa parte das famílias de hoje, mesmo as modernosas, só mudam de endereço; pois é comum que a união ainda decorra de compromissos de reparação.
A educação é o grande problema na criação deste orbe:
Tudo sempre começa errado.
No assunto em questão:
No princípio do relacionamento há a tendência em ocultar defeitos de caráter favorecida pela convivência ocasional (test drive); uma vez juntos; o dia a dia acentua os defeitos de caráter de cada um e, aos poucos, sonho e paixão; viram frustração, mágoa e ressentimento; daí em diante; começam as crises conjugais que mal resolvidas produzem doenças variadas; mais rapidamente na mulher que vive mais imantada nas emoções; o homem vive mais no campo racional e, com isso, cria barreiras de contenção mais fortes; daí, quando adoece é de forma mais mortal.
De que forma resolver as crises amorosas (antigamente conjugais)?
Elas podem ser unilaterais ou bilaterais. Explícitas ou implícitas. Verbalizadas ou não. Crises unilaterais mal resolvidas sempre terminam em crises bilaterais.
O que é possível fazer?
Resolução total: o amadurecer dos envolvidos é concomitante. Aprendem a amar-se. Equilibram razão e emoção com aceitação e respeito mútuo.
Resolução parcial: apenas um percebe a necessidade da relação harmoniosa; quase sempre cede e renuncia em favor do objetivo. Tenta desenvolver aceitação plena do outro; quase sempre vira doença na pessoa que se “acha” (espiritualistas e pseudo espiritualizados); mas que, ainda não estava preparada para ceder; e o faz, apenas por covardia ou conveniência.
Resolução adiada concordante: ambos concordam em desfazer o relacionamento sem mágoas relevantes e ressentimentos – divórcios e separações; com tentativa de assumir a responsabilidade pelos frutos da união.
Resolução adiada discordante: a decisão de separação é unilateral o que gera mágoas relevantes, ressentimento, às vezes desejo de vingança e sofrimento, seguido de somatização nos envolvidos; sempre gera débitos a serem corrigidos no futuro; e lógico, também pode originar obsessão.
Resolução temporária: resolvem os parceiros aguardar a ação do tempo; superam de forma superficial e temporariamente as pendências; por motivos os mais variados. Algumas vezes, essa escolha é seguida de maturidade gradativa das criaturas, e a situação pode evoluir para a resolução total ou parcial, concordante – neste maluco universo; se tudo fosse errado; não teríamos tantos ETs nos visitando – não somos apenas cobaias; temos material de troca a oferecer.
Chega! – Não agüento mais!
Quero a separação!
Neste mundo experimental cósmico:
Desfazer é mais doloroso do que começar.
Recomeçar é mais difícil do que iniciar.
A primeira vez é sonho, expectativa.
Desmanchar é frustração.
A FONTE CRIADORA sabe que o nosso “criador” pisou na bola; que algumas das suas experiências não deram certo; mas, não o descartou; na sua AMOROSA forma de ser e de criar; pediu a outro Avatar que nos amparasse com a Lei do Amor que deu certo em seu universo (Meu reino não é deste mundo – universo disse Ele).
O Universo de Jesus, acoplado temporariamente ao nosso, sinaliza a nós; sua forma de ser; mostra a nós o caminho.
Ele sinaliza; o que dos ensinamentos antigos deve ser seguido: o divinamente simples; que nos ofusca o uso do livre arbítrio – esse sim; é nosso patrimônio legado pela FONTE CRIADORA; que façamos bom uso dele é o que nos recomenda o Avatar que comanda na atualidade a CONFEDERAÇÃO CRÍSTICA DO AMOR CÓSMICO.
Conforme colocamos em todos nossos escritos publicados ou não:
Cuidado com as resoluções temporárias para acomodar interesses Jeovásicos; pois, atendemos em nosso dia a dia as vítimas (somatizações) da epidemia midiática de libertação:
Nada contra – tudo a favor:
Quando a relação entre duas pessoas não deu certo; a opção lógica e inteligente á a separação: Mas, mesmo que aparentemente elas fiquem bem, os outros envolvidos podem ficar muito mal: amigos, conhecidos, familiares e principalmente os filhos; caso existam nesta dimensão da vida.
Pois,:
Como nos mostraram muitos seguidores da lei do amor:
Separar é contrariar a Lei.
Agrupar, aceitar, compreender, é amar, viver.
No fundo, o que me interessa de verdade é a saúde física e mental/emocional dos filhos – herdeiros dessa maravilhosa crise de libertação de velhos conceitos e pré-conceitos.
Assunto importante para o SOS habitantes da Terra – até o fim próximo desta fase.
Esperamos ter levantado algumas pulgas atrás de sonolentas orelhas.
Antes que uma grande fábrica de “malas sem alça” para a viagem pela eternidade - Que a família é a grande oficina de aprimoramento humano poucos discordam; o duro é que dá um trabalho danado – segundo alguns filósofos de para/choque de caminhão: “feliz foi adão que não teve sogra” – mas, talvez: felizes daqueles que já conseguem compreender a importância da vida em família; e, se esforçam ao máximo para reajustar-se com os que hoje participam mais próximos da sua evolução.
Nestes mais de 30 anos, como médico de famílias; eu pude observar a importância da qualidade das relações familiares tanto no criar doença quanto saúde. Já presenciei “milagres” na saúde de algumas pessoas ao descobrir ou redescobrir uma maneira mais saudável de amar.
É possível amar certo?
O que é amar errado?
É possível amar demais?
Conceituar é complicado; pois, depende da visão de mundo de cada um – mas, é importante exercitar a reflexão para descobrir novos caminhos a proporcionar escolhas mais sábias; único caminho capaz de tornar relações doentias em saudáveis; ou evitar o desandar da relação.
O amor de hoje é diferente daquele de antigamente?
Na sua essência o amor é o mesmo.
Apenas os “tempos” é que mudam e os costumes também; antes, a busca da cara metade; seguia o viés do conceito romanceado: juntos para sempre na alegria e na tristeza; e se possível; felizes por toda a eternidade – mesmo ajudando o outro a criar seu cancerzinho básico.
Na vida contemporânea; a busca ainda continua mais ou menos nesse foco romântico; mas já houve muitos saudáveis avanços, com repercussão até na saúde e na sanidade, num curto prazo (saúde de consciência é outro departamento) – Hoje, antes de embarcar numa viagem afetiva ao “deus dará”; o pessoal dá uma experimentadinha, faz um test – drive; dá uma “ficada”, e se não gostar do desempenho; puxa o carro – claro que há muitos abusos, alguns casos poderiam até ser enquadrados no artigo 179 do Código Penal (estelionato afetivo); e isso, embora não muito comum também existia antigamente (tenho um amigo que namorou durante 12 anos e depois puxou carro – creio que legalmente pode ser caracterizado como divórcio) – hoje, atitudes desse tipo não são comuns – bastam bem menos do que 12 dias para tirar as dúvidas com relação ao desempenho; pois, nada é o que parece ser...
Outro avanço nas relações amorosas é a mulher “bem rodada” desfilar por aí com pilotos bem mais jovens – até pouco tempo; e, antes do advento da mídia super rápida; isso dava até sensação de pedofilia nos mais conservadores – Graças á moderna funilaria humana (cirurgia plástica) e aos avanços da mecânica (medicina geriátrica) carros “bem rodados” até desempenham bem melhor; mesmo batendo pino; queimando um pouco de óleo (nada que uma lipo não resolva por algum tempo) – Mas, isso não é de hoje; antigamente também; pois tem até letra de musica: panela venha também faz comida boa – mas, os avanços na mentalidade não são tão rápidos assim – Mesmo hoje: mulher rica com moço menos rico é chique – mulher mais velha e pobre com moço rico ou pobre é mandinga; tem macumba no pedaço – amarração – a mais famosa de antigamente era: dar de beber café coado na calcinha á vítima – mais difícil era manter a vítima amarrada por muito tempo; e dá-lhe mandinga, atrás de mandinga.
Sou um eterno otimista; vejo que depois dessa transição que vivemos hoje; as relações afetivas serão cada vez mais saudáveis; pura sintonia, harmonia e sanidade; mas, até lá...
O que são relacionamentos saudáveis?
E os doentios?
De que forma permito que a relação familiar interfira na minha saúde?
Como afeto a saúde dos que comigo vivem?
Para que possamos diagnosticar possíveis problemas na vida em família; em primeiro lugar é preciso refletir sobre sua origem.
Como se forma as famílias de maneira geral?
Se, eu conheci tanta gente legal; por que surgiu essa “criatura” na minha vida?
Claro que nossa cultura nos leva a questionar e a refletir apenas quando as coisas não correm segundo nossas expectativas e sonhos – tal e qual na relação entre saúde e doença: Saúde não tem valor algum para pessoa nenhuma até que seja perdida – então, quem tem valor máximo é a doença.
Para entender essa questão da sanidade ou a falta dela nas relações amorosas, nossa visão de mundo é determinante.
– Para as pessoas que enxergam a existência atual como um fato seqüencial: estamos compromissados pelas relações do passado. Compromisso é diferente de determinismo; ele é flexível, pode sofrer mudanças à medida que desejemos; respeitadas as condições evolutivas dos envolvidos; também podem ou não serem cumpridos (os imaturos não costumam cumpri-los apenas adiam-nos). Segundo essa forma de perceber a problemática dos relacionamentos atuais: na constituição das famílias, a aproximação entre os que vão participar dela; se faz de forma voluntária ou pela sintonia num processo de imantação (atraímos e influenciamos os semelhantes, mesmo sem o desejarmos). Nessa forma de analisar: um incontável número de pessoas chega ao plano espiritual dementada e sem condições de escolher nada; nesses casos o processo é automático: retorno ao corpo físico para que o espírito adquira condições de uso do livre arbítrio. Quando é possível superar a crise da morte em razoáveis condições psicológicas; nós nos deparamos com as conseqüências das escolhas prejudiciais a outros; e nos propomos a reparar. Nesse tipo de situação há um projeto de retorno á vida física (projeto de vida) sob a supervisão da espiritualidade superior; para justificar a interferência, é preciso lembrar que necessitamos da supervisão dos mais capacitados que se responsabilizam pela experiência até que nós mesmos possamos fazê-lo. De acordo com essa perspectiva: durante o a saída astral do sono; nós renovamos os compromissos com os que serão nossos pais em reunião presidida pelo grupo de apoio; só renascemos numa família com a concordância dos pais. Por isso, quando algum filho disser que não pediu para nascer, podemos até responder que, não apenas pediu como até implorou. Quando saímos do estado de vigília nosso espírito fica livre para movimentar-se no plano espiritual. Toda vez que dormimos, nós nos relacionamos com desencarnados, e até os que ainda se encontram encarnados; segundo interesses e a sintonia.
Como não existe determinismo fixo; o compromisso para a formação da família pode ser cumprido ou não; e, a recusa pode ser por motivos variados e até interesseiros: adquirir dinheiro ou posição social...; nesse caso, serão feitas reuniões durante o sono na tentativa de manter o compromisso e o programa original. Não sendo possível, reprogramam-se as tarefas, aguardam-se os desdobramentos futuros e as reparações (se for o caso) aguardam um novo ciclo de tempo.
Atenção, palpiteiros, casamenteiros e despachantes de amarração:
A negativa pode ser induzida pela influência de alguém. Quem gosta de dar palpites na vida dos outros, deve lembrar-se que aconselhar não é induzir; impor; ou escolher pelo outro; é abrir possibilidades de escolhas; mas, sempre sinalizando conseqüências. Uma situação ainda comum é a interferência familiar na vida afetiva dos jovens: não pode namorar tal pessoa porque é pobre, beltrano porque é negro ou branco etc. As conseqüências podem ser danosas à integridade emotiva do jovem; e depois serão contabilizadas no foro íntimo dos interventores.
Por que não me lembro do antes?
Apenas pelo fato que a vida ficaria muito chata; coisa do tipo Deus quis ou deixou de querer – a impressão que fica; é que somos candidatos a deuses com direito de criar; acertar e errar, mesmo sendo deuses (muito diferente do conceito: Fonte Criadora). Será que o “cara” que criou este universo onde habitamos fez tudo certo? – Parece que não. Pois, o raciocínio continuado, nos traz a dúvida: Será que na escala evolutiva há Avatares e avatares?
A importância do esquecimento do passado: não nos lembrarmos das vivências de outras existências é vital para a continuidade do progresso; mesmo que, em certos momentos; nós usemos o argumento da injustiça de sofrermos conseqüências de escolhas das quais; para nosso próprio bem; não recordamos. Ele é uma forma de perdão na simplicidade da Justiça Divina; sem ele a harmonia e o amor jamais seriam alcançados. Seria impossível a um pai conviver com um filho sabendo que na existência passada este seduziu sua esposa; espoliou-o de todos os bens; tirou-lhe a vida. Os sentimentos mais prováveis seriam: ódio, ressentimento e desejos de vingança; nenhum alquimista cósmico conseguiria do atrito da consciência de culpa e remorso do filho com o ódio e ressentimento do pai; fazer brotar o amor na sua plenitude - caso não dispusesse do concurso do tempo, do esquecimento do passado e de novas existências.
Mas, mesmo essa forma de ver a vida, aparentemente moderna; gera interpretações quase estúpidas; do tipo: “Já que essa pessoa é o meu kharma; se tenho que pagar alguma coisa a ela; vou continuar até o fim da existência; pois quero pagar; para não ter que conviver com ela de novo” – Essa pessoa que interpreta as leis da vida dessa forma está se candidatando a repetir a lição não aprendida – uma analogia com a medicina: se está com câncer; ás vezes, a única saída (a mais inteligente) é a cirurgia (separação da célula cancerosa); mas, se você continuar a mesma pessoa; vai ser “cortado” pedaço por pedaço (metástases); no caso, a cura é aprender a amar de fato...
Isso quer dizer que quando somos infelizes na relação; os outros são nosso kharma?
Não. É preciso somar as dificuldades do presente mais os resíduos de desarmonias do passado (se os houver); para que tenhamos como resultado nossas “malas sem alça” de hoje. Teimamos ignorar que esse conceito é efeito que tem causa localizada em nós mesmos, somos nosso próprio “kharma”; nosso céu e inferno são portáteis; embora sempre busquemos culpados externos para justificar a incompetência em nos sentirmos bem e passamos a ter má vontade nos relacionamentos com conseqüente sensação de sofrimento.
Segundo outras visões de mundo:
- Para os adeptos do “Deus Costa Larga” – tudo é a vontade Dele. Se, deu certo: graças a Deus! – Se, não; Deus quis me provar! – Assumir a responsabilidade: jamais.
- Para os adeptos dos jogos de amor: Ganhei na loteria amorosa! – Ou escolhi o pangaré errado!
- Para os sexológos: Se, está dando certo: o tesão continua! – Se, dando errado: acabou o tesão!
- Para os socialites – Se, tudo corre bem: a relação está glamurosa! – Se deu errado: acabou o glamour!
Para os macumbeiros: Se tudo bem: o despacho foi bem feito! – Se tudo caminha mal: é preciso fazer nova amarração!
- Para os adeptos de Santo Antônio casamenteiro – Na boa; Santo Antonio caprichou! – Na má sorte: Não fiz direito a simpatia!
- Para os adeptos do “embalo”; boa parte fica se lamentando na inevitável “ressaca” de despertar da consciência...
Há relações amorosas que se tornam obsessivas?
A obsessão é parágrafo mais ou menos inteligente da lei de justiça nestas bandas do Universo; pois, para promover e acelerar a harmonia, é permitido ao que sentir-se lesado, cobrar de quem não cumpriu sua parte; caso deseje; e de acordo com as capacidades desenvolvidas, perdoa ou executa as dívidas; embora, segundo a própria lei, ninguém puna ninguém – no fundo, de verdade; nós apenas servimos de escândalo para apressar o progresso dos desafetos, num “genial” processo educativo; com ressalvas; pois, parece meio que ao avesso – e a falha desta “criação”; está em permitir a alguns espertalhões (falsos profetas e religiosos de profissão) colocarem-se como executores da Justiça – até vendendo perdão; mas, aos trancos e barrancos ela até que funciona: os atrasados estimulam os mais adiantados a continuarem sua progressão (coisa de Jeová? – que Jesus veio consertar com a Lei do Amor?).
Mais comum; e não menos danosa; que a executada por espíritos desencarnados que ficam “aporrinhando” os em 3D; é a causada pela falta de vigilância entre familiares com permuta de pensamentos capazes até de produzir doenças; muitos casais e outros membros das famílias agridem-se em pensamentos, verbalizações ou atitudes; com isso, seus projetos pessoais e familiares nunca se concretizam; e a causa básica está no desperdício de energia que traz de volta antigos problemas que perdurarão até que aprendam a amar-se. Por acaso, o amigo anda sentindo-se muito cansado, sem motivação e energia?
A desarmonia na vida em família pode ajudar a adoecer?
Estar junto todos os dias, mais o forte envolvimento afetivo - emocional tornam as relações familiares complicadas; e muitas vezes, um importante foco de doenças. À primeira vista esse fato parece injusto: adoecer tendo como causa o outro; cria conceitos de vítima e algoz; deve ficar claro que, não adoecemos por causa do outro; mas, devido a nós mesmos; pois, é preciso uma característica pessoal para atrair e imantar a energia nociva até o órgão - alvo. Exemplo, um intolerante e avarento necessita; e daí, atrairá para si, uma esposa impulsiva e perdulária, e desse atrito cotidiano surgirão doenças nos dois – mas, não é o marido que transformará a esposa em uma pessoa impulsiva e perdulária; caso ela tenha essas tendências na constituição de sua personalidade; por um mecanismo de indução, elas ficarão bem notórias.
É possível curar uma relação doentia?
A idéia da vida; melhor da vinda de alguns Avatares que pregaram e viveram a Lei do Amor, é exatamente essa.
Perdão é um remédio super moderno – amar é a cura.
Não estamos condenados a sofrer nem adoecer devido ás interações; basta que percebamos a parte que nos cabe; e reciclemos nossa personalidade, para depois mudarmos as atitudes. Esse é o caminho, a verdade e a vida da cura para reverter doença criada pela situação em andamento; primeiro em que percebeu o mecanismo; o que trará também reflexos positivos na saúde do outro; sem milagres (Avatares não pregam milagres – apenas trabalho); pois a lei da relatividade faz com que o tempo de cura seja proporcional ao esforço de mudança.
Exemplo: marido impaciente e intolerante e esposa suscetível e carente.
A tendência de adoecer se manifesta primeiro nela; que, e a princípio, parece vítima; e, passa a agir como tal; fixada essa idéia; tenta de forma obsessiva mudar o “carrasco”, sem resultados; o que a leva a sentir sintomas variados de acordo com sua personalidade e as inscrições no seu DNA: insônia; apetite compulsivo ou anorexia; respiração curta; choro sem motivo; etc. Na seqüência, reforça a mágoa e o ressentimento contra o algoz; seguido de pequenas vinganças cotidianas até na vida sexual ao inventar desculpas para não cumprir sua parte no acordo de manter a saúde fisiológica do par. Nessa fase nela predominam as doenças de expurgo: corizas, dermatites, corrimentos...; nele, pode surgir irritabilidade; agressividade; vícios (alcoolismo, fumo, drogas, tendência á pedofilia); insônia; câncer de próstata; impotência sexual; etc. - Persistindo o conflito íntimo e com o marido; surgem doenças mais profundas: fibromas, cistos, displasias, etc. Embora ela sinta-se vítima da impaciência e intolerância do marido; seus algozes reais são: a susceptibilidade e carência. Se ela tivesse consciência disso; saberia que a atitude mais adequada por parte dela, seria permitir que as características do marido que tanto a incomodam fossem corrigidas nas relações cotidianas dele: trabalho; trânsito; torcida do futebol.
Na outra parte vale a mesma lei: nós não precisamos servir de “ferramenta” para mudar o padrão vibratório do outro - quem busca conhecer-se e modificar-se; deixa de servir de escândalo para os defeitos de caráter dos outros. Outro problema, é que ao nos sentirmos vítimas das atitudes alheias; nós deixamos de apreciar as qualidades de quem conosco convive.
O sistema de vida atual e a mídia ajudam a exacerbar a solidão (um tipo de câncer interativo)?
Sim.
A vida em família está cada vez mais solitária, pela dificuldade que temos de verbalizar adequadamente as emoções e as idéias; são comuns os monólogos. Nas famílias cada parte responsabiliza a outra pelas suas frustrações.
Como médico de família; observando os motivos de cada um em separado, damos a cada um dos envolvidos toda razão; em qualquer conflito todos tem suas razões e seus justos motivos; pois ninguém detém a verdade e a razão em sua plenitude; o problema é que só damos razão a nós mesmos; á nossa visão de mundo; ao nosso, herdado, sistema de crenças.
Na vida modernosa; hoje, a velocidade com que as mudanças acontecem aprisiona as pessoas em si mesmas; com isso a convivência familiar resume-se a algumas horas noturnas; sob vigilância cruel do aparelho de TV.
Em muitas delas não se trocam palavras com um mínimo de conteúdo; quase sempre as mensagens são vazias ou destituídas de um significado mais profundo; é “jogar conversa fora” regada a bebidas e outros “baratos”; e aí daquele que ousar aprofundar-se em algo; pois, logo é rotulado de chato ou desmancha prazeres.
Qual a explicação para o aumento da violência doméstica?
Aberrações como surras e violência explícita dispensam comentários; o problema de fato, reside na violência subliminar que não percebemos mais, de tão habituados que estamos a praticá-la. A comparação entre irmãos, as chacotas, os apelidos, o menosprezo. A violência verbal é um fator importante de somatização na criança; e, nem é percebida pelas pessoas que gritam; xingam; usam palavras de baixo calão - pais que discutem o tempo todo; agridem-se; no fundo são seres descuidados que não percebem o mal que fazem a si e aos em torno.
Será que apenas conseguiremos atingir a plenitude do amor através de crises?
Paixão, sentimento de posse e apego são emoções que necessitam de crises evolutivas: brigas, mágoas, ressentimentos, ódios, traições, começos e recomeço...; para que o sentimento do amor brote na mente e nos corações humanos para sempre; transformar uma coisa em outra; depende de raciocínio, reflexão e atitude; amar é agir segundo a Lei; apenas palavras e desejos de nada servem senão para provocar a dor que encaminha ao bem querer; um dia.
Precisa ser dessa forma Jurássica?
Sempre foi desde a criação deste universo (não é assim em todos os outros – em alguns é melhor em outros é pior ainda); em todos do estilo do nosso talvez a vida conjugal seja nas suas fases iniciais de aprendizado; um importante agente de crises para adquirir maturidade psicológica. Entre nós, as relações afetivas entre pessoas comuns; está periodicamente em atrito, pois um não interage conforme os desejos e anseios do outro. É inevitável que isso atinja a vida sexual; uma das sacadas inteligentes do criador deste universo; tanto que muita gente de outros rincões do Cosmo vem aqui bisbilhotar para copiar e mudar o DNA deles (via abduções).
A sexualidade em desalinho (Lei do amor ou Crística – nada; ou tudo: a ver com Jesus) acentua o atrito entre expectativas e desejos, e logo, alguém vai sentir-se frustrado, mal amado e vai adoecer e também fazer adoecer; ou querer mudar de polaridade sexual antes do filme existencial acabar (motivo de muitas encrencas; mas, também de soluções geniais na arte de aprender a amar). A mídia de ação rápida é uma importante centrífuga – no caso da sexualidade; muitas esposas vão cair na armadilha de imaginar estarem em ato sexual com o ídolo da TV e, só depois de algum tempo, descobrem que ele mudou de endereço sexual há muito tempo; ele joga no time do hi-man – claro que mais essa frustração pode levar á depressão e outras chatices da vida a dois, três, quatro, cinco...
Serei eu o problema?
Não.
Os problemas de boa parte das famílias de hoje, mesmo as modernosas, só mudam de endereço; pois é comum que a união ainda decorra de compromissos de reparação.
A educação é o grande problema na criação deste orbe:
Tudo sempre começa errado.
No assunto em questão:
No princípio do relacionamento há a tendência em ocultar defeitos de caráter favorecida pela convivência ocasional (test drive); uma vez juntos; o dia a dia acentua os defeitos de caráter de cada um e, aos poucos, sonho e paixão; viram frustração, mágoa e ressentimento; daí em diante; começam as crises conjugais que mal resolvidas produzem doenças variadas; mais rapidamente na mulher que vive mais imantada nas emoções; o homem vive mais no campo racional e, com isso, cria barreiras de contenção mais fortes; daí, quando adoece é de forma mais mortal.
De que forma resolver as crises amorosas (antigamente conjugais)?
Elas podem ser unilaterais ou bilaterais. Explícitas ou implícitas. Verbalizadas ou não. Crises unilaterais mal resolvidas sempre terminam em crises bilaterais.
O que é possível fazer?
Resolução total: o amadurecer dos envolvidos é concomitante. Aprendem a amar-se. Equilibram razão e emoção com aceitação e respeito mútuo.
Resolução parcial: apenas um percebe a necessidade da relação harmoniosa; quase sempre cede e renuncia em favor do objetivo. Tenta desenvolver aceitação plena do outro; quase sempre vira doença na pessoa que se “acha” (espiritualistas e pseudo espiritualizados); mas que, ainda não estava preparada para ceder; e o faz, apenas por covardia ou conveniência.
Resolução adiada concordante: ambos concordam em desfazer o relacionamento sem mágoas relevantes e ressentimentos – divórcios e separações; com tentativa de assumir a responsabilidade pelos frutos da união.
Resolução adiada discordante: a decisão de separação é unilateral o que gera mágoas relevantes, ressentimento, às vezes desejo de vingança e sofrimento, seguido de somatização nos envolvidos; sempre gera débitos a serem corrigidos no futuro; e lógico, também pode originar obsessão.
Resolução temporária: resolvem os parceiros aguardar a ação do tempo; superam de forma superficial e temporariamente as pendências; por motivos os mais variados. Algumas vezes, essa escolha é seguida de maturidade gradativa das criaturas, e a situação pode evoluir para a resolução total ou parcial, concordante – neste maluco universo; se tudo fosse errado; não teríamos tantos ETs nos visitando – não somos apenas cobaias; temos material de troca a oferecer.
Chega! – Não agüento mais!
Quero a separação!
Neste mundo experimental cósmico:
Desfazer é mais doloroso do que começar.
Recomeçar é mais difícil do que iniciar.
A primeira vez é sonho, expectativa.
Desmanchar é frustração.
A FONTE CRIADORA sabe que o nosso “criador” pisou na bola; que algumas das suas experiências não deram certo; mas, não o descartou; na sua AMOROSA forma de ser e de criar; pediu a outro Avatar que nos amparasse com a Lei do Amor que deu certo em seu universo (Meu reino não é deste mundo – universo disse Ele).
O Universo de Jesus, acoplado temporariamente ao nosso, sinaliza a nós; sua forma de ser; mostra a nós o caminho.
Ele sinaliza; o que dos ensinamentos antigos deve ser seguido: o divinamente simples; que nos ofusca o uso do livre arbítrio – esse sim; é nosso patrimônio legado pela FONTE CRIADORA; que façamos bom uso dele é o que nos recomenda o Avatar que comanda na atualidade a CONFEDERAÇÃO CRÍSTICA DO AMOR CÓSMICO.
Conforme colocamos em todos nossos escritos publicados ou não:
Cuidado com as resoluções temporárias para acomodar interesses Jeovásicos; pois, atendemos em nosso dia a dia as vítimas (somatizações) da epidemia midiática de libertação:
Nada contra – tudo a favor:
Quando a relação entre duas pessoas não deu certo; a opção lógica e inteligente á a separação: Mas, mesmo que aparentemente elas fiquem bem, os outros envolvidos podem ficar muito mal: amigos, conhecidos, familiares e principalmente os filhos; caso existam nesta dimensão da vida.
Pois,:
Como nos mostraram muitos seguidores da lei do amor:
Separar é contrariar a Lei.
Agrupar, aceitar, compreender, é amar, viver.
No fundo, o que me interessa de verdade é a saúde física e mental/emocional dos filhos – herdeiros dessa maravilhosa crise de libertação de velhos conceitos e pré-conceitos.
Assunto importante para o SOS habitantes da Terra – até o fim próximo desta fase.
Esperamos ter levantado algumas pulgas atrás de sonolentas orelhas.
sábado, 27 de março de 2010
O PODER PROTETOR DO ANEL DE MU - PROF. SALVATORE DE SALVO
Conforme solicitação de vários amigos leitores; eu envio explicações fornecidas pelo Prof. Salvatore a respeito do anel a que me referi no artigo anterior.
O PODER PROTETOR DO ANEL DE MU
Multidões, no mundo todo, foram assistir ao filme “TITANIC”, onde, mais uma vez, são vistas cenas chocantes do naufrágio desse navio que “nem Deus poderia afundar”.
Triste ironia do destino. Mas, muito pouca gente sabe que o “TITANIC” transportava a múmia de um Faraó, que deveria ficar exposta num Museu de Nova Iorque. Nem o navio, nem a múmia chegaram a seu destino. A maldição dos Faraós fez suas primeiras vítimas já em 1912, muito antes que, pela descoberta do túmulo do Faraó Tutankamon, começasse a se espalhar o temor dessa terrível maldição.
Os egípcios eram herdeiros da ciência dos povos que habitavam o Continente de Mu, desaparecido nas águas do Oceano Pacífico, algo como 12.500 anos atrás e, por isso, conheciam muito bem os segredos da Magia. E a proteção contra a violação dos túmulos dos Faraós foi, exatamente, confiada à Magia.
Ninguém, antes de 1922, quando foi descoberto o túmulo de Tutankamon, tinha prestado muita atenção às mortes misteriosas de vários arqueólogos, até que foi encontrado o túmulo desse Faraó, descoberto por Howard Carter, após uma incansável busca de vários anos, no Vale dos Reis. As imensas riquezas encontradas no túmulo levaram cinco anos para serem listadas, catalogadas e levadas ao Museu do Cairo, onde estão expostas.
Mas, das 20 pessoas que penetraram nas várias câmaras do túmulo, quando este foi aberto, 19 morreram dentro de dois anos, ou de morte violenta ou por uma estranha doença não caracterizada que desvitalizava as vítimas, progressivamente, até matá-las.
Assim, surgiu a lenda da “Maldição dos Faraós”. Mas, muito estranhamente, justamente o arqueólogo Carter, que tinha sido diretamente o culpado pelo descobrimento, não morreu, vindo a falecer muitos anos depois.
Por que? Por que, justamente o responsável pela interrupção do sono do Faraó tinha sido poupado?
A resposta a essa pergunta só foi encontrada depois da morte de Carter, em 1939. Entre seus pertences estava um anel de grés (um tipo de pedra), que Carter tinha encontrado no túmulo de um Grande Sacerdote, seis anos antes da descoberta da tumba de Tutankamon.
Naquela ocasião, Carter, que sabia ler os hieróglifos, constatou que o anel trabalhava por energia de formas e protegia contra todas as energias negativas, dissolvendo-as e tornando-as ineficazes.
Carter colocou o anel num de seus dedos e nunca mais o retirou. Carter foi o único a não sofrer os efeitos da “Maldição dos Faraós” e estava usando o anel com um desenho especial. Haveria alguma relação entre os dois fatos?
Os franceses resolveram investigar e as maiores autoridades francesas em Radiestesia experimentaram longamente o anel com o desenho nele gravado.
Após anos de pesquisa, concluíram que esse desenho protegia, realmente, contra qualquer energia negativa e, muito curiosamente, também contra acidentes de carro.
Há 30 anos, por ocasião de uma viagem a Paris, visitei “La Maison de La Radiestesie”, a “Casa da Radiestesia” e tive a chance de conhecer o anel de Carter. Comprei um exemplar, coloquei-o no dedo e, de volta ao Brasil, mandei fazer cópias exatas da forma nele gravada. Esses outros anéis foram distribuídos entre familiares, ficando em observação quanto a seu poder protetor, ao longo dos anos.
O anel é fabricado em Prata maciça e conserva, rigorosamente, a forma original que, segundo nossos estudos, não provém da Atlântida e, sim, do Continente de Mu, apontando para uma idade por volta de trinta mil anos.
Hoje, esta forma está patenteada por nós, tendo sido deferida a Patente n.º 5400364-4 em 29/04/1994.
No mundo de hoje, por ser necessário algum meio de proteção, resolvemos oferecer o anel e seus benefícios ao público em geral, numa embalagem bonita, ultramoderna e agradável.
Entretanto, seu uso correto está ligado a alguns cuidados que devem ser conhecidos e, tanto quanto possível, obedecidos.
CUIDADOS COM O USO DO ANEL
LEIA ATENTAMENTE
1) Escolha um tamanho de anel que seja confortável, sem ser muito largo, pois facilmente será extraviado.
2) Além do efeito protetor de fechar a aura, o anel auxilia em algumas enfermidades, de acordo com o dedo em que é colocado. Assim:
• Polegar: doenças de respiração, asma, bronquite, etc.;
• Indicador: stress, desânimo, depressão, etc.;
• Médio: doenças do esqueleto e funções corporais em geral;
• Anular: sistema genito-urinário e simpático e para-simpático;
• Mínimo: circulação.
3) Quando a pessoa portadora do anel ficar submetida a energias negativas (inveja, ódio, rancor, etc.), o anel avisa, escurecendo rapidamente. Ao cessar o ataque, volta a ser brilhante espontaneamente. O anel poderá ser limpo com qualquer produto de limpeza de Prata.
4) Quanto mais tempo usar o anel, tanto mais ele ficará personalizado e vibrando em sintonia com você. Por isso, antes de colocá-lo no dedo, após adquiri-lo, ferva-o com água e sal, para apagar as vibrações de quem o manuseou antes. Pela mesma razão, nunca o retire do dedo para mostrá-lo a alguém. Se isto acontecer, ferva-o novamente com água e sal antes de recolocá-lo.
5) Se o ataque de energias negativas for muito forte, o anel poderá não aguentar e quebrará. Nesse caso, cuide de adquirir, imediatamente, um outro para não ficar desprotegido por muito tempo.
6) Há imitações na praça. Mas não possuem a forma verdadeira, as proporções originais. Em se tratando de energia de forma, mudar a forma significa anular o efeito protetor.
7) Caso você não goste de usar anéis, a mesma forma está sendo oferecida em pingente. Pendure-o a uma corrente de Prata, nunca de Ouro. Terá o mesmo efeito protetor do anel, sem, evidentemente, a proteção diferenciada de acordo com o dedo. Também, poderá utilizá-lo em contato com seu corpo, em qualquer outro lugar.
8) A mesma forma protetora consta na parte superior do bracelete, com o mesmo efeito protetor, se assim preferir. O bracelete está sendo oferecido em dois tamanhos e está aberto na parte inferior para facilitar o uso.
9) A placa grande protege a casa num raio de 20 metros. Oriente-a com as pontas na direção Norte-Sul e coloque-a, preferivelmente, no centro da casa.
Prof. SALVATORE DE SALVO
Fone: (11) 3062-6718
e-mail: mara_salvo@uol.com.br
mdsalvo@attglobal.net
Para maiores esclarecimentos basta ligar para ele.
O PODER PROTETOR DO ANEL DE MU
Multidões, no mundo todo, foram assistir ao filme “TITANIC”, onde, mais uma vez, são vistas cenas chocantes do naufrágio desse navio que “nem Deus poderia afundar”.
Triste ironia do destino. Mas, muito pouca gente sabe que o “TITANIC” transportava a múmia de um Faraó, que deveria ficar exposta num Museu de Nova Iorque. Nem o navio, nem a múmia chegaram a seu destino. A maldição dos Faraós fez suas primeiras vítimas já em 1912, muito antes que, pela descoberta do túmulo do Faraó Tutankamon, começasse a se espalhar o temor dessa terrível maldição.
Os egípcios eram herdeiros da ciência dos povos que habitavam o Continente de Mu, desaparecido nas águas do Oceano Pacífico, algo como 12.500 anos atrás e, por isso, conheciam muito bem os segredos da Magia. E a proteção contra a violação dos túmulos dos Faraós foi, exatamente, confiada à Magia.
Ninguém, antes de 1922, quando foi descoberto o túmulo de Tutankamon, tinha prestado muita atenção às mortes misteriosas de vários arqueólogos, até que foi encontrado o túmulo desse Faraó, descoberto por Howard Carter, após uma incansável busca de vários anos, no Vale dos Reis. As imensas riquezas encontradas no túmulo levaram cinco anos para serem listadas, catalogadas e levadas ao Museu do Cairo, onde estão expostas.
Mas, das 20 pessoas que penetraram nas várias câmaras do túmulo, quando este foi aberto, 19 morreram dentro de dois anos, ou de morte violenta ou por uma estranha doença não caracterizada que desvitalizava as vítimas, progressivamente, até matá-las.
Assim, surgiu a lenda da “Maldição dos Faraós”. Mas, muito estranhamente, justamente o arqueólogo Carter, que tinha sido diretamente o culpado pelo descobrimento, não morreu, vindo a falecer muitos anos depois.
Por que? Por que, justamente o responsável pela interrupção do sono do Faraó tinha sido poupado?
A resposta a essa pergunta só foi encontrada depois da morte de Carter, em 1939. Entre seus pertences estava um anel de grés (um tipo de pedra), que Carter tinha encontrado no túmulo de um Grande Sacerdote, seis anos antes da descoberta da tumba de Tutankamon.
Naquela ocasião, Carter, que sabia ler os hieróglifos, constatou que o anel trabalhava por energia de formas e protegia contra todas as energias negativas, dissolvendo-as e tornando-as ineficazes.
Carter colocou o anel num de seus dedos e nunca mais o retirou. Carter foi o único a não sofrer os efeitos da “Maldição dos Faraós” e estava usando o anel com um desenho especial. Haveria alguma relação entre os dois fatos?
Os franceses resolveram investigar e as maiores autoridades francesas em Radiestesia experimentaram longamente o anel com o desenho nele gravado.
Após anos de pesquisa, concluíram que esse desenho protegia, realmente, contra qualquer energia negativa e, muito curiosamente, também contra acidentes de carro.
Há 30 anos, por ocasião de uma viagem a Paris, visitei “La Maison de La Radiestesie”, a “Casa da Radiestesia” e tive a chance de conhecer o anel de Carter. Comprei um exemplar, coloquei-o no dedo e, de volta ao Brasil, mandei fazer cópias exatas da forma nele gravada. Esses outros anéis foram distribuídos entre familiares, ficando em observação quanto a seu poder protetor, ao longo dos anos.
O anel é fabricado em Prata maciça e conserva, rigorosamente, a forma original que, segundo nossos estudos, não provém da Atlântida e, sim, do Continente de Mu, apontando para uma idade por volta de trinta mil anos.
Hoje, esta forma está patenteada por nós, tendo sido deferida a Patente n.º 5400364-4 em 29/04/1994.
No mundo de hoje, por ser necessário algum meio de proteção, resolvemos oferecer o anel e seus benefícios ao público em geral, numa embalagem bonita, ultramoderna e agradável.
Entretanto, seu uso correto está ligado a alguns cuidados que devem ser conhecidos e, tanto quanto possível, obedecidos.
CUIDADOS COM O USO DO ANEL
LEIA ATENTAMENTE
1) Escolha um tamanho de anel que seja confortável, sem ser muito largo, pois facilmente será extraviado.
2) Além do efeito protetor de fechar a aura, o anel auxilia em algumas enfermidades, de acordo com o dedo em que é colocado. Assim:
• Polegar: doenças de respiração, asma, bronquite, etc.;
• Indicador: stress, desânimo, depressão, etc.;
• Médio: doenças do esqueleto e funções corporais em geral;
• Anular: sistema genito-urinário e simpático e para-simpático;
• Mínimo: circulação.
3) Quando a pessoa portadora do anel ficar submetida a energias negativas (inveja, ódio, rancor, etc.), o anel avisa, escurecendo rapidamente. Ao cessar o ataque, volta a ser brilhante espontaneamente. O anel poderá ser limpo com qualquer produto de limpeza de Prata.
4) Quanto mais tempo usar o anel, tanto mais ele ficará personalizado e vibrando em sintonia com você. Por isso, antes de colocá-lo no dedo, após adquiri-lo, ferva-o com água e sal, para apagar as vibrações de quem o manuseou antes. Pela mesma razão, nunca o retire do dedo para mostrá-lo a alguém. Se isto acontecer, ferva-o novamente com água e sal antes de recolocá-lo.
5) Se o ataque de energias negativas for muito forte, o anel poderá não aguentar e quebrará. Nesse caso, cuide de adquirir, imediatamente, um outro para não ficar desprotegido por muito tempo.
6) Há imitações na praça. Mas não possuem a forma verdadeira, as proporções originais. Em se tratando de energia de forma, mudar a forma significa anular o efeito protetor.
7) Caso você não goste de usar anéis, a mesma forma está sendo oferecida em pingente. Pendure-o a uma corrente de Prata, nunca de Ouro. Terá o mesmo efeito protetor do anel, sem, evidentemente, a proteção diferenciada de acordo com o dedo. Também, poderá utilizá-lo em contato com seu corpo, em qualquer outro lugar.
8) A mesma forma protetora consta na parte superior do bracelete, com o mesmo efeito protetor, se assim preferir. O bracelete está sendo oferecido em dois tamanhos e está aberto na parte inferior para facilitar o uso.
9) A placa grande protege a casa num raio de 20 metros. Oriente-a com as pontas na direção Norte-Sul e coloque-a, preferivelmente, no centro da casa.
Prof. SALVATORE DE SALVO
Fone: (11) 3062-6718
e-mail: mara_salvo@uol.com.br
mdsalvo@attglobal.net
Para maiores esclarecimentos basta ligar para ele.
sexta-feira, 26 de março de 2010
DIETA PARA OLHO GORDO – VACINA PARA VAMPIRO ZOIÚDO
A forma de viver da atualidade contribui de forma marcante para a epidemia de obesidade ocular (fome e desejo o que não me pertence) – pois, a ambição de possuir; aparentar; consumir a qualquer preço e custo: “consumo; logo existo”; potencializa de forma marcante a concentração de energias que cria os “vampiros zoiúdos” com capacidade de secar até pimenteira – e para escapar deles não adianta: fazer figa escondida; andar com um galhinho de arruda atrás da orelha; recitar um salmo; fazer o sinal da cruz; jogar um punhado de sal grosso assim que ele se afasta; muito menos bater na madeira, resolve; pois isso os deixa com mais apetite – Nesta vida hi-tec esses rituais não funcionam mais – a melhor saída é usar a Internet natural – pois, só com bons e-mails é possível neutralizá-los.
A melhor saída e proteção, é entender como eles agem; entender suas razões para lançar olhares obesos vorazes de cobiça sobre nossa vida e nossas coisas.
Combater olho gordo pela Internet?
Se dissermos que ela sempre existiu algumas pessoas podem ficar espantadas e até discordar; mas, é verdade; quando pensamos em alguém, estamos usando a antiga e milenar Internet natural – nesse momento, nós acabamos de enviar um e-mail a essa pessoa; não raro, lotado de vírus; pois, não vigiamos o que pensamos uns dos outros; conforme nos recomendou um grande Avatar: Jesus.
Como é possível?
Segundo o conceito de mestre Lavoisier: “Na natureza nada se cria, tudo se transforma” (e se copia no caso dos made in) – apenas, neste caso, a energia do pensar virou matéria na telinha.
Será que energia vira matéria? - E matéria pode transformar-se em energia? - Que se materializa de novo.
Pensamentos viram idéias, que se materializam em palavras ditas ou não ditas, que viram comunicação escrita ou materializada na telinha - e que retornam como energia do pensar a nos afetar as antigas idéias, que se recriam - essas novas transformam-se em atitudes renovadas que tornam a materializar-se e, assim sucessivamente.
Aproveitemos para dar um tempo e matutar:
O que é o pensamento?
Será uma coisa mágica? – Ou uma onda de energia codificada?
É real, concreta; pois ao usar nosso cérebro recebemos e enviamos e-mails para equipamentos de carne, osso, cérebro, nervos, músculos, tendões e ossos; sem importar a distância.
Como somos seres potencialmente inteligentes e transformadores; copiamos esse sistema natural e, usando moderna tecnologia o materializamos na tela através de processadores, cabos, chips, mouse, e outros apetrechos analógicos ou digitais - nosso antigo conceito de pensar transformou-se após novas descobertas em mensagens eletrônicas.
Como pouco do que se refere a nós é perfeito; andamos á volta com algumas dificuldades - e para variar, éticas.
Ou; o que podemos e vamos fazer com esses recursos: a Internet fisiológica e a eletrônica?
Tal e qual a teoria do inconsciente coletivo colocado por Carl Gustav Yung – a rede mundial de Internet pode tornar-se uma ferramenta em direção ao progresso; e ao alcance da maioria; fácil de ser usada e "barata"; desde que a usemos com ética; pois de graça, nem a universal; já que ela tem um custo até maior do que se imagina - a moeda chama-se Kharma (impressa numa máquina do tempo chamada Lei de retorno).
Tal e qual nós seres humanos; os computadores são ferramentas de precisão de alta tecnologia e com opções de recursos bem variadas que, se bem usadas podem fazer a diferença – Mas, ao contrário da parafernália tecnológica; nossa qualidade de navegadores na NET não se mede pelas ferramentas do equipamento que dispomos – o que menos importa é a marca (made in) ou nossa genealogia pessoal - O que cria a nossa marca registrada; é a forma com que nos apresentamos através do teclado. Se, nossas mensagens são inteligentes e éticas, então é o que somos.
Embora os vampiros zoiúdos sejam fáceis de identificar; aprender a separar quem é quem, leva um pouco de tempo e de observação. É preciso cada vê mais cuidado; pois, mais ainda do que nas relações humanas frente e frente; na rede da Internet mundial sabemos uns dos outros apenas o que cada um deseja informar – Meu Deus: do que não é capaz a tecnologia: Olho gordo á distância! - Vampiros zoiúdos internautas escondidos no MSN e Orkut e outras comunidades virtuais? – Credo!
Atenção:
Pensamentos merecem ser vigiados de perto antes de serem digitados ou transformados em atitudes.
Pois, nossa mente é capaz de verdadeiros milagres tanto no direito dos fatos quanto no avesso; questão de opção.
Estarei contaminado? – Sou um olho gordo?
Ninguém está vacinado e imune a sofrer da obesidade ocular; esse tipo de vampirismo não escolhe hora nem lugar; muito menos respeita sentimentos e afetos; atinge até familiares (o principal foco de contaminação): pais que secam a vida dos filhos e vice-versa; maridos e esposas...; portanto, muita atenção: nossos mais vagos desejos podem virar realidade! - Frases da sabedoria popular como esta, a cada dia nos sinalizam que cedo ou tarde; nós nos transformamos naquilo que pensamos; e de retorno, sofremos os efeitos do bem ou mal pensar – Mas, o que é isso segundo a tecnologia?
Comprova-se a cada dia que, a energia liberada pela mente tem um poder criativo/destrutivo, fascinante; perturbador...
Qual o mecanismo de ação do olho gordo?
Um simples olhar é capaz de alterar a estrutura da matéria?
Sim? Ou talvez?
Sim!
E isso, não é papo furado, é provado segundo os princípios da “moderna” ciência - também, não é nenhuma novidade; pois, ao mesmo tempo, sempre, a matéria não deixa de ser um tipo de energia.
Na atualidade há muitas formas de se provar essa realidade e dentre elas, merece destaque a experiência do japonês Masaru Emoto abordada em seu livro “A Mensagem da Água”. Ele congelou amostras de água que examinadas num microscópio de campo escuro dotado de equipamento fotográfico mostram que o arranjo hexagonal da estrutura da água apresenta mudanças quando submetida ás vibrações humanas: tais como pensamentos, palavras mensagens, orações e música.
Fica o desafio; para entender algumas ocorrências do dia a dia:
Se o pensamento é capaz de alterar a estrutura molecular da água e setenta por cento do nosso corpo se constitui dela. O que não seremos capazes de fazer com ele e com o dos outros; apenas com nosso pensar e olhar? – Até via Net? – Sim.
Dá para deduzir também que:
Os pensamentos são a chave do destino; e os olhos, a janela da alma.
Portanto:
Tanto podem aprisionar, quanto libertar; quanto curar ou fazer adoecer...
Dá prá escapar? – Ou é preciso viver numa redoma?
Prá maioria de nós, não dá; pois nas atuais circunstâncias de epidemia; é quase impossível; além disso, o nosso sistema de imunidade contra o vírus da obesidade dos desejos é precário; daí é possível escapar apenas de alguns desses vampiros de olho gordo; livrar-se de todos é coisa de Avatar; tarefa que poucos já conseguiram.
@ conexão humana:
“Somos todos; um”:
A energia do pensamento dirigida a algo ou a alguém é um e-mail que sempre chega ao seu destino; se o indivíduo está conectado - e nas interações humanas que ocorrem dentro da “zona” que é nosso inconsciente coletivo; sempre estamos - quer acreditemos ou não - quer queiramos ou não - pois somos interdependentes; plugados na rede universal; nós somos apenas parte de um todo.
Mesmo os que tentam se desligar dela como os autistas, os esquizofrênicos..., que imaginam estarem a sós, livres, desconectados; o fazem em vão; pois continuam plugados na rede; afetando e sendo afetados – e de forma pesada; pois, se parássemos para pensar seria fácil entender o quanto fazemos sofrer os que se posicionaram em torno de nós na existência - Ao fazermos esse tipo de birra cósmica: ficamos de mal da vida; dos que do seu jeito - bem ou mal nos amam; de Deus; e até, emburramos, teimosamente - quem escolheu essa forma de se alienar, talvez gere mais kharma para si do que um suicida; pois, durante anos ele “castiga” os em torno; dia após dia, momento após momento, de forma quase cruel – alguns, auxiliados, até que se arrependem e retornam á vida; outros prolongam essa atitude evolutiva num tempo a perder de vista, na eternidade.
A obesidade ocular mata de forma precoce as chances de evolução:
Tal e qual um “torpedo” via celular; nossas escolhas derivadas de cada pensamento/sentimento é uma onda de energia de comprimento, freqüência e amplitude particularizada que interfere na vida e no destino das pessoas a quem for enviado - e na volta; ao próprio emissor – daí que o olho gordo se intoxica de tanta energia que rouba dos outros; e seu olho engorda cada vez mais de forma mórbida – esse sintoma recebe o nome de insatisfação crônica; uma doença que se traduz na palavra do nosso grande Avatar: Jesus: “Deixem os mortos enterrarem os seus mortos”.
Vampiros zoiúdos são pobres na matéria ou nos valores da alma?
Na maior parte das vezes, o vampiro zoiúdo não é tão pobre assim – doentiamente insatisfeito, ele cobiça tudo que acha que não tem; ou imagina que as coisas do outro são melhores ou mais bonitas – mesmo que não seja – essa doença evolutiva ataca o cérebro e impede o desenvolvimento do senso crítico; e pior; com o passar do tempo leva á cretinice mental.
Para nos vacinarmos todo juízo é pouco:
Pois, o que pensamos e sentimos de forma sistemática gera organizações de energia que criam um vídeo que se assemelha a um filme; são as formas/pensamento – que causam verdadeiros delírios de desejos nos vampiros zoiúdos.
Afinal o vampiro zoiúdo seca com o olho ou com a mente?
Com as duas coisas; mas, o olho físico é só um acessório – ele pode secar apenas com o terceiro olho (aquele imaginativo).
Quando o olho gordo recebe a energia do desejo e da cobiça frente ao objeto do desejo: Socorro! - Deus nos acuda! - Que fogueira que fornalha; até a asa branca puxa o carro do sertão; asas prá que te quero.
Como posso saber se já estou contaminado?
O vampiro zoiúdo usa de artimanhas de aranha (nossas desculpas a esse importante animal xamânico de poder) – tece a teia dos elogios e da lisonja para pegar a incauta vítima – do segundo elogio em diante; melhor ficar esperto – a repetição é evidente. O olho gordo usa de mesuras e gentilezas indevidas e fora do contexto.
Há também o tipo olho gordo coruja: não fala nada; mas, presta uma atenção danada no que pertence aos outros.
Ou ás vezes basta apenas aquele zoinho tipo olhar de peixe morto; que com aquele jeitinho de quem não quer nada faz um estrago danado.
Exemplos simplórios:
- Nossa como seu cabelo está lindo! – Daí a alguns dias; aparece uma pelada ou um mar de caspa.
- Isso que é carro! – Que lindo seu carro novo – Pode preparar uma grana para pagar o mecânico; ou dirija com toda cautela do mundo nos próximos dias.
- Nossa como sua pele está linda e sedosa! – Se prepare para lidar com uma cordilheira de acne.
- Se você é mulher e levou aquela “secada”; mesmo que silenciosa, de um marmanjo olho gordo – Corra para o ginecologista; pois, vai brotar um belo corrimento.
- Nossa que flor mais linda! – Me dá uma mudinha! – Pronto pode encomendar a alma da planta á Fonte Criadora.
Como distinguir um elogio sincero ou um olhar puro de uma armadilha de olho gordo?
No dia a dia, simplesmente pelos frutos.
Complicado é escapar da teia do vampiro zoiúdo ocasional – mas, com um pequeno treinamento de sentir as energias e aprender a fazer a leitura do corpo dá para quebrar o galho e diminuir o prejuízo.
Atenção: Aviso aos índigos e gente com TDA:
Olho gordo não tem nada a ver com olho grandão; ás vezes, os zoinhos bem miúdos são os piores – Alerta total, aos que em certos momentos deixam á mostra uma fenda vertical como os dos répteis.
Dá para fazer dieta para emagrecer o nosso, lado, olho gordo?
Sim.
- Basta reduzir o apetite dos desejos do que pertence ao próximo – nem sempre o “olho” das pessoas “engorda” de forma consciente; mas, quem já percebeu seu potencial ao emitir energia negativa deve simplesmente mudar a polaridade e fará bons e saudáveis milagres.
- Viver de forma simples é um dos segredos (apenas não dá Ibope).
- Viver como os “lírios do campo” conforme a recomendação de Jesus; até que seria perfeito; mas, hoje é prá lá de complicado; enfim, Ele deixou essa recomendação; apenas porque não fazia idéia do que é viver sob o jugo dos impostos e do consumo – então seu lapso está perdoado.
- Outra boa dica é seguir a recomendação que Emanuel nos legou através de Chico Xavier: “Rico é aquele que tem poucas necessidades” – essa recomendação é mais viável na vida contemporânea.
- Manter o “guiú” da inveja sob controle é uma boa pedida; pois, o bichinho é danado e levado da breca.
- Diminuir a exposição á mídia de ação rápida.
- Evitar a leitura de algumas revistas.
- Viver com moderação.
- Rir muito sem bancar a hiena.
- Divertir-se com coisas simples feito criança.
- Ouvir boa música.
- Aprender a olhar: olhos nos olhos – o olho gordo não sustenta o olhar nem por segundos para que suas intenções não sejam descobertas.
- Enfim; muitas são as opções de dieta para controlar a obesidade ocular.
- Para os casos mais graves; ás vezes é preciso uma radical cirurgia moral nos desejos e na gula das sensações e das posses.
Serei eu um olho gordo?
O diagnóstico de nós mesmos é complicado – uma boa ajuda é se observar no espelho todos os dias; veja como anda sua auto-estima - tire fotos de si mesmo de vez em quando; peça a ajuda dos amigos; surpreenda sua inveja e dê-se um susto de vez em quando; pois ela é sempre negada e disfarçada; quando o sentimento da inveja der as caras, assuma, verbalize. Não é difícil saber quando sou olho gordo de eu mesmo – a isso, dá-se o nome de auto – sabotagem.
Tratamento e prevenção de olho gordo:
• Estude-se.
• Analise seu próprio olhar no espelho – alguns de nós não conseguimos encarar nem o próprio olhar.
Tudo que emitimos, a nós mesmos retorna; dia menos dia; acrescido do que sintonizou pelo caminho. Isso é Lei...
• Emita pensamentos de boa qualidade:
São e-mails de gente boa que transmitem idéias claras e sentimentos corretos. Geram e transferem sensações de alegria e prazer. É lucro certo.
• Cuidado com os pensamentos de má qualidade:
Coisas dos “hackers da vida” e que podem ser comparados a e-mails lotados de vírus capazes de destruir sistemas, sonhos, esperanças e vida.
Em épocas de aceleração como esta a lei de retorno atua cada vez mais rápido. É um péssimo investimento.
Sistema de permissão á ação do olho gordo:
• Provedor:
Na Internet natural todos nós estamos conectados ao mesmo provedor (Deus, a Natureza).
• Login:
A forma de pensar, sentir e agir de cada pessoa cria seu login particular que funciona como um sistema primário que permite acessar os arquivos íntimos.
• Hardware:
Eles são armazenados no campo magnético da aura, que funciona como uma carteira de identidade universal ou como somos conhecidos na rede.
• Senha de permissão para usuário:
As permissões seletivas atuam como um controle de acesso aos nossos arquivos pessoais.
Esse mecanismo é regulado por um mecanismo denominado sintonia mental, ou permissão.
• Sistema de busca:
Nossos mais secretos interesses relacionados com nossa forma de pensar, nossos desejos e vontades criam nosso particular sistema de procura de nossos iguais.
• Roubo de senha:
Na Net natural, quando nos descuidamos e abrimos mão da individualidade e da soberania mental/emocional permitimos o livre acesso aos nossos sistemas e arquivos pessoais.
O descuido mais comum é deixarmos a critério do destino ou sistema de busca automático.
É como dar a senha para quem quiser acessar nosso e-mail, nosso login, deixando uma porta aberta para a entrada de todo tipo de vírus, malfeitos, vinganças, ódio, retaliações, destruição de sistemas...
• Hackers:
Um tipo de predador cada vez mais comum é o hacker de energia vital. Certas pessoas conseguem facilmente acessar nossos reservatórios. Quando pensam em nós ou interagimos frente a frente com elas, logo a seguir nos sentimos totalmente desvitalizados, até parece que fomos atropelados. Esses se assemelham mais a magos negros e outros bandoleiros do além – são muito mais perigosos do que os vampiros de olhar obeso de desejos.
Como diminuir o prejuízo que nos causam os vampiros zoiúdos?
Primeiro é preciso cuidar de mudar a senha de permissão de acesso ao nosso sistema mental – emocional – lembra da dica do Avatar: “vigia e ora”? – Esse aviso pode ser atualizado para a Era Hi-Tec como: Troque a senha! – Melhore sua qualidade como ser pensante!
Fugir dessas pessoas?
• Não adianta; e ás vezes é impossível; pois elas podem ser pai, mãe, filho, parente, amigo, chefe, subordinado, colegas de atividade fraterna de ONGS ou locais de ajuda incondicional ao próximo.
• Nunca é demais repetir que, para resolver basta usar a net natural: vá para um canto e mande e-mails de bons pensamentos para essa pessoa. O lucro é certo. Se você energizou o sujeito ele não sentirá necessidade de esvaziá-lo de sua vitalidade. Depois; a lei de retorno está tão acelerada que nem acabamos de mandar algo a alguém e já estamos recebendo de volta.
• Energias xamânicas - Nossa condição evolutiva é ainda bem primária, quase primata, não custa nada usarmos de recursos que nos são permitidos desde remotas Eras para nos libertarmos da ação de energias nefastas e dos vampiros zoiúdos: energia de plantas, minerais, animais (especialmente o gato – não há no reino animal nenhum capaz de transmutar energias negativas como os felinos).
• Mantras (dentre muitos, o pai nosso é um dos poderosos); a música desde imemoriáveis tempos tem um efeito mágico sobre nossa vida (minha amiga Margarete Áquila – margareteaquila@hotmail.com - produz verdadeiros milagres com sua técnica de Cura Cósmica na Casa do Consolador em SP – já tirou pessoas do coma apenas com a vibração de seu canto.
• A alquimia pode ser usada com resultados simples e eficazes; recebi um presente de meu amigo alquimista e eminente cientista; meu irmão estelar o Professor Salvatore De Salvo (11) 3062-6718 – mdsalvo@attglobal.net, o anel protetor de MU. Repasso aos amigos minha experiência: após receber o anel nunca mais o tirei do dedo; embora ás vezes ele desapareça sem explicação e retorne – quando as coisas começam a ficar “pretas” o anel preteja; quando cuido melhor do meu pensar; sentir; agir; ele volta a tornar-se prata brilhante – para mim ele se tornou um indicador de necessidade de reavaliar minhas posturas e os retornos energéticos correspondentes.
• Recomendo que os interessados busquem ajuda em todos os reinos da natureza; na alquimia; na religiosidade; enfim em todos os lugares disponíveis; para que nos coloquemos a salvo; primeiro de nós mesmos e depois uns dos outros – da obesidade dos desejos e das ambições desmedidas; ainda que simples e ridiculamente pequenas.
Dica:
Repita para si mesmo ao se pegar cobiçando o que pertence a outrem: O que é meu é meu! – O que é seu é seu! – Não desejo nada que não me pertence!
Permitamos que cada um fique com suas alegrias, dores, tristezas, riquezas ou necessidades...
Caso o amigo se sinta imune á doença do olho gordo; ainda é uma criatura muito perigosa tanto para si quanto para os outros.
Não há doença pior do que a cobiça e a inveja anestesiadas pelas desculpas e justificativas de normalidade.
Quanto ao uso da NET na prevenção do vampirismo zoiúdo:
A qualidade do nosso futuro não depende apenas de tecnologia;
Mas; do uso que se faça dela.
A melhor saída e proteção, é entender como eles agem; entender suas razões para lançar olhares obesos vorazes de cobiça sobre nossa vida e nossas coisas.
Combater olho gordo pela Internet?
Se dissermos que ela sempre existiu algumas pessoas podem ficar espantadas e até discordar; mas, é verdade; quando pensamos em alguém, estamos usando a antiga e milenar Internet natural – nesse momento, nós acabamos de enviar um e-mail a essa pessoa; não raro, lotado de vírus; pois, não vigiamos o que pensamos uns dos outros; conforme nos recomendou um grande Avatar: Jesus.
Como é possível?
Segundo o conceito de mestre Lavoisier: “Na natureza nada se cria, tudo se transforma” (e se copia no caso dos made in) – apenas, neste caso, a energia do pensar virou matéria na telinha.
Será que energia vira matéria? - E matéria pode transformar-se em energia? - Que se materializa de novo.
Pensamentos viram idéias, que se materializam em palavras ditas ou não ditas, que viram comunicação escrita ou materializada na telinha - e que retornam como energia do pensar a nos afetar as antigas idéias, que se recriam - essas novas transformam-se em atitudes renovadas que tornam a materializar-se e, assim sucessivamente.
Aproveitemos para dar um tempo e matutar:
O que é o pensamento?
Será uma coisa mágica? – Ou uma onda de energia codificada?
É real, concreta; pois ao usar nosso cérebro recebemos e enviamos e-mails para equipamentos de carne, osso, cérebro, nervos, músculos, tendões e ossos; sem importar a distância.
Como somos seres potencialmente inteligentes e transformadores; copiamos esse sistema natural e, usando moderna tecnologia o materializamos na tela através de processadores, cabos, chips, mouse, e outros apetrechos analógicos ou digitais - nosso antigo conceito de pensar transformou-se após novas descobertas em mensagens eletrônicas.
Como pouco do que se refere a nós é perfeito; andamos á volta com algumas dificuldades - e para variar, éticas.
Ou; o que podemos e vamos fazer com esses recursos: a Internet fisiológica e a eletrônica?
Tal e qual a teoria do inconsciente coletivo colocado por Carl Gustav Yung – a rede mundial de Internet pode tornar-se uma ferramenta em direção ao progresso; e ao alcance da maioria; fácil de ser usada e "barata"; desde que a usemos com ética; pois de graça, nem a universal; já que ela tem um custo até maior do que se imagina - a moeda chama-se Kharma (impressa numa máquina do tempo chamada Lei de retorno).
Tal e qual nós seres humanos; os computadores são ferramentas de precisão de alta tecnologia e com opções de recursos bem variadas que, se bem usadas podem fazer a diferença – Mas, ao contrário da parafernália tecnológica; nossa qualidade de navegadores na NET não se mede pelas ferramentas do equipamento que dispomos – o que menos importa é a marca (made in) ou nossa genealogia pessoal - O que cria a nossa marca registrada; é a forma com que nos apresentamos através do teclado. Se, nossas mensagens são inteligentes e éticas, então é o que somos.
Embora os vampiros zoiúdos sejam fáceis de identificar; aprender a separar quem é quem, leva um pouco de tempo e de observação. É preciso cada vê mais cuidado; pois, mais ainda do que nas relações humanas frente e frente; na rede da Internet mundial sabemos uns dos outros apenas o que cada um deseja informar – Meu Deus: do que não é capaz a tecnologia: Olho gordo á distância! - Vampiros zoiúdos internautas escondidos no MSN e Orkut e outras comunidades virtuais? – Credo!
Atenção:
Pensamentos merecem ser vigiados de perto antes de serem digitados ou transformados em atitudes.
Pois, nossa mente é capaz de verdadeiros milagres tanto no direito dos fatos quanto no avesso; questão de opção.
Estarei contaminado? – Sou um olho gordo?
Ninguém está vacinado e imune a sofrer da obesidade ocular; esse tipo de vampirismo não escolhe hora nem lugar; muito menos respeita sentimentos e afetos; atinge até familiares (o principal foco de contaminação): pais que secam a vida dos filhos e vice-versa; maridos e esposas...; portanto, muita atenção: nossos mais vagos desejos podem virar realidade! - Frases da sabedoria popular como esta, a cada dia nos sinalizam que cedo ou tarde; nós nos transformamos naquilo que pensamos; e de retorno, sofremos os efeitos do bem ou mal pensar – Mas, o que é isso segundo a tecnologia?
Comprova-se a cada dia que, a energia liberada pela mente tem um poder criativo/destrutivo, fascinante; perturbador...
Qual o mecanismo de ação do olho gordo?
Um simples olhar é capaz de alterar a estrutura da matéria?
Sim? Ou talvez?
Sim!
E isso, não é papo furado, é provado segundo os princípios da “moderna” ciência - também, não é nenhuma novidade; pois, ao mesmo tempo, sempre, a matéria não deixa de ser um tipo de energia.
Na atualidade há muitas formas de se provar essa realidade e dentre elas, merece destaque a experiência do japonês Masaru Emoto abordada em seu livro “A Mensagem da Água”. Ele congelou amostras de água que examinadas num microscópio de campo escuro dotado de equipamento fotográfico mostram que o arranjo hexagonal da estrutura da água apresenta mudanças quando submetida ás vibrações humanas: tais como pensamentos, palavras mensagens, orações e música.
Fica o desafio; para entender algumas ocorrências do dia a dia:
Se o pensamento é capaz de alterar a estrutura molecular da água e setenta por cento do nosso corpo se constitui dela. O que não seremos capazes de fazer com ele e com o dos outros; apenas com nosso pensar e olhar? – Até via Net? – Sim.
Dá para deduzir também que:
Os pensamentos são a chave do destino; e os olhos, a janela da alma.
Portanto:
Tanto podem aprisionar, quanto libertar; quanto curar ou fazer adoecer...
Dá prá escapar? – Ou é preciso viver numa redoma?
Prá maioria de nós, não dá; pois nas atuais circunstâncias de epidemia; é quase impossível; além disso, o nosso sistema de imunidade contra o vírus da obesidade dos desejos é precário; daí é possível escapar apenas de alguns desses vampiros de olho gordo; livrar-se de todos é coisa de Avatar; tarefa que poucos já conseguiram.
@ conexão humana:
“Somos todos; um”:
A energia do pensamento dirigida a algo ou a alguém é um e-mail que sempre chega ao seu destino; se o indivíduo está conectado - e nas interações humanas que ocorrem dentro da “zona” que é nosso inconsciente coletivo; sempre estamos - quer acreditemos ou não - quer queiramos ou não - pois somos interdependentes; plugados na rede universal; nós somos apenas parte de um todo.
Mesmo os que tentam se desligar dela como os autistas, os esquizofrênicos..., que imaginam estarem a sós, livres, desconectados; o fazem em vão; pois continuam plugados na rede; afetando e sendo afetados – e de forma pesada; pois, se parássemos para pensar seria fácil entender o quanto fazemos sofrer os que se posicionaram em torno de nós na existência - Ao fazermos esse tipo de birra cósmica: ficamos de mal da vida; dos que do seu jeito - bem ou mal nos amam; de Deus; e até, emburramos, teimosamente - quem escolheu essa forma de se alienar, talvez gere mais kharma para si do que um suicida; pois, durante anos ele “castiga” os em torno; dia após dia, momento após momento, de forma quase cruel – alguns, auxiliados, até que se arrependem e retornam á vida; outros prolongam essa atitude evolutiva num tempo a perder de vista, na eternidade.
A obesidade ocular mata de forma precoce as chances de evolução:
Tal e qual um “torpedo” via celular; nossas escolhas derivadas de cada pensamento/sentimento é uma onda de energia de comprimento, freqüência e amplitude particularizada que interfere na vida e no destino das pessoas a quem for enviado - e na volta; ao próprio emissor – daí que o olho gordo se intoxica de tanta energia que rouba dos outros; e seu olho engorda cada vez mais de forma mórbida – esse sintoma recebe o nome de insatisfação crônica; uma doença que se traduz na palavra do nosso grande Avatar: Jesus: “Deixem os mortos enterrarem os seus mortos”.
Vampiros zoiúdos são pobres na matéria ou nos valores da alma?
Na maior parte das vezes, o vampiro zoiúdo não é tão pobre assim – doentiamente insatisfeito, ele cobiça tudo que acha que não tem; ou imagina que as coisas do outro são melhores ou mais bonitas – mesmo que não seja – essa doença evolutiva ataca o cérebro e impede o desenvolvimento do senso crítico; e pior; com o passar do tempo leva á cretinice mental.
Para nos vacinarmos todo juízo é pouco:
Pois, o que pensamos e sentimos de forma sistemática gera organizações de energia que criam um vídeo que se assemelha a um filme; são as formas/pensamento – que causam verdadeiros delírios de desejos nos vampiros zoiúdos.
Afinal o vampiro zoiúdo seca com o olho ou com a mente?
Com as duas coisas; mas, o olho físico é só um acessório – ele pode secar apenas com o terceiro olho (aquele imaginativo).
Quando o olho gordo recebe a energia do desejo e da cobiça frente ao objeto do desejo: Socorro! - Deus nos acuda! - Que fogueira que fornalha; até a asa branca puxa o carro do sertão; asas prá que te quero.
Como posso saber se já estou contaminado?
O vampiro zoiúdo usa de artimanhas de aranha (nossas desculpas a esse importante animal xamânico de poder) – tece a teia dos elogios e da lisonja para pegar a incauta vítima – do segundo elogio em diante; melhor ficar esperto – a repetição é evidente. O olho gordo usa de mesuras e gentilezas indevidas e fora do contexto.
Há também o tipo olho gordo coruja: não fala nada; mas, presta uma atenção danada no que pertence aos outros.
Ou ás vezes basta apenas aquele zoinho tipo olhar de peixe morto; que com aquele jeitinho de quem não quer nada faz um estrago danado.
Exemplos simplórios:
- Nossa como seu cabelo está lindo! – Daí a alguns dias; aparece uma pelada ou um mar de caspa.
- Isso que é carro! – Que lindo seu carro novo – Pode preparar uma grana para pagar o mecânico; ou dirija com toda cautela do mundo nos próximos dias.
- Nossa como sua pele está linda e sedosa! – Se prepare para lidar com uma cordilheira de acne.
- Se você é mulher e levou aquela “secada”; mesmo que silenciosa, de um marmanjo olho gordo – Corra para o ginecologista; pois, vai brotar um belo corrimento.
- Nossa que flor mais linda! – Me dá uma mudinha! – Pronto pode encomendar a alma da planta á Fonte Criadora.
Como distinguir um elogio sincero ou um olhar puro de uma armadilha de olho gordo?
No dia a dia, simplesmente pelos frutos.
Complicado é escapar da teia do vampiro zoiúdo ocasional – mas, com um pequeno treinamento de sentir as energias e aprender a fazer a leitura do corpo dá para quebrar o galho e diminuir o prejuízo.
Atenção: Aviso aos índigos e gente com TDA:
Olho gordo não tem nada a ver com olho grandão; ás vezes, os zoinhos bem miúdos são os piores – Alerta total, aos que em certos momentos deixam á mostra uma fenda vertical como os dos répteis.
Dá para fazer dieta para emagrecer o nosso, lado, olho gordo?
Sim.
- Basta reduzir o apetite dos desejos do que pertence ao próximo – nem sempre o “olho” das pessoas “engorda” de forma consciente; mas, quem já percebeu seu potencial ao emitir energia negativa deve simplesmente mudar a polaridade e fará bons e saudáveis milagres.
- Viver de forma simples é um dos segredos (apenas não dá Ibope).
- Viver como os “lírios do campo” conforme a recomendação de Jesus; até que seria perfeito; mas, hoje é prá lá de complicado; enfim, Ele deixou essa recomendação; apenas porque não fazia idéia do que é viver sob o jugo dos impostos e do consumo – então seu lapso está perdoado.
- Outra boa dica é seguir a recomendação que Emanuel nos legou através de Chico Xavier: “Rico é aquele que tem poucas necessidades” – essa recomendação é mais viável na vida contemporânea.
- Manter o “guiú” da inveja sob controle é uma boa pedida; pois, o bichinho é danado e levado da breca.
- Diminuir a exposição á mídia de ação rápida.
- Evitar a leitura de algumas revistas.
- Viver com moderação.
- Rir muito sem bancar a hiena.
- Divertir-se com coisas simples feito criança.
- Ouvir boa música.
- Aprender a olhar: olhos nos olhos – o olho gordo não sustenta o olhar nem por segundos para que suas intenções não sejam descobertas.
- Enfim; muitas são as opções de dieta para controlar a obesidade ocular.
- Para os casos mais graves; ás vezes é preciso uma radical cirurgia moral nos desejos e na gula das sensações e das posses.
Serei eu um olho gordo?
O diagnóstico de nós mesmos é complicado – uma boa ajuda é se observar no espelho todos os dias; veja como anda sua auto-estima - tire fotos de si mesmo de vez em quando; peça a ajuda dos amigos; surpreenda sua inveja e dê-se um susto de vez em quando; pois ela é sempre negada e disfarçada; quando o sentimento da inveja der as caras, assuma, verbalize. Não é difícil saber quando sou olho gordo de eu mesmo – a isso, dá-se o nome de auto – sabotagem.
Tratamento e prevenção de olho gordo:
• Estude-se.
• Analise seu próprio olhar no espelho – alguns de nós não conseguimos encarar nem o próprio olhar.
Tudo que emitimos, a nós mesmos retorna; dia menos dia; acrescido do que sintonizou pelo caminho. Isso é Lei...
• Emita pensamentos de boa qualidade:
São e-mails de gente boa que transmitem idéias claras e sentimentos corretos. Geram e transferem sensações de alegria e prazer. É lucro certo.
• Cuidado com os pensamentos de má qualidade:
Coisas dos “hackers da vida” e que podem ser comparados a e-mails lotados de vírus capazes de destruir sistemas, sonhos, esperanças e vida.
Em épocas de aceleração como esta a lei de retorno atua cada vez mais rápido. É um péssimo investimento.
Sistema de permissão á ação do olho gordo:
• Provedor:
Na Internet natural todos nós estamos conectados ao mesmo provedor (Deus, a Natureza).
• Login:
A forma de pensar, sentir e agir de cada pessoa cria seu login particular que funciona como um sistema primário que permite acessar os arquivos íntimos.
• Hardware:
Eles são armazenados no campo magnético da aura, que funciona como uma carteira de identidade universal ou como somos conhecidos na rede.
• Senha de permissão para usuário:
As permissões seletivas atuam como um controle de acesso aos nossos arquivos pessoais.
Esse mecanismo é regulado por um mecanismo denominado sintonia mental, ou permissão.
• Sistema de busca:
Nossos mais secretos interesses relacionados com nossa forma de pensar, nossos desejos e vontades criam nosso particular sistema de procura de nossos iguais.
• Roubo de senha:
Na Net natural, quando nos descuidamos e abrimos mão da individualidade e da soberania mental/emocional permitimos o livre acesso aos nossos sistemas e arquivos pessoais.
O descuido mais comum é deixarmos a critério do destino ou sistema de busca automático.
É como dar a senha para quem quiser acessar nosso e-mail, nosso login, deixando uma porta aberta para a entrada de todo tipo de vírus, malfeitos, vinganças, ódio, retaliações, destruição de sistemas...
• Hackers:
Um tipo de predador cada vez mais comum é o hacker de energia vital. Certas pessoas conseguem facilmente acessar nossos reservatórios. Quando pensam em nós ou interagimos frente a frente com elas, logo a seguir nos sentimos totalmente desvitalizados, até parece que fomos atropelados. Esses se assemelham mais a magos negros e outros bandoleiros do além – são muito mais perigosos do que os vampiros de olhar obeso de desejos.
Como diminuir o prejuízo que nos causam os vampiros zoiúdos?
Primeiro é preciso cuidar de mudar a senha de permissão de acesso ao nosso sistema mental – emocional – lembra da dica do Avatar: “vigia e ora”? – Esse aviso pode ser atualizado para a Era Hi-Tec como: Troque a senha! – Melhore sua qualidade como ser pensante!
Fugir dessas pessoas?
• Não adianta; e ás vezes é impossível; pois elas podem ser pai, mãe, filho, parente, amigo, chefe, subordinado, colegas de atividade fraterna de ONGS ou locais de ajuda incondicional ao próximo.
• Nunca é demais repetir que, para resolver basta usar a net natural: vá para um canto e mande e-mails de bons pensamentos para essa pessoa. O lucro é certo. Se você energizou o sujeito ele não sentirá necessidade de esvaziá-lo de sua vitalidade. Depois; a lei de retorno está tão acelerada que nem acabamos de mandar algo a alguém e já estamos recebendo de volta.
• Energias xamânicas - Nossa condição evolutiva é ainda bem primária, quase primata, não custa nada usarmos de recursos que nos são permitidos desde remotas Eras para nos libertarmos da ação de energias nefastas e dos vampiros zoiúdos: energia de plantas, minerais, animais (especialmente o gato – não há no reino animal nenhum capaz de transmutar energias negativas como os felinos).
• Mantras (dentre muitos, o pai nosso é um dos poderosos); a música desde imemoriáveis tempos tem um efeito mágico sobre nossa vida (minha amiga Margarete Áquila – margareteaquila@hotmail.com - produz verdadeiros milagres com sua técnica de Cura Cósmica na Casa do Consolador em SP – já tirou pessoas do coma apenas com a vibração de seu canto.
• A alquimia pode ser usada com resultados simples e eficazes; recebi um presente de meu amigo alquimista e eminente cientista; meu irmão estelar o Professor Salvatore De Salvo (11) 3062-6718 – mdsalvo@attglobal.net, o anel protetor de MU. Repasso aos amigos minha experiência: após receber o anel nunca mais o tirei do dedo; embora ás vezes ele desapareça sem explicação e retorne – quando as coisas começam a ficar “pretas” o anel preteja; quando cuido melhor do meu pensar; sentir; agir; ele volta a tornar-se prata brilhante – para mim ele se tornou um indicador de necessidade de reavaliar minhas posturas e os retornos energéticos correspondentes.
• Recomendo que os interessados busquem ajuda em todos os reinos da natureza; na alquimia; na religiosidade; enfim em todos os lugares disponíveis; para que nos coloquemos a salvo; primeiro de nós mesmos e depois uns dos outros – da obesidade dos desejos e das ambições desmedidas; ainda que simples e ridiculamente pequenas.
Dica:
Repita para si mesmo ao se pegar cobiçando o que pertence a outrem: O que é meu é meu! – O que é seu é seu! – Não desejo nada que não me pertence!
Permitamos que cada um fique com suas alegrias, dores, tristezas, riquezas ou necessidades...
Caso o amigo se sinta imune á doença do olho gordo; ainda é uma criatura muito perigosa tanto para si quanto para os outros.
Não há doença pior do que a cobiça e a inveja anestesiadas pelas desculpas e justificativas de normalidade.
Quanto ao uso da NET na prevenção do vampirismo zoiúdo:
A qualidade do nosso futuro não depende apenas de tecnologia;
Mas; do uso que se faça dela.
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