PARA MUITOS, O MOMENTO É ÚNICO...
Na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor; para que as injustiças não predominem na vida pública.
Ajudar a criança a perceber seus limites e os dos outros; e, a respeitá-los, é um ato de caridade; para que, não apenas os pobres e demais párias sejam excluídos dos bens públicos.
Não há paz na vida em família nem na sociedade onde as pessoas são tratadas de forma desigual.
A vida em família, mesmo hoje, continua sendo uma comédia: “a zorra na pizzaria” – Nela, não há regras definidas; hoje pode porque estou de bom humor (ou estou no poder quando o assunto é a vida pública); amanhã não pode; pois estou de mau humor; criam-se normas e contraregras a torto e a direito. Há até concurso para ver quem se torna o filho pródigo.
Na vida social e política continua valendo o primitivismo da ética de quem chora mais mama mais; quem pode; pode...
É urgente reavaliar a educação (até mesmo como simples instrução).
Mais do que tudo nós precisamos de disciplina, muita disciplina, especialmente para atingir o grau de humanização condizente com as capacidades intelectuais já desenvolvidas – e para viver em harmonia social.
Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina; que na esfera social e política depende de um senso de aplicação da justiça; acima de qualquer suspeita.
Direitos iguais e exercidos de forma honesta é condição primordial da paz.
Na maioria das famílias da atualidade, quando na condição de pais; dizemos que gostamos de todos os filhos igualmente; é uma tremenda mentira que aplicamos a nós mesmos – pois, é natural e inegável para nosso atual estágio de consciência, que, gostamos mais de uns do que de outros; e até protegemos uns em detrimento dos outros – na vida em família o problema é simpatia e interesses - Na vida pública, a simpatia e os interesses são basicamente financeiros; quem está á sombra do poder recebe privilégios e mordomias; que são negados aos outros.
Parece estranho a seres mais inteligentes e íntegros, que, pais possam ir para o asilo e políticos para o exílio? – Nessa condição; fazemos por merecer?
Disciplinar não é impor, forçar; processar; prender – é amar. Da mesma forma que Deus Pai faz conosco – Na escola da vida; nós somos disciplinados pela Lei de Ação e Reação – não importa o tempo que passe no conjunto da eternidade; nem as artimanhas judiciais que nós usemos para postergá-la a fim de que levemos vantagem em tudo; ela será aplicada; apenas; para gerar progresso e amor. Alguns religiosos de profissão; assim como, alguns “fazedores de leis e normas” bancam os advogados de porta de cadeia; inutilmente.
A justiça natural não é punitiva; ela apenas educa.
Se nós somos “crentes em Deus” – O que nos impede de seguir suas regras?
A verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente; um dos frutos da boa e natural educação; portanto necessita da capacidade de selecionar; de senso crítico.
Para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente possuir meta de vida objetiva e clara; além de inteligência, conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera.
“Quem trabalha sempre alcança” – Atinge metas.
Uma das leis mais básicas do progresso humano e cósmico é a Lei do trabalho.
O que esperar de uma nação onde poucos gostam de trabalhar e raros gostam do que fazem? – Mentira? – Não adianta a gente se sentir ofendido; nem se justificar; basta analisar a “energia da segunda-feira”; inventaram até a síndrome do “Fantástico”; pois aquela vinheta já deixa a maioria de mau humor no domingo por lembrar que amanhã é dia de trabalhar.
Mesmo e principalmente a prática da Constituição (na família: as regras da casa) deve ser voluntária e fruto da educação ética e referendada por exemplos. Mandantes, chefes políticos, juízes e funcionários públicos representam o papel de pais, mães e irmãos mais velhos para manter a disciplina dos irmãos menores (contribuintes) – Claro que a política do faça o que eu digo; mas, não o que eu faço praticada na vida em família – nunca funcionou e a cada dia vai contribuir para aumentar a violência do caos social – Quando pessoas muito importantes na vida pública; afirmam sem a menor vergonha que não gostam de trabalhar; ou que grande parte dos funcionários públicos “frauda o relógio de ponto”; nós estamos em maus lençóis...
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites; sejam os íntimos; ou os de interação.
Na vida de serviço público, cabe aos que se candidataram a promover arte de servir á comunidade, especialmente na área da política e da justiça; que o façam com a dignidade que o cargo merece.
Os problemas familiares refletem todos os problemas sociais, políticos da comunidade.
Lógico que a falta de capacidade das gerações anteriores criaram o caos que se avizinha (nada de final de mundo; pois, o próprio universo é caótico – num processo contínuo de revoluções para atingir um ponto de equilíbrio; que logo se desequilibra, interminavelmente).
Nossa visão é caolha, curta, e imediatista; então; se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados; como pensa a maior parte das pessoas de visão de mundo vesga; mas, entortam o olhar por que querem enxergar a vida dessa forma – Talvez falte limites a essas crianças; devido ao contrário: o excesso de limitações tanto em quantidade quanto em tipos; e a maioria sem nenhum conteúdo lógico; que lhes foram impostas; foi uma atitude absurda, coisa de doido, uma tremenda paranóia – Excesso de limites! – Quem disser isso, vai ser escorraçado como um doido varrido.
Na vida social e política contemporânea; a maioria das leis é boa (claro que algumas foram editadas apenas para acomodar interesses de momento de grupos no poder); o que falta é uma aplicação correta e justa; desprovida de interesses escusos.
Assim como as leis da casa; o conjunto de leis que regem a vida comum deve ser enxuto, claro, adequado; de modo a não permitir manobras de interesses que geram injustiças – os leva e traz da família são os modernos traficantes de influência tão comuns nos gabinetes. Os gulosos da família podem tornar-se obesos financeiros com morbidade ética; a necessitar de redução da gordura bancária através da cirurgia do seqüestro de bens ou da gariba da lipoaspiração das finanças.
Esse meu filho não tem jeito!
A cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas, sem limites e poderosas (em postos de mando e comando). Depois, na vida pública colocam-se acima do bem e do mal; manipulam as leis – pintam e bordam e são eleitos de novo e de novo – se prevaricam; ficam de castigo um tiquinho e logo voltam a fazer arte; fazendo os outros de palhaços; cuspindo na sua dignidade; zombando da sua inércia – porque não tiveram berço digno; no sentido de educação ética.
Onde foi que eu errei?
A gurizada de hoje é dotada de uma prontidão para aprender fantástica. Veja o manual da arte de reeleger um corrupto confesso (breve á venda como biografia de vários ícones da política nacional e mundial – pior; será best seller). Tais pais tais filhos?
Essa é minha criança!
Muito bem informada. Esperta. Apta a manipular a todos e manter os rabos presos; quando na vida pública.
Dessa vez passa!
Muito mal educadas em casas sem regras. Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e justiça propagam vida afora a falta de uma educação de qualidade.
Se, é inegável que a vida em família está muito mal gerenciada; e que a maior parte das regras que a regula está obsoleta para os dias atuais – tanto no conteúdo; quanto, principalmente, na aplicação – O que nos leva a continuar na inércia?
Não sei mais o que fazer com essa esperta criatura!
Que falta conteúdo na educação todo mundo concorda.
Que as técnicas usadas para educar são arcaicas e obsoletas; disso ninguém duvida. Tipo faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Recursos pedagógicos como: mentiras, chantagens, tentativa de controle, toma lá dá cá, não mais funcionam como antigamente; antes até que dava para tapear, hoje não dá mais.
Consertar tudo isso é simples e fácil; tal e qual: quem se esforça, trabalha e aprende é aprovado; quem não quer aprender é reprovado e tem nova chance - mas não vem ao caso – nesta conversa; pois nosso papo é sobre regras e limites na vida privada e pública.
Vamos aprender juntos a exercitar nossa liberdade ao respeitar regras e limites.
Não importa nossa posição atual na existência:
Você conhece seus direitos e respeita seus deveres?
Ou quando a situação é confortável; deixa prá lá?
Vivemos numa situação cada vez mais caótica e a culpa é da família; e dos educadores do passado.
Muitos dos que ainda estão por aí; vivem dando desculpas e justificativas; se a situação dos rebentos não é adequada – Quando por cima da carne seca; alguns até se vangloriam da esperteza de suas crias.
Outros já estão do outro lado da vida remoendo suas culpas; curtindo sua falta de competência; mas partindo para se aprimorar; alguns continuam os mesmo e servem de “mentores” para seus filhos...
Fomos “contaminados” no DNA cultural?
Mas; o que estamos fazendo com nosso livre arbítrio? – Que medidas nós tomamos? - O que fazemos com nossos filhos hoje é pior; muito pior – nada de apocalipse; mas, aguardemos dias de trovão na comunidade.
Fim do mundo?
Creio que não – pois, muitas das crianças de hoje não sofrem tanto de medo e inércia como seus pais; não suportam tanto a mentira, o suborno e a chantagem como recursos pedagógicos usados pela família e que são transmitidos á postura e ás atitudes na vida diária geração após geração.
Isso lembra o noticiário político ou não?
Não fuja da reflexão – nosso futuro depende disso:
Mesmo que lhe faça mal á saúde - Assista aos programas no horário político na TV que você suportar; para depois se conscientizar: – APENAS A EDUCAÇÃO BASEADA NA ÉTICA CÓSMICA PODE TRANSFORMAR NOSSO FUTURO.
Cuidado – Vigie-se para não destratar, mesmo em pensamento, a mãe de muitos candidatos – Lembre-se da Lei da relatividade.
Sabe o que é isso? – Relatividade?
Não; não; é; “a mão que balança o berço”! – Disciplina não é a antiga “mão pesada” e a moderna pedagogia não se especializou em criar “mãos leves”...
Use o recurso da EMPATIA – Não, não; é; um botão do celular! – É uma tecla que deveríamos ter no cérebro!
Peça RECALL á vida.
REEDUQUE-SE – ANTES DE PENSAR EM EDUCAR.
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
TEORIA DA CONSPIRAÇÃO
A cada dia somos bombardeados com informações a respeito da ação de entidades e projetos ligados a organizações governamentais ou não; cujo interesse é dominar o planeta.
Para quem está engatinhando na luta pela preservação ambiental tentando diminuir o estrago gerado pelo desmatamento acelerado; miséria; fome; trabalho escravo; emissões de carbono; efeito estufa; escassez de água potável; e seus efeitos na saúde das pessoas e na sanidade ambiental... – lidar com informações do tipo: interferência no comportamento das pessoas através de ondas e radiações; provocar mudanças climáticas súbitas como chuvas torrenciais; tremores de terra; erupções vulcânicas; criar doenças em laboratório; alterar o DNA das pessoas com vacinas e alimentos transgênicos para gerar um processo de exclusão definitiva... – tudo isso, criado pelo ser humano usando tecnologia de ponta – é desalentador; pois informações como estas; fazem adoecer; tiram a esperança; elas fazem muito mal.
A cada dia está mais difícil viver?
Se nos alienamos corremos o risco de nos tornarmos mais cobaias do que já somos; se acreditamos, nossa vida perde a graça e até um pouco da razão de ser.
Se crermos na teoria da conspiração; ou da existência de organizações e governos ocultos; estaremos sob o domínio do medo até da própria sombra e precisaremos sempre dormir com um olho aberto e outro fechado como se diz no popular.
A princípio pode parecer estranho; mas, teremos que escolher um foco para posicionar nossas crenças e, inventar um novo modo mais seletivo de arquivar informações para ditar nosso comportamento presente e futuro.
Após tomar ciência de algumas dessas teorias, umas embasadas; outras não – pois mais parece viagem na maionese; eu comecei a brincar de colecionar notícias de jornais, TV, revistas, NET; aquelas do tipo: “como quem não quer nada”; “jogar verde; para colher maduro”; mas que parecem fazer parte de um arquitetado plano que se materializa depois de um tempo – logo abandonei essa brincadeira de montar quebra cabeças a respeito do futuro, pegando uma peçinha aqui outra notícia ali; pois não me trouxe nenhum benefício; apenas receios, desalento, diminuição da produtividade; gastrite; insônia; raiva contida – daí, eu resolvi mudar o foco.
Ás vezes nós somos obrigados a reciclar drástica e rapidamente nossa forma de enxergar o mundo.
Confesso que hoje sou um adepto da teoria da conspiração – mas, não dessa oculta, sombria e negativa – Creio firmemente que as forças da natureza conspiram sim; mas a favor de um mundo cada vez melhor; mais depurado e Zen; rapidamente; bem rapidamente. Embora me sinta um “estranho no ninho” - Sou um humanista convicto da nossa capacidade de nos posicionarmos no cosmos como raça; e com voz ativa numa confederação de seres a serviço da luz e da vida universal; e não mais; como simplórias cobaias; lógico que as cobaias por opção; essas devem ser ajudadas a procurar outro biotério para continuar sua jornada em direção á própria felicidade e paz; podemos chamar a essa atitude: caridade.
Fiquemos tranqüilos; nada de conspirações escuras e ocultas; pois tudo caminha nos conformes...
Claro que na tentativa de se curar Mãe Gaia está inquieta com a postura de seus filhos; isso salta aos olhos nos noticiários; ás vezes sacode-se; cospe fogo; verte lágrimas torrenciais; assopra os machucados; mas, vai levando...; tudo caminha calma e serenamente para um “gran finale”; no bom; no melhor, sentido possível.
Até nós mesmos; que somos o problema da mamãe Terra; já colaboramos para que ela se torne mais bonita e aconchegante; mesmo sem o saber; nós estamos engajados no processo de auto despejo; nós estamos nos selecionando numa velocidade que aumenta a cada dia.
Aviso aos navegantes cósmicos: Em cima da hora não dá pra mudar o destino!
Um fato é inegável: todos nós estamos com a passagem comprada para a grande viagem no avião apelidado por alguns: morte; falta só carimbar.
Destino? – Depende do sistema de crenças de cada um e da idoneidade da agência de viagens; pois, algumas vendem passagem para o céu e o destino é o inferno; ás vezes com uma escala no purgatório (zona intermediária entre 3D e 4D).
Claro que querer não é; nem nunca foi, poder – realizar.
Como tudo no universo essa viagem é paga – e cada um vai para o destino que couber no bolso da sua consciência.
Quais os critérios de seleção de destino?
Confesso que por sintonia e ressonância tenho amigos muito “cricas” – e prá variar num desses “cafés filosóficos”; dia destes; um deles me encurralou – na maioria das vezes; com essa turma; eu tenho que recolher as “tralhas da minha visão de mundo” e engolir em seco; pois não dá para explicar com argumentos lógicos a contundência da realidade; em poucos minutos de bate papo.
Meu amigo é ateu de carteirinha; ele me disse que Deus (ele o colocou como coordenador do projeto de descontaminação do planeta) é preconceituoso.
Para divertir os em torno; contou a piada do avião que estava prestes a cair e que o piloto era extremamente racista. No avião viajava um executivo negro e seu filho. O piloto explicou que para aliviar o peso; para que houvesse uma chance de sobrevivência para todos – seria preciso que alguns voluntários surgissem para pular do avião e proporcionar a continuidade da vida aos outros. Seu critério de escolha dos voluntários: - Tem algum afro aí? – ninguém se manifestou. Algum black? – silêncio total. Alguém de cor? – nada. E assim foi seguindo: Algum negão? – nada.
O garotinho foi ficando apavorado e perguntou ao pai; - pai o que nós somos? – Calma; nós somos Zulus, filho! Zulus!
Segundo esse meu amigo, que acredita na teoria da conspiração de governos ocultos; meio que por linhas tortas; mas ele concorda que o planeta está saturado de seres humanos pouco úteis; mas na sua visão imediatista; mesmo branquelo e bem sucedido; ele acha que a evacuação mundial está sendo feita de forma injusta e preconceituosa: pretos e pobres em massa.
Tentei dizer a ele que, a chamada morte é apenas o “check in” antes do embarque; alguns vão chegar mais cedo outros mais tarde; mas, as coisas estão se reciclando e que a Natureza e o Cosmos estão conspirando a nosso favor na faxina planetária; o mundo está cada dia melhor; e ficará cada dia mais justo; pois os critérios estão mudando – Exemplo: os efeitos do estresse crônico; vão levar mais gente ao túmulo do que os desastres climáticos, econômicos e sociais produzidos pelo governo das sombras. Claro que, ainda sem tanta convicção assim; pois o processo está só no começo; e trinta anos de observação de pacientes (se o amigo leitor já tem problemas de sono, cansaço extremo, fadiga crônica, obesidade, diabetes, vertigens, depressão, pânico, câncer...; fique esperto; muito atento mesmo; para descobrir as causas íntimas do seu sofrer) são uma ninharia no contexto da observação da realidade.
Confesso que não tenho argumentos científicos para discutir com as “sumidades” da atual sapiência como ele; um operador de corações e colocador de válvulas - Apenas disse a ele que, segundo minhas parcas observações; da atualidade em diante, estarão partindo em larga escala: avarentos; ansiosos; medrosos, gananciosos, mentirosos, prepotentes, prevaricadores; de todas as raças; credos; muito ou pouco escolados...
Claro que ele racha de dar risada ás minhas custas quando digo que, minha confiança na teoria da conspiração natural patrocinada pela confederação cósmica está começando a se organizar para ganhar a batalha.
Um dos argumentos:
Dá prá pensar assim; mantendo a esperança; apenas observando as novas crianças; pois elas são: mais bonitas do que a maioria dos adultos; mais inteligentes na parte cognitiva e nos outros indicadores de inteligência – claro que há um condicional: potencial, tanto pode ser preenchido com conteúdos positivos ou negativos; como predomina o negativo; certamente viveremos dias conturbados nas relações familiares e sociais; mas, o que me deixa mais esperançoso na teoria da conspiração a favor da justiça, amor, liberdade, prosperidade, sanidade – é que são muito definidas essas crianças: muita luz, ou; muita sombra; muito boas ou muito más – claro que isso é maravilhoso; pois mesmo quem faz o mal muito bem feito; quando se entediar; e logo se entedia; pois é inteligente; começa a fazer o bem com mais força ainda – a era das pessoas em cima do muro; dos aproveitadores, parece que está no fim...
Ele me aluga e racha de dar risada ás minhas custas para a platéia dos amigos que comungam com ele os mesmos valores e visão de mundo.
Mas, tocou o telefone.
Parece que meu amigo recebeu a visita da dor:
Ontem ele me ligou; está desesperado; alguém muito querido está com problemas e tudo que seus amigos da área médica podiam fazer já fizeram; em vão.
- Sabe aquele lugar assim, assim; que você comentou! – Pode me dar o endereço?
– Claro!
Dei as coordenadas; e fiquei feliz de poder ajudar e, até de sentir que a natureza está conspirando para atrair meu amigo a uma mudança radical de visão de mundo. Pensei com meus botões: - Bela aquisição! – Nesse vale a pena investir!
Ás vezes parece que a natureza escreve certo por linhas tortas; mas não é verdade; ela sempre escreve da forma que sabemos ler e que podemos interpretar em cada momento.
Nessa teoria da conspiração eu acredito.
Para quem está engatinhando na luta pela preservação ambiental tentando diminuir o estrago gerado pelo desmatamento acelerado; miséria; fome; trabalho escravo; emissões de carbono; efeito estufa; escassez de água potável; e seus efeitos na saúde das pessoas e na sanidade ambiental... – lidar com informações do tipo: interferência no comportamento das pessoas através de ondas e radiações; provocar mudanças climáticas súbitas como chuvas torrenciais; tremores de terra; erupções vulcânicas; criar doenças em laboratório; alterar o DNA das pessoas com vacinas e alimentos transgênicos para gerar um processo de exclusão definitiva... – tudo isso, criado pelo ser humano usando tecnologia de ponta – é desalentador; pois informações como estas; fazem adoecer; tiram a esperança; elas fazem muito mal.
A cada dia está mais difícil viver?
Se nos alienamos corremos o risco de nos tornarmos mais cobaias do que já somos; se acreditamos, nossa vida perde a graça e até um pouco da razão de ser.
Se crermos na teoria da conspiração; ou da existência de organizações e governos ocultos; estaremos sob o domínio do medo até da própria sombra e precisaremos sempre dormir com um olho aberto e outro fechado como se diz no popular.
A princípio pode parecer estranho; mas, teremos que escolher um foco para posicionar nossas crenças e, inventar um novo modo mais seletivo de arquivar informações para ditar nosso comportamento presente e futuro.
Após tomar ciência de algumas dessas teorias, umas embasadas; outras não – pois mais parece viagem na maionese; eu comecei a brincar de colecionar notícias de jornais, TV, revistas, NET; aquelas do tipo: “como quem não quer nada”; “jogar verde; para colher maduro”; mas que parecem fazer parte de um arquitetado plano que se materializa depois de um tempo – logo abandonei essa brincadeira de montar quebra cabeças a respeito do futuro, pegando uma peçinha aqui outra notícia ali; pois não me trouxe nenhum benefício; apenas receios, desalento, diminuição da produtividade; gastrite; insônia; raiva contida – daí, eu resolvi mudar o foco.
Ás vezes nós somos obrigados a reciclar drástica e rapidamente nossa forma de enxergar o mundo.
Confesso que hoje sou um adepto da teoria da conspiração – mas, não dessa oculta, sombria e negativa – Creio firmemente que as forças da natureza conspiram sim; mas a favor de um mundo cada vez melhor; mais depurado e Zen; rapidamente; bem rapidamente. Embora me sinta um “estranho no ninho” - Sou um humanista convicto da nossa capacidade de nos posicionarmos no cosmos como raça; e com voz ativa numa confederação de seres a serviço da luz e da vida universal; e não mais; como simplórias cobaias; lógico que as cobaias por opção; essas devem ser ajudadas a procurar outro biotério para continuar sua jornada em direção á própria felicidade e paz; podemos chamar a essa atitude: caridade.
Fiquemos tranqüilos; nada de conspirações escuras e ocultas; pois tudo caminha nos conformes...
Claro que na tentativa de se curar Mãe Gaia está inquieta com a postura de seus filhos; isso salta aos olhos nos noticiários; ás vezes sacode-se; cospe fogo; verte lágrimas torrenciais; assopra os machucados; mas, vai levando...; tudo caminha calma e serenamente para um “gran finale”; no bom; no melhor, sentido possível.
Até nós mesmos; que somos o problema da mamãe Terra; já colaboramos para que ela se torne mais bonita e aconchegante; mesmo sem o saber; nós estamos engajados no processo de auto despejo; nós estamos nos selecionando numa velocidade que aumenta a cada dia.
Aviso aos navegantes cósmicos: Em cima da hora não dá pra mudar o destino!
Um fato é inegável: todos nós estamos com a passagem comprada para a grande viagem no avião apelidado por alguns: morte; falta só carimbar.
Destino? – Depende do sistema de crenças de cada um e da idoneidade da agência de viagens; pois, algumas vendem passagem para o céu e o destino é o inferno; ás vezes com uma escala no purgatório (zona intermediária entre 3D e 4D).
Claro que querer não é; nem nunca foi, poder – realizar.
Como tudo no universo essa viagem é paga – e cada um vai para o destino que couber no bolso da sua consciência.
Quais os critérios de seleção de destino?
Confesso que por sintonia e ressonância tenho amigos muito “cricas” – e prá variar num desses “cafés filosóficos”; dia destes; um deles me encurralou – na maioria das vezes; com essa turma; eu tenho que recolher as “tralhas da minha visão de mundo” e engolir em seco; pois não dá para explicar com argumentos lógicos a contundência da realidade; em poucos minutos de bate papo.
Meu amigo é ateu de carteirinha; ele me disse que Deus (ele o colocou como coordenador do projeto de descontaminação do planeta) é preconceituoso.
Para divertir os em torno; contou a piada do avião que estava prestes a cair e que o piloto era extremamente racista. No avião viajava um executivo negro e seu filho. O piloto explicou que para aliviar o peso; para que houvesse uma chance de sobrevivência para todos – seria preciso que alguns voluntários surgissem para pular do avião e proporcionar a continuidade da vida aos outros. Seu critério de escolha dos voluntários: - Tem algum afro aí? – ninguém se manifestou. Algum black? – silêncio total. Alguém de cor? – nada. E assim foi seguindo: Algum negão? – nada.
O garotinho foi ficando apavorado e perguntou ao pai; - pai o que nós somos? – Calma; nós somos Zulus, filho! Zulus!
Segundo esse meu amigo, que acredita na teoria da conspiração de governos ocultos; meio que por linhas tortas; mas ele concorda que o planeta está saturado de seres humanos pouco úteis; mas na sua visão imediatista; mesmo branquelo e bem sucedido; ele acha que a evacuação mundial está sendo feita de forma injusta e preconceituosa: pretos e pobres em massa.
Tentei dizer a ele que, a chamada morte é apenas o “check in” antes do embarque; alguns vão chegar mais cedo outros mais tarde; mas, as coisas estão se reciclando e que a Natureza e o Cosmos estão conspirando a nosso favor na faxina planetária; o mundo está cada dia melhor; e ficará cada dia mais justo; pois os critérios estão mudando – Exemplo: os efeitos do estresse crônico; vão levar mais gente ao túmulo do que os desastres climáticos, econômicos e sociais produzidos pelo governo das sombras. Claro que, ainda sem tanta convicção assim; pois o processo está só no começo; e trinta anos de observação de pacientes (se o amigo leitor já tem problemas de sono, cansaço extremo, fadiga crônica, obesidade, diabetes, vertigens, depressão, pânico, câncer...; fique esperto; muito atento mesmo; para descobrir as causas íntimas do seu sofrer) são uma ninharia no contexto da observação da realidade.
Confesso que não tenho argumentos científicos para discutir com as “sumidades” da atual sapiência como ele; um operador de corações e colocador de válvulas - Apenas disse a ele que, segundo minhas parcas observações; da atualidade em diante, estarão partindo em larga escala: avarentos; ansiosos; medrosos, gananciosos, mentirosos, prepotentes, prevaricadores; de todas as raças; credos; muito ou pouco escolados...
Claro que ele racha de dar risada ás minhas custas quando digo que, minha confiança na teoria da conspiração natural patrocinada pela confederação cósmica está começando a se organizar para ganhar a batalha.
Um dos argumentos:
Dá prá pensar assim; mantendo a esperança; apenas observando as novas crianças; pois elas são: mais bonitas do que a maioria dos adultos; mais inteligentes na parte cognitiva e nos outros indicadores de inteligência – claro que há um condicional: potencial, tanto pode ser preenchido com conteúdos positivos ou negativos; como predomina o negativo; certamente viveremos dias conturbados nas relações familiares e sociais; mas, o que me deixa mais esperançoso na teoria da conspiração a favor da justiça, amor, liberdade, prosperidade, sanidade – é que são muito definidas essas crianças: muita luz, ou; muita sombra; muito boas ou muito más – claro que isso é maravilhoso; pois mesmo quem faz o mal muito bem feito; quando se entediar; e logo se entedia; pois é inteligente; começa a fazer o bem com mais força ainda – a era das pessoas em cima do muro; dos aproveitadores, parece que está no fim...
Ele me aluga e racha de dar risada ás minhas custas para a platéia dos amigos que comungam com ele os mesmos valores e visão de mundo.
Mas, tocou o telefone.
Parece que meu amigo recebeu a visita da dor:
Ontem ele me ligou; está desesperado; alguém muito querido está com problemas e tudo que seus amigos da área médica podiam fazer já fizeram; em vão.
- Sabe aquele lugar assim, assim; que você comentou! – Pode me dar o endereço?
– Claro!
Dei as coordenadas; e fiquei feliz de poder ajudar e, até de sentir que a natureza está conspirando para atrair meu amigo a uma mudança radical de visão de mundo. Pensei com meus botões: - Bela aquisição! – Nesse vale a pena investir!
Ás vezes parece que a natureza escreve certo por linhas tortas; mas não é verdade; ela sempre escreve da forma que sabemos ler e que podemos interpretar em cada momento.
Nessa teoria da conspiração eu acredito.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
FINCA O PÉ NA EXISTÊNCIA
CONSCIÊNCIA E ECOLOGIA
O ecologista, o defensor da biodiversidade; sem que o saiba; é um defensor público universal – Um candidato a se especializar em relações cósmicas focado em 3D – Os espiritualistas são ecologistas focados em 4D; e aléns mares da energia cósmica.
Qual é mais ou menos importante?
Nenhum nem outro, e, ambos; quando conscientes do meio ambiente em que se encontram - no momento da ação em andamento.
O momento de agir é sempre o presente; nem antes nem depois; tanto faz que estejamos focados num pólo ou noutro. Mas, para que a ação não seja um conjunto de palavras vazias; do tipo: Eu bem avisei!
Quando focamos um tema, para que sejamos úteis, é preciso desenvolver a consciência a respeito dele.
Ainda é da nossa natureza, falar, discutir sobre coisas que apenas conhecemos. Ora; apenas saber sobre determinado assunto é fácil; basta ler; colar da NET; estudar – Mas, ter consciência é um passo além; implica em compreender; que por sua vez; para que se diferencie de simples saber; necessita de vivência e de prática.
Exemplo:
Hoje, muito falamos em saúde e meio ambiente; ecologia; biodiversidade; mas nós temos realmente consciência sobre a natureza e suas leis - Será que a Natureza precisa da nossa ajuda? - Será que antes temos que ajudar a nós mesmos?
O foco de nossa visão de mundo é superficial e instável até a respeito da percepção da própria identidade; pois não sabemos com clareza quem somos, a que viemos; onde estamos – A situação é inusitada; quase esquizofrênica; pode até soar estranho; mas mesmo sendo movidos por objetivos materiais temos pouca consciência de viver no mundo físico.
– Dá prá acreditar?
E até permitimos que o fluxo da vida e as outras pessoas nos carreguem de um lado para outro como uma coisa, como um objeto da moda; das verdades científicas e religiosas...
Se pudéssemos nos aconselhar deveríamos dizer a nós mesmos; antes de sair dizendo muitas coisas por aí:
Finca o pé na existência!
Age com força; pois:
Somente continuará na sala de aula cósmica em “GAIA”; quem deixou rastros leves em suas andanças milenares - quem semeou as sementes da paz, respeito, alegria, confiança – Evidente que hoje a cobrança é maior; pois, nossa postura deve ser compatível com a nova fase do planeta (sala de aula). Para quem quiser participar da festa universal da aceitação de Gaia na unidade ou fraternidade Cósmica, ainda dá tempo: Basta adequar a veste para passar na catraca da evolução.
Devemos dizer a nós mesmos:
Observa os arredores, percebe onde vives.
Integra-te; mas, assume.
Presta bastante atenção ao ambiente do qual tu fazes parte e, depois, tenta comunicar-te com tudo. Identifica o que te agrada e o que te desagrada nele – e; se pretendes continuar aqui; age; fortemente; pois, bola na trave não é gol – é desespero; agonia.
Percebe o chão da tua pátria atual (país, estado, cidade, bairro, rua, moradia em 3D; sempre que puderes pisa descalço na tua terra de momento (mesmo que sejas um migrante ou emigrante) para manteres a comunicação com tua mãe Gaia - e analisa tua marca: o que deixas de rastro? – Pisas-te em terra firme ou no lodo? – sempre que possível, deixa de lado o calçado que te impede de buscar a energia de Gaia.
Fica de pé, deita, senta, pula.
Respira e sente o ar entrando e saindo dos teus pulmões; se poluído; o que fazes para que fique limpo?
Economiza nas palavras e nos gestos; e; sobra nas atitudes.
Se tu queres a liberdade:
Continua dialogando com tu mesmo.
Perceba e redefina o uso dos sentidos.
Cada um de nós desenvolve uma maneira particular de usar e perceber as sensações.
Dependendo do foco de nossos interesses; nós nos capacitamos a exacerbar ou bloquear a percepção de determinados sentidos.
Para avaliar e redefinir os teus; treina usar e identificar um de cada vez.
Fecha os olhos e ouve sem pensar, sem tentar identificar de onde vem ou quem produziu os sons; fica assim por alguns minutos: simplesmente ouvindo, sem interpretar.
Olha ao teu redor, simplesmente olha, percebe apenas formas e cores, movimento, imobilidade.
Sente o cheiro das coisas, percebe apenas se te agrada ou te desagrada.
Concentra tua atenção no tato nas sensações de frio ou quente, áspero ou macio.
Sente o gosto das coisas, concentra-te no sabor que cada coisa e cada momento possui.
Tudo pode ser percebido de todas as formas e usando-se todos os sentidos com plenitude. Observa o que está exacerbado e o que carece ser estimulado. Reequilibra a forma como percebes e te relacionas com tudo e com todos.
Se tu prezas o estado de saúde:
Começa percebendo teu corpo físico.
Se já percebes o que está à tua volta, usa teus sentidos para perceber o teu corpo.
Estuda tua silhueta, concentra-te no que vês de tu mesmo, analisa o conjunto e, depois foca a atenção para perceber detalhes de cor, forma, inércia e movimento.
Usa um espelho para perceber o conjunto do teu rosto, visualiza bem, depois fecha os olhos e tenta montar e reter a própria imagem. Observa através do espelho a tua mímica e tenta reproduzi-la na mente.
Estuda tuas mãos: cor, formato, flexibilidade. Observa cada dedo, cada articulação, cada unha. Indique a um dedo um tipo de movimento a ser executado.
Concentre-se no tato, toque-se e perceba cada sensação em cada ponto. Perceba a temperatura.
Sente o teu próprio odor.
Escuta tua própria voz
Que gosto tu tens?
Depois de superada essa fase de conhecimento e consciência de nós mesmos; já estamos aptos a começar a ter consciência das necessidades planetárias.
Em tempo:
Não só é possível; mas aconselhável; desenvolver essa consciência ao mesmo tempo; enquanto há tempo – lentamente; pois: O que é o tempo?
A ecologia funcional e ativa deve começar pela íntima...
O ecologista, o defensor da biodiversidade; sem que o saiba; é um defensor público universal – Um candidato a se especializar em relações cósmicas focado em 3D – Os espiritualistas são ecologistas focados em 4D; e aléns mares da energia cósmica.
Qual é mais ou menos importante?
Nenhum nem outro, e, ambos; quando conscientes do meio ambiente em que se encontram - no momento da ação em andamento.
O momento de agir é sempre o presente; nem antes nem depois; tanto faz que estejamos focados num pólo ou noutro. Mas, para que a ação não seja um conjunto de palavras vazias; do tipo: Eu bem avisei!
Quando focamos um tema, para que sejamos úteis, é preciso desenvolver a consciência a respeito dele.
Ainda é da nossa natureza, falar, discutir sobre coisas que apenas conhecemos. Ora; apenas saber sobre determinado assunto é fácil; basta ler; colar da NET; estudar – Mas, ter consciência é um passo além; implica em compreender; que por sua vez; para que se diferencie de simples saber; necessita de vivência e de prática.
Exemplo:
Hoje, muito falamos em saúde e meio ambiente; ecologia; biodiversidade; mas nós temos realmente consciência sobre a natureza e suas leis - Será que a Natureza precisa da nossa ajuda? - Será que antes temos que ajudar a nós mesmos?
O foco de nossa visão de mundo é superficial e instável até a respeito da percepção da própria identidade; pois não sabemos com clareza quem somos, a que viemos; onde estamos – A situação é inusitada; quase esquizofrênica; pode até soar estranho; mas mesmo sendo movidos por objetivos materiais temos pouca consciência de viver no mundo físico.
– Dá prá acreditar?
E até permitimos que o fluxo da vida e as outras pessoas nos carreguem de um lado para outro como uma coisa, como um objeto da moda; das verdades científicas e religiosas...
Se pudéssemos nos aconselhar deveríamos dizer a nós mesmos; antes de sair dizendo muitas coisas por aí:
Finca o pé na existência!
Age com força; pois:
Somente continuará na sala de aula cósmica em “GAIA”; quem deixou rastros leves em suas andanças milenares - quem semeou as sementes da paz, respeito, alegria, confiança – Evidente que hoje a cobrança é maior; pois, nossa postura deve ser compatível com a nova fase do planeta (sala de aula). Para quem quiser participar da festa universal da aceitação de Gaia na unidade ou fraternidade Cósmica, ainda dá tempo: Basta adequar a veste para passar na catraca da evolução.
Devemos dizer a nós mesmos:
Observa os arredores, percebe onde vives.
Integra-te; mas, assume.
Presta bastante atenção ao ambiente do qual tu fazes parte e, depois, tenta comunicar-te com tudo. Identifica o que te agrada e o que te desagrada nele – e; se pretendes continuar aqui; age; fortemente; pois, bola na trave não é gol – é desespero; agonia.
Percebe o chão da tua pátria atual (país, estado, cidade, bairro, rua, moradia em 3D; sempre que puderes pisa descalço na tua terra de momento (mesmo que sejas um migrante ou emigrante) para manteres a comunicação com tua mãe Gaia - e analisa tua marca: o que deixas de rastro? – Pisas-te em terra firme ou no lodo? – sempre que possível, deixa de lado o calçado que te impede de buscar a energia de Gaia.
Fica de pé, deita, senta, pula.
Respira e sente o ar entrando e saindo dos teus pulmões; se poluído; o que fazes para que fique limpo?
Economiza nas palavras e nos gestos; e; sobra nas atitudes.
Se tu queres a liberdade:
Continua dialogando com tu mesmo.
Perceba e redefina o uso dos sentidos.
Cada um de nós desenvolve uma maneira particular de usar e perceber as sensações.
Dependendo do foco de nossos interesses; nós nos capacitamos a exacerbar ou bloquear a percepção de determinados sentidos.
Para avaliar e redefinir os teus; treina usar e identificar um de cada vez.
Fecha os olhos e ouve sem pensar, sem tentar identificar de onde vem ou quem produziu os sons; fica assim por alguns minutos: simplesmente ouvindo, sem interpretar.
Olha ao teu redor, simplesmente olha, percebe apenas formas e cores, movimento, imobilidade.
Sente o cheiro das coisas, percebe apenas se te agrada ou te desagrada.
Concentra tua atenção no tato nas sensações de frio ou quente, áspero ou macio.
Sente o gosto das coisas, concentra-te no sabor que cada coisa e cada momento possui.
Tudo pode ser percebido de todas as formas e usando-se todos os sentidos com plenitude. Observa o que está exacerbado e o que carece ser estimulado. Reequilibra a forma como percebes e te relacionas com tudo e com todos.
Se tu prezas o estado de saúde:
Começa percebendo teu corpo físico.
Se já percebes o que está à tua volta, usa teus sentidos para perceber o teu corpo.
Estuda tua silhueta, concentra-te no que vês de tu mesmo, analisa o conjunto e, depois foca a atenção para perceber detalhes de cor, forma, inércia e movimento.
Usa um espelho para perceber o conjunto do teu rosto, visualiza bem, depois fecha os olhos e tenta montar e reter a própria imagem. Observa através do espelho a tua mímica e tenta reproduzi-la na mente.
Estuda tuas mãos: cor, formato, flexibilidade. Observa cada dedo, cada articulação, cada unha. Indique a um dedo um tipo de movimento a ser executado.
Concentre-se no tato, toque-se e perceba cada sensação em cada ponto. Perceba a temperatura.
Sente o teu próprio odor.
Escuta tua própria voz
Que gosto tu tens?
Depois de superada essa fase de conhecimento e consciência de nós mesmos; já estamos aptos a começar a ter consciência das necessidades planetárias.
Em tempo:
Não só é possível; mas aconselhável; desenvolver essa consciência ao mesmo tempo; enquanto há tempo – lentamente; pois: O que é o tempo?
A ecologia funcional e ativa deve começar pela íntima...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
SEGURANÇA PUBLICA FALIDA – A GUERRA POVO X POVO
Segurança pública no país está falida, reconhece Tarso.
Por que e para que falar sobre saúde e qualidade de vida, ecologia, biodiversidade - Se nem atingimos o mínimo necessário de segurança em continuarmos vivos e atuantes?
Não é preciso ser sociólogo nem expert para associar o problema do aumento da criminalidade e da violência á queda do país no ranking da educação – caímos para 88. O quadro é desalentador; se nesta fase de ufanismo de governança e de prosperidade paqueana; a criminalidade de base; aquela que afeta o day by day do povo: roubos, assaltos, seqüestros, mortes, aumenta a olhos vistos; o que não dizer da criminalidade no topo; a tal da prevaricação – essa já está na estratosfera, diariamente. O edifício da nação está ruindo por falta de educação ética e planejamento.
2010 vai ser uma belezura; pois devido á eleição a politicagem vai abrir as torneiras do erário público e vai chover doações na horta dos candidatos; doações para campanhas políticas são camuflagem de rabo preso e de conchavos voltados para futura propina.
Mas, e, em 2011 e 2012? – Quem vai pagar a conta?
A qualidade de vida de um povo pode ser medida, dentre outros parâmetros, pela segurança, direito á liberdade de expressão, saúde, trabalho e educação – Disso, o que nos restou? – Liberdade de expressão? - Caminhamos para um processo de guerra incivil que até o momento se reflete apenas na luta entre as classes exploradas e as dominantes (em bolhas), expressada no aumento da criminalidade situado em pequenas bolhas que se espalham rapidamente; agrupando-se antes do grande PUM. Mas, o Rio de Janeiro é a vitrine do que nos aguarda em caso de imobilismo das classes dominantes.
Quando o ministro da justiça admite em público que a segurança pública está falida; o momento é grave; e o pior ninguém vai fazer coisa alguma – Pior ainda, o circo eleitoral vai repetir os espetáculos anteriores – Aviso: as vagas para palhaços estão quase todas preenchidas.
O problema é muito grave.
Qua, 03 Fev, 08h10
O ministro da Justiça, Tarso Genro, evitou hoje entrar em polêmica e atribuiu o aumento da criminalidade no Estado de São Paulo à falência do sistema de segurança pública em todo o país. Durante evento em que instalou o programa Território de Paz em São Bernardo do Campo, no bairro do Alvarenga - bolsão de violência na cidade -, o ministro disse que o governo de São Paulo faz um trabalho sério.
PUBLICIDADE
"Os índices de violência que têm aqui em São Paulo são índices que têm em todos os estados, em todo o país", declarou, após anunciar investimentos do governo federal no valor de R$ 5 milhões para o programa, que envolve mobilização de vários órgãos públicos para combater a violência."Não é em São Paulo que a segurança pública está problemática", afirmou. "É o sistema todo de segurança pública no País que está falido e tem de mudar."
De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública, houve um aumento de 39% no número de sequestros no estado, 14% no de latrocínios e 3% no de homicídios de 2008 para 2009. Mas o ministro ressaltou a "boa vontade" do Estado de São Paulo em atuar em regime de colaboração entre a União e o município, particularmente depois da posse do atual secretário de Segurança Pública, o procurador de Justiça Antonio Ferreira Pinto, que estava presente ao evento representando o governador José Serra (PSDB). "O trabalho é realmente complexo e demorado e os efeitos de implementação dos programas ocorrem de médio a longo prazo", afirmou o ministro
Substituto
Tarso deverá deixar o Ministério no dia 10 de fevereiro, dando lugar ao seu secretário-executivo Luiz Paulo Barreto. O ministro será candidato pelo PT ao governo do Rio Grande Sul. Hoje, durante a cerimônia, ele não quis confirmar Barreto como novo ministro, mas não desmentiu a informação e fez uma série de elogios ao secretário. "Luiz Paulo Barreto corresponde plenamente ao trabalho que estou fazendo no Ministério da Justiça", afirmou. "É um parceiro de três anos que nunca falhou. Se for ele, é uma boa escolha do presidente Lula." O vice-presidente José Alencar também participou do evento, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Cocaína
Durante seu discurso, Tarso revelou que o carregamento de 550 quilos de cocaína apreendido pela Polícia Federal na segunda-feira em Arujá (SP) seria distribuído nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo o ministro, as granadas antitanque recolhidas com os três traficantes que estavam de posse da cocaína seriam utilizadas para enfrentar as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas favelas do Rio.
O que pode ser feito?
Medidas paliativas de gariba não funcionam – isso, já está mais do que provado ao longo das últimas décadas.
Sugestões?
Melhor que venham logo, antes que surjam “quadrilhas de Robin Hood” especializadas em limpar a consciência dos guardadores de dinheiro na cueca, meias, paraísos fiscais; isso vai ativar a lei de ação e reação, e, que em alguns lugares é chamada de guerra civil (melhor; conflito de interesses não solucionados pelo diálogo).
Não é preciso bola de cristal para imaginar, o que vem pela frente – dos males o menor; pois não somos um país de cidadãos armados – bendita a campanha de desarmamento que retirou das mãos do povo algumas armas; para diminuir o risco de guerra incivil não declarada e burrocrática: o povo contra o povo.
As perspectivas não são nada animadoras; o ministro que está de saída da pasta para candidatar-se; nos deixa na expectativa do teor da sua campanha; que tipo de peixe vai querer vender para seus eleitores?
Rogamos a Deus que a animosidade povo x povo não se transforme em luta povo x governantes.
Nunca foi tão bem vinda a idéia de um governo de coalização nacional para recuperar a dignidade e o futuro da nação.
É urgente um plano de longo prazo que seja cumprido tal e qual deve ser a Constituição.
O que eu cidadão comum/cobaia posso fazer?
Ajude os organismos de pesquisa a identificar nossos maiores problemas!
Sempre que for roubado; colocado numa interminável fila de espera; assaltado; seqüestrado; estuprado; executado pelo banco, etc. – Não se esqueça de perguntar ao meliante: Em quem votou ou vai votar? – Qual seu grau de escolaridade? – Quais seus objetivos de vida? – O que vai fazer com o bem subtraído? – Qual seu time do coração? – Melhor ficar só no básico...
Besteira? – Claro que não; pois, é preciso identificar o perfil dos meliantes, para saber como ajudar-nos...
Mas, como “cautela, e caldo de galinha não fazem mal a ninguém” (claro que depende da saúde da galinácea) – se o amigo estiver realmente engajado na campanha de salvação nacional vale a pena fazer convênio com um médium para fazer as perguntas; caso seja morto (vire um Ghost) durante o ato ilícito penal.
Por que e para que falar sobre saúde e qualidade de vida, ecologia, biodiversidade - Se nem atingimos o mínimo necessário de segurança em continuarmos vivos e atuantes?
Não é preciso ser sociólogo nem expert para associar o problema do aumento da criminalidade e da violência á queda do país no ranking da educação – caímos para 88. O quadro é desalentador; se nesta fase de ufanismo de governança e de prosperidade paqueana; a criminalidade de base; aquela que afeta o day by day do povo: roubos, assaltos, seqüestros, mortes, aumenta a olhos vistos; o que não dizer da criminalidade no topo; a tal da prevaricação – essa já está na estratosfera, diariamente. O edifício da nação está ruindo por falta de educação ética e planejamento.
2010 vai ser uma belezura; pois devido á eleição a politicagem vai abrir as torneiras do erário público e vai chover doações na horta dos candidatos; doações para campanhas políticas são camuflagem de rabo preso e de conchavos voltados para futura propina.
Mas, e, em 2011 e 2012? – Quem vai pagar a conta?
A qualidade de vida de um povo pode ser medida, dentre outros parâmetros, pela segurança, direito á liberdade de expressão, saúde, trabalho e educação – Disso, o que nos restou? – Liberdade de expressão? - Caminhamos para um processo de guerra incivil que até o momento se reflete apenas na luta entre as classes exploradas e as dominantes (em bolhas), expressada no aumento da criminalidade situado em pequenas bolhas que se espalham rapidamente; agrupando-se antes do grande PUM. Mas, o Rio de Janeiro é a vitrine do que nos aguarda em caso de imobilismo das classes dominantes.
Quando o ministro da justiça admite em público que a segurança pública está falida; o momento é grave; e o pior ninguém vai fazer coisa alguma – Pior ainda, o circo eleitoral vai repetir os espetáculos anteriores – Aviso: as vagas para palhaços estão quase todas preenchidas.
O problema é muito grave.
Qua, 03 Fev, 08h10
O ministro da Justiça, Tarso Genro, evitou hoje entrar em polêmica e atribuiu o aumento da criminalidade no Estado de São Paulo à falência do sistema de segurança pública em todo o país. Durante evento em que instalou o programa Território de Paz em São Bernardo do Campo, no bairro do Alvarenga - bolsão de violência na cidade -, o ministro disse que o governo de São Paulo faz um trabalho sério.
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"Os índices de violência que têm aqui em São Paulo são índices que têm em todos os estados, em todo o país", declarou, após anunciar investimentos do governo federal no valor de R$ 5 milhões para o programa, que envolve mobilização de vários órgãos públicos para combater a violência."Não é em São Paulo que a segurança pública está problemática", afirmou. "É o sistema todo de segurança pública no País que está falido e tem de mudar."
De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública, houve um aumento de 39% no número de sequestros no estado, 14% no de latrocínios e 3% no de homicídios de 2008 para 2009. Mas o ministro ressaltou a "boa vontade" do Estado de São Paulo em atuar em regime de colaboração entre a União e o município, particularmente depois da posse do atual secretário de Segurança Pública, o procurador de Justiça Antonio Ferreira Pinto, que estava presente ao evento representando o governador José Serra (PSDB). "O trabalho é realmente complexo e demorado e os efeitos de implementação dos programas ocorrem de médio a longo prazo", afirmou o ministro
Substituto
Tarso deverá deixar o Ministério no dia 10 de fevereiro, dando lugar ao seu secretário-executivo Luiz Paulo Barreto. O ministro será candidato pelo PT ao governo do Rio Grande Sul. Hoje, durante a cerimônia, ele não quis confirmar Barreto como novo ministro, mas não desmentiu a informação e fez uma série de elogios ao secretário. "Luiz Paulo Barreto corresponde plenamente ao trabalho que estou fazendo no Ministério da Justiça", afirmou. "É um parceiro de três anos que nunca falhou. Se for ele, é uma boa escolha do presidente Lula." O vice-presidente José Alencar também participou do evento, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Cocaína
Durante seu discurso, Tarso revelou que o carregamento de 550 quilos de cocaína apreendido pela Polícia Federal na segunda-feira em Arujá (SP) seria distribuído nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo o ministro, as granadas antitanque recolhidas com os três traficantes que estavam de posse da cocaína seriam utilizadas para enfrentar as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nas favelas do Rio.
O que pode ser feito?
Medidas paliativas de gariba não funcionam – isso, já está mais do que provado ao longo das últimas décadas.
Sugestões?
Melhor que venham logo, antes que surjam “quadrilhas de Robin Hood” especializadas em limpar a consciência dos guardadores de dinheiro na cueca, meias, paraísos fiscais; isso vai ativar a lei de ação e reação, e, que em alguns lugares é chamada de guerra civil (melhor; conflito de interesses não solucionados pelo diálogo).
Não é preciso bola de cristal para imaginar, o que vem pela frente – dos males o menor; pois não somos um país de cidadãos armados – bendita a campanha de desarmamento que retirou das mãos do povo algumas armas; para diminuir o risco de guerra incivil não declarada e burrocrática: o povo contra o povo.
As perspectivas não são nada animadoras; o ministro que está de saída da pasta para candidatar-se; nos deixa na expectativa do teor da sua campanha; que tipo de peixe vai querer vender para seus eleitores?
Rogamos a Deus que a animosidade povo x povo não se transforme em luta povo x governantes.
Nunca foi tão bem vinda a idéia de um governo de coalização nacional para recuperar a dignidade e o futuro da nação.
É urgente um plano de longo prazo que seja cumprido tal e qual deve ser a Constituição.
O que eu cidadão comum/cobaia posso fazer?
Ajude os organismos de pesquisa a identificar nossos maiores problemas!
Sempre que for roubado; colocado numa interminável fila de espera; assaltado; seqüestrado; estuprado; executado pelo banco, etc. – Não se esqueça de perguntar ao meliante: Em quem votou ou vai votar? – Qual seu grau de escolaridade? – Quais seus objetivos de vida? – O que vai fazer com o bem subtraído? – Qual seu time do coração? – Melhor ficar só no básico...
Besteira? – Claro que não; pois, é preciso identificar o perfil dos meliantes, para saber como ajudar-nos...
Mas, como “cautela, e caldo de galinha não fazem mal a ninguém” (claro que depende da saúde da galinácea) – se o amigo estiver realmente engajado na campanha de salvação nacional vale a pena fazer convênio com um médium para fazer as perguntas; caso seja morto (vire um Ghost) durante o ato ilícito penal.
sábado, 30 de janeiro de 2010
ADEUS A MAIS UMA PILULA MÁGICA: REEDUCAÇÃO ALIMENTAR O ÚNICO CAMINHO
Embora a muitas pessoas que lutam contra o ganho de peso possa parecer estranho; mas, é saudável o alerta que a Anvisa fez a respeito do remédio para emagrecer Sibutramina.
No progresso humano não há atalhos, nem mágicas – qualquer escolha tem um preço; ás vezes alto demais. No caso dos efeitos colaterais; alguns não têm volta em tempo hábil (antes da morte); outros e possível contornar e administrar.
Li alguns comentários de pessoas que usam ou usaram o medicamento – alguns acham que foi a salvação para sua auto-estima; pois perderam vários quilos - outros relatam que foi um desastre. Um item que chama a atenção é o uso do tão mal compreendido livre arbítrio. De forma infantil nós achamos que a vida e nossa e que apenas nós vamos pagar o preço das escolhas que fizermos – errado; sempre sobra para os em torno e para a sociedade. No caso do medicamento, por exemplo; se você fizer um surto psicótico ou somatizar uma doença física como efeito colateral do remédio; por mais “mala” que seja; sempre haverá alguém que se importa com você, sua família, amigos – se ficar afastado do trabalho vai sobrar para os outros trabalharem para pagar a conta do seu tratamento e da sua inatividade – Esse exemplo vale para todas as áreas da nossa vida – quando escolhemos mal sempre sobra para os outros.
Sem dúvida o problema da obesidade é cada vez mais grave; mas, ele não será resolvido com drogas mágicas; apenas com educação e raciocínio.
Fruto da cultura e da educação a forma como nos alimentamos tornou-se um tipo de TOC (transtorno obsessivo compulsivo) vitaminado pela ansiedade fora de controle; sedentarismo; armadilha da vida prática.
Mais comemos do que nos alimentamos; comer é ato instintivo, ação primária de sobrevivência. Na era contemporânea da razão o instinto não é mais sozinho aparato eficaz na alimentação; é preciso raciocínio para comer; é vital observar, selecionar e disciplinar o que, de que maneira e em que momentos devemos nos alimentar. Segue uma dieta quem busca saber receber do alimento o que atenda suas necessidades de evolução física e ética; já observa, raciocina e percebe as limitações do seu organismo; daí em diante respeita-se e vive mais e melhor.
O ato de viver é troca interminável, mas essa percepção nos escapa nas lides do cotidiano; quando nos alimentamos sem nos prepararmos para receber o que o alimento tem a nos oferecer significa reter (engordar) ou adoecer; receber é estabelecer uma relação de troca e, se o experimentamos como fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; nós nos separamos da realidade da troca que representa em última instância, a vida. Quando comemos de forma compulsiva não observamos nada.
Disseminado e incentivado desde as civilizações antigas o vício alimentar sempre foi danoso à saúde; mas hoje ele se torna rapidamente mortal devido à química, presente nos alimentos; ainda permanecemos na fase oral individual e coletiva, inclusive, muito dos rituais nos quais cada festividade tem suas comidas especiais ainda persistem; a maioria das sociedades valorizam demais uma mesa farta e variada, e isso é reforçado pelos conceitos da sociedade consumista que apregoa “quanto mais; melhor”; para quem vende, claro; e como a maioria dos consumidores é constituída por avessos ao ato de pensar e refletir firmou-se o conceito: quanto mais se come mais saúde se tem ou estes primores: “Desta vida só se leva o que se come, e o que se bebe!, Graças a Deus não perco jamais o apetite!”.
A indução da cultura e da educação:
A pressão emocional verbalizada ou não, canalizada sobre a criança para que coma é intensa e doentia e, favorece o apetite discriminatório com anorexia nervosa. Exemplo: Mãe pressionada por paradigmas alimentares transfere sua ansiedade para a alimentação do filho que desenvolve apetite seletivo; cada refeição torna-se sessão de tortura; o adulto serve ou “faz o prato” da criança, o que não deixa de ser uma forma de impor o quanto ela tem que comer; isso reforça a reação de defesa dela que se recusa; a repetição a leva a perceber a fraqueza do adulto e passa a manipulá-lo; usa a chantagem emocional reforçada pela atitude do adulto que passa a premiar o ato fisiológico de comer. “Se comer tudo, eu te dou isto, se comer determinado alimento, te dou aquilo”!. Ou chegando a apelar para agressão física ou verbal. “Se não comer pelo menos isto, vou te deixar de castigo! - Breve o local de refeição da casa torna-se campo de batalha com estratégias e tudo; cada qual luta com as armas que tem a disposição.
Claro que vivi esse drama; como boa parte da minha geração - Em certa época para continuidade dos estudos tive que ir para um colégio interno e após seis meses só não comia pedras porque faziam doer o estômago, o que fosse posto à mesa era “devorado”; claro que a mudança deveu-se à disciplina de horários para refeição e à liberdade de poder comer ou não. Essa disciplina compulsória nós observamos também nas famílias numerosas; onde o que se põe à mesa; todos comem; e não há guloseimas á disposição.
É triste ver pais e mães que lutam contra o drama da obesidade repetir com seus filhos os mesmos erros que fizeram com eles – não adianta colocar a culpa no DNA; o problema continua sendo o DNA cultural: os maus hábitos herdados e aprendidos.
Claro que não deveria ser mais assim; mas nós somos lentos nas mudanças e continuamos “fazendo o prato” dos filhos segundo o que e quanto foi ditado pela cultura e pela mídia e não importa a idade deles tenham três ou trinta anos; mas a marca produzida na infância é tão profunda que muitas vezes passadas décadas ainda se mantêm.
Somos avessos á disciplina:
Não aceitar alimentos novos e apetite seletivo é aprendizagem, a criança copia o adulto que só lhe oferece aquilo que gosta de comer. Quando a carência nutricional é detectada a busca da solução é sempre simplória: um remédio mágico que estimule se possível o consumo de frutas, verduras, legumes, grãos e cereais; vã esperança; há drogas que estimulam o apetite agindo no centro da fome, mas que é saciado como sempre com lanches e guloseimas esboçando a futura obesidade. A correção desse desvio? É simples, barata e só depende de raciocínio e boa vontade; basta oferecer a refeição sem insistência, não substituir alimentos, não dispor em casa dos que possam fazer a vez de refeições, disciplinar horários aguardando a criança sentir fome. Desculpas? Não as há, pois observar é de graça e não dói. Exemplo? Observemos as famílias numerosas onde quase não existe apetite seletivo, a disciplina surge compulsória e natural pelas circunstâncias, não existe tempo ocioso para forçar a criança a comer, nem excesso de condições materiais para cultivar ansiedade e prazer alimentar.
A maior parte dos obesos de hoje devem agradecer á cultura e aos pais:
Para que as crianças de hoje vivam o suficiente, urge disciplinar a alimentação quanto à quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos; claro que as dificuldades existem mesmo quando já há maturidade, pois a estrutura consumista das sociedades contemporâneas cria dificuldades para os pais conscientes. A pergunta inevitável: como evitar ou atenuar a influência da mídia? Pois os meios de comunicação invadem os lares na tentativa de “conquistar” o consumidor; sempre existe possibilidade de “defesa” e um expediente simples é não levar crianças às compras; comprar só o necessário para produzir as refeições; não ter em casa o que possa ser comido fora de hora, exceto frutas e, não importa que durante algum tempo apodreçam na fruteira sem que sejam tocadas. Não adianta comprar e esconder a guloseima; a criança sempre acha; além disso, há o risco de cairmos na tentação de usá-la para fazer chantagem dando-a como prêmio para compensar alguma atitude adequada; é preciso cuidado para não premiar a criança pela que já se constitua em obrigação; alguns pais chegam ao cúmulo de premiar a criança por atitudes fisiológicas como: comer, evacuar, etc.
É necessário disciplinar horários para manter o apetite insatisfeito; pois apetite é insatisfação, a mola que nos impulsiona a evolução e, “estar com fome” é uma insatisfação positiva que leva a satisfazê-la sem excessivas exigências de paladar.
É comum que alguns adultos para compensar suas frustrações do dia a dia se dêem de presente uma guloseima que segue outra e outra.
Pensar é preciso:
A maioria de nós não sabe a diferença entre o que é bom e o que é gostoso.
Nem a diferença entre regime e dieta.
Regimes são sacrifícios quase inúteis, verdadeiras renúncias improdutivas e vazias; pois os objetivos que os movimentam são pobres de conteúdo, quase sempre são compulsórios do tipo: “ou muda ou morre” como a do diabético que é forçado a afastar-se de seus adorados açúcares. Adotar uma dieta é uma atitude premeditada inteligente.
Retornando ao assunto da Sibutramida.
A bula desse medicamento é parecida com a da maioria das drogas de última geração – com relação a vários problemas possíveis, e graves: não foram feitos estudos.
Muitos laboratórios optaram pelo estudo “in vivo” (ocorrências de dia a dia) pago pelos próprios usuários.
Vamos á notícia:
Anvisa alerta sobre remédio para emagrecer sibutramina
Medida foi tomada no Brasil após a Agência Europeia recomendar a suspensão da venda do medicamento
Agência Estado
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SÃO PAULO - Depois que a Agência Europeia de Medicamentos (Emea, em inglês) recomendou a suspensão da venda de sibutramina - uma das drogas mais usadas para emagrecimento -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu enviar um alerta a médicos e farmacêuticos brasileiros sobre o tema.
Veja também:
Sibutramina, risco para o corpo e para a mente
Medicamentos na mira da fiscalização
A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte e derrame em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento. Para a Emea, portanto, os riscos da substância são maiores do que os benefícios. Também com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contraindicação para pacientes com cardiopatias.
No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contraindicação é para pessoas com histórico de anorexia.
No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina - 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes.
Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, haverá em fevereiro uma reunião da Câmara Técnica de Medicamentos para analisar os resultados desse estudo e decidir qual atitude tomar. "Podemos manter o nível de alerta atual, ampliar as contraindicações e as restrições de venda ou até mesmo proibir a substância no País", afirmou.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem uma carta à agência pedindo a retirada da droga do mercado brasileiro. O texto alega que "as características da população à qual o medicamento é destinado tornam a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares."
O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ricardo Meirelles, afirmou em nota que "não há, até o momento, evidências de que a prescrição criteriosa do medicamento, apenas para pacientes sem contraindicações formais para o seu uso, ocasione aumento de eventos cardiovasculares".
Segundo relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), o Brasil está, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, no topo do ranking mundial de consumo de remédios para emagrecer. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A Anvisa apenas cumpre seu papel de zelar pela saúde da comunidade e segue as etapas corretas; é possível que o próximo passo seja a proibição do medicamento. Claro que haverá gritaria por parte de interesses contrariados.
Fica o alerta já oferecido em outros bate papos: em virtude do aumento do cortisol gerado pelo estresse crônico ficará mais complicado perder peso; mesmo usando drogas que nem sempre manifestam efeitos colaterais de curto prazo; é preciso considerar também os de prazo mais alongado e que depois não serão detectados e passam a ser tratados com outras drogas; num mortal efeito cascata.
A saída?
Um mutirão pela educação alimentar – proibição da propaganda de alimentos na TV – pois, muitos adultos são infantilizados no raciocínio e as crianças pequenas estão á mercê de muitos desse padrão.
Estejamos dentro ou fora dos padrões de peso todos nós somos responsáveis; pois de alguma forma também pagamos a conta – afinal dinheiro público não nasce em árvores...
A intenção desta conversa nada tem contra o medicamento em questão; esse raciocínio pode ser aplicado a todos os outros; por exemplo – Qual o melhor remédio para a gangorra da pressão arterial e da glicemia? – Um bom par de tênis; short; camiseta e meia hora de caminhada. – não há pressão e glicemia que resista em manter-se descontrolada; e de lambuja, ainda ganha-se uma razoável dose de serotonina (a droga da felicidade e do prazer de viver).
O sobrepeso e o sedentarismo já detonaram com seus joelhos, tornoelos e quadril? – Não tem problema! Sempre dá prá fazer uma atividade física compatível com suas condições atuais – Não consegue vencer a preguiça? – Bom; azar o nosso que vamos ter que “bancar” seus tratamentos e internações em hospitais públicos – Ah! Tem um convênio; sorte nossa; azar do convênio; e dos que forem comprar o plano mais adiante; pois com a ajuda da sua preguiça vai custar os olhos da cara...
Será que até nas doenças nós somos egoístas e não pensamos nos outros na hora de ficarmos dodóis?
No progresso humano não há atalhos, nem mágicas – qualquer escolha tem um preço; ás vezes alto demais. No caso dos efeitos colaterais; alguns não têm volta em tempo hábil (antes da morte); outros e possível contornar e administrar.
Li alguns comentários de pessoas que usam ou usaram o medicamento – alguns acham que foi a salvação para sua auto-estima; pois perderam vários quilos - outros relatam que foi um desastre. Um item que chama a atenção é o uso do tão mal compreendido livre arbítrio. De forma infantil nós achamos que a vida e nossa e que apenas nós vamos pagar o preço das escolhas que fizermos – errado; sempre sobra para os em torno e para a sociedade. No caso do medicamento, por exemplo; se você fizer um surto psicótico ou somatizar uma doença física como efeito colateral do remédio; por mais “mala” que seja; sempre haverá alguém que se importa com você, sua família, amigos – se ficar afastado do trabalho vai sobrar para os outros trabalharem para pagar a conta do seu tratamento e da sua inatividade – Esse exemplo vale para todas as áreas da nossa vida – quando escolhemos mal sempre sobra para os outros.
Sem dúvida o problema da obesidade é cada vez mais grave; mas, ele não será resolvido com drogas mágicas; apenas com educação e raciocínio.
Fruto da cultura e da educação a forma como nos alimentamos tornou-se um tipo de TOC (transtorno obsessivo compulsivo) vitaminado pela ansiedade fora de controle; sedentarismo; armadilha da vida prática.
Mais comemos do que nos alimentamos; comer é ato instintivo, ação primária de sobrevivência. Na era contemporânea da razão o instinto não é mais sozinho aparato eficaz na alimentação; é preciso raciocínio para comer; é vital observar, selecionar e disciplinar o que, de que maneira e em que momentos devemos nos alimentar. Segue uma dieta quem busca saber receber do alimento o que atenda suas necessidades de evolução física e ética; já observa, raciocina e percebe as limitações do seu organismo; daí em diante respeita-se e vive mais e melhor.
O ato de viver é troca interminável, mas essa percepção nos escapa nas lides do cotidiano; quando nos alimentamos sem nos prepararmos para receber o que o alimento tem a nos oferecer significa reter (engordar) ou adoecer; receber é estabelecer uma relação de troca e, se o experimentamos como fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; nós nos separamos da realidade da troca que representa em última instância, a vida. Quando comemos de forma compulsiva não observamos nada.
Disseminado e incentivado desde as civilizações antigas o vício alimentar sempre foi danoso à saúde; mas hoje ele se torna rapidamente mortal devido à química, presente nos alimentos; ainda permanecemos na fase oral individual e coletiva, inclusive, muito dos rituais nos quais cada festividade tem suas comidas especiais ainda persistem; a maioria das sociedades valorizam demais uma mesa farta e variada, e isso é reforçado pelos conceitos da sociedade consumista que apregoa “quanto mais; melhor”; para quem vende, claro; e como a maioria dos consumidores é constituída por avessos ao ato de pensar e refletir firmou-se o conceito: quanto mais se come mais saúde se tem ou estes primores: “Desta vida só se leva o que se come, e o que se bebe!, Graças a Deus não perco jamais o apetite!”.
A indução da cultura e da educação:
A pressão emocional verbalizada ou não, canalizada sobre a criança para que coma é intensa e doentia e, favorece o apetite discriminatório com anorexia nervosa. Exemplo: Mãe pressionada por paradigmas alimentares transfere sua ansiedade para a alimentação do filho que desenvolve apetite seletivo; cada refeição torna-se sessão de tortura; o adulto serve ou “faz o prato” da criança, o que não deixa de ser uma forma de impor o quanto ela tem que comer; isso reforça a reação de defesa dela que se recusa; a repetição a leva a perceber a fraqueza do adulto e passa a manipulá-lo; usa a chantagem emocional reforçada pela atitude do adulto que passa a premiar o ato fisiológico de comer. “Se comer tudo, eu te dou isto, se comer determinado alimento, te dou aquilo”!. Ou chegando a apelar para agressão física ou verbal. “Se não comer pelo menos isto, vou te deixar de castigo! - Breve o local de refeição da casa torna-se campo de batalha com estratégias e tudo; cada qual luta com as armas que tem a disposição.
Claro que vivi esse drama; como boa parte da minha geração - Em certa época para continuidade dos estudos tive que ir para um colégio interno e após seis meses só não comia pedras porque faziam doer o estômago, o que fosse posto à mesa era “devorado”; claro que a mudança deveu-se à disciplina de horários para refeição e à liberdade de poder comer ou não. Essa disciplina compulsória nós observamos também nas famílias numerosas; onde o que se põe à mesa; todos comem; e não há guloseimas á disposição.
É triste ver pais e mães que lutam contra o drama da obesidade repetir com seus filhos os mesmos erros que fizeram com eles – não adianta colocar a culpa no DNA; o problema continua sendo o DNA cultural: os maus hábitos herdados e aprendidos.
Claro que não deveria ser mais assim; mas nós somos lentos nas mudanças e continuamos “fazendo o prato” dos filhos segundo o que e quanto foi ditado pela cultura e pela mídia e não importa a idade deles tenham três ou trinta anos; mas a marca produzida na infância é tão profunda que muitas vezes passadas décadas ainda se mantêm.
Somos avessos á disciplina:
Não aceitar alimentos novos e apetite seletivo é aprendizagem, a criança copia o adulto que só lhe oferece aquilo que gosta de comer. Quando a carência nutricional é detectada a busca da solução é sempre simplória: um remédio mágico que estimule se possível o consumo de frutas, verduras, legumes, grãos e cereais; vã esperança; há drogas que estimulam o apetite agindo no centro da fome, mas que é saciado como sempre com lanches e guloseimas esboçando a futura obesidade. A correção desse desvio? É simples, barata e só depende de raciocínio e boa vontade; basta oferecer a refeição sem insistência, não substituir alimentos, não dispor em casa dos que possam fazer a vez de refeições, disciplinar horários aguardando a criança sentir fome. Desculpas? Não as há, pois observar é de graça e não dói. Exemplo? Observemos as famílias numerosas onde quase não existe apetite seletivo, a disciplina surge compulsória e natural pelas circunstâncias, não existe tempo ocioso para forçar a criança a comer, nem excesso de condições materiais para cultivar ansiedade e prazer alimentar.
A maior parte dos obesos de hoje devem agradecer á cultura e aos pais:
Para que as crianças de hoje vivam o suficiente, urge disciplinar a alimentação quanto à quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos; claro que as dificuldades existem mesmo quando já há maturidade, pois a estrutura consumista das sociedades contemporâneas cria dificuldades para os pais conscientes. A pergunta inevitável: como evitar ou atenuar a influência da mídia? Pois os meios de comunicação invadem os lares na tentativa de “conquistar” o consumidor; sempre existe possibilidade de “defesa” e um expediente simples é não levar crianças às compras; comprar só o necessário para produzir as refeições; não ter em casa o que possa ser comido fora de hora, exceto frutas e, não importa que durante algum tempo apodreçam na fruteira sem que sejam tocadas. Não adianta comprar e esconder a guloseima; a criança sempre acha; além disso, há o risco de cairmos na tentação de usá-la para fazer chantagem dando-a como prêmio para compensar alguma atitude adequada; é preciso cuidado para não premiar a criança pela que já se constitua em obrigação; alguns pais chegam ao cúmulo de premiar a criança por atitudes fisiológicas como: comer, evacuar, etc.
É necessário disciplinar horários para manter o apetite insatisfeito; pois apetite é insatisfação, a mola que nos impulsiona a evolução e, “estar com fome” é uma insatisfação positiva que leva a satisfazê-la sem excessivas exigências de paladar.
É comum que alguns adultos para compensar suas frustrações do dia a dia se dêem de presente uma guloseima que segue outra e outra.
Pensar é preciso:
A maioria de nós não sabe a diferença entre o que é bom e o que é gostoso.
Nem a diferença entre regime e dieta.
Regimes são sacrifícios quase inúteis, verdadeiras renúncias improdutivas e vazias; pois os objetivos que os movimentam são pobres de conteúdo, quase sempre são compulsórios do tipo: “ou muda ou morre” como a do diabético que é forçado a afastar-se de seus adorados açúcares. Adotar uma dieta é uma atitude premeditada inteligente.
Retornando ao assunto da Sibutramida.
A bula desse medicamento é parecida com a da maioria das drogas de última geração – com relação a vários problemas possíveis, e graves: não foram feitos estudos.
Muitos laboratórios optaram pelo estudo “in vivo” (ocorrências de dia a dia) pago pelos próprios usuários.
Vamos á notícia:
Anvisa alerta sobre remédio para emagrecer sibutramina
Medida foi tomada no Brasil após a Agência Europeia recomendar a suspensão da venda do medicamento
Agência Estado
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SÃO PAULO - Depois que a Agência Europeia de Medicamentos (Emea, em inglês) recomendou a suspensão da venda de sibutramina - uma das drogas mais usadas para emagrecimento -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu enviar um alerta a médicos e farmacêuticos brasileiros sobre o tema.
Veja também:
Sibutramina, risco para o corpo e para a mente
Medicamentos na mira da fiscalização
A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte e derrame em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento. Para a Emea, portanto, os riscos da substância são maiores do que os benefícios. Também com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contraindicação para pacientes com cardiopatias.
No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contraindicação é para pessoas com histórico de anorexia.
No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina - 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes.
Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, haverá em fevereiro uma reunião da Câmara Técnica de Medicamentos para analisar os resultados desse estudo e decidir qual atitude tomar. "Podemos manter o nível de alerta atual, ampliar as contraindicações e as restrições de venda ou até mesmo proibir a substância no País", afirmou.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem uma carta à agência pedindo a retirada da droga do mercado brasileiro. O texto alega que "as características da população à qual o medicamento é destinado tornam a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares."
O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ricardo Meirelles, afirmou em nota que "não há, até o momento, evidências de que a prescrição criteriosa do medicamento, apenas para pacientes sem contraindicações formais para o seu uso, ocasione aumento de eventos cardiovasculares".
Segundo relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), o Brasil está, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, no topo do ranking mundial de consumo de remédios para emagrecer. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A Anvisa apenas cumpre seu papel de zelar pela saúde da comunidade e segue as etapas corretas; é possível que o próximo passo seja a proibição do medicamento. Claro que haverá gritaria por parte de interesses contrariados.
Fica o alerta já oferecido em outros bate papos: em virtude do aumento do cortisol gerado pelo estresse crônico ficará mais complicado perder peso; mesmo usando drogas que nem sempre manifestam efeitos colaterais de curto prazo; é preciso considerar também os de prazo mais alongado e que depois não serão detectados e passam a ser tratados com outras drogas; num mortal efeito cascata.
A saída?
Um mutirão pela educação alimentar – proibição da propaganda de alimentos na TV – pois, muitos adultos são infantilizados no raciocínio e as crianças pequenas estão á mercê de muitos desse padrão.
Estejamos dentro ou fora dos padrões de peso todos nós somos responsáveis; pois de alguma forma também pagamos a conta – afinal dinheiro público não nasce em árvores...
A intenção desta conversa nada tem contra o medicamento em questão; esse raciocínio pode ser aplicado a todos os outros; por exemplo – Qual o melhor remédio para a gangorra da pressão arterial e da glicemia? – Um bom par de tênis; short; camiseta e meia hora de caminhada. – não há pressão e glicemia que resista em manter-se descontrolada; e de lambuja, ainda ganha-se uma razoável dose de serotonina (a droga da felicidade e do prazer de viver).
O sobrepeso e o sedentarismo já detonaram com seus joelhos, tornoelos e quadril? – Não tem problema! Sempre dá prá fazer uma atividade física compatível com suas condições atuais – Não consegue vencer a preguiça? – Bom; azar o nosso que vamos ter que “bancar” seus tratamentos e internações em hospitais públicos – Ah! Tem um convênio; sorte nossa; azar do convênio; e dos que forem comprar o plano mais adiante; pois com a ajuda da sua preguiça vai custar os olhos da cara...
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