Embora a muitas pessoas que lutam contra o ganho de peso possa parecer estranho; mas, é saudável o alerta que a Anvisa fez a respeito do remédio para emagrecer Sibutramina.
No progresso humano não há atalhos, nem mágicas – qualquer escolha tem um preço; ás vezes alto demais. No caso dos efeitos colaterais; alguns não têm volta em tempo hábil (antes da morte); outros e possível contornar e administrar.
Li alguns comentários de pessoas que usam ou usaram o medicamento – alguns acham que foi a salvação para sua auto-estima; pois perderam vários quilos - outros relatam que foi um desastre. Um item que chama a atenção é o uso do tão mal compreendido livre arbítrio. De forma infantil nós achamos que a vida e nossa e que apenas nós vamos pagar o preço das escolhas que fizermos – errado; sempre sobra para os em torno e para a sociedade. No caso do medicamento, por exemplo; se você fizer um surto psicótico ou somatizar uma doença física como efeito colateral do remédio; por mais “mala” que seja; sempre haverá alguém que se importa com você, sua família, amigos – se ficar afastado do trabalho vai sobrar para os outros trabalharem para pagar a conta do seu tratamento e da sua inatividade – Esse exemplo vale para todas as áreas da nossa vida – quando escolhemos mal sempre sobra para os outros.
Sem dúvida o problema da obesidade é cada vez mais grave; mas, ele não será resolvido com drogas mágicas; apenas com educação e raciocínio.
Fruto da cultura e da educação a forma como nos alimentamos tornou-se um tipo de TOC (transtorno obsessivo compulsivo) vitaminado pela ansiedade fora de controle; sedentarismo; armadilha da vida prática.
Mais comemos do que nos alimentamos; comer é ato instintivo, ação primária de sobrevivência. Na era contemporânea da razão o instinto não é mais sozinho aparato eficaz na alimentação; é preciso raciocínio para comer; é vital observar, selecionar e disciplinar o que, de que maneira e em que momentos devemos nos alimentar. Segue uma dieta quem busca saber receber do alimento o que atenda suas necessidades de evolução física e ética; já observa, raciocina e percebe as limitações do seu organismo; daí em diante respeita-se e vive mais e melhor.
O ato de viver é troca interminável, mas essa percepção nos escapa nas lides do cotidiano; quando nos alimentamos sem nos prepararmos para receber o que o alimento tem a nos oferecer significa reter (engordar) ou adoecer; receber é estabelecer uma relação de troca e, se o experimentamos como fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; nós nos separamos da realidade da troca que representa em última instância, a vida. Quando comemos de forma compulsiva não observamos nada.
Disseminado e incentivado desde as civilizações antigas o vício alimentar sempre foi danoso à saúde; mas hoje ele se torna rapidamente mortal devido à química, presente nos alimentos; ainda permanecemos na fase oral individual e coletiva, inclusive, muito dos rituais nos quais cada festividade tem suas comidas especiais ainda persistem; a maioria das sociedades valorizam demais uma mesa farta e variada, e isso é reforçado pelos conceitos da sociedade consumista que apregoa “quanto mais; melhor”; para quem vende, claro; e como a maioria dos consumidores é constituída por avessos ao ato de pensar e refletir firmou-se o conceito: quanto mais se come mais saúde se tem ou estes primores: “Desta vida só se leva o que se come, e o que se bebe!, Graças a Deus não perco jamais o apetite!”.
A indução da cultura e da educação:
A pressão emocional verbalizada ou não, canalizada sobre a criança para que coma é intensa e doentia e, favorece o apetite discriminatório com anorexia nervosa. Exemplo: Mãe pressionada por paradigmas alimentares transfere sua ansiedade para a alimentação do filho que desenvolve apetite seletivo; cada refeição torna-se sessão de tortura; o adulto serve ou “faz o prato” da criança, o que não deixa de ser uma forma de impor o quanto ela tem que comer; isso reforça a reação de defesa dela que se recusa; a repetição a leva a perceber a fraqueza do adulto e passa a manipulá-lo; usa a chantagem emocional reforçada pela atitude do adulto que passa a premiar o ato fisiológico de comer. “Se comer tudo, eu te dou isto, se comer determinado alimento, te dou aquilo”!. Ou chegando a apelar para agressão física ou verbal. “Se não comer pelo menos isto, vou te deixar de castigo! - Breve o local de refeição da casa torna-se campo de batalha com estratégias e tudo; cada qual luta com as armas que tem a disposição.
Claro que vivi esse drama; como boa parte da minha geração - Em certa época para continuidade dos estudos tive que ir para um colégio interno e após seis meses só não comia pedras porque faziam doer o estômago, o que fosse posto à mesa era “devorado”; claro que a mudança deveu-se à disciplina de horários para refeição e à liberdade de poder comer ou não. Essa disciplina compulsória nós observamos também nas famílias numerosas; onde o que se põe à mesa; todos comem; e não há guloseimas á disposição.
É triste ver pais e mães que lutam contra o drama da obesidade repetir com seus filhos os mesmos erros que fizeram com eles – não adianta colocar a culpa no DNA; o problema continua sendo o DNA cultural: os maus hábitos herdados e aprendidos.
Claro que não deveria ser mais assim; mas nós somos lentos nas mudanças e continuamos “fazendo o prato” dos filhos segundo o que e quanto foi ditado pela cultura e pela mídia e não importa a idade deles tenham três ou trinta anos; mas a marca produzida na infância é tão profunda que muitas vezes passadas décadas ainda se mantêm.
Somos avessos á disciplina:
Não aceitar alimentos novos e apetite seletivo é aprendizagem, a criança copia o adulto que só lhe oferece aquilo que gosta de comer. Quando a carência nutricional é detectada a busca da solução é sempre simplória: um remédio mágico que estimule se possível o consumo de frutas, verduras, legumes, grãos e cereais; vã esperança; há drogas que estimulam o apetite agindo no centro da fome, mas que é saciado como sempre com lanches e guloseimas esboçando a futura obesidade. A correção desse desvio? É simples, barata e só depende de raciocínio e boa vontade; basta oferecer a refeição sem insistência, não substituir alimentos, não dispor em casa dos que possam fazer a vez de refeições, disciplinar horários aguardando a criança sentir fome. Desculpas? Não as há, pois observar é de graça e não dói. Exemplo? Observemos as famílias numerosas onde quase não existe apetite seletivo, a disciplina surge compulsória e natural pelas circunstâncias, não existe tempo ocioso para forçar a criança a comer, nem excesso de condições materiais para cultivar ansiedade e prazer alimentar.
A maior parte dos obesos de hoje devem agradecer á cultura e aos pais:
Para que as crianças de hoje vivam o suficiente, urge disciplinar a alimentação quanto à quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos; claro que as dificuldades existem mesmo quando já há maturidade, pois a estrutura consumista das sociedades contemporâneas cria dificuldades para os pais conscientes. A pergunta inevitável: como evitar ou atenuar a influência da mídia? Pois os meios de comunicação invadem os lares na tentativa de “conquistar” o consumidor; sempre existe possibilidade de “defesa” e um expediente simples é não levar crianças às compras; comprar só o necessário para produzir as refeições; não ter em casa o que possa ser comido fora de hora, exceto frutas e, não importa que durante algum tempo apodreçam na fruteira sem que sejam tocadas. Não adianta comprar e esconder a guloseima; a criança sempre acha; além disso, há o risco de cairmos na tentação de usá-la para fazer chantagem dando-a como prêmio para compensar alguma atitude adequada; é preciso cuidado para não premiar a criança pela que já se constitua em obrigação; alguns pais chegam ao cúmulo de premiar a criança por atitudes fisiológicas como: comer, evacuar, etc.
É necessário disciplinar horários para manter o apetite insatisfeito; pois apetite é insatisfação, a mola que nos impulsiona a evolução e, “estar com fome” é uma insatisfação positiva que leva a satisfazê-la sem excessivas exigências de paladar.
É comum que alguns adultos para compensar suas frustrações do dia a dia se dêem de presente uma guloseima que segue outra e outra.
Pensar é preciso:
A maioria de nós não sabe a diferença entre o que é bom e o que é gostoso.
Nem a diferença entre regime e dieta.
Regimes são sacrifícios quase inúteis, verdadeiras renúncias improdutivas e vazias; pois os objetivos que os movimentam são pobres de conteúdo, quase sempre são compulsórios do tipo: “ou muda ou morre” como a do diabético que é forçado a afastar-se de seus adorados açúcares. Adotar uma dieta é uma atitude premeditada inteligente.
Retornando ao assunto da Sibutramida.
A bula desse medicamento é parecida com a da maioria das drogas de última geração – com relação a vários problemas possíveis, e graves: não foram feitos estudos.
Muitos laboratórios optaram pelo estudo “in vivo” (ocorrências de dia a dia) pago pelos próprios usuários.
Vamos á notícia:
Anvisa alerta sobre remédio para emagrecer sibutramina
Medida foi tomada no Brasil após a Agência Europeia recomendar a suspensão da venda do medicamento
Agência Estado
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SÃO PAULO - Depois que a Agência Europeia de Medicamentos (Emea, em inglês) recomendou a suspensão da venda de sibutramina - uma das drogas mais usadas para emagrecimento -, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu enviar um alerta a médicos e farmacêuticos brasileiros sobre o tema.
Veja também:
Sibutramina, risco para o corpo e para a mente
Medicamentos na mira da fiscalização
A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte e derrame em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento. Para a Emea, portanto, os riscos da substância são maiores do que os benefícios. Também com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contraindicação para pacientes com cardiopatias.
No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contraindicação é para pessoas com histórico de anorexia.
No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina - 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes.
Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, haverá em fevereiro uma reunião da Câmara Técnica de Medicamentos para analisar os resultados desse estudo e decidir qual atitude tomar. "Podemos manter o nível de alerta atual, ampliar as contraindicações e as restrições de venda ou até mesmo proibir a substância no País", afirmou.
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou ontem uma carta à agência pedindo a retirada da droga do mercado brasileiro. O texto alega que "as características da população à qual o medicamento é destinado tornam a situação mais séria, posto que a obesidade é fator de aumento de risco de doenças cardiovasculares."
O presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Ricardo Meirelles, afirmou em nota que "não há, até o momento, evidências de que a prescrição criteriosa do medicamento, apenas para pacientes sem contraindicações formais para o seu uso, ocasione aumento de eventos cardiovasculares".
Segundo relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), o Brasil está, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, no topo do ranking mundial de consumo de remédios para emagrecer. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A Anvisa apenas cumpre seu papel de zelar pela saúde da comunidade e segue as etapas corretas; é possível que o próximo passo seja a proibição do medicamento. Claro que haverá gritaria por parte de interesses contrariados.
Fica o alerta já oferecido em outros bate papos: em virtude do aumento do cortisol gerado pelo estresse crônico ficará mais complicado perder peso; mesmo usando drogas que nem sempre manifestam efeitos colaterais de curto prazo; é preciso considerar também os de prazo mais alongado e que depois não serão detectados e passam a ser tratados com outras drogas; num mortal efeito cascata.
A saída?
Um mutirão pela educação alimentar – proibição da propaganda de alimentos na TV – pois, muitos adultos são infantilizados no raciocínio e as crianças pequenas estão á mercê de muitos desse padrão.
Estejamos dentro ou fora dos padrões de peso todos nós somos responsáveis; pois de alguma forma também pagamos a conta – afinal dinheiro público não nasce em árvores...
A intenção desta conversa nada tem contra o medicamento em questão; esse raciocínio pode ser aplicado a todos os outros; por exemplo – Qual o melhor remédio para a gangorra da pressão arterial e da glicemia? – Um bom par de tênis; short; camiseta e meia hora de caminhada. – não há pressão e glicemia que resista em manter-se descontrolada; e de lambuja, ainda ganha-se uma razoável dose de serotonina (a droga da felicidade e do prazer de viver).
O sobrepeso e o sedentarismo já detonaram com seus joelhos, tornoelos e quadril? – Não tem problema! Sempre dá prá fazer uma atividade física compatível com suas condições atuais – Não consegue vencer a preguiça? – Bom; azar o nosso que vamos ter que “bancar” seus tratamentos e internações em hospitais públicos – Ah! Tem um convênio; sorte nossa; azar do convênio; e dos que forem comprar o plano mais adiante; pois com a ajuda da sua preguiça vai custar os olhos da cara...
Será que até nas doenças nós somos egoístas e não pensamos nos outros na hora de ficarmos dodóis?
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sábado, 30 de janeiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
AS HIENAS DE PRIMEIRO MUNDO JÁ ATACAM NO HAITI
Há momentos em que sinto vergonha e nojo de ser um candidato a ser humano. Conforme colocamos no artigo “A teoria da reconstrução e os abutres” – após desastres coletivos a escória movida pelos interesses põe a verdadeira cara prá fora; mesmo mascarados de santinhos e piedosos de primeiro mundo e até emergentes – e – a fauna é rica: conglomerados financeiros; aparições políticas; guerra pelo poder de comandar a reconstrução para ganhar $ - sempre o deus $ que traz poder e felicidade para essa turma; traficantes de poder, de seres humanos e de órgãos para transplante e pesquisa.
Que os consumidores de cocaína, heroína, maconha e outros mantenham a produção e o tráfico é problema deles (claro que o livre arbítrio é limitado e sempre sobra prá quem está em torno: afetividade, família, sociedade). Quem mantém os traficantes e produtores de drogas? – Até um nada dotado de inteligência crítica é capaz de responder: os consumidores que podem pagar – Mas, isso antes; pois a ganância travestida de astúcia desmedida criou drogas muito baratas para viciar até a pobreza. Mas, o que isso tem a ver tráfico de órgãos e de crianças? – Muito mais do que desejamos aceitar; pois reabrir essa ferida vai doer muito; mas, a cura vai depender de drenagens e mais drenagens dos “verdinhos $” interesses purulentos.
Está inserido no DNA cultural - Para muita gente de primeiro mundo; o tráfico de pessoas coloridas e pobres faz parte da ecologia humana – mas, mesmo não legalizada a escravidão continua cada vez mais grave; pois disseminada pela mídia e globalização – Só prá descontrair, pois o assunto é nojento: vamos brincar um pouco de falar de uma realidade relacionado ao tráfico de crianças haitianas: Num passado não tão distante assim; o patrão comprava a escrava e “comia” a mercadoria, sozinho; e, de tão inteligente que se achava; depois ainda usava os “frutos” como mão de obra barata; mas, hoje eles são mais espertos e vendem para seus concidadãos as imagens do uso fruto de sua prepotência.
Confesso que não vi, não ouvi, nem li, que alguém ou uma entidade, lideranças religiosas ou ONG de primeiro mundo tenha abordado de forma crítica e com a contundência necessária a despertar os que ainda podem fazer, e tem a responsabilidade de fazê-lo; pois como disse um Mestre muito comentado e nada praticado: “A quem muito for dado; mais será pedido” – traduzindo: sem desculpas; sabe então faz!
Com certeza muitos cidadãos do mundo primeiro, passado o impacto do desastre, até torcem o nariz para os novos e maiores problemas que os haitianos vão começar a enfrentar: serem tratados como gado em sua própria terra.
Tráfico de seres humanos – que coisa mais degradante e nojenta – As migrações forçadas pelas circunstâncias fará com que escória da humanidade trafique e escravize até os próprios irmãos – isso se vê a todo instante na relação entre os imigrantes ilegais.
Mas, retornado ao problema do Haiti.
Para que um primeiro ministro assuma a gravidade do problema; é por que ele é real – provavelmente ele não está querendo aparecer...
Qui, 28 Jan, 10h21
Washington, 28 jan (EFE).- O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, afirmou que existe tráfico de crianças e de órgãos em seu país após o terremoto do último dia 12.
PUBLICIDADE
• Especial sobre o Haiti
"Há tráfico de órgãos para crianças e outras pessoas, porque existe uma necessidade para todo tipo de órgãos", afirmou Bellerive em uma entrevista à "CNN" publicada hoje em sua edição digital.
O primeiro-ministro haitiano não deu detalhes, mas quando a jornalista Christiane Amanpour perguntou se também há tráfico de crianças, Bellerive respondeu: "As informações que eu recebi dizem que sim".
O Governo do Haiti tenta localizar crianças deslocadas e registrá-las para entregar a membros de sua família ou dar para adoção, explicou.
Segundo Bellerive, o tráfico de crianças é "um dos maiores problemas que temos".
O primeiro-ministro declarou que está trabalhando com as embaixadas em Porto Príncipe para proteger as crianças dos traficantes.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) já expressou sua preocupação com a saída de crianças supostamente órfãs do Haiti sem contar com a documentação adequada ou sem que os trâmites legais de sua adoção tenham sido concluídos.
A Unicef falou inicialmente sobre 15 crianças sequestradas em hospitais haitianos, mas depois disse que precisava confirmar esse número.
Na terça-feira, diferentes organizações do norte da República Dominicana disseram que o trânsito de crianças haitianas para cidades do país após o terremoto é alarmante. EFE
A pergunta é: QUAL O DESTINO DESSAS CRIANÇAS?
Como esse é um assunto que vai rolar durante algum tempo com denúncias vazias atrás de denúncias vazias – talvez amanhã tenhamos novos dados; mas, o que provavelmente será seu destino segundo os dados atuais do comportamento humano:
- Muitas serão adotadas para que sirvam de mão de obra doméstica barata; quase escrava durante alguns anos; em países de primeiro mundo.
- Várias serão mortas para que seus órgãos sejam usados no mercado negro de transplantes.
- Muitas engrossarão o “bolsa adoção” que os governos de primeiro mundo oferecem a algumas famílias como meio de vida.
- Algumas serão leiloadas na indústria da pornografia – quem dá mais pelo filme ou vídeo? – tem só 5 anos mas corpinho de 13.
- Algumas serão adotadas apenas para expor aos em torno a “bondade” e o humanismo de adquirir um filho colorido.
- Algumas raras crianças haitianas receberão a dádiva divina de serem adotadas por pessoas com potencial realmente humano e serão respeitadas, amadas...
A esperança: QUE SURJAM PESSOAS E ORGANISMOS QUE CONTROLEM O DESTINO DOS DESPOJOS HUMANOS DECORRENTES DESSE DESASTRE.
Está difícil escreve com essas drogas de lágrimas teimando escorrer dos olhos – mas, são lágrimas de revolta e dor – provavelmente vou pegar conjuntivite...
Até logo mais – pois, este assunto não vai terminar tão cedo.
Que os consumidores de cocaína, heroína, maconha e outros mantenham a produção e o tráfico é problema deles (claro que o livre arbítrio é limitado e sempre sobra prá quem está em torno: afetividade, família, sociedade). Quem mantém os traficantes e produtores de drogas? – Até um nada dotado de inteligência crítica é capaz de responder: os consumidores que podem pagar – Mas, isso antes; pois a ganância travestida de astúcia desmedida criou drogas muito baratas para viciar até a pobreza. Mas, o que isso tem a ver tráfico de órgãos e de crianças? – Muito mais do que desejamos aceitar; pois reabrir essa ferida vai doer muito; mas, a cura vai depender de drenagens e mais drenagens dos “verdinhos $” interesses purulentos.
Está inserido no DNA cultural - Para muita gente de primeiro mundo; o tráfico de pessoas coloridas e pobres faz parte da ecologia humana – mas, mesmo não legalizada a escravidão continua cada vez mais grave; pois disseminada pela mídia e globalização – Só prá descontrair, pois o assunto é nojento: vamos brincar um pouco de falar de uma realidade relacionado ao tráfico de crianças haitianas: Num passado não tão distante assim; o patrão comprava a escrava e “comia” a mercadoria, sozinho; e, de tão inteligente que se achava; depois ainda usava os “frutos” como mão de obra barata; mas, hoje eles são mais espertos e vendem para seus concidadãos as imagens do uso fruto de sua prepotência.
Confesso que não vi, não ouvi, nem li, que alguém ou uma entidade, lideranças religiosas ou ONG de primeiro mundo tenha abordado de forma crítica e com a contundência necessária a despertar os que ainda podem fazer, e tem a responsabilidade de fazê-lo; pois como disse um Mestre muito comentado e nada praticado: “A quem muito for dado; mais será pedido” – traduzindo: sem desculpas; sabe então faz!
Com certeza muitos cidadãos do mundo primeiro, passado o impacto do desastre, até torcem o nariz para os novos e maiores problemas que os haitianos vão começar a enfrentar: serem tratados como gado em sua própria terra.
Tráfico de seres humanos – que coisa mais degradante e nojenta – As migrações forçadas pelas circunstâncias fará com que escória da humanidade trafique e escravize até os próprios irmãos – isso se vê a todo instante na relação entre os imigrantes ilegais.
Mas, retornado ao problema do Haiti.
Para que um primeiro ministro assuma a gravidade do problema; é por que ele é real – provavelmente ele não está querendo aparecer...
Qui, 28 Jan, 10h21
Washington, 28 jan (EFE).- O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, afirmou que existe tráfico de crianças e de órgãos em seu país após o terremoto do último dia 12.
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• Especial sobre o Haiti
"Há tráfico de órgãos para crianças e outras pessoas, porque existe uma necessidade para todo tipo de órgãos", afirmou Bellerive em uma entrevista à "CNN" publicada hoje em sua edição digital.
O primeiro-ministro haitiano não deu detalhes, mas quando a jornalista Christiane Amanpour perguntou se também há tráfico de crianças, Bellerive respondeu: "As informações que eu recebi dizem que sim".
O Governo do Haiti tenta localizar crianças deslocadas e registrá-las para entregar a membros de sua família ou dar para adoção, explicou.
Segundo Bellerive, o tráfico de crianças é "um dos maiores problemas que temos".
O primeiro-ministro declarou que está trabalhando com as embaixadas em Porto Príncipe para proteger as crianças dos traficantes.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) já expressou sua preocupação com a saída de crianças supostamente órfãs do Haiti sem contar com a documentação adequada ou sem que os trâmites legais de sua adoção tenham sido concluídos.
A Unicef falou inicialmente sobre 15 crianças sequestradas em hospitais haitianos, mas depois disse que precisava confirmar esse número.
Na terça-feira, diferentes organizações do norte da República Dominicana disseram que o trânsito de crianças haitianas para cidades do país após o terremoto é alarmante. EFE
A pergunta é: QUAL O DESTINO DESSAS CRIANÇAS?
Como esse é um assunto que vai rolar durante algum tempo com denúncias vazias atrás de denúncias vazias – talvez amanhã tenhamos novos dados; mas, o que provavelmente será seu destino segundo os dados atuais do comportamento humano:
- Muitas serão adotadas para que sirvam de mão de obra doméstica barata; quase escrava durante alguns anos; em países de primeiro mundo.
- Várias serão mortas para que seus órgãos sejam usados no mercado negro de transplantes.
- Muitas engrossarão o “bolsa adoção” que os governos de primeiro mundo oferecem a algumas famílias como meio de vida.
- Algumas serão leiloadas na indústria da pornografia – quem dá mais pelo filme ou vídeo? – tem só 5 anos mas corpinho de 13.
- Algumas serão adotadas apenas para expor aos em torno a “bondade” e o humanismo de adquirir um filho colorido.
- Algumas raras crianças haitianas receberão a dádiva divina de serem adotadas por pessoas com potencial realmente humano e serão respeitadas, amadas...
A esperança: QUE SURJAM PESSOAS E ORGANISMOS QUE CONTROLEM O DESTINO DOS DESPOJOS HUMANOS DECORRENTES DESSE DESASTRE.
Está difícil escreve com essas drogas de lágrimas teimando escorrer dos olhos – mas, são lágrimas de revolta e dor – provavelmente vou pegar conjuntivite...
Até logo mais – pois, este assunto não vai terminar tão cedo.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
NÓIS CAPOTA MAS NUM BRECA - O DESASTRE PLANETÁRIO COMEÇA NA INTIMIDADE DE CADA UM
Muito se comenta hoje a respeito do desastre planetário que se avizinha; alguns especialistas até argumentam que, ele é inevitável e que não tem volta – os mais pessimistas afirmam que viveremos dias de fúria da natureza: desastres naturais, criação de desertos, falta de água, fome, doenças cada vez mais estranhas e morte em massa...
Cada um de nós é dotado de um artefato de progresso chamado inteligência sob a direção de um comando, o livre arbítrio; que possui várias teclas: vontade, desejo, conhecimento e ação; um livre arbítrio sozinho não é capaz de mudar o curso do desequilíbrio em andamento em Gaia; mas bilhões de livre arbítrio somados podem com certeza mudar o curso do desastre em andamento – O problema é: Como reunir essa liberdade de pensar, sentir, agir e direcioná-la para um mesmo foco inteligente e responsável? – Provavelmente somando de forma construtiva; levando as pessoas a pensar de forma clara e crítica sem dourar a pílula; sem tapar o sol com a peneira.
Se analisarmos o comportamento da maioria de nós; realmente; é fácil encontrar motivo para preocupações quanto ao futuro; pois, a aceleração do campo magnético do planeta nos levou a um comportamento cada dia mais maluco e nada responsável; quase coletivo.
O grande desastre coletivo que se avizinha; primeiro na grade energética; depois no físico; não tem data marcada para acontecer; já está acontecendo; é a somatória de cada uma das derrapadas e capotadas na individualidade – bilhões de pequenos desastres íntimos criam a falência da humanidade enquanto raça cósmica – esse é o problema real - Mas, para piorar, os arautos do desastre dos seus nem sempre confessáveis interesses; ás vezes até disfarçados de amor ao próximo - põem mais lenha na fogueira do medo; ao considerarem desastre; o que para a vida é natural; exemplo, quem disse que morte é problema? – Para natureza quase sempre é solução. O fim da aposentadoria é desastre? – Claro que para a natureza; não – pois o que acontece com um colega nosso de evolução; um leão; por exemplo; se ele resolve se aposentar não é preciso ser gênio para adivinhar o seu futuro (leão só se aposenta em ZOO – serviu a carapuça?). Quem disse que o final do sistema financeiro atual é problema? – Claro que ele é o responsável pela maioria dos sofrimentos coletivos da atualidade – Então se desaparecer e for substituído o que há de tão ruim? – Parecemos condenados que serão decapitados sem culpa aparente – mas, na hora do vamos ver; ficamos com dó do carrasco – O queremos? - Tomar o lugar dele? – Com certeza...
Identificar o que vem pela frente é fácil – basta prestar atenção ao que ocorre conosco, com os nossos e com os em torno; para deduzir para deduzir o final do filme: “Assim caminha a humanidade” – reescrito.
Banque o detetive dos chamados desastres íntimos dos outros para tentar resolver os seus: - E aí, tudo bem? – Ainda não sente aquele cansaço infernal? - Como vai o sono? A memória? A coluna vai bem? Não tem ainda nenhuma dorzinha pelo corpo? Diabetes? Pressão arterial em gangorra? Ainda consegue emagrecer? Como vai a auto - estima? Crises de urticária? Ninguém na família pirou? Ah! Só depressivos e em pânico? Só dois desempregados na família? Ninguém com o nome no SPC? Só três mortes na família no ano passado? – Ah! Está apegado em Deus – que bom; menos mal! – quem sabe possa realizar algo de útil – apenas não acrescentando seu desastre pessoal ao coletivo já está bom demais...
Constrangido sou obrigado a concordar em parte com os arautos do desastre coletivo; claro que segundo meu ponto de vista e não o da maioria.
Um dos focos da minha preocupação quanto ao final do filme: “Assim caminha a humanidade” - Aqui entre nós a filosofia de vida é:
“Nóis capota mas num breca”...
Nos excessos; vícios; destruição dos recursos naturais; enriquecimento lícito ou até ilícito; desmatamento; ocupação de áreas de risco; criação de escândalos no gerenciamento de recursos públicos – e claro; da destruição da própria saúde e recursos que a natureza nos dotou – Tudo em nome do ser vitorioso; rico; poderoso; feliz; aproveitar a vida ao extremo; enfim.
Quando se pára para pensar um tiquinho; a postura do sujeito “marrudo” e teimoso parece sem noção, até irresponsável.
No entanto, a filosofia do “nóis capota; mas num breca” como forma de comportamento cotidiano baseado na filosofia do quanto mais melhor; bem espelha a nossa posição frente a muitos acontecimentos na estrada da vida.
Não aprender a resistir aos mais imediatos interesses sem parar para avaliar as possíveis conseqüências, é um antigo e sério problema. Não podemos alegar ignorância, pois sabemos o que fazer; por exemplo, quem ainda não disse ou ouviu estas simples e sábias colocações: – “a pressa é inimiga da perfeição!” – “o apressado come cru!”, etc. Todos nós sabemos: para que uma tarefa seja bem executada é preciso realizá-la com competência e calma.
O que nos leva a fazer ao contrário?
Algumas leis da física quando recheadas de humor e conteúdo ético/moral podem ajudar na queda da ficha da compreensão de leis que regem o progresso humano.
De tanto elas se apresentarem teimosamente em nossas vidas até visualizamos algumas, mas fazemos questão de ignorá-las. E essa atitude nos sairá sempre muito cara e frustrante.
Analisemos uma dessas leis; a da inércia.
A cada minuto em algum lugar do mundo alguém está se referindo à aceleração das experiências:
- Pisaram no acelerador!
- A cada dia tudo passa mais rápido!
- A gente não tem mais tempo para nada!
- Você fica velho e nem percebe!
- Que coisa esquisita; eu não posso sair de férias que fico doente!
- Porque depois que tudo ficou bem eu é que fico mal?
- Será que não posso parar e descansar um pouco?
- Parece praga de urubu quando relaxo tudo acontece comigo!
- Estarei viciado em adrenalina?
Percebemos a aceleração; e até certo ponto os riscos que ela traz quando mal administrada; depois adoramos colocar o nome de fatalidade nos efeitos de escolhas que podem ser evitadas com relativa facilidade; tal e qual os atuais “desastres” como alagamentos; deslizamentos...
É comum que a ação da inércia se resuma a frases jogadas e a escritos no para/choque traseiro dos veículos automotores: mantenha distância; mais comum ainda que apressados a desobedeçam ao dirigir, fato que a tornou também uma lei de trânsito. A sinalização é clara: evite a colisão traseira, mantenha distância do veículo da frente.
O desrespeito a ela é causa de muitas mortes, não apenas no trânsito; nos desastres previamente anunciados como contaminação de mananciais; deslizamentos; enchentes – Mas, quando focamos as pessoas, principalmente nas mortes súbitas causadas por acidentes cardiovasculares como enfartes e derrames cerebrais. A maior incidência desses problemas é no repouso súbito, que funciona como uma brecada, especialmente após fases de grandes acelerações. Vivemos na época do tudo a jato, tudo para ontem, do não ficar para trás, e em conseqüência disso, de grandes perigos para quem se descuida, e, sai correndo com seu veículo físico (organismo) sem habilitação.
Vivemos na era dos detalhes, prestemos mais atenção neles e respeitemos as leis da vida. Nossa própria agradece.
A importância de respeitar a lei da inércia no cotidiano, esse é o nosso assunto.
Mudanças súbitas no estilo de vida nem sempre são opções planejadas, costumam aparecer no embalo da vida; nos “rachas” (prá ver quem é o maioral) feitos na calada da noite dos interesses - eles são muito mais desdobramentos de opções do que algo escolhido a dedo.
Muitos acidentes de percurso ocorrem porque andamos por aí meio sem destino certo, e até nos atropelando uns aos outros; porque não sabemos direito quem somos nem quem nos comanda e dirige. Alguns até apelam para o sobrenatural como na filosofia dos para/choques “dirigido por mim guiado por Deus”.
Alguém disse de forma resumida que temos um corpo, uma mente e uma alma; um detalhe que importa: Quem disse e quem ouviu? - Pois todos fizeram questão de imaginar que são entidades dissociadas cada um com seus problemas; problemas mentais problema da mente; os do corpo são dele e os da alma são dela ou até de Deus.
Pensando assim e agindo segundo esses princípios: vai sobrar para o coitado do corpo físico; inevitavelmente – Destino? – caixão; ou melhor; vala comum.
“Quando a mente não pensa o corpo padece”, todo mundo já ouviu esse ditado; mas nem parou para pensar cinco minutos nele. Nas aceleradas e nas brecadas da vida o corpo é a maior vítima e a mais indefesa. Claro que determinadas pessoas em determinadas situações apresentam problemas mais evidentes e graves no campo da mente e das emoções.
Alguns acidentes de percurso comuns:
Práticas esportivas que se interrompe de repente:
Quem praticou esportes durante a infância e a juventude toda e de repente espremido por compromissos de estudo e profissionais os abandona, está candidatando-se a pé na cova.
Também é comum que os que se excederam na carga dos exercícios, devido a uma lesão muscular ou articular sejam obrigados a ficar de molho; pior ainda para aqueles que interrompem as atividades esportivas e passam a dedicar-se ao levantamento de garfo e de copo.
Aposentadoria repentina ou não planejada:
Os que além de se aposentarem da profissão também o fazem do pensar, tomar decisões, planejar, estudar; entram na área de risco, e se somarem isso, ao mau uso do corpo, candidatam-se a adoecer rapidamente tanto no físico quanto na mente.
Pessoas de ritmo acelerado com os limites extrapolados; ou não; devem evitar uma vida de ratinho de laboratório presos na rotina que aliena, adoece e mata ou deixa os familiares malucos. Na relação familiar; muitas mulheres começam a entrar em pânico quando o marido está próximo de se aposentar; pois elas terão que reestruturar toda sua rotina, e logo começam a adoecer ou a se deprimir.
Transferências de trabalho:
Certas atividades profissionais acabam viciando as pessoas em excesso de adrenalina e outros mediadores; e quando tudo fica calmo muito de repente há o perigo da capotada.
Separações:
Relacionamentos tumultuados e que exigem muito das pessoas algum tempo depois de rompidos podem desencadear fortes estragos, em todos os envolvidos.
Perdas:
Quando perdemos de forma súbita coisas ou pessoas que achávamos que nos pertenciam, logo após passamos a correr risco de doenças e morte.
Somos capazes de apresentar uma resistência heróica enquanto cuidamos de uma pessoa muito doente que exige cuidados constantes, ás vezes por muitos anos, e quando a situação se resolve (quase sempre com a morte do doente) toda aquela fortaleza desaba e o grande vazio é preenchido por doenças do corpo ou da mente.
Co-dependência:
Não vivemos a própria vida e essa atitude aprendida no contexto da educação formal, nos põem em risco quando somos abandonados, traídos ou enviuvamos.
Invenção de problemas:
Grande parte do tempo, nós corremos atrás de soluções para problemas que só existem na nossa cabeça. Ficamos imaginando possíveis contratempos e dificuldades que nos impedirão de abraçarmos o mundo. Esse tipo de atitude desgasta e, subitamente, quando acordamos do cochilo e caímos na realidade somos capazes de morrer em vida ao nos tornarmos depressivos, angustiados ou em pânico.
Cair na real após um turbilhão de expectativas:
Viajamos na maionese por muito tempo; e um dia escorregamos e damos de cara com nós mesmos, nossas possibilidades com suas frustrações e desenganos; vale a pena furar um balão mágico de cada vez para que não nos machuquemos muito.
Não aprender a somar:
Algumas pessoas apresentam TOC para endividar-se.
Muitas são as situações capazes de gerar desastres coletivos que estamos cansados de saber; mas, nóis capota; mas num breca.
Remédios?
Na individualidade alguns bem naturais são meio amargos; mas, funcionam bem; melhor funcionavam; pois nada mais será como antes: doenças; sofrimento; perdas... O santo remédio: pensar bem antes de agir.
No coletivo: violência; agressões; roubos; prevaricações; guerras.
Remédio: pensar bem antes de fazer ao outro o que não gostamos que façam a nós.
Um bom exercício é dizermos para nós mesmos; a todo momento: - Baixa a bola Zé! Juízo Mané! – Desacelera! – Aprender a pilotar a máquina corporal! – Faz manutenção! – Faça o favor de não acrescentar seu desastre pessoal ao dos outros.
Cada um de nós é dotado de um artefato de progresso chamado inteligência sob a direção de um comando, o livre arbítrio; que possui várias teclas: vontade, desejo, conhecimento e ação; um livre arbítrio sozinho não é capaz de mudar o curso do desequilíbrio em andamento em Gaia; mas bilhões de livre arbítrio somados podem com certeza mudar o curso do desastre em andamento – O problema é: Como reunir essa liberdade de pensar, sentir, agir e direcioná-la para um mesmo foco inteligente e responsável? – Provavelmente somando de forma construtiva; levando as pessoas a pensar de forma clara e crítica sem dourar a pílula; sem tapar o sol com a peneira.
Se analisarmos o comportamento da maioria de nós; realmente; é fácil encontrar motivo para preocupações quanto ao futuro; pois, a aceleração do campo magnético do planeta nos levou a um comportamento cada dia mais maluco e nada responsável; quase coletivo.
O grande desastre coletivo que se avizinha; primeiro na grade energética; depois no físico; não tem data marcada para acontecer; já está acontecendo; é a somatória de cada uma das derrapadas e capotadas na individualidade – bilhões de pequenos desastres íntimos criam a falência da humanidade enquanto raça cósmica – esse é o problema real - Mas, para piorar, os arautos do desastre dos seus nem sempre confessáveis interesses; ás vezes até disfarçados de amor ao próximo - põem mais lenha na fogueira do medo; ao considerarem desastre; o que para a vida é natural; exemplo, quem disse que morte é problema? – Para natureza quase sempre é solução. O fim da aposentadoria é desastre? – Claro que para a natureza; não – pois o que acontece com um colega nosso de evolução; um leão; por exemplo; se ele resolve se aposentar não é preciso ser gênio para adivinhar o seu futuro (leão só se aposenta em ZOO – serviu a carapuça?). Quem disse que o final do sistema financeiro atual é problema? – Claro que ele é o responsável pela maioria dos sofrimentos coletivos da atualidade – Então se desaparecer e for substituído o que há de tão ruim? – Parecemos condenados que serão decapitados sem culpa aparente – mas, na hora do vamos ver; ficamos com dó do carrasco – O queremos? - Tomar o lugar dele? – Com certeza...
Identificar o que vem pela frente é fácil – basta prestar atenção ao que ocorre conosco, com os nossos e com os em torno; para deduzir para deduzir o final do filme: “Assim caminha a humanidade” – reescrito.
Banque o detetive dos chamados desastres íntimos dos outros para tentar resolver os seus: - E aí, tudo bem? – Ainda não sente aquele cansaço infernal? - Como vai o sono? A memória? A coluna vai bem? Não tem ainda nenhuma dorzinha pelo corpo? Diabetes? Pressão arterial em gangorra? Ainda consegue emagrecer? Como vai a auto - estima? Crises de urticária? Ninguém na família pirou? Ah! Só depressivos e em pânico? Só dois desempregados na família? Ninguém com o nome no SPC? Só três mortes na família no ano passado? – Ah! Está apegado em Deus – que bom; menos mal! – quem sabe possa realizar algo de útil – apenas não acrescentando seu desastre pessoal ao coletivo já está bom demais...
Constrangido sou obrigado a concordar em parte com os arautos do desastre coletivo; claro que segundo meu ponto de vista e não o da maioria.
Um dos focos da minha preocupação quanto ao final do filme: “Assim caminha a humanidade” - Aqui entre nós a filosofia de vida é:
“Nóis capota mas num breca”...
Nos excessos; vícios; destruição dos recursos naturais; enriquecimento lícito ou até ilícito; desmatamento; ocupação de áreas de risco; criação de escândalos no gerenciamento de recursos públicos – e claro; da destruição da própria saúde e recursos que a natureza nos dotou – Tudo em nome do ser vitorioso; rico; poderoso; feliz; aproveitar a vida ao extremo; enfim.
Quando se pára para pensar um tiquinho; a postura do sujeito “marrudo” e teimoso parece sem noção, até irresponsável.
No entanto, a filosofia do “nóis capota; mas num breca” como forma de comportamento cotidiano baseado na filosofia do quanto mais melhor; bem espelha a nossa posição frente a muitos acontecimentos na estrada da vida.
Não aprender a resistir aos mais imediatos interesses sem parar para avaliar as possíveis conseqüências, é um antigo e sério problema. Não podemos alegar ignorância, pois sabemos o que fazer; por exemplo, quem ainda não disse ou ouviu estas simples e sábias colocações: – “a pressa é inimiga da perfeição!” – “o apressado come cru!”, etc. Todos nós sabemos: para que uma tarefa seja bem executada é preciso realizá-la com competência e calma.
O que nos leva a fazer ao contrário?
Algumas leis da física quando recheadas de humor e conteúdo ético/moral podem ajudar na queda da ficha da compreensão de leis que regem o progresso humano.
De tanto elas se apresentarem teimosamente em nossas vidas até visualizamos algumas, mas fazemos questão de ignorá-las. E essa atitude nos sairá sempre muito cara e frustrante.
Analisemos uma dessas leis; a da inércia.
A cada minuto em algum lugar do mundo alguém está se referindo à aceleração das experiências:
- Pisaram no acelerador!
- A cada dia tudo passa mais rápido!
- A gente não tem mais tempo para nada!
- Você fica velho e nem percebe!
- Que coisa esquisita; eu não posso sair de férias que fico doente!
- Porque depois que tudo ficou bem eu é que fico mal?
- Será que não posso parar e descansar um pouco?
- Parece praga de urubu quando relaxo tudo acontece comigo!
- Estarei viciado em adrenalina?
Percebemos a aceleração; e até certo ponto os riscos que ela traz quando mal administrada; depois adoramos colocar o nome de fatalidade nos efeitos de escolhas que podem ser evitadas com relativa facilidade; tal e qual os atuais “desastres” como alagamentos; deslizamentos...
É comum que a ação da inércia se resuma a frases jogadas e a escritos no para/choque traseiro dos veículos automotores: mantenha distância; mais comum ainda que apressados a desobedeçam ao dirigir, fato que a tornou também uma lei de trânsito. A sinalização é clara: evite a colisão traseira, mantenha distância do veículo da frente.
O desrespeito a ela é causa de muitas mortes, não apenas no trânsito; nos desastres previamente anunciados como contaminação de mananciais; deslizamentos; enchentes – Mas, quando focamos as pessoas, principalmente nas mortes súbitas causadas por acidentes cardiovasculares como enfartes e derrames cerebrais. A maior incidência desses problemas é no repouso súbito, que funciona como uma brecada, especialmente após fases de grandes acelerações. Vivemos na época do tudo a jato, tudo para ontem, do não ficar para trás, e em conseqüência disso, de grandes perigos para quem se descuida, e, sai correndo com seu veículo físico (organismo) sem habilitação.
Vivemos na era dos detalhes, prestemos mais atenção neles e respeitemos as leis da vida. Nossa própria agradece.
A importância de respeitar a lei da inércia no cotidiano, esse é o nosso assunto.
Mudanças súbitas no estilo de vida nem sempre são opções planejadas, costumam aparecer no embalo da vida; nos “rachas” (prá ver quem é o maioral) feitos na calada da noite dos interesses - eles são muito mais desdobramentos de opções do que algo escolhido a dedo.
Muitos acidentes de percurso ocorrem porque andamos por aí meio sem destino certo, e até nos atropelando uns aos outros; porque não sabemos direito quem somos nem quem nos comanda e dirige. Alguns até apelam para o sobrenatural como na filosofia dos para/choques “dirigido por mim guiado por Deus”.
Alguém disse de forma resumida que temos um corpo, uma mente e uma alma; um detalhe que importa: Quem disse e quem ouviu? - Pois todos fizeram questão de imaginar que são entidades dissociadas cada um com seus problemas; problemas mentais problema da mente; os do corpo são dele e os da alma são dela ou até de Deus.
Pensando assim e agindo segundo esses princípios: vai sobrar para o coitado do corpo físico; inevitavelmente – Destino? – caixão; ou melhor; vala comum.
“Quando a mente não pensa o corpo padece”, todo mundo já ouviu esse ditado; mas nem parou para pensar cinco minutos nele. Nas aceleradas e nas brecadas da vida o corpo é a maior vítima e a mais indefesa. Claro que determinadas pessoas em determinadas situações apresentam problemas mais evidentes e graves no campo da mente e das emoções.
Alguns acidentes de percurso comuns:
Práticas esportivas que se interrompe de repente:
Quem praticou esportes durante a infância e a juventude toda e de repente espremido por compromissos de estudo e profissionais os abandona, está candidatando-se a pé na cova.
Também é comum que os que se excederam na carga dos exercícios, devido a uma lesão muscular ou articular sejam obrigados a ficar de molho; pior ainda para aqueles que interrompem as atividades esportivas e passam a dedicar-se ao levantamento de garfo e de copo.
Aposentadoria repentina ou não planejada:
Os que além de se aposentarem da profissão também o fazem do pensar, tomar decisões, planejar, estudar; entram na área de risco, e se somarem isso, ao mau uso do corpo, candidatam-se a adoecer rapidamente tanto no físico quanto na mente.
Pessoas de ritmo acelerado com os limites extrapolados; ou não; devem evitar uma vida de ratinho de laboratório presos na rotina que aliena, adoece e mata ou deixa os familiares malucos. Na relação familiar; muitas mulheres começam a entrar em pânico quando o marido está próximo de se aposentar; pois elas terão que reestruturar toda sua rotina, e logo começam a adoecer ou a se deprimir.
Transferências de trabalho:
Certas atividades profissionais acabam viciando as pessoas em excesso de adrenalina e outros mediadores; e quando tudo fica calmo muito de repente há o perigo da capotada.
Separações:
Relacionamentos tumultuados e que exigem muito das pessoas algum tempo depois de rompidos podem desencadear fortes estragos, em todos os envolvidos.
Perdas:
Quando perdemos de forma súbita coisas ou pessoas que achávamos que nos pertenciam, logo após passamos a correr risco de doenças e morte.
Somos capazes de apresentar uma resistência heróica enquanto cuidamos de uma pessoa muito doente que exige cuidados constantes, ás vezes por muitos anos, e quando a situação se resolve (quase sempre com a morte do doente) toda aquela fortaleza desaba e o grande vazio é preenchido por doenças do corpo ou da mente.
Co-dependência:
Não vivemos a própria vida e essa atitude aprendida no contexto da educação formal, nos põem em risco quando somos abandonados, traídos ou enviuvamos.
Invenção de problemas:
Grande parte do tempo, nós corremos atrás de soluções para problemas que só existem na nossa cabeça. Ficamos imaginando possíveis contratempos e dificuldades que nos impedirão de abraçarmos o mundo. Esse tipo de atitude desgasta e, subitamente, quando acordamos do cochilo e caímos na realidade somos capazes de morrer em vida ao nos tornarmos depressivos, angustiados ou em pânico.
Cair na real após um turbilhão de expectativas:
Viajamos na maionese por muito tempo; e um dia escorregamos e damos de cara com nós mesmos, nossas possibilidades com suas frustrações e desenganos; vale a pena furar um balão mágico de cada vez para que não nos machuquemos muito.
Não aprender a somar:
Algumas pessoas apresentam TOC para endividar-se.
Muitas são as situações capazes de gerar desastres coletivos que estamos cansados de saber; mas, nóis capota; mas num breca.
Remédios?
Na individualidade alguns bem naturais são meio amargos; mas, funcionam bem; melhor funcionavam; pois nada mais será como antes: doenças; sofrimento; perdas... O santo remédio: pensar bem antes de agir.
No coletivo: violência; agressões; roubos; prevaricações; guerras.
Remédio: pensar bem antes de fazer ao outro o que não gostamos que façam a nós.
Um bom exercício é dizermos para nós mesmos; a todo momento: - Baixa a bola Zé! Juízo Mané! – Desacelera! – Aprender a pilotar a máquina corporal! – Faz manutenção! – Faça o favor de não acrescentar seu desastre pessoal ao dos outros.
domingo, 24 de janeiro de 2010
A PRAGA DA SOJA – E A SÍNDROME DO “PEDRO BÓ”.
Ninguem representa melhor a opinião publica brasileira do que o personagem "Pedro Bó"
Será?
As pessoas comuns são, a cada dia, invadidas por informações lotadas de interesses; especialmente o $.
Na vida contemporânea, sem dúvida, as informações científicas a serviço da indústria e do comércio são as mais perigosas para nossa sanidade – e – a do planeta que no momento possui alguns inimigos de peso como as monoculturas de soja, cana e criação de gado; dentre outras.
Nesta época de aceleração das experiências: causa e efeito; já está quase saindo na mesma foto – claro que com isso, várias antes verdades científicas incontestáveis estão indo pro ralo, prá lixeira. – Nossa mas era tão recomendado isso!
“Verdades”, que antes, forçadamente, eram consideradas científicas; do tipo: se não tomar todo dia seu leitinho vai ficar com os ossos fraquinhos – vai parecer uma velhinha com osteoporose; na atualidade estão fora do contexto. Explico; nada contra a ciência; ao contrário; o problema é que sempre fixamos um foco; e então, nós esquecemos o resto; daí que as verdades são quase sempre meias verdades ou até pontos de vista que, quando contaminados pelos interesses tornam-se perigosos na forma de velhos hábitos e até de cacoetes científicos.
Talvez em virtude do ritmo de vida anterior havia mais tolerância a tudo que infringisse alguma lei da natureza; era raro ouvir falar sobre intolerância a isso ou aquilo – ou o próximo passo: na esteira vêm alergias e outros problemas mais graves - Na atualidade a intolerância é uma constante até no comportamento; a impressão que temos é que a maioria está com os nervos á flor da pele; sendo uma das maiores causas de violência e agressões.
Por exemplo, sempre fomos pouco tolerantes com relação á lactose por se tratar de um leite de outra espécie e pela infração á lei natural dos mamíferos: o desmame não efetuado; mas ela nunca foi tão noticiada e comentada como na atualidade.
Na vida não há coisas totalmente boas nem absolutamente ruins - Em tudo deve ser considerada a relação custo/benefício – Na vida contemporânea já se lança no mercado produtos que fazem questão de afirmar que, não contêm lactose para evitar ou até para ajudar a curar doenças como alergias – Mas, o assunto do nosso bate papo não são os problemas do consumo de leite e derivados – mas a soja – Então: Se você decidir cortar a lactose, o leite de arroz ou de outros cereais pode ser um substituto mais adequado; pois o leite de soja, principalmente para homens não é indicado. Claro que nem sempre os efeitos da intolerância e da alergia são perceptíveis de imediato; pois cada organismo tem seu nível de tolerância e forma de reagir – há pessoas que tomam leite de soja e não enfrentam nenhum efeito colateral imediato; mas num longo prazo torna-se complicado ligar um fato a outro – Mas quem sabe o Viagra não tenha como grande aliado o uso de leitinhos de soja que os marmanjos usam – Quem sabe? - Claro que, quem toma habitualmente não vai logo começar a falar fino nem a sentir uma irresistível vontade de fazer xixi sentado - mas, se algo acontecer veja o lado bom: pode deter a calvície ligada ao excesso de testosterona. Nesta vida de “Pedro Bó” perde-se uma; ganha-se outra – com isso a indústria dos efeitos colaterais está com a corda toda; levando “royalites” em cima de “royalites”.
Em quem acreditar sobre benefícios e malefícios?
Complicado para nosso DNA de “Pedro Bó”; pois nesse imbróglio científico e cultural, um dos nossos problemas é a vocação para sermos cobaias – Exemplo, a soja é recomendada para tratar os efeitos da menopausa; até aí tudo bem! - Mas - Por quê? – Será pelo fato de possuir grande quantidade de isoflavonas precursoras do hormônio feminino? – Parece que começamos a lidar com um problema que vai deixar os pais machões em polvorosa: estamos convivendo com a primeira geração dos viciados em leitinho e suquinho á base de soja; ao invés de beber água – Será que o aumento de garotos jeitosos, efeminados (nada a ver com homossexuais – isso é uma escolha do uso da sexualidade cada vez mais repeitada) e que tendem a desenvolver mais doenças como diabetes, câncer de mama, doenças da tireóide; será que isso tem a ver com a ingestão dos hormônios femininos da soja e da carne de frango? – E o aumento da incidência de câncer de mama nas mulheres tem algo a ver? - Quem sabe? – Mas quem está sorrindo de cabo a rabo é a indústria da beleza e dos cosméticos; pois o mercado se expandiu e diversificou; pois nunca se viu tantos machões preocupados com sua belezura.
Brincadeiras de “Professor Raimundo” á parte:
O que fazer?
Em países onde o raciocínio crítico é mais desenvolvido começam a surgir fortes restrições á indústria da soja – e - lá não entram no mercado, produtos para bebês, crianças e gestantes à base de soja - somente agora a “ciência” (a mesma que diz que pode; e, é bom; para depois; se desmentir - mas, sempre se dão bem; pois nossa memória é muito curta em todos os sentidos; até a memória política) – mas, e o que fazer com as cobaias anteriores que se deram mal? Olá “Pedro Bó”! – A ciência a serviço da indústria não está nem aí prá elas – que reclamem ao papa; pois a paquidérmica justiça de alguns países leva tudo para ser resolvido do outro lado da vida – e na aparente; sua própria contramão de interesses - ela está apenas começando a desvendar os efeitos num prazo mais alongado do uso abusivo e indiscriminado da soja; para depois recomendar e vender outro produto para compensar seus efeitos colaterais.
Claro que algumas mentes científicas da hora voltadas para o $ vão inventar novos usos para o produto – coisas modernosas como produtos para acentuar o lado feminino dos ainda homens – e – coisas do gênero de uso comercial dos efeitos colaterais de remédios e venenos.
Mas, a encrenca não fica nesse quesito apenas hormonal; outro grave problema é o nível de toxinas; que em estudos feitos por diversas universidades ao redor do mundo, tem se demonstrado perigosas para o nosso corpo. Estas toxinas são produzidas e potencializadas durante o processo de industrialização dos grãos de soja, que em sua forma natural, são de digestão difícil pelo corpo humano. Mesmo após a industrialização do grão, ainda assim, ele é mal digerido pelo corpo, além de conter todas as toxinas decorrentes do processo; especialmente o óleo. Sabe como se produz o óleo de soja e outros? – Vá verificar (depois dê uma passadinha pela construção das margarinas).
Trabalhos científicos mostram que suas proteínas são capazes de acentuar processos alérgicos; algumas pessoas são até mais alérgicas ás proteínas da soja do que á lactose.
Não fosse ela um alimento complicado para uso em larga escala; ainda há o sério problema das sementes transgênicas – segundo alguns comentários de cientistas a mudança no DNA da soja transgênica poderá até ser capaz de esterilizar as pessoas – algo que poderá ser comprovado quando a segunda ou até a terceira geração dos consumidores de soja transgênica se tornem estéreis – Pode ser apenas especulação; mas quem sabe? – Quem quer pagar para ver? – Com certeza muitos “Pedro Bó”– Talvez os mesmos que querem comprovar; se realmente o hábito de fumar produz todas as doenças que são veiculadas na mídia.
Mas, mestre Raimundo! - Se a soja é tão ruim assim, como então você só ouve coisas boas sobre ela? - Pedro Bó; com que freqüência você lê publicações científicas sobre o assunto? – Em quais pode confiar? - A indústria da soja é muito poderosa e rica – E as Universidades e centros de pesquisa sérios não saem fazendo propaganda de suas descobertas e estudos! Eles apenas publicam seus trabalhos e quem estiver interessado lê – “Pedro Bó”. Mas, a grande multidão de “Marocas” que é bombardeada pela propaganda da soja não tem capacidade de raciocínio crítico; e outra parte não está interessada nem quer saber de nada! – Seremos vítimas “Professor Raimundo”? – Claro que na maioria das vezes, não; “Pedro Bó”! – Mas até certo ponto; pois somos desinformados de forma voluntária a respeito de tudo que não queremos saber! – não estamos nem aí!
Como alimento básico da dieta ela deixa a desejar; pois a proteína da soja é incompleta para as nossas necessidades e seus aminoácidos são destruídos durante o processo de industrialização.
Na condição de ecochato e amigo do “Pedro Bó”- eu deixo a questão:
Se a soja e suas proteínas são até certo ponto tóxicas para nosso corpo; a ponto de algumas suspeitas a respeito de ajudar no desenvolvimento de certos tipos de câncer – qual sua utilidade? – Em quem devo acreditar? – Melhor ficar á espreita do que vai acontecer com os outros; pois “onde há fumaça há fogo” diz o ditado popular: daí, quando algum assunto comece a ficar controverso entre vários grupos de interesses – melhor esperar a poeira assentar. No caso da soja; não vou morrer de pronto; se evitar – Vou?
Quanto ao desastre ambiental que a monocultura da soja gera – com a palavra os especialistas. Quanto aos venenos que são usados na sua cultura com a palavra os bioquímicos e os engenheiros agrônomos não comprometidos com a indústria de um dos males do século: o envenenamento químico do planeta.
Mas, o que é a soja transgênica?
Na NET dá prá achar todos os tipos de críticas e defesas – ficamos apenas com o esclarecimento a respeito do que seja.
Vejamos uma delas:
“Ela contém um gen que a protege dos efeitos nocivos do herbicida Roundup (marca comercial da Monsanto para o princípio ativo Glyphosate), o qual funciona como herbicida total (secante que, a princípio, elimina todas as plantas, com exceção das transgênicas). Com isso, é possível a aplicação do Roundup durante a fase de desenvolvimento vegetativo, pois o herbicida elimina as plantas concorrentes e preserva a soja. A “Roundup Ready” (marca comercial da variedade geneticamente modificada pela Monsanto) não é mais produtiva que a convencional, pois ela não possui nenhuma outra qualidade que possa diferenciá-la, com exceção da resistência ao herbicida. A vantagem, segundo os grandes proprietários rurais que a plantaram, é de que seria possível reduzir a quantidade de herbicida, economizando na aplicação do produto, o que poderia diminuir os custos de produção – mas, o que se observa hoje é o contrário. Quem ganha com isso?
A lógica desta tecnologia é a mesma usada na produção da soja convencional, já que ela está baseada na aplicação de herbicida e numa crescente dependência das empresas fornecedoras que, com isso, faturam duplamente: uma com a venda da semente e outra com a venda do herbicida. O que é velho surge com cara de novo e é apresentado como símbolo de progresso e modernidade.
E os riscos tão comentados?
Quando se fala dos riscos, a discussão fica limitada a supostos futuros efeitos da manipulação genética sobre a saúde humana, os quais ainda não estariam confirmados. O perigo da dependência dos agricultores em relação ao monopólio das empresas, que certamente esperam um futuro pagamento de Royalties pela semente, e a incerteza na comercialização, pouco aparecem no debate.
Os efeitos do herbicida Glyphosate sequer são mencionados. Os representantes das empresas fornecedoras do produto alegam, inclusive, que se trata de um “medicamento” inofensivo para animais e seres humanos, o qual, em contato com o solo, se converteria em outras substâncias não tóxicas. Mas, na realidade, isso não confere. Glyphosate é uma substância química desenvolvida a partir do Agente Laranja, usado na guerra do Vietnã. Seus efeitos no Vietnã ainda hoje são visíveis, onde toda uma geração sofre de anomalias congênitas que afetam o normal desenvolvimento de seus braços e pernas. No início dos anos 1990 também foi constatado que o Glyphosate pode se combinar com os nitratos do solo, dando origem a uma nova substância: o nitrosoglyphosato, o qual pode ser responsável pelo surgimento de carcinomas (câncer) do fígado. Os efeitos sobre a saúde e o meio ambiente podem ser, ainda, mais prováveis se considerarmos que a maioria dos rios, fontes de água e solos estão sendo progressivamente contaminados com Glyphosate. Além disso, a transgenia permite que, no caso da soja transgênica, o herbicida seja aplicado sobre as plantas durante sua fase de desenvolvimento vegetativo, deixando resíduos nas plantas que podem repassar a contaminação aos grãos. E, no caso da soja transgênica, é óbvio que tenha sido usado Glyphosate no processo de produção, cujos resíduos podem ser verificados em exames dos grãos. Neste sentido, o temor dos consumidores diante da transgenia pode ser compreendido, pois os riscos inerentes a essa forma de produzir não podem ser subestimados”.
(Extraído da Revista Espaço acadêmico – Ano III – N 25 – Junho de 2003 – artigo de Antonio Inácio Andrioli).
Claro que no jogo de interesses em andamento a opinião publica vai ficar como sempre boiando...
Claro que muita gente iria cobrar - Ficamos devendo a receita do leite de arroz que também pode ser comprado pronto – assim como os de outros cereais.
“Leite de arroz integral
Um poderoso desintoxicante. Os nutricionistas dizem que o leite de arroz “descansa” os órgãos do corpo. Tem proteínas, vitamina B1 e niacina, responsáveis pela transformação das proteínas e carboidratos em energia.
Preparo: Deixe de molho por oito a dez horas, dois copos cheios de arroz. Leve ao fogo com o dobro de água. Exemplo: dois copos de arroz para quatro de água e assim proporcionalmente. O arroz deve ficar ao fogo sob a medida da mão, ou seja, assim que a mão não suportar mais o calor, é hora de desligar e abafar. Bata e coe várias vezes seguidas. Dois copos de arroz rendem meio litro de leite”.
Outras opções de leite de cereal : http://www.chacaradeorganicos.com.br/category/receitas/page/2/.
Essa foi nossa fonte de informação – outras pessoas e empresas fazem o mesmo trabalho; basta pesquisar.
A intenção básica deste bate papo foi a preocupação com o uso abusivo de sucos á base de soja que algumas crianças fazem com o aval dos pais – e do cardápio de lanche das escolas. – assunto a ser discutido com mais seriedade, pois as crianças estão indefesas; frente á mídia e á inércia de raciocínio crítico dos pais.
CHICO ANÍSIO – CADÊ VOCÊ?
Sua escolinha remodelada pode ser a salvação para muitas crianças da atualidade filhos do velho “Pedro Bó” e até os do antigo “Jeca Tatu” do saudoso Lobato; que hoje são pais e dirigentes de escolinhas da vida.
Veja a cena:
“Pedro Bó” – diabético:
“Mas, se não posso comer isso nem beber aquilo vou comer e beber o quê”?
Cuidado “Pedro Bó”; pois a intolerância das pessoas vai atacar a todos, que somos descuidados.
Pensa bem! – Afinal no palco da vida você não é mais um simples personagem; hoje você é o telespectador! – Olha sua responsabilidade!
Será?
As pessoas comuns são, a cada dia, invadidas por informações lotadas de interesses; especialmente o $.
Na vida contemporânea, sem dúvida, as informações científicas a serviço da indústria e do comércio são as mais perigosas para nossa sanidade – e – a do planeta que no momento possui alguns inimigos de peso como as monoculturas de soja, cana e criação de gado; dentre outras.
Nesta época de aceleração das experiências: causa e efeito; já está quase saindo na mesma foto – claro que com isso, várias antes verdades científicas incontestáveis estão indo pro ralo, prá lixeira. – Nossa mas era tão recomendado isso!
“Verdades”, que antes, forçadamente, eram consideradas científicas; do tipo: se não tomar todo dia seu leitinho vai ficar com os ossos fraquinhos – vai parecer uma velhinha com osteoporose; na atualidade estão fora do contexto. Explico; nada contra a ciência; ao contrário; o problema é que sempre fixamos um foco; e então, nós esquecemos o resto; daí que as verdades são quase sempre meias verdades ou até pontos de vista que, quando contaminados pelos interesses tornam-se perigosos na forma de velhos hábitos e até de cacoetes científicos.
Talvez em virtude do ritmo de vida anterior havia mais tolerância a tudo que infringisse alguma lei da natureza; era raro ouvir falar sobre intolerância a isso ou aquilo – ou o próximo passo: na esteira vêm alergias e outros problemas mais graves - Na atualidade a intolerância é uma constante até no comportamento; a impressão que temos é que a maioria está com os nervos á flor da pele; sendo uma das maiores causas de violência e agressões.
Por exemplo, sempre fomos pouco tolerantes com relação á lactose por se tratar de um leite de outra espécie e pela infração á lei natural dos mamíferos: o desmame não efetuado; mas ela nunca foi tão noticiada e comentada como na atualidade.
Na vida não há coisas totalmente boas nem absolutamente ruins - Em tudo deve ser considerada a relação custo/benefício – Na vida contemporânea já se lança no mercado produtos que fazem questão de afirmar que, não contêm lactose para evitar ou até para ajudar a curar doenças como alergias – Mas, o assunto do nosso bate papo não são os problemas do consumo de leite e derivados – mas a soja – Então: Se você decidir cortar a lactose, o leite de arroz ou de outros cereais pode ser um substituto mais adequado; pois o leite de soja, principalmente para homens não é indicado. Claro que nem sempre os efeitos da intolerância e da alergia são perceptíveis de imediato; pois cada organismo tem seu nível de tolerância e forma de reagir – há pessoas que tomam leite de soja e não enfrentam nenhum efeito colateral imediato; mas num longo prazo torna-se complicado ligar um fato a outro – Mas quem sabe o Viagra não tenha como grande aliado o uso de leitinhos de soja que os marmanjos usam – Quem sabe? - Claro que, quem toma habitualmente não vai logo começar a falar fino nem a sentir uma irresistível vontade de fazer xixi sentado - mas, se algo acontecer veja o lado bom: pode deter a calvície ligada ao excesso de testosterona. Nesta vida de “Pedro Bó” perde-se uma; ganha-se outra – com isso a indústria dos efeitos colaterais está com a corda toda; levando “royalites” em cima de “royalites”.
Em quem acreditar sobre benefícios e malefícios?
Complicado para nosso DNA de “Pedro Bó”; pois nesse imbróglio científico e cultural, um dos nossos problemas é a vocação para sermos cobaias – Exemplo, a soja é recomendada para tratar os efeitos da menopausa; até aí tudo bem! - Mas - Por quê? – Será pelo fato de possuir grande quantidade de isoflavonas precursoras do hormônio feminino? – Parece que começamos a lidar com um problema que vai deixar os pais machões em polvorosa: estamos convivendo com a primeira geração dos viciados em leitinho e suquinho á base de soja; ao invés de beber água – Será que o aumento de garotos jeitosos, efeminados (nada a ver com homossexuais – isso é uma escolha do uso da sexualidade cada vez mais repeitada) e que tendem a desenvolver mais doenças como diabetes, câncer de mama, doenças da tireóide; será que isso tem a ver com a ingestão dos hormônios femininos da soja e da carne de frango? – E o aumento da incidência de câncer de mama nas mulheres tem algo a ver? - Quem sabe? – Mas quem está sorrindo de cabo a rabo é a indústria da beleza e dos cosméticos; pois o mercado se expandiu e diversificou; pois nunca se viu tantos machões preocupados com sua belezura.
Brincadeiras de “Professor Raimundo” á parte:
O que fazer?
Em países onde o raciocínio crítico é mais desenvolvido começam a surgir fortes restrições á indústria da soja – e - lá não entram no mercado, produtos para bebês, crianças e gestantes à base de soja - somente agora a “ciência” (a mesma que diz que pode; e, é bom; para depois; se desmentir - mas, sempre se dão bem; pois nossa memória é muito curta em todos os sentidos; até a memória política) – mas, e o que fazer com as cobaias anteriores que se deram mal? Olá “Pedro Bó”! – A ciência a serviço da indústria não está nem aí prá elas – que reclamem ao papa; pois a paquidérmica justiça de alguns países leva tudo para ser resolvido do outro lado da vida – e na aparente; sua própria contramão de interesses - ela está apenas começando a desvendar os efeitos num prazo mais alongado do uso abusivo e indiscriminado da soja; para depois recomendar e vender outro produto para compensar seus efeitos colaterais.
Claro que algumas mentes científicas da hora voltadas para o $ vão inventar novos usos para o produto – coisas modernosas como produtos para acentuar o lado feminino dos ainda homens – e – coisas do gênero de uso comercial dos efeitos colaterais de remédios e venenos.
Mas, a encrenca não fica nesse quesito apenas hormonal; outro grave problema é o nível de toxinas; que em estudos feitos por diversas universidades ao redor do mundo, tem se demonstrado perigosas para o nosso corpo. Estas toxinas são produzidas e potencializadas durante o processo de industrialização dos grãos de soja, que em sua forma natural, são de digestão difícil pelo corpo humano. Mesmo após a industrialização do grão, ainda assim, ele é mal digerido pelo corpo, além de conter todas as toxinas decorrentes do processo; especialmente o óleo. Sabe como se produz o óleo de soja e outros? – Vá verificar (depois dê uma passadinha pela construção das margarinas).
Trabalhos científicos mostram que suas proteínas são capazes de acentuar processos alérgicos; algumas pessoas são até mais alérgicas ás proteínas da soja do que á lactose.
Não fosse ela um alimento complicado para uso em larga escala; ainda há o sério problema das sementes transgênicas – segundo alguns comentários de cientistas a mudança no DNA da soja transgênica poderá até ser capaz de esterilizar as pessoas – algo que poderá ser comprovado quando a segunda ou até a terceira geração dos consumidores de soja transgênica se tornem estéreis – Pode ser apenas especulação; mas quem sabe? – Quem quer pagar para ver? – Com certeza muitos “Pedro Bó”– Talvez os mesmos que querem comprovar; se realmente o hábito de fumar produz todas as doenças que são veiculadas na mídia.
Mas, mestre Raimundo! - Se a soja é tão ruim assim, como então você só ouve coisas boas sobre ela? - Pedro Bó; com que freqüência você lê publicações científicas sobre o assunto? – Em quais pode confiar? - A indústria da soja é muito poderosa e rica – E as Universidades e centros de pesquisa sérios não saem fazendo propaganda de suas descobertas e estudos! Eles apenas publicam seus trabalhos e quem estiver interessado lê – “Pedro Bó”. Mas, a grande multidão de “Marocas” que é bombardeada pela propaganda da soja não tem capacidade de raciocínio crítico; e outra parte não está interessada nem quer saber de nada! – Seremos vítimas “Professor Raimundo”? – Claro que na maioria das vezes, não; “Pedro Bó”! – Mas até certo ponto; pois somos desinformados de forma voluntária a respeito de tudo que não queremos saber! – não estamos nem aí!
Como alimento básico da dieta ela deixa a desejar; pois a proteína da soja é incompleta para as nossas necessidades e seus aminoácidos são destruídos durante o processo de industrialização.
Na condição de ecochato e amigo do “Pedro Bó”- eu deixo a questão:
Se a soja e suas proteínas são até certo ponto tóxicas para nosso corpo; a ponto de algumas suspeitas a respeito de ajudar no desenvolvimento de certos tipos de câncer – qual sua utilidade? – Em quem devo acreditar? – Melhor ficar á espreita do que vai acontecer com os outros; pois “onde há fumaça há fogo” diz o ditado popular: daí, quando algum assunto comece a ficar controverso entre vários grupos de interesses – melhor esperar a poeira assentar. No caso da soja; não vou morrer de pronto; se evitar – Vou?
Quanto ao desastre ambiental que a monocultura da soja gera – com a palavra os especialistas. Quanto aos venenos que são usados na sua cultura com a palavra os bioquímicos e os engenheiros agrônomos não comprometidos com a indústria de um dos males do século: o envenenamento químico do planeta.
Mas, o que é a soja transgênica?
Na NET dá prá achar todos os tipos de críticas e defesas – ficamos apenas com o esclarecimento a respeito do que seja.
Vejamos uma delas:
“Ela contém um gen que a protege dos efeitos nocivos do herbicida Roundup (marca comercial da Monsanto para o princípio ativo Glyphosate), o qual funciona como herbicida total (secante que, a princípio, elimina todas as plantas, com exceção das transgênicas). Com isso, é possível a aplicação do Roundup durante a fase de desenvolvimento vegetativo, pois o herbicida elimina as plantas concorrentes e preserva a soja. A “Roundup Ready” (marca comercial da variedade geneticamente modificada pela Monsanto) não é mais produtiva que a convencional, pois ela não possui nenhuma outra qualidade que possa diferenciá-la, com exceção da resistência ao herbicida. A vantagem, segundo os grandes proprietários rurais que a plantaram, é de que seria possível reduzir a quantidade de herbicida, economizando na aplicação do produto, o que poderia diminuir os custos de produção – mas, o que se observa hoje é o contrário. Quem ganha com isso?
A lógica desta tecnologia é a mesma usada na produção da soja convencional, já que ela está baseada na aplicação de herbicida e numa crescente dependência das empresas fornecedoras que, com isso, faturam duplamente: uma com a venda da semente e outra com a venda do herbicida. O que é velho surge com cara de novo e é apresentado como símbolo de progresso e modernidade.
E os riscos tão comentados?
Quando se fala dos riscos, a discussão fica limitada a supostos futuros efeitos da manipulação genética sobre a saúde humana, os quais ainda não estariam confirmados. O perigo da dependência dos agricultores em relação ao monopólio das empresas, que certamente esperam um futuro pagamento de Royalties pela semente, e a incerteza na comercialização, pouco aparecem no debate.
Os efeitos do herbicida Glyphosate sequer são mencionados. Os representantes das empresas fornecedoras do produto alegam, inclusive, que se trata de um “medicamento” inofensivo para animais e seres humanos, o qual, em contato com o solo, se converteria em outras substâncias não tóxicas. Mas, na realidade, isso não confere. Glyphosate é uma substância química desenvolvida a partir do Agente Laranja, usado na guerra do Vietnã. Seus efeitos no Vietnã ainda hoje são visíveis, onde toda uma geração sofre de anomalias congênitas que afetam o normal desenvolvimento de seus braços e pernas. No início dos anos 1990 também foi constatado que o Glyphosate pode se combinar com os nitratos do solo, dando origem a uma nova substância: o nitrosoglyphosato, o qual pode ser responsável pelo surgimento de carcinomas (câncer) do fígado. Os efeitos sobre a saúde e o meio ambiente podem ser, ainda, mais prováveis se considerarmos que a maioria dos rios, fontes de água e solos estão sendo progressivamente contaminados com Glyphosate. Além disso, a transgenia permite que, no caso da soja transgênica, o herbicida seja aplicado sobre as plantas durante sua fase de desenvolvimento vegetativo, deixando resíduos nas plantas que podem repassar a contaminação aos grãos. E, no caso da soja transgênica, é óbvio que tenha sido usado Glyphosate no processo de produção, cujos resíduos podem ser verificados em exames dos grãos. Neste sentido, o temor dos consumidores diante da transgenia pode ser compreendido, pois os riscos inerentes a essa forma de produzir não podem ser subestimados”.
(Extraído da Revista Espaço acadêmico – Ano III – N 25 – Junho de 2003 – artigo de Antonio Inácio Andrioli).
Claro que no jogo de interesses em andamento a opinião publica vai ficar como sempre boiando...
Claro que muita gente iria cobrar - Ficamos devendo a receita do leite de arroz que também pode ser comprado pronto – assim como os de outros cereais.
“Leite de arroz integral
Um poderoso desintoxicante. Os nutricionistas dizem que o leite de arroz “descansa” os órgãos do corpo. Tem proteínas, vitamina B1 e niacina, responsáveis pela transformação das proteínas e carboidratos em energia.
Preparo: Deixe de molho por oito a dez horas, dois copos cheios de arroz. Leve ao fogo com o dobro de água. Exemplo: dois copos de arroz para quatro de água e assim proporcionalmente. O arroz deve ficar ao fogo sob a medida da mão, ou seja, assim que a mão não suportar mais o calor, é hora de desligar e abafar. Bata e coe várias vezes seguidas. Dois copos de arroz rendem meio litro de leite”.
Outras opções de leite de cereal : http://www.chacaradeorganicos.com.br/category/receitas/page/2/.
Essa foi nossa fonte de informação – outras pessoas e empresas fazem o mesmo trabalho; basta pesquisar.
A intenção básica deste bate papo foi a preocupação com o uso abusivo de sucos á base de soja que algumas crianças fazem com o aval dos pais – e do cardápio de lanche das escolas. – assunto a ser discutido com mais seriedade, pois as crianças estão indefesas; frente á mídia e á inércia de raciocínio crítico dos pais.
CHICO ANÍSIO – CADÊ VOCÊ?
Sua escolinha remodelada pode ser a salvação para muitas crianças da atualidade filhos do velho “Pedro Bó” e até os do antigo “Jeca Tatu” do saudoso Lobato; que hoje são pais e dirigentes de escolinhas da vida.
Veja a cena:
“Pedro Bó” – diabético:
“Mas, se não posso comer isso nem beber aquilo vou comer e beber o quê”?
Cuidado “Pedro Bó”; pois a intolerância das pessoas vai atacar a todos, que somos descuidados.
Pensa bem! – Afinal no palco da vida você não é mais um simples personagem; hoje você é o telespectador! – Olha sua responsabilidade!
sábado, 23 de janeiro de 2010
EPIDEMIA DE DENGUE: MAIS UM DESASTRE ANUNCIADO
MAIS UM DESASTRE ANUNCIADO - MAS, O PERIGO ESTÁ POR VIR...
Quem avisa amigo é. A ação do atual El Nino já foi prevista desde ano passado. Até março muita água vai rolar gerando condições prá lá de favoráveis para a expansão do problema da dengue pelo aumento dos focos de criadouros do mosquito.
Por que não nos preparamos antecipando o problema através de um forte trabalho de prevenção?
Acima de tudo o problema é cultural; uma crônica falta de educação preventiva – nós somos a sociedade da gariba em todos os sentidos: estraga, conserta, estraga conserta. Não é apenas relaxo e descuido das “otoridades” a falha é coletiva – vejamos o caso do grave problema da resistência bacteriana aos antibióticos – a base do processso é a não finalização do tratamento: assim que os sintomas são aliviados interrompemos o tratamento – temos uma imensa dificuldade em manter atitudes preventivas e de resolução. No caso da dengue o alarde desnecessário que foi feito em torno da gripe H1N1 tirou o foco da população principalmente e continua a mesma porquice e falta de cuidados.
Usamos o começo desta epidemia em SJRP que já dá sinais de superar a de 2006 em larga escala – Sou bidú? – Claro que não; e o raciocínio é bem simples: não se educa ou reeduca as pessoas num passe de mágica – os criadouros vão continuar existindo – e as condições climáticas de chuvas intermitentes amplificam o problema de maneira desastrosa. É importante que as pessoas sejam alertadas para evitar o uso de analgésicos, especialmente o AAS e demais derivados do ácido salicílico – sob pena de transformar o processo em dengue hemorrágica.
Vejamos o noticiário:
Saúde
› Explosão
São José do Rio Preto, 23 de Janeiro, 2010 - 1:26
Dengue já supera em 616% os casos de janeiro de 2006
________________________________________
Graziela Delalibera
________________________________________
Thomaz Vita Neto
O coordenador Augusto Azevedo da Silva: por enquanto, surto
Rio Preto registrou mais 85 casos de dengue, segundo boletim da Secretaria Municipal de Saúde divulgado ontem. Com isso, sobe para 537 a quantidade de pacientes contaminados pela doença no município em janeiro. O número é 616% maior do que o de janeiro de 2006 (que teve 75 casos), quando a cidade viveu a maior epidemia de dengue de sua história, com 12.945 casos.
Segundo o coordenador da Vigilância Ambiental, Augusto Azevedo da Silva, embora o município ainda não enfrente uma epidemia neste ano (para isso, seriam necessários cerca de 1,3 mil casos confirmados), os números preocupam. “O que temos por enquanto são surtos isolados, que são o registro de uma grande quantidade de casos em um determinado período em alguns bairros da cidade.”
Representantes da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) estiveram em Rio Preto em dezembro, quando alertaram autoridades locais sobre o risco de epidemia no início deste ano. Em 2009, a cidade teve 1.231 casos da doença.
Arrastão
A situação mais crítica no momento é nos bairros Eldorado e Solo Sagrado, onde a Secretaria de Saúde, com a ajuda das secretarias de Serviços Gerais e Meio Ambiente, promove hoje, das 9h às 18h, o primeiro arrastão contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Os bairros são os que somam o maior número de pacientes com a doença em janeiro. A secretaria não forneceu o número de casos confirmados por bairro.
O arrastão irá envolver 300 agentes, que entrarão nas casas para orientar a população sobre medidas de prevenção, além de retirar potenciais criadouros do mosquito. O coordenador da Vigilância Ambiental pede que a população colabore, facilitando a entrada dos agentes e colocando suas orientações em prática no dia a dia.
Durante o arrastão, serão retirados pneus, latas, e outros recipientes que acumulam água. Silva observa, no entanto, que os moradores não devem colocar entulho nas calçadas. “São os próprios agentes que irão definir o que deverá ser retirado.” Ele disse que ações nesse sentido deverão ser programadas a cada semana a partir de agora. “A cada semana iremos avaliar onde serão feitas as intervenções.”
NOSSOS COMENTÁRIOS:
Essas dicas são muito valiosas – Quanto á citronela (uma planta muito parecida com a erva cidreira ou capim-cidrão) ela pode ser cultivada em vaso que se coloca próximo ás janelas e o odor que libera serve como repelente.
Muito cuidado com os inseticidas que se tornaram muito perigosos na construção e manutenção das doenças alérgicas (dentre outras); pois eles não têm mais odor forte e perdemos a referência do excesso.
Conforme já colocado em outros artigos que estão no bloog – a homeopatia pode ser um recurso valioso como preventivo (nada a ver com vacina) e como tratamento de eleição para uma cura rápida. Apenas um medicamento homeopático EUPATORIUM PERF. CH6 abrange boa parte dos sintomas da doença – Pode ser usado como preventivo: 5 gotas 1x ao dia (não importa a idade, nem peso – não há contra indicação) – pode ser diluído em água pra diminuir o gosto do etanol. Na vigência da doença deve ser tomado de 1/1h (exceto durante o sono) durante 2 a 3 dias – e pronto o paciente está de volta ao trabalho e ás suas atividades (a falta ao trabalho é um problema grave para a economia do país) – Caso haja algum sintoma diferente um médico homeopata pode ser consultado.
A prefeitura de Macaé pode oferecer aos interessados o seu esquema de prevenção já usado em outras cidades e em Cuba – os resultados são interessantes – o problema é que é muito barato; quase de graça – por isso não é adotado em muitos lugares.
Já sugerimos e voltamos a sugerir – provavelmente se alguém de Cuba tiver acesso á informação quem sabe coloquem lá em prática – pois, as condições de vida lá permitem a busca de tratamentos simples e muito baratos.
Conforme colocamos nos artigos a respeito da controvertida pandemia da H1N1 abafada pelo terremoto do Haiti – Interessante a vida humana e seus modernos perigos: quem sabe o vírus esteja esperando o desastre do terremoto do Haiti terminar; prá ir de novo pro palco iluminado da mídia – e - daí esteja dando uma trégua; provavelmente até começar a campanha da vacinação...
O preparo de um isoterápico a partir da cultura do vírus – pode dar resultados fantásticos como preventivo. Na falta de condições técnicas pode ser preparado um medicamento a partir do sangue de uma pessoa na vigência da doença simples demais; barato demais – talvez aí esteja a razão...
Todo cuidado é pouco – com relação á dengue meu amigo ET avisa para nos prepararmos para a dengue transmitida por um vírus moderno (mutante) sem a ajuda participativa do mosquito; criado nos laboratórios da natureza ou do homem- assim que surgir a notícia que começa nos rodapés das páginas da informação e vai ganhando espaço na mídia; assim como não quer nada – a respeito da possibilidade e de uma vacina ou remédio contra a dengue hemorrágica de preferência - fique esperto – pois, alguma coisinha já andou circulando por aí.
Mas, por enquanto, previna-se – se pegar a dengue – curta-a – nada como uma febre de 40 para curtir um delírio e aumentar o auto-conhecimento – leia no bloog:
QUE DELÍCIA DE FEBRE!
Quem avisa amigo é. A ação do atual El Nino já foi prevista desde ano passado. Até março muita água vai rolar gerando condições prá lá de favoráveis para a expansão do problema da dengue pelo aumento dos focos de criadouros do mosquito.
Por que não nos preparamos antecipando o problema através de um forte trabalho de prevenção?
Acima de tudo o problema é cultural; uma crônica falta de educação preventiva – nós somos a sociedade da gariba em todos os sentidos: estraga, conserta, estraga conserta. Não é apenas relaxo e descuido das “otoridades” a falha é coletiva – vejamos o caso do grave problema da resistência bacteriana aos antibióticos – a base do processso é a não finalização do tratamento: assim que os sintomas são aliviados interrompemos o tratamento – temos uma imensa dificuldade em manter atitudes preventivas e de resolução. No caso da dengue o alarde desnecessário que foi feito em torno da gripe H1N1 tirou o foco da população principalmente e continua a mesma porquice e falta de cuidados.
Usamos o começo desta epidemia em SJRP que já dá sinais de superar a de 2006 em larga escala – Sou bidú? – Claro que não; e o raciocínio é bem simples: não se educa ou reeduca as pessoas num passe de mágica – os criadouros vão continuar existindo – e as condições climáticas de chuvas intermitentes amplificam o problema de maneira desastrosa. É importante que as pessoas sejam alertadas para evitar o uso de analgésicos, especialmente o AAS e demais derivados do ácido salicílico – sob pena de transformar o processo em dengue hemorrágica.
Vejamos o noticiário:
Saúde
› Explosão
São José do Rio Preto, 23 de Janeiro, 2010 - 1:26
Dengue já supera em 616% os casos de janeiro de 2006
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Graziela Delalibera
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Thomaz Vita Neto
O coordenador Augusto Azevedo da Silva: por enquanto, surto
Rio Preto registrou mais 85 casos de dengue, segundo boletim da Secretaria Municipal de Saúde divulgado ontem. Com isso, sobe para 537 a quantidade de pacientes contaminados pela doença no município em janeiro. O número é 616% maior do que o de janeiro de 2006 (que teve 75 casos), quando a cidade viveu a maior epidemia de dengue de sua história, com 12.945 casos.
Segundo o coordenador da Vigilância Ambiental, Augusto Azevedo da Silva, embora o município ainda não enfrente uma epidemia neste ano (para isso, seriam necessários cerca de 1,3 mil casos confirmados), os números preocupam. “O que temos por enquanto são surtos isolados, que são o registro de uma grande quantidade de casos em um determinado período em alguns bairros da cidade.”
Representantes da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) estiveram em Rio Preto em dezembro, quando alertaram autoridades locais sobre o risco de epidemia no início deste ano. Em 2009, a cidade teve 1.231 casos da doença.
Arrastão
A situação mais crítica no momento é nos bairros Eldorado e Solo Sagrado, onde a Secretaria de Saúde, com a ajuda das secretarias de Serviços Gerais e Meio Ambiente, promove hoje, das 9h às 18h, o primeiro arrastão contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Os bairros são os que somam o maior número de pacientes com a doença em janeiro. A secretaria não forneceu o número de casos confirmados por bairro.
O arrastão irá envolver 300 agentes, que entrarão nas casas para orientar a população sobre medidas de prevenção, além de retirar potenciais criadouros do mosquito. O coordenador da Vigilância Ambiental pede que a população colabore, facilitando a entrada dos agentes e colocando suas orientações em prática no dia a dia.
Durante o arrastão, serão retirados pneus, latas, e outros recipientes que acumulam água. Silva observa, no entanto, que os moradores não devem colocar entulho nas calçadas. “São os próprios agentes que irão definir o que deverá ser retirado.” Ele disse que ações nesse sentido deverão ser programadas a cada semana a partir de agora. “A cada semana iremos avaliar onde serão feitas as intervenções.”
NOSSOS COMENTÁRIOS:
Essas dicas são muito valiosas – Quanto á citronela (uma planta muito parecida com a erva cidreira ou capim-cidrão) ela pode ser cultivada em vaso que se coloca próximo ás janelas e o odor que libera serve como repelente.
Muito cuidado com os inseticidas que se tornaram muito perigosos na construção e manutenção das doenças alérgicas (dentre outras); pois eles não têm mais odor forte e perdemos a referência do excesso.
Conforme já colocado em outros artigos que estão no bloog – a homeopatia pode ser um recurso valioso como preventivo (nada a ver com vacina) e como tratamento de eleição para uma cura rápida. Apenas um medicamento homeopático EUPATORIUM PERF. CH6 abrange boa parte dos sintomas da doença – Pode ser usado como preventivo: 5 gotas 1x ao dia (não importa a idade, nem peso – não há contra indicação) – pode ser diluído em água pra diminuir o gosto do etanol. Na vigência da doença deve ser tomado de 1/1h (exceto durante o sono) durante 2 a 3 dias – e pronto o paciente está de volta ao trabalho e ás suas atividades (a falta ao trabalho é um problema grave para a economia do país) – Caso haja algum sintoma diferente um médico homeopata pode ser consultado.
A prefeitura de Macaé pode oferecer aos interessados o seu esquema de prevenção já usado em outras cidades e em Cuba – os resultados são interessantes – o problema é que é muito barato; quase de graça – por isso não é adotado em muitos lugares.
Já sugerimos e voltamos a sugerir – provavelmente se alguém de Cuba tiver acesso á informação quem sabe coloquem lá em prática – pois, as condições de vida lá permitem a busca de tratamentos simples e muito baratos.
Conforme colocamos nos artigos a respeito da controvertida pandemia da H1N1 abafada pelo terremoto do Haiti – Interessante a vida humana e seus modernos perigos: quem sabe o vírus esteja esperando o desastre do terremoto do Haiti terminar; prá ir de novo pro palco iluminado da mídia – e - daí esteja dando uma trégua; provavelmente até começar a campanha da vacinação...
O preparo de um isoterápico a partir da cultura do vírus – pode dar resultados fantásticos como preventivo. Na falta de condições técnicas pode ser preparado um medicamento a partir do sangue de uma pessoa na vigência da doença simples demais; barato demais – talvez aí esteja a razão...
Todo cuidado é pouco – com relação á dengue meu amigo ET avisa para nos prepararmos para a dengue transmitida por um vírus moderno (mutante) sem a ajuda participativa do mosquito; criado nos laboratórios da natureza ou do homem- assim que surgir a notícia que começa nos rodapés das páginas da informação e vai ganhando espaço na mídia; assim como não quer nada – a respeito da possibilidade e de uma vacina ou remédio contra a dengue hemorrágica de preferência - fique esperto – pois, alguma coisinha já andou circulando por aí.
Mas, por enquanto, previna-se – se pegar a dengue – curta-a – nada como uma febre de 40 para curtir um delírio e aumentar o auto-conhecimento – leia no bloog:
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