EDUCAÇÃO ALIMENTAR - ASSASSINATO DE TERCEIRO E INFINITO GRAU.
Educar envolve todos os aspectos da vida como seres humanos; e nesta dimensão da vida um dos aspectos da educação que assume papel cada vez mais determinante entre continuar vivo ou desencarnar, é a nutrição em todos os sentidos imagináveis.
Ontem fiquei apavorado.
Ia atender uma criança pela primeira vez e demorei numa consulta de também primeira vez; fui alertado pela secretária que a mãe da próxima paciente ia embora, por que tinha uma consulta agendada com o neurologista daí a uma hora. Bem já estava no final e tudo deu certo – graças a Deus...
Em breves palavras ela me relatou o seguinte quadro patológico; que me trouxe á mente o que venho tentando dizer em vão ás pessoas: as crianças estão com doenças de idosos.
F.L.S de 5 anos tomava desde os 2 medicamentos para ficar mais calma; além das medicações tradicionais para IVAS e alergias; inclusive corticóides – Começou a engordar; foi identificada uma tireoidite de baixa e toma “puran” desde os 3 anos.
Resumindo: Freqüenta consultórios de idosos desde antes dos 5 anos: neurologista; alergista; gastro; cardiologista; endocrinologista; ginecologista (sangramento vaginal) e outros istas...
Fui procurado como salvador da pátria – claro que tive que sair pela tangente e neste caso me saí bem – segundo uma mestra de outro mundo que nos pediu para sermos ECOS dos outros na hora de servir – desta vez mediquei segundo a urgência homeopática – mandei retornar com 30 dias até a poeira produzida pela medicina baixar; para tentar desatar os nós dessa mixórdia.
Cá comigo, tive a impressão que a garota está com os dias contados – mas, uma esperança; uma luz no fim do túnel: a mãe é uma pessoa atrapalhada como todos nós; mas, simples; não muito contaminada pela pseudo sapiência; o que já é um alento para o futuro dessa criança.
Mas, fiquei feliz com uma tirada do momento: Ela se queixou da ansiedade da menina; mostrou as unhas todas roídas até o talo – Eu disse a ela: mãe não se preocupe com isso: pois, comer unha não engorda! (nossa paciente já deve estar muitos quilos acima do normal.
Vou começar a usar essa receita: Está com fome?
Coma as unhas...
Voltando á terra: Qual o futuro dessa criança?
Possivelmente caixão ou crematório em breve.
Mas, quem se importa com isso?
Quem se interessa - Melhor: Quem se engaja?
Amém.
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sexta-feira, 6 de março de 2009
domingo, 1 de março de 2009
A DIETA IDEAL - PARTE 2 - O SUPER HERÓI
A DIETA IDEAL
PARTE 2 - O SUPER HEROI CIENTISTA
Superada a fase do pensamento mágico a respeito da busca da dieta milagrosa.
Conhecendo um pouco a respeito de minha pessoa.
Passo a mastigar, antes de engolir, as informações (raciocínio crítico) recebidas; sejam leigas ou científicas. Pode parecer um contra senso, mas as científicas são menos digeríveis do que as leigas; pois elas são, na maioria das vezes uma mixórdia, uma colagem de conceitos publicados em trabalhos pouco confiáveis – claro que a maioria das opiniões e receitas leigas, também é uma coletânea de ouvir falar – Como confiar? – As leigas mais confiáveis são a das pessoas simples, com pouca instrução e raro acesso á mídia de ação rápida (TV) – Não caia em arapucas do tipo: ouvi no programa da fulana de tal, que sopa de bom bril emagrece (claro ele tem mil e uma utilidades; só perde para a coca – e pode ser considerada dieta leve).
Chame o super cientista:
Desse ponto em diante é hora de chamar o super amigo: nosso corpo – o super - herói; o super cientista que não quer nos vender nada nem lucrar.
Para muitos pode soar estranho que o corpo fale e com a máxima sabedoria; tão absortos estão em se deixar hipnotizar por conceitos tão idiotas como: diet, zero, só um pouquinho não faz mal; isso é bom pra isso, aquilo é bom para aquilo; contar calorias – Contar calorias como método para não engordar, é o cúmulo da sacanagem científica – se desse certo, nenhuma pessoa boa em matemática estaria com sobrepeso – vale a mesma coisa para os juros do cheque especial – Tanto para um quanto para outro caso; a matemática é simples e multiplicada por menos um. Para emagrecer coma menos e gaste mais – Para manter saudável sua conta bancária, só gaste o que já ganhou. Caiu na armadilha do crédito? – No problema do sobre peso aceite a desculpa do, só hoje que ninguém é de ferro; amanhã eu recomeço a dieta, etc. Na área financeira acredite em juro zero; taxas mais baratas, etc.
O que nosso super – herói particular pode fazer por nós?
Tudo e nada.
Basta aprender a ouvi-lo.
Sim ele fala!
Prestar atenção ao que ele diz; é coisa que poucos fazem.
Quantas vezes o coitado do nosso amigão tem que berrar; espernear com uma dor de estômago, azia, cefaléia – e a maioria faz ouvidos moucos – e ainda lhe dá um cala a boca que não te perguntei nada; com remédios produzidos e receitados por cientistas da hora.
Quase sempre as agressões perpetradas ao nosso super – herói; derivam do problema da digestão física, mental, emocional, afetiva e espiritual.
Lembra da velha estória: se a mente não pensa o corpo padece.
A paciência de nosso amigão é eterna?
Claro que não; pois até o saco de Deus tem limite.
Quando ele, o nosso mentor em tempo integral, nosso guia, nosso condutor na existência desiste de nós; de tão ignorado que foi (santo de casa não faz milagres?) – nosso destino é:
Caixão – crematório, vala comum, etc.
Obs.
Para os mais espiritualizados:
Como segundo o azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador e maravilhoso que adora brincadeiras. Adivinhem quem é o mentor que nos acompanha vinte e quatro horas por dia a guiar nossos passos nesta dimensão da vida? – Nada de Avatares nem anjos ou ETs; mas esse amigo de todas as horas:
Nosso corpo físico.
Está descontente com o seu?
Quem é o chefe?
Cansei.
Azulei.
Na próxima, prometo uma receita mágica...
Caso haja manifestação de interesse - Claro.
Mas, antes acabe de comer essa delícia.
PARTE 2 - O SUPER HEROI CIENTISTA
Superada a fase do pensamento mágico a respeito da busca da dieta milagrosa.
Conhecendo um pouco a respeito de minha pessoa.
Passo a mastigar, antes de engolir, as informações (raciocínio crítico) recebidas; sejam leigas ou científicas. Pode parecer um contra senso, mas as científicas são menos digeríveis do que as leigas; pois elas são, na maioria das vezes uma mixórdia, uma colagem de conceitos publicados em trabalhos pouco confiáveis – claro que a maioria das opiniões e receitas leigas, também é uma coletânea de ouvir falar – Como confiar? – As leigas mais confiáveis são a das pessoas simples, com pouca instrução e raro acesso á mídia de ação rápida (TV) – Não caia em arapucas do tipo: ouvi no programa da fulana de tal, que sopa de bom bril emagrece (claro ele tem mil e uma utilidades; só perde para a coca – e pode ser considerada dieta leve).
Chame o super cientista:
Desse ponto em diante é hora de chamar o super amigo: nosso corpo – o super - herói; o super cientista que não quer nos vender nada nem lucrar.
Para muitos pode soar estranho que o corpo fale e com a máxima sabedoria; tão absortos estão em se deixar hipnotizar por conceitos tão idiotas como: diet, zero, só um pouquinho não faz mal; isso é bom pra isso, aquilo é bom para aquilo; contar calorias – Contar calorias como método para não engordar, é o cúmulo da sacanagem científica – se desse certo, nenhuma pessoa boa em matemática estaria com sobrepeso – vale a mesma coisa para os juros do cheque especial – Tanto para um quanto para outro caso; a matemática é simples e multiplicada por menos um. Para emagrecer coma menos e gaste mais – Para manter saudável sua conta bancária, só gaste o que já ganhou. Caiu na armadilha do crédito? – No problema do sobre peso aceite a desculpa do, só hoje que ninguém é de ferro; amanhã eu recomeço a dieta, etc. Na área financeira acredite em juro zero; taxas mais baratas, etc.
O que nosso super – herói particular pode fazer por nós?
Tudo e nada.
Basta aprender a ouvi-lo.
Sim ele fala!
Prestar atenção ao que ele diz; é coisa que poucos fazem.
Quantas vezes o coitado do nosso amigão tem que berrar; espernear com uma dor de estômago, azia, cefaléia – e a maioria faz ouvidos moucos – e ainda lhe dá um cala a boca que não te perguntei nada; com remédios produzidos e receitados por cientistas da hora.
Quase sempre as agressões perpetradas ao nosso super – herói; derivam do problema da digestão física, mental, emocional, afetiva e espiritual.
Lembra da velha estória: se a mente não pensa o corpo padece.
A paciência de nosso amigão é eterna?
Claro que não; pois até o saco de Deus tem limite.
Quando ele, o nosso mentor em tempo integral, nosso guia, nosso condutor na existência desiste de nós; de tão ignorado que foi (santo de casa não faz milagres?) – nosso destino é:
Caixão – crematório, vala comum, etc.
Obs.
Para os mais espiritualizados:
Como segundo o azul Chico Buarque: Deus é um cara gozador e maravilhoso que adora brincadeiras. Adivinhem quem é o mentor que nos acompanha vinte e quatro horas por dia a guiar nossos passos nesta dimensão da vida? – Nada de Avatares nem anjos ou ETs; mas esse amigo de todas as horas:
Nosso corpo físico.
Está descontente com o seu?
Quem é o chefe?
Cansei.
Azulei.
Na próxima, prometo uma receita mágica...
Caso haja manifestação de interesse - Claro.
Mas, antes acabe de comer essa delícia.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
A CONQUISTA DA DIETA IDEAL
Neste bate papo com nossos leitores virtuais e pacientes – identifiquei uma preocupação de grande parte: a dieta – O que comer?
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
Nos dias atuais, embora as armadilhas sejam cada vez mais perigosas: agrotóxicos; aditivos alimentares, alimentos artificiais; indicar uma dieta não é tão complicado; mas hoje há tantos tipos no mercado que não é fácil dizer qual a melhor.
A única certeza: os grupos básicos de alimentos a serem ingeridos diariamente continuam valendo para todas elas.
Qual a melhor dieta para minha pessoa?
Primeiro é preciso definir: quem é a sua pessoa?
O conhecimento de nós mesmos é fundamental para definir o melhor tipo de dieta; por outro lado a dieta atual pode ajudar muito no auto – descobrimento; lembra da máxima: somos o que comemos?
Do que gosto?
Quais minhas origens raciais e de cultura?
A quantidade supre minhas necessidades?
Eu me alimento de forma regular?
Faço algum preparo para a refeição?
Quando termino a refeição – como me sinto: Ativo ou sonolento? Leve ou pesado? Feliz ou com sentimento de culpa?
Um pouco mais complicado é individualizar a dieta, várias metodologias ajudam a definir quais os alimentos mais indicados para nosso tipo, por exemplo, a dieta do grupo sanguíneo; o sistema da medicina ayurvédica (tipologia vata, Pitta e kapha); o sistema da medicina oriental, etc.
O problema maior consiste em implementar a dieta, colocá-la em prática; pois superar a educação, a cultura e as dificuldades do dia a dia; pode tornar-se uma tarefa além das nossas forças.
Outra pergunta que exige resposta:
Por que desejo mudar minha dieta?
Os motivos podem definir o bom ou mau resultado. É comum que as pessoas troquem causa por efeito. Por exemplo, mudanças de hábitos alimentares voltados para a perda de peso, raramente dão certo – a explicação é simples: perder peso na mudança de hábitos deve ser efeito e não meta; cada vez que uma pessoa com sobrepeso sobe na balança ela está alimentando seu subconsciente com um programa de auto-sabotagem; pois ainda está em conflito entre satisfazer suas necessidades afetivas e compensar seus conflitos com comida e o tênue desejo de adequar-se aos padrões de beleza ou até de continuar vivo (problemas de colesterol, diabetes, etc.).
Pense bem.
Identifique-se.
Clareie seus objetivos.
Recomendo a leitura do livro: “Quem ama cuida” – Edit. Petit – SP.
Logo recomeçamos.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
ABAIXO O BESTEIROL
ABAIXO A POLÍTICA DO POLITICAMENTE CORRETO...
Num mundo tão globalizado e doente; é difícil saber quem tem a patente do que.
Mas, antes de tudo é preciso combater o concorrente: A PANACÉIA.
Medicamento da hora: a panacéia atenua os sintomas da falta de discernimento dos que foram contaminados pelo vírus da preguiça de pensar a serviço do nosso mal querer, inventaram para nos manter: COBAIAS, de duas quatro ou nenhuma pernas.
Chega de: receitinhas de comadres cientistas com pós – graduação em encher lingüiça; de enrolação de padrecos e pastores; de vivos e de mortos do mesmo saco.
A receita para que nos tornemos de fato humanos: pensar de forma crítica e participativa (enfrentadora).
Dia destes, ouvi (espero que não tenha sido apenas eu) durante um trabalho uma informação que me deixou estonteado: “Vocês assumiram compromissos financeiros com causas; que não conseguem cumprir e nem são nossa meta principal”. Parando para pensar: muitos dos trabalhos que poderíamos e devemos desenvolver no grupo estão sendo sistematicamente bloqueados por intenções (bem intencionadas); mas, nada práticas para o momento atual. Como sempre: trocamos a causa pelo efeito.
Vamos para as ruas gritando e levantando a bandeira: ABAIXO O BESTEIROL!
Quem quiser entender que entenda.
Quem quiser continuar a tomar os remédios da panacéia que o faça...
Morte ou vida ao BESTEIROL?
Paz; mas nem tanta...
Num mundo tão globalizado e doente; é difícil saber quem tem a patente do que.
Mas, antes de tudo é preciso combater o concorrente: A PANACÉIA.
Medicamento da hora: a panacéia atenua os sintomas da falta de discernimento dos que foram contaminados pelo vírus da preguiça de pensar a serviço do nosso mal querer, inventaram para nos manter: COBAIAS, de duas quatro ou nenhuma pernas.
Chega de: receitinhas de comadres cientistas com pós – graduação em encher lingüiça; de enrolação de padrecos e pastores; de vivos e de mortos do mesmo saco.
A receita para que nos tornemos de fato humanos: pensar de forma crítica e participativa (enfrentadora).
Dia destes, ouvi (espero que não tenha sido apenas eu) durante um trabalho uma informação que me deixou estonteado: “Vocês assumiram compromissos financeiros com causas; que não conseguem cumprir e nem são nossa meta principal”. Parando para pensar: muitos dos trabalhos que poderíamos e devemos desenvolver no grupo estão sendo sistematicamente bloqueados por intenções (bem intencionadas); mas, nada práticas para o momento atual. Como sempre: trocamos a causa pelo efeito.
Vamos para as ruas gritando e levantando a bandeira: ABAIXO O BESTEIROL!
Quem quiser entender que entenda.
Quem quiser continuar a tomar os remédios da panacéia que o faça...
Morte ou vida ao BESTEIROL?
Paz; mas nem tanta...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
COMO COMEÇAR UMA CONSULTA MÉDICA COM O PÉ ESQUERDO
Começar mal uma relação médico - paciente é fácil:
Bata a porta. Entre de cara amarrada. Não cumprimente. Comece reclamando do atendimento do colega anterior; do sistema de saúde. Diga que está cansado de procurar ajuda e ninguém resolve seu problema. Faça o próprio diagnóstico. Pressione: Dr. O senhor é minha última esperança! Reclame do quanto esperou para ser atendido. Responda que não sabe por que está ali. Despeje a história da sua vida para justificar seus males. Seja prolixo. Descarregue na mesa do médico um calhamaço de velhos e mofados exames sem que ele peça. Fale que já procurou os melhores especialistas.
Enfim; encare o médico como um adversário; logo de cara... Essa é a melhor maneira de começar uma consulta com o pé esquerdo.
Que o sistema de saúde não funciona como deveria; não há como negar. Mas, o problema da saúde publica é mais cultural e educacional do que algo realmente pessoal; particular e específico.
Médicos não são seres de outro planeta, nem anjos, santos ou coisas do gênero; acima da atividade profissional são pessoas normais com necessidades normais, iguais a todo mundo.
Os médicos mercantilizaram a medicina? – Claro que não. Os intermediários o fizeram e com o consentimento de todos.
Vivemos na Era do ter, possuir, aparentar, comprar – doença, saúde e cura; sujeitou-se ao marketing: enquanto alguém achar que pode comprar saúde outro vai achar que pode vendê-la, a preços módicos, em prestações ou á vista muito caro. A medicina de grupo ou convênio veio dar o golpe de misericórdia nas relações médico – paciente. Uns acham que pagam muito e os médicos ganham pouco – Quem lucra? – Ninguém, pois os convênios estão quebrando; mesmo com toda a burocracia; inventaram e inventam mil formas de glosar e fazer com que o médico preencha mil formulários para dificultar os pedidos de exames e procedimentos; aumentam os custos dos locais de atendimento; estressam todo mundo e quem sai perdendo todos; é claro que muito mais os pacientes; pois de forma inconsciente para se vingar o médico continua transferindo o raciocínio diagnóstico para o exame de laboratório; se der alguma coisa alterada existe doença; caso contrário é problema emocional. Há solução? – Apenas depois de catarmos os cacos do sistema que está se auto-destruindo; mas, a saída está na educação; pois a maioria das doenças é falta de educação em viver e pobreza de cuidados com a própria vida.
Até que o processo detone para recomeçar em bases mais inteligentes:
Educação não faz mal a ninguém. Um sorriso nunca é demais.
Médico não é adversário; deve ser companheiro e parceiro...
Boa sorte.
Bata a porta. Entre de cara amarrada. Não cumprimente. Comece reclamando do atendimento do colega anterior; do sistema de saúde. Diga que está cansado de procurar ajuda e ninguém resolve seu problema. Faça o próprio diagnóstico. Pressione: Dr. O senhor é minha última esperança! Reclame do quanto esperou para ser atendido. Responda que não sabe por que está ali. Despeje a história da sua vida para justificar seus males. Seja prolixo. Descarregue na mesa do médico um calhamaço de velhos e mofados exames sem que ele peça. Fale que já procurou os melhores especialistas.
Enfim; encare o médico como um adversário; logo de cara... Essa é a melhor maneira de começar uma consulta com o pé esquerdo.
Que o sistema de saúde não funciona como deveria; não há como negar. Mas, o problema da saúde publica é mais cultural e educacional do que algo realmente pessoal; particular e específico.
Médicos não são seres de outro planeta, nem anjos, santos ou coisas do gênero; acima da atividade profissional são pessoas normais com necessidades normais, iguais a todo mundo.
Os médicos mercantilizaram a medicina? – Claro que não. Os intermediários o fizeram e com o consentimento de todos.
Vivemos na Era do ter, possuir, aparentar, comprar – doença, saúde e cura; sujeitou-se ao marketing: enquanto alguém achar que pode comprar saúde outro vai achar que pode vendê-la, a preços módicos, em prestações ou á vista muito caro. A medicina de grupo ou convênio veio dar o golpe de misericórdia nas relações médico – paciente. Uns acham que pagam muito e os médicos ganham pouco – Quem lucra? – Ninguém, pois os convênios estão quebrando; mesmo com toda a burocracia; inventaram e inventam mil formas de glosar e fazer com que o médico preencha mil formulários para dificultar os pedidos de exames e procedimentos; aumentam os custos dos locais de atendimento; estressam todo mundo e quem sai perdendo todos; é claro que muito mais os pacientes; pois de forma inconsciente para se vingar o médico continua transferindo o raciocínio diagnóstico para o exame de laboratório; se der alguma coisa alterada existe doença; caso contrário é problema emocional. Há solução? – Apenas depois de catarmos os cacos do sistema que está se auto-destruindo; mas, a saída está na educação; pois a maioria das doenças é falta de educação em viver e pobreza de cuidados com a própria vida.
Até que o processo detone para recomeçar em bases mais inteligentes:
Educação não faz mal a ninguém. Um sorriso nunca é demais.
Médico não é adversário; deve ser companheiro e parceiro...
Boa sorte.
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Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo