NÃO TENHO TEMPO PARA MAIS NADA
Amigos, perdão pela demora em retornar – coisas do moderno estilo de viver - Eu também cai nessa armadilha: a falta de tempo. Trago algumas reflexões sobre o assunto para que possamos trocar idéias.
Hoje, para nós que adotamos o estilo moderno de viver o dia precisaria de pelo menos trinta ou quarenta horas para que nossos velhos e novos compromissos pudessem ser atendidos. Por que nos atrapalhamos tanto com isso? Talvez pela tentativa de viver no presente baseado em conceitos de ontem; que sempre foi possível até alguns poucos anos, pois o fluxo dos acontecimentos era relativamente lento; daqui em diante, isso pode representar um perigo para a qualidade de vida e até para a própria existência. Pois, estamos travando, literalmente travando em vários aspectos, dentre outras coisas, por não entendermos o conceito tempo, senão segundo uma visão linear. Calendário e relógio marcam um espaço de tempo convencionado e não absolutamente real.
A cada dia que passa temos a sensação de que a passagem do tempo se faz mais rápido do que antes. Como aliviar?
Para entendermos as razões disso, basta agregar ao nosso conceito linear de perceber o tempo, algumas visões que nem são tão novas assim (Em 1905, Albert Einstein publicou a sua Teoria Especial da Relatividade).
- O tempo não é linear, nem absoluto. O tempo é relativo.
Não se pode falar de tempo ou de espaço, mas de espaço/tempo.
Tempo e espaço são elementos para descrever fenômenos.
O tempo depende da ordenação por um observador de uma série de eventos.
Dois observadores diferentes que se deslocam a velocidades diferentes; podem ordenar as experiências de forma diferente e até invertida.
Para ordenar nossas vivências mais antigas e tentar compreender as em andamento, podemos conceituar que o tempo real seja a experiência em andamento; Desse modo podemos agregar a parte subjetiva; pois em se tratando de vivências o estado psicológico e afetivo do observador pode mudar a percepção do tempo decorrido; e a forma de ordenar os eventos para medir o tempo torna-se também subjetiva. Depende da interpretação do observador.
Sob essa ótica, algumas dúvidas podem ser respondidas até com facilidade. É possível gerenciar o tempo? A afirmativa de que podemos criar tempo ou arrumar tempo, é verdadeira? É possível arrumar tempo para tudo?
A resposta é sim para quase todas as questões, basta que analisemos alguns fatores que formam nossa visão de mundo atual:
ESTILO DE VIDA
No mundo contemporâneo, as crianças são submetidas a um sistema de educação que privilegia a competição. Desde muito cedo começamos a correr contra tudo e contra o próprio tempo, desagregando e aprendendo a sermos tristes ou amargurados.
A vida infantil normal ou sem neura, é o protótipo do que deve ser a vida do homem: alegre, feliz, uma saudável, criativa e responsável brincadeira.
O sistema de educação atual tira isso da criança enchendo-a de expectativas e compromissos que não escolheu nem pediu.
Sob o domínio da alegria e do prazer de viver a passagem dos eventos é ordenada de forma diferente e as pessoas nem percebem o tempo passar.
EXCESSO DE INFORMAÇÃO
Somos induzidos a acreditar que a informação é tudo. Apenas se torna um vencedor quem detém a informação. A cada dia surge um novo tipo tecnologia capaz de informar com mais velocidade.
Excesso de informação deturpa a percepção do tempo, é como excesso de alimento: intoxica e até mata.
Sob a pressão de um volume excessivo dela nossa mente perde a capacidade de ordenar de forma adequada os eventos deformando o eixo do tempo.
PRESSÕES SOCIAIS
O medo de ficar de fora do que está acontecendo no mundo, de ficar para trás, de não usufruir das novas tecnologias, dos novos prazeres, do novo conforto é alimentado ao extremo pela mídia e todos os veículos de informação. Toda a formação profissional baseia-se nesse tipo de conquista. Isso faz com que as pessoas não tenham tempo para mais nada; exceto para amealhar recursos para consumir.
PRESSA
A ansiedade é um mecanismo mental/emocional. A pressa é a sua materialização na forma de atitudes e trabalho.
A pressa nos leva a tentarmos fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Sob seu comando tudo que fazemos é mal feito. Deturpamos e roubamos o próprio tempo, pois nessa condição não criamos nada novo e realizador; apenas refazemos sem cessar; num infindável recomeço.
Nunca confiemos nas realizações das pessoas apressadas. Se nosso trabalho depender do trabalho de alguém assim, vistoriemos o que ela fez para nossa própria segurança.
SEM TEMPO PARA PENSAR
Nossa maturidade psicológica, nos seus vários componentes, deixa a desejar. O volume de informações congestiona a capacidade que já detemos de escolher as experiências que desejamos viver, daí passamos a ser comandados pela mídia e o marketing que nos ajudam a criar necessidades, tão inúteis quanto desnecessárias.
Sob a pesada influência do pensamento mágico misturamos causas com efeitos. Pensamos pouco nas conseqüências das escolhas. Cremos e somos induzidos a tal: a acreditar em soluções simplórias para resolver os problemas que criamos tanto para nós quanto para os outros.
Assentamo-nos na mentira e na desculpa perante a própria consciência: todo mundo faz; então devo fazer também.
OBJETOS DO DESEJO CADA VEZ MAIS VOLÁTEIS
O estilo de vida atual é uma máquina infernal de criar expectativas e desejos tão desnecessários quanto inúteis. Da antiga e saudável esperança das pessoas, a cultura retirou a necessidade do planejamento e do trabalho em cima da realidade e das possibilidades de cada um. Criou-se um “monstrengo emocional”: a expectativa recheada de ansiedade e medo dela não se realizar. Isso deu margem a uma alienação e exploração chamada loteria, sorteios, programas de comunicação que iludem as pessoas, aos milhões, com sonhos possíveis apenas para um ou outro. Baseadas em técnicas de venda para explorar essa incapacidade delas de discernir entre a verdade e a mentira, entre a ilusão e a realidade.
Para os milhões de indivíduos alienados pelas expectativas inúteis a passagem do tempo tornar-se deturpada e doentia.
Quando vivemos uma vida sem esperanças verdadeiras e que não desejamos nem gostaríamos de ter, a insatisfação deturpa a percepção do tempo. O acúmulo de frustrações torna as pessoas irritadiças, amargas, frustradas, cruéis consigo e com as outras. Sentem-se vivendo num inferno onde o tempo não passa.
Deprimem-se feito crianças de mal com a vida e com o mundo. Ficam emburradas, como que á espera da morte chegar. Isso cria um clima psicológico devastador, pois tem tanto medo da morte que até anseiam por ela; no entanto fingem, brincam de faz de conta que ela não existe.
COMPROMISSOS
A ânsia de nos tornarmos vencedores invejados e elogiados o mais rápido possível, faz com assumamos tantos compromissos desnecessários e até inúteis.
Assumimos compromissos na base do impulso de momento, no embalo; e logo nos arrependemos. Covardes, ou com medo de desagradar aos outros nem sempre desfazemos os que nos infelicitam e que são estéreis.
Um dos motivos importantes para tantos compromissos inúteis que nos roubam o tempo, tornando-o cada dia mais escasso é a pobreza de discernimento e a ignorância de quem somos e o que fazemos aqui.
PREOCUPAÇÕES
Preocupação é a sensação de ansiedade mais medo, misturada a uma certeza de que nossas expectativas e desejos não são merecedores da realização, por falta de empenho, de lógica, de merecimento, de legalidade.
FALTA DE SOBERANIA EMOCIONAL
Fomos treinados a viver a vida dos outros para fugir das decisões e mudanças que precisamos realizar na nossa. De uma relação natural e inexorável de interdependência criamos relações de co-dependência, simbiose, parasitismo e vampirismo psíquico e emocional.
A ilusão é que podemos gerenciar e controlar a vida dos outros. A mentira é que a preocupação com os outros ou a co-dependência de seus sofrimentos e problemas vai levar alguém para o tal de céu; e assim desperdiçar o tempo vivendo situações alheias e não sobra tempo para cuidarmos das nossas.
ANSIEDADE
A ansiedade doentia do mundo contemporâneo é fruto da nossa incompetência em gerenciar a própria vida.
Quando permitimos que outra pessoa nos proponha desejos, necessidades, problemas e soluções que são dela; nesse caso, somos merecedores de viver ansiosos, angustiados, depressivos, em pânico.
A ansiedade doentia ou pressa de quem não sabe quem é, e o que quer para si, é um dos fatores da percepção deturpada do tempo.
MEDO
O medo doentio é um filhote da cultura que reforça nosso temor e ansiedade para que, depois alguém nos venda “baratinho” a solução em suaves prestações e, concorrendo a um objeto dos desejos por dia.
Medrosos, travamos a própria vida e paralisamos nosso progresso. Na vã tentativa de fugir dessa situação sem esforço a sociedade nos ensina desde criança a bancarmos o homem/avestruz que enfia a cabeça no buraco das ilusões e brinca de faz de conta que tudo está resolvido.
Vamos criar tempo para o que interessa de fato a cada um de nós e a todos?
Até logo mais.
Minha lista de blogs
domingo, 18 de maio de 2008
sábado, 26 de abril de 2008
ESTRANHA EPIDEMIA
ESTRANHA EPIDEMIA
Nas ultimas semanas atendemos a muitos casos de mulheres com queixa de prurido, manchas avermelhadas pelo corpo, que mudam de lugar e ás vezes permanecem localizadas. O aspecto é estranho, pois não se trata das clássicas placas de urticária, nem tampouco das lesões do tipo picada de inseto; mas, de um processo misto que ás vezes até lembra as lesões de uma doença chamada “Ptiriase rósea”. Claro que consultar um médico é necessário; todavia neste espaço nossa intenção é interagir.
Caso já tenha tentado as vias normais de tratamento sem o resultado esperado. Sugerimos algumas condutas:
· Anote as mudanças nos produtos de beleza – vá até a descrição dos produtos componentes da fórmula (leia a bula) – abuse do CAC da empresa.
· Analise seus pensamentos, sentimentos e atitudes que precederam ás lesões e coceira.
· Fuja dos corticóides. Apenas para exemplificar: aumentam o apetite compulsivo, retém líquido, são excelentes gatilhos para o diabetes, mudam a personalidade aumentando os sintomas da TPM, por exemplo.
· Reavaliar a dieta é uma boa; o que anda ingerindo de produtos diet, light e outras coisas do gênero?
Como facilitar a cura?
· Beba mais água do que o habitual – não beba nenhum líquido que não seja água da mais pura qualidade e de regiões diferentes – varie a marca da água.
· Coma mais frutas, verduras e legumes, se possível, sem agrotóxicos.
· Analise com critério sua situação afetiva, mental e emocional.
Feito isso, com calma e paciência tente entender os recados.
Nas ultimas semanas atendemos a muitos casos de mulheres com queixa de prurido, manchas avermelhadas pelo corpo, que mudam de lugar e ás vezes permanecem localizadas. O aspecto é estranho, pois não se trata das clássicas placas de urticária, nem tampouco das lesões do tipo picada de inseto; mas, de um processo misto que ás vezes até lembra as lesões de uma doença chamada “Ptiriase rósea”. Claro que consultar um médico é necessário; todavia neste espaço nossa intenção é interagir.
Caso já tenha tentado as vias normais de tratamento sem o resultado esperado. Sugerimos algumas condutas:
· Anote as mudanças nos produtos de beleza – vá até a descrição dos produtos componentes da fórmula (leia a bula) – abuse do CAC da empresa.
· Analise seus pensamentos, sentimentos e atitudes que precederam ás lesões e coceira.
· Fuja dos corticóides. Apenas para exemplificar: aumentam o apetite compulsivo, retém líquido, são excelentes gatilhos para o diabetes, mudam a personalidade aumentando os sintomas da TPM, por exemplo.
· Reavaliar a dieta é uma boa; o que anda ingerindo de produtos diet, light e outras coisas do gênero?
Como facilitar a cura?
· Beba mais água do que o habitual – não beba nenhum líquido que não seja água da mais pura qualidade e de regiões diferentes – varie a marca da água.
· Coma mais frutas, verduras e legumes, se possível, sem agrotóxicos.
· Analise com critério sua situação afetiva, mental e emocional.
Feito isso, com calma e paciência tente entender os recados.
domingo, 20 de abril de 2008
CONSIDERAÇÕES SOBRE A MORTE
O Dr. Domingo Braile, médico e cientista de São José do Rio Preto, interior de SP, é um pioneiro em várias artes da cardiologia clínica e cirúrgica. Profissional de ponta da área médica e cientista reconhecido no Brasil e no exterior. Tal e qual o que vos escreve (quem nem lhe chega aos pés), aventurou-se como cronista e escritor, colocando para o publico o que lhe vai na alma. E como não poderia deixar de acontecer levou tinta da opinião pública:
Essa foi a proposta, que levamos ao ar (escritamente) para um debate franco e aberto a todas as correntes de pensamento.
O que pensam a respeito os amigos?
Paz .
Tema lúbruge
Lendo a pg. 2A/Sábado, 19 de abril de 2008 – OPINIÃO – Diário da Região, deparei-me com a opinião-paradigma do leitor Paulo Serra Martins de Rio preto a respeito dos artigos do Dr. Domingo Braile sobre a morte – Por favor, nenhuma crítica, pois eu também fui educado segundo essa visão de vida e morte; mas, a responsabilidade sobre a mudança de paradigmas e de paradoxos é de cada um de nós, muda quem quiser, e quem se capacitar. Quisera eu como médico que, mais e mais colegas de profissão tivessem a ousadia de discutir esse tema de forma objetiva e desprovida de desequilíbrios emocionais, afetivos e religiosos; como o fez esse nosso patrimônio regional da categoria, que pelo que posso deduzir já aprendeu a abrir mão de uma condição de deus da vida e da morte.
Sou avesso a polêmicas; minhas colocações; originalmente não tem esta intenção. Mas, como colaborador (em dívida – pelas circunstâncias) do Jornal na Educação, tenho a obrigação de emitir minha simples opinião – pois, nosso Dr. Braile não precisa de defensores: Que tal abrir na cidade um fórum para discutir esse assunto que, deveria ser matéria de escola, desde os bancos iniciais? Que tal juntarmos médicos, pacientes, religiosos, educadores e interessados para discutir o assunto? Em tempo: discutir, não é enfiar goela abaixo do outro nossos ponto de vista.
Apenas para elucidar o amigo leitor, como médico de famílias que usa a homeopatia, os florais e a espiritualidade, atendo a um número significativo de pessoas que adoecem de forma até irreversível, em todos os sentidos e formas: psicológicas, emocionais e físicas - Apenas por que alguém morreu – será que ficaremos aqui nesta dimensão da vida para sempre? – Claro que não! – Então, donde o medo de encarar nosso futuro?
Esse é um fórum sem prazo para acabar; pois apenas usando essa página do jornal, já encontramos material para muitos assuntos relativos ao tema: Reciclagem ao alcance de todos (editorial) – Filosofia de vida (artigo de Ana Lúcia de Lima Garcia) – Desobediência civil (artigo de Waldo Villani Jr) – Na coluna cartas ao leitor: “A inteligência” – “Fafi” – “Diferenças” – “Educação”...
Apenas para ilustrar: para que uma melhor condição de vida seja atingida por cada um de nós e pela coletividade é preciso reciclar todos os conceitos e paradigmas de vida, em todos os sentidos e formas; não importa se, hoje gostamos deles ou não...
Minha gratidão ao querido colega e profissão e também ao querido leitor que ousou expressar seu ponto de vista e sua opinião a respeito de tão vital assunto. Pois, amigos leitores, nestes vinte anos de pesquisas a respeito da vida além da morte – sabem o que mais tenho ouvido e visto dos que estão do outro lado da vida? Eles não sabem que morreram para esta dimensão e atrasam tanto seu progresso quanto o dos que por aqui ainda permanecem.
Parabéns aos que tentam ensinar as pessoas a aproveitarem a existência, e; principalmente aos que se atrevam a ensinar as pessoas a morrerem com a dignidade necessária, para não atrapalhar sua caminhada nem a dos que ainda permanecem na tarefa de estar aqui, hoje presentes como vivos e não como mortos em vida: depressivos, angustiados ou em pânico.
Paz.
Dr. Américo Canhoto
Que tal discutirmos abertamente o tema morte?Lendo a pg. 2A/Sábado, 19 de abril de 2008 – OPINIÃO – Diário da Região, deparei-me com a opinião-paradigma do leitor Paulo Serra Martins de Rio preto a respeito dos artigos do Dr. Domingo Braile sobre a morte – Por favor, nenhuma crítica, pois eu também fui educado segundo essa visão de vida e morte; mas, a responsabilidade sobre a mudança de paradigmas e de paradoxos é de cada um de nós, muda quem quiser, e quem se capacitar. Quisera eu como médico que, mais e mais colegas de profissão tivessem a ousadia de discutir esse tema de forma objetiva e desprovida de desequilíbrios emocionais, afetivos e religiosos; como o fez esse nosso patrimônio regional da categoria, que pelo que posso deduzir já aprendeu a abrir mão de uma condição de deus da vida e da morte.
Sou avesso a polêmicas; minhas colocações; originalmente não tem esta intenção. Mas, como colaborador (em dívida – pelas circunstâncias) do Jornal na Educação, tenho a obrigação de emitir minha simples opinião – pois, nosso Dr. Braile não precisa de defensores: Que tal abrir na cidade um fórum para discutir esse assunto que, deveria ser matéria de escola, desde os bancos iniciais? Que tal juntarmos médicos, pacientes, religiosos, educadores e interessados para discutir o assunto? Em tempo: discutir, não é enfiar goela abaixo do outro nossos ponto de vista.
Apenas para elucidar o amigo leitor, como médico de famílias que usa a homeopatia, os florais e a espiritualidade, atendo a um número significativo de pessoas que adoecem de forma até irreversível, em todos os sentidos e formas: psicológicas, emocionais e físicas - Apenas por que alguém morreu – será que ficaremos aqui nesta dimensão da vida para sempre? – Claro que não! – Então, donde o medo de encarar nosso futuro?
Esse é um fórum sem prazo para acabar; pois apenas usando essa página do jornal, já encontramos material para muitos assuntos relativos ao tema: Reciclagem ao alcance de todos (editorial) – Filosofia de vida (artigo de Ana Lúcia de Lima Garcia) – Desobediência civil (artigo de Waldo Villani Jr) – Na coluna cartas ao leitor: “A inteligência” – “Fafi” – “Diferenças” – “Educação”...
Apenas para ilustrar: para que uma melhor condição de vida seja atingida por cada um de nós e pela coletividade é preciso reciclar todos os conceitos e paradigmas de vida, em todos os sentidos e formas; não importa se, hoje gostamos deles ou não...
Minha gratidão ao querido colega e profissão e também ao querido leitor que ousou expressar seu ponto de vista e sua opinião a respeito de tão vital assunto. Pois, amigos leitores, nestes vinte anos de pesquisas a respeito da vida além da morte – sabem o que mais tenho ouvido e visto dos que estão do outro lado da vida? Eles não sabem que morreram para esta dimensão e atrasam tanto seu progresso quanto o dos que por aqui ainda permanecem.
Parabéns aos que tentam ensinar as pessoas a aproveitarem a existência, e; principalmente aos que se atrevam a ensinar as pessoas a morrerem com a dignidade necessária, para não atrapalhar sua caminhada nem a dos que ainda permanecem na tarefa de estar aqui, hoje presentes como vivos e não como mortos em vida: depressivos, angustiados ou em pânico.
Paz.
Dr. Américo Canhoto
Essa foi a proposta, que levamos ao ar (escritamente) para um debate franco e aberto a todas as correntes de pensamento.
O que pensam a respeito os amigos?
Paz .
HISTERIA COLETIVA?
SENEGAL: Crianças sofrem de surto de histeria coletiva em escola
(Agência Estado)
“Mais de 50 meninas sucumbiram a um episódio qualificado por professores como “histeria coletiva” no Senegal. Elas gritaram desesperadamente e depois desmaiaram na sexta-feira (18/04/2008). As crianças precisaram ser hospitalizadas.
O comportamento estranho das meninas levou os bombeiros a fecharem a escola secundária onde ocorreu o incidente. Ao todo, 53 meninas e 2 garotos passaram pela experiência até agora sem explicação e foram levadas ao principal hospital de Dacar, a capital senegalesa.
“O fenômeno começou em uma das salas de aula da quinta série”, disse Adina Aidara, diretora da escola secundária Lamine Gueye, onde ocorreu o espisódio.
“Tês alunas perderam os sentidos. O mesmo fenômeno repetiu-se meia hora depois, durante o intervalo, desta vez envolvendo adolescentes. Ligamos para os bombeiros para que levassem as vítimas, relatou ela.
O episódio começou por volta das 9h locais. Ás 13, a escola informou ter enviado 55 alunos ao hospital em ambulância, sendo 53 meninas e 2 meninos. “Trata-se de algo totalmente extraordinário”, como comentou Aidara.
O coronel Diene Faye disse que a gravidade do fenômeno levou os bombeiros a fechar e a isolar a escola.
No hospital central de Dacar, pais angustiados procuravam pelas filhas.
Uma menina de 15 anos conversou com a imprensa deitada no leito hospitalar com a mãe ao lado e sob condição de anonimato. Ela contou que conversava com uma amiga na sala de aula quando sentiu uma forte dor de cabeça. “Doía tanto que eu comecei a gritar e depois desmaiei. Dali em diante eu não sabia mais onde estava”, relatou a garota.
Outra menina, também sob a condição de anonimato e com os pais ao lado, disse: “Não sei o que aconteceu. Comecei a suar. Senti meu corpo vibrar. Gritei muito alto. Era como se houvesse algo mais forte que eu dentro de meu corpo. Não sei o que aconteceu depois”.
Amigos, se não tivesse acesso a informações anteriores; essa pequena notícia teria passado em branco, confesso que na a teria registrado, seria apenas mais uma curiosa nota de rodapé. Mas, desde que presenciei uma cena para mim inédita: Nunca fui vidente, nem audiente – mas, há dois anos quando fui convidado a participar como palestrante em Curitiba num evento que reunia pessoas interessadas em espiritualidade e ufologia; jamais havia me deparado com algo semelhante: alguém em altos brados confrontar durante a palestra uma pessoa convidada, e principalmente sendo ela estrangeira. Para minha surpresa enxerguei na contestadora um vulto parecido com um dragão – um ser reptiliano. Em tempo, o assunto era o projeto HAARP – desenvolvido pelo governo dos EUA; hoje sabemos que vários outros projetos semelhantes estão sendo desenvolvidos pelas pessoas a serviço das sombras.
O que pedimos aos espíritas?
É vital reavaliar os conceitos de obsessão, implantes.
Solicitamos aos amigos mais familiarizados com estes problemas que nos auxiliem a explicar melhor aos que ainda não conseguiram se livrar dos paradigmas espirituais.
Bem vindas todas as explicações a estes experimentos...
Paz.
(Agência Estado)
“Mais de 50 meninas sucumbiram a um episódio qualificado por professores como “histeria coletiva” no Senegal. Elas gritaram desesperadamente e depois desmaiaram na sexta-feira (18/04/2008). As crianças precisaram ser hospitalizadas.
O comportamento estranho das meninas levou os bombeiros a fecharem a escola secundária onde ocorreu o incidente. Ao todo, 53 meninas e 2 garotos passaram pela experiência até agora sem explicação e foram levadas ao principal hospital de Dacar, a capital senegalesa.
“O fenômeno começou em uma das salas de aula da quinta série”, disse Adina Aidara, diretora da escola secundária Lamine Gueye, onde ocorreu o espisódio.
“Tês alunas perderam os sentidos. O mesmo fenômeno repetiu-se meia hora depois, durante o intervalo, desta vez envolvendo adolescentes. Ligamos para os bombeiros para que levassem as vítimas, relatou ela.
O episódio começou por volta das 9h locais. Ás 13, a escola informou ter enviado 55 alunos ao hospital em ambulância, sendo 53 meninas e 2 meninos. “Trata-se de algo totalmente extraordinário”, como comentou Aidara.
O coronel Diene Faye disse que a gravidade do fenômeno levou os bombeiros a fechar e a isolar a escola.
No hospital central de Dacar, pais angustiados procuravam pelas filhas.
Uma menina de 15 anos conversou com a imprensa deitada no leito hospitalar com a mãe ao lado e sob condição de anonimato. Ela contou que conversava com uma amiga na sala de aula quando sentiu uma forte dor de cabeça. “Doía tanto que eu comecei a gritar e depois desmaiei. Dali em diante eu não sabia mais onde estava”, relatou a garota.
Outra menina, também sob a condição de anonimato e com os pais ao lado, disse: “Não sei o que aconteceu. Comecei a suar. Senti meu corpo vibrar. Gritei muito alto. Era como se houvesse algo mais forte que eu dentro de meu corpo. Não sei o que aconteceu depois”.
Amigos, se não tivesse acesso a informações anteriores; essa pequena notícia teria passado em branco, confesso que na a teria registrado, seria apenas mais uma curiosa nota de rodapé. Mas, desde que presenciei uma cena para mim inédita: Nunca fui vidente, nem audiente – mas, há dois anos quando fui convidado a participar como palestrante em Curitiba num evento que reunia pessoas interessadas em espiritualidade e ufologia; jamais havia me deparado com algo semelhante: alguém em altos brados confrontar durante a palestra uma pessoa convidada, e principalmente sendo ela estrangeira. Para minha surpresa enxerguei na contestadora um vulto parecido com um dragão – um ser reptiliano. Em tempo, o assunto era o projeto HAARP – desenvolvido pelo governo dos EUA; hoje sabemos que vários outros projetos semelhantes estão sendo desenvolvidos pelas pessoas a serviço das sombras.
O que pedimos aos espíritas?
É vital reavaliar os conceitos de obsessão, implantes.
Solicitamos aos amigos mais familiarizados com estes problemas que nos auxiliem a explicar melhor aos que ainda não conseguiram se livrar dos paradigmas espirituais.
Bem vindas todas as explicações a estes experimentos...
Paz.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
MEU BEM MEU MAL
MEU BEM MEU MAL
Somos o que nos fizemos.
O que plantamos iremos colher.
Nesta dimensão onde nossa consciência se aperfeiçoa neste momento, aprendemos a desenvolver a individualidade ou ego e a agregá-la ao coletivo. Estamos sendo alfabetizados na arte de ler as coisas da vida e treinando dominar polaridades segundo um conjunto de regras básicas, denominadas Leis da Evolução ou Ascensão.
Uma das mais importantes lições e que neste momento nos interessa discutir, é a liberdade de escolher ou livre arbítrio.
Até onde somos livres?
Quais os fatores limitantes da liberdade?
Será que nossos mestres nos ensinam de forma clara que, as leis estão unidas numa teia energética? Exemplificam que nosso livre arbítrio está submetido á lei da relatividade e balizado pela de causa e efeito? Por exemplo, os efeitos das escolhas de ontem limitam ou amplificam minhas possibilidades de opções de hoje; as atuais determinarão minhas possibilidades futuras.
Nós criamos nosso ego o herdamos ou copiamos?
Na constituição de nossa individualidade, sempre tivemos possibilidades de escolhas. Decidir entre optar pela mansuetude ou pela agressividade, pela calma ou pressa, despojo ou avareza, intolerância ou paciência..., é escolha pessoal e intransferível – Será? Desenvolver virtudes ou cultivar defeitos de caráter é pura escolha – Será? Qual o papel da educação? Por que os engenheiros siderais bolaram esse sistema de entrada nesta dimensão da vida (reprodução)? Qual o papel dos pais? Quem são os educadores? Quem são os educandos? Será que a dependência da criança não será uma ponte para a percepção da interdependência?
Nosso desejo com estas considerações anteriores, é estender aos amigos deste bate papo, o que colocamos na abertura do livro “Pequenos descuidos: grandes problemas” quando usamos os momentos iniciais do filme “Gremlins” de Steven Spilberg como exemplo. Como, cada vez mais, tempo é dinheiro e papel também; achamos oportuno aproveitar a flexibilidade de recursos da Net para esclarecer melhor nossa intenção com esta analogia.
Para atender á Lei de reprodução: somos bem vindos.
Claro que separadas as imperfeições da nossa evolução (abortos, infanticídio), quando estamos para nascer somos esperados como uma benção divina, um presente; tanto que costumamos nos referir ao cara que está chegando como: Ganhei um filho! Ganhei uma netinha! Que coisinha fofa!...
Nascemos frágeis, puros, despertamos nos adultos sentimentos de doçura, desvelo, responsabilidade, etc. Representamos ao nascer o doce e cativante “mokay”, presenteado pelo pai ao seu filho (Deus e nós). Claro que as recomendações de como cuidar do “bichinho” vieram junto (leis de ascensão). Mas, entretidos pelo presente: compromissos, lazer, entretenimento (TV), relações sociais, necessidades fisiológicas, busca do prazer, etc.
Descuidamos, não cumprimos as regras básicas, e, como sempre, segundo a lei de causa e efeito: Pequenos descuidos: grandes problemas.
Transformamos nossos puros e dóceis “mokays” (nossa criança interior) em perigosos “gremlins” (adultos mal educados em todos os sentidos).
Mas, uma ressalva deve ser feita: ao contrário do desfecho do filme; nossos “gremlins” não podem nem devem ser exterminados; apenas educados para que voltem á condição de “mokay”. A quem cabe esse papel?
Aos educadores. Mas quem são eles? Onde se encontram?
Com a palavra os profissionais da área.
Nesta nossa atividade lúdica de brincar de médico, vamos usar a ansiedade mórbida para fazer uma analogia: suponhamos que ela seja um dos importantes bichos da nossa ecologia mental/emocional e que mal cuidado tornou-se agressivo e perigoso, como os “gremlins” do filme de Steven Spielberg. Como as regras não foram cumpridas: o “mokay” tornou-se um “gremlin” que precisa ser reconduzido à sua condição original, pois não pode ser exterminado. Cada um de nós tem o seus, e, é difícil discernirmos em que ponto ele está se transformando num perigoso predador da nossa paz e da nossa saúde. Quando nos descuidamos, só descobrimos quando a situação foge do controle e, corremos para um pronto-socorro onde um profissional especializado em tratar de “gremlins” apenas pode “anestesiar” o bicho, por algum tempo e com alguma dificuldade; pois pode demorar um pouco a encontrar o anestésico correto, que por sua vez, só dura um tempo e, só age até certo ponto. Para resolver o problema para sempre é preciso a ajuda de um especialista. O difícil é saber quem é, e, onde está ele, o especialista que deve ser chamado para continuar o tratamento. A situação complica-se quando alguns profissionais garantem que o bichinho “gremlim-ansiedade” vai ficar sob controle da “anestesia” para sempre, quando isso não é possível nem lógico e, muitos de nós, logo descobrimos nas recaídas, que esse, é um caminho enganoso.
O que fazer? A quem buscar? A quem recorrer?
Na verdade, a solução é simples. O que dificulta? Dentro de cada um de nós existe um outro “monstrinho” chamado preguiça e que adora se alimentar de ilusões e pensamentos mágicos como a cura passiva, comprada e vendida, sem esforço; o que, termina por atrapalhar o treinamento de domesticar a ansiedade, o egoísmo, o orgulho...
Conheço um médico fantástico que nos mostra o seguro caminho da cura definitiva, seu nome é Jesus e seus amigos.
Nenhum exame sofisticado, nenhum remédio milagroso substituirá o conhecimento, a vontade, o amor e a alegria.
Paz.
Dr. Américo Canhoto
Somos o que nos fizemos.
O que plantamos iremos colher.
Nesta dimensão onde nossa consciência se aperfeiçoa neste momento, aprendemos a desenvolver a individualidade ou ego e a agregá-la ao coletivo. Estamos sendo alfabetizados na arte de ler as coisas da vida e treinando dominar polaridades segundo um conjunto de regras básicas, denominadas Leis da Evolução ou Ascensão.
Uma das mais importantes lições e que neste momento nos interessa discutir, é a liberdade de escolher ou livre arbítrio.
Até onde somos livres?
Quais os fatores limitantes da liberdade?
Será que nossos mestres nos ensinam de forma clara que, as leis estão unidas numa teia energética? Exemplificam que nosso livre arbítrio está submetido á lei da relatividade e balizado pela de causa e efeito? Por exemplo, os efeitos das escolhas de ontem limitam ou amplificam minhas possibilidades de opções de hoje; as atuais determinarão minhas possibilidades futuras.
Nós criamos nosso ego o herdamos ou copiamos?
Na constituição de nossa individualidade, sempre tivemos possibilidades de escolhas. Decidir entre optar pela mansuetude ou pela agressividade, pela calma ou pressa, despojo ou avareza, intolerância ou paciência..., é escolha pessoal e intransferível – Será? Desenvolver virtudes ou cultivar defeitos de caráter é pura escolha – Será? Qual o papel da educação? Por que os engenheiros siderais bolaram esse sistema de entrada nesta dimensão da vida (reprodução)? Qual o papel dos pais? Quem são os educadores? Quem são os educandos? Será que a dependência da criança não será uma ponte para a percepção da interdependência?
Nosso desejo com estas considerações anteriores, é estender aos amigos deste bate papo, o que colocamos na abertura do livro “Pequenos descuidos: grandes problemas” quando usamos os momentos iniciais do filme “Gremlins” de Steven Spilberg como exemplo. Como, cada vez mais, tempo é dinheiro e papel também; achamos oportuno aproveitar a flexibilidade de recursos da Net para esclarecer melhor nossa intenção com esta analogia.
Para atender á Lei de reprodução: somos bem vindos.
Claro que separadas as imperfeições da nossa evolução (abortos, infanticídio), quando estamos para nascer somos esperados como uma benção divina, um presente; tanto que costumamos nos referir ao cara que está chegando como: Ganhei um filho! Ganhei uma netinha! Que coisinha fofa!...
Nascemos frágeis, puros, despertamos nos adultos sentimentos de doçura, desvelo, responsabilidade, etc. Representamos ao nascer o doce e cativante “mokay”, presenteado pelo pai ao seu filho (Deus e nós). Claro que as recomendações de como cuidar do “bichinho” vieram junto (leis de ascensão). Mas, entretidos pelo presente: compromissos, lazer, entretenimento (TV), relações sociais, necessidades fisiológicas, busca do prazer, etc.
Descuidamos, não cumprimos as regras básicas, e, como sempre, segundo a lei de causa e efeito: Pequenos descuidos: grandes problemas.
Transformamos nossos puros e dóceis “mokays” (nossa criança interior) em perigosos “gremlins” (adultos mal educados em todos os sentidos).
Mas, uma ressalva deve ser feita: ao contrário do desfecho do filme; nossos “gremlins” não podem nem devem ser exterminados; apenas educados para que voltem á condição de “mokay”. A quem cabe esse papel?
Aos educadores. Mas quem são eles? Onde se encontram?
Com a palavra os profissionais da área.
Nesta nossa atividade lúdica de brincar de médico, vamos usar a ansiedade mórbida para fazer uma analogia: suponhamos que ela seja um dos importantes bichos da nossa ecologia mental/emocional e que mal cuidado tornou-se agressivo e perigoso, como os “gremlins” do filme de Steven Spielberg. Como as regras não foram cumpridas: o “mokay” tornou-se um “gremlin” que precisa ser reconduzido à sua condição original, pois não pode ser exterminado. Cada um de nós tem o seus, e, é difícil discernirmos em que ponto ele está se transformando num perigoso predador da nossa paz e da nossa saúde. Quando nos descuidamos, só descobrimos quando a situação foge do controle e, corremos para um pronto-socorro onde um profissional especializado em tratar de “gremlins” apenas pode “anestesiar” o bicho, por algum tempo e com alguma dificuldade; pois pode demorar um pouco a encontrar o anestésico correto, que por sua vez, só dura um tempo e, só age até certo ponto. Para resolver o problema para sempre é preciso a ajuda de um especialista. O difícil é saber quem é, e, onde está ele, o especialista que deve ser chamado para continuar o tratamento. A situação complica-se quando alguns profissionais garantem que o bichinho “gremlim-ansiedade” vai ficar sob controle da “anestesia” para sempre, quando isso não é possível nem lógico e, muitos de nós, logo descobrimos nas recaídas, que esse, é um caminho enganoso.
O que fazer? A quem buscar? A quem recorrer?
Na verdade, a solução é simples. O que dificulta? Dentro de cada um de nós existe um outro “monstrinho” chamado preguiça e que adora se alimentar de ilusões e pensamentos mágicos como a cura passiva, comprada e vendida, sem esforço; o que, termina por atrapalhar o treinamento de domesticar a ansiedade, o egoísmo, o orgulho...
Conheço um médico fantástico que nos mostra o seguro caminho da cura definitiva, seu nome é Jesus e seus amigos.
Nenhum exame sofisticado, nenhum remédio milagroso substituirá o conhecimento, a vontade, o amor e a alegria.
Paz.
Dr. Américo Canhoto
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