quinta-feira, 17 de julho de 2025

 AMAR É RECRIAR A PRÓPRIA VIDA?


“Atire a primeira pedra aquele que nunca sofreu por amor” disse o poeta.

Aprender a amar é uma lenta conquista; talvez eterna enquanto dure.

Aproveitando o momento dos desatinos diários, até com possíveis cruéis assassinatos, veiculados na mídia; que se originam pela nossa forma equivocada de entender o amor; pegando carona abordei o assunto no livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed. Viseu.

Viver por viver, ao sabor dos acontecimentos, pouco ou nada tem de humano.

É lógico que a criação tenha objetivos.

Quem sou eu?
Quem somos nós?
O que fazemos aqui?

Perguntas básicas que exigem respostas simples – dentre elas:

Para amar é preciso recuperar a própria identidade

Sabe quem somos e o que viemos fazer aqui. Identificou os próprios valores e se estão alinhados às leis naturais que regem a evolução universal.
Não aceita os objetos dos desejos dos outros como uma condição para ser feliz, amar ou ser amado; nem ser manipulado, conduzido.
Difícil conquistar a maturidade da alma se permitirmos que os outros pensem por nós e determinem nossas escolhas, pois ninguém pode evoluir pelo outro.

Além disso:

É preciso adquirir soberania emocional.

Um ser amoroso sabe e sente que a felicidade está dentro de si mesmo. Para isso, precisa de tranqüilidade de consciência que não se perturba com simples provas a serem superadas.
Está ciente que nenhuma pessoa, posse, bem material ou sensação vai torná-lo feliz ou infeliz, senão por breves momentos.
Esse ser potencialmente amoroso vai usufruir plenamente de tudo e de todos; sem sentir-se dono de nada nem de ninguém, - e oferecerá aos outros sempre o melhor que dispuser de si em cada momento; executando as mínimas tarefas com humildade.

Amar é recriar a própria vida a cada novo instante.

Viver é pensar, sentir, analisar e agir o tempo todo.
O amor é inteligente; daí: é criativo de forma ininterrupta.
Um ser que se ama e que ama a tudo e a todos se mantém sempre vivo/criativo, e cuida para não se tornar um morto em vida.

Viver é objetivar.
Um ser amoroso estuda a si próprio; nunca ele perde de vista suas metas; crê nelas; desenvolve a confiança, que marca a certeza daquilo que deseja alcançar. Daí, ele confere sempre se os seus objetivos de vida estão alinhados às leis naturais.

Sempre se questiona:
Quais minhas razões para viver?
Estão atualizadas?


domingo, 13 de julho de 2025

 

IMUNIDADE FÍSICA E ENERGÉTICA 


VACINAS PARA ALGUMAS DOENÇAS CONTAGIOSAS DA CONSCIÊNCIA

 

Como tudo é energia em várias frequências a IMUNIDADE pode ser avaliada também segundo seu padrão vibratório e várias patologias altamente contagiosas da alma podem ser evitadas.

 

Hoje abordaremos.

 

    EXPLORAÇÃO INTELECTUAL:

   

    Doença muito parecida com a credulidade conhecida também hoje como fake news.

    O diagnóstico diferencial para nos vacinarmos embora seja simples, exige muito treino.

 

Pois:

    Quando se trata de vacinar bicho que pensa contra bicho que não pensa, quase sempre dá certo; mas em se tratando de ser humano nem tanto. Aí, o bicho pega. Palavras exprimem ideias, conceitos, fatos; mas sempre estão sujeitas a interpretações tanto objetivas quanto subjetivas.

 

    Por exemplo: explorados e os que se deixam explorar são parasitas uns dos outros.

 

Complicado saber quem é quem, são muito parecidos, quase do mesmo tamanho, todos tem cabeça tronco e membros, olhos ouvidos, nariz e garganta, mais ou menos pelos ou penugens. Até falam, alguns até conseguem se comunicar com os outros de forma clara e até lúcida.

 

    Sempre foi assim, uns pensam mais que outros e tentam lhes vender sua forma de enxergar as coisas. Revendem suas interpretações para satisfazer seus desejos e até as suas necessidades mais desnecessárias...

 

    No entanto, antes de ficarmos chamando as pessoas de preguiçosas, é preciso que se dê o devido desconto; os que pensam mais usam de muitos ardis, principalmente, exploram o medo e a preguiça da maioria; às vezes, chegam ao terrorismo psicológico para vender e valorizar seus produtos. Ou então, mentem descaradamente sobre as vantagens, escondendo os perigos e os riscos (vale a pena rever todos os conceitos de ontem e de hoje de mídia e marketing).

 

Uma das vacinas no caso pode ser a de não confiar no que ouvimos ou lemos sem ver; checar...

 

 

PARADOXOS:

   

    A intoxicação intelectual e emocional criada pelo excessivo consumo de paradoxos deteriora o sistema nervoso e faz com que as pessoas pensem uma coisa, falem outra e, executem o que não corresponde ao que pensaram nem ao que falaram...

    O agente doentio da mesma família chamado “intoxicação paradoxal” cria uma doença mai


s complexa chamada cretinização intelectual, doença perigosa que pode destruir a capacidade de humanização até por milênios ou um espaço de tempo que não pode ser contado nem no relógio nem no calendário.

 

Próxima parada: Tradição e cultura

 

sábado, 12 de julho de 2025

 VACINE-SE CONTRA A TRISTEZA

Mas não enlouqueça seu sistema imunitário da afetividade.
Vacine-se calmamente de uma coisa de cada vez com tempo para curtir a vacinagem entre uma e outra sem piração...
Alegria e tristeza são emoções e forma de se sentir contagiosas.
Isso pega:
De repente alguém começa a rir, e sem que consigam controlar os que estão em volta também disparam a dar risada sem saber a razão.
É como se alegria fosse capaz de contagiar.
E é...
Cuidado a prevenção ativa também é necessária.
Pois:
A tristeza e o mau humor também são contagiosos...
Para que a vacinação contra a tristeza seja eficaz e com poucos efeitos colaterais:
O ideal é buscarmos sempre que possível a companhia de pessoas que irradiam alegria.
Procure cultivar a alegria e a felicidade íntima para que seja capaz de contaminar as outras pessoas.
Nunca lhe faltarão bons amigos; pois sem perceber as pessoas: buscam em outros a alegria que às vezes lhes falta naquele momento...
Há perigo de efeitos colaterais no abuso?
Chorar e rir ao mesmo tempo não é bom sinal...
Cuidado com o tôrrrino e tôchorano ao mesmo tempo; pois a bipolaridade alegróide chororosa é uma das doenças da moda...
Ah! Mas tem coisa que a gente não pode rir né não?
Tipo na Igreja?
Tudo bem que Gisuis tá vendo; mas se possível não segure a risada...
E se não conseguir rir de ocêmemo pode deixar que a gente ri...


 REVISANDO CONCEITOS URGENTES:

CATÁSTROFE OU OPORTUNIDADE?

Os antigos profetas que chutavam um conjunto de possibilidades de ocorrências de calamidades e desastres, a cada dia perdem terreno para os novos profetas que se baseiam em estudos “científicos” (ainda têm muito de chute e de achismos) para anunciar desastres anunciados por um mínimo de raciocínio.
Mas será que possíveis calamidades (desgraças públicas) irão realmente ocorrer em maior número?
Será que umas complementam as outras?
Parece que não apenas se completam como se atropelam.
Por exemplo, as previsões dos antigos cientistas estão se concretizando, meses, décadas e até séculos antes das suas previsões; as de antes se diluíam no tempo já as de hoje surgirão em dias.

O que podemos considerar calamidade? Desastre? Desencarne coletivo?
Em princípio calamidade é uma desgraça pública.
O que se pode deduzir é que todos os problemas e o sofrer de cada um de nós, mesmo que ninguém saiba é uma calamidade; pois toda e qualquer escolha, e seu conjunto de efeitos, que façamos afeta a todos os habitantes do planeta de um jeito ou de outro, com mais ou menos intensidade; pois nosso livre arbítrio é relativo e interativo conforme coloco em meu livro: Anatomia Das escolhas Do amor Do perdão - Ed. viseu.
Claro que a soma das calamidades individuais produza resultados diferentes.
Desastres ou desgraças e fatalidades chocam a opinião do povo mais desavisado; mas não existem por si só; são efeitos não compreendidos, daí não aceitos, de escolhas mal-feitas.

Há desastres que podem ser anunciados por raciocínios de lógica pura e simples.
Mortes coletivas, sempre houve.
Quando morrem duas pessoas num mesmo evento já é um desencarne coletivo. No dia a dia a mídia se encarrega de criar a comoção de acordo com o que pode render de visualizações e $ na mídia.
Os parâmetros mudam e são interesseiros baseados na lei natural da oferta e da procura.
O que poderemos conceituar nos próximos meses como desencarnes coletivos capazes de chocar e de sensibilizar a opinião pública? Mortes de mais de cem mil pessoas num único evento? E quando eles se tornarem arroz de festa como as guerras de hoje? Será preciso que morram mais de um milhão de uma vez?

Interessante a fábula da rã colocada na panela de água.

“Se colocarmos uma rã numa panela de água fria e aquecermos lentamente ela se delicia e compraz até o ponto que não tem mais impulso de sobrevier e morre cozida; se a jogarmos numa panela de água fervente ela tem o impulso de pular fora e sobrevive” ...

Todos nós vivemos experiências de catástrofes e calamidades à moda da casa e o que para um é o fim do mundo para outro já representa oportunidade de continuar a vida...

O que aprendeu com as que já vivenciou ou assistiu?
E como vai experenciar as que estão por vir?
Já consegue mudar o conceito de desastre para oportunidade?


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