A ESCOLHA É UM DETERMINISMO?
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sexta-feira, 21 de março de 2025
quarta-feira, 19 de março de 2025
PRATIQUE A ARTE DE DESACELERAR PARA NÃO CAPOTAR NA ESTRADA DA VIDA
Difícil saber de onde tiramos a ideia de que estamos apostando corrida prá ver quem chega primeiro aos melhores postos da vida.
Para nós o que significa a bandeira quadriculada do sucesso?
O Hino da vitória?
Vencemos o que ou a quem?
Quem são nossos patrocinadores?
O orgulho e o egoísmo?
Estamos acelerando cada vez mais e fazendo escolhas num ritmo alucinante; o problema é que elas são como tiros disparados, uma vez puxado o gatilho não tem volta imediata; se atiramos a esmo e sem mirar, depois: a única coisa a fazer é verificar os efeitos causados sejam eles quais forem; tentar consertar os estragos; se for o caso; e, assumi-los; no entanto para isso, é preciso desenvolver o senso da responsabilidade.
Sobrevive nessa corrida aquele que tem consciência da sua falta de capacidade em dirigir a própria vida – nós não tiramos ainda nossa carteira de motorista cósmica.
Para acelerar é preciso saber dirigir – até conhecimento demais; iniciações demais sem a devida prática podem nos tornar uma cruz fincada na estrada da vida.
A aceleração quase sempre sem necessidade a que nos permitimos não tem volta. Percebido o engano a única coisa a fazer é tentar desacelerar com o mínimo possível de estragos tanto para nós quanto para terceiros.
Meu Deus! – Não vou conseguir fazer a curva! – Vou entrar em depressão! – Cair no precipício do pânico!
Quando brecamos subitamente a possibilidade de capotar ou provocar acidentes vários é enorme.
Andando na contramão da alta velocidade que tal pararmos prá pensar em criar um slogan para nós:
OPERAÇÃO TARTARUGA NO COTIDIANO!
Como brecar REPENTINO não adianta, e, torna-se cada vez mais perigoso devido à velocidade em que nos encontramos, devemos buscar nosso ritmo próprio e pessoal através de uma operação tartaruga, usando as situações cotidianas.
Como fazer?
QUAL SUA SUGESTÃO?
AH! a vida nos quer por aqui; não apresse a chegada do lado de lá. rssss
terça-feira, 18 de março de 2025
ESTAMOS FAZENDO FAXINA NO BANCO DE MEMÓRIA?
Claro que uns mais e outros menos; nós sempre tivemos algum problema com o ato de se lembrar ou memória; mas isso está a ficar cada vez mais comum a ponto de levarmos as gafes na brincadeira. Às vezes uma pessoa conhecida vem se aproximando e não lembramos do seu nome; ela vem chegando e o nome não...
Atualmente novos fatores parecem estar associados ao desgaste da capacidade de fixação:
Distúrbios do sono.
Medo e ansiedade fora do controle levando ao estresse crônico – além do excesso ou sobrecarga de informação.
As informações dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos etc. Muitas vezes essa avalanche de informações supera nossa capacidade de reter de forma eficaz as informações. E o estresse por excesso de estimulação e solicitação, até através do entretenimento é detalhe importante.
Mas, nem tudo é ruim; pois em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse. Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina e cortisol) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia. Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios e fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional que pode ser reversível se o período for curto, mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo.
Quem garante a eficácia da memória, indiretamente da consciência que se tem do vivenciado, é um atributo automático do hipocampo, portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.
Muitos outros fatores, como a ingestão de substâncias tóxicas e até de alguns fármacos de uso contínuo estão levando as pessoas ao desastre da memória criando uma doença parecida com Alzheimer.
Estaremos também fazendo uma limpeza no banco de memória escolhendo o que é importante e o não útil para nosso Projeto de Vida?
Ainda bem que talvez não precisemos vistoriar para não esquecer crianças dentro dos carros, fogão ligado, ferro de passar roupa ligado; pois, além da perda de memória temos o problema do Déficit de Atenção embutido no mesmo pacote.
Solução?
É possível; mas dita a lógica que não será com artifícios mágicos.
Será que até a memória precisa de exercícios?
A memória pode ser “bombada”?
O que acha?
Atualmente novos fatores parecem estar associados ao desgaste da capacidade de fixação:
Distúrbios do sono.
Medo e ansiedade fora do controle levando ao estresse crônico – além do excesso ou sobrecarga de informação.
As informações dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos etc. Muitas vezes essa avalanche de informações supera nossa capacidade de reter de forma eficaz as informações. E o estresse por excesso de estimulação e solicitação, até através do entretenimento é detalhe importante.
Mas, nem tudo é ruim; pois em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse. Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina e cortisol) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia. Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios e fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional que pode ser reversível se o período for curto, mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo.
Quem garante a eficácia da memória, indiretamente da consciência que se tem do vivenciado, é um atributo automático do hipocampo, portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.
Muitos outros fatores, como a ingestão de substâncias tóxicas e até de alguns fármacos de uso contínuo estão levando as pessoas ao desastre da memória criando uma doença parecida com Alzheimer.
Estaremos também fazendo uma limpeza no banco de memória escolhendo o que é importante e o não útil para nosso Projeto de Vida?
Ainda bem que talvez não precisemos vistoriar para não esquecer crianças dentro dos carros, fogão ligado, ferro de passar roupa ligado; pois, além da perda de memória temos o problema do Déficit de Atenção embutido no mesmo pacote.
Solução?
É possível; mas dita a lógica que não será com artifícios mágicos.
Será que até a memória precisa de exercícios?
A memória pode ser “bombada”?
O que acha?
DISTÚRBIOS DO COLESTEROL DEPENDEM DA PERSONALIDADE?
Quem diria as disfunções do colesterol também dependem do pensar, sentir e agir das pessoas.
Ele virou top de linha nas preocupações de muitas pessoas – motivo de angústia; ativa até a inveja das pessoas: Nossa eu que me cuido; estou com o colestero lá em cima e o cunhado que não está nem aí; está com o colesterol bom!
Meu Deus - Estou com colesterol!
Claro; se não o tivesse estaria morto.
Graças a Deus meu colesterol está bem baixo!
Perigo; pois o colesterol é importante na manutenção da vida.
O fato é que ele está naturalmente em níveis mais altos do que antigamente; devido a vários aspectos da vida moderna: sedentarismo; dieta inadequada; estresse crônico.
Grande parte do colesterol é produzido pelo próprio organismo; especialmente pelo fígado; apenas uma menor parcela vem da dieta.
É comum associarmos a ideia de colesterol alto apenas a sobrepeso ou ao DNA; ele tem uma relação estreita e importante com o estresse crônico e a personalidade.
Estresse crônico?
Ele é uma mentira continuada que a mente prega ao corpo: um bicho vai te pegar! Mas que bicho é esse? – Não tenho isso; não consegui aquilo; vou ser assaltado; ficar desempregado; não vai dar tempo – o entretenimento atual é um desastre orgânico; pois quando assisto a um filme, jogo, noticiário, jogo um videogame; meu corpo não tem como saber que é ilusão e reage como se fosse verdade; ativando o instinto de sobrevivência – nessas situações, o colesterol é produzido em maior quantidade para gerar energia adicional para matarmos o bicho ou dar no pé; mas como é mentira; o colesterol produzido a mais vai ficar passeando na circulação...
O aumento do colesterol tem uma relação interessante com a personalidade; quanto mais: PREOCUPADA, autoritária; controladora; manipuladora; invejosa; perfeccionista etc. seja a pessoa; mais colesterol ela vai produzir – pois nessas condições gastamos mais energia para encarar e resolver situações até simples – nos estressamos mais.
Em tempo:
Tomar drogas para controlar o colesterol pode ser encrenca para o futuro – claro que cada caso é um caso; mas, quem deixa de fazer sua parte: mudança de hábitos, autocuidados seguido de tentativa de mudança aumenta o grau de responsabilidade de viver mais.
O caminho para adequar os níveis de colesterol também passa pela reciclagem de hábitos e da personalidade.
Como a vida escreve torto por linhas tortas; o divertido nessa estória de colesterol alto é que o resultado dos exames convida as pessoas a mudança de hábitos – mesmo que seja só para atender ao percentual relacionado com a dieta e atividade física.
A vida é divertida; pois, para quem o desejar, até o colesterol serve como agente de autoconhecimento e de transformação interior.
Remédios gratuitos?
Paciência, tolerância, flexibilidade, cuidar da própria vida...; são excelentes.
Até cuidar do colesterol pode ser divertido; mas prestenção...
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Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo
E A TIRANIA DA MAQUIAGEM?
Uma das melhores ferramentas a nos ajudar na aventura da descoberta de nós mesmos, é o estudo:
DOS EFEITOS DAS NOSSAS ESCOLHAS.
Maquiamos até a verdade/realidade.
Essa escolha representa a maior parte do sofrimento e do atraso individual e coletivo; pois, a lei de causa e efeito, além de guardiã da Divina Justiça, é grande mestra em nos ajudar a percebermos limites individuais e de relações; daí que a tentativa de minimizar os efeitos de muitas das escolhas que executamos pode se tornar um desastre.
Quando nós tentamos anular os efeitos de escolhas efetuadas em opções anteriores que se apresentaram; nós criamos a dor e o sofrer; esse é um grande entrave ao desenvolvimento da capacidade de discernir até onde podemos e até onde devemos ir.
Como exemplo:
Os tratamentos que nos ajudam a perder o senso mínimo de limites orgânicos; pela repetição das agressões contra o próprio corpo. Dentre outros na área da sobrevivência econômica: o mau uso do crédito que colabora para que adquiramos dívidas insolúveis etc.
A maquiagem dos efeitos, longe de se tornar um bem, quando mal-usada; obstrui a criatividade e bloqueia o desenvolvimento das capacidades.
A repetição sistemática desse mecanismo conduz ao hábito das desculpas e justificativas sem nenhum esforço de mudança nas atitudes.
No mundo das coisas maquiadas desdenhamos a simples soma da matemática ao brincarmos e faz de conta e esse tipo de enfoque de camuflar atitudes que agridem o próprio indivíduo se torna uma armadilha perigosa para a perda de qualidade de vida num espaço de tempo cada vez mais curto e do senso de limites.
Dedicar um tempinho diário ao estudo dos efeitos gerados pelas nossas escolhas – longe das desculpas e das justificativas e de velhas crenças nos conduz de forma gradativa à verdade do EU SOU – eu escolhi e pode se tornar um roteiro de transformação interior.
E aí o que acha?
A ESCOLHA É UM DETERMINISMO e o LIVRE ARBÍTRIO É OPCIONAL?
SE HOJE LIDAMOS COM OS FRUTOS DAS NOSSAS ESCOLHAS; O ESQUECIMENTO DO PASSADO É BOM OU RUIM?