ESTAMOS FAZENDO FAXINA NO BANCO DE MEMÓRIA?
Claro que uns mais e outros menos; nós sempre tivemos algum problema com o ato de se lembrar ou memória; mas isso está a ficar cada vez mais comum a ponto de levarmos as gafes na brincadeira. Às vezes uma pessoa conhecida vem se aproximando e não lembramos do seu nome; ela vem chegando e o nome não...
Atualmente novos fatores parecem estar associados ao desgaste da capacidade de fixação:
Distúrbios do sono.
Medo e ansiedade fora do controle levando ao estresse crônico – além do excesso ou sobrecarga de informação.
As informações dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos etc. Muitas vezes essa avalanche de informações supera nossa capacidade de reter de forma eficaz as informações. E o estresse por excesso de estimulação e solicitação, até através do entretenimento é detalhe importante.
Mas, nem tudo é ruim; pois em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse. Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina e cortisol) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia. Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios e fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional que pode ser reversível se o período for curto, mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo.
Quem garante a eficácia da memória, indiretamente da consciência que se tem do vivenciado, é um atributo automático do hipocampo, portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.
Muitos outros fatores, como a ingestão de substâncias tóxicas e até de alguns fármacos de uso contínuo estão levando as pessoas ao desastre da memória criando uma doença parecida com Alzheimer.
Estaremos também fazendo uma limpeza no banco de memória escolhendo o que é importante e o não útil para nosso Projeto de Vida?
Ainda bem que talvez não precisemos vistoriar para não esquecer crianças dentro dos carros, fogão ligado, ferro de passar roupa ligado; pois, além da perda de memória temos o problema do Déficit de Atenção embutido no mesmo pacote.
Solução?
É possível; mas dita a lógica que não será com artifícios mágicos.
Será que até a memória precisa de exercícios?
A memória pode ser “bombada”?
O que acha?
Atualmente novos fatores parecem estar associados ao desgaste da capacidade de fixação:
Distúrbios do sono.
Medo e ansiedade fora do controle levando ao estresse crônico – além do excesso ou sobrecarga de informação.
As informações dos tempos modernos chegam até nós através dos mais variados meios: jornal, revista, rádio, televisão, cinema, fax, carta, e-mail, internet, escola, cursos etc. Muitas vezes essa avalanche de informações supera nossa capacidade de reter de forma eficaz as informações. E o estresse por excesso de estimulação e solicitação, até através do entretenimento é detalhe importante.
Mas, nem tudo é ruim; pois em curto prazo, o estresse até habilita nosso cérebro a reagir mais prontamente aos estímulos, sendo essa a função primária da ansiedade do estresse. Em longo prazo, entretanto, o desgaste supera a eficiência.
Algumas pesquisas na área do estresse calculam que, ao fim de cerca de 30 minutos, os hormônios do estresse (adrenalina e cortisol) começam a desativar as moléculas que transportam glucose para o hipocampo, deixando assim essa parte do cérebro com pouca energia. Depois de períodos mais longos, os hormônios do estresse podem acabar comprometendo seriamente as ligações entre neurônios e fazendo o hipocampo reduzir ao máximo sua ação, tal como uma espécie de atrofia funcional que pode ser reversível se o período for curto, mas um estado de estresse que demora meses ou anos, pode acabar inutilizando definitivamente neurônios do hipocampo.
Quem garante a eficácia da memória, indiretamente da consciência que se tem do vivenciado, é um atributo automático do hipocampo, portanto, havendo dano dessa estrutura cerebral a capacidade de fixação da memória estará prejudicada.
Muitos outros fatores, como a ingestão de substâncias tóxicas e até de alguns fármacos de uso contínuo estão levando as pessoas ao desastre da memória criando uma doença parecida com Alzheimer.
Estaremos também fazendo uma limpeza no banco de memória escolhendo o que é importante e o não útil para nosso Projeto de Vida?
Ainda bem que talvez não precisemos vistoriar para não esquecer crianças dentro dos carros, fogão ligado, ferro de passar roupa ligado; pois, além da perda de memória temos o problema do Déficit de Atenção embutido no mesmo pacote.
Solução?
É possível; mas dita a lógica que não será com artifícios mágicos.
Será que até a memória precisa de exercícios?
A memória pode ser “bombada”?
O que acha?
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