terça-feira, 10 de setembro de 2024

 

DOENÇAS CAUSADAS PELA FALTA DE AMOR ENTRE NÓS?

É possível isso?

Mesmo que muita gente sinta coceiras no seu sistema de crenças e estrimiliques nos seus mais imediatos desejos; ao se deparar com essa constatação; podemos presumir que não existem doenças apenas físicas; muitas decorrem inicialmente de distúrbios no pensar, sentir e agir. O organismo físico talvez seja a representação holográfica do nosso ser real.

 

Para que sejamos saudáveis: pensar de forma correta e coletiva preparando o sentir e o agir é nosso desafio.

Qualquer escolha que façamos contém em si a probabilidade de afetar o universo inteiro.

Tudo está conectado entre si.

O ato de viver é troca interminável.

O ato de amar é troca interminável.

É preciso manter o fluxo de dar e receber.

Receber é estabelecer uma relação de troca.

E se vivenciamos o ato de receber como um fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; separarmo-nos, aos poucos da troca e das probabilidades de efetuar conexões que representam em última instância a vida.

Ego – ismo.

Eis aí, uma das origens das doenças e males e do sofrer.

 

A doença relativa ao amor é o sofrer; que é o não se preparar adequadamente para dar e receber.

 

Estamos cada vez mais doentes pela cultura da neurose de competir; pela ganância; pelo orgulho na tentativa de poder, aparentar e ter mais que o outro.

O câncer é a doença que nos representa enquanto consciências a caminho da própria descoberta. Mas, outras doenças seguem na cola; pois, para dominar os outros abusamos dos recursos de estimular seus medos – e os órgãos físicos de expressão dessa emoção entram em disfunção.

Algumas doenças da tireoide representam nossa tentativa de padronizar beleza e autoaceitação – como glândula da autoestima ela anda detonada; especialmente a das mulheres. Alergias e demais ites são a cara da nossa alergia a responsabilidade.

Continua.

 

 

ORIGEM DAS DOENÇAS HUMANAS RELACIONADAS AO AMOR?


Falamos disso no livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed. Viseu 

já a disposição nas distribuidoras e livrarias 


segunda-feira, 9 de setembro de 2024

 

O QUE FAZER COM A BRONCA MATERIALIZADA?

 

Se alguém já aprontou conosco; e está bem na nossa frente; ou no nosso caminho; não é preciso dizer nada; pois o ’bicho’ está pegando...

 

Nesse caso é fácil identificar efeito e causa.

 

Se nós temos certeza de que fulano nos prejudicou: sentir antipatia ou aversão nos parece uma situação normal; nem merece comentários.

 

Até a vontade de dar o troco na primeira oportunidade, também nos parece correta.

 

Fazer cara de paisagem, ignorar, é difícil, mas até pode ser uma opção; momentânea.

 

Mas, como ignorar sem desprezar?

O que machuca mais: o xingamento ou o desprezo?

 

Qual o preço a pagar de uma e de outra atitude?

 

Melhor partir para o tudo ou nada e resolver de uma vez; ou cozinhar o galo do mau querer em “banho Maria”?

É difícil dizer.

Mas:

Resolver talvez seja a melhor opção!

De que forma?

Perdoar ou dar o troco de imediato?

Esperar para dar o troco em melhores condições?

 

Perdoar?

Por enquanto; para as pessoas ainda comuns parece fora de cogitação.

 

Mas; quanto custa o perdão?

 

No livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed Viseu no decorrer do bate papo aprenderemos a negociar para encontrar a melhor Escolha no momento.

Participe.


 

domingo, 8 de setembro de 2024

 JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?

Aprendemos na infância a usar a doença como desculpa ou justificativa; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos compelidos a nos responsabilizar pelos efeitos de nossas escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho...
Quem nunca usou a doença dessa forma?

Ao tentarmos escapar de crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver situação desconfortável - nós costumamos usar: cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais escabrosas...; como recurso de fuga.

Cuidado:
Emoções mal resolvidas comprometem a saúde.

Exemplo:
Se há forte envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais graves...
Mas:
Se nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos; tumores; câncer.

Estudar nossas emoções é um ótimo curédio...

Esse comportamento de fuga é em parte fruto da educação: ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia dos outros.

Sempre é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança interior através da reeducação...

O que nos impede de começar a cultura da Saúde ao invés da Doença?

NÃO ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.

Como começar?

O que fazer?


USAR A DOENÇA COMO FUGA PODE SER CONSIDERADO QUESTÃO DE ESCOLHA?

sábado, 7 de setembro de 2024

 DOENÇA TAMBÉM É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA?

DE QUE FORMA ESCOLHEMOS A INSANIDADE?

Sempre que criamos desarmonia pessoal ou no ambiente nos tornamos um agente patológico em todos os níveis da existência: física e extrafísica.
Na criação da desarmonia está a origem das nossas doenças.
A criatividade humana se origina do pensar e do sentir.
Na casa mental criamos nossas formas-pensamento que serão capazes de materializar nossa criatividade a qualquer momento.
Analisar nossa atual capacidade criativa em todos os segmentos da vida deve ser uma tarefa constante para alcançar a cura definitiva.
Estudar o foco central, nosso pensar/sentir/agir é diagnosticar; mas será que apenas o diagnóstico cura?

Momento de reflexão para atualizar conceitos
Analisa:
Acreditar ou deixar de acreditar em alguma lei natural muda alguma coisa?
E o que muda?
Já percebeste que muitas leis humanas já estão bem próximas das leis naturais?
E apenas a aplicação é que ainda é insuficiente.

NOSSAS ESCOLHAS É QUE NOS TORNA DEUSES?

Podemos criar, descriar e recriar?

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Não ensine a criança a adoecer

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