domingo, 17 de novembro de 2013

A QUALIDADE DO AMOR




Um dos conceitos mais buscados na atualidade são padrões de qualidade para tudo: especialmente a indecifrável qualidade de vida – mas, pouco ou nada se ouve a respeito da qualidade do amor.
É possível qualificar o amor?
Sim.
O amor comporta infinitos padrões de qualidade ou padrões de freqüência vibratória; as variações correspondem às diferenças de qualidade da maturidade psicológica das pessoas envolvidas na análise.
Quanto mais maduro e evoluído é o indivíduo, mais elevados, éticos, e desinteressados, serão seus fins; mais puros serão seus ideais; e mais elevado será seu padrão vibratório.
Quanto mais atrasado e imaturo é o indivíduo mais egoístas e interesseiros serão os seus desejos; até porque, ainda é pobre de ideais.     

Maturidade, não deve ser confundida com idade cronológica.
O padrão de qualidade do amor é diretamente proporcional à qualidade evolutiva das pessoas. Por exemplo, quem mata por amor é um assassino e não, um ser amoroso; o crime passional não pode usar o conceito amor como desculpa.

Podemos avaliar a qualidade do amor humano segundo vários ângulos:

·        Capacidade de expressar amor, em palavras, atitudes, olhares.
·        Maturidade intelectual; afetiva; emocional; social; religiosa; acrescentaríamos a maturidade profissional, em virtude da importância que assumiu a qualidade do trabalhador nos dias de hoje.
·        Capacidade de se conectar e de interagir.

Como o amor é um tipo de energia que não pode ser estocado nem bloqueado, apenas deve fluir sempre. Interessa-nos muito estudar com mais detalhes o padrão de qualidade humana segundo a capacidade que a pessoa desenvolveu de conexão e de interação com os semelhantes.

domingo, 3 de novembro de 2013

CURAS ESPIRITUAIS TÊM PRAZO DE VALIDADE




Já entramos num processo de intensa aceleração seletiva.

Nesse contexto a Lei de Causa e Efeito está com a corda toda; daí qualquer ajuda externa funcionará com prazo de validade cada vez mais curto. 

Tudo que antes parecia funcionar deixará de fazê-lo. 
No terreno da doença e da cura; as pessoas não conseguirão mais tomar os remédios de uso contínuo; pois os efeitos colaterais estarão fixados. 
Vai começar a bater o desespero em muita gente. 

Nesta fase crítica da transição planetária para que o Projeto de Jesus chegue a bom termo; será preciso diminuir a carga energética gerada pelos pensamentos de angústia, desespero, medo; daí o venerável Dr. Bezerra de Menezes e outros espíritos do alto comando planetário deram início faz alguns anos a um trabalho voltado para o alívio e até curas; que estará implantado em sua plenitude a partir de abril do próximo ano. 

Em muitos lugares e não apenas em Centros Espíritas; pessoas darão início a um processo de tratamentos espirituais também chamados de cirurgias ou curas espirituais em larga escala com resultados que parecerão milagres.

Já é comum ouvirmos falar de alguém que se submeteu a tratamento ou “cirurgia espiritual” daquelas sem anestesia para chocar e parecer mais sobrenatural; mas elas nada têm de mágicas e não são propriedade de nenhuma seita, credo ou religião.

A cura definitiva começa com a consciência que:

Para quem buscou e conseguiu resultados é preciso cuidado com o orgulho de sentir-se um merecedor; pois cura espiritual significa empréstimo a ser pago, alguém intercedeu e fica-se devedor de gratidão futura; quem não obteve os resultados esperados deve aprimorar a sintonia ou avaliar melhor o pedido, pois algumas de nossas solicitações, se atendidas; pode nos atrasar o progresso.

Qual a razão do prazo de validade curto?

Alguns poucos beneficiados nos centros de caridade agradecem á ajuda espiritual renovando objetivos; reformando a intimidade e dedicando-se a ajudar o próximo. 
Muitos permanecem como frequentadores pelo medo de recaídas de: problemas, dores, sofrimentos físicos, morais ou para manter conquistas materiais.

Com certeza deve ser penoso para os trabalhadores da espiritualidade que tentam despertar-nos para a necessidade da evolução ativa; conviver com pedidos tão sem sentido quanto inócuos para o que realmente interessa que é o progresso.

A chamada cura espiritual é natural, simples, inteligente, justa, não viola nenhuma lei natural; ocorre em todas as partes do planeta e se manifesta em todos os povos, raças e credos. 

Para alcançá-la basta apenas pensar, amplificar o pensamento através do sentimento e direcionar o fluxo energético através da vontade para o que se deseja obter; a recomendação é avaliar bem o que se pede – alguns chamam a sintonia de fé.

Como ocorrem as curas e cirurgias espirituais?

É um processo eletrônico.

Na cura espiritual, o agente (espírito) está situado no plano extra/físico; mas necessita da bioenergia do médium, de outros seres vivos e de forças da natureza para atingir seus objetivos. Da ação efetuada no perispírito os elétrons de volta ao salto quântico retornam ao corpo físico com a carga energética adequada e as células e o órgão volta ao estado de sanidade. Caso o receptor mantenha um estado vibratório adequado a cura se mantém.

Alerta:
Curas ou cirurgias espirituais nada têm de mágico nem de sobrenatural é pura física.

Voltaremos ao assunto.   

domingo, 20 de outubro de 2013

CUIDADO: VAMPIROS HI – TEC Á SOLTA




SEGUNDA PARTE

Sou vampiro: Mas quem não é?

    Impossível catalogar todos os ardis e as formas que nós os vampiros usamos para sugar a energia vital de nossas vítimas.

    De forma inconsciente ou planejada sabemos que a única forma de conseguirmos nosso intento é tirar a vítima do sério; fazer com que ela saia de seu eixo e perca seu equilíbrio mental/emocional; pois isso debilita os sistemas de defesa do corpo sutil e permite a invasão.

Eis algumas formas; em que nós nos apresentamos:

1.     Vampiro adulador
O puxa saco vive alimentando o ego de suas vítimas cobrindo-as de lisonjas e de falsos elogios.
Está sempre plantando armadilhas.
Cuidado com os aduladores que vivem ás custas de quem os escuta.
O tipo mais sutil, portanto o mais perigoso para a saúde energética, é o galanteador cheio de mesuras.
Os desencarnados são até mais perigosos; médiuns cuidem-se; muito cuidado...

Antídoto:
Não dê ouvidos aos puxa sacos e afaste-se deles sempre que possível.

2.     Vampiro ansioso
A pressa e a angústia são maneiras das mais modernas que os vampiros usam para abrir brechas na estrutura da aura das pessoas.

Antídoto:
Demore; para atender suas vontades; usando de bom humor.

3.     Vampiro bonzinho
Aquela criatura tão doce e meiga que cobre suas vítimas de mesuras e de gentilezas cria uma teia de necessidade de retribuição para essa criatura tão boazinha da qual; suas vítimas não conseguem escapar facilmente.

Antídoto:
Não permita que ele faça suas obrigações.
Seja curto e grosso: - Não quero! Ou - Pode deixar que eu mesmo faço!

4.     Vampiro ciumento
O ciúme é uma tática que muitos vampiros usam para tirar a pessoa de seu centro de equilíbrio e imobilizar suas vítimas.

Antídoto:
Mostre ao ciumento de forma clara que não dá permissão para que sua vida seja controlada.

5.     Vampiro chorão
Chorar com o sem motivo, é uma técnica que muito usam para fazer com que suas vítimas percam a soberania emocional e permitam que eles avancem na sua energia, fazendo a festa.

Antídoto:
Peça claramente que a pessoa pare de chorar e se explique com clareza.

6.     Vampiro cobrador
É o sujeito que se acha cheio dos direitos na vida sem dar nada em troca. Ele imagina que todos vivem em função de seus interesses do momento.
É responsável apenas pelas suas coisas quando lhe interessa.
Quando se dirige às pessoas é para cobrar alguma coisa, por exemplo: faz algum tempo que não o vê, e ao invés dele te perguntar: - Como vai? Está tudo bem com você? A pergunta é onde você anda? Sumiu? Pensei que tivesse mudado daqui.
Caso aceite as cobranças desse vampiro, o sentimento de culpa que ele tenta lhe impor por não lhe ter dado a atenção que ele acha que merece pode ser a sua perdição e logo ele estará “mamando na sua energia vital”.

Antídoto:
Decidi aguardar que você desse o ar da graça!
Desconverse e caia fora o mais rápido que puder.
Nunca subestime a fome dessa fera, e não fique brigando com ele em pensamento, pois; as capacidades de roubar energia mesmo à distância de alguns deles; supera a nossa de entendimento.
  
Alguns tipos de padrões de atitudes do vampiro cobrador:
Já fez aquilo que te pedi? Já pagou aquela conta?
Um tipo muito chato de vampiro é o cobrador/impaciente.
Vacine-se: nunca faça a tarefa de um vampiro, nunca mais ele lhe dará sossego.

Antídoto final:
Mande-lhe um amoroso adeus via e-mail natural (pensamento) e corte logo a sintonia.

7.     Vampiro conselheiro
À moda de um hipnotizador alguns vampiros envolvem as suas vítimas em seus conselhos segundo o que lhes interessa no momento; aconselham e induzem mesmo sem que lhes tenham pedido.
Normalmente começam assim:
- Bem, não é da minha conta; mas se eu fosse você...

Antídoto:
Afaste esse tipo com um:
- Não te perguntei nada, ou mesmo realmente não é da sua conta.

8.     Vampiro crítico
O crítico contumaz que maldiz sempre e que nunca agradece nem elogia consegue tirar a estabilidade íntima das suas vítimas.
Quem se deixa envolver pela energia negativa da crítica e da maledicência abre campo para a ação do vampiro.

Antídoto:
Mostre claramente que ele está exagerando e evite qualquer tipo de polêmica; quando não conseguir mudar o rumo da conversa despiste e vá embora o mais rápido que puder.

9.     Vampiro depressivo
O vampiro baixo astral exige que suas vítimas o animem ou que vejam tudo negro e desanimado como ele o faz.
O Depressivo envolve suas incautas cobaias numa nuvem de vibrações tão pesadas; que elas perdem a capacidade de discernir.

Antídoto:
Diga claramente ao baixo astral que você enxerga a vida com outros olhos, e fuja dele o mais rápido possível sem esquecer de quebrar a sintonia.
Juízo:
Não existe nada mais perigoso para a sua saúde energética do que os dardos de pensamento de raiva que o baixo astral pode lhe enviar...

10.           Vampiro encrenqueiro
Provocar nas pessoas reações de: ira, cólera e agressividade, é a intenção deste tipo de vampiro. Isso provoca um intenso desequilíbrio no campo da aura abrindo totalmente o sistema de defesa para o provocador.

Antídoto:
Faça “cara de paisagem”, dê uma de tonto, desconverse e caia fora; e não esqueça de desmanchar a sintonia com pensamentos de fraternidade.

11.           Vampiro grudento
Seu ponto forte de ataque é a sensualidade e a sexualidade, aproxima-se como se quisesse comer as pessoas com os olhos.
É difícil escapar desse tipo se ficar o bicho come e se fugir com repulsa e asco o bicho pega. Esse tipo é vantagem percebê-los de longe e evitar que se aproximem.

Antídoto:
Não deixe que se aproxime ou corte logo a dele; caso contrário vai se dar mal.

12.           Vampiro hipocondríaco
Despertar nas pessoas o sentimento de dó ou de pena abre brechas no campo da aura; pelas quais; esse tipo de vampiro se farta na energia vital dos outros enquanto relata seus sintomas e suas dores, ao acabar está ótimo e sua vítima um trapo.

Antídoto:
Diga a ele que logo estará bem e que lhe estima as melhoras ou indique um médico e caia fora. Se for médico ou profissional da saúde assim que ele for embora faça qualquer coisa, ao menos reze um pai nosso.

13.           Vampiro inquiridor
Não dá folga com uma pergunta atrás da outra, sem nenhum tipo de interesse pelas respostas, pois o que ele deseja de verdade, é criar campo para tirar o equilíbrio da pessoa atrapalhando o fluxo mental de sua vítima.

Antídoto:
Corte a conversa o mais rápido que puder com uma pergunta bem pessoal e contundente. Seja curto e grosso.

14. Vampiro invejoso
O invejoso quer tudo o que imagina lhe pertencer.
Cobiça tudo que é do outro, inclusive a energia vital.
É aquele tipo chato que o tempo todo aponta para suas coisas: Nossa que camisa bonita! Mudou o penteado? Trocou de carro? (pergunta apontando para seu antigo, etc).
 
Antídoto:
Boca de siri é uma boa tática para despistar o invejoso, e quando ele pesquisar com insistência seja curto e grosso pergunte-lhe para que ele quer saber; embora não adiante muito; pois uma das coisas que as pessoas não aceitam de jeito nenhum é que alguém insinue que são invejosas.

15.           Vampiro tipo muro das lamentações
Esse tipo de pessoa usa a armadilha do lado afetivo emocional para criar um clima de comiseração e de pena, coloca-se sempre na condição de vítima de tudo e de todos.

Antídoto:
Dê um sal grosso verbal no bicho.
Seja curto e grosso e mostre com classe a esse vampiro que não é chegado nesse tipo de assunto.

16. Vampiro olho gordo
Esse é um dos tipos mais fáceis de serem identificados; pois é um sorvedouro de energia vital até de plantas e bichos, nada lhe escapa.
Proteja suas coisas dele, especialmente seus animais domésticos e suas plantas.

Antídoto:
Na primeira oportunidade diga a ele que aquela planta que ele tanto elogiou: “morreu” que alguém botou olho gordo nela.

17.           Vampiro papagaio
Perdão mamãe.
A porta de entrada no seu campo energético que esse tipo escolheu é o seu ouvido.
Ele obriga sua vítima a ouvi-lo durante horas mantendo a sua vítima distraída enquanto suga as energias vitais.
Os mais perigosos são os bons de papo que seduzem suas vítimas deixando-as embevecidas, extasiadas até o final da conversa e quando o vampiro vai embora parece que foram atropeladas.

Antídoto: Arrume uma desculpa como uma dor de cabeça e vá logo embora.

18.           Vampiro reclamante
Cada frase desse tipo de criatura insatisfeita é para reclamar de alguma coisa.
Exige, protesta, reivindica o tempo todo sem razão.
São encontradas com freqüência em filas de banco, repartições públicas, etc. Costumam freqüentar todas as possíveis para se abastecer com a energia das cobaias que entram na deles.

Antídoto:
Corte logo o papo e pode suas reclamações.

19.           Vampiro vítima
Esconde-se atrás da máscara de coitado para que as pessoas permitam ser manipuladas.
São encontrados com facilidade nas ante/salas das clínicas, hospitais, consultórios médicos, num verdadeiro campeonato para ver quem tem a doença mais grave e perigosa; e se estiver acompanhando algum deles, fuja o mais rápido que puder para o corredor ou fixe sua atenção numa leitura.

Antídoto:
Sem ser grosseiro (amorosamente) mostre ao coitado a lei de causa e efeito. Ou indique como leitura o livro: Saúde ou doença: a escolha é sua (Ed. Petit) – rsss.

20. Vampiro apaixonado
Muita gente tem como um dos seus sonhos: viver uma arrebatadora paixão. Cuidado!
A pessoa dos seus sonhos, aquela cara/metade que vai amar e satisfazer suas necessidades a vida inteira pode ser um vampiro do amor.
Essa pessoa tão esperada sugará toda a sua energia como se fosse um parasita da alma.
   

Temos muitos outros tipos de vampiros catalogados, mas não queremos vampirizar a paciência do leitor. Nos outros artigos vamos brincar de caçar vampiros – muitos já estão espalhados pelos bloogs no link eu recomendo - kkkk

E:
Pelo amor de Deus não queira tornar-se um caça – vampiros...
   
Cole a primeira parte nesta (na sua cabeça) e aguarde a solução nas próximas matérias.

Está amanhecendo: Fui...

Vixe é horário de verão.

sábado, 19 de outubro de 2013

A POUCA MATURIDADE DO SER É O ALICERCE DE TODAS AS MOLÉSTIAS E DO SOFRER




Como crianças; sempre que possível gostamos de nos colocar nas mãos dos outros; para escapar da responsabilidade.

E na sistemática tentativa de fugir dos deveres nos recusamos a entender o simbolismo da cruz:

Escolha.
Decisão entre uma opção e outra.
Acomodados aos mecanismos infantis de exigir e ter; nós evitamos o esforço dirigido para a construção de uma personalidade equilibrada; capaz de enfrentar as “provas da vida” que nos chegam por sintonia, segundo a lei.
Daí, nós nos acreditamos credores de todos os direitos Divinos; e, nos esquecemos de dar nossa contribuição ao próximo e à sociedade.
Criamos mecanismos inconscientes de fuga dos deveres; reagindo contra eles pelas mais variadas formas de atitude mediante as quais demonstramos nossa infantilidade.
Criaturas ainda insensatas nós reagimos quando deveríamos agir.
Assumimos posturas extravagantes quando contrariados; ao abandonarmos as diretrizes da razão.

Ao não superarmos as crises da infância espiritual; nós nos tornamos seres suscetíveis, medrosos, instáveis e ciumentos.

Desenvolvemos comportamentos parasitas e buscamos amparo nas criaturas que consideramos fortes ou coroadas do êxito.

Instáveis, amamos como fuga e ao querermos sempre receber e não dar amor; nós transferimos as responsabilidades para o ser de eleição; sufocando-o e tornando a relação afetiva insuportável.

Facilmente nós descambamos para a agressividade e a violência quando não conseguimos nossos intentos ou não temos as necessidades satisfeitas.

Demonstramos insensibilidade com os problemas do próximo; e supervalorizamos os nossos.

Amadurecer é ajudar a criança interior a brincar de gostar de pensar...

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

QUALQUER SITUAÇÃO PODE SER VISTA SOB DIFERENTES OLHARES.





A profissão de médico comporta incríveis facetas de se observar e lidar com saúde, doença e cura. Cada profissional se encaixa numa delas que não é nem pior nem melhor do que as outras; apenas se completam.

Desde os bancos da faculdade sempre fui avesso á formatação oficial, como todo índigo que se preze (rsss) e lentamente fui criando uma forma particular de lidar com os assuntos da saúde.

Uma das conclusões a que cheguei:
Doença e falta de educação; simples assim.

Daí; resolvi trabalhar com famílias; pois como educar as crianças sem reeducar os adultos?

A abordagem que comecei a fazer trata de uma filosofia voltada para o estudo da saúde, das doenças e da cura segundo as leis naturais. Não contém descobertas revolucionárias nem pretende servir como roteiro de auto-ajuda, é apenas um convite à mudança de comportamento e, um alerta para o uso sistemático da razão que duvida, investiga e que conduz cada um a ter as próprias convicções, com base no “conhece-te a ti mesmo” (Sócrates).

Um dos objetivos é propor que cada um crie uma forma própria de viver que resultará no seu conceito de realidade, que é único. Elaborado segundo observações e comprovações baseadas em fatos cotidianos e experimentais. Somos criaturas interdependentes e, portanto, nossas visões do mundo devem harmonizar-se, integrar-se, mas não podem ser cópias umas da outras; embora alguns fatos sejam comuns: “aquilo que todo mundo sabe” ou “aquilo que não é preciso dizer”.

É também, um aviso para o perigo de crer sem questionar; pois em tempos de globalização há sobrecarga de informação. Hoje somos bombardeados de apelos, cercados de sons, rótulos, slogans e imagens por todos os lados, e assediados por apelos os mais desconexos em assuntos de saúde. Na atualidade, sempre há alguém querendo nos vender saúde, é preciso cuidado para não comprar doença. Vale a pena aplicar o sábio conselho de Jesus “Devemos ser mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes”; crer por crer é perigoso e doentio; daí, um dos medicamentos definitivos para a cura é a reflexão constante.

Como tudo é cíclico, renovável e momentâneo convido o paciente a tentar livrar-se das fixações mentais e dos velhos conceitos, em especial, quando se fala de doenças.
Quando nos guiamos pela observação das leis da vida fica claro que não existe moléstia incurável nem saúde e felicidade estática.
Ninguém nasceu condenado a nada, sempre há muito a ser feito e quando se rotula alguém de incurável, cabe questionar:
Por quem?
Em que espaço de tempo?
Sob que condições?

Nada é definitivo, tudo é dinâmico e algumas partes das nossas observações nunca estarão concluídas; pois, embora as leis que regem a vida sejam imutáveis; é preciso reconsiderar a realidade a cada momento à luz de novos fatos e de novas interpretações; quando não o fazemos criamos fixações mentais que propiciam sofrer, doenças e morte; inclusive neste exato momento, alguém pode oferecer novas explicações ao que aqui está formulado; e capazes de influenciar esta visão de mundo, reorganizar este pensamento, demolindo estes velhos conceitos.

Buscar e integrar novos conhecimentos ao cotidiano é uma prática saudável.

Tradicionalmente a doença é vista como algo impessoal, fortuito e ocasional; tentamos negar nossa participação na sua origem; tanto que a diretriz das pesquisas está sempre assentada na busca de culpados externos ao indivíduo: DNA, vírus, bactérias, acidentes, etc.

Também na busca da cura, quando doentes, nós procuramos entregar o raciocínio diagnóstico a resultados de exames; e a decisões dos profissionais, sempre na tentativa de fugirmos da responsabilidade.

Pacientes dotados de visão de mundo extremamente materialista, e os muito rígidos em reformar conceitos terão dificuldades em finalizar em continuar.

Por outro lado, quem passar pela minha sala nunca mais será o mesmo.
Isso; eu posso garantir com certeza.
 
Gratidão aos pacientes que sempre me ensinaram mais do que os livros...

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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