sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Remédios podem curar medo?





     Tratamentos podem apenas facilitar a cura do medo.

      Curá-los para sempre não é possível; seria injusto.

      Algumas pessoas iriam tornar-se mais felizes e realizadas sem esforço.

Enfrente os seus medos.

Estude-os.

Escreva-os – algumas vezes só de os enfrentarmos no papel já se aquietam.

Identifique os que são seus de verdade; devolva aos outros os medos que te foram impostos; pois eles não te pertencem.

Determine as condições; esteja no comando da sua vida.

O MEDO É A CAMISA DE FORÇA DA ALMA...


domingo, 3 de fevereiro de 2013

O egocêntrico é um tipo de vampiro.




             Cansei!
       Não aguento mais!

         A sensação de esgotamento já é um sério problema de saúde pública... 

         Numa vida acelerada e com predominância da Neurose (competição) o problema das parasitoses energéticas e do vampirismo assume papel relevante na sensação de cansaço, falta de energia e de motivação...

O EGOÍSTA NÃO É CAPAZ DE ENTENDER QUE DAR NÃO É PRIVAR-SE DE ALGUMA COISA – É EXPANDIR-SE; IRRADIAR A PRÓPRIA ENERGIA.

   
         Nosso habitual padrão de pensar e de sentir, quando sadio, reflete-se no corpo sutil que apresenta um fluxo de energia com aspecto convexo (voltado para fora) o que favorece a recepção das energias naturais e as trocas.

         O padrão psicológico egocêntrico faz com que o indivíduo permaneça muito tempo centrado em si mesmo; alterando a circulação de energia natural, e, a estrutura do corpo sutil adota uma forma côncava que dificulta a recepção de energia e as trocas.

         O egocêntrico perde contato com o que o rodeia e com as fontes de energia vital natural - criando a necessidade de roubar energia dos outros para conseguir sobreviver.

         É obrigado a conviver com pessoas egocêntricas?

         – Bom momento para praticar a dica do Avatar: Vigia e ora.

         Ao interagir com elas proteja o Centro de Força do Plexo Solar; pois é por aí que costumam vampirizar mais; na hora do aperto: colocar a mão na região do umbigo, até ajuda – mas, se houver algum desentendimento envie muitas orações ou vibrações positivas para o vampiro – nunca fique remoendo contra eles em pensamento; pois eles já se acoplaram ao Centro de Força acessório localizado abaixo da escápula nas costas - sabe aquele mal estar ou peso nas costas? – pois é; não costuma ser encosto como muita gente imagina – ás vezes, o vampiro está a kms de distância sugando tuas energias com uma tromba astral que se assemelha á dos insetos – como bem explica o autor espiritual André Luiz no livro Evolução em dois mundos – psicografia de Chico Xavier.

         Juízo ao catalogar as pessoas; pois muitas vezes: o vampiro somos nós.   

sábado, 2 de fevereiro de 2013

QUEM TEM MEDO DE CRISES?




         Há palavras, que de tão repetidas em seu conceito negativo, geram em nós sensação de desconforto e medo.
         Uma ida ao dicionário pode ser útil.
Crise vem do grego “crino” que quer dizer separar, distinguir, dividir; significa também ponto de separação, divisão, mudança de direção, ponto no tempo no qual se decide se, algo continua, deve ser modificado ou terminar; é momento decisivo; crucial.

Nossa vida é entremeada delas do nascimento à morte; a estagnação pede seu auxílio como impulso de mudança e, cada uma superada, é a subida de um degrau.
Crises estimulam a auto-educação que, é trabalhar o próprio desenvolvimento, aprendendo a perceber limites; pois vamos até onde é permitido pelo que já nos capacitamos; além disso, cada uma delas tem a função de drenar energias em desequilíbrio no corpo físico (somatização).

Crises, são irreversíveis na seqüência do progredir, é impossível parar ou voltar atrás; pois a tendência ao progresso é dominante.
Os que tentarem estacionar numa posição que imaginam confortável; um dia, serão impulsionados pela sensação de sofrer; e convidados a seguir adiante.

Elas podem e devem ser prazerosas mesmo com obstáculos a serem superados e barreiras a serem vencidas.
Somente quando percebemos as reais finalidades do existir nos capacitamos a aceitar cada momento como ele é, e não como desejaríamos que fosse; o que proporciona a oportunidade da reconstrução interior dentro de novos moldes descobertos a cada novo conhecimento.
Se bem usadas induzem á reflexão, instrumento capaz de produzir a paz interna; o que harmoniza as funções do corpo físico; quando bloqueadas ou mal resolvidas os desequilíbrios podem criar doenças mentais ou drenarem no corpo.

CRISES OU OPORTUNIDADES DE CRESCIMENTO?

domingo, 20 de janeiro de 2013

AS DOENÇAS DA ALMA SÃO MAIS GRAVES QUE AS DO CORPO





Buscamos criar um mundo sem doenças, dores e sofrimentos, isso é um sonho de todos, porém se quisermos acelerar a conquista de um mundo melhor, é necessário reformular nossos conceitos de saúde, de doença e de cura.

A doença tem sua origem nos desequilíbrios do pensar/sentir/agir, desse modo, tanto é doença uma gastrite, uma gripe, quanto um medo mórbido, a gula, a inveja, a mentira, o orgulho, a agressividade...

Esquecer que há doenças do corpo, da mente e da alma é buscar de forma voluntária a dor, o sofrer tanto em nós quanto nos que nos cercam. Por esse motivo, aumenta de forma acelerada o número de pessoas desajustadas, desadaptadas aos dias de hoje, muitas vezes, por pura preguiça.

Em se tratando de crianças, para bem desempenharmos nossa tarefa de pais e de mães é necessário dar a mesma atenção a uma tendência à mentira compulsiva ou a um medo mórbido de uma criança quanto costumamos dar a uma amigdalite ou a uma pneumonia...
 
     A nosso ver, as doenças da alma são tão ou mais graves que as doenças do corpo.

     Nossos interesses egoístas são a causa principal da nossa visão imediatista, que não nos deixa ver com clareza que a dor moral da preocupação de ver um filho submetido a um tratamento cirúrgico de uma apendicite, por exemplo, é menor e menos demorada do que ver e acompanhar a cirurgia social de um filho com tendências de agressividade ou de se apropriar dos bens alheios, preso numa cadeia ou morto. Ou então, acompanhar o desespero de um filho angustiado, Depressivo, quase um morto/vivo, totalmente desmotivado para viver, sem motivo aparente.

     Evidente que tudo é importante – mas a preocupação com a timidez de uma criança deve estar á frente de uma rinite, por exemplo. A timidez ou o medo mórbido pode travar o desenvolvimento de vida futura da criança; atuando como uma camisa de força.

     As características de nossa personalidade que nos causam dissabores podem ser consideradas as doenças da alma a precisar de tratamento e cura. Porém antes de se pensar em cura é preciso um diagnóstico: o conhecimento de nós mesmos. No caso da criança: a responsabilidade inicial é da família até que se consiga engajar a criança na reciclagem de si mesma.
Receitas?
Muitas; mas vale lembrar: Mil palavras não valem um exemplo e mil exemplos de nada valem sem atitude; sem ação.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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