Desejamos dormir da mesma maneira que desejamos morrer: de forma súbita e inesperada.
Desmaiar de cansaço e dormir sem estar antes bem acordado pode nos levar a regiões de profunda escuridão, vibrações de baixa freqüência, infernais.
Dormir acordado é preparar-se para se libertar do corpo de forma plena. Dizem os mestres e o bom senso que, a saída do corpo deve ser o mais consciente possível.
Se cuidássemos melhor do nosso organismo na vigília; ele não precisaria ver-se livre da alma insana durante tantas horas de sono.
De forma consciente ou até compulsória estamos sendo preparados para um novo quantum de energia no planeta, onde nos é solicitado dormir menos e adormecer bem acordados; pois, durante a saída do corpo em 4D é que as ocorrências do dia seguinte são alinhavadas e surgem na forma de intuição, impulsos...
Alguns recusam-se a se libertar do corpo físico; para esses ao invés de drogar-se para adormecer, é vital rever alguns aspectos da sua atual forma de pensar, sentir e agir. De onde vem a recusa em dormir? Medo do que? Temor de quem?
Quem sente sono demais, dorme em demasia; deve com urgência rever sua vida. Está fugindo do que? Conflitos? Decisões? A vida em 4D lhe parece mais leve?
Boa parte das pessoas também está sendo convidada a despertar em torno das três horas da manhã; para voltar a dormir acordado. O convite será repetido até que aprendamos a nos libertar, a sair do corpo físico com melhor destino e companhias mais adequadas no plano astral.
Para um melhor rendimento das atividades durante a saída do corpo físico, algumas dicas são fundamentais:
Fuja do entretenimento midiático que apenas vai embotar e anestesiar a mente; forçando-o a sair da vigília sem dar descanso ao corpo físico para que ele se recupere; além de trazer-lhe companhias do astral pouco recomendáveis.
Um balanço das atividades executadas no dia é útil para reprogramar o dia e principalmente a noite seguinte.
Meditação e exercícios respiratórios são essenciais.
Defina o que pretende fazer durante a saída do corpo ao adormecer. Programe-se.
Tenha consciência da necessidade de dar tempo ao tempo e treinar muito para que sinta a incrível diferença de dormir acordado na sua qualidade de vida.
Para nos adequarmos ao novo momento energético de Gaia, nós precisamos comer menos, dormir menos e bem acordados, respirar mais e profundamente.
Desperte, para adormecer bem consciente; nosso futuro nestas bandas do universo pode depender, também, desse detalhe.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A VÍTIMA É SEMPRE CULPADA
Para nós que adoramos posar de vítima; aceitar que todo aquele que se encontra nessa situação, sem desculpas nem justificativas, é réu da própria consciência; é muito sofrido. É como enfrentar na arena da consciência o “antagonista” das nossas escolhas; de mãos limpas, sem as armas das desculpas e justificativas.
Aprendemos e progredimos sob a ação da lei dos opostos neste universo bipolar que atualmente nos hospeda.
Como já foi bem dito: “Na lavoura da vida há tempo de plantar e de colher”; normalmente um detalhe importante é omitido: nem sempre se colhe exatamente o que se plantou; pois, para que a colheita seja boa é preciso cuidar do desenvolvimento da lavoura – plantar e não cuidar é sinônimo de desastre.
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados. Ontem nós criamos as barreiras e as cercas dos limites das nossas possibilidades atuais.
Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções. Estamos sempre plantando alguma coisa, invariavelmente; escolher o que plantamos é necessário e bom.
Como todas as outras, essa arte apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir nem a sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida nas possibilidades do livre – arbítrio atual.
Seres humanos necessitam aprender a interpretar a realidade:
Denomina-se livre-arbítrio, a liberdade que temos de usar o raciocínio contínuo. Denomina-se determinismo ou responsabilidade, a fatalidade sob controle do conhecimento e da boa vontade em adequar as conseqüências desencadeadas pelo uso dele às leis naturais que regem a ética cósmica.
À polaridade livre-arbítrio/determinismo dá-se o nome de lei ou conjunto de causa/efeito. Portanto, quando interferimos na realidade de outros seres também nos tornamos responsáveis pelo seu padrão de qualidade, sejam capazes de já pensar, decidir ou, ainda não.
Desse modo uma vítima nem sempre é culpada só; quase sempre há co-réus: família, sociedade, cultura, sistema de crenças...
A longo prazo a vítima é sempre a única culpada; a médio prazo a culpa pode ser distribuída entre os que influenciaram ou determinaram as escolhas.
Na qualidade de seres interativos somos vítimas de nós mesmos e uns dos outros.
Algoz de ontem, que permaneceu de braços cruzados; vítima culpada de hoje.
Não se aprisione na cadeia do remorso. Coloque-se em liberdade condicional; substitua a pena de reclusão na culpa pela prestação de serviços á comunidade.
Cuidado para não usar de forma esquizofrênica o livre – arbítrio:
“A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”.
Aprendemos e progredimos sob a ação da lei dos opostos neste universo bipolar que atualmente nos hospeda.
Como já foi bem dito: “Na lavoura da vida há tempo de plantar e de colher”; normalmente um detalhe importante é omitido: nem sempre se colhe exatamente o que se plantou; pois, para que a colheita seja boa é preciso cuidar do desenvolvimento da lavoura – plantar e não cuidar é sinônimo de desastre.
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados. Ontem nós criamos as barreiras e as cercas dos limites das nossas possibilidades atuais.
Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções. Estamos sempre plantando alguma coisa, invariavelmente; escolher o que plantamos é necessário e bom.
Como todas as outras, essa arte apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir nem a sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida nas possibilidades do livre – arbítrio atual.
Seres humanos necessitam aprender a interpretar a realidade:
Denomina-se livre-arbítrio, a liberdade que temos de usar o raciocínio contínuo. Denomina-se determinismo ou responsabilidade, a fatalidade sob controle do conhecimento e da boa vontade em adequar as conseqüências desencadeadas pelo uso dele às leis naturais que regem a ética cósmica.
À polaridade livre-arbítrio/determinismo dá-se o nome de lei ou conjunto de causa/efeito. Portanto, quando interferimos na realidade de outros seres também nos tornamos responsáveis pelo seu padrão de qualidade, sejam capazes de já pensar, decidir ou, ainda não.
Desse modo uma vítima nem sempre é culpada só; quase sempre há co-réus: família, sociedade, cultura, sistema de crenças...
A longo prazo a vítima é sempre a única culpada; a médio prazo a culpa pode ser distribuída entre os que influenciaram ou determinaram as escolhas.
Na qualidade de seres interativos somos vítimas de nós mesmos e uns dos outros.
Algoz de ontem, que permaneceu de braços cruzados; vítima culpada de hoje.
Não se aprisione na cadeia do remorso. Coloque-se em liberdade condicional; substitua a pena de reclusão na culpa pela prestação de serviços á comunidade.
Cuidado para não usar de forma esquizofrênica o livre – arbítrio:
“A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
UM FUTURO DE SEGUNDA MÃO
Poucos se importam que sejamos um ser em construção fadado a morar em nós mesmos até após a morte; raramente nos é dada a escolha a respeito de nosso presente; daí nosso futuro é sempre o passado de volta e de segunda mão. Só nos dão posse dele quando não o querem mais ou acharam coisa melhor para fazer. Primeiro são os pais, depois a sociedade, os amores, a empresa...
Desde que temos alguma consciência de nós mesmos somos requisitados a moldar nossa forma de ser, pensar, sentir, agir e até de reagir. As pessoas fazem essa tentativa na esperança de nos adequar ao meio, desejam nos ajustar à sociedade, criar um tal de bom futuro para nós; sem nos consultar. E o pior é que além de não nos ajudarem a nos auto/adequarmos, ainda são capazes de atrapalhar que tomemos consciência de quem somos e o que viemos fazer na vida.
Primeiro nos ajudam a construir nossa maneira de ser de forma atabalhoada. Depois, todo mundo nos sugere como mudar: familiares, amigos, estranhos, professores, cientistas, religiosos, etc. A maioria nos diz que devemos mudar para evitar que soframos para aprender, mas na verdade o que desejam a maior parte do tempo, é que nos ajustemos aos seus desejos e ás suas crenças.
É certo que devemos nos reciclar, isso é lei da vida e, disso ninguém discorda, pois somos seres inacabados.
Tudo bem que ao nascer trazemos tendências e impulsos capazes de um dia gerar sensações desagradáveis, portanto quando for do nosso interesse devemos buscar mudanças. Embora elas sejam inexoráveis; pois, destino de segunda mão sempre vai precisar de reforma. Morar de favor em nós mesmos indica baixa estima, nosso amanhã que vamos habitar deve ficar um pouquinho com a nossa cara; com a nossa energia.
Algumas dessas mudanças até foram manipuladas; mas noutras vezes, nós é que decidimos mudar sem compreender muito bem a razão; por esse motivo, muitas delas foram feitas só para fugir do sofrer; e tornam nosso futuro, não apenas um daqueles de segunda mão; mas de terceira, quarta, tantos são os palpiteiros.
Nosso futuro seria outro se não precisássemos nos justificar nem nos desculparmos.
Não adianta ficar alegando invasão de propriedade íntima a vida toda; o vício em nos desculparmos e o hábito de sempre buscarmos justificativas para explicar as conseqüências de nossas poucas escolhas, torna-se um anestésico de consciência que embora nos deixe de forma temporária numa situação confortável, logo nos coloca de novo no ambiente embolorado da nossa inquilina consciência.
Não adianta se trancar no quartinho de despejo de sua própria casa mental - fazer birra, entrar em depressão, angústia, pânico – nada disso resolve a qualidade de nosso futuro. Apenas ao tomarmos ciência de nós mesmos é que podemos decidir o que reciclar e como fazer mudanças em nosso amanhã.
Expulsar os “posseiros” da nossa intimidade não resolve – milagres também não acontecem assim do nada. Nem recitando mantras vinte e quatro horas por dia conseguimos apagar para sempre quem somos.
Nas mudanças há que se respeitar as condições e o tempo de cada um de nós para executá-las.
Mesmo sendo um futuro de segunda mão, o nosso - sempre dá para desinfetar, dedetizar as companhias, dar um colorido diferente nos ambientes íntimos e na fachada. Arejar as idéias; faxinar os sentimentos.
Plante uma muda da árvore da felicidade no jardim da entrada – breve ela pode dar flores e frutos.
Uma boa providência é colocar na calçada da sua vida uma tabuleta:
NÃO PRECISAMOS DE AJUDANTES...
Desde que temos alguma consciência de nós mesmos somos requisitados a moldar nossa forma de ser, pensar, sentir, agir e até de reagir. As pessoas fazem essa tentativa na esperança de nos adequar ao meio, desejam nos ajustar à sociedade, criar um tal de bom futuro para nós; sem nos consultar. E o pior é que além de não nos ajudarem a nos auto/adequarmos, ainda são capazes de atrapalhar que tomemos consciência de quem somos e o que viemos fazer na vida.
Primeiro nos ajudam a construir nossa maneira de ser de forma atabalhoada. Depois, todo mundo nos sugere como mudar: familiares, amigos, estranhos, professores, cientistas, religiosos, etc. A maioria nos diz que devemos mudar para evitar que soframos para aprender, mas na verdade o que desejam a maior parte do tempo, é que nos ajustemos aos seus desejos e ás suas crenças.
É certo que devemos nos reciclar, isso é lei da vida e, disso ninguém discorda, pois somos seres inacabados.
Tudo bem que ao nascer trazemos tendências e impulsos capazes de um dia gerar sensações desagradáveis, portanto quando for do nosso interesse devemos buscar mudanças. Embora elas sejam inexoráveis; pois, destino de segunda mão sempre vai precisar de reforma. Morar de favor em nós mesmos indica baixa estima, nosso amanhã que vamos habitar deve ficar um pouquinho com a nossa cara; com a nossa energia.
Algumas dessas mudanças até foram manipuladas; mas noutras vezes, nós é que decidimos mudar sem compreender muito bem a razão; por esse motivo, muitas delas foram feitas só para fugir do sofrer; e tornam nosso futuro, não apenas um daqueles de segunda mão; mas de terceira, quarta, tantos são os palpiteiros.
Nosso futuro seria outro se não precisássemos nos justificar nem nos desculparmos.
Não adianta ficar alegando invasão de propriedade íntima a vida toda; o vício em nos desculparmos e o hábito de sempre buscarmos justificativas para explicar as conseqüências de nossas poucas escolhas, torna-se um anestésico de consciência que embora nos deixe de forma temporária numa situação confortável, logo nos coloca de novo no ambiente embolorado da nossa inquilina consciência.
Não adianta se trancar no quartinho de despejo de sua própria casa mental - fazer birra, entrar em depressão, angústia, pânico – nada disso resolve a qualidade de nosso futuro. Apenas ao tomarmos ciência de nós mesmos é que podemos decidir o que reciclar e como fazer mudanças em nosso amanhã.
Expulsar os “posseiros” da nossa intimidade não resolve – milagres também não acontecem assim do nada. Nem recitando mantras vinte e quatro horas por dia conseguimos apagar para sempre quem somos.
Nas mudanças há que se respeitar as condições e o tempo de cada um de nós para executá-las.
Mesmo sendo um futuro de segunda mão, o nosso - sempre dá para desinfetar, dedetizar as companhias, dar um colorido diferente nos ambientes íntimos e na fachada. Arejar as idéias; faxinar os sentimentos.
Plante uma muda da árvore da felicidade no jardim da entrada – breve ela pode dar flores e frutos.
Uma boa providência é colocar na calçada da sua vida uma tabuleta:
NÃO PRECISAMOS DE AJUDANTES...
domingo, 12 de dezembro de 2010
ESTUDO DAS OFENSAS – PRINCÍPIO DA CURA - parte 3
Continuando...
Quando se trata de ofensas nossa sensibilidade é muito aguçada; embora sejamos meio “tapados” em analisá-las.
Nós costumamos rotular ofensa energética como “mal estar”, simplesmente.
Raramente tentamos destrinchar a sensação ruim de ofender ou ser ofendido.
OFENSAS DO ALÉM
Habitamos várias dimensões ao mesmo tempo, portanto as ofensas também podem ser sentidas e avaliadas na dimensão física e nas dimensões extra/físicas. Todos nós temos nossos colegas do e no além; a sintonia é que define quem é nossa turma.
Na dimensão física:
São todas as que podemos sentir “na lata”, e avaliar nesta terceira dimensão seja agressões físicas ou morais.
Nas dimensões extra/físicas:
Ainda não dispomos de recursos para medi-las, apenas podemos senti-las através das sensações produzidas pelo seu efeito no corpo físico, pois tudo que ocorre numa dimensão repercute na outra.
As ofensas que nos atingem nos planos extra/físicos podem ser originárias tanto de um plano quanto do outro.
Os dois agentes encontram-se nesta dimensão e a ofensa é produzida pela energia do pensar. Como se fosse um e-mail cheio de vírus. Um exemplo facilmente comprovado é a onda mental do invejoso que atinge e desarmoniza a sua vítima preparando-a para a vampirização.
A ofensa através de ondas mentais é a principal forma de agressão entre seres humanos.
Outro tipo é a ofensa causada por um indivíduo que se encontra polarizado no plano astral e a vítima nesta 3D; como na obsessão espiritual.
Nós de 3D não somos sempre as vítimas; muitas vezes, nós é que ofendemos e assediamos os que se encontram em 4D.
Esse tipo de troca de ofensas pode se originar da lei de causa e efeito; simples acerto de contas entre antigos adversários.
O ofensor pode ter sido contratado como se contrata um bandoleiro para causar mal a alguém. Um exemplo seriam os contratos de despachos feitos em locais que intermediam as relações entre os dois planos.
A troca de ofensas mais comum: o não ir com a cara; quando o santo não bate.
Nossas companhias espirituais podem surgir na vida cotidiana de bobeira; quando “mexemos” com os amiguinhos espirituais de alguém; seja através de uma discussão; fanatismo de torcida organizada – exemplo, para um fanático torcedor do Palmeiras o pior inimigo pode ser um Corintiano desencarnado (e não adianta acender vela branca e preta prá acalmá-lo – basta não torcer contra, não secar); etc.
Quanto á intencionalidade pode ser com intenção e sem intenção de ofender.
Sem intenção de ofender:
O prejuízo decorre de descuido e preguiça de pensar ou permitimos a alguém nos manipular. Exemplo, a preocupação dos pais em fazer com que a criança coma muito e rápido, porque lhe disseram que quanto mais se come mais saúde se tem. A obesidade ou a tendência para adoecer com muita facilidade que se origina dessa ofensa que os pais cometem aos filhos é um prejuízo sem intencionalidade, até melhor dizendo, a intenção seria a de ajudar, mas por descuido termina em ofensa.
Alguém que por força do “ofício” e para manter o emprego, vive de atravancar a vida dos outros com burocracia – atrasando, criando empecilhos até graves; como o sujeito do plano de saúde que retarda a liberação de uma cirurgia, uma quimioterapia e o “cara” poderia viver uns dias, meses ou anos a mais – provavelmente a encrenca já vai começar com a “turma” do paciente; depois que ele for para o lado de lá, a coisa pode ficar mais complicada.
Ofensas intencionais:
Mais grave e de mais difícil resolução; pois a lei de retorno sinaliza que tudo a nós retorna, lógico que aquele que ofende hoje com intenção, terá mais dificuldade em reparar no futuro.
SOLUÇÃO?
Mestre Jesus deixou dicas com alta capacidade de resolução:
- Só faz aos outros; o que gostarias de receber – é a prevenção por excelência.
- Besteira feita: aprender a arte do perdão é uma atitude deveras sábia.
- Exercitar a caridade é a única forma de resgate da inexorável lei de retorno.
DICA DO ALÉM:
A combinação da prevenção com o “pagamento” dos efeitos das ofensas; conduz á sanidade, paz, amor, felicidade.
Quando se trata de ofensas nossa sensibilidade é muito aguçada; embora sejamos meio “tapados” em analisá-las.
Nós costumamos rotular ofensa energética como “mal estar”, simplesmente.
Raramente tentamos destrinchar a sensação ruim de ofender ou ser ofendido.
OFENSAS DO ALÉM
Habitamos várias dimensões ao mesmo tempo, portanto as ofensas também podem ser sentidas e avaliadas na dimensão física e nas dimensões extra/físicas. Todos nós temos nossos colegas do e no além; a sintonia é que define quem é nossa turma.
Na dimensão física:
São todas as que podemos sentir “na lata”, e avaliar nesta terceira dimensão seja agressões físicas ou morais.
Nas dimensões extra/físicas:
Ainda não dispomos de recursos para medi-las, apenas podemos senti-las através das sensações produzidas pelo seu efeito no corpo físico, pois tudo que ocorre numa dimensão repercute na outra.
As ofensas que nos atingem nos planos extra/físicos podem ser originárias tanto de um plano quanto do outro.
Os dois agentes encontram-se nesta dimensão e a ofensa é produzida pela energia do pensar. Como se fosse um e-mail cheio de vírus. Um exemplo facilmente comprovado é a onda mental do invejoso que atinge e desarmoniza a sua vítima preparando-a para a vampirização.
A ofensa através de ondas mentais é a principal forma de agressão entre seres humanos.
Outro tipo é a ofensa causada por um indivíduo que se encontra polarizado no plano astral e a vítima nesta 3D; como na obsessão espiritual.
Nós de 3D não somos sempre as vítimas; muitas vezes, nós é que ofendemos e assediamos os que se encontram em 4D.
Esse tipo de troca de ofensas pode se originar da lei de causa e efeito; simples acerto de contas entre antigos adversários.
O ofensor pode ter sido contratado como se contrata um bandoleiro para causar mal a alguém. Um exemplo seriam os contratos de despachos feitos em locais que intermediam as relações entre os dois planos.
A troca de ofensas mais comum: o não ir com a cara; quando o santo não bate.
Nossas companhias espirituais podem surgir na vida cotidiana de bobeira; quando “mexemos” com os amiguinhos espirituais de alguém; seja através de uma discussão; fanatismo de torcida organizada – exemplo, para um fanático torcedor do Palmeiras o pior inimigo pode ser um Corintiano desencarnado (e não adianta acender vela branca e preta prá acalmá-lo – basta não torcer contra, não secar); etc.
Quanto á intencionalidade pode ser com intenção e sem intenção de ofender.
Sem intenção de ofender:
O prejuízo decorre de descuido e preguiça de pensar ou permitimos a alguém nos manipular. Exemplo, a preocupação dos pais em fazer com que a criança coma muito e rápido, porque lhe disseram que quanto mais se come mais saúde se tem. A obesidade ou a tendência para adoecer com muita facilidade que se origina dessa ofensa que os pais cometem aos filhos é um prejuízo sem intencionalidade, até melhor dizendo, a intenção seria a de ajudar, mas por descuido termina em ofensa.
Alguém que por força do “ofício” e para manter o emprego, vive de atravancar a vida dos outros com burocracia – atrasando, criando empecilhos até graves; como o sujeito do plano de saúde que retarda a liberação de uma cirurgia, uma quimioterapia e o “cara” poderia viver uns dias, meses ou anos a mais – provavelmente a encrenca já vai começar com a “turma” do paciente; depois que ele for para o lado de lá, a coisa pode ficar mais complicada.
Ofensas intencionais:
Mais grave e de mais difícil resolução; pois a lei de retorno sinaliza que tudo a nós retorna, lógico que aquele que ofende hoje com intenção, terá mais dificuldade em reparar no futuro.
SOLUÇÃO?
Mestre Jesus deixou dicas com alta capacidade de resolução:
- Só faz aos outros; o que gostarias de receber – é a prevenção por excelência.
- Besteira feita: aprender a arte do perdão é uma atitude deveras sábia.
- Exercitar a caridade é a única forma de resgate da inexorável lei de retorno.
DICA DO ALÉM:
A combinação da prevenção com o “pagamento” dos efeitos das ofensas; conduz á sanidade, paz, amor, felicidade.
sábado, 11 de dezembro de 2010
ESTUDO DAS OFENSAS – O PRINCÍPIO DO PERDÃO
Continuando...
ESTILOS DE OFENSAS
As ofensas a nós mesmos podem ser consideradas como ofensas ético/morais e físicas.
Ofensas ético/morais:
É a recusa em evoluir; sempre que possível fugimos de tudo que possa nos obrigar a mudar atitudes. Como a tentativa de fuga do conhecimento para nos mantermos em estágios que já deveriam ter sido ultrapassados para escapar das responsabilidades que acompanham o saber. A verdade consola, liberta, mas traz responsabilidades que não desejamos ainda assumir.
Ofensas físicas:
A doença é um tipo de suicídio inconsciente.
Nossas doenças têm origem no pensar, sentir, agir defasado da realidade de cada um e de cada época.
Ao nascer já trazemos tendências e predisposições de atuar e de adoecer que escolhemos em etapas passadas, é o rescaldo da lei de causa e efeito.
Outra parte é resultante das conseqüências das atuais escolhas de minutos ou de anos.
O componente seguinte é o desequilíbrio causado ao enviarmos pensamentos e sentimentos de cólera, raiva, inveja..., que de retorno ao corpo físico são capazes de causar disfunções ou lesões.
Ofensas objetivas e subjetivas nas relações.
Objetivas:
A carta dos direitos humanos pode servir de referência, tudo que possa ferir os direitos de qualquer pessoa pode ser considerada uma ofensa. A violação ao código penal das sociedades também pode ser um parâmetro. Mas, mesmo que usemos o critério da legalidade ou do crime que é um critério aparentemente objetivo, as distorções ainda são muitas; pois nem sempre o que é legal é ético. Nas sociedades legalidade e ética, muitas vezes, ainda costumam andar por caminhos diferentes.
No conjunto das ofensas objetivas elas podem ser físicas como as agressões ou extra/físicas do tipo das ofensas morais ou discriminatórias em virtude de raça, idade, cor, credo, etc.
Subjetivas:
Dependem da interpretação do que se sentiu ofendido, e varia segundo sua visão de mundo, formação cultural e características da personalidade.
Ofensas diretas e indiretas.
Diretas:
O ofendido é o próprio agente a sofrer a ofensa.
Indiretas:
A pessoa sente-se ofendida, mas o agente a sofrer a ofensa foi outro. É o ato de tomar para si as dores dos outros. Normalmente pessoas que são queridas ao ofendido. Algumas vezes aquele que se sentiu ofendido indiretamente o faz com mais intensidade do que a própria pessoa que foi objeto da ofensa.
Ofensas imaginativas:
Os inimigos imaginários são mais comuns do que se pensa.
Um dos fatores pode ser a maledicência ou até calúnia; com alguma freqüência julgamos gente ausente baseado em informações não confiáveis.
Noutras vezes é o efeito espelho; algumas pessoas refletem o lado negado de nossa personalidade, o que passa a nos incomodar a ponto de nos sentirmos ofendidos com atitudes da outra parte que não tem nada a ver conosco.
O mecanismo da projeção é outra forma comum; projetamos no outro o que seríamos capazes de fazer a ele.
A ofensa imaginária torna-se com facilidade um mecanismo de auto – obsessão capaz de gerar processos persecutórios até com fundo psiquiátrico.
Ação de parasitose espiritual:
A ação do mediunismo não é nada desprezível; muitas vezes somos induzidos por desencarnados a nos sentirmos ofendidos por determinadas pessoas, sem que elas tenham feito qualquer coisa contra nós. Eles quase sempre conseguem seu intento; pois, passamos a tratar o outro com desconfiança; e ele de forma instintiva vai se posicionar na defensiva criando um distúrbio na relação.
Ofensa mental:
Ela costuma se materializar como sensação desagradável frente a determinadas pessoas.
Esse é um assunto deveras importante; pois esse tipo de ofensa energética costuma causar sérios distúrbios, até orgânicos, tanto no emissor quanto no receptor, quando há sintonia. Esse fato é explicado pelas experiências do físico japonês Masaru Emoto com a ação das energias do pensamento e sentimento humanos sobre a água; como setenta por cento do nosso corpo é água; dá para imaginar a possibilidade de ocorrências; pois vigiamos muito pouco o que pensamos e sentimos a respeito dos outros.
Continua...
ESTILOS DE OFENSAS
As ofensas a nós mesmos podem ser consideradas como ofensas ético/morais e físicas.
Ofensas ético/morais:
É a recusa em evoluir; sempre que possível fugimos de tudo que possa nos obrigar a mudar atitudes. Como a tentativa de fuga do conhecimento para nos mantermos em estágios que já deveriam ter sido ultrapassados para escapar das responsabilidades que acompanham o saber. A verdade consola, liberta, mas traz responsabilidades que não desejamos ainda assumir.
Ofensas físicas:
A doença é um tipo de suicídio inconsciente.
Nossas doenças têm origem no pensar, sentir, agir defasado da realidade de cada um e de cada época.
Ao nascer já trazemos tendências e predisposições de atuar e de adoecer que escolhemos em etapas passadas, é o rescaldo da lei de causa e efeito.
Outra parte é resultante das conseqüências das atuais escolhas de minutos ou de anos.
O componente seguinte é o desequilíbrio causado ao enviarmos pensamentos e sentimentos de cólera, raiva, inveja..., que de retorno ao corpo físico são capazes de causar disfunções ou lesões.
Ofensas objetivas e subjetivas nas relações.
Objetivas:
A carta dos direitos humanos pode servir de referência, tudo que possa ferir os direitos de qualquer pessoa pode ser considerada uma ofensa. A violação ao código penal das sociedades também pode ser um parâmetro. Mas, mesmo que usemos o critério da legalidade ou do crime que é um critério aparentemente objetivo, as distorções ainda são muitas; pois nem sempre o que é legal é ético. Nas sociedades legalidade e ética, muitas vezes, ainda costumam andar por caminhos diferentes.
No conjunto das ofensas objetivas elas podem ser físicas como as agressões ou extra/físicas do tipo das ofensas morais ou discriminatórias em virtude de raça, idade, cor, credo, etc.
Subjetivas:
Dependem da interpretação do que se sentiu ofendido, e varia segundo sua visão de mundo, formação cultural e características da personalidade.
Ofensas diretas e indiretas.
Diretas:
O ofendido é o próprio agente a sofrer a ofensa.
Indiretas:
A pessoa sente-se ofendida, mas o agente a sofrer a ofensa foi outro. É o ato de tomar para si as dores dos outros. Normalmente pessoas que são queridas ao ofendido. Algumas vezes aquele que se sentiu ofendido indiretamente o faz com mais intensidade do que a própria pessoa que foi objeto da ofensa.
Ofensas imaginativas:
Os inimigos imaginários são mais comuns do que se pensa.
Um dos fatores pode ser a maledicência ou até calúnia; com alguma freqüência julgamos gente ausente baseado em informações não confiáveis.
Noutras vezes é o efeito espelho; algumas pessoas refletem o lado negado de nossa personalidade, o que passa a nos incomodar a ponto de nos sentirmos ofendidos com atitudes da outra parte que não tem nada a ver conosco.
O mecanismo da projeção é outra forma comum; projetamos no outro o que seríamos capazes de fazer a ele.
A ofensa imaginária torna-se com facilidade um mecanismo de auto – obsessão capaz de gerar processos persecutórios até com fundo psiquiátrico.
Ação de parasitose espiritual:
A ação do mediunismo não é nada desprezível; muitas vezes somos induzidos por desencarnados a nos sentirmos ofendidos por determinadas pessoas, sem que elas tenham feito qualquer coisa contra nós. Eles quase sempre conseguem seu intento; pois, passamos a tratar o outro com desconfiança; e ele de forma instintiva vai se posicionar na defensiva criando um distúrbio na relação.
Ofensa mental:
Ela costuma se materializar como sensação desagradável frente a determinadas pessoas.
Esse é um assunto deveras importante; pois esse tipo de ofensa energética costuma causar sérios distúrbios, até orgânicos, tanto no emissor quanto no receptor, quando há sintonia. Esse fato é explicado pelas experiências do físico japonês Masaru Emoto com a ação das energias do pensamento e sentimento humanos sobre a água; como setenta por cento do nosso corpo é água; dá para imaginar a possibilidade de ocorrências; pois vigiamos muito pouco o que pensamos e sentimos a respeito dos outros.
Continua...
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