quarta-feira, 10 de novembro de 2010

FALAR PELAS COSTAS

Mais da metade das conversas das pessoas comuns dizem respeito a comentar algo sobre alguém ausente. Essa atitude é um dos desastres causados pelo tipo de educação corrente e assume características de violência subliminar. Negar é perda de tempo; discursar sobre os outros e comentar-lhes a vida é um hábito tão comum que nos dificulta perceber que fazemos isso com freqüência.
E não é raro que descuidados usemos de agressividade nos julgamentos e nas colocações tanto na forma quanto no conteúdo. Até tecemos comentários sobre pessoas que nem conhecemos senão através do diz que diz de gente que até vive disso; isso está tão enraizado na cultura que nem nos damos conta.

Evidente que esse péssimo hábito é fruto da educação; pois, o subconsciente da criança logo capta esse artifício de liberar agressividade e violência sem sofrer as conseqüências imediatas; apenas aparentemente; pois nossa ignorância nos faz pensar coisas do tipo: “o que os olhos não vêem o coração não sente...” como justificativa. A verdade é bem outra, e chama-se lei de retorno e de causa e efeito.

A criança deve crescer num ambiente no qual não se fale de pessoas ausentes, especialmente críticas e julgamentos.

Quando as pessoas forem educadas segundo as leis naturais da vida tudo será bem diferente.
E, se já desejamos nos livrar desse péssimo hábito; para iniciar o processo de mudança um primeiro passo, é aprender a arte de ficar calado quando alguém comentar a respeito de pessoas ausentes.

Vale a pena treinar; o ganho é em todos os sentidos.
Dentre eles:
Das recordações dos momentos de paz que todos temos, nunca falta nelas uma peça essencial: o silêncio que apazigua e acalma.

Que não fique apenas nisso; pois:

Bem treinada a arte de calar vale a pena iniciar a vigilância constante do teor dos pensamentos que emitimos sobre os outros; até porque nosso corpo fala e nos entrega; ele “deda” nossos impulsos e desejos mais secretos.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

REFLEXÕES SOBRE O ESTRESSE INÚTIL

A sensação de cansaço após uma realização útil e prazerosa é reconfortante, pois basta apenas um descanso para o corpo e a mente para que as energias sejam renovadas: estamos prontos para outro desafio de viver...
Porém:
Quem se queixa de cansaço permanente:
Não gosta do que é, nem do que faz.
Ou:
Está fazendo tudo da forma errada.
Inútil até.

O estresse inútil comanda a vida das pessoas cansadas, tristes ou desalentadas de forma crônica, que logo se transformam em depressivas, angustiadas ou em pânico.
Quase mortas, em vida...

O que será que o Mestre quis dizer com:
“Deixem os mortos enterrarem os seus mortos”?

O QUE ESTOU FAZENDO DA MINHA VIDA?
E DA MINHA EXISTÊNCIA?

domingo, 7 de novembro de 2010

AGRESSIVIDADE - CUIDE BEM DA SUA



Vivemos mais um incrível paradoxo na nossa evolução; a agressividade está á solta; potencializada pelas mudanças energéticas geradas em decorrência das alterações no campo magnético do planeta; excesso de informações digitais para serem processadas por cérebros e mentes ainda analógicas; o sistema de vida baseado nas reações neuróticas (competitividade exacerbada); e dentre muitos outros fatores, as influências de energias vindas de fora como as que são provocadas pelo alinhamento planetário de 07/08/2010.
Conforme colocamos em outros artigos anteriores nos bloogs: o bicho vai pegar.
Na qualidade de “homus sapiens sapiens” a caminho de nos tornarmos seres humanos conscientes e integrais de fato; ainda muito mais reagimos a estímulos externos do que agimos de forma reflexiva. Na qualidade de seres reativos ainda somos comandados na forma de pensar, sentir e agir pelas nossas partes mais primitivas do cérebro “sacaneadas” pela péssima qualidade das partes mais modernas do cérebro, com mil desvios de função.
O perigo da exacerbação da agressividade seguida de violência explícita ou implícita reside na perda das contenções ou válvula de segurança de expressão das atitudes.
O que são mecanismos de contenção?
Aprendemos ao longo da vida através da educação, religião...; a conter impulsos, tendências; sem resolvê-los; pura maquiagem. Exemplo: a criança egocêntrica e exigente, à medida que é educada e cresce exterioriza a imagem de adulto educado no trabalho com os superiores ou clientes, embora seja um tirano com subordinados e familiares; até que um dia...
O aumento dos estímulos do momento atual desarticula essas contenções que nos enganam. Porque nos “seguramos” quando provocados em nossa agressividade, imaginamos ser uma pessoa calma; até que uma ou várias situações deixam a descoberto que ainda somos irritados e agressivos; daí nós ficamos assustados com nossas “explosões” de raiva e ira; e espantamos os que imaginavam nos conhecer...

Vamos tentar entender como funciona a resposta agressiva para facilitar seu controle numa primeira etapa e na seguinte transformar a reação de agressão em atitude de não agressão; numa atitude pacífica inteligente.

Durante uma relação agressiva o cérebro através do eixo hipotálamo-hipofisário envia um sinal de alarme ás glândulas supra – renais que liberam adrenalina, cortisol livre e outros mediadores químicos para aumentar o nível de vigilância do organismo preparando para matar ou correr. O mecanismo é semelhante ao que ocorre na Reação de alarme do Estresse ou Síndrome Geral de Adaptação. Todo esse processo pode ser alterado pela alteração das taxas de neurotransmissores do sistema nervoso: noradrenalina, serotonina, dopamina. Os hormônios sexuais também influenciam de forma significativa o perfil de agressividade do individuo e o mecanismo de reação.
Está provado que nossas reações internas de comportamento são influenciadas de forma significativa pelos estímulos externos; que nem precisam estar presentes; podem até ser ficção como ocorre no estresse crônico decorrente do atual sistema neurótico, normótico de viver. Os neurotransmissores que atuam nas reações de agressão estão fisiologicamente presentes no Sistema Límbico parte imortante na efetuação dos comportamentos motivados como é o caso da agressão.
Afinal os mecanismos de contenção são bons ou negativos?
Esse é o paradoxo.
Não possuir mecanismos de contenção adequados cria a possibilidade de grandes catástrofes existenciais e até morte precoce.
Quando os mecanismos de contenção são baseados em conteúdos não alinhados ás leis universais, especialmente as que formam o código de ética cósmica; os desastres produzidos pela visão de mundo baseada em dogmas e informações errôneas castram a evolução.
Excesso de contenções gera a possibilidade de suicídio explícito ou um tipo mais cruel, o da moda: as doenças auto-imunes que avançam num ritmo alucinante.
As contenções anteriores geravam coisas simples do tipo: gastrite, crises de alergia, choro, diarréias, crises de hipertensão, e mais raramente AVC e enfarte. No momento atual as contenções em indivíduos que elaboram mal algumas emoções e sentimentos fez explodir as estatísticas de câncer.

O que fazer?
Estude-se. Avalie seus impulsos e comportamentos para identificar em que fase da evolução se encontra em predominância.
Quem é o chefe a ditar seus comportamentos?
Hominídeo? Australopiteco? Homo neanderthalensis?
Homo erectus? Sapiens? Sapiens sapiens?

* Havia por aí muitos homo erectus erectus; mas, com a bagunça gerada pelo estresse crônico aumenta em larga escala o número de Homo viagra, viagra.

Cuide bem da sua agressividade, dirija-a para impulsionar sua evolução; nem poltrão nem animal.
Recicle-se; ainda dá tempo.

sábado, 6 de novembro de 2010

EMOÇÕES QUE ONTEM EU VIVI...

Ontem foi meu desaniversário; embora ainda não tenha dobrado o cabo da boa esperança, faz tempo que é desaniversário; recebi muitos presentes revestidos naquelas atitudes de carinho que emocionam e fazem com que a vida valha a pena. Duro é aquela lágrima pentelha que teima em escorrer do canto do olho – fico pensando num jeito de fungar o olho para recolher alguma lágrima inoportuna como a gente fazia quando era criança com a meleca do nariz; dava uma fungada prá dentro e pronto, durante um tempo dava certo; depois: Benzeta nele! - Fungar nariz dava uma dor na bunda por vários dias (acho que na infância o cara que eu mais odiava era o farmacêutico da esquina de casa) – Alguém já aprendeu a fungar prá dentro, recolher lágrima pentelha? – Então dá a receita.
Caramba; eu estou emocionado. Mas, o que é a emoção? – Nesta vida prá lá de maluca, a gente faz e sente as coisas e não procura compreendê-las.
Nada de livros chatos de medicina e psicologia com mais encheção de lingüiça do que qualquer conteúdo (santo Google – embora perigoso; quebra um galhão).
Ao que tudo indica o negócio aqui em 3D rola num bem bolado entre; Hipotálamo, área Pré-Frontal e o sistema Límbico.
O Encéfalo (será que todo mundo que a gente conhece tem?) comanda os impulsos de motivação, inclusive para aprender (*), em especial as sensações de prazer e punição.
O sistema Límbico começou a aparecer nos mamíferos inferiores comandando alguns comportamentos necessários á sobrevivência e a levar o “animalzinho” a distinguir o que lhe agrada e desagrada.
“Question please”:
Quem vive em função da moda; infeccionou o Sistema Límbico? Está com Limbiqueíte? – E os masoquistas? (quem não é levanta a mão!). E os Sadomasoquistas? - (quem assiste todos os jornais da TV?).
Quem não chora não mama/ afinal somos mamíferos!
Emoções e sentimentos: ira, pavor, paixão, ódio, alegria, tristeza, ansiedade, medo – são criações mamíferas. A preguiça de pensar e a lentidão no raciocínio foi uma sacanagem de alguns seres mais pensantes que a manada introduziram o leite de vaca na dieta das crianças e mantida nos marmanjos quase borderline em múltiplos aspectos da vida como mamíferos sapiens, sapiens, ignorantius modernus...
Eta trem poderoso!
O sistema límbico também responsável pela identidade pessoal e pela memória (Olá! – Perigo! - Como andam as coisas por aí?).
Lembram do artigo da amigdalite cerebral? – Pois é; ela também participa dessa encrenca toda junto com o Hipocampo (nada a ver com o estádio novo do coringão) tudo através do fórnix (cuidado com as associações) para os corpos mamilares (não aceitam silicone - será?) através do fascículo mamilotalâmico (nada a ver com os catecismos do Carlos Zéfiro) e do Tálamo, seguem para o neocórtex, colorindo emocionalmente cognitiva (sem sacanagem); daí, voltam para o Giro Cingulado (nada a ver com balada neurônica), retornando á casa: Amígdala e Hipocampo. Depois dessa canseira e aventura neuronal é modulada a resposta emocional com direito a sonhos, devaneios e até masturbação mental.
Embora esse sistema, que é o maior responsável pela emoção, já aparece muito rudimentarmente nos répteis, algo mais desenvolvido nos mamíferos e bem mais completo no ser humano – Será? – Confesso que começo a duvidar da evolução.
O sistema límbico de sua sogra deve ser bem rudimentar; cuidado com as comparações.
A intenção desta zoada com nosso achismo evolutivo:
Gente:
Cuidado ao drogar-se para dormir, acordar ou para viver um simples cotidiano; pois, a quase totalidade dos psicofármacos atua no nosso sistema Límbico já tão precário. Além disso: zoneiam os sistemas neuroendócrino, neuroimune, neurovegetativo; além dos ritmos circadianos (respiração, batimentos cardíacos, etc.).
SÓ É DROGADO QUEM QUER!
Receita de cura?
Para a maior parte: Amém.
Para os outros: Não leve para o lado pessoal.
Emoções limbicadas pouco ou nada tem a ver com emoções linkadas. Credo.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

NÃO HÁ INTELIGÊNCIA SEM AMOR

E vice versa.
Meus amigos, de umas décadas para cá, eu tenho reservado este dia, o do meu renascimento em 3D para algumas reflexões; quando a ciranda da vida permite; é claro, pois, já esqueci algumas vezes da data; coisas de índigo; e por contingências da vida ninguém me lembrou; o que foi maravilhoso; pois, sou liberto da maioria das convenções e dos padrões da normose.
Nestes, hoje, 59 anos de vida tenho aprendido algumas coisas; dentre elas:
Que algumas pessoas desenvolvem a inteligência sem a contrapartida do afeto, do carinho, do abraço, do beijo, do toque; isso é vero. Mas, muitas vezes suas carências afetivas ao longo da evolução são tamanhas; que as demonstrações de afeto dos em torno, são insuficientes; daí, elas tornam-se prepotentes, esquizóides, ditadoras; talvez apenas porque nunca foram amadas como sua avidez esperava; com certeza, por que elas pouco fizeram por merecer, naquele momento da evolução – Eu já convivi e convivo com muitas, tanto em 3D quanto em 4D – quem sabe eu não seja uma delas...
Quantas vezes, nas tarefas de conversar com a turma que se encontra perdida em 4D, verificamos que a inteligência dos que chegaram ali para arrebentar com o grupo, afrontar os discípulos do cordeiro, é muito maior e exuberante do que a nossa; daí, prá que perder tempo com teorias; basta apenas respeitar, colocar-se no mesmo patamar (o que é real) e pedir ajuda ao amor de uma mãe querida, um pai respeitável, um irmão, um amor de outras Eras; e breve aquele ditador de regras se rende.
O maior presente que a vida me deu nestes últimos anos foi verificar in loco, vivenciar o poder do amor, do afeto, do carinho; mesmo que seja através de um intermediário (médium) abraçando-o e oferecendo ao amigo em 4D uma sensação que ás vezes, há milênios ele não sentia.
A cada dia eu acredito em poucas pessoas ou em nenhuma; mas apenas; no item, totalmente; sejam encarnadas, desencarnadas, ETs, gurus...
Sou feliz ao dizer que, conhecendo a maioria e respeitando todas; não tenho religião definida e sacramentada, não sigo gurus; sou um eterno aprendiz; quem quiser gostar de mim assim como sou hoje (não sei o dia de amanhã) que goste; quem não quiser; tanto faz, não importa; mas, apenas neste momento... Nos futuros: não sei nem quero saber.
Tenho aprendido que:
Quem ama cuida; respeita e responde pelo objeto do seu amor; pessoas não inteligentes não respondem nem por si mesmas; tampouco se respeitam; quanto mais, respeitam o meio ambiente; estou enquadrado nestas: estou aprendendo a gostar de mim, a respeitar os outros como são e ao meio ambiente.
Claro que é complicado para a minha condição evolutiva; muitas das “barras que seguro” nem sei se é por convicção ou por comodismo e preguiça; acho que ambas se misturam...
Mas, como Deus um eterno gozador existimos para pagar micos.
É vero segundo a ciência que o afeto, embora não seja amor na sua plenitude, desempenha um papel essencial no funcionamento da inteligência. Sem afeto não haveria interesse, nem necessidade, nem motivação e, conseqüentemente, perguntas ou problemas nunca seriam despertados; não haveria inteligência. A afetividade é uma condição indispensável para a constituição da inteligência, embora não seja suficiente.
O afeto é fator preponderante, embora não suficiente no desenvolvimento das estruturas cognitivas, principalmente nos primeiros anos de vida – tudo bem; mas, hoje não resolve meu problema atual; talvez nem o seu, amigo leitor – todos nós precisamos de demonstrações de carinho que envolva o corpo físico: toque, abraços, beijos estalados.
Tenho observado, e fico muito feliz com essas descobertas da ciência a respeito da importância do afeto, do respeito, da humildade no trato com as pessoas tanto de 3D quanto dos habitantes de 4D que convivem 24hs do dia conosco.
Sou um buscador da minha consciência; mas, dói quando percebo que ela não é apenas juízo crítico de meus atos (qualidade ética, estética e moral), é fruto da evolução do meu sistema nervoso, portanto, percepções, individualidade, linguagem, idéias, significados, cultura, escolhas (ou livre arbítrio), moral e ética, existem todos em decorrência do funcionamento cerebral atual. E da percepção que tenho de mim próprio (auto – conhecimento), de meus semelhantes e do meio em que vivo.
A consciência em si, diz respeito à excitabilidade do sistema nervoso central aos estímulos externos e internos sob o ponto de vista quantitativo e, também, à capacidade de integração harmoniosa destes estímulos internos-externos, passados e presentes, sob o ponto de vista qualitativo. Portanto, em psiquiatria, ou no convívio diário perguntar se a pessoa está ou não consciente daquilo que faz ou pensa, tem uma conotação muito diferente da mesma questão tratada popularmente: Você me ama?
Na grande maioria das vezes o que se quer dizer, de fato, é se o indivíduo tem ou não crítica de seus atos.
Neste dia, comemorativo para uns e angustiante para os que se avizinham da transferência de CEP cósmico; será que eu mereço receber um XI CORAÇÃO?
Fiz por merecer esse amor presencial?

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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