Vivemos na Era do (com) dor, em razão da nossa postura frente à vida e seus valores.
Postura: dentre muitas velhas e novas colocações da comunicação; a definiremos como forma de pensar, sentir e agir que se materializará no corpo físico como atitude ou postura corporal.
Inquietude física: ranger de dentes, sobressaltos, espasmos musculares...; não conseguimos mais relaxar, nem durante o sono. Ossos, músculos, tendões, ligamentos, toda a estrutura de sustentação do corpo humano no estresse crônico permanecem em tensão e rígidos o tempo todo, e depois de algum tempo, é normal que as inflamações comecem: tendinites, L.E.R, bursites, artrites, artroses, fibromialgia, etc.
Não se trata de fibromialgia da dona Maria das dores.
Certa vez uma moça levou um tombo, e no outro dia ficou apavorada; pois, todo lugar em que ela punha o dedo, doía muito; começou a chorar e a se lamentar: - estou perdida; como vou viver com tanta dor no corpo inteiro - levada ao médico, explicado o caso, ele a examinou, e disse: - fique tranqüila, a senhora apenas está com o dedo quebrado.
Seria muito reconfortante se no caso das nossas dores prá tudo quanto é lado; nós estivéssemos apenas com o sentidomêtro quebrado.
A Era do (com) dor foi uma lenta construção dia após dia, acontecimento após acontecimento e, depois de algum tempo surgem os resultados, no caso, os sintomas. Não é um quadro agudo.
Tanto no corpo físico quanto na parte psicológica e ética: as pessoas deitam e despertam já cansadas, com o corpo todo dolorido. Isso não é novidade, para alguns esse problema não é recente. O esperado é que piore; pois a maior parte de nós vai continuar com o mesmo tipo de vida - não se trata de uma visão pessimista; mas sim, realista.
Todos os que hoje já se desesperam e se revoltam com suas limitações e dores; começam a perceber que a ação da medicina a cada dia torna-se mais limitada - o alívio que os remédios proporcionam é cada vez menos intenso e o tempo de duração do efeito é cada vez menor.
Ao menos numa coisa essa situação atual nos conforta; quando Jesus disse que no final dos tempos haveria dor, choro e ranger de dentes; logo ficamos imaginando o final de tudo, um desastre a lá filmes como 2012 – mas, não; talvez o que ele previu foi apenas fibromialgia, bruxismo, peripaques, transtorno bipolar, crises histeria, depressão, pânico – tudo resistente a tratamentos.
Ufa!
Que alívio!
Não adianta ficar dizendo que viver assim é melhor morrer – isso mata lentamente – melhor ir se acostumando – afinal, a gente se adapta e acostuma com tudo. Apenas cuidado para não exagerar e começar a dizer: Aí, que dorzinha gostosa! – Aviso, algumas fofocas espirituais dizem que do jeito que saímos daqui chegamos lá no Além – então quem sair daqui com dor vai continuar com ela – daí; melhor procurar resolver o problema antes de ir para o outro lado.
A investigação médica ficou mais fácil; hoje, o médico pergunta ao paciente: - Diga onde não dói!
Outro aspecto positivo é que melhora a relação entre as pessoas: vai começar o troca - troca de massagens. Você faz nimim – depois, eu faço nossê! – claro que alguns só vão querer receber e não vão querer dar; coisas da natureza humana.
Solução?
Depois a gente conversa. Mas, pelo amor de Deus – não vá quebrar o dedo para mudar o foco da dor; pois não resolve.
Pode começar alongando; tanto a musculatura quanto a mente e o coração...
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sábado, 25 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A ERA DO DEUS DINHEIRO - DESMATERIALIZADO
Em universos de dualidade é necessário criar sistema de valores.
Em mundos de 3D, é esperado que esses valores se materializem em objetos raros, metais, preciosidades.
No mundo contemporâneo o sistema de valores está organizado em complexos sistemas convencionados, como o atual sistema monetário: os valores se materializaram como papel; garantidos por objetos e poder para sustentar o sistema.
O antigo bezerro de ouro foi transformado em bezerro de papel, contudo, ele está se tornando virtual; etéreo.
Se já era complicado para nós lidar com valores amoedados físicos; nossa relação com o dinheiro virtual pode se mostrar caótica, em virtude, da pobreza de ética cósmica e da falta de valores humanos que representem o sistema como um holograma.
Nosso assunto de hoje, é o valor que damos ao dinheiro e à falta dele.
Como em muitos outros importantes aspectos da vida, nós lidamos com o dinheiro de forma esquizofrênica.
Esta mensagem me caiu nas mãos e me fez repensar alguns paradigmas quanto ao uso do dinheiro e sua importância em nossas vidas.
“Abençoa o dinheiro para que o dinheiro te abençoe.
Em verdade, não temos nele a vida, mas em si mesmo se erige por valioso sustentáculo do progresso sobre o qual a vida se aperfeiçoa.
Não é o amor, entretanto, suscita a simpatia e o reconhecimento em que, muitas vezes, o amor aparece em fontes de luz.
Não é saúde, todavia assegura o medicamento que combate a enfermidade.
Não é paz, contudo, é fator de equilíbrio, promovendo o trabalho ou extinguindo muito dos débitos que atormentam o espírito.
Não é a felicidade, no entanto, pode criar a felicidade a nosso favor, através do bem que é capaz de esparzir.
Talvez, dirás com amargura de quantos viste no resvaladouro da delinqüência por não saberem usufruí-lo com segurança e proveito.
De nossa parte, porém, tomamos a liberdade de perguntar se conheces todo o inventário:
Das dores que o dinheiro suprime; das lágrimas que enxuga; das aflições que desfaz; das empresas culturais que sustenta; do reconforto que espalha; das esperanças que semeia; das boas obras que realiza; das vidas que salva; dos suicídios e delitos outros que consegue evitar; das indústrias que incentiva e mantém; das inteligências que aprimora; ou das bênçãos de alegria que distribui.
Não censures a fortuna amoedada e nem condenes aqueles que a conservam. Carregando responsabilidades e dirigindo-se a fins que ignoramos.
Na Terra, o dinheiro é uma alavanca que a Divina Providência nos coloca nas mãos; manejando-a, tanto se pode marginalizar o coração nas trevas quanto edificar o luminoso caminha para a Vida Maior.
Dinheiro, em suma, vem de Deus, mas é forçoso reconhecer que a aplicação dele vem de nós”.
Pelo espírito Emmanuel – psicografia de Francisco Cândido Xavier – Livro: Caminho Verdade e Vida – Ed. FEB.
Se aprendermos o real valor do dinheiro, nos será possível criar um mundo melhor, mais ajustado aos valores reais da vida:
VIVE RICAMENTE
Quem é rico não precisa de nada que não seja seu.
Se fores pobre, se tiveres feito poucas conquistas humanas cobiçarás o que não te pertence. Para não invejar a paciência do outro, desenvolve a tua. Para tu não ficares dizendo que Deus brindou o outro com a doçura trabalha duro para que também a conquistes...
Analisa bem o que; e de quanto precisas; para que possas viver ricamente. É possível que seja bem menos do que imaginas.
Não te esquece deste sábio conselho:
“Rico é aquele que tem poucas necessidades”...
Para que se viva ricamente é preciso cultivar a simplicidade de ser capaz de viver com o mínimo necessário. Somente assim dominaremos tanto a vida com parcos recursos quanto a vida com muitos recursos ou abastança.
No terreno do afeto, aprende a nunca esperar nada de pessoa alguma, até porque ninguém tem a obrigação de nos dar nada; nós ao contrário, é que temos obrigação de darmos aos outros; o que de melhor possuímos para alcançar a riqueza do eterno retorno.
Aprender a separar o que é nosso do que é dos outros é uma condição essencial para que possamos viver ricamente.
Não cries necessidades desnecessárias que complicarão a tua vida.
Aprende a não gastar o que ainda não ganhastes.
Não te comprometas com créditos que ainda não possuis.
Em se tratando de riqueza relacionada com dinheiro; não te esqueças de analisar-lhe a origem; pois, na contabilidade da lei de causa e efeito, do banco cósmico da vida, nada se perde; tudo se transforma: riqueza amealhada indevidamente transforma-se em miséria a ser usufruída em breve futuro...
Em mundos de 3D, é esperado que esses valores se materializem em objetos raros, metais, preciosidades.
No mundo contemporâneo o sistema de valores está organizado em complexos sistemas convencionados, como o atual sistema monetário: os valores se materializaram como papel; garantidos por objetos e poder para sustentar o sistema.
O antigo bezerro de ouro foi transformado em bezerro de papel, contudo, ele está se tornando virtual; etéreo.
Se já era complicado para nós lidar com valores amoedados físicos; nossa relação com o dinheiro virtual pode se mostrar caótica, em virtude, da pobreza de ética cósmica e da falta de valores humanos que representem o sistema como um holograma.
Nosso assunto de hoje, é o valor que damos ao dinheiro e à falta dele.
Como em muitos outros importantes aspectos da vida, nós lidamos com o dinheiro de forma esquizofrênica.
Esta mensagem me caiu nas mãos e me fez repensar alguns paradigmas quanto ao uso do dinheiro e sua importância em nossas vidas.
“Abençoa o dinheiro para que o dinheiro te abençoe.
Em verdade, não temos nele a vida, mas em si mesmo se erige por valioso sustentáculo do progresso sobre o qual a vida se aperfeiçoa.
Não é o amor, entretanto, suscita a simpatia e o reconhecimento em que, muitas vezes, o amor aparece em fontes de luz.
Não é saúde, todavia assegura o medicamento que combate a enfermidade.
Não é paz, contudo, é fator de equilíbrio, promovendo o trabalho ou extinguindo muito dos débitos que atormentam o espírito.
Não é a felicidade, no entanto, pode criar a felicidade a nosso favor, através do bem que é capaz de esparzir.
Talvez, dirás com amargura de quantos viste no resvaladouro da delinqüência por não saberem usufruí-lo com segurança e proveito.
De nossa parte, porém, tomamos a liberdade de perguntar se conheces todo o inventário:
Das dores que o dinheiro suprime; das lágrimas que enxuga; das aflições que desfaz; das empresas culturais que sustenta; do reconforto que espalha; das esperanças que semeia; das boas obras que realiza; das vidas que salva; dos suicídios e delitos outros que consegue evitar; das indústrias que incentiva e mantém; das inteligências que aprimora; ou das bênçãos de alegria que distribui.
Não censures a fortuna amoedada e nem condenes aqueles que a conservam. Carregando responsabilidades e dirigindo-se a fins que ignoramos.
Na Terra, o dinheiro é uma alavanca que a Divina Providência nos coloca nas mãos; manejando-a, tanto se pode marginalizar o coração nas trevas quanto edificar o luminoso caminha para a Vida Maior.
Dinheiro, em suma, vem de Deus, mas é forçoso reconhecer que a aplicação dele vem de nós”.
Pelo espírito Emmanuel – psicografia de Francisco Cândido Xavier – Livro: Caminho Verdade e Vida – Ed. FEB.
Se aprendermos o real valor do dinheiro, nos será possível criar um mundo melhor, mais ajustado aos valores reais da vida:
VIVE RICAMENTE
Quem é rico não precisa de nada que não seja seu.
Se fores pobre, se tiveres feito poucas conquistas humanas cobiçarás o que não te pertence. Para não invejar a paciência do outro, desenvolve a tua. Para tu não ficares dizendo que Deus brindou o outro com a doçura trabalha duro para que também a conquistes...
Analisa bem o que; e de quanto precisas; para que possas viver ricamente. É possível que seja bem menos do que imaginas.
Não te esquece deste sábio conselho:
“Rico é aquele que tem poucas necessidades”...
Para que se viva ricamente é preciso cultivar a simplicidade de ser capaz de viver com o mínimo necessário. Somente assim dominaremos tanto a vida com parcos recursos quanto a vida com muitos recursos ou abastança.
No terreno do afeto, aprende a nunca esperar nada de pessoa alguma, até porque ninguém tem a obrigação de nos dar nada; nós ao contrário, é que temos obrigação de darmos aos outros; o que de melhor possuímos para alcançar a riqueza do eterno retorno.
Aprender a separar o que é nosso do que é dos outros é uma condição essencial para que possamos viver ricamente.
Não cries necessidades desnecessárias que complicarão a tua vida.
Aprende a não gastar o que ainda não ganhastes.
Não te comprometas com créditos que ainda não possuis.
Em se tratando de riqueza relacionada com dinheiro; não te esqueças de analisar-lhe a origem; pois, na contabilidade da lei de causa e efeito, do banco cósmico da vida, nada se perde; tudo se transforma: riqueza amealhada indevidamente transforma-se em miséria a ser usufruída em breve futuro...
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
PROJETO DE VIDA – AINDA NÃO TEM O SEU? - parte 2
Dando seqüência á brincadeira do esboço do nosso Projeto de Vida: iniciado no artigo – PROJETO DE VIDA – AINDA NÃO TEM O SEU? Publicado em 09/09 - para jogar o game cósmico em andamento – um dos objetivos: na Nova Terra, ficam apenas os seres humanos motivados e com a consciência mais ampliada; dou continuidade – até mesmo, para explicar o cansaço extremo que nos assola, e que pode nos deixar de fora da próxima fase do game da evolução aqui em Gaia.
Vários adendos a este artigo estão em outros já publicados nos outros bloogs; e que relacionamos alguns ao final deste artigo.
Quem pode ter objetivos de vida?
- O ser humano!
________________________________________________________
Mas, o que é ser humano?
O que o caracteriza? Escreva aqui.
Faça essa pergunta a outras pessoas, e anote as dificuldades que cada uma tem para emitir sua concepção a respeito.
(Talvez elas nunca tenham parado para pensar nisso, ou tenham incorporado como verdadeira a visão de outros a respeito. E você?)
- O ser humano pensa!
- Isso, o caracteriza! (dirá a maioria)
- Raciocínio contínuo.
- Pensa no quê?
- Para quê?
Anote suas respostas com muito carinho.
Cuidado, pois a seqüência da nossa evolução pode estar nelas contida. Eu e todos; dependemos de você; de alguma forma.
________________________________________________________
O que é um animal?
- Um ser irracional!
(alguém logo se apressa a dizer);
- Jogador de futebol!
(mas um craque, diz um fanático torcedor);
- Político profissional!
(diz o quase cidadão);
- Meu marido!
(diz a mulher mal amada);
- Minha sogra!
Conceitue num sentido amplo, como costuma usar no seu cotidiano.
________________________________________________________
Usa o conceito “animal” de forma pejorativa?
Por quê?
Será quem age sem pensar?
Alguém que reage por puro instinto?
O que é um instinto?
Se, tenho fome como, se sinto sede bebo; puro piloto automático.
Qual o problema?
Qual a dificuldade?
O que há de errado?
É algo bom ou ruim?
Um animal pode ter objetivos de vida?
Pode ter sentimentos?
Fulano é um animal!
Beltrano é um troglodita!
Qual a diferença?
________________________________________________________
O que é um troglodita?
- Um primata!
- A ponte entre o animal e o ser humano (alguém respondeu).
- Um elo entre o instinto e a razão! (dirá outro).
- Meu pai!
- Minha sogra!
- Meu marido!
- Meu chefe!
- Meus desafetos!
- Meu ex: amigo, namorada, esposo!
- Meu ex-qualquer coisa!
(diremos todos)...
________________________________________________________
Costuma usar o termo primata ou troglodita de forma pejorativa?
Quando se refere a você ou aos outros?
Ele pode ter objetivos de vida?
Quais seriam os principais?
O quê comandaria seus objetivos de vida?
Será que eu já tenho livre arbítrio?
- De que tamanho?
________________________________________________________
Quem sou eu?
- Sou fulano de tal!
- Um ser humano.
- Não sou animal nem troglodita.
_______________________________________________________
Será mesmo, que a maior parte do tempo minhas atitudes são humanas de fato?
- Claro que sim!
- Tomo decisões.
- Faço escolhas.
- Tenho e uso meu livre arbítrio.
- Penso e crio.
- Faço e desfaço quando me “dá na telha”.
- Sou livre, “ninguém me manda”.
- Parando para pensar melhor..., até, acho que sou um tipo de deus, pois sou muito criativo.
________________________________________________________
Convite á reflexão
E, se nós fossemos ao mesmo tempo uma criatura onde convivem juntos: animal, troglodita e ser humano?
Cada um contribui para a formação de nosso ser e estar, com algo, com uma parcela maior ou menor; mais ou menos importante.
A condição animal –
Contribui com os reflexos e instintos.
Recursos evolutivos poderosos, pacientemente, desenvolvidos ao longo dos milênios.
Como exemplos, podemos citar:
O de sobrevivência, que nos leva a comer quando temos fome e a beber quando temos sede.
O de perpetuação da espécie nos leva a procurar outra pessoa para aprender a amar e para nos reproduzirmos.
Para nossa segurança, buscamos definir um território; os mais fortes dominam e controlam os mais fracos.
O lado troglodita ou primata -
Entra com a descoberta dos prazeres e das emoções.
Nos, levou a descobrir que podemos comer sem ter fome e a beber sem ter sede.
Que é possível escolher para comer e beber o que nos der vontade.
Que podemos ter quantas pessoas queiramos como parceiras para obter gozo, independentemente de nos reproduzirmos ou não, e que podemos abandonar nossas crias, se assim o desejarmos.
Esse ser nos mostra que tudo nos é permitido e, qualquer coisa nos é possível...
Nossa parte já humana –
É o lado “desmancha prazeres”.
Que nos mostra que tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convém...
Sinaliza que somos livres para escolher, mas que ficamos amarrados às nossas escolhas. Tudo que nos dá prazer num momento pode tornar-se um grande desprazer ou dor, em seguida.
Essa parte, a humana, trouxe um sério problema para o lado troglodita:
A ética.
O ser humano é um animal ético.
Para complicar ainda mais: junto com ela surge a consciência crítica de nós mesmos; fiel servidora que vem trabalhar dentro de nós; mas que traz para o serviço seus filhos, uns “capetinhas perturbadores”;
Traz para dentro de nossa casa mental: a ansiedade, a angústia, o sentimento de menos valia, a culpa, o remorso...
Um dia...
Uma dessas partes que nos compõem vai ter que assumir o comando.
No dia – a - dia quem nos comanda?
Continua...
QUEM É O CHEFE – parte 3.
Bate papo relacionado:
http://americocanhoto.blogspot.com
- A PERSONALIDADE DOS ESGOTADOS.
- REINVENTANDO A EXISTÊNCIA.
- CONFLITO ENTRE VALORES ÍNTIMOS GERANDO CANSAÇO.
http://jogosdeamore.blogspot.com
- UMA CARA MUITAS CARAS.
- SOU ELE OU ELA? – DÚVIDAS A RESPEITO DA POLARIDADE.
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
- CANSOU? – NÃO SEJA BURRO DE CARGA DOS OUTROS.
- DESVIOS DA POLARIDADE SEXUAL.
Vários adendos a este artigo estão em outros já publicados nos outros bloogs; e que relacionamos alguns ao final deste artigo.
Quem pode ter objetivos de vida?
- O ser humano!
________________________________________________________
Mas, o que é ser humano?
O que o caracteriza? Escreva aqui.
Faça essa pergunta a outras pessoas, e anote as dificuldades que cada uma tem para emitir sua concepção a respeito.
(Talvez elas nunca tenham parado para pensar nisso, ou tenham incorporado como verdadeira a visão de outros a respeito. E você?)
- O ser humano pensa!
- Isso, o caracteriza! (dirá a maioria)
- Raciocínio contínuo.
- Pensa no quê?
- Para quê?
Anote suas respostas com muito carinho.
Cuidado, pois a seqüência da nossa evolução pode estar nelas contida. Eu e todos; dependemos de você; de alguma forma.
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O que é um animal?
- Um ser irracional!
(alguém logo se apressa a dizer);
- Jogador de futebol!
(mas um craque, diz um fanático torcedor);
- Político profissional!
(diz o quase cidadão);
- Meu marido!
(diz a mulher mal amada);
- Minha sogra!
Conceitue num sentido amplo, como costuma usar no seu cotidiano.
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Usa o conceito “animal” de forma pejorativa?
Por quê?
Será quem age sem pensar?
Alguém que reage por puro instinto?
O que é um instinto?
Se, tenho fome como, se sinto sede bebo; puro piloto automático.
Qual o problema?
Qual a dificuldade?
O que há de errado?
É algo bom ou ruim?
Um animal pode ter objetivos de vida?
Pode ter sentimentos?
Fulano é um animal!
Beltrano é um troglodita!
Qual a diferença?
________________________________________________________
O que é um troglodita?
- Um primata!
- A ponte entre o animal e o ser humano (alguém respondeu).
- Um elo entre o instinto e a razão! (dirá outro).
- Meu pai!
- Minha sogra!
- Meu marido!
- Meu chefe!
- Meus desafetos!
- Meu ex: amigo, namorada, esposo!
- Meu ex-qualquer coisa!
(diremos todos)...
________________________________________________________
Costuma usar o termo primata ou troglodita de forma pejorativa?
Quando se refere a você ou aos outros?
Ele pode ter objetivos de vida?
Quais seriam os principais?
O quê comandaria seus objetivos de vida?
Será que eu já tenho livre arbítrio?
- De que tamanho?
________________________________________________________
Quem sou eu?
- Sou fulano de tal!
- Um ser humano.
- Não sou animal nem troglodita.
_______________________________________________________
Será mesmo, que a maior parte do tempo minhas atitudes são humanas de fato?
- Claro que sim!
- Tomo decisões.
- Faço escolhas.
- Tenho e uso meu livre arbítrio.
- Penso e crio.
- Faço e desfaço quando me “dá na telha”.
- Sou livre, “ninguém me manda”.
- Parando para pensar melhor..., até, acho que sou um tipo de deus, pois sou muito criativo.
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Convite á reflexão
E, se nós fossemos ao mesmo tempo uma criatura onde convivem juntos: animal, troglodita e ser humano?
Cada um contribui para a formação de nosso ser e estar, com algo, com uma parcela maior ou menor; mais ou menos importante.
A condição animal –
Contribui com os reflexos e instintos.
Recursos evolutivos poderosos, pacientemente, desenvolvidos ao longo dos milênios.
Como exemplos, podemos citar:
O de sobrevivência, que nos leva a comer quando temos fome e a beber quando temos sede.
O de perpetuação da espécie nos leva a procurar outra pessoa para aprender a amar e para nos reproduzirmos.
Para nossa segurança, buscamos definir um território; os mais fortes dominam e controlam os mais fracos.
O lado troglodita ou primata -
Entra com a descoberta dos prazeres e das emoções.
Nos, levou a descobrir que podemos comer sem ter fome e a beber sem ter sede.
Que é possível escolher para comer e beber o que nos der vontade.
Que podemos ter quantas pessoas queiramos como parceiras para obter gozo, independentemente de nos reproduzirmos ou não, e que podemos abandonar nossas crias, se assim o desejarmos.
Esse ser nos mostra que tudo nos é permitido e, qualquer coisa nos é possível...
Nossa parte já humana –
É o lado “desmancha prazeres”.
Que nos mostra que tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convém...
Sinaliza que somos livres para escolher, mas que ficamos amarrados às nossas escolhas. Tudo que nos dá prazer num momento pode tornar-se um grande desprazer ou dor, em seguida.
Essa parte, a humana, trouxe um sério problema para o lado troglodita:
A ética.
O ser humano é um animal ético.
Para complicar ainda mais: junto com ela surge a consciência crítica de nós mesmos; fiel servidora que vem trabalhar dentro de nós; mas que traz para o serviço seus filhos, uns “capetinhas perturbadores”;
Traz para dentro de nossa casa mental: a ansiedade, a angústia, o sentimento de menos valia, a culpa, o remorso...
Um dia...
Uma dessas partes que nos compõem vai ter que assumir o comando.
No dia – a - dia quem nos comanda?
Continua...
QUEM É O CHEFE – parte 3.
Bate papo relacionado:
http://americocanhoto.blogspot.com
- A PERSONALIDADE DOS ESGOTADOS.
- REINVENTANDO A EXISTÊNCIA.
- CONFLITO ENTRE VALORES ÍNTIMOS GERANDO CANSAÇO.
http://jogosdeamore.blogspot.com
- UMA CARA MUITAS CARAS.
- SOU ELE OU ELA? – DÚVIDAS A RESPEITO DA POLARIDADE.
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
- CANSOU? – NÃO SEJA BURRO DE CARGA DOS OUTROS.
- DESVIOS DA POLARIDADE SEXUAL.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A PERSONALIDADE DOS ESGOTADOS
Oh vida! Oh dor!
Se eu não sei quem sou nem o que faço aqui; vou produzir pouco e andar sempre consertando estragos em todos os sentidos da existência.
Além da falta de um projeto de vida coerente; algumas facetas da nossa personalidade têm um peso considerável na sensação de impotência frente ao existir e seus acontecimentos.
Na sua estrutura básica essas características são aquisições individuais; o que explica o fato de pessoas da mesma família, criadas nas mesmas condições e submetidas aos mesmos tipos de influência reagirem de forma diversa; e incorporam aprendizados diferentes.
Várias são as características de personalidade que levam mais rapidamente á perda dos limites, e á sensação de não suporto mais.
As pessoas esgotadas e desalentadas costumam ser:
Impacientes.
Quem deseja que tudo ande na velocidade de seus interesses logo se cansa, frente a tantas complicações que atrai para si.
Mandonas.
As que “sargenteiam” a vida dos outros o tempo todo, vivem em alerta constante, com medo de serem desobedecidas para que sua falta de competência não seja conhecida.
Autoritárias.
O autoritário é um mandão sem conteúdo. E a tentativa de impor autoridade, esgota suas reservas energéticas com extrema facilidade;
A autoridade moral não precisa ser imposta, pois, ela fui de forma natural (tipo ainda raro).
Impostoras.
A pessoa que vive pregando mentiras com intenção de domínio tem dupla perda de energia.
Controladoras.
Quem não permite o fluir das experiências dos outros esgota-se com extrema facilidade – além disso, torna-se irritável.
Perfeccionistas.
Quem não aceita o direito de errar para aprender; sofre de um tipo de orgulho: detesta ser avaliado ou criticado. Essa tensão permanente conduz a um estado de falência energética mental, emocional e física.
Mentirosas.
Quanto mais o indivíduo fantasia com interesses pré – determinados, mais a sensação de cansaço e de esgotamento se acentua; pois, viver em permanente estado de alerta para que não seja descoberto, esgota as energia vitais.
Intransigentes.
Quem não aceita opiniões ou atitudes diferentes da sua, cansa-se cada vez mais rápido para manter as suas; tantas são as situações a expressar diferenças no dia a dia moderno.
Avarentas.
O fluxo rápido das mudanças do ter, possuir, aparentar, conduz os avarentos a perdas sucessivas para que possam compreender que nada nesta dimensão do planeta nos pertence.
Invejosas.
Viver em função do que o outro tem ou deixa de ter, comparando-se com ele o tempo todo, é um sorvedouro de energia e vitalidade que nos afeta.
Impulsivas.
Quem faz primeiro para pensar depois, tem um trabalho danado para consertar os estragos.
Ansiosas.
Sofrer por antecipação é energia jogada fora.
Medrosas.
O medo é o principal obstáculo ás trocas de energia que levam á revitalização.
A maior parte de nós deixa muito a desejar no conhecimento de si mesmo; daí que parecemos um barril de energia todo cheio de furos; a natureza pode nos abastecer o tempo todo que retemos muito pouco. As características mais negadas são os escoadouros de energia vital mais escancarados; a drenar nossa vitalidade.
Não resta dúvida que além de alguns outros fatores externos; a falta de reciclagem da nossa personalidade, é parte importante da falta de motivação e de energia para viver. No tempo que nos resta, muitos não conseguirão escapar do desastre de sermos cozidos no caldo da própria falta de competência – mas, para boa parte ainda dá tempo.
Lembra da moderna parábola da rã sendo cozida no caldeirão?
Feito a rã estamos sendo cozidos no caldeirão dos desejos dos outros – mas, ainda dá tempo de pular fora dele usando apenas, um desejo, uma meta coerente; e usando o impulso da boa vontade.
Dica: não perca tempo nem energia lutando contra seus “defeitos” de caráter – liste as qualidades que lhe faltam para viver em paz e harmonia consigo e com o planeta – mãos à obra – corra atrás, com leveza e bom humor.
Na dúvida sobre o que fazer ria de si mesmo...
HOJE É DIA MUNDIAL SEM CARRO – bota o pé na estrada.
Se eu não sei quem sou nem o que faço aqui; vou produzir pouco e andar sempre consertando estragos em todos os sentidos da existência.
Além da falta de um projeto de vida coerente; algumas facetas da nossa personalidade têm um peso considerável na sensação de impotência frente ao existir e seus acontecimentos.
Na sua estrutura básica essas características são aquisições individuais; o que explica o fato de pessoas da mesma família, criadas nas mesmas condições e submetidas aos mesmos tipos de influência reagirem de forma diversa; e incorporam aprendizados diferentes.
Várias são as características de personalidade que levam mais rapidamente á perda dos limites, e á sensação de não suporto mais.
As pessoas esgotadas e desalentadas costumam ser:
Impacientes.
Quem deseja que tudo ande na velocidade de seus interesses logo se cansa, frente a tantas complicações que atrai para si.
Mandonas.
As que “sargenteiam” a vida dos outros o tempo todo, vivem em alerta constante, com medo de serem desobedecidas para que sua falta de competência não seja conhecida.
Autoritárias.
O autoritário é um mandão sem conteúdo. E a tentativa de impor autoridade, esgota suas reservas energéticas com extrema facilidade;
A autoridade moral não precisa ser imposta, pois, ela fui de forma natural (tipo ainda raro).
Impostoras.
A pessoa que vive pregando mentiras com intenção de domínio tem dupla perda de energia.
Controladoras.
Quem não permite o fluir das experiências dos outros esgota-se com extrema facilidade – além disso, torna-se irritável.
Perfeccionistas.
Quem não aceita o direito de errar para aprender; sofre de um tipo de orgulho: detesta ser avaliado ou criticado. Essa tensão permanente conduz a um estado de falência energética mental, emocional e física.
Mentirosas.
Quanto mais o indivíduo fantasia com interesses pré – determinados, mais a sensação de cansaço e de esgotamento se acentua; pois, viver em permanente estado de alerta para que não seja descoberto, esgota as energia vitais.
Intransigentes.
Quem não aceita opiniões ou atitudes diferentes da sua, cansa-se cada vez mais rápido para manter as suas; tantas são as situações a expressar diferenças no dia a dia moderno.
Avarentas.
O fluxo rápido das mudanças do ter, possuir, aparentar, conduz os avarentos a perdas sucessivas para que possam compreender que nada nesta dimensão do planeta nos pertence.
Invejosas.
Viver em função do que o outro tem ou deixa de ter, comparando-se com ele o tempo todo, é um sorvedouro de energia e vitalidade que nos afeta.
Impulsivas.
Quem faz primeiro para pensar depois, tem um trabalho danado para consertar os estragos.
Ansiosas.
Sofrer por antecipação é energia jogada fora.
Medrosas.
O medo é o principal obstáculo ás trocas de energia que levam á revitalização.
A maior parte de nós deixa muito a desejar no conhecimento de si mesmo; daí que parecemos um barril de energia todo cheio de furos; a natureza pode nos abastecer o tempo todo que retemos muito pouco. As características mais negadas são os escoadouros de energia vital mais escancarados; a drenar nossa vitalidade.
Não resta dúvida que além de alguns outros fatores externos; a falta de reciclagem da nossa personalidade, é parte importante da falta de motivação e de energia para viver. No tempo que nos resta, muitos não conseguirão escapar do desastre de sermos cozidos no caldo da própria falta de competência – mas, para boa parte ainda dá tempo.
Lembra da moderna parábola da rã sendo cozida no caldeirão?
Feito a rã estamos sendo cozidos no caldeirão dos desejos dos outros – mas, ainda dá tempo de pular fora dele usando apenas, um desejo, uma meta coerente; e usando o impulso da boa vontade.
Dica: não perca tempo nem energia lutando contra seus “defeitos” de caráter – liste as qualidades que lhe faltam para viver em paz e harmonia consigo e com o planeta – mãos à obra – corra atrás, com leveza e bom humor.
Na dúvida sobre o que fazer ria de si mesmo...
HOJE É DIA MUNDIAL SEM CARRO – bota o pé na estrada.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
REIVENTADO A EXISTÊNCIA
Impressiona o número de pessoas a cada dia mais esgotadas, em desânimo, num interminável conflito consigo mesmas e com o ambiente.
O desgaste de viver sob perigo constante dia após dia, não importa se, real ou imaginário cansa e desanima.
Era inevitável, que o corpo sofresse as conseqüências do medo e da ansiedade doentios.
A sensação de não agüento mais; tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um alimenta o outro, inseparáveis que são.
Não agüentaremos mais solidificar posições fundamentadas em desejos do ego para manter posição em idéias que não se suportam a si mesmas; uma nova revolução cultural se faz necessária, baseada nos valores da Ética Cósmica.
Muitos são os fatores que estruturam nossa personalidade a serem levados em conta. Na abordagem de hoje, analisaremos rapidamente alguns dos fatores externos participantes deste estado de sentir-se:
Sistemas de governo.
A voracidade com que os que se encastelam no poder engolem os recursos conquistados a duras penas pelas pessoas contribuintes , leva parte da sociedade a trabalhar acima dos limites; e conduz ao desânimo.
Impunidade.
O esforço para andar balizado pela lei, somado á revolta pela impunidade dos que vivem á sombra do poder; criando e usando leis em benefício próprio e dos colaterais, desgasta, revolta e faz adoecer; pois, onde não há justiça; não pode haver amor nem paz, muito menos esperança, alegria, felicidade e saúde.
Perda da esperança.
Tudo isso se mistura num coquetel explosivo no final dos tempos: expectativas frustradas, educação, religião, injustiças, pensamento mágico, exploração, cultura..., quebram o sincronismo da lei de progresso com a de justiça e amor, gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui.
Excesso de desejos.
Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As limitadas possibilidades de cada um tornaram-se algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - divergentes da realidade.
Ilusões.
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade; o que é perigoso; pois, somente quando estamos nela inseridos é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior.
Exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias para manter acesa a chama da esperança de uma vida melhor; pois, vivemos sob o domínio do deus dinheiro.
Decepções sentimentais.
As relações amorosas estão romantizadas pela mídia novelesca; levando á decepção, frustração. As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.
Perda da referência pessoal.
Há descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas; propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, gera conflitos, desagrega, deprime, esgota.
Perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato; esse estilo de vida está nos consumindo.
Ao admitir que não agüento mais viver dessa forma, sinalizo que perdi o senso de fronteiras do que é possível, real, ou do que é ilusão.
Vida em família.
Boa parte das famílias constituem-se sem planejamento; o que transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações, que mais consome energia e desgasta do que nos alimenta e reconforta.
Trabalho.
Fomos criados para a profissionalização para podermos consumir o que nos sinalizam.
Sexo.
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo. A qualidade da relação assenta-se na preocupação com o próprio desempenho; pouco mais do que isso.
Lazer.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas; o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois das viagens e dos congestionamentos.
Entretenimento.
A industria do entretenimento rápido como a TV, é responsável por boa parte da vida perigosa que levamos; esse estilo de lazer, induz á ociosidade e ao estresse crônico; pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade.
Religião.
A associação da fé em Deus com a melhora da vida material, cria conflitos entre a crença e a descrença; o que, tira a esperança ou sedimenta o conformismo quando as coisas não vão bem.
Não existimos para levar esse tipo de vida.
Para nos libertarmos dessa escravidão é preciso revitalizar nosso sistema de crenças, e procurar refazer a cada dia nossas metas de vida, nos conectando á Fonte Criadora.
É recomendável ter um projeto de vida coerente com as razões do existir; faltam menos de oitocentos dias para cada um entregar o seu.
Já tem ao menos um esboço do seu?
O desgaste de viver sob perigo constante dia após dia, não importa se, real ou imaginário cansa e desanima.
Era inevitável, que o corpo sofresse as conseqüências do medo e da ansiedade doentios.
A sensação de não agüento mais; tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um alimenta o outro, inseparáveis que são.
Não agüentaremos mais solidificar posições fundamentadas em desejos do ego para manter posição em idéias que não se suportam a si mesmas; uma nova revolução cultural se faz necessária, baseada nos valores da Ética Cósmica.
Muitos são os fatores que estruturam nossa personalidade a serem levados em conta. Na abordagem de hoje, analisaremos rapidamente alguns dos fatores externos participantes deste estado de sentir-se:
Sistemas de governo.
A voracidade com que os que se encastelam no poder engolem os recursos conquistados a duras penas pelas pessoas contribuintes , leva parte da sociedade a trabalhar acima dos limites; e conduz ao desânimo.
Impunidade.
O esforço para andar balizado pela lei, somado á revolta pela impunidade dos que vivem á sombra do poder; criando e usando leis em benefício próprio e dos colaterais, desgasta, revolta e faz adoecer; pois, onde não há justiça; não pode haver amor nem paz, muito menos esperança, alegria, felicidade e saúde.
Perda da esperança.
Tudo isso se mistura num coquetel explosivo no final dos tempos: expectativas frustradas, educação, religião, injustiças, pensamento mágico, exploração, cultura..., quebram o sincronismo da lei de progresso com a de justiça e amor, gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui.
Excesso de desejos.
Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As limitadas possibilidades de cada um tornaram-se algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - divergentes da realidade.
Ilusões.
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade; o que é perigoso; pois, somente quando estamos nela inseridos é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior.
Exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias para manter acesa a chama da esperança de uma vida melhor; pois, vivemos sob o domínio do deus dinheiro.
Decepções sentimentais.
As relações amorosas estão romantizadas pela mídia novelesca; levando á decepção, frustração. As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.
Perda da referência pessoal.
Há descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas; propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, gera conflitos, desagrega, deprime, esgota.
Perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato; esse estilo de vida está nos consumindo.
Ao admitir que não agüento mais viver dessa forma, sinalizo que perdi o senso de fronteiras do que é possível, real, ou do que é ilusão.
Vida em família.
Boa parte das famílias constituem-se sem planejamento; o que transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações, que mais consome energia e desgasta do que nos alimenta e reconforta.
Trabalho.
Fomos criados para a profissionalização para podermos consumir o que nos sinalizam.
Sexo.
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo. A qualidade da relação assenta-se na preocupação com o próprio desempenho; pouco mais do que isso.
Lazer.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas; o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois das viagens e dos congestionamentos.
Entretenimento.
A industria do entretenimento rápido como a TV, é responsável por boa parte da vida perigosa que levamos; esse estilo de lazer, induz á ociosidade e ao estresse crônico; pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade.
Religião.
A associação da fé em Deus com a melhora da vida material, cria conflitos entre a crença e a descrença; o que, tira a esperança ou sedimenta o conformismo quando as coisas não vão bem.
Não existimos para levar esse tipo de vida.
Para nos libertarmos dessa escravidão é preciso revitalizar nosso sistema de crenças, e procurar refazer a cada dia nossas metas de vida, nos conectando á Fonte Criadora.
É recomendável ter um projeto de vida coerente com as razões do existir; faltam menos de oitocentos dias para cada um entregar o seu.
Já tem ao menos um esboço do seu?
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