Dando seqüência á brincadeira do esboço do nosso Projeto de Vida: iniciado no artigo – PROJETO DE VIDA – AINDA NÃO TEM O SEU? Publicado em 09/09 - para jogar o game cósmico em andamento – um dos objetivos: na Nova Terra, ficam apenas os seres humanos motivados e com a consciência mais ampliada; dou continuidade – até mesmo, para explicar o cansaço extremo que nos assola, e que pode nos deixar de fora da próxima fase do game da evolução aqui em Gaia.
Vários adendos a este artigo estão em outros já publicados nos outros bloogs; e que relacionamos alguns ao final deste artigo.
Quem pode ter objetivos de vida?
- O ser humano!
________________________________________________________
Mas, o que é ser humano?
O que o caracteriza? Escreva aqui.
Faça essa pergunta a outras pessoas, e anote as dificuldades que cada uma tem para emitir sua concepção a respeito.
(Talvez elas nunca tenham parado para pensar nisso, ou tenham incorporado como verdadeira a visão de outros a respeito. E você?)
- O ser humano pensa!
- Isso, o caracteriza! (dirá a maioria)
- Raciocínio contínuo.
- Pensa no quê?
- Para quê?
Anote suas respostas com muito carinho.
Cuidado, pois a seqüência da nossa evolução pode estar nelas contida. Eu e todos; dependemos de você; de alguma forma.
________________________________________________________
O que é um animal?
- Um ser irracional!
(alguém logo se apressa a dizer);
- Jogador de futebol!
(mas um craque, diz um fanático torcedor);
- Político profissional!
(diz o quase cidadão);
- Meu marido!
(diz a mulher mal amada);
- Minha sogra!
Conceitue num sentido amplo, como costuma usar no seu cotidiano.
________________________________________________________
Usa o conceito “animal” de forma pejorativa?
Por quê?
Será quem age sem pensar?
Alguém que reage por puro instinto?
O que é um instinto?
Se, tenho fome como, se sinto sede bebo; puro piloto automático.
Qual o problema?
Qual a dificuldade?
O que há de errado?
É algo bom ou ruim?
Um animal pode ter objetivos de vida?
Pode ter sentimentos?
Fulano é um animal!
Beltrano é um troglodita!
Qual a diferença?
________________________________________________________
O que é um troglodita?
- Um primata!
- A ponte entre o animal e o ser humano (alguém respondeu).
- Um elo entre o instinto e a razão! (dirá outro).
- Meu pai!
- Minha sogra!
- Meu marido!
- Meu chefe!
- Meus desafetos!
- Meu ex: amigo, namorada, esposo!
- Meu ex-qualquer coisa!
(diremos todos)...
________________________________________________________
Costuma usar o termo primata ou troglodita de forma pejorativa?
Quando se refere a você ou aos outros?
Ele pode ter objetivos de vida?
Quais seriam os principais?
O quê comandaria seus objetivos de vida?
Será que eu já tenho livre arbítrio?
- De que tamanho?
________________________________________________________
Quem sou eu?
- Sou fulano de tal!
- Um ser humano.
- Não sou animal nem troglodita.
_______________________________________________________
Será mesmo, que a maior parte do tempo minhas atitudes são humanas de fato?
- Claro que sim!
- Tomo decisões.
- Faço escolhas.
- Tenho e uso meu livre arbítrio.
- Penso e crio.
- Faço e desfaço quando me “dá na telha”.
- Sou livre, “ninguém me manda”.
- Parando para pensar melhor..., até, acho que sou um tipo de deus, pois sou muito criativo.
________________________________________________________
Convite á reflexão
E, se nós fossemos ao mesmo tempo uma criatura onde convivem juntos: animal, troglodita e ser humano?
Cada um contribui para a formação de nosso ser e estar, com algo, com uma parcela maior ou menor; mais ou menos importante.
A condição animal –
Contribui com os reflexos e instintos.
Recursos evolutivos poderosos, pacientemente, desenvolvidos ao longo dos milênios.
Como exemplos, podemos citar:
O de sobrevivência, que nos leva a comer quando temos fome e a beber quando temos sede.
O de perpetuação da espécie nos leva a procurar outra pessoa para aprender a amar e para nos reproduzirmos.
Para nossa segurança, buscamos definir um território; os mais fortes dominam e controlam os mais fracos.
O lado troglodita ou primata -
Entra com a descoberta dos prazeres e das emoções.
Nos, levou a descobrir que podemos comer sem ter fome e a beber sem ter sede.
Que é possível escolher para comer e beber o que nos der vontade.
Que podemos ter quantas pessoas queiramos como parceiras para obter gozo, independentemente de nos reproduzirmos ou não, e que podemos abandonar nossas crias, se assim o desejarmos.
Esse ser nos mostra que tudo nos é permitido e, qualquer coisa nos é possível...
Nossa parte já humana –
É o lado “desmancha prazeres”.
Que nos mostra que tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convém...
Sinaliza que somos livres para escolher, mas que ficamos amarrados às nossas escolhas. Tudo que nos dá prazer num momento pode tornar-se um grande desprazer ou dor, em seguida.
Essa parte, a humana, trouxe um sério problema para o lado troglodita:
A ética.
O ser humano é um animal ético.
Para complicar ainda mais: junto com ela surge a consciência crítica de nós mesmos; fiel servidora que vem trabalhar dentro de nós; mas que traz para o serviço seus filhos, uns “capetinhas perturbadores”;
Traz para dentro de nossa casa mental: a ansiedade, a angústia, o sentimento de menos valia, a culpa, o remorso...
Um dia...
Uma dessas partes que nos compõem vai ter que assumir o comando.
No dia – a - dia quem nos comanda?
Continua...
QUEM É O CHEFE – parte 3.
Bate papo relacionado:
http://americocanhoto.blogspot.com
- A PERSONALIDADE DOS ESGOTADOS.
- REINVENTANDO A EXISTÊNCIA.
- CONFLITO ENTRE VALORES ÍNTIMOS GERANDO CANSAÇO.
http://jogosdeamore.blogspot.com
- UMA CARA MUITAS CARAS.
- SOU ELE OU ELA? – DÚVIDAS A RESPEITO DA POLARIDADE.
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
- CANSOU? – NÃO SEJA BURRO DE CARGA DOS OUTROS.
- DESVIOS DA POLARIDADE SEXUAL.
Minha lista de blogs
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A PERSONALIDADE DOS ESGOTADOS
Oh vida! Oh dor!
Se eu não sei quem sou nem o que faço aqui; vou produzir pouco e andar sempre consertando estragos em todos os sentidos da existência.
Além da falta de um projeto de vida coerente; algumas facetas da nossa personalidade têm um peso considerável na sensação de impotência frente ao existir e seus acontecimentos.
Na sua estrutura básica essas características são aquisições individuais; o que explica o fato de pessoas da mesma família, criadas nas mesmas condições e submetidas aos mesmos tipos de influência reagirem de forma diversa; e incorporam aprendizados diferentes.
Várias são as características de personalidade que levam mais rapidamente á perda dos limites, e á sensação de não suporto mais.
As pessoas esgotadas e desalentadas costumam ser:
Impacientes.
Quem deseja que tudo ande na velocidade de seus interesses logo se cansa, frente a tantas complicações que atrai para si.
Mandonas.
As que “sargenteiam” a vida dos outros o tempo todo, vivem em alerta constante, com medo de serem desobedecidas para que sua falta de competência não seja conhecida.
Autoritárias.
O autoritário é um mandão sem conteúdo. E a tentativa de impor autoridade, esgota suas reservas energéticas com extrema facilidade;
A autoridade moral não precisa ser imposta, pois, ela fui de forma natural (tipo ainda raro).
Impostoras.
A pessoa que vive pregando mentiras com intenção de domínio tem dupla perda de energia.
Controladoras.
Quem não permite o fluir das experiências dos outros esgota-se com extrema facilidade – além disso, torna-se irritável.
Perfeccionistas.
Quem não aceita o direito de errar para aprender; sofre de um tipo de orgulho: detesta ser avaliado ou criticado. Essa tensão permanente conduz a um estado de falência energética mental, emocional e física.
Mentirosas.
Quanto mais o indivíduo fantasia com interesses pré – determinados, mais a sensação de cansaço e de esgotamento se acentua; pois, viver em permanente estado de alerta para que não seja descoberto, esgota as energia vitais.
Intransigentes.
Quem não aceita opiniões ou atitudes diferentes da sua, cansa-se cada vez mais rápido para manter as suas; tantas são as situações a expressar diferenças no dia a dia moderno.
Avarentas.
O fluxo rápido das mudanças do ter, possuir, aparentar, conduz os avarentos a perdas sucessivas para que possam compreender que nada nesta dimensão do planeta nos pertence.
Invejosas.
Viver em função do que o outro tem ou deixa de ter, comparando-se com ele o tempo todo, é um sorvedouro de energia e vitalidade que nos afeta.
Impulsivas.
Quem faz primeiro para pensar depois, tem um trabalho danado para consertar os estragos.
Ansiosas.
Sofrer por antecipação é energia jogada fora.
Medrosas.
O medo é o principal obstáculo ás trocas de energia que levam á revitalização.
A maior parte de nós deixa muito a desejar no conhecimento de si mesmo; daí que parecemos um barril de energia todo cheio de furos; a natureza pode nos abastecer o tempo todo que retemos muito pouco. As características mais negadas são os escoadouros de energia vital mais escancarados; a drenar nossa vitalidade.
Não resta dúvida que além de alguns outros fatores externos; a falta de reciclagem da nossa personalidade, é parte importante da falta de motivação e de energia para viver. No tempo que nos resta, muitos não conseguirão escapar do desastre de sermos cozidos no caldo da própria falta de competência – mas, para boa parte ainda dá tempo.
Lembra da moderna parábola da rã sendo cozida no caldeirão?
Feito a rã estamos sendo cozidos no caldeirão dos desejos dos outros – mas, ainda dá tempo de pular fora dele usando apenas, um desejo, uma meta coerente; e usando o impulso da boa vontade.
Dica: não perca tempo nem energia lutando contra seus “defeitos” de caráter – liste as qualidades que lhe faltam para viver em paz e harmonia consigo e com o planeta – mãos à obra – corra atrás, com leveza e bom humor.
Na dúvida sobre o que fazer ria de si mesmo...
HOJE É DIA MUNDIAL SEM CARRO – bota o pé na estrada.
Se eu não sei quem sou nem o que faço aqui; vou produzir pouco e andar sempre consertando estragos em todos os sentidos da existência.
Além da falta de um projeto de vida coerente; algumas facetas da nossa personalidade têm um peso considerável na sensação de impotência frente ao existir e seus acontecimentos.
Na sua estrutura básica essas características são aquisições individuais; o que explica o fato de pessoas da mesma família, criadas nas mesmas condições e submetidas aos mesmos tipos de influência reagirem de forma diversa; e incorporam aprendizados diferentes.
Várias são as características de personalidade que levam mais rapidamente á perda dos limites, e á sensação de não suporto mais.
As pessoas esgotadas e desalentadas costumam ser:
Impacientes.
Quem deseja que tudo ande na velocidade de seus interesses logo se cansa, frente a tantas complicações que atrai para si.
Mandonas.
As que “sargenteiam” a vida dos outros o tempo todo, vivem em alerta constante, com medo de serem desobedecidas para que sua falta de competência não seja conhecida.
Autoritárias.
O autoritário é um mandão sem conteúdo. E a tentativa de impor autoridade, esgota suas reservas energéticas com extrema facilidade;
A autoridade moral não precisa ser imposta, pois, ela fui de forma natural (tipo ainda raro).
Impostoras.
A pessoa que vive pregando mentiras com intenção de domínio tem dupla perda de energia.
Controladoras.
Quem não permite o fluir das experiências dos outros esgota-se com extrema facilidade – além disso, torna-se irritável.
Perfeccionistas.
Quem não aceita o direito de errar para aprender; sofre de um tipo de orgulho: detesta ser avaliado ou criticado. Essa tensão permanente conduz a um estado de falência energética mental, emocional e física.
Mentirosas.
Quanto mais o indivíduo fantasia com interesses pré – determinados, mais a sensação de cansaço e de esgotamento se acentua; pois, viver em permanente estado de alerta para que não seja descoberto, esgota as energia vitais.
Intransigentes.
Quem não aceita opiniões ou atitudes diferentes da sua, cansa-se cada vez mais rápido para manter as suas; tantas são as situações a expressar diferenças no dia a dia moderno.
Avarentas.
O fluxo rápido das mudanças do ter, possuir, aparentar, conduz os avarentos a perdas sucessivas para que possam compreender que nada nesta dimensão do planeta nos pertence.
Invejosas.
Viver em função do que o outro tem ou deixa de ter, comparando-se com ele o tempo todo, é um sorvedouro de energia e vitalidade que nos afeta.
Impulsivas.
Quem faz primeiro para pensar depois, tem um trabalho danado para consertar os estragos.
Ansiosas.
Sofrer por antecipação é energia jogada fora.
Medrosas.
O medo é o principal obstáculo ás trocas de energia que levam á revitalização.
A maior parte de nós deixa muito a desejar no conhecimento de si mesmo; daí que parecemos um barril de energia todo cheio de furos; a natureza pode nos abastecer o tempo todo que retemos muito pouco. As características mais negadas são os escoadouros de energia vital mais escancarados; a drenar nossa vitalidade.
Não resta dúvida que além de alguns outros fatores externos; a falta de reciclagem da nossa personalidade, é parte importante da falta de motivação e de energia para viver. No tempo que nos resta, muitos não conseguirão escapar do desastre de sermos cozidos no caldo da própria falta de competência – mas, para boa parte ainda dá tempo.
Lembra da moderna parábola da rã sendo cozida no caldeirão?
Feito a rã estamos sendo cozidos no caldeirão dos desejos dos outros – mas, ainda dá tempo de pular fora dele usando apenas, um desejo, uma meta coerente; e usando o impulso da boa vontade.
Dica: não perca tempo nem energia lutando contra seus “defeitos” de caráter – liste as qualidades que lhe faltam para viver em paz e harmonia consigo e com o planeta – mãos à obra – corra atrás, com leveza e bom humor.
Na dúvida sobre o que fazer ria de si mesmo...
HOJE É DIA MUNDIAL SEM CARRO – bota o pé na estrada.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
REIVENTADO A EXISTÊNCIA
Impressiona o número de pessoas a cada dia mais esgotadas, em desânimo, num interminável conflito consigo mesmas e com o ambiente.
O desgaste de viver sob perigo constante dia após dia, não importa se, real ou imaginário cansa e desanima.
Era inevitável, que o corpo sofresse as conseqüências do medo e da ansiedade doentios.
A sensação de não agüento mais; tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um alimenta o outro, inseparáveis que são.
Não agüentaremos mais solidificar posições fundamentadas em desejos do ego para manter posição em idéias que não se suportam a si mesmas; uma nova revolução cultural se faz necessária, baseada nos valores da Ética Cósmica.
Muitos são os fatores que estruturam nossa personalidade a serem levados em conta. Na abordagem de hoje, analisaremos rapidamente alguns dos fatores externos participantes deste estado de sentir-se:
Sistemas de governo.
A voracidade com que os que se encastelam no poder engolem os recursos conquistados a duras penas pelas pessoas contribuintes , leva parte da sociedade a trabalhar acima dos limites; e conduz ao desânimo.
Impunidade.
O esforço para andar balizado pela lei, somado á revolta pela impunidade dos que vivem á sombra do poder; criando e usando leis em benefício próprio e dos colaterais, desgasta, revolta e faz adoecer; pois, onde não há justiça; não pode haver amor nem paz, muito menos esperança, alegria, felicidade e saúde.
Perda da esperança.
Tudo isso se mistura num coquetel explosivo no final dos tempos: expectativas frustradas, educação, religião, injustiças, pensamento mágico, exploração, cultura..., quebram o sincronismo da lei de progresso com a de justiça e amor, gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui.
Excesso de desejos.
Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As limitadas possibilidades de cada um tornaram-se algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - divergentes da realidade.
Ilusões.
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade; o que é perigoso; pois, somente quando estamos nela inseridos é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior.
Exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias para manter acesa a chama da esperança de uma vida melhor; pois, vivemos sob o domínio do deus dinheiro.
Decepções sentimentais.
As relações amorosas estão romantizadas pela mídia novelesca; levando á decepção, frustração. As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.
Perda da referência pessoal.
Há descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas; propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, gera conflitos, desagrega, deprime, esgota.
Perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato; esse estilo de vida está nos consumindo.
Ao admitir que não agüento mais viver dessa forma, sinalizo que perdi o senso de fronteiras do que é possível, real, ou do que é ilusão.
Vida em família.
Boa parte das famílias constituem-se sem planejamento; o que transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações, que mais consome energia e desgasta do que nos alimenta e reconforta.
Trabalho.
Fomos criados para a profissionalização para podermos consumir o que nos sinalizam.
Sexo.
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo. A qualidade da relação assenta-se na preocupação com o próprio desempenho; pouco mais do que isso.
Lazer.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas; o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois das viagens e dos congestionamentos.
Entretenimento.
A industria do entretenimento rápido como a TV, é responsável por boa parte da vida perigosa que levamos; esse estilo de lazer, induz á ociosidade e ao estresse crônico; pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade.
Religião.
A associação da fé em Deus com a melhora da vida material, cria conflitos entre a crença e a descrença; o que, tira a esperança ou sedimenta o conformismo quando as coisas não vão bem.
Não existimos para levar esse tipo de vida.
Para nos libertarmos dessa escravidão é preciso revitalizar nosso sistema de crenças, e procurar refazer a cada dia nossas metas de vida, nos conectando á Fonte Criadora.
É recomendável ter um projeto de vida coerente com as razões do existir; faltam menos de oitocentos dias para cada um entregar o seu.
Já tem ao menos um esboço do seu?
O desgaste de viver sob perigo constante dia após dia, não importa se, real ou imaginário cansa e desanima.
Era inevitável, que o corpo sofresse as conseqüências do medo e da ansiedade doentios.
A sensação de não agüento mais; tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um alimenta o outro, inseparáveis que são.
Não agüentaremos mais solidificar posições fundamentadas em desejos do ego para manter posição em idéias que não se suportam a si mesmas; uma nova revolução cultural se faz necessária, baseada nos valores da Ética Cósmica.
Muitos são os fatores que estruturam nossa personalidade a serem levados em conta. Na abordagem de hoje, analisaremos rapidamente alguns dos fatores externos participantes deste estado de sentir-se:
Sistemas de governo.
A voracidade com que os que se encastelam no poder engolem os recursos conquistados a duras penas pelas pessoas contribuintes , leva parte da sociedade a trabalhar acima dos limites; e conduz ao desânimo.
Impunidade.
O esforço para andar balizado pela lei, somado á revolta pela impunidade dos que vivem á sombra do poder; criando e usando leis em benefício próprio e dos colaterais, desgasta, revolta e faz adoecer; pois, onde não há justiça; não pode haver amor nem paz, muito menos esperança, alegria, felicidade e saúde.
Perda da esperança.
Tudo isso se mistura num coquetel explosivo no final dos tempos: expectativas frustradas, educação, religião, injustiças, pensamento mágico, exploração, cultura..., quebram o sincronismo da lei de progresso com a de justiça e amor, gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui.
Excesso de desejos.
Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As limitadas possibilidades de cada um tornaram-se algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - divergentes da realidade.
Ilusões.
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade; o que é perigoso; pois, somente quando estamos nela inseridos é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior.
Exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias para manter acesa a chama da esperança de uma vida melhor; pois, vivemos sob o domínio do deus dinheiro.
Decepções sentimentais.
As relações amorosas estão romantizadas pela mídia novelesca; levando á decepção, frustração. As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.
Perda da referência pessoal.
Há descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas; propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, gera conflitos, desagrega, deprime, esgota.
Perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato; esse estilo de vida está nos consumindo.
Ao admitir que não agüento mais viver dessa forma, sinalizo que perdi o senso de fronteiras do que é possível, real, ou do que é ilusão.
Vida em família.
Boa parte das famílias constituem-se sem planejamento; o que transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações, que mais consome energia e desgasta do que nos alimenta e reconforta.
Trabalho.
Fomos criados para a profissionalização para podermos consumir o que nos sinalizam.
Sexo.
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo. A qualidade da relação assenta-se na preocupação com o próprio desempenho; pouco mais do que isso.
Lazer.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas; o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois das viagens e dos congestionamentos.
Entretenimento.
A industria do entretenimento rápido como a TV, é responsável por boa parte da vida perigosa que levamos; esse estilo de lazer, induz á ociosidade e ao estresse crônico; pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade.
Religião.
A associação da fé em Deus com a melhora da vida material, cria conflitos entre a crença e a descrença; o que, tira a esperança ou sedimenta o conformismo quando as coisas não vão bem.
Não existimos para levar esse tipo de vida.
Para nos libertarmos dessa escravidão é preciso revitalizar nosso sistema de crenças, e procurar refazer a cada dia nossas metas de vida, nos conectando á Fonte Criadora.
É recomendável ter um projeto de vida coerente com as razões do existir; faltam menos de oitocentos dias para cada um entregar o seu.
Já tem ao menos um esboço do seu?
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
CONFLITOS ENTRE VALORES ÍNTIMOS E EXTERNOS GERANDO CANSAÇO
A vida está desvalorizada; consequentemente perdendo o sentido – o risco coletivo é tremendo; pois, se minha vida pouco vale; o que não dizer da vida das outras pessoas e dos outros seres? – Reclamamos que o mundo está perdido que sua vida pode valer apenas o que você carrega consigo ou até o que deixa de levar.
Melhor começar a dar importância á nossa; pois, por sermos parte do todo o afetamos e somos afetados. O universo espera isso de nós – a Fonte Criadora também.
Precisamos exercitar a transparência para evitar os conflitos inúteis.
Ao nascer trazemos um projeto de personalidade inscrito no DNA, que somado ás influências do meio ambiente na infância, nos confere a personalidade com que nos apresentamos no momento. Nos primeiros anos absorvemos as posturas dos adultos com extrema facilidade; uma delas: tentar esconder características que não são bem vistas pela sociedade. Dessa forma, no dia a dia nos apresentamos perante a vida com duas personalidades: a real, que representa nossa evolução, e a social que representa aquilo que gostaríamos de ser, para sermos admirados, invejados.
O que denominamos personalidade social, é um conjunto de “máscaras” que colocamos e tiramos segundo as conveniências do momento; para que sejamos aceitos pela maioria; caso contrário, a convivência seria complicada.
A doença física é uma forma de expressão corporal que deixa isso bem claro: Na criança pequena predomina a condição inata, então ela exterioriza com mais transparência: febre, vômitos, diarréias, erupções de pele...; já no adulto predomina a personalidade social então ele interioriza suas moléstias: hipertensão, úlcera, diabetes, etc.
As pessoas, quanto menos autênticas forem, mais doentes e esgotadas vão ficar, devido a tantas solicitações e ocorrências ao mesmo tempo; além de deixarmos as máscaras cair uma atrás da outra, ainda nos “esgotamos” e adoecemos.
Outro dos nossos conflitos básicos no processo de esgotamento:
DESEJO X FRUSTRAÇÃO.
Quero mas não posso; desejo mas não sou capaz. O conflito entre frustração e desejo nos leva a tentarmos fugir da realização; pois, quem dela quiser aproximar-se há que ser realista, simples, lógico, inteligente e justo.
Quem prefere optar por desejos que nunca serão concretizados sem esforço; certamente vai criar em sua vida cansaço e esgotamento. O sistema de vida atual estimula o consumo de bens a tal ponto que está esgotando as pessoas.
CERTO X ERRADO.
De certa forma todos sabemos diferenciar o que é correto daquilo que não é. Quando em certos momentos e situações os valores pessoais diferem muito dos da sociedade surgem conflitos; que, se mal resolvidos colaboram para que nos sintamos esgotados ou até doentes.
A fuga das responsabilidades através das desculpas e justificativas também nos conduz aos conflitos íntimos, inevitáveis, pois todo nosso pensar, sentir, agir, está gravado na nossa consciência.
A cada minuto em algum lugar, alguém tenta se eximir, em vão, das responsabilidades originadas de suas escolhas usando de qualquer artifício: chantagem, choro, berro, até ameaçando se matar, para incutir culpa nos outros e livrar a cara da responsabilidade, em vão.
Quanto maior o impulso de fugir á integração entre a realidade e a ilusão; falso e verdadeiro; verdades humanas e naturais; mais intensa será a perda de energia com aumento do desalento e do cansaço; o que implica em abrir mão do sentimento da esperança – a última que morre..., será?
Como diz a garotada é preciso cair na real. Nossa realidade não é essa; existimos para ser feliz e criativo – fomos enganados...
Melhor começar a dar importância á nossa; pois, por sermos parte do todo o afetamos e somos afetados. O universo espera isso de nós – a Fonte Criadora também.
Precisamos exercitar a transparência para evitar os conflitos inúteis.
Ao nascer trazemos um projeto de personalidade inscrito no DNA, que somado ás influências do meio ambiente na infância, nos confere a personalidade com que nos apresentamos no momento. Nos primeiros anos absorvemos as posturas dos adultos com extrema facilidade; uma delas: tentar esconder características que não são bem vistas pela sociedade. Dessa forma, no dia a dia nos apresentamos perante a vida com duas personalidades: a real, que representa nossa evolução, e a social que representa aquilo que gostaríamos de ser, para sermos admirados, invejados.
O que denominamos personalidade social, é um conjunto de “máscaras” que colocamos e tiramos segundo as conveniências do momento; para que sejamos aceitos pela maioria; caso contrário, a convivência seria complicada.
A doença física é uma forma de expressão corporal que deixa isso bem claro: Na criança pequena predomina a condição inata, então ela exterioriza com mais transparência: febre, vômitos, diarréias, erupções de pele...; já no adulto predomina a personalidade social então ele interioriza suas moléstias: hipertensão, úlcera, diabetes, etc.
As pessoas, quanto menos autênticas forem, mais doentes e esgotadas vão ficar, devido a tantas solicitações e ocorrências ao mesmo tempo; além de deixarmos as máscaras cair uma atrás da outra, ainda nos “esgotamos” e adoecemos.
Outro dos nossos conflitos básicos no processo de esgotamento:
DESEJO X FRUSTRAÇÃO.
Quero mas não posso; desejo mas não sou capaz. O conflito entre frustração e desejo nos leva a tentarmos fugir da realização; pois, quem dela quiser aproximar-se há que ser realista, simples, lógico, inteligente e justo.
Quem prefere optar por desejos que nunca serão concretizados sem esforço; certamente vai criar em sua vida cansaço e esgotamento. O sistema de vida atual estimula o consumo de bens a tal ponto que está esgotando as pessoas.
CERTO X ERRADO.
De certa forma todos sabemos diferenciar o que é correto daquilo que não é. Quando em certos momentos e situações os valores pessoais diferem muito dos da sociedade surgem conflitos; que, se mal resolvidos colaboram para que nos sintamos esgotados ou até doentes.
A fuga das responsabilidades através das desculpas e justificativas também nos conduz aos conflitos íntimos, inevitáveis, pois todo nosso pensar, sentir, agir, está gravado na nossa consciência.
A cada minuto em algum lugar, alguém tenta se eximir, em vão, das responsabilidades originadas de suas escolhas usando de qualquer artifício: chantagem, choro, berro, até ameaçando se matar, para incutir culpa nos outros e livrar a cara da responsabilidade, em vão.
Quanto maior o impulso de fugir á integração entre a realidade e a ilusão; falso e verdadeiro; verdades humanas e naturais; mais intensa será a perda de energia com aumento do desalento e do cansaço; o que implica em abrir mão do sentimento da esperança – a última que morre..., será?
Como diz a garotada é preciso cair na real. Nossa realidade não é essa; existimos para ser feliz e criativo – fomos enganados...
sábado, 18 de setembro de 2010
ACNE É MOTIVO PARA SUICÍDIO?

Lendo a respeito da notícia veiculada na Net; entristeceu-me a reflexão a respeito do valor ínfimo que damos á vida.
Adolescentes com acne são mais propensos a pensar em suicídio
PARIS (AFP) - As meninas adolescentes que sofrem de acne severa são duas vezes mais propensas a pensar em cometer suicídio, e os meninos, três vezes mais do que seus amigos que não sofrem deste problema, revelou um estudo publicado esta quinta-feira.
A pesquisa, realizada com base em um questionário com 3.775 jovens noruegueses com idades entre 18 e 19 anos, traz evidências estatísticas sobre os efeitos que a acne tem na saúde mental.
Catorze por cento dos pesquisados disseram considerar sua acne importante.
Além da ideação suicida - ou seja, o pensamento em tirar a própria vida, sem necessariamente ir às vias de fato -, estes jovens são duas vezes mais propensos a sentir falta de amigos, 51% a nunca ter feito sexo, e 41% a ter um desempenho medíocre na escola.
O estudo, publicado no Journal of Investigative Dermatology, foi conduzido por Jon Anders Halvorsen, da Universidade de Oslo.
REFLEXÃO:
Certa feita, ouvindo a palavra de um mentor Reikiano a respeito da valorização de nossa existência, eu fiquei a pensar a respeito até hoje.
Ele disse que passamos no vestibular da reencarnação; e que bilhões de outros queriam estar em nosso lugar, aqui, hoje; e não conseguiram – no entanto, o que fazemos com nossa existência tão duramente conquistada? Vivemos depressivos, angustiados, em pânico; descontentes; com tendência suicida por simples frustrações, contrariedades, orgulho ferido, etc.
Devemos aproveitar cada minuto, cada situação de aprendizado com muita alegria – mas, para isso, é preciso expandir a consciência para aprender a valorizar a vida que nos foi dada pela Fonte Criadora.
Alerta:
Há muitos tipos de suicídio; súbitos, escabrosos - ou os piores: lentos e disfarçados usando-se a arma do vício, dos excessos, da falta de cuidados e de respeito ao corpo físico, gerando doença e morte antes do prazo combinado.
Na atualidade está em andamento um tipo de suicídio lento e inexorável: as doenças auto – imunes. Se o amigo é portador de doença auto – imune fique atento; reflita a respeito de sua vida com muito carinho; pois, sua cura pode depender disso.
Qualquer motivo é motivo para sair da existência?
Existem grandes motivos e pequenos motivos?
Claro que cada um tem os seus; e os achamos justos no momento do desespero.
O fator obsessão é muito importante nesse processo – sempre precisa ser levado em conta – assunto interessante para ser debatido.
Num mundo que valoriza cada vez mais a aparência; quando não conseguimos atingir os padrões de sucesso nossa auto-estima despenca. Claro que o impulso para acabar com a própria vida decorre de muitos outros fatores.
Essa atitude quando consciente é a de um obstinado infrator das leis que regem a vida e a evolução. Nesse caso, a seqüência evolutiva pode ser penosa. A tendência para tal atitude de fuga persiste e, tende a repetir-se experiência de vida, uma atrás da outra. Quem frustrado e pressionado já pensou em suicídio ou fez a tentativa, com certeza vem lutando contra isso, às vezes por muitos séculos.
Eu já tive muitos impulsos para acabar com a existência – com o tempo; ampliando o entendimento a respeito de quem somos nós, quem sou eu, e o que vim fazer aqui – percebo que havia interferências estranhas reforçando antigas tendências.
Superei; mas ainda preciso me libertar do descuido com o corpo, com os excessos, lidar melhor com as frustrações – e o pior, deixar de ser metido achando que já fiz em 3D o que tinha de fazer – Quem sou eu para definir ou decidir isso?
Quando bate uma vontade danada de ir embora retomo um velho hábito:
REFLEXÕES PREPARATÓRIAS PARA MORRER
Se eu morresse hoje?
Para onde iria?
Com quem estaria?
Em que condições?
Para responder com clareza a essas dúvidas o primeiro passo é aperfeiçoar o conhecimento sobre nossa vida, compreendemos melhor os objetivos e finalidades dela.
A reflexão sistemática torna-se uma ferramenta útil para compreendermos a morte; dominando o temor e também ajuda a estarmos sempre prontos; pois a qualquer momento estaremos de novo vivendo esta experiência.
Alguns questionamentos sempre são úteis:
Observo a morte como algo a ser combatido?
Ou ela é apenas um fenômeno natural de uma fase a ser ultrapassada?
Penso, e debato sobre o tema com naturalidade?
Se eu evito, onde se localizam meus bloqueios?
No temor da perda?
Na crise de consciência que me força a eliminar vícios e modificar hábitos de que tanto gosto?
Faço confusão entre a crise da morte e o julgamento de consciência do pós - morte?
Minhas crenças podem alterar a ordem natural dos acontecimentos?
Há diferença entre o medo da própria morte e o da morte de criaturas do meu convívio?
No momento, seria mais conveniente crer na continuidade da vida pós-morte ou que ela seja o fim de tudo?
A cada situação em que nos deparamos com o problema; novas questões podem ser aventadas e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade nós continuamos a reciclagem. Exemplo: uma pessoa conhecida morreu de enfarte. A morte prematura foi fruto das escolhas do estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a necessidade de reformular o temperamento e o caráter; de reciclar objetivos de vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte e ao mesmo tempo: conseqüência das escolhas da forma de viver e suicídio semi-consciente (que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas subjetivos e doenças); na recusa em modificar avançamos para suicídio quase consciente que trará conseqüências funestas na trajetória evolutiva tanto no drama de consciência do pós morte quanto nas tendências para adoecer na(s) próxima(s) existência(s).
DICA PARA OS PORTADORES DE ACNE
Para melhorar a auto-estima não é preciso tomar remédios que detonam com o fígado.
Primeiro reavalie a dieta.
Cuide do intestino.
Receita caseira para diminuir as inflamações do acne.
1 pedaço de inhame cru.
1 fatia de gengibre.
Maizena ou farinha de trigo.
Água que baste.
Bata no liquidificador e faça uma pasta.
Aplique como máscara – deixe no rosto até secar – lave.
Queremos que todos os jovens de qualquer idade sintam-se lindinhos
Última dica:
Para atenuar a tendência depressiva procuro inventar motivos e metas para levar o cotidiano, e começo a descobrir a cada dia, que viver vale muito – e que é preciso voltar a ser criança – SEM EMBURRAR.
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