Ofertas do dia na XEPA CÓSMICA:
NÃO USE NADA DESCARTÁVEL: NÃO SE DESCARTE!
Mansos como as pombas; mas, prudentes como as serpentes...
Distúrbios do climatério a mil; tireóides detonadas; puberdade precoce; câncer como a doença da moda; problemas cardíacos; abortos espontâneos como nunca se viu, etc; etc...
Nosso assunto de hoje é o bisfenol (BPA); uma das “porcarias” derivadas do defunto que não quer morrer: o maldito petróleo (resultado do cemitério de nossas outras Eras) – O petróleo é o “chorume” de nosso passado geológico e adjacências culturais, mentais, emocionais, impulsivas – Que feito aquela idiotice televisiva do RETORNO de qualquer coisa; tenta nos assombrar.
Quem é esse inimigo, especialmente, da mão que balança o berço?
O bisfenol (BPA) é a matéria prima do policarbonato, plástico resistente e transparente (?); ele é usado em vários produtos que recheiam nosso dia a dia; com mordomias ditas práticas e modernas: como mamadeiras e a maioria dos recipientes plásticos.
Numa sociedade cada vez mais “plastificada”; algo bem pior que a maquiagem; corremos o risco de não sermos mais nós mesmos convivendo com outros do mesmo naipe.
Somos o depósito de lixo químico do planeta – no caso do bisfenol, por exemplo; não estamos tão mal assim; pois, segundo as últimas notícias ele é proibido apenas no Canadá, costa Rica e Dinamarca.
Ele age como um hormônio sintético capaz de zonear nosso precário equilíbrio orgânico: Quantos alimentos que consome estão contaminados por hormônios (bichos criados para consumo: aves, gado, peixes, vegetais, etc.)?
A água que você toma banho; que bebe; não estará contaminada por inúmeros excrementos químicos da urina de milhões de mulheres que fazem uso de anticoncepcional?
O bisfenol é uma droga arriscada demais para consumo humano até em poucas quantidades.
Para os idiotas que usam o argumento do nada a ver – deixamos a dúvida: que culpa tem as crianças de terem pais e mães tão omissos?
O que é possível fazer?
Evite produtos feitos á base de bisfenol.
Como identificá-los?
Por incrível que pareça aqui entre nós, onde vale quase tudo, ele está identificado pelo símbolo da reciclagem com o número 7 no interior de um triângulo – as letra PC também indicam o policarbonato (por favor; não “Colorize”; o raciocínio).
Onde estão?
Mamadeiras, copos, recipientes plásticos; galões de água; refri – tudo que é plastificado; até o seio e a face...
Como nos proteger?
Para quebrar o galho: Não aquecer nem congelar nada em embalagens plásticas; pois, a mudança de temperatura facilita a liberação do bisfenol – prefira coisas naturais como vidro.
Como o bisfenol é usado como resina contra a ferugem – evite os enlatados de qualquer tipo que não garantam por escrito na embalagem que não usam essa porcaria como protetor de seus lucros.
Dizem que a Procuradoria do Ministério Público Federal; está de olho nisso.
Tomara!
Mas jogaram a batata quente para a ANVISA.
A palavra está com a ANVISA – mas, seguir as regras externas para muitas coisas tem nos colocado como COBAIAS do sistema.
Apenas, todos nós esperamos que os que se candidataram a servir a comunidade deixem de nos brindar com a falácia – prá não dizer merda:
RISCO NÃO COMPROVADO...
Nós não queremos mais fazer parte da estatística das vítimas dos efeitos não comprovados pela pseudo-ciência da atualidade.
Que o Ministério Público nos ajude.
Amém...
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domingo, 1 de agosto de 2010
CANALIZANDO OS IMPULSOS
Nossos impulsos devem ser domados?
Um amigo comparou nossa luta para domar nossos impulsos a uma cena daquelas em que se vê um sujeito grudado no cangote dum touro tentando ali permanecer por alguns minutos – confesso que nessas coisas de ser humano versus bicho; sempre torço pelos bichos (acho que sou do contra) – na hora achei engraçado e vi minha incipiente consciência levando cada tombaço daqueles, um atrás do outro – minha consciência vai ter que treinar muito, até fazer amizade com eles – a cada dia acredito mais que a vida investe nos fortes e decididos – talvez o melhor a fazer seja dar boa direção aos nossos impulsos no caminho do amor e da paz.
Nossos impulsos são todos iguais?
O impulso pode ser comparado ao instinto particularizado, personalizado.
As pessoas podem ter impulsos parecidos, mas nunca idênticos; pois, o ser humano é único, não se repete.
É um potencial de energia nem bom nem mau; apenas uma força. Definir se o impulso é bom, se deve ser cultivado, fortalecido ou bloqueado depende de julgamento, da análise dos efeitos que costuma produzir e que podem ser analisados á luz da ética e da moral cósmica – quiçá até da própria justiça comum, quando geram conseqüências capazes de afetar outras pessoas ou o ambiente.
Os impulsos podem ser reciclados mediante esforço e trabalho consciente. Podem também ser modificados e ter a polaridade invertida segundo a ferramenta da vontade.
Na constituição da nossa personalidade entram como componentes importantes: instintos, impulsos (todo instinto é um impulso; embora nem todo impulso seja instinto), razão, emoção e sentimento.
O impulso é a energia gerada por uma forma reativa de agir sem triagem nem controle da razão; diz-se que uma pessoa é impulsiva quando muitas de suas atitudes obedecem ao comando da emoção ou dos instintos como forma de reagir. Exemplo: uma pessoa que contrariada nos seus interesses tem o impulso de agredir. Na perda do controle racional ela agride de todas as formas, até fisicamente; já quando o controle é parcial, a agressão pode situar-se apenas no campo verbal ou nas atitudes. E, se a censura racional for muito poderosa o impulso pode ser contido na sua manifestação exteriorizada; mas, é capaz de agredir seu próprio corpo (estômago, cefaléia, aumento da pressão arterial, etc.).
Para que vigiar e domar os impulsos?
A energia gerada pelo impulso é como uma flecha; uma vez disparada, atingirá o alvo.
Mesmo após a censura e a contenção, os impulsos podem acarretar danos consideráveis tanto na pessoa que os emitiu; quanto naquela a que foram direcionados. Pois, mesmo contidos eles continuam em atividade no plano energético, e a força desencadeada pela sua liberação pode atingir o alvo; caso haja sintonia (somos vítimas apenas de nós mesmos). A energia liberada, mas contida, retorna ao agente emissor e, é capaz de promover distúrbios e até doenças físicas, como cefaléias, hipertensão, gastrites...
Alerta.
Essa prática pode mudar sua vida; e até arrumar uma vaguinha na Nova Terra; aquela, depois da plástica energética e geográfica:
A forma mais correta de canalizar os impulsos; e não apenas bloqueá-los; é aprender a refletir, e a racionalizar cada situação em andamento antes que o gatilho seja acionado liberando a energia da reação impulsiva. Ao automatizarmos a reflexão, antes da reação, iniciamos o processo de assumir o comando da existência e quando agimos mais do que reagimos passamos a gerenciar melhor nosso destino e a influir de forma positiva no ambiente e nas outras pessoas.
Exercício.
Lembra do exercício anterior publicado no artigo: EDUCANDO SEUS IMPULSOS: A REPETIÇÃO LEVA Á AUTOMAÇÃO – publicado em 01/08/2010 no bloog: http://educarparaumundonovo.blogspot.com
Vamos incrementá-lo.
Observe seus impulsos, anote os que, já percebeu, identifique quem ou o que costuma ativá-los. Quem ou o que, funciona como gatilho de sua impulsividade?
Tente criar uma situação que seja capaz de desencadear uma reação ou atitude impulsiva já sua conhecida, e que, não seja capaz de afetar outras pessoas (para evitar dívidas com a própria consciência: “Carma”). Não a censure, mantenha o foco da consciência apenas no impulso e permita que ele siga seu curso até o final. Observe como se sente depois disso, anote. Você percebeu que convive com bons e maus impulsos (depende das reações que provoquem em você, nas pessoas e no meio)?
Dica.
Será que uma das formas de ascender é aprender a arte de transformar maus em bons impulsos?
Compulsões, predisposições e tendências são conjuntos de impulsos em potencial que podem ser ativados ou desativados tanto na presença quanto na falta do desejo e da vontade em pô-los em ação.
Após termos identificado e distinguido alguns instintos e impulsos; e depois de separarmos uns dos outros, exercitaremos a forma mais simples e fácil de manejá-los. Feito isso, a nova tarefa em foco é identificar as compulsões, as predisposições, as tendências e também os vícios. Neste bate papo, apenas procuramos estudar todas essas características juntas, mas elas são distintas umas das outras; uma compulsão é diferente de uma tendência, de uma predisposição e de um vício; de início vá apenas ao dicionário; isso, já pode ser suficiente para começar a diferenciá-las.
Exercício.
De maneira gradativa tente identificar cada uma de suas compulsões, tendências, predisposições e cada um de seus vícios; vale a pena reciclar esse conceito, pois costumamos apenas nos deter na dependência do que é considerado pela maioria como ilegal. É importante anotar o que encontrar no estudo de si mesmo; para complementar suas observações para não perder a continuidade. Pois quando se exercita focar a consciência ou se pára para observar algo, a cada dia, novos detalhes são percebidos e acrescentados; daí basta adicionar.
Aos poucos, procure associar cada característica percebida com o que está ocorrendo no momento presente. Pessoas, situações, sons, odores, palavras, frases, inúmeros são os fatores capazes de desencadear ou interferir com qualquer uma dessas características.
Dica.
Quando submetidos à ação do raciocínio e das emoções os instintos sofrem-lhes a influência e podem ser deturpados dando origem a impulsos compulsivos ou vícios.
Só de brincadeira; analisemos um instinto: o de sobrevivência da espécie. Ao longo da evolução dos animais desenvolveu-se o instinto de buscar alimento e de comer quando se tem fome. Na fase intermediária como trogloditas; descobrimos e acentuamos a sensação de prazer ao comer. Hoje o ser humano é o único animal que come sem ter fome, usando a ferramenta da vontade; e com graves efeitos, que pioram a cada dia “epidemia” de diabetes e obesidade.
Alerta.
Cuidado; nossa vida não é tão fácil assim – não basta recuperar nossos instintos deturpados transformados em compulsões e vícios; é preciso não atrapalhar os dos nossos coleguinhas de evolução. Respeite os animais não tente humanizá-los; pois ao tentar humanizar os bichos – pode criar “Carma” á toa – Animais silvestres não adoecem como nós. Os impulsos, as compulsões e os vícios sofrem a influência do meio na sua formação, como no caso dos animais domésticos de algumas raças; que já comem sem ter fome e morrem de doenças tipicamente humanas: câncer, insuficiência renal, diabetes, obesidade, etc. O contato permanente com o homem durante muitas gerações deturpou o instinto, gerando uma viciação. No ser humano alguns comem sem fome como um vício; outros comem de forma compulsiva alguns tipos de alimentos para tentar abrandar a ansiedade.
Nossa intenção nestes exercícios é apenas criar o hábito de detalhar, impulsos, vícios, compulsões; portanto evite fazer julgamentos de bom ou mau, de certo ou errado; por um motivo simples: você lançará mão da desculpa que todo mundo faz que, isso é normal, e comprometerá o resultado do trabalho. Lembre-se que o interesse é seu, meu e nosso.
Pausa para reflexão.
Neste final de ciclo em Gaia nossas desculpas e justificativas não são mais aceitas. Em tempo: não procure remédios mágicos para reciclar sua personalidade – claro que alguns tipos de terapia podem ser uma alternativa a nos oferecer melhor condição de nos transformarmos.
Continua...
Um amigo comparou nossa luta para domar nossos impulsos a uma cena daquelas em que se vê um sujeito grudado no cangote dum touro tentando ali permanecer por alguns minutos – confesso que nessas coisas de ser humano versus bicho; sempre torço pelos bichos (acho que sou do contra) – na hora achei engraçado e vi minha incipiente consciência levando cada tombaço daqueles, um atrás do outro – minha consciência vai ter que treinar muito, até fazer amizade com eles – a cada dia acredito mais que a vida investe nos fortes e decididos – talvez o melhor a fazer seja dar boa direção aos nossos impulsos no caminho do amor e da paz.
Nossos impulsos são todos iguais?
O impulso pode ser comparado ao instinto particularizado, personalizado.
As pessoas podem ter impulsos parecidos, mas nunca idênticos; pois, o ser humano é único, não se repete.
É um potencial de energia nem bom nem mau; apenas uma força. Definir se o impulso é bom, se deve ser cultivado, fortalecido ou bloqueado depende de julgamento, da análise dos efeitos que costuma produzir e que podem ser analisados á luz da ética e da moral cósmica – quiçá até da própria justiça comum, quando geram conseqüências capazes de afetar outras pessoas ou o ambiente.
Os impulsos podem ser reciclados mediante esforço e trabalho consciente. Podem também ser modificados e ter a polaridade invertida segundo a ferramenta da vontade.
Na constituição da nossa personalidade entram como componentes importantes: instintos, impulsos (todo instinto é um impulso; embora nem todo impulso seja instinto), razão, emoção e sentimento.
O impulso é a energia gerada por uma forma reativa de agir sem triagem nem controle da razão; diz-se que uma pessoa é impulsiva quando muitas de suas atitudes obedecem ao comando da emoção ou dos instintos como forma de reagir. Exemplo: uma pessoa que contrariada nos seus interesses tem o impulso de agredir. Na perda do controle racional ela agride de todas as formas, até fisicamente; já quando o controle é parcial, a agressão pode situar-se apenas no campo verbal ou nas atitudes. E, se a censura racional for muito poderosa o impulso pode ser contido na sua manifestação exteriorizada; mas, é capaz de agredir seu próprio corpo (estômago, cefaléia, aumento da pressão arterial, etc.).
Para que vigiar e domar os impulsos?
A energia gerada pelo impulso é como uma flecha; uma vez disparada, atingirá o alvo.
Mesmo após a censura e a contenção, os impulsos podem acarretar danos consideráveis tanto na pessoa que os emitiu; quanto naquela a que foram direcionados. Pois, mesmo contidos eles continuam em atividade no plano energético, e a força desencadeada pela sua liberação pode atingir o alvo; caso haja sintonia (somos vítimas apenas de nós mesmos). A energia liberada, mas contida, retorna ao agente emissor e, é capaz de promover distúrbios e até doenças físicas, como cefaléias, hipertensão, gastrites...
Alerta.
Essa prática pode mudar sua vida; e até arrumar uma vaguinha na Nova Terra; aquela, depois da plástica energética e geográfica:
A forma mais correta de canalizar os impulsos; e não apenas bloqueá-los; é aprender a refletir, e a racionalizar cada situação em andamento antes que o gatilho seja acionado liberando a energia da reação impulsiva. Ao automatizarmos a reflexão, antes da reação, iniciamos o processo de assumir o comando da existência e quando agimos mais do que reagimos passamos a gerenciar melhor nosso destino e a influir de forma positiva no ambiente e nas outras pessoas.
Exercício.
Lembra do exercício anterior publicado no artigo: EDUCANDO SEUS IMPULSOS: A REPETIÇÃO LEVA Á AUTOMAÇÃO – publicado em 01/08/2010 no bloog: http://educarparaumundonovo.blogspot.com
Vamos incrementá-lo.
Observe seus impulsos, anote os que, já percebeu, identifique quem ou o que costuma ativá-los. Quem ou o que, funciona como gatilho de sua impulsividade?
Tente criar uma situação que seja capaz de desencadear uma reação ou atitude impulsiva já sua conhecida, e que, não seja capaz de afetar outras pessoas (para evitar dívidas com a própria consciência: “Carma”). Não a censure, mantenha o foco da consciência apenas no impulso e permita que ele siga seu curso até o final. Observe como se sente depois disso, anote. Você percebeu que convive com bons e maus impulsos (depende das reações que provoquem em você, nas pessoas e no meio)?
Dica.
Será que uma das formas de ascender é aprender a arte de transformar maus em bons impulsos?
Compulsões, predisposições e tendências são conjuntos de impulsos em potencial que podem ser ativados ou desativados tanto na presença quanto na falta do desejo e da vontade em pô-los em ação.
Após termos identificado e distinguido alguns instintos e impulsos; e depois de separarmos uns dos outros, exercitaremos a forma mais simples e fácil de manejá-los. Feito isso, a nova tarefa em foco é identificar as compulsões, as predisposições, as tendências e também os vícios. Neste bate papo, apenas procuramos estudar todas essas características juntas, mas elas são distintas umas das outras; uma compulsão é diferente de uma tendência, de uma predisposição e de um vício; de início vá apenas ao dicionário; isso, já pode ser suficiente para começar a diferenciá-las.
Exercício.
De maneira gradativa tente identificar cada uma de suas compulsões, tendências, predisposições e cada um de seus vícios; vale a pena reciclar esse conceito, pois costumamos apenas nos deter na dependência do que é considerado pela maioria como ilegal. É importante anotar o que encontrar no estudo de si mesmo; para complementar suas observações para não perder a continuidade. Pois quando se exercita focar a consciência ou se pára para observar algo, a cada dia, novos detalhes são percebidos e acrescentados; daí basta adicionar.
Aos poucos, procure associar cada característica percebida com o que está ocorrendo no momento presente. Pessoas, situações, sons, odores, palavras, frases, inúmeros são os fatores capazes de desencadear ou interferir com qualquer uma dessas características.
Dica.
Quando submetidos à ação do raciocínio e das emoções os instintos sofrem-lhes a influência e podem ser deturpados dando origem a impulsos compulsivos ou vícios.
Só de brincadeira; analisemos um instinto: o de sobrevivência da espécie. Ao longo da evolução dos animais desenvolveu-se o instinto de buscar alimento e de comer quando se tem fome. Na fase intermediária como trogloditas; descobrimos e acentuamos a sensação de prazer ao comer. Hoje o ser humano é o único animal que come sem ter fome, usando a ferramenta da vontade; e com graves efeitos, que pioram a cada dia “epidemia” de diabetes e obesidade.
Alerta.
Cuidado; nossa vida não é tão fácil assim – não basta recuperar nossos instintos deturpados transformados em compulsões e vícios; é preciso não atrapalhar os dos nossos coleguinhas de evolução. Respeite os animais não tente humanizá-los; pois ao tentar humanizar os bichos – pode criar “Carma” á toa – Animais silvestres não adoecem como nós. Os impulsos, as compulsões e os vícios sofrem a influência do meio na sua formação, como no caso dos animais domésticos de algumas raças; que já comem sem ter fome e morrem de doenças tipicamente humanas: câncer, insuficiência renal, diabetes, obesidade, etc. O contato permanente com o homem durante muitas gerações deturpou o instinto, gerando uma viciação. No ser humano alguns comem sem fome como um vício; outros comem de forma compulsiva alguns tipos de alimentos para tentar abrandar a ansiedade.
Nossa intenção nestes exercícios é apenas criar o hábito de detalhar, impulsos, vícios, compulsões; portanto evite fazer julgamentos de bom ou mau, de certo ou errado; por um motivo simples: você lançará mão da desculpa que todo mundo faz que, isso é normal, e comprometerá o resultado do trabalho. Lembre-se que o interesse é seu, meu e nosso.
Pausa para reflexão.
Neste final de ciclo em Gaia nossas desculpas e justificativas não são mais aceitas. Em tempo: não procure remédios mágicos para reciclar sua personalidade – claro que alguns tipos de terapia podem ser uma alternativa a nos oferecer melhor condição de nos transformarmos.
Continua...
sábado, 31 de julho de 2010
PERCEBENDO NOSSOS IMPULSOS – AJUSTE SEU DESCONFIOMETRO
Não sei de vocês; mas eu ultimamente ando me sentindo meio estranho; reações e atitudes que considero negativas que afloravam no passado; e até no presente; mas que, aparentemente estavam sob controle; têm surgido como pulsos de energia nas últimas semanas. Interessante é que não surgem, assim meio que do nada, apenas pulsos de energia negativa; mas, também positivas. Estou me sentindo um bipolar impulsivo; ora bonzinho ora mauzinho sob estímulos minúsculos; até ridículos.
Um dos meus impulsos perigosos que surgiam com freqüência era a agressividade; que ao longo da vida fui aprendendo a controlar mais ou menos; imaginei que havia me saído razoavelmente bem nessa tarefa; mas, as energias atuantes sobre o planeta no momento atual; mostram que ainda me falta desenvolver muito mais a consciência e mudar muita coisa para me adequar ao novo momento que se avizinha. Quando eu era garoto, pobre que era, tinha que fabricar meus próprios brinquedos – levava semanas construindo um enorme caminhão; quando estava quase tudo pronto; um detalhe que não dava certo metia o martelo: quebrava tudo. Fiz isso, muitas vezes; mas depois com a tal da contenção (educacional e religiosa), tudo foi tomando ares mais sutis; não tão escabrosos; mas talvez mais desastrosos. Quantas coisas, que vão de relacionamentos a dividendos profissionais e de vida; e que poderiam se tornar conquistas eu joguei no ralo sob a ação desse impulso – na qualidade de crente na evolução seqüencial; fico imaginando; o que já não fiz anteriormente sob a ação desse impulso; mas, nada do que ficou para trás interessa, no presente momento; pois, acionando meu senso crítico a respeito de mim mesmo; posso transformar esse impulso numa catapulta incrível a me mandar para os confins do universo de amor e bondade; basta que eu treine exaustivamente mudar a direção do egoísmo e do orgulho em direção ao bem estar dos outros e do planeta.
Desta vez nunca cometi nenhum crime escabroso; mas, quantas pessoas eu fiz chorar sob a ação da minha impulsividade – pior ainda; quantos sonhos meus eu deixei que outros destroçassem?
Confesso que andei com meu DESCONFIOMETRO desligado...
Muitas pessoas e pacientes tem se queixado da mesma estranha sensação. Situações lagartixa gerando impulsos tamanho crocodilo; e ao contrário, também: situações tamanho crocodilo aflorando impulsos tamanho lagartixa.
Imagino eu que esses nossos comportamentos impulsivos estejam sendo ativados pela mudança na grade energética do planeta; pelas alterações no seu campo magnético; e também pela influência de energias vindas de fora como as do alinhamento planetário da próxima semana. Parece que a mudança tão esperada na Nova Era; vai começar mesmo é pela tentativa de expansão da nossa consciência individual e coletiva; antes das mudanças físicas na crosta – Pessoal, o bicho vai pegar pro nosso lado; mas, ele é manso!
Corrijam-me se estiver viajando na maionese; mas, acho esta fase sensacional – ela própria é um impulso; nós vamos ascender uma “oitava” na energia e expandir nossa consciência sem precisar nos espancar com cobranças e recriminações – basta apenas digitar a direção certa; vigiando a trajetória; a natureza vai fazer o resto. Você diz para onde quer ir – e a vida te leva. Simples assim? – Simples assim; sem crenças, paradoxos, paradigmas; aliás; nem é preciso acreditar em nada – Brincando de pensar: essa fase atual é na linguagem do surfista pegar a grande onda; deixa ela te levar, curte a sensação do momento; apenas corrige a direção; se for preciso – apenas, não vacila; pois, outra onda desse tamanho pode demorar pacas; e daí em algum outro oceano cósmico a gente vai ficar catando marolinhas...
Para quem curte o Evangelho; dia destes, analisando com um novo olhar; sob o prisma das mudanças na grade energética planetária e da nossa; pela análise de mim mesmo; entendi melhor uma das passagens sobre o final dos tempos; que diz mais ou menos o seguinte: No final dos tempos (este que vivemos hoje); aquele que muito tem vai receber mais ainda; e aquele que pouco tem vai perder o pouco que tinha. – a princípio (sob a ótica dos valores de 3D) nos parece estranho isso; mas, se observarmos pela ótica da evolução – fica fácil entender que o que está em jogo são nossas aquisições éticas e morais cósmicas. As energias em jogo vão levar bem alto (4D; 5D) os que desejam ascender e jogar bem em baixo os que desejarem continuar sob o jugo dos interesses em 3D.
Brincando de novo: adoramos ficar em cima do muro entre 3D e 4D; beliscando uma coisa aqui deste lado e beliscando outra coisinha ali do outro lado – as transformações energéticas do momento apenas sinalizam: escolhe logo um lado; para não ser atirado onde cabes...
Haverá uma forma de medir nossos impulsos?
Claro – mas, antes é preciso entender o que seja um impulso segundo as leis de 3D.
Vamos usar a Wikipédia.
Impulso
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Impulso, veja Impulso (desambiguação).
Impulso é a grandeza física que mede a variação da quantidade de movimento de um objeto. É causado pela atuação de uma força. A unidade no Sistema Internacional de Unidades para o Impulso é o N.s (newton segundo ou newton vezes segundo).
Obs.: A unidade do Impulso também pode ser escrita como kg.m/s, esta unidade vem da relação entre impulso e variação da quantidade de momento.
Comentário nosso:
Vale um adendo para o entendimento do termo DESAMBIGUAÇÃO.
Nós somos seres que mantiveram os interesses e os desejos camuflados na ambigüidade; nem isso nem aquilo, ligths, diets, mornos nas posturas. Os impulsos potencializados nesta Era vão nos desambiguar... Ou é ou não é!
[editar] Equações
O impulso( ) é igual à variação da quantidade de movimento ( ) de um corpo.
Pode também ser calculado a partir de uma força aplicada sobre um corpo ( ) e do tempo de atuação dessa força ( ).
[editar] Variação da Quantidade de Movimento
Na maioria dos casos a massa do corpo permanece constante e a variação da quantidade de movimento pode ser calculada como o produto da massa ( ) pela variação de velocidade ( ).
Porém a fórmula mais geral, que está sempre correta, é dada pela variação da quantidade de movimento: Quantidade de movimento final ( ) subtraída da quantidade de movimento inicial ( ).
Comentário nosso:
Nosso impulso é igual á variação da quantidade da movimentação das nossas posturas; que vai depender da intensidade da força e do tempo em que ela atua sobre nós.
Ou ainda
Por conseguinte:
Em situações mais complicadas, por exemplo, quando a força resultante, F(t), atuanto no corpo é variável, o impulso deve ser calculado pela integração de F(t) no tempo:
Comentário nosso:
Liguemos nosso “DESCONFIOMETRO” para avaliar a qualidade e a intensidade dos nossos impulsos – todos nós já o trazemos de fábrica; mas, há tipos mais modernos e outros não.
Leve o seu para a oficina do pensar, sentir, agir e faça a revisão do seu, sei lá quantos aniversários.
Podemos sempre atualizar nossa capacidade de desconfiar de nós mesmos através da instalação do chip: capacidade de discernir.
Nosso último artigo bem punk foi colocado no ar sem censura do desconfiometro; ele serviu para ilustrar e avaliar como estou sob risco da ação através dos impulsos do momento – com ou sem fator desencadeante compatível – raros momentos de lucidez entremeados de muitos quase esquizofrênicos.
A forma impulsiva como reagimos é a nossa cara de estado de consciência. Quando paramos para pensar; ainda é maquiagem – e, ela engana, e muito; daqui em diante nossos impulsos vão nos desmascarar – melhor começar a prestar muita atenção neles, para mudar a direção da polaridade.
Vamos iniciar uma série de bate papos sobre o assunto neste bloog e nos outros que estão linkados a ele.
Atenção:
Dica – nunca compre um desconfiometro de segunda mão (sistema de crenças) – recicle o seu original de fábrica.
VAMOS PEGAR CARONA NESSE COMETA DA NOVA ERA; mas cuidado; pois, ele te leva prá onde você digitar o destino.
Um dos meus impulsos perigosos que surgiam com freqüência era a agressividade; que ao longo da vida fui aprendendo a controlar mais ou menos; imaginei que havia me saído razoavelmente bem nessa tarefa; mas, as energias atuantes sobre o planeta no momento atual; mostram que ainda me falta desenvolver muito mais a consciência e mudar muita coisa para me adequar ao novo momento que se avizinha. Quando eu era garoto, pobre que era, tinha que fabricar meus próprios brinquedos – levava semanas construindo um enorme caminhão; quando estava quase tudo pronto; um detalhe que não dava certo metia o martelo: quebrava tudo. Fiz isso, muitas vezes; mas depois com a tal da contenção (educacional e religiosa), tudo foi tomando ares mais sutis; não tão escabrosos; mas talvez mais desastrosos. Quantas coisas, que vão de relacionamentos a dividendos profissionais e de vida; e que poderiam se tornar conquistas eu joguei no ralo sob a ação desse impulso – na qualidade de crente na evolução seqüencial; fico imaginando; o que já não fiz anteriormente sob a ação desse impulso; mas, nada do que ficou para trás interessa, no presente momento; pois, acionando meu senso crítico a respeito de mim mesmo; posso transformar esse impulso numa catapulta incrível a me mandar para os confins do universo de amor e bondade; basta que eu treine exaustivamente mudar a direção do egoísmo e do orgulho em direção ao bem estar dos outros e do planeta.
Desta vez nunca cometi nenhum crime escabroso; mas, quantas pessoas eu fiz chorar sob a ação da minha impulsividade – pior ainda; quantos sonhos meus eu deixei que outros destroçassem?
Confesso que andei com meu DESCONFIOMETRO desligado...
Muitas pessoas e pacientes tem se queixado da mesma estranha sensação. Situações lagartixa gerando impulsos tamanho crocodilo; e ao contrário, também: situações tamanho crocodilo aflorando impulsos tamanho lagartixa.
Imagino eu que esses nossos comportamentos impulsivos estejam sendo ativados pela mudança na grade energética do planeta; pelas alterações no seu campo magnético; e também pela influência de energias vindas de fora como as do alinhamento planetário da próxima semana. Parece que a mudança tão esperada na Nova Era; vai começar mesmo é pela tentativa de expansão da nossa consciência individual e coletiva; antes das mudanças físicas na crosta – Pessoal, o bicho vai pegar pro nosso lado; mas, ele é manso!
Corrijam-me se estiver viajando na maionese; mas, acho esta fase sensacional – ela própria é um impulso; nós vamos ascender uma “oitava” na energia e expandir nossa consciência sem precisar nos espancar com cobranças e recriminações – basta apenas digitar a direção certa; vigiando a trajetória; a natureza vai fazer o resto. Você diz para onde quer ir – e a vida te leva. Simples assim? – Simples assim; sem crenças, paradoxos, paradigmas; aliás; nem é preciso acreditar em nada – Brincando de pensar: essa fase atual é na linguagem do surfista pegar a grande onda; deixa ela te levar, curte a sensação do momento; apenas corrige a direção; se for preciso – apenas, não vacila; pois, outra onda desse tamanho pode demorar pacas; e daí em algum outro oceano cósmico a gente vai ficar catando marolinhas...
Para quem curte o Evangelho; dia destes, analisando com um novo olhar; sob o prisma das mudanças na grade energética planetária e da nossa; pela análise de mim mesmo; entendi melhor uma das passagens sobre o final dos tempos; que diz mais ou menos o seguinte: No final dos tempos (este que vivemos hoje); aquele que muito tem vai receber mais ainda; e aquele que pouco tem vai perder o pouco que tinha. – a princípio (sob a ótica dos valores de 3D) nos parece estranho isso; mas, se observarmos pela ótica da evolução – fica fácil entender que o que está em jogo são nossas aquisições éticas e morais cósmicas. As energias em jogo vão levar bem alto (4D; 5D) os que desejam ascender e jogar bem em baixo os que desejarem continuar sob o jugo dos interesses em 3D.
Brincando de novo: adoramos ficar em cima do muro entre 3D e 4D; beliscando uma coisa aqui deste lado e beliscando outra coisinha ali do outro lado – as transformações energéticas do momento apenas sinalizam: escolhe logo um lado; para não ser atirado onde cabes...
Haverá uma forma de medir nossos impulsos?
Claro – mas, antes é preciso entender o que seja um impulso segundo as leis de 3D.
Vamos usar a Wikipédia.
Impulso
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados de Impulso, veja Impulso (desambiguação).
Impulso é a grandeza física que mede a variação da quantidade de movimento de um objeto. É causado pela atuação de uma força. A unidade no Sistema Internacional de Unidades para o Impulso é o N.s (newton segundo ou newton vezes segundo).
Obs.: A unidade do Impulso também pode ser escrita como kg.m/s, esta unidade vem da relação entre impulso e variação da quantidade de momento.
Comentário nosso:
Vale um adendo para o entendimento do termo DESAMBIGUAÇÃO.
Nós somos seres que mantiveram os interesses e os desejos camuflados na ambigüidade; nem isso nem aquilo, ligths, diets, mornos nas posturas. Os impulsos potencializados nesta Era vão nos desambiguar... Ou é ou não é!
[editar] Equações
O impulso( ) é igual à variação da quantidade de movimento ( ) de um corpo.
Pode também ser calculado a partir de uma força aplicada sobre um corpo ( ) e do tempo de atuação dessa força ( ).
[editar] Variação da Quantidade de Movimento
Na maioria dos casos a massa do corpo permanece constante e a variação da quantidade de movimento pode ser calculada como o produto da massa ( ) pela variação de velocidade ( ).
Porém a fórmula mais geral, que está sempre correta, é dada pela variação da quantidade de movimento: Quantidade de movimento final ( ) subtraída da quantidade de movimento inicial ( ).
Comentário nosso:
Nosso impulso é igual á variação da quantidade da movimentação das nossas posturas; que vai depender da intensidade da força e do tempo em que ela atua sobre nós.
Ou ainda
Por conseguinte:
Em situações mais complicadas, por exemplo, quando a força resultante, F(t), atuanto no corpo é variável, o impulso deve ser calculado pela integração de F(t) no tempo:
Comentário nosso:
Liguemos nosso “DESCONFIOMETRO” para avaliar a qualidade e a intensidade dos nossos impulsos – todos nós já o trazemos de fábrica; mas, há tipos mais modernos e outros não.
Leve o seu para a oficina do pensar, sentir, agir e faça a revisão do seu, sei lá quantos aniversários.
Podemos sempre atualizar nossa capacidade de desconfiar de nós mesmos através da instalação do chip: capacidade de discernir.
Nosso último artigo bem punk foi colocado no ar sem censura do desconfiometro; ele serviu para ilustrar e avaliar como estou sob risco da ação através dos impulsos do momento – com ou sem fator desencadeante compatível – raros momentos de lucidez entremeados de muitos quase esquizofrênicos.
A forma impulsiva como reagimos é a nossa cara de estado de consciência. Quando paramos para pensar; ainda é maquiagem – e, ela engana, e muito; daqui em diante nossos impulsos vão nos desmascarar – melhor começar a prestar muita atenção neles, para mudar a direção da polaridade.
Vamos iniciar uma série de bate papos sobre o assunto neste bloog e nos outros que estão linkados a ele.
Atenção:
Dica – nunca compre um desconfiometro de segunda mão (sistema de crenças) – recicle o seu original de fábrica.
VAMOS PEGAR CARONA NESSE COMETA DA NOVA ERA; mas cuidado; pois, ele te leva prá onde você digitar o destino.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
SOLIDÃO: UM SENTIMENTO MUITO PUNK
Este tão decantado em prosa, verso e comunicações extrasemsoriais (não foi erro de grafia o m no lugar do n; foi uma atitude ortográfica trash) final dos tempos; é um movimento punk cósmico localizado: nestas bandas do universo: todo mundo acha que sabe tudo e ninguém sabe nada; isso vai de terráqueos a ETs; de gurus a guruzados – isso, é bem punk – estilo guru do Evo Morales sendo pego fabricando cocaína, só prá exemplificar – pois, muitos outros nos deixarão babando; mas, de reiva purpúra.
A maioria das pessoas que atendo no dia a dia; tal e qual, eu; estão amargando uma esquizofrênica sensação de solidão, que adoece; e que perigosamente pode levar ao câncer orgânico; caso nos “achemos” os bons que foram magoados e que vão se tornar punks (células cancerígenas são o top line punk da esquizofenia orgânica).
Esta sensação bem punk verbalizada ou não diz algo ao leitor:
“Estou me sentindo muito só.
Porquê:
os que me preenchem;
os que me entendem;
os que me amam;
todos eles passam por mim;
mas;
não ficam comigo?”
Amigo leitor: pode mentir á vontade.
Mas:
Não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém tem tempo para ninguém; portanto, é natural que a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, e perigosa também – daí que, de forma bem punk, nós nos reunimos em festanças de aniversário, casamento, falecimento, baladas, noitadas; apenas para não nos sentirmos tão sós como o gado; convivendo com uma criatura que não nos interessa e até nos desgosta: nós mesmos.
Estudos, bem trash, comprovam que, as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade; se comparadas com os que vivem de forma mais isolada. Outros estudos, mais punks do que trashs de pós-graduação, mostram que as pessoas separadas ou divorciadas têm maiores índices de doenças em comparação com os que vivem uma vida a dois (uma maravilhosa descoberta da ciência punk; que na falta do que fazer; vive do óbvio, nem sempre ululante).
Esse tipo de pesquisa, é como “chover no molhado” (atitude bem psicótica); pois, embora não incorporada na cultura dos normais – pseudo-inimigos dos punks - já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; daí que, quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto, e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca o amor.
O perigo para a maioria é que o punk solitário torna-se um sujeito problemático,; um tipo de doente psicológico que se afasta dos outros sem trocar energias e, que impede que as pessoas se aproximem dele; e quando ás vezes, alguém tenta; ele pode sair do punk para o trash; e vitimar sua companhia.
Desculpa punk da hora:
O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliarmos e a fixarmos a atenção; apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou nas dos nossos. De forma bem psicopunk, poucos dispõem de tempo para as outras pessoas; muitos, até deixaram de ter tempo, para si mesmos; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas prá lá de punks.
A educação bem punk, com seus ícones quase trash, que preconiza e cultua a punkneurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo; colabora para acelerar a solidão compulsória; compensada pela atitude de classes sociais.
A educação trash fomentada pelos ícones punks que afrontam a ética cósmica; gerou cultura das coisas descartáveis; que de forma punkiana passa a ser aplicada, também, ás pessoas que se tornam descartáveis desde tenra idade ou até antes de nascer; quando deixam de atender aos nossos interesses mais imediatos.
Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo; que leva uns a desconfiarem dos outros, pela aparência (corte de cabelo, penduricalhos, roupagem, tatuagens), cor, raça, estudo, religião, classe social, função social diferenciada pela doença social do concursismo e do eleicionismo; que leva a direitismos trashs e perigosos.
A punk tristeza de um momento,
ou de um dia estar só,
é como a maioria das pessoas percebe a solidão;
No entanto, ela assume outros aspectos mais diferenciados; pois, também pode ser voluntária e controlada (como os adeptos da mixórdia punk imaginam); como a opção de estar só para encontrar o caminho existencial a seguir, e, as melhores razões para viver.
Ficar só, por alguns momentos, é uma das necessidades da nossa alma.
Mas, isso é para os antípodas da filosofia punk: nada a ver com os normais. Apenas para os que já pararam para pensar; e que resolvem afrontar a mediocridade dos normais com inteligência, bom senso, trabalho, perseverança.
Neste bate papo funk; a idéia é analisar junto alguns aspectos que envolvem a solidão saudável e a doentia.
Durante nossas elucubrações mentais, poderemos concluir que a tristeza da solidão punk pode ter uma cura fácil e rápida; mas, nada funk.
Cada um de nós é uma célula de um corpo chamado Humanidade.
Por violentarmos a natureza interativa do homem, a tristeza da solidão punk, é um dos nossos estados de nos sentirmos, mais temido. Pois, nos atira de encontro a nós mesmos sem preparo e sem vontade, num turbilhão de sensações e de mazelas íntimas das quais queremos fugir a todo custo, na dança funk e similares. Isso, entristece, adoece, induz aos vícios como fuga pela forma droga de viver, e pode até causar mortes temporárias de corpo e de alma.
Quer matar um punk, funk, trash, crente, normal de raiva?
Ignore-o – claro que, até onde consiga.
Estar só sem o desejar; e não ter com quem conversar; discutir, sorrir, até mesmo brigar ou ficar de mal, assusta; porque contraria nosso destino que é a interação, a interdependência plena ou o amor com todas as suas matemáticas leis; não existimos de verdade sós ou isolados; pensar assim é criar a ilusão ou egoísmo/orgulho; não existimos para sermos solitários; mas sim solidários.
Haverá cura para a solidão punk?
Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário, pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida, a curto prazo. Mas, vários são os fatores que complicam a resolução.
Íntimos: egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja.
Externos: educação, cultura, valores sociais, etc.
Outro entrave, é a formação de expectativas: as pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros; mesmo que queriam se comportar de forma punk ou trash.
Temos medo de não sermos amados,
no entanto,
pouco ou nada,
fazemos para merecer esse amor.
O solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido como um punk rosachoque, azulado, amarelado. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os normais ingratos. Quando se descobre interessado em alguém e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada; pois procura de todas as formas agradar ao outro como meta (mesmo que seja assustando) e, não como conseqüência da sua forma de ser e de agir.
Essa postura o torna “grudento-cacento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se cada vez mais e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio – um potencial trash até serial killer.
Quem faz a tarefa que compete ao outro,
para agradá-lo,
não exercita a virtude da caridade.
Não tolere o punk, aprenda a aceitá-lo para depois confrontar sua postura; e desenvolver o respeito mútuo. Daí; não exagere na tolerância, pois, esta é uma atitude trash; pois, ao contrário – se o fizer, comete uma infração á lei de progresso e de trabalho; pois o próximo não conseguirá ser grato e ainda irá cobrar quando ela deixar de ser feita. Quem vive fazendo tarefas que pertencem aos outros cria para si mesmo a expectativa de retribuição pelo que imagina ser sua dedicação e cuidados para com o outro; é um subpunk; mais do que trash; um serial killer da evolução da espécie.
Alguns de nós; já nascemos com a tendência para o isolamento nem sempre punk. Esses podem ser identificados desde a infância, nas atitudes de retraimento tão marcantes que chamam a atenção (algumas crianças sempre espiam os outros escondidos atrás do pai ou da mãe – esses quase sempre são punks da evolução). Apresentam significativa dificuldade para fazerem amigos. Além disso, no decorrer da vida a educação e a cultura complicam a vida do solitário de nascença; pois estão voltadas para a competição neurótica, o que aumenta a sensação de solidão a cada dia, pois os outros se tornam inimigos normais em potencial dos nossos desejos, e se tornam concorrentes da tentativa de punkanizar o universo (teoria do caos?).
Para dificultar, também somos treinados a fugir de tudo o que imaginamos possa nos fazer sofrer, aprendemos a bancar o avestruz que enfia a cabeça no buraco da ignorância e, imagina que dessa forma tudo se resolve. Somos treinados a ficar apenas na superfície dos problemas sem tentar resolvê-los (o que os punks odeiam). Esperando o botãozinho mágico para apertar e, resolver os teoremas que criamos.
Nem todo solitário punk sofre de solidão.
Essa sensação também é uma polaridade tanto objetiva quanto subjetiva, questão de interpretação punkiana ou normótica. Ela faz parte da natureza humana; e todos nós teremos de vivê-la um dia, desvendá-la dominá-la, aprender com ela.
Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo;
Disse o Mestre.
A explicação para a sensação de solidão é simples; ela é uma das fases da nossa evolução que, é feita na intimidade do próprio ser e chama-se interiorização, único caminho capaz de nos levar ao amor próprio; Além disso, é preciso desvendar os mistérios íntimos para compreender melhor o que está do lado de fora de nossa intimidade normótica e punkiana.
A solidão divina é aquela controlada e direcionada a buscas íntimas - ela é um dos caminhos mais adequados para facilitar o progresso; alguns a chamam de meditação; caminho da descoberta e da ampliação da consciência a respeito de quem somos nós, e, o que aqui fazemos.
A solidão como sofrimento indica falta de competência em viver.
A maior dor da alma solitária punk ou anarquista é sem dúvida a própria sensação de impotência, sendo capaz.
Lá no fundo sentimos que a solidão é doentia, há uma clara sensação de falha, que muitos tentam repassar ou passar adiante, sempre de forma simplória: culpando os outros. Justificando-se com a punkiana desculpa: traição, abandono, incompreensão; que, quando é real; sempre, é útil e merecida, chama-se bumerangue ou lei de causa e efeito (Deus é mais do que Punk?).
Claro que neste monólogo não vamos concluir coisa nenhuma; pois isso seria punk demais; apenas eu futebol clube vou tentar entender que a solidão, seja normal, trash ou punk, nada tem de complicada - é uma lenta construção pessoal, erguida minuto a minuto, pensamento a pensamento, sentimento a sentimento, atitude a atitude, de forma pessoal e voluntária. Punkianamente ela construída como a sensação de solidão; mas pode ser transformada em sensação de amor, a qualquer hora e a qualquer momento; ela depende apenas de conhecimento, desejo e vontade.
Interpretada como sofrer, é uma doença da alma que, como as outras, tem fatores que a geram, mantém; mas também tem a cura definitiva ou temporária, a escolher.
Como já foi mostrado que, “Saúde ou doença: a escolha é sua”; também a solidão doentia ou a solidariedade é uma questão de escolha.
Espero que juntos, mas, de forma bem punk ainda; vamos perceber que o remédio genérico e universal para a cura da sensação de solidão doentia chama-se:
Solidariedade:
Um santo remédio para as doenças do orgulho, do egoísmo, da inveja, da competição, e das expectativas... O DNA da punkcidade colorida e pseudo musical da vida atual...
Vai continuar só?
OK?
Pinte as desculpas com mechas coloridas; descolore sua dignidade de escolhas: fique na moda. Faça uma plástica na suas justificativas.
– Bem vindo ao novo “shooping” cósmico que vai abrigar as cobaias terráqueas em novos punks, adversários normais e adjacências
A maioria das pessoas que atendo no dia a dia; tal e qual, eu; estão amargando uma esquizofrênica sensação de solidão, que adoece; e que perigosamente pode levar ao câncer orgânico; caso nos “achemos” os bons que foram magoados e que vão se tornar punks (células cancerígenas são o top line punk da esquizofenia orgânica).
Esta sensação bem punk verbalizada ou não diz algo ao leitor:
“Estou me sentindo muito só.
Porquê:
os que me preenchem;
os que me entendem;
os que me amam;
todos eles passam por mim;
mas;
não ficam comigo?”
Amigo leitor: pode mentir á vontade.
Mas:
Não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém tem tempo para ninguém; portanto, é natural que a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, e perigosa também – daí que, de forma bem punk, nós nos reunimos em festanças de aniversário, casamento, falecimento, baladas, noitadas; apenas para não nos sentirmos tão sós como o gado; convivendo com uma criatura que não nos interessa e até nos desgosta: nós mesmos.
Estudos, bem trash, comprovam que, as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade; se comparadas com os que vivem de forma mais isolada. Outros estudos, mais punks do que trashs de pós-graduação, mostram que as pessoas separadas ou divorciadas têm maiores índices de doenças em comparação com os que vivem uma vida a dois (uma maravilhosa descoberta da ciência punk; que na falta do que fazer; vive do óbvio, nem sempre ululante).
Esse tipo de pesquisa, é como “chover no molhado” (atitude bem psicótica); pois, embora não incorporada na cultura dos normais – pseudo-inimigos dos punks - já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; daí que, quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto, e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca o amor.
O perigo para a maioria é que o punk solitário torna-se um sujeito problemático,; um tipo de doente psicológico que se afasta dos outros sem trocar energias e, que impede que as pessoas se aproximem dele; e quando ás vezes, alguém tenta; ele pode sair do punk para o trash; e vitimar sua companhia.
Desculpa punk da hora:
O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliarmos e a fixarmos a atenção; apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou nas dos nossos. De forma bem psicopunk, poucos dispõem de tempo para as outras pessoas; muitos, até deixaram de ter tempo, para si mesmos; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas prá lá de punks.
A educação bem punk, com seus ícones quase trash, que preconiza e cultua a punkneurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo; colabora para acelerar a solidão compulsória; compensada pela atitude de classes sociais.
A educação trash fomentada pelos ícones punks que afrontam a ética cósmica; gerou cultura das coisas descartáveis; que de forma punkiana passa a ser aplicada, também, ás pessoas que se tornam descartáveis desde tenra idade ou até antes de nascer; quando deixam de atender aos nossos interesses mais imediatos.
Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo; que leva uns a desconfiarem dos outros, pela aparência (corte de cabelo, penduricalhos, roupagem, tatuagens), cor, raça, estudo, religião, classe social, função social diferenciada pela doença social do concursismo e do eleicionismo; que leva a direitismos trashs e perigosos.
A punk tristeza de um momento,
ou de um dia estar só,
é como a maioria das pessoas percebe a solidão;
No entanto, ela assume outros aspectos mais diferenciados; pois, também pode ser voluntária e controlada (como os adeptos da mixórdia punk imaginam); como a opção de estar só para encontrar o caminho existencial a seguir, e, as melhores razões para viver.
Ficar só, por alguns momentos, é uma das necessidades da nossa alma.
Mas, isso é para os antípodas da filosofia punk: nada a ver com os normais. Apenas para os que já pararam para pensar; e que resolvem afrontar a mediocridade dos normais com inteligência, bom senso, trabalho, perseverança.
Neste bate papo funk; a idéia é analisar junto alguns aspectos que envolvem a solidão saudável e a doentia.
Durante nossas elucubrações mentais, poderemos concluir que a tristeza da solidão punk pode ter uma cura fácil e rápida; mas, nada funk.
Cada um de nós é uma célula de um corpo chamado Humanidade.
Por violentarmos a natureza interativa do homem, a tristeza da solidão punk, é um dos nossos estados de nos sentirmos, mais temido. Pois, nos atira de encontro a nós mesmos sem preparo e sem vontade, num turbilhão de sensações e de mazelas íntimas das quais queremos fugir a todo custo, na dança funk e similares. Isso, entristece, adoece, induz aos vícios como fuga pela forma droga de viver, e pode até causar mortes temporárias de corpo e de alma.
Quer matar um punk, funk, trash, crente, normal de raiva?
Ignore-o – claro que, até onde consiga.
Estar só sem o desejar; e não ter com quem conversar; discutir, sorrir, até mesmo brigar ou ficar de mal, assusta; porque contraria nosso destino que é a interação, a interdependência plena ou o amor com todas as suas matemáticas leis; não existimos de verdade sós ou isolados; pensar assim é criar a ilusão ou egoísmo/orgulho; não existimos para sermos solitários; mas sim solidários.
Haverá cura para a solidão punk?
Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário, pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida, a curto prazo. Mas, vários são os fatores que complicam a resolução.
Íntimos: egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja.
Externos: educação, cultura, valores sociais, etc.
Outro entrave, é a formação de expectativas: as pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros; mesmo que queriam se comportar de forma punk ou trash.
Temos medo de não sermos amados,
no entanto,
pouco ou nada,
fazemos para merecer esse amor.
O solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido como um punk rosachoque, azulado, amarelado. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os normais ingratos. Quando se descobre interessado em alguém e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada; pois procura de todas as formas agradar ao outro como meta (mesmo que seja assustando) e, não como conseqüência da sua forma de ser e de agir.
Essa postura o torna “grudento-cacento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se cada vez mais e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio – um potencial trash até serial killer.
Quem faz a tarefa que compete ao outro,
para agradá-lo,
não exercita a virtude da caridade.
Não tolere o punk, aprenda a aceitá-lo para depois confrontar sua postura; e desenvolver o respeito mútuo. Daí; não exagere na tolerância, pois, esta é uma atitude trash; pois, ao contrário – se o fizer, comete uma infração á lei de progresso e de trabalho; pois o próximo não conseguirá ser grato e ainda irá cobrar quando ela deixar de ser feita. Quem vive fazendo tarefas que pertencem aos outros cria para si mesmo a expectativa de retribuição pelo que imagina ser sua dedicação e cuidados para com o outro; é um subpunk; mais do que trash; um serial killer da evolução da espécie.
Alguns de nós; já nascemos com a tendência para o isolamento nem sempre punk. Esses podem ser identificados desde a infância, nas atitudes de retraimento tão marcantes que chamam a atenção (algumas crianças sempre espiam os outros escondidos atrás do pai ou da mãe – esses quase sempre são punks da evolução). Apresentam significativa dificuldade para fazerem amigos. Além disso, no decorrer da vida a educação e a cultura complicam a vida do solitário de nascença; pois estão voltadas para a competição neurótica, o que aumenta a sensação de solidão a cada dia, pois os outros se tornam inimigos normais em potencial dos nossos desejos, e se tornam concorrentes da tentativa de punkanizar o universo (teoria do caos?).
Para dificultar, também somos treinados a fugir de tudo o que imaginamos possa nos fazer sofrer, aprendemos a bancar o avestruz que enfia a cabeça no buraco da ignorância e, imagina que dessa forma tudo se resolve. Somos treinados a ficar apenas na superfície dos problemas sem tentar resolvê-los (o que os punks odeiam). Esperando o botãozinho mágico para apertar e, resolver os teoremas que criamos.
Nem todo solitário punk sofre de solidão.
Essa sensação também é uma polaridade tanto objetiva quanto subjetiva, questão de interpretação punkiana ou normótica. Ela faz parte da natureza humana; e todos nós teremos de vivê-la um dia, desvendá-la dominá-la, aprender com ela.
Amar a Deus e ao próximo como a si mesmo;
Disse o Mestre.
A explicação para a sensação de solidão é simples; ela é uma das fases da nossa evolução que, é feita na intimidade do próprio ser e chama-se interiorização, único caminho capaz de nos levar ao amor próprio; Além disso, é preciso desvendar os mistérios íntimos para compreender melhor o que está do lado de fora de nossa intimidade normótica e punkiana.
A solidão divina é aquela controlada e direcionada a buscas íntimas - ela é um dos caminhos mais adequados para facilitar o progresso; alguns a chamam de meditação; caminho da descoberta e da ampliação da consciência a respeito de quem somos nós, e, o que aqui fazemos.
A solidão como sofrimento indica falta de competência em viver.
A maior dor da alma solitária punk ou anarquista é sem dúvida a própria sensação de impotência, sendo capaz.
Lá no fundo sentimos que a solidão é doentia, há uma clara sensação de falha, que muitos tentam repassar ou passar adiante, sempre de forma simplória: culpando os outros. Justificando-se com a punkiana desculpa: traição, abandono, incompreensão; que, quando é real; sempre, é útil e merecida, chama-se bumerangue ou lei de causa e efeito (Deus é mais do que Punk?).
Claro que neste monólogo não vamos concluir coisa nenhuma; pois isso seria punk demais; apenas eu futebol clube vou tentar entender que a solidão, seja normal, trash ou punk, nada tem de complicada - é uma lenta construção pessoal, erguida minuto a minuto, pensamento a pensamento, sentimento a sentimento, atitude a atitude, de forma pessoal e voluntária. Punkianamente ela construída como a sensação de solidão; mas pode ser transformada em sensação de amor, a qualquer hora e a qualquer momento; ela depende apenas de conhecimento, desejo e vontade.
Interpretada como sofrer, é uma doença da alma que, como as outras, tem fatores que a geram, mantém; mas também tem a cura definitiva ou temporária, a escolher.
Como já foi mostrado que, “Saúde ou doença: a escolha é sua”; também a solidão doentia ou a solidariedade é uma questão de escolha.
Espero que juntos, mas, de forma bem punk ainda; vamos perceber que o remédio genérico e universal para a cura da sensação de solidão doentia chama-se:
Solidariedade:
Um santo remédio para as doenças do orgulho, do egoísmo, da inveja, da competição, e das expectativas... O DNA da punkcidade colorida e pseudo musical da vida atual...
Vai continuar só?
OK?
Pinte as desculpas com mechas coloridas; descolore sua dignidade de escolhas: fique na moda. Faça uma plástica na suas justificativas.
– Bem vindo ao novo “shooping” cósmico que vai abrigar as cobaias terráqueas em novos punks, adversários normais e adjacências
quarta-feira, 28 de julho de 2010
FELIZ DESANIVERSÁRIO
Humano é um ser estranho; ficaram de mal comigo porque eu esqueci o dia do aniversário de uma pessoa querida de uma outra pessoa; que se ofendeu no lugar da outra; que já está numa faixa etária que não curte mais esse tipo de comemoração (até enrola para dizer a idade); ouvi um monte: falta de cortesia; desleixo social – para minha pessoa, meu crime foi apenas falta de memória.
Conversando com meus botões a respeito do ocorrido fiquei matutando a respeito da maioria das nossas comemorações tão inúteis quanto vazias – dentre elas, o dia do aniversário – nem sempre comemorado no dia certo – além disso, muita gente por aí; até desconhece quando e onde nasceu; e, não é muito mais feliz nem muito mais infeliz por esse motivo.
- Para que comemorar o aniversário?
– Talvez seja pela nossa necessidade de sermos amados; lembrados ao menos uma vez durante o ano.
– Ganhar presente?
– Com certeza é o principal motivo.
– Fazer festa, festejar? – Quanto mais gente na nossa festa mais somos queridos? Ou significa mais presentes?
– Para que; se é tão difícil a gente gostar de verdade de um presente?
– É raro as pessoas nos darem algo que realmente nos satisfaça – tem algumas pessoas que dão sempre o mesmo tipo de lembrancinha; todo ano a mesma coisa. No fundo a gente finge que gostou; mas, queríamos mesmo é presente.
Na realidade a festa de aniversário é uma comédia; onde o aniversariante finge que gostou dos presentes e os convidados que estão gostando da festa. Na verdade, na ponta do lápis o aniversariante ou a família que bancou a confraternização saem num baita prejú; mas, festa é festa; e quase todo mundo se diverte; dá para colocar as fofocas em dia; falar e ouvir abobrinhas; e no outro dia; boa parte tá de ressaca; não necessariamente por ter bebido todas; apenas pela saída anormal da rotina; ou ficou doente.
A principal vítima das festinhas de aniversário são as crianças; raras resistem a mais de uma na semana sem ficar doente com febre, rinite, sinusite, diarria, tosse, catarro...; apenas pelo tipo e quantidade de bugigangas que vão comer; em algumas delas, não contentes com o estrago feito com os quitutes e “ deliciosas porcarias” servidas; algumas mães, além de querer se livrar dos restos com aqueles famigerados pratinhos prá levar não sei para quem; ainda fazem aquelas temíveis sacolinhas com tranqueiras para as crianças levarem para suas casas e terminar o serviço começado – a maioria dos pais nem se toca, e daí a um ou dois dias a criança está no médico para finalizar o rescaldo da festança com remédios variados; analgésico sabor morango, antibiótico sabor baunilha, remédio para a tosse com sabor de abacaxi, etc. – Algumas famílias usam isso para começar um saudável conflito: O que fazer? Deixar a criança se empanturrar? Esconder para dar depois; noutro dia; e cair na armadilha do só um pouquinho não faz mal? Jogar fora? Mas, jogar fora não é desperdício? Não é pecado? Afinal tem tanta criança pobre por.
Mas, se faz mal para meu filho não faz mal para a criança pobre?
Quando as crianças começam em idade escolar o tormento é maior; pois, se bobear tem festa de aniversário toda semana na escola e no fim de semana para os amigos mais chegados – e deus nos acuda se alguma mãe esquece de convidar nosso pimpolho; viramos a cara pela desfeita; e ficamos de mal.
Eu já tinha notado que até os astros não são muito chegados em comemorações de aniversário. Muitos de meus pacientes, mais as crianças do que os adultos; costumam aparecer no consultório; mais ou menos nessa época. Um dia conversando com um paciente amigo e estudioso da astrologia; ele me explicou alguma coisa sobre o “inferno astral”; época que antecede o aniversário e que nos torna mais propensos a acidentes e a adoecer.
Por que as crianças adoecem mais nessa época do que os adultos justifica-se pelo alto grau de ansiedade na expectativa da festa e principalmente dos presentes. Ansiedade mais inferno astral, mais bugigangas da comilança é igual a doença.
Realmente não consigo entender muito bem nossa alegria com o dia do aniversário; pois, desde que nascemos acionamos o botão da contagem regressiva da ida para o além; daí; cada vez que comemoramos um estamos mais próximos do lado de lá.
A comemoração também tem suas fases ou épocas de curtição; bem malucas e diferenciadas.
Nos primeiros anos de vida, é a família que quer apresentar o rebento para os outros. Mostrar suas aquisições. Olha que lindo! – Tem só um ano e já saiu das fraldas! – Conta até dez pro titio! – É verdade que já saber comer sózinho? – Já anda sem se apoiar? Como é o nome da titia?
Na pré e na adolescência o negócio é ser o centro das atenções e correr em destino á maioridade para curtir a liberdade e os prazeres de adulto.
Até começarem os enta; a coisa não é tão ruim – mas, depois começamos a mentir a idade ou a dar respostas de bagre ensaboado – mulheres então, detestam ser obrigadas a dizer a idade.
Nessa fase começa a vontade de “desaniversariar” numa tentativa de parar no tempo; nem que seja embalsamado.
Tudo se inverte na velhice; pois, até que não é ruim aproveitar algumas regalias de idoso: viajar de graça, escapar de filas, etc.
Quando as coisas andam nos conformes; cada ano a mais é para ser comemorado para ir para o livro do guines.
Mas, algumas coisas foram mal planejadas na evolução humana; pois, andamos de marcha ré em algumas aquisições; vejamos algumas situações cômicas do envelhecer: Que gracinha; fez oitenta anos e ainda come sózinha! – Tá usando fralda; mas ainda tá lúcido! – Não fala mais coisas com coisa; mas, o médico disse que está com uma saúde melhor que a minha. – Qual é meu nome? – Que gracinha; ainda me reconhece!
Nada contra festas e comemorações; mas, que seria legal aproveitar melhor o dia do aniversário para fazer uma retrospectiva do que está sendo nossa vida - Ah! Isso poderíamos! - Para que está servindo? Como anda meu projeto de vida? – Melhorei alguma coisa com relação ao ano passado? – Será que vou sair da existência melhor do que entrei?
Esse uso para o dia do aniversário deveria ser treinado desde a infância; para que as inexoráveis crises da meia idade não fizesse sofrer com ondas de calor, frio, mudanças de humor; menopausas e andropausas, etc.
Se estamos reunidos com nossos melhores amigos; por que não aproveitar esse dia para perguntar como estamos sendo vistos por eles?
Especialmente em épocas aceleradas como esta; aniversariar não é uma boa – Quem já pensou o seguinte: Nossa, estou fazendo aniversário de novo! – Parece que o último foi ontem...
Fico em dúvida com relação ao meu problema: Melhor, fazer cara de paisagem e não falar nada? Dar os parabéns atrasados? Pedir desculpas? Usar de desculpas e justificativas esfarrapadas?
Acho que por enquanto fico com:
Dona fulana; desculpe ter esquecido a data do seu desaniversário!
Conversando com meus botões a respeito do ocorrido fiquei matutando a respeito da maioria das nossas comemorações tão inúteis quanto vazias – dentre elas, o dia do aniversário – nem sempre comemorado no dia certo – além disso, muita gente por aí; até desconhece quando e onde nasceu; e, não é muito mais feliz nem muito mais infeliz por esse motivo.
- Para que comemorar o aniversário?
– Talvez seja pela nossa necessidade de sermos amados; lembrados ao menos uma vez durante o ano.
– Ganhar presente?
– Com certeza é o principal motivo.
– Fazer festa, festejar? – Quanto mais gente na nossa festa mais somos queridos? Ou significa mais presentes?
– Para que; se é tão difícil a gente gostar de verdade de um presente?
– É raro as pessoas nos darem algo que realmente nos satisfaça – tem algumas pessoas que dão sempre o mesmo tipo de lembrancinha; todo ano a mesma coisa. No fundo a gente finge que gostou; mas, queríamos mesmo é presente.
Na realidade a festa de aniversário é uma comédia; onde o aniversariante finge que gostou dos presentes e os convidados que estão gostando da festa. Na verdade, na ponta do lápis o aniversariante ou a família que bancou a confraternização saem num baita prejú; mas, festa é festa; e quase todo mundo se diverte; dá para colocar as fofocas em dia; falar e ouvir abobrinhas; e no outro dia; boa parte tá de ressaca; não necessariamente por ter bebido todas; apenas pela saída anormal da rotina; ou ficou doente.
A principal vítima das festinhas de aniversário são as crianças; raras resistem a mais de uma na semana sem ficar doente com febre, rinite, sinusite, diarria, tosse, catarro...; apenas pelo tipo e quantidade de bugigangas que vão comer; em algumas delas, não contentes com o estrago feito com os quitutes e “ deliciosas porcarias” servidas; algumas mães, além de querer se livrar dos restos com aqueles famigerados pratinhos prá levar não sei para quem; ainda fazem aquelas temíveis sacolinhas com tranqueiras para as crianças levarem para suas casas e terminar o serviço começado – a maioria dos pais nem se toca, e daí a um ou dois dias a criança está no médico para finalizar o rescaldo da festança com remédios variados; analgésico sabor morango, antibiótico sabor baunilha, remédio para a tosse com sabor de abacaxi, etc. – Algumas famílias usam isso para começar um saudável conflito: O que fazer? Deixar a criança se empanturrar? Esconder para dar depois; noutro dia; e cair na armadilha do só um pouquinho não faz mal? Jogar fora? Mas, jogar fora não é desperdício? Não é pecado? Afinal tem tanta criança pobre por.
Mas, se faz mal para meu filho não faz mal para a criança pobre?
Quando as crianças começam em idade escolar o tormento é maior; pois, se bobear tem festa de aniversário toda semana na escola e no fim de semana para os amigos mais chegados – e deus nos acuda se alguma mãe esquece de convidar nosso pimpolho; viramos a cara pela desfeita; e ficamos de mal.
Eu já tinha notado que até os astros não são muito chegados em comemorações de aniversário. Muitos de meus pacientes, mais as crianças do que os adultos; costumam aparecer no consultório; mais ou menos nessa época. Um dia conversando com um paciente amigo e estudioso da astrologia; ele me explicou alguma coisa sobre o “inferno astral”; época que antecede o aniversário e que nos torna mais propensos a acidentes e a adoecer.
Por que as crianças adoecem mais nessa época do que os adultos justifica-se pelo alto grau de ansiedade na expectativa da festa e principalmente dos presentes. Ansiedade mais inferno astral, mais bugigangas da comilança é igual a doença.
Realmente não consigo entender muito bem nossa alegria com o dia do aniversário; pois, desde que nascemos acionamos o botão da contagem regressiva da ida para o além; daí; cada vez que comemoramos um estamos mais próximos do lado de lá.
A comemoração também tem suas fases ou épocas de curtição; bem malucas e diferenciadas.
Nos primeiros anos de vida, é a família que quer apresentar o rebento para os outros. Mostrar suas aquisições. Olha que lindo! – Tem só um ano e já saiu das fraldas! – Conta até dez pro titio! – É verdade que já saber comer sózinho? – Já anda sem se apoiar? Como é o nome da titia?
Na pré e na adolescência o negócio é ser o centro das atenções e correr em destino á maioridade para curtir a liberdade e os prazeres de adulto.
Até começarem os enta; a coisa não é tão ruim – mas, depois começamos a mentir a idade ou a dar respostas de bagre ensaboado – mulheres então, detestam ser obrigadas a dizer a idade.
Nessa fase começa a vontade de “desaniversariar” numa tentativa de parar no tempo; nem que seja embalsamado.
Tudo se inverte na velhice; pois, até que não é ruim aproveitar algumas regalias de idoso: viajar de graça, escapar de filas, etc.
Quando as coisas andam nos conformes; cada ano a mais é para ser comemorado para ir para o livro do guines.
Mas, algumas coisas foram mal planejadas na evolução humana; pois, andamos de marcha ré em algumas aquisições; vejamos algumas situações cômicas do envelhecer: Que gracinha; fez oitenta anos e ainda come sózinha! – Tá usando fralda; mas ainda tá lúcido! – Não fala mais coisas com coisa; mas, o médico disse que está com uma saúde melhor que a minha. – Qual é meu nome? – Que gracinha; ainda me reconhece!
Nada contra festas e comemorações; mas, que seria legal aproveitar melhor o dia do aniversário para fazer uma retrospectiva do que está sendo nossa vida - Ah! Isso poderíamos! - Para que está servindo? Como anda meu projeto de vida? – Melhorei alguma coisa com relação ao ano passado? – Será que vou sair da existência melhor do que entrei?
Esse uso para o dia do aniversário deveria ser treinado desde a infância; para que as inexoráveis crises da meia idade não fizesse sofrer com ondas de calor, frio, mudanças de humor; menopausas e andropausas, etc.
Se estamos reunidos com nossos melhores amigos; por que não aproveitar esse dia para perguntar como estamos sendo vistos por eles?
Especialmente em épocas aceleradas como esta; aniversariar não é uma boa – Quem já pensou o seguinte: Nossa, estou fazendo aniversário de novo! – Parece que o último foi ontem...
Fico em dúvida com relação ao meu problema: Melhor, fazer cara de paisagem e não falar nada? Dar os parabéns atrasados? Pedir desculpas? Usar de desculpas e justificativas esfarrapadas?
Acho que por enquanto fico com:
Dona fulana; desculpe ter esquecido a data do seu desaniversário!
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