quarta-feira, 21 de abril de 2010

UNIVERSOS PARALELOS – SOCIEDADES PARALELAS - MUNDO CRUEL

Hoje é aniversário de Brasília – acho que acordei meio ensonado com meu relógio biológico mais ou menos atrapalhado; como sempre pulei da cama sem a ajuda do maldito despertador – afinal feriadão magro em plena meião de semana deixa qualquer cidadão normal sem saber o que fazer; peguei de soslaio uma chamada da TV a respeito das várias Brasília numa só; um dos recantos do país com maior contraste social; ou seja; sua multifacetada vida.

UNIVERSOS PARALELOS

De estalo; lembrei de uma teoria a respeito de universos paralelos e viajei na maionese ao pensar encontrar uma explicação para tudo no Universo das nossas vidas; desde os eventos mais insignificantes; como nossa vida pessoal, social e principalmente política até os mais gigantescos possíveis.

Inconfidência mineira? – Tiradentes?

Mesmo que raros mestres da escola tenham tentado nos ensinar e a decorar ou a entender quem foi Tiradentes e por que hoje; não é o dia do dentista – que vale é que é dia de coçar: feriado.

A teoria da qual me lembrei; assim do nada; é de despertar qualquer um da modorra de um feriadão sem perspectiva de aproveitar; apenas coçar - e tem uma extraordinária conclusão: O Universo em que vivemos não é o único – e nada a ver com misticismo nem espíritos ou mundo espiritual; apenas coisas mais ou menos palpáveis (como mordomias, contas na suíça) e algumas até imaginativas (o que é uma teoria científica?) a respeito de elétrons; spins e outros bichos.

Até hoje:
Cientistas estão tentando provar que os elétrons não têm uma única localização. Quando se estudam as propriedades dos átomos, descobre-se que a realidade é muito mais estranha do que alguém pudesse inventar na forma de ficção. As partículas (grana) realmente têm a possibilidade de, alguma forma, estarem em mais de um lugar ao mesmo tempo como candidato em época de eleição.
A única explicação que se pode tirar é que as partículas não existem apenas em nosso universo pessoal, social e político; elas migram para a existência em outros universos também; e existe um número infinito destes universos paralelos, todos eles ligeiramente diferentes (alguns bem básicos: verdade, mentira) – Confesso que, não sei se estava dormindo ainda ou acordado quando sofri um lampejo: Putz! – eu já li isso em algum lugar (antes) e foi num livro chamado Evolução em dois mundos (ditado por André Luis e psicografia do falecido Chico Xavier) – Epa! – será que cientistas falecidos sabem das coisas antes dos nossos?

Mas, repensando o que os cientistas do MIT preconizaram: será que se eu tivesse casado com a namorada anterior minha vida teria sido diferente? – E se eu tivesse escolhido outra profissão fazer concurso e me tornar FP; meu feriadinho de quarta não seria uma obesa emenda de semana? – Será que num desses universos eu já nasci e noutros não nasci ainda? E se o JK não tivesse cismado de fazer Brasília; não haveria mais morros ocupados e despencando no RJ?

Será que eu posso me mudar para um desses universos alternativos sem precisar de drogas alucinógenas? Nem de uma antidepressivozinho?

Uma teoria dessas é melhor do que tomar ayuasca, fumar um baseado ou tomar um antiinflamatório – dá prá viajar gostoso na maionese proporcionada por um feriadinho.

Resumindo:
Essencialmente, todas as possibilidades podem acontecer em um destes universos políticos e sociais alternativos; o que significa que, anteposto, justaposto, ou sobreposto ao mundo cão que conhecemos: nós nem votamos nesses políticos; nossas sogras foram uma miragem ou um contrapeso; nossos dirigentes entraram todos para conventos e seminários (não é que eu não goste de criancinhas; adoro).

Suma sogra maldita!
Desapareça político safado!
Cai fora cliente chato!

Esta idéia, de você clicar e mudar o canal do seu universo existencial sem pagar nada a mais; apenas recitar mantras; rezar; pensar; escolher – Ditar: hoje eu vou viver no mundo das minhas fantasias: de também ser rico, poderoso e pouco dado á verdade, sem ser internado na clinica psiquiátrica nem ser levado pela família a um centro espírita ou a um terreiro prá fazer desobsessão!
– Eu decido: Hoje, vou viver no mundo dos donos do poder que dizem que inflação não existe; nem fome; nem miséria; que a lei é igual para todos; vou abrir minha conta num paraíso fiscal; vou fazer um churrasquinho na chácara do torto ou do direito; vou prometer e descumprir!

Essa possibilidade era tão desconfortável aos detentores do poder que, por décadas os cientistas políticos ou não; a repudiaram. Mas, com o tempo, os universos paralelos fariam um retorno espetacular – claro que como sempre meio requentado; pois até pessoas que escrevem livros tentaram vender o segredo: a chave de entrada nos mundos paralelos – Lembra da “cascata” do velho provérbio que diz: cuidado com o que você deseja, porque pode se realizar.

O mais ardoroso desejo dos cientistas políticos e dos físicos; tem sido o de poder encontrar uma única teoria elegante e bem rendosa que pudesse resumir tudo em nosso universo existencial.
Foi este sonho que levaria, involuntariamente, os bam bam bam da mídia à redescoberta dos universos paralelos em Brasília.
É um sonho que tem dominado o trabalho de quase todos os oportunistas FP e principalmente os políticos em época de eleição ou de justificação nos tribunais.

Em Brasília, os cientistas políticos acreditavam que a máquina administrativa era feita a partir de partículas ou repartições. Mudaram aquele ponto de vista; hoje pensam que a matéria política (não descobriram ainda de onde vem o odor; se da consciência ou de fora) é feita de pequenos seletos grupos de interesses.
Por anos, acreditou-se que toda a máquina do poder era constituída por homúnculos minúsculos e invisíveis (anões do senado e das camaras) – mas, hoje os cientistas da política e da mídia descobriram que estavam estudando os interesses de modo errado. As partículas eram, na verdade, cordas minúsculas e invisíveis; visíveis apenas como siglas políticas; mera questão de nomenclatura. A teoria foi chamada de Teoria dos Acordos ou Pizza para os íntimos.
A matéria (quase sem odor numa primeira fase) emana destas minúsculas cordas, como música aos ouvidos do povão. Pode pensar nelas como cordas de um instrumento chamado mano. Se puxá-las de um modo, obtém certa freqüência, mas se puxá-las de outra forma, podem-se obter mais freqüências dessa corda; pois, há manos de todas as cores, saberes e odores - Na verdade, você tem diferentes tribos. A Natureza é feita de todas essas pequenas notas, as notas musicais do rquitibumxurudum zingidum e que são tocadas pelas super-cordas que emanam dos todo poderosos grupos de achei e achum e oludum e dum dum dudm.

De repente, percebemos que o Universo de nossos desejos de paz e harmonia na vida social e política, é uma sinfonia e as leis da Física são harmonias de uma super-corda das bolsas, embolsas e repasses - A Teoria dos Acordos foi tão provocativa e tão absurdamente estranha que imediatamente começou a soar como a perfeita para a Teoria do Absoluto poder dos manos da política. Ela certamente nos varreu a todos como uma tempestade de mediocridades cada vez mais gritantes e barulhentas e com quase zero de conteúdo.
É uma teoria apetitosa para a gula dos interesses pessoais, familiares e grupais; mas segundo a lei de ação e reação nada bela, nem elegante; mas, muito simples.
Um número de pessoas disse que, bem, se ela é tão social e simples; porque não tentamos usá-la como princípio básico unificador para a paz social. Mas se a Teoria dos acordos iria se tornar a perdida Teoria do poder Absoluto de Einstein deveria passar por alguns testes nas urnas. Ela deveria explicar um evento em particular, o nascimento do Universo dos Manos colocados em bolsas de privilégios não oferecidos nem adquiridos.

As origens do Universo Manes sempre foi um assunto especial para os cosmologistas da política de plantão que estudaram o gigantesco mundo das estrelas e galáxias de universos barbudos, cubísticos e xavisticos.
Eles, também, sentiram que estavam na fronteira de um grande triunfo, um completo entendimento de como o mundo começou. Eles sabem há muito tempo que as coisas começaram com uma explosão gigante – o Big Bang da classe média que achou que iria a paraíso do consumo e se “fudeu” (no mais absoluto linguajar manes) ao apostar em teorias do mornês e do sorbonês.
Mas, agora, os cosmologistas do poder refinaram a idéia. Eles têm trabalhado, retrocedendo no tempo, desde os tempos atuais até o momento mais próximo do quase próximo Big Bang social de fazer inveja a todos os anteriores. E fazem isso com incrível precisão: quem sabe aliar os mornes com os sorbonês?

Estamos seguros ao extrapolar para o passado, a partir de hoje, até quando as primeiras estrelas e galáxias partidárias se formaram; e o Universo partidário tinha, apenas, uns poucos milhares de eleitores ou extrapolar além quando os primeiros núcleos sociais e políticos foram formados.
Se tudo no Universo estava para ser explicado, então a Teoria dos acordos e o Big Bang partidário deveriam agora se fundir, e se complementarem perfeitamente numa CPI de pizza com um terço de cada sabor. Afinal de contas, um se referia ao nascimento do novo universo do terço político, e o outro a toda a matéria anterior existente nele.
Foi certamente uma conclusão inevitável.
Os cientistas políticos pareciam estar à beira da glória, mas tudo deu terrivelmente errado. Tentaram de tudo, mas não conseguiram fazer as duas idéias se encaixarem – surgiu um fator estranho chamado NET - E, então, depois de anos de esforços, algo ainda pior aconteceu: suas duas teorias preferidas começaram a se autodestruir.

O problema fundamental da Cosmologia política é que, as leis da Física como nós as conhecemos; desaparecem no momento do Big Bang da velha justiça. Bem, algumas pessoas dizem: O que há de errado nisso? O que há de errado se as leis da política de interesses implodirem pela ação das Novas Gerações de profissionais da justiça? Bem, para os cientistas políticos isto é um desastre. Dedicaram toda a vida à proposta de que o universo da política obedece a leis conhecidas, leis que podem ser descritas na linguagem matemática, bancária e da impunidade.

O início do Big Bang da lei da impunidade que era o único grande buraco negro do mistério de toda a cosmologia do antigo equilíbrio na vida política. Foi chamado de Singularidade política ou momento de exceção. Quando você extrapola a universal Teoria da Relatividade de Einstein até o início, você descobre o que chamamos de Singularidade, uma singularidade cósmica, o que quer dizer que as equações do antigo: vote em quem rouba; mas faz; vão pelos ares.

Mas o problema com o Big Bang político foi logo ofuscado pela ação da mídia.

A lei dos acordos tinha problemas também. A esperança era que iria evoluir numa simples e definitiva explicação para o Universo da politicagem. Mas, à medida que as pessoas trabalhavam nela, algo estarrecedor aconteceu.
Os eleitores logo encontraram uma segunda versão, e depois uma terceira. Logo haviam encontrado cinco ou mais diferentes acordos espúrios. Isso não era simples, e não soava definitivo. Cinco mil, mesmo que não seja um grande número, é muito para nós porque gostaríamos de ter uma teoria política mais decente do que essa, e isso foi definitivamente um problema, uma grande crise, pois muito tempo foi gasto estudando estas teorias individualmente, mas na cabeça de todos, sempre nos perguntávamos - porque existem cinco mil formas de julgar estas coisas? Não deveria haver apenas uma? A Teoria dos acordos começou a desabar como pizza queimada, primeiro pelas bordas. Parecia, como se o sonho da teoria do poder absoluto estava mais distante que nunca.

Até mesmo os mais cínicos FP começaram a dizer que a teoria dos acordos era primária e rude demais; um beco sem saída, simplesmente não era o caminho, e não levaria á teoria do poder absoluto; nada de PT saudações, era a teoria do nada – a execrável teoria das CPIS; intermináveis; indigestas e que apenas engordam as contas bancárias de alguns.

Mas, justamente quando os cientistas estavam para perder a esperança, uma nova e espantosa descoberta seria feita. Isso iria inspirá-los a se questionarem novamente, e forçá-los finalmente a confrontar sua idéia menos popular: universos de poder paralelos.

Quando a teoria dos acordões nos STF da vida começou a falhar, nem todos estavam confusos. Alguns até pareciam saborear o fato de que a teoria da leveza do ser político, ou falta de “super-gravidade” dos antigos acordões; foi substituída pela velha lei de ação e reação. Claro que na ciência política sempre há os gurus que ditam a direção para a qual novas idéias devem crescer; alguns chamam de PAC outros de empacar. Quando se trata de atrair novas cabeças e novas idéias nos supremos tribunais da vida política, muitas dizem: “Veja bem, talvez você esteja certo, talvez esteja errado. Mas, se eu trabalhar com leveza das penas e não com a super gravidade do peculato; depois não vou encontrar um emprego cósmico.

Ser; não ser; deixar de ser?

Costumamos pensar que vivemos num mundo tridimensional da justiça social e política.
Podemos nos mover em três direções, certo, errado ou justificável. Mas os midiáticos cientistas gostam de acrescentar dimensões extras; e os números só crescem. As dimensões extras eram espaços no Universo da justiça social que jamais poderíamos perceber tanto era o número de bolsas que podem ser criadas.
A Teoria das bolsas cósmicas afirma que existem no total exatamente; no mínimo; dez dimensões de bolsas.
Se você tem uma oscilando, ela precisa de espaço ou verba pública para oscilar adequadamente. Quando alguém organiza isso matematicamente, você descobre uma resposta muito clara. Deve haver dezenas de dimensões espaciais – noves fora dimensões espaciais e apenas uma temporal: quem paga a conta ou o contribuinte universal.

A Teoria da leveza das penas; entretanto, estava convencida da existência de exatamente onze dimensões.
As equações da super-gravidade adquirem sua mais simples e elegante forma quando escrita nestes estudos de onze dimensões: a décima primeira, é o calote que circunda esse mal cheiroso universo.

Há uma guerra entre as dez e as onze dimensões. No batalhão das dez dimensões estavam os teóricos dos acordões; milhares deles, trabalhando como FP para conhecer todas as propriedades do universo político conhecido, a partir de um estudo ou de um rabo de cometa cósmico; uma corda vibrante ou nicho político (funcionalismo e sindicatos). Do outro lado, há um pequeno bando de parias, foras-da-lei, trabalhando nas onze horas por dia nas dimensões da sobrevivência.

Nestas discussões intermináveis dos simples contribuintes.
- Um surpreendente anúncio foi feito: um acordo suprapartidário - Mesmo assim foi uma onda de choque que revolucionou toda a paisagem do ano eleitoral; pois, num movimento final desesperado, os teóricos da politicagem tentaram acrescentar uma última coisa à sua adorada idéia. Adicionaram a coisa que passaram uma década menosprezando: a décima primeira dimensão: o retorno: a reeleição do divino criador deste novo universo.
Depois de muita discussão o público descobriu que todas as teorias eram uma só: embolsar os bolsões cósmicos
O que aconteceu com os acordões e os conchavos?
Os cientistas da arte da política seriam supostamente o bloco de construção fundamental de toda a matéria monetária. Porém, agora com o acréscimo da 13ª dimensão, elas mudaram da suíça para outros paraísos fiscais para criar a 14 dimensão salarial. Eles se expandiram; e se combinaram (na forma de uma avalanche de concursos públicos).
A conclusão surpreendente foi que, toda a matéria do Universo estava conectada numa vasta estrutura, uma membrana de corrupção ou de vantagens espúrias
Na verdade, todo o nosso universo político planetário é uma membrana estilo “cabaço” (ninguém sabe pra que serve).

Mas, os dilemas da vida são intermináveis:
A busca para explicar tudo no Universo poderia começar novamente e no seu centro de especulações haveria essa nova teoria.
Foi batizada de teoria da membrana himenal, ou Teoria M da pureza da política universal; mas a idéia parecia tão profunda e enigmática que alguns pensaram que M. deveria representar outras coisas como o tesão de viver. “Teoria M. – onde M significava magia, mistério ou membrana. Os físicos ficam com aquele olho sonhador quando falam da Teoria M quase gozam o antever do 15 salário. Talvez M. signifique mãe, a mãe de todas as cordas. Talvez seja mágica, talvez seja majestade, a majestade de uma teoria compreensível do Universo. Mistério mágico, demência (no linguajar manês): filha da putice”; safadeza.
Como a teoria da M explicasse toda a arte tupiniquim da politicagem – houve um corre corre dos plantonistas da mídia para explicar – embora tentassem esconder do povão: rapidamente se tornou claro que era um lugar onde todas as regras normais de bom senso tinham sido abandonadas. Para alguns, a coisa era ao mesmo tempo longa ao infinito, mas com intervalo muito pequeno na gatunagem.
Na avaliação do que realmente importa em nosso universo político: A dimensão dos ganhos dessa turma mediria, no máximo, algo em torno de um trilionésimo de um milímetro de zilhões de dólares. Isso é 10 elevado a -20 de um milímetro de euros Isso significa pegar um milímetro e dividi-lo por 10 com vinte zeros depois da vírgula, então é muito, muito pequeno. Significa que ela existe somente em um trilionésimo de milímetro em cada ponto de nosso mundo tridimensional. Ela está mais perto do seu corpo do que sua roupa, e mesmo assim não podemos senti-la; apenas trabalhar feito camelos para pagá-la.

Nesse espaço misterioso da política que governa nossas vidas, nosso universo de membrana está flutuando; nossa virgindade tributária já era; já temos RG e CPF; não somos mais imputáveis e o leão nos come todo dia como hienas...

A princípio, ninguém pôde imaginar como isso funcionava. Então, alguém sugeriu que talvez ela flutuasse como uma minúscula lâmina de borracha chamada camisinha eleitoral ou obrigatoriedade do voto ou de declarar receita - Outros, que ela talvez fosse como uma bolha que vibrasse à medida que planasse aleatoriamente através do hiperespaço da sonegação. Se tudo isso já não fosse bastante surreal, foi então proposto que deveria haver outro universo de membrana pulsando do outro lado da dimensão do poder oficial: o universo da sacanagem contrabalançado pelo seu oponente o da vergonha na cara.

A princípio esta idéia não foi tomada muito a sério. Mas finalmente seria reexaminada por analistas tributários que estavam prestes a questionar se nosso Universo estava realmente sozinho ou deveria se tornar uma ONG universal.
Alguns cientistas da aplicação da lei descobriram a fragilidade da gravidade penal quando incide sobre os apaniguados e poderosos. Existem várias forças que observamos na natureza da legislação. Entendemos a maioria delas até certo ponto, mas a gravidade parece ser bastante diferente.

As forças gravitacionais da ética são extremamente fracas em comparação com as outras forças.

Você pode olhar ao redor e dizer que a gravidade não parece fraca, mas se você pensar nisso, concluirá que o planeta inteiro está lhe puxando, e, no entanto, você pode levantar as coisas; e ainda consegue pagar suas contas; e pasmem: consumir feito doido.
Certamente, a gravidade de tornar-se um mero e reles contribuinte não parece frágil no dia-a-dia. Ela é responsável por manter nossos pés no chão do consumo, e manter a Terra girando ao redor do Sol dos interesses dos avatares da economia; e assim por diante, mas, na verdade, a gravidade segundo a ética e a decência é incrivelmente fraca comparada com as outras forças. Isso é fácil de verificar se você pegar um ímã e segura-lo sobre um clipe de metal. Todos sabem que o magneto (ímã) irá levantar o clipe da mesa. Então, isto demonstra quão dramaticamente débil é a gravidade, comparada até com a força de um pequeno ímã – mas, se algum profissional da justiça a serviço das forças políticas segura o imã ele não expõe a limalha nem por milagre; exceto se tivermos dimensões extras onde exista vergonha na cara.

Quando a Teoria M começou a boiar até na lama cósmica; alguns cientistas políticos e seus colegas imaginaram que talvez ela fornecesse a explicação.
Poderia a gravidade das penas vazar de nosso Universo para o espaço vazio de outra dimensão pública?
A gravidade talvez somente pareça ser fraca, muito embora seja fundamentalmente tão forte quanto todo o resto, porque dilui toda a força dela por todas as dimensões extras que não podemos ver. Alguns cientistas políticos tentaram calcular como a gravidade poderia vazar de nosso universo de cabaços para o espaço vazio das cadeias da consciência; mas não conseguiram; pois ela foi anestesiada pela educação oficial.

Então, um gato pingado entre os cientistas ouviu falar da teoria de que talvez exista outra membrana após o 15 salário dimensional. Então, ele teve uma idéia muito estranha. E se a gravidade das penas de nosso universo político não estivesse escapando para paraísos fiscais cósmicos, mas sim convergindo para ele – na forma de lavagem de recursos? E se ela viesse daquele outro universo paralelo do tráfico cósmico? Naquela membrana ou película cabaçal ou boçal, a gravidade seria tão forte quanto as outras forças, mas até nos atingir se enfraqueceria, tornando-se um fraco sinal. Quando, então, ele refez seus cálculos, tudo se encaixou perfeitamente – a justiça deixaria de ser suíça.

O mundo ou o universo da enrolação:
Imagine duas membranas cabaçais; uma está onde nos sentamos (quem paga nosso salário), e outra onde existe outra coisa sentada, mas não as nossas partículas financeiras; não as coisas das quais somos feitos: ética e inteligência; e não as coisas às quais estão as forças associadas.
Se vivêssemos algures na dimensão extra, tal e qual eles veríamos a gravidade como muito fraca, porque ela gastaria o tempo dela para nos atingir na outra superfície da aplicação da justiça. Nós vemos, apenas, a cauda da gravidade (macaco esperto não pisa no rabo dos outros).
A fraqueza da gravidade poderia ao menos ser explicada, mas somente se introduzíssemos a idéia do universo paralelo.

Abriu-se a caixa de pandora – descobriu-se a CPI?

Um caos – pois, em todo lugar que procuravam, pareciam encontrar cada vez mais deles. Em cada canto da dimensão da vida publica e nas privadas conveniadas; os universos paralelos emergiam aos montes.

Quem sou eu?

Os outros universos são paralelos ao nosso, e talvez bem próximos também, mas nunca tivemos consciência deles. Eles talvez sejam completamente diferentes, com leis naturais diferentes atuando. Nem todos têm vida, mas alguma fração deles terá, e seja qual for a fração, se existe um número infinito desses universos, haverá um número infinito de universos com civilizações cheias de vida. Alguns desses universos talvez se pareçam com o nosso, com a exceção de que você não está lá.
Olá mano!

Dia destes, surgiu a teoria das bolhas de prosperidade e seus estouros - o conhecimento aceito era que a dimensão do consumismo e da justiça a favor dos poderosos era um lugar tranqüilo acabou.
Na verdade essas ondas devem chocar-se entre si – mas, e se elas colidirem.
Se forem além dos manos x manos e dos interesses políticos? Estas coisas sociais cósmicas podem se mover, elas não são estáticas, elas são como qualquer outra coisa no mundo, elas podem mover-se, e não há muito espaço para elas se moverem. Na verdade, se elas se movem, devem chocar-se entre si. De fato, ou elas se afastam uma da outra, ou irão colidir.
E, uma coisa que me ocorreu recentemente é: o que acontece se elas colidirem? O Big Bang social?
Mas, como votar; se universo político em que vivemos tem enormes massas de matérias que chamamos de estrelas e galáxias partidárias: Lulas, Aécios, Dilmas Serras?
Sabemos que tais coisas não são estáveis no universo da política universal ou tupiniquim; pois, na verdade, temos pequenas massas, estrelas, galáxias, quasares e massas de matéria política: associações, partidos, conglomerados de idéias. Mas corremos o risco de implodir a raça e até o planeta ao deixar colidir dois universos paralelos pode criar tais blocos de energia.

A salvação?

O último entendimento do multi-universo de idéias e de posturas é que possa haver um número infinito de universos de interesses políticos (menos; nem tanto – vivemos numa mixórida de partidos políticos tanto sem sentido quanto sem liderança e ética); mas todos regidos pela ética cósmica: a unidade na diversidade - cada um com diferentes desejos – Quem deveria sobrar?
Nossa paz social aparente do momento; talvez possa ser apenas, uma bolha flutuando num oceano de outras bolhas – um novo Big Bang.

Mas isso, não é o fim dessa busca pela verdade; agora que a teoria do poder absoluto do pt; talvez tenha sido encontrada, alguns desejam usá-la como trampolim para novas aventuras sociais.

Mas o resto da população; embora em menor número está preparada para o último vôo da imaginação: criar seu próprio universo pessoal, familiar, social e político; sem qualquer partido político; nem religião ou jogo de interesses; sem qualquer mistério ou qualquer dúvidas – apenas fazendo todo mundo descer do trenzinho das mamatas.

Como trabalhador no laboratório da vida trabalhei com muitas outras pessoas, por algum tempo, na questão de ser ou não ser possível criar um novo universo existencial no laboratório do dia a dia; e, se vai funcionar ou não, tanto faz.
Parece que provavelmente irá funcionar. Na verdade, é muito seguro criar um universo em seu porão íntimo na casa da sua consciência. Claro que, de súbito, ele não vai deslocar o universo dos interesses de todos os tipos ao redor; embora vá crescer tremendamente.

Ele vai, na verdade, criar seu próprio espaço à medida que sua consciência cresce.

Na realidade, numa pequena fração de um segundo; em que, tal como eu; neste momento: em que não sei se estou dormindo, acordado ou sonhando acordado; ele vai se combinar inteiramente por fora do meu universo pessoal - e evoluir como um universo não mais exclusivo e isolado; mas, crescendo a proporções cósmicas, sem desalojar qualquer um do seu território; daquele que imaginamos ter direito atualmente.

Desculpem os leitores; mas, como a maioria do povão manes; inconfidência cheira a traição – não fosse um feriadão – sei lá se teria esse sonho meio que acordado.

Essa passagem da história do Brasil é outra das mal explicadas...

Mas, desculpe seu Tiradentes; se nunca me lembrei de ti como alguém que faz a diferença. Caso teu feriado tivesse caído numa quinta: ocê seria o bam bam bam que ganharia do Pedro I ou do Marechal se o feriado dele tivesse caído num feriado gordo prá quem não é cidadão diferenciado na casta...

Mas, confesso que esse pesadelo; sonho; sei lá o que vai me atazanar por muito tempo; até que descubra de fato quem sou e o que vim fazer nesta experiência cósmica: de algumas verdades tenho certeza: Não serei FP nem aposentado da vida – vou me sujeitar ás leis da vida em que acredito; sem mais...

Bom final de feriadinho...

sábado, 17 de abril de 2010

FIM DA PICADA – SGA – ESTRESSE CRÔNICO – ESTAMOS NA FASE DE EXAUSTÃO

É nóis na foto mano!

Não importa a língua em que estejamos nos comunicando; ou em que rincão de Gaia nós estejamos - a maior parte dos candidatos a terráqueos da nova era são manos cósmicos.
Na ânsia de aproveitar a vida moderna; as novidades da tecnologia; o conforto; e sob o lema de viver a vida a mil; que representa a filosofia popular do “nóis capota mais num breca”; estamos correndo em direção a um desastre individual, social e planetário quase que irreversível; pois, da mesma forma que exaurimos nossa capacidade de adaptação orgânica, mental, psicológica e afetiva; destruindo nosso ecossistema íntimo; familiar e social; caminhando rapidamente para a aridez de criatividade e de afetividade - fazemos a mesma coisa com a natureza cujos ecossistemas não terão tempo de se recompor – não é possível sustentar esse ritmo de destruição; provavelmente o corpo físico da maioria de nós não suportará mais alguns meses ou anos desse estilo de vida; fatalmente teremos morte em massa na arena das competições modernosas; o que não é de todo ruim para o planeta e para a natureza; que terá mais tranqüilidade para se refazer sem a presença física de tantos exterminadores do futuro.

A sorte ou o azar é que nós somos; ou éramos; seres adaptáveis.

Talvez o criador deste universo tenha se enganado ao nos dotar com uma imensa capacidade de adaptação; e resolveu mudar a senha do nosso código genético; daí a farra terminou – o discurso da natureza é outro; as opções são: ou muda ou muda; ou usa a inteligência ou morre.

Tal e qual a paciência de Deus, nossa capacidade de adaptação dava a impressão de infinita – exemplo: habitamos o planeta todo; do pólo norte ao pólo sul nas condições mais extravagantes de clima, dieta e condições de vida – como se diz no popular: nós nos acostumamos com tudo.
Suportávamos relativamente bem as “agressões naturais do meio ambiente” e as auto-agressões esporádicas ou contínuas (estresse agudo e crônico).
Tanto nos acostumamos com tudo; que banalizamos a violência, a falta de ética na postura do levar vantagem em tudo; e pasmem os ETs que nos assistem de longe (medo de que essa doença seja contagiosa); nós imaginamos que podemos nos adaptar a algo tão mortal quanto o estresse crônico – hoje, andar estressado, é justificativa, desculpa; e sinal de status social – muitas pessoas se vangloriam de serem viciadas em adrenalina; e até vivem correndo atrás de coisas radicais; adoram “emoções fortes”...

Mas, as coisas não são bem assim. Depois, choramingam e reclamam: Não sei por que tanta crise de herpes! – Essa rinite não me larga! – Vivo resfriado! – Minha imunidade anda muito baixa! – Preciso achar um médico bom; os que eu tenho consultado não estão acertando com meu problema! - Etc.

Para ajudar os leitores a entender onde mora o perigo; fiz um breve apanhado do conceito de estresse e SGA para não continuarem viajando na maionese dos conceitos; e desocuparem logo a moita depois da diarréia evolutiva.

O conceito de estresse crônico está atrelado ao científico: Síndrome Geral de Adaptação.

CONCEITOS DA SGA

Para dar uma visão panorâmica do assunto ao leitor; busquei em E. Chapadeiro no cap 25 do livro “Patologia Geral Básica” de Bogliolo e colaboradores, que nos diz que segundo Selye (1937 a 1955 e Seg.):
O organismo reage tanto em situações cotidianas quanto em experiências de laboratório (o que é Gaia, nós, e o universo; senão um grande e maravilhoso laboratório da vida) às agressões, da seguinte forma:
Com respostas defensivo – adaptativas específicas através das células, tecidos ou sistemas contra os quais é dirigida (exemplo da moda: vacinas). E, também segundo uma resposta defensivo- adaptativa mais geral e inespecífica.
Essas situações são provocadas pelas mais variadas agressões: vacinas, calor, frio, infecções, drogas, toxinas, processos mentais, psicológicos, descontrole emocional, estafa...; essa resposta envolve vários órgãos e sistemas tornando-os hiperfuncionantes.
Qualquer que seja o agente agressor cria um estado de sofrimento (tensão) que, se prolongado afeta o indivíduo como um todo.

O estresse resulta na interação entre o dano e a defesa.
O próprio sistema de defesa pode começar a gerar danos secundários (doença auto-imune ou auto-agressão).

A SGA evolui em três fases:
1- Reação de alarme
2- Fase de resistência
3- Fase de exaustão
Reação de alarme:
É a soma de todas as reações não específicas para as quais o organismo não está ainda adaptado. Caso a agressão sistêmica seja moderada é possível a recuperação; e essa fase se divide em duas: a de choque e a de contrachoque que é a reação natural contra o choque e baseia-se no aumento da atividade.

Fase de resistência:
É a soma de todas as reações não específicas geradas pela exposição demorada a estímulos aos quais; o organismo se adaptou.
A adaptação a determinado agressor é acelerada ás custas da diminuição contra outros tipos de agentes (a compreensão dessa fase da SGA nos ajuda a entender as doenças recorrentes infantis e as atuais “epidemias” de herpes e candidíase, viroses).

Fase de exaustão (popular fim da picada):
Devido à permanência e á intensidade da situação toda a fase de resistência não pode ser mantida e o equilíbrio se rompe.

Vamos fazer uma brincadeira com nosso entretenimento favorito modernoso, cinema e TV.
Para muitos de nós adultos atuais, a exposição a emoções como filmes, por exemplo, resumia-se a matinês no fim de semana ou lá de vez em quando um cineminha á noite – nesse dia nós estávamos expostos á um derrame de emoções com direito a choro incontido; ou a descargas de adrenalina (que equivale a um estresse agudo); depois nossa vida retornava ao normal sem danos – Equivalia a uma reação de alarme da SGA incapaz de nos trazer problemas ou doenças; até por que tínhamos uma vida também muito corporal e não apenas mental e emocional.

Quando começamos a entrar na modernidade e a TV chegou ás nossas casas; fomos submetidos a uma maior e mais amiúde carga de “emoções fortes”, que ao nos hipnotizar liberavam mediadores químicos como adrenalina, cortisol, vasopressina e outros; como o tempo não dá cria; em conseqüência desses novos hábitos; nossa atividade corporal diminuiu e entramos na fase de resistência do SGA – claro que as doenças e problemas de todos os tipos aumentaram; apenas pareciam ter diminuído pela maquiagem gerada pela indústria farmacêutica com os populares remédios e os exames de laboratório e novas técnicas cirúrgicas e outros progressos...

No mundo pós-moderno do tudo a mil por hora a exposição á lavagem cerebral é tão intensa que basta dar uma olhada em torno para perceber que chegamos á fase de exaustão da SGA (cada família e na dos conhecidos tem ao menos um defunto ao ano; um ou mais com câncer; mais da metade toma remédios de uso contínuo e outras modernidades da saúde).
Mas, como o criador deste universo para se redimir mudou a senha do código genético:
Nada mais será como antes: remédios não vão maquiar mais nada – Exemplo, tenho recebido pacientes com graves crises de alergia ao anti-alérgico; que sempre tomou – começa uma crise de rinite e toma o remedinho que sempre o ajudou a empurrar com a barriga a fase de resistência da SGA e vai parar na UTI – entramos com tudo na fase final do processo.

Outra paródia poder ser criada com as atividades escolares cada vez mais estressantes – até alguns anos tínhamos provas bimestrais ou mensais – as crianças de hoje tem provas diárias – uma rotina mais maluca do que a dos pais – cursos e mais cursos de atividades extra - curriculares e depois a “obrigação” da atividade física (pois, a família está pagando a aula de natação, futebol, balé; etc.).
Alguém pode me dizer por que motivo as crianças de hoje vão morrer bem antes que seus pais e avós? – conforme colocamos no artigo “Estresse crônico – a criança em perigo” no http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com -


Mecanismos de formação da SGA:

Seyle admite duas hipóteses: a da energia de adaptação ou adaptabilidade e a das inter – relações funcionais.
Experiências mostram que a resistência aumenta durante a fase de contrachoque; mas, quando já adquiriu um alto grau de adaptação ao agente ao qual foi exposto torna-se totalmente vulnerável a outras agressões; até mais simples (um dos efeitos colaterais do excesso de vacinas). Isso significa que o organismo possui uma cota determinada de energia de adaptação.
Os cientistas admitem ignorar as vias de adaptação das inter- relações funcionais da SGA.
Que podem ser mais facilmente compreendidas quando se conhece a ação do eletromagnetismo e a anatomia extrafísica: perispírito; corpo mental – emocional ou psicossoma; duplo etérico; centros de força (chakras); meridianos e pontos de acupuntura; plexos nervosos; sistema glandular; órgãos e células.
As células cumprem as ordens mentais através de mecanismos eletromagnéticos; e as mitocôndrias funcionam como “baterias de energia vital”.

Modificações no metabolismo na SGA:

A elevada produção de corticóides; glico e mineralocorticóides endógenos (glândula supra-renal); responde pela manutenção na fase de contrachoque – gerando alterações metabólicas.

Qual a razão da dança da pressão e da glicemia e da “epidemia” de diabetes? Por que estou diabético se quase não consumo açúcar?

Metabolismo glicídico (açúcar; hidrato de carbono):
A partir da reação de alarme institui-se uma hiperglicemia de emergência, causada em especial pela descarga de adrenalina, logo pode cair a nível de hipoglicemia de choque, que pode elevar-se novamente na fase de resistência; seguida pela hipoglicemia terminal na fase de exaustão – no mundo a mil por hora da atualidade criamos “o manoso reboleixon” da glicemia.
Na fase de adaptação a um determinado agente estressante; depois que a glicemia voltou ao normal; a exposição a outro agente que gera reação de alarme orgânico tende a produzir uma hipoglicemia bem mais severa.

Metabolismo dos minerais:
No choque os cloretos sistêmicos caem muito, sendo seqüestrados para o líquido intersticial e cavidades: pleura, abdominal, pericárdica. O sódio acompanha o processo em menor escala. O potássio sangüíneo eleva-se durante a fase de choque; essas alterações envolvem um estado de insuficiência cortical da glândula supra-renal durante a primeira fase do alarme. Os fosfatos aumentam na fase de choque e tendem a cair abaixo do normal durante a fase de resistência. Segue a mesma linha o fósforo.

Metabolismo protídico (proteínas):
Na reação de adaptação e na fase de exaustão há degradação de proteínas considerável; denunciada pelo aumento no sangue de nitrogênio total não-proteíco, de polipetptídios, de ácidos aminados, uréia e ácido úrico; o balanço de nitrogênio torna-se negativo.

Atenção perigo!
Suspeita-se que durante a reação adaptativa o tecido linfóide seja atacado e destruído pela ação dos corticóides – esse é um dos grandes problemas da atualidade: a destruição do sistema imunitário das pessoas e que não será resolvido com maquiagem que remédios nem químicos ou naturais; apenas com mudança de hábitos e de postura frente ás razões de ser vivente.

Metabolismo lipídico:
A perda de tecido gorduroso durante a reação adaptativa é um fato marcante. Na fase de resistência; ela se reconstituí; e pode superar a quantidade normal, para diminuir novamente na fase de exaustão. Mudanças no colesterol também seguem a mesma linha – o estresse crônico é um dos motivos da dosagem de colesterol andar no topo da moda – a carência de valores de existir é tanta que muita gente passa a ter como objetivo de vida mais imediato: manter o colesterol sob controle (claro que, quase sempre com a maquiagem remediosa).

Voltando á nossa brincadeira: um filminho ou matinê de vez em quando (fim de semana) emagrecia e a TV da atualidade engorda – sem precisar assistir atacando a geladeira e mastigando ou ruminando (vivemos na era do refluxo) alguma coisa.

Ação da SGA nos órgãos e sistemas:

Espero que fique claro que as alterações geradas no corpo a partir dessas reações de ataque – defesa – adaptação – esgotamento são profundas no organismo como um todo. As mais importantes são as causadas ao sistema endócrino especialmente na adenipófise e na supra – renal.

Adenipófise:
Todas as suas células são atingidas com muitos efeitos como a parada do crescimento somático devido a um desvio de prioridades na produção dos vários hormônios sintetizado pela glândula. Especialmente o ACTH aumenta muito.

Área cortical da supra-renal:
Por ser a glândula mais envolvida na SGA ela sofre no processo, profundas alterações; suas células se hipertrofiam e descarregam para a circulação seu conteúdo em lipídios e ácido ascórbico; durante o vaivém das fases já estudadas as taxas sobem e descem causando como resultado final degeneração, hemorragias (na glândula) que levam á morte ou á disfunção, caso o indivíduo sobreviva.

Área medular da supra- renal:
Logo após uma reação de alarme estressante a pressão arterial sobe relacionada com a produção de catecolaminas; na fase seguinte a PA desde e na fase seguinte torna a subir podendo permanecer elevada.
Espero que os tomadores de regulador de pressão criem juízo; e não acelere com essas drogas sua chegada á fase final do processo de exaustão.

Órgãos linfóides:
O timo (glândula fantástica; até pouco tempo uma ilustre desconhecida – leia artigo sobre o tema no blog http://americocanhoto.blogspot.com); ela sofre involução produzida pela quantidade excessiva de corticóides (entendeu por que é inteligente fugir como o diabo foge da cruz dos remédios com a presença de corticóides – não importam quais sejam).
As alterações celulares e funcionais seguem a seqüência das várias fases da SGA como nos outros órgãos e sistemas; mas com reações muito mais fortes, tendendo a involuir muito rápida e intensamente sob o sistema de vida atual.
Folículos linfáticos, baço e demais funções linfáticas são afetadas de forma semelhante, mas bem menos que o timo.

Sangue:
O tempo de coagulação diminui, enquanto a produção de fibrinogênio é acelerada, as plaquetas aumentam. Todo o sistema fica alterado embaralhando o raciocínio diagnóstico frente a um hemograma.
Os antigos parâmetros de avaliação do hemograma para o diagnóstico diferencial de uma série de doenças não servem mais para muita coisa; sobrou apenas como cacoete médico nas famosas rotinas.

Sistema digestivo:
Na fase de choque da reação adaptativa surgem com freqüência úlceras gastroduodenais com freqüentes hemorragias; retocolites ulcerativas (síndrome do cólon irritável) e alguns tipos de apendicite seguem o mesmo modelo e padrão.
Levanta a mão quem não sofre de gastrites recorrentes?
– Além do mais no estresse crônico a digestão fica travada – daí que, por muitos motivos alem deste, os famigerados protetores de estômago são as drogas mais vendidas do planeta; disputando pau a pau com os antidepressivos.

Sistema cardiovascular:
A SGA cria exigências de aumento do trabalho do coração: pela sobrecarga de aumento da resistência á passagem do sangue, sobrecarga de volume, taquicardias, adaptação ao exercício físico; alterações na micro circulação e no sistema linfático se fazem necessárias gerando adaptações agudas ou crônicas.
Quantos remedinhos o amigo toma?
E seus mais idosos parentes?
– Cuidado; seus mais idosos parentes vão suportar melhor essas drogas do que você; daí, eles vão chorar sua morte, antes que você chore a deles. Explico, não sou contra o uso de remédios; apenas da forma como são usados.

Sistema renal:
A diminuição ou a elevação do fluxo sangüíneo em decorrência da vasoconstrição seletiva das várias fases pode levar a disfunções ou lesão. Agudas ou crônicas; reversíveis ou não. O sistema renal tem uma importância fundamental no equilíbrio ácido – básico especialmente através do bicarbonato e do sódio.
O aumento das doenças renais só perde para o câncer.
Razões?
Muitas – dentre elas o excesso de sódio (uma das armadilhas é o glutamato de sódio – leia nas embalagens; e que não tem gosto salgado) – o principal motivo: o rim é o órgão de choque do medo – vivemos na sociedade do medo – Por que o amigo não questiona a indicação do remédio que toma? - É preciso dizer mais alguma coisa?

MECANISMOS PSICOLÓGICOS DE ADAPTAÇÃO - DEFESA – EXAUSTÃO

Rapidamente; pois esse tema já está colocado em muitos artigos do http://americocanhoto.blogspot.com – vamos analisar algumas considerações científicas a respeito (ainda ortodoxas, daí, primárias; mas servem ao nosso propósito deste bate papo); juntado a elas nossas pitacas retirados da experiência do cotidiano.

Segundo as teses de C. de Faria Alvim, colaborador de Bogliolo no livro: “Patologia Geral Básica”: Agressão. Adaptação. Defesa. Doença; agregamos a elas alguns comentários.

Em nós, lado a lado com os mecanismos biológicos que asseguram a saúde; há outros psicológicos que, nos mantêm equilibrados no caminho da evolução.
Vivemos em sociedade, por isso, estamos em permanente “conflito” com o ambiente íntimo e externo; de um lado estão nossos impulsos, apetites, desejos, vontades; que numa fase primária de quase – homens exigem uma satisfação imediata já que são originários das necessidades fisiológicas do próprio organismo; mas, que logo podem contrapor-se aos interesses dos outros ou do meio, degenerando em conflitos (sociedade de competição sob o domínio da neurose).
Discernir entre necessidade e prazer é um dos nossos dilemas (princípio do prazer a qualquer custo); e as relacionadas ao grupo cultural a que estamos submetidos, e que limitam nossos desejos e ambições (realidade ou verdade).

A cura é a educação baseada em valores de ética cósmica (não apenas terrestre).

Todo processo inicia-se na infância; e se bem ou mal conduzido faz toda a diferença.
Na gratificação ou frustração dos apetites está o problema ou a solução para a maior parte dos problemas da vida contemporânea; a cada dia quer queiramos quer não, progredimos - e aplicar essa nova visão de mundo é a chave para resolver nossos conflitos íntimos e coletivos.

Espero que o maior proveito que os amigos tenham tirado deste nosso bate papo desta nossa interação tenha se resumido:
O estresse agudo é um importante recurso da evolução das espécies:

Estar sob risco, é viver...
Todo ser vivo experimenta maravilhosas situações de “perigo”.
Estar vivo já é uma situação de risco e de estresse.
Sobreviver e assegurar a continuidade da espécie envolve uma infinidade de crises na vida de cada criatura e do grupo biológico ao qual pertence – a repetição e alternância entre as necessárias situações de estresse agudo e os períodos de calmaria; permite a incorporação do aprendizado que cada uma dessas situações traz consigo.
O próprio corpo ou equipamento da vida; necessita de um tempo para se recuperar (fases da SGA); caso contrário, definha ou adoece, e o ser morre.

Todas as reações dos seres vivos e o desenvolvimento dos instintos são acelerados pelas situações de crises de sobrevivência que, chamamos de reações de estresse; “a hora em que o bicho pega”.
Na vida animal, as reações ao estresse são sempre reais, ocorrem de verdade. A reação a ser desenvolvida é: atacar, defender ou correr. Quem não consegue; morre ou é devorado.
O candidato a ser terráqueo tem um problema: quer queira quer não, pensa. O pensar de forma contínua é irreversível, e nos leva a escolher, a tomar atitudes ou a sonhar, fantasiar.
Escolhas do espírito, individualidade, alma, referendadas pelas atitudes geram efeitos em si, nos outros e no ambiente em que vive. Então, o candidato a homem deveria analisar melhor o que pensa para não ficar inventando problemas, imaginando dificuldades, alimentando o medo e a ansiedade doentia (chamam a essa atitude: paranóia).
Pois, sonhos ou imaginações mesmo que não sejam postos em prática, não sejam executados, são capazes de ativar instintos, emoções, e a levar o organismo a produzir substâncias, mediadores químicos ou hormônios, relacionados ás informações bioquímicas enviadas como sinal de perigo; tudo isso, é capaz de agir no corpo físico. E de retorno devolvendo à mente sensações desagradáveis e doentias; conforme colocamos no artigo: Estresse crônico: um sério problema de saúde pública em http://saudeoudoenca.blogspot.com/

Está com problemas de sono? Memória? Dor prá tudo quanto é lado?
Fadiga insuportável? Doenças recorrentes? Depressão/ Angústia? Pânico? – Dê uma sapeada em nossos escritos (livros editados e nos bloogs) – nada de mágico nem de milagroso – mas, pode quebrar o galho – ao menos para despertar o melhor do nosso sistema imunitário: o raciocínio crítico com bom humor...

Como presente pela paciência de caminhar na leitura até o fim; vamos brindar o leitor com uma dica a respeito da nova doença que acaba de sair do forno dos laboratórios de brincar com DNA e que vai estar nas prateleiras da mídia em breves dias; assim que se esgotem todos os produtos ligados á doença da moda apelidada de H1N1.
- Cansaço incapacitante.
- Dor em tudo quanto é lugar.
- Febre baixa ou sem.
- Mal estar abdominal.
- Ás vezes erupções pelo corpo que os dermatologistas não conseguem definir – parece muito com uma doença chamada Eritema Nodoso.
- Incapacidade de raciocinar e de coordenar idéias com perda de memória.

Sei não; mas, acho que se isso começar a ser transmitido com um bichinho materializado na forma de um vírus; para finalizar o trabalho da mídia de ação rápida através da TV e dos batidões sonoros com letras de oligóides – vai aumentar o número de zumbis; mortos-vivos (bem que um cara da hora chamado Jesus nos avisou: deixem os mortos enterrarem seus mortos).

Vou ficar na espreita; e questionar meus amigos do além – mas, essa doença tá com cara de coisa requentada.

Quando souber de alguma novidade aviso!
– Tá promess manos!

Remédios?
Está no contexto dos bate papos.
Ops!

Estão pedindo uma enquete pra dar nome prá doença – meu amigo ET já deu sua opinião BBB1 – o dono da padaria onde tomo meu café da manhã com bobagens já deu seu voto; Efeito presidenta.
Meu voto é para Cretinização Mental; O Retorno.
Esperamos a contribuição de todos com idéias, fotos e especialmente nesta época de eleições: votos.

Ligue para o 0800 – deus nos acuda.

Amém.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

ANATOMIA DA VIOLÊNCIA – PARTE 2

Somos seres muito mais reativos do que pró-ativos; daí que ás vezes, nós reagimos de forma nem sempre proporcional aos estímulos – quase sempre o revide através da agressão supera a ofensa.

De onde surge a tendência para a agressividade e violência?

Inegável que somos uma lenta construção e que agressividade e tendência para a violência possam ser aprendidas ou desaprendidas sob a ação do meio ambiente; especialmente na infância – Mas, deixar de ser agressivo para tornar-se da paz é acima de tudo uma ação que deve partir do desejo, capacidades desenvolvidas (como a inteligência), trabalho e tempo. Daí que, não é uma situação, qualquer que seja ela; como gostamos de imaginar, que nos torna agressivos ou violentos; as ocorrências sempre colocam a descoberto o que já estava no nosso interior.

Analisemos mais alguns conceitos e tipos de violência:

Agressividade formando um padrão de atitudes violento.
Ao longo do processo evolutivo, alguns tomaram gosto pela violência e, tornaram essa reação primária num padrão de atitudes subconscientes que levará muito tempo para ser modificado (quase sempre à custa, de outro mais agressivo). Apenas a transformação íntima e, a educação pode reformar esse estado de coisas sem maiores distúrbios; porém quem a apresenta; na qualidade de instrutor deve provar que essa forma de agir não é correta; colaborando para tornar a paz uma conquista espontânea sem que sejam necessárias situações extremas de sofrer ou causar sofrimento.

Quase sempre o agressivo não o admite.
A justificativa é sempre a mesma: o problema são sempre os outros ou as coisas que não dão certo; que não batem com nossos desejos.
Ainda temos pouca consciência de nós mesmos e da nossa forma de reagir; e daí, quando agimos, não o fazemos segundo um raciocínio lógico e claro. O agressivo pensa pouco e age por impulso (não confundir com instinto de sobrevivência).

Dica.
Admitir e aceitar deficiências de caráter; é começar a solucioná-las.

Proposta de solução.
Ao identificar na infância uma alma com ímpetos violentos exponha-a aos seus iguais – isso, não é crueldade; apenas recurso pedagógico simples e eficiente. Sendo claro: recebe queixas de que seu filho agride as outras crianças? – Ao invés de inventar desculpas e justificativas; descubra nos arredores, outro igual e vacine seu filho contra cadeia ou morte precoce. De que forma? – Quando e se ele se queixar da agressão; calmamente pergunte a ele se gostou – daí explique que todas as crianças já agredidas por ele; também não gostaram – Mas, se ele de forma desafiadora, disser que gostou; preocupe-se e muito, pois no futuro, graves problemas podem surgir. Por que não usar apenas o discurso do tipo: Filhinho não faça mais isso! Papai do céu não gosta! Mamãe está muito triste com você! E outras tão ao gosto dos modernos educadores? – Simples: se apenas palavras educassem, já estaríamos vivendo num paraíso. Claro que bons exemplos ajudam; mas, nada substitui a própria vivência – mil palavras não valem uma única experiência...

Violência e obsessão
Obsedar: perturbar com insistência.
Padrão de comportamento que recebe estímulo constante dos desejos de vingança ou de retaliação. O pensamento fica estagnado num único ponto. A fixação passa a dominar o campo mental criando um tipo de paralisia evolutiva.

Na obsessão de cunho espiritual; ainda bem que a maior parte de nós não enxerga em 4D – mas, sempre é possível aprender a perceber influências estranhas tanto em nosso comportamento quanto de outras pessoas – muitas vezes, até diagnosticamos: - “baixou o santo em fulano”; quando queremos dizer que seu comportamento do momento não é habitual – com um pouco de treino é possível aprender a sentir as energias e a resolver situações que podem levar a desastres.

Alerta.
É comum nas relações familiares desgastadas pela falta de qualidade; pois os defeitos de caráter trombam o tempo todo entre os componentes. A frustração e infelicidade de certo modo; é creditada ao outro, e a guerra sai do campo mental emocional via pensamento e, se materializa em pequenas vinganças e retaliações que, de tão comuns não mais são percebidas como tal pelas pessoas envolvidas. Parte das relações marido/mulher descamba para esse tipo violência subliminar.

Proposta de mudança.
Reavaliar o conceito de obsedar é condição obrigatória para a paz íntima e coletiva. Sou assediado ou obsessor? – O que fazer para mudar ou para me libertar?

Permissividade
Tenta isentar-se de qualquer comprometimento ao permitir que a agressividade e a violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses – Não me comprometa – é seu lema preferido. Esse tipo de pessoa costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva como ele próprio: enfarta, cria um câncer, um AVC, etc.
Na infância são crianças elogiadas e tidas como modelo – nunca dão trabalho. O conceito de criança – problema precisa de urgente reformulação. Há uma diferença a ser observada: há crianças com inata capacidade de compreensão – desde que os argumentos sejam inteligentes e honestos elas param de questionar e aceitam; mas, há outras que aceitam tudo até argumentos sem sentido nem lógica e honestidade; apenas para preservar seus interesses ou por falta de coragem.

Alerta.
Eles costumam se reunir em sindicatos, torcidas organizadas, bandos, congregações, associações ou turmas; nessas condições sua capacidade de agredir e de destruir é potencializada. A criança tipo Maria vai com as outras em certas circunstâncias pega fogo e incendeia o ambiente – sob determinados estímulos a tendência agressiva do passivo explode.

Dica.
Gostam de ser conduzidos e de recitar jargões ou gritos de guerra. Analise seu comportamento quando só e quando junto á sua turma. Nas crianças pela falta de freios sociais esse tipo de distúrbio é facilmente percebido por quem tem olhos de ver.

Violência mental
Este tipo de agressividade vincula-se à energia liberada pelo pensamento. As pessoas não acataram o conselho do Sábio: “vigia e ora”, poucos vigiam o que pensam dos outros e através da internet natural enviam e-mails lotados de vírus violentos e agressivos danando-se uns aos outros; numa permuta maluca de distúrbios energéticos que, interferem profundamente na suas vidas. Vigiar os pensamentos e sentimentos é coisa do outro mundo para os que são ainda inconscientes das próprias atitudes.

Alerta.
Tudo que irradiamos de nós retorna feito um bumerangue. Ensinar isso ás crianças para que tenhamos paz no futuro, é tarefa urgente.

Dica.
Analisar o que pensamos dos outros é vacina contra o sofrer tanto deles quanto nosso.
Depender dos outros não é bom.
Explicação: Quando causamos sofrimento a nós mesmos; dependemos apenas de nosso conhecimento, desejo de mudança e trabalho para resolver a situação. Porém; quando prejudicamos o outro; passamos a depender do seu perdão e boa vontade em não retaliar; claro que isso gera ansiedade e medo.

Proposta de trabalho.
O que é pensar de forma correta? – Este é um dos desafios que esperamos responder a nós mesmos, um dia; até certo ponto.

Violência emocional
Comparação entre irmãos; apelidos que usam de alguma deficiência do individuo (altura, cabelo, características físicas); boa parte da violência emocional é pratica e aprendida entre as paredes dos lares ou arremedo deles; vazando depois para o convívio social.
O ambiente escolar devido á pobreza de valores da maioria é o local de prática de violência emocional mais danosa e profunda.
No dia a dia:
Ameaças diretas ou indiretas de morte, seqüestro e chantagem moral tanto ao indivíduo quanto aos seus familiares aumentam a cada dia em todos os grandes centros urbanos. As pessoas comuns tornam-se cada vez mais indefesas e até adoecem devido á elevação do medo e da ansiedade a patamares insuportáveis.

Alerta.
Uma das cruéis formas de violência emocional presente na sociedade contemporânea, é o assédio sexual tão comum nos lares mal constituídos (maioria), onde se misturam enteadas, padrastos e outras formas de parentesco agregado – Outro foco são as empresas, onde chefias tentam se aproveitar de subordinados mesmo com as facilidades de denúncia; o problema se agrava e alastra. Quase sempre as vítimas (muito mais mulheres) tornam-se rés na boca do povo, devido a mecanismos culturais e á aplicação justiça; as pessoas vítimas desse tipo de violência sofrem-na em silêncio, duplamente.

Violência afetiva
Quantos crimes graves são cometidos diariamente em nome do tão mal compreendido amor. Como dissemos em nosso livro “Jogos de Amor”: muitas pessoas ainda confundem distúrbios graves de conduta psicótica como o apego e, o ciúme doentio como prova de amor.
A chantagem emocional e afetiva é um dos grandes algozes da paz e da felicidade íntima e coletiva.

Alerta.
O uso da palavra mágica que pode contribuir para a paz: Não! – Está comprometido, pois o ato de permitir ou negar foi contaminado pela afetividade – Se é permitido, sou amado. Se não é permitido não sou querido.

Proposta de trabalho.
“Amar, verbo intransitivo” – (Mario de Andrade) – O amor real não suporta peias nem regras. Amar de fato é antes de tudo praticar o desapego. Na vida em família é preciso separar normas, regras de conduta e afetividade. Não tente comprar amor nem permita que agregados ao grupo familiar usem de artifícios para serem amados. Coisas simples como presentes e guloseimas para premiar demonstrações de afeto. Obs. Este tema é tão importante para nossa paz que está distribuído em nossos livros anteriores e objeto de alguns a serem publicados.

Violência sexual
Como todo ato em que, pessoas com pouca consciência a respeito de quem somos; e o que fazemos aqui; a violência no uso da sexualidade torna-se um problema cada vez mais grave. Abusos de todos os tipos são praticados sob os olhos coniventes da sociedade; leia-se: cada um de nós, a família, poder público, instituições...
A violência estimulada pela passividade está escancarada na prática das pulseiras coloridas que as garotas estão usando; abrindo caminho para violações, estupros e agressões sob o olhar complacente da sociedade.
Pessoas pouco habituadas á arte de pensar confundem liberdade com permissividade – hoje; muitas famílias estão em apuros – o que fazer com uma garota de 12 anos que já foi induzida pela sociedade e pelo namoradinho ou pelos ficadinhos das baladas a dar uma rapidinha para ser aceita e querida pelo grupo? – Dar a essa criança anticoncepcional? – Com quantos anos ela estará com câncer de mama ou acabadona e cheia da varizes e outros bichos? – quando nossa sociedade deixar de ser machista a maioridade penal vai despencar; pois está muito desatualizada – as crianças da atualidade são mais “responsáveis” do que muitos adultos.

Dica.
Este é um problema muito sério e que de tão comum assumiu ares de normalidade e de sucesso – lembram-se da música entre tapas e beijos? – E outras tantas banalidades do dia a dia. Milhares de crianças cresceram num ambiente de tapas, beijos, gemidos – para milhões e milhões de pessoas o ato sexual é quase publico dada a exigüidade do espaço. Imagine o que se passa na cabeça de uma criança que vê o pai e a mãe (isso quando é uma família constituída), entre tapas e xingamentos, passar em pouco tempo ao êxtase da relação humana. Quantas almas infantis com tendência de nascença á violência violentarão pessoas para satisfazer suas tendências sexuais; em determinados segmentos da população mundial a realidade é mais preocupante: abortos, prostituição infantil, mortes, assassinatos; noutros: traições, vinganças, pedofilia.

Proposta de trabalho.
Revisão completa ou recall do sistema de crenças a respeito de sexualidade. E dos crimes de cunho sexual.

Auto/violência
É a que se volta contra o próprio agente.
Quando o impulso de reagir ainda é forte e já o identificamos, mas tentamos contê-lo sem que o tenhamos racionalizado; ao invés de agredir ao outro agredimos a nós mesmos, num processo chamado de somatizar ou materializar no corpo físico as doenças.
Como as doenças da alma (expressa na personalidade) se materializam no corpo físico?
Cada conjunto de pensar/sentir/agir emitido é uma energia liberada que se irradia tal e qual uma estação de rádio ou televisão, e que retorna ao agente emissor. Faz o seguinte trajeto: centros de força, meridianos de acupuntura, sistema nervoso, sistema glandular, todos os outros sistemas, células, etc. Na contenção da onda de agressividade e violência o outro escapa de levar uma surra verbal ou física; mas acaba sobrando para o fígado, o estômago, o coração, a pele..., do agressivo e violento contido. Desarticulando, adoecendo; até morrendo.

Dica.
Recomendamos o estudo de nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”. Já está com tireoidite? – Lupus? Artrose? Perda de memória? Insônia? Depressão? Pânico? Refluxo? Rinite? Sinusite? Etc. – ainda não? – Aprenda a se reavaliar com urgência – não se agrida nem se penalize.

Proposta de trabalho.
Aprenda a valorizar a saúde ao invés de se tornar uma vítima campeã da doença.

Violência como resultado de aprendizagem
Praticamos a violência subliminar o tempo todo sem perceber; pois sofremos de uma doença chamada “normose” (todo mundo faz então eu também posso e devo) – não percebemos a agressividade e a violência nas críticas, no tom e voz e nas palavras, nas ameaças, na mentira, na chantagem, na competição exacerbada...
A maioria de nós traz desde o nascimento propensão para agressividade e ímpetos de violência; porém muitas formas de expressão das atitudes violentas praticadas no dia a dia serão fruto da influência do meio ambiente sobre nós e também como resultado da educação recebida.

Alerta.
Somos responsáveis pelo que transmitimos aos outros – perante a justiça natural, somos co-autores de muitos desatinos cometidos por pessoas que sofreram nossa influência de forma direta ou indireta. Filho de peixe; peixinho é – tem uma conotação jurídica na legislação da ética cósmica fora do alcance da maioria que, não desenvolveu o hábito de pensar antes de agir.

Dica.
Quando adultos, observemos nossos impulsos quando nossos interesses são contrariados; nós nos sentimos lesados, agredidos. Qual a forma de reagir?

Proposta de trabalho.
Iniciado nossa tarefa de autoconhecimento e de vigilância para a reforma do padrão habitual de atitudes; é necessário estudarmos os impulsos e o padrão de atitudes das nossas crianças. É vital anotar tudo, para posterior consulta e reformulações. Funciona mais ou menos como qualquer diagnóstico para que depois, seja seguido de propostas de cura.
Por exemplo, podemos trabalhar preventivamente no comportamento das crianças, alimentando sua alma com alimentos corretos (bons exemplos – pois “nem só de pão vive o homem”) e vacinando-a contra as penalidades que a vida nos impõe.

O que caracteriza uma pessoa da paz?
Ser manso pacífico é diferente de estar em paz; pois muitas vezes essa é uma forma provisória de nos sentirmos; já que, sob a ação anestésica das justificativas.
Ser é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar (pois, não sente as atitudes dos outros, como ofensas).
Na fase anterior, a de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada.
O processo é gradativo:
Ao tentar conter impulsos agressivos a pessoa menos amadurecida dá início ao seu processo de humanização verdadeira.

Alerta.
Muito se comete o erro de afirmar que a criatura agressiva e violenta é animalizada. É preciso que fique claro que o animal em estado selvagem não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma. Suas reações são puramente instintivas em concordância com a espécie a que pertence.
Os animais domésticos podem expressar agressividade e violência; pois convivem há muito tempo com o homem e adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta, de animal; está cometendo uma injustiça).
A natureza também não é agressiva nem violenta ela apenas atua; não reage contra nós; mesmo que causemos distúrbios graves ao meio ambiente.
Se houve inundação e, bens materiais e vidas se perderam; ninguém mandou ficar no caminho do rio – Se as águas do mar numa ressaca invadiram as ruas e destruiu casas; ninguém mandou especular e gulosamente invadir as praias.

MOMENTO DE REFLEXÃO

Estamos com viagem marcada, todos sairemos desta dimensão quando menos se espera. Nossos conflitos e discórdias nos acompanharão para onde quer que estejamos ajustando o botão de sintonia – De outro lado, nossa paz também irá conosco – Enfim, estaremos no céu ou no inferno que criamos para nós. Quem nos fará companhia?

Alerta.
Nossas atitudes funcionam como portas que se abrem ou se fecham á nossa paz.

Para que a necessidade de nos tornarmos da paz?

Dentre outros requisitos, os dias de hoje, não apenas solicitam, e sim exigem novas criaturas em carne e osso já dotadas de novos objetivos e de novos valores, para “sobreviver com qualidade” não somente à morte física, mas também às necessidades da vida contemporânea como morar, vestir, comer...; impostas pelo cotidiano de uma sociedade tecnológica explicitamente globalizada, e que começa a exigir qualidade em tudo e, em larga escala.
Para reforçar a necessidade íntima de modernizar a busca da qualidade pessoal, no quesito: paz; olhemos à nossa volta, o rápido aumento de inadequados, de pessoas defasadas do momento; os milhões de “mortos-vivos” depressivos, infelizes e angustiados que já se encontram “infernizados” pela sua pouca qualidade e, que tinham tudo segundo velhos conceitos e valores, para serem felizes... Alguns, até gerenciam bem grandes empresas, porém, a sua própria vida encontra-se à beira do desastre na saúde, á beira do caos nas relações interpessoais, da falência emocional e até da prisão, nas cadeias do remorso e da culpa...
Mas, apenas boa vontade não basta mais -
É preciso sair da informalidade ao gerenciar a vida e a evolução pessoal. Ainda hoje, nossa melhora íntima no cotidiano é informal; talvez porque, documentar, perpetuar na escrita o conflito entre o ser e o parecer seja sofrido aos nos defrontarmos com nós mesmos e dê trabalho.
Quando começar a nos tornarmos da paz?
O momento de começar é neste instante, nem antes nem depois. É hora de cada um buscar os próprios valores analisando se estão alinhados às Leis Naturais da Evolução para não precisar retroceder no futuro, quando já houver clareza de intenções.
O problema é que, breve, não haverá mais mercado para esse tipo de indivíduo que vem se “excluindo” dos dias de hoje pela milenar falta de qualidade humana.
Como fazer? O que devo buscar? Do que devo abrir mão?

Claro que há muito que se discutir sobre agressividade e violência, sob muitos ângulos e formas de ver e sentir a vida. Por exemplo, as leis de mercado; política; aplicação da justiça; atuação da medicina mercantilista; moda; verdades da ciência, etc.
Retornaremos ao assunto da busca da qualidade humana; pois, sem paz não haverá amor; natureza ou planeta.

ALERTA.

Nossos pensamentos, sentimentos e atitudes geram um quantum de energia – cada tipo vibra numa freqüência diferente; pensamentos, atitudes e ações de raiva, ira, cólera, agressividade e violência alteram não apenas nossa grade energética causando doenças (a acupuntura explica bem) – mas, também adoecem o planeta alterando a grade energética planetária – daí; quando nos esforçamos para mudar a freqüência, estamos colaborando para a manutenção da vida. Hoje, não basta mais empunhar a bandeira do verde nem se preocupar com créditos de carbono e desenvolvimento sustentável; é preciso ir além; é vital desmaterializar o raciocínio.


Dica final.
Antes de querer pacificar os outros pacifiquemos a nós mesmos.

domingo, 11 de abril de 2010

NA ERA DA VIOLÊNCIA – parte 1

Um simples passar de olhos pelo jornal de hoje (Diário da Região de São José do Rio Preto) me fez repensar o sentido de agressividade e violência – a começar pela manchete: “Gado e cana devastam 35 mil teixeirões (campo de futebol da cidade) de mata ciliar na região de rio preto”.
“No total 29,1 mil hectares da vegetação da beira dos rios da bacia do Turvo/Grande foram destruídos. Sem cobertura vegetal, risco de erosão e assoreamento aumenta, comprometendo a vida dos rios e a qualidade da água. Degradação é agravada por ranchos e portos de areia irregulares. O MPF ajuizou ações pedindo a demolição de 800 ranchos nas margens dos rios Grande e Paraná”...
Escaneando numa leitura rápida o jornal foi possível detectar alguma forma de violência explícita ou subliminar em mais de 80% das notícias.

Em todos os sentidos possíveis nas mais simples vivências humanas a agressividade e a violência está contida nas atitudes consideradas normais.

A violência está em alta – conforme colocamos em escritos anteriores (Nada mais será como antes), devido á aceleração das experiências, nós estamos perdendo as contenções (freios sociais) – o aumento da violência de todos os tipos nos estimulou a oferecer material para reflexão e um pouco da nossa experiência como médico de famílias a respeito de agressividade e impulsos para a violência: doméstica, social, cultural, econômica, política, religiosa; e criminalidade de todos os tipos; em alta crescente.
Todos nós estamos escandalizados com as notícias diárias de todos os matizes de violência em todas as camadas sociais – De repente, pessoas acima de qualquer suspeita tornam-se criminosos atirando filhos pela janela, seqüestrando e matando namoradas em nome do amor; dando vazão á sua agressividade e violência latente; escondidas sob o verniz da educação e das contenções sociais e culturais. Quais as razões? – Cada um segundo seu sistema de crenças dá sua opinião a respeito da origem desse distúrbio e, o pior sobre a cura: pena de morte; faça isso e aquilo (mas, e quando for seu filho querido filho ou seu amor?) – Nossa opinião alicerçada em nossa experiência nos conduz a um diagnóstico sem compromisso durante o bate papo: falta de educação. Conforme estamos colocando em nossos escritos do Projeto Educar Para Um Mundo Novo (cada livro é um capítulo) – até a doença é pura falta de educação; pouco a ver com instrução – pessoas muito instruídas e mal educadas; podem tornar-se doentes, suicidas e até criminosos capazes de genocídios, dominações financeiras e políticas que matam lentamente; ou de uma vez; milhares de pessoas...

Agressivo eu?

Apenas para ilustrar: Nós adultos para que nos tornemos mansos e pacíficos teremos que, antes de usar o recurso do conhecimento, vontade e contar com o concurso do tempo; precisamos identificar em nós de forma clara a tendência para a agressividade e violência planejada ou não; porém isso pode ser feito de forma simples na infância se os pais estudassem os filhos. Para começar: um dos tópicos que gostaria de reforçar no inicio desta conversa refere-se ao imediatismo das preocupações dos adultos com relação ás doenças e problemas das crianças - nos primeiros anos de vida o foco é colocado apenas nas doenças físicas: febre, gripe, dor de garganta, diarréia... – não que elas não sejam importantes; mas, nessa condição, estamos apenas fixados no medo da perda; deixamos de lado, usando e abusando de desculpas e justificativas do tipo: Puxou não sei para quem! - É igualzinho a fulano de tal! – Isso, é da idade, depois passa! - as tendências afetivas, psicológicas e comportamentais das crianças – tanto as inatas (se tivermos dez filhos educados da mesma forma todos são diferentes entre si – uns terão comportamento de bullying; outros não); quanto, as características adquiridas na convivência com os adultos; e outras decorrentes da influência do meio ambiente. Esse pequeno descuido; pode nos causar grandes problemas no futuro; e depois vivemos chorando desculpas e justificativas quando nossos filhos se tornam infratores, drogados, criminosos, etc.

Nosso assunto estará centrado na agressividade e nos impulsos para a violência, seja leve como antes era considerada a postura bullie; ou dignos de penalização pela justiça, claros ou camuflados, desculpáveis pela “normose” do lucro como são a maioria dos crimes ambientais; ou os mais escabrosos; aqueles que chocam.

O primeiro passo é vestirmos as carapuças: diagnóstico de nós mesmos.

É vital identificar em nós a tendência para a agressividade e violência; com ou sem desejo de exercer o poder descabido de qualquer tipo de lucro ou de levar vantagem em tudo; através da agressão; antes de qualquer discurso, desculpas e justificativas no trato com as crianças e os jovens.
Optamos realizar o bate papo como proposta de trabalho e, não apenas como leitura de passatempo; pois de simples leituras e boas intenções as cadeias, hospitais, manicômios estão lotados. No decorrer da conversa levantamos algumas questões; reforçamos alguns alertas e sugerimos algumas posturas; tentaremos não podar as repetições, pois uma de suas possibilidades é desfazer passo a passo as cristalizações mentais (crenças – e dentre elas a de que o bullie se cura com o tempo) – Claro que, nosso material seja simples, pois a nosso ver; todas as lições estão colocadas no dia a dia de cada um; ler e estudar cada situação depende do interesse de cada pessoa e de cada família. Espero sinceramente que não veja daqui a não sei quanto tempo o drama de alguma pessoa chorando desculpas; mas que recebeu a chance de rever seus conceitos e seu sistema de crenças e desperdiçou por comodismo entender seu papel de algoz e de vítima no “fenômeno bullying”. Por exemplo, quem destruiu a natureza com culturas que ajudam a exterminar o futuro do planeta; não se livrará das penas impostas pela consciência através de doações a entidades que atendem ás vítimas da violência de qualquer tipo.
Não adianta apenas apontar problemas, é preciso discutir soluções; portanto ao final de cada tópico faremos alertas e propostas de solução para que sejam discutidas na intimidade de cada um, na família, e em grupos de estudo.

Não tente anestesiar a consciência:
Para finalizar esta parte, citaremos um antigo provérbio chinês: “Você deve se preocupar é quanto tudo está bem”. Para muitas mentes descuidadas isso parece um contra senso – no entanto devemos pré ocupar a mente com a tentativa de observar e refletir para melhor agir antes das inevitáveis provações. Um grande Mestre nos disse algo parecido noutra linguagem: “Vigia e ora” – (Jesus).
Tudo bem por aí?
Nenhum problema á vista na sua família; ainda?

BRINCANDO DE CONCEITUAR

“Sou uma pessoa muito boa e pacifica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!”...

Afinal, o que é violência?
Em todas as atividades humanas, sem exceção, as atitudes podem ser de paz ou de agressividade.
Vivemos de forma descuidada, em se tratando de agressividade e violência apenas percebemos a que salta aos olhos e a que se materializa – durante nosso bate papo discutiremos alguns aspectos de violência subliminar que costumam passar despercebidos pelas pessoas que se acham da paz – achar-se da paz; aí mora o perigo – nossa consciência vive dormindo com o inimigo: desculpas e justificativas.

Agressividade
Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, a agressividade torna-se cada vez mais subliminar, camuflada e, portanto, mais difícil de ser erradicada; em alguns meios sociais é quase que, considerada uma virtude necessária para tornar-se um vencedor; sobre os pacatos e cooperativos. Essa postura costuma ser um paradigma nas relações do mercado de trabalho.
Esse ponto é pouco abordado no conceito bullying; mas ele é fundamental; pois, no bullie a agressividade e a covardia caminham lado a lado.
Também podemos citar a atitude de provocar que, é ignorada como um sintoma de agressividade. No entanto, quem provoca quer briga, para mostrar a si mesmo que é mais poderoso (o desejo básico da provocação; uma marca registrada do bullie; além de subjugar ou humilhar – é esconder o sentimento de menos valia – somente os fracos de caráter provocam). Essa derivação da agressividade é comum em múltiplas situações da vida moderna e, uma das mais perigosas para a paz íntima e social; pois, como bem diz o ditado popular: “quem procura acha”. No dia a dia na convivência com as pessoas enfrentamos olhares e posturas desafiadoras num entrechoque de bullies – o conceito de normalidade camufla a postura bullying de viver.

Dica.
Na infância é fácil detectar esse tipo desafiador; claro que com mais facilidade quando se acompanha de ímpetos para violência. Essas crianças vivem provocando a tudo e a todos, desde seus colegas e irmãos até os adultos; esse padrão de atitudes para expressar seus dotes agressivos é subconsciente – pode ser atenuado ou reforçado pela influência do meio; no qual essa criança irá se desenvolver – costuma-se dizer que o pimpolho tem personalidade (forte?)...

Alerta.
Os que são sempre “do contra”, sistematicamente já sinalizam, embora, de forma mais camuflada esses impulsos de bullie. Contrariar é uma forma de desafiar; mesmo e principalmente na fase de auto – afirmação da infância; há limites que a simples observação basta para diagnosticar problemas á vista. Quando a criança passa a ser do contra sistematicamente, vale a pena os adultos revisarem a postura do seu discurso – quanto mais o adulto se torna repetitivo mais a criança num instinto de defesa reage contrariamente para ver qual bullie domina o outro.

Reflexão.
Num mundo onde o foco está essencialmente assentado na vida profissional – Vale a pena avaliar nossa condição de chefe e de subordinado e suas interações na atitude bullying.

Passividade
O passivo é a vítima predileta do bullie.
Omitir-se quando é possível agir, é um crime contra a evolução.
O passivo é um agressivo interesseiro; mas sem muita coragem; ontem vítima amanhã algoz – se não houvesse passivos não haveria bullies.
Na infância um recurso comum, é o choro com ou sem motivo; quanto mais os adultos se arreliam com a choradeira, mais a criança chora; esse é um mecanismo que seu subconsciente usa para conseguir seus intentos e até para agredir (bullie ao contrário). Qual a diferença entre a ação consciente e a subconsciente?
– Se esta predomina mesmo nos adultos?
Para detectar esse tipo de tendência bullie da criança basta não ser surdo; mas para resolver é preciso ser inteligente – Como lidar com esse tipo de criança? – No bebê é preciso checar se tudo está correto (sem dor, fome e se está trocado); daí tape os ouvidos e deixe que se canse. Na criança maior vale usar o discurso: quando você parar de chorar; a gente conversa! – Evite sempre que possível ceder aos desejos dela manifestos com choro ou gritaria – Mas, se tem o hábito de gritar com a criança; na briga entre bullies; ela vai ganhar – que o digam os psiquiatras e os psicólogos...

Como transformar sua casa num hospício:

De vez em quando me deparo com tiradas interessantes das pessoas – dia destes, a mãe de uma dessas crianças ligadas no 220 e gritona; me ofertou a seguinte pérola educacional (muito comum por sinal) – Quando ele não me obedece com a fala – dou uma de louca, rodo baiana; e então ele fica quieto e obedece. Mal sabe ela que está fabricando um hospício onde há freqüentes campeonatos para ver quem pode ou grita mais – coitada da vizinhança; mas, imaginemos que haja mais algum hospício desses em torno; breve haverá competição no quarteirão...

Dica.
Estudem a postura e o comportamento das crianças da Geração Nova (elas já nascem vacinadas contra o bullie); boa parte delas tem muita dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer.

Alerta.
Ser manso e pacífico (os amansadores de bullies) nada têm a ver com ser poltrão nem acomodado; apenas inteligente.

Agressividade reativa
A falta de valores ético/morais e da esperança de conseguir um lugar ao sol da vitória na sociedade de consumo deixou a descoberto um tipo de violência primária gratuita que sempre existiu – nós não estamos ficando mais agressivos e violentos – sempre fomos. No passado não era tão comum a manifestação dessa característica agressiva e violenta da alma já na infância (daí, o conceito bullying estar hoje rolando na mídia); embora ela apenas fosse contida e bloqueada pelo medo que os adultos produziam na criança – O supra-sumo do bullying (reveja o conceito básico).

Dica.
Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cão, brinquedo e até partes do próprio corpo (são pessoas autodestrutivas – no futuro podem até desenvolver doenças auto – imunes – bullies excessivamente contidos?).
Liberar a agressividade e os ímpetos violentos e sem freios nem peias contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica das almas problemáticas não importa que idade tenham. Na atualidade essa modalidade é mais evidente e estudada na vida escolar, recebe o nome de “bullying” – antiga falta de educação ou berço.

Alerta.
Essa tendência de comportamento pode ser aguçada já na infância; ou camuflada pela sociedade e seus valores. Um exemplo é o primata moderno tão bem representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes, por exemplo; ele desrespeita os adversários antes das competições com a intenção de intimidar e levar vantagem; porém, bate vários recordes e, é campeão; daí é aclamado pela sociedade que cultiva o bullying como forma de atingir metas de sucesso e de felicidade – e até de ganhar eleições como veremos nos debates ou embates nesta eleição como tem sido nas outras.
Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências bullie são venerados. Heróis da massa exibem tendência á violência e á truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores – bullies x bullies.

Dica de solução.
A agressividade latente e primária quando direcionada sob justa disciplina para valores da boa ética e da moral adequada; é capaz de transformar prováveis maníacos bullies em modelos a serem seguidos. O jargão: só o amor constrói é real desde que aplicado com inteligência – Sim! Lamento informar aos que se acham amorosos que não existe amor sem inteligência...

Violência subliminar
Esta é a base que sustenta o interesse deste trabalho, a agressividade e a violência escondida atrás das máscaras de corretos e de bonzinhos que a educação e a cultura nos ajudam a criar; uma doença chamada normose – a problemática que retarda nossa evolução e que Jesus nos alertou: Lobos em pele de cordeiro – túmulos caiados de branco por fora e cheio de podridão por dentro – desmantelar essa armadilha reforçada pelo estilo bullie de vida atual deve ser uma de nossas metas.

Alerta.
Quando descobrimos a lei de causa e efeito e constatamos que “não perdemos por esperar”; pois a cada ação corresponde uma reação; inexoravelmente; passamos a perceber que há formas melhores de resolver os interesses mais imediatos, na boa, com calma e paz.
A natureza não dá saltos, de início tentamos esconder dos outros tais impulsos de bullie (antigos briguentos; desaforentos; machões; “paraíbas”). Dependendo da forma como essa percepção seja elaborada, surge ou não, o sentimento da culpa ou remorso pelas violências já praticadas (purgatório). Nessa fase, o primeiro impulso é a tentativa de enganar a lei camuflando a agressividade, se possível até dando-lhe ares de santidade (inferno).

Dica.
Quando passamos a sofisticar essa atitude de camuflagem; significa que nossos problemas de violência íntima e social tornaram-se complexos; e difíceis de serem resolvidos; pois eles se escondem na escuridão da alma; além de disfarçados dos mais diferentes ardis de jurisprudências onde se esconde a maior parcela do bullying atual.
Atitudes de um mundo moderno; ainda na Era da escuridão.

Proposta de trabalho.
Simplicidade que, traz a tiracolo sua irmã gêmea a realidade ou verdade é o antídoto contra essa doença infernal: camuflagem. Aprendamos, a pensar, sentir e dizer: sim, sim – não, não – descartar os talvez; é atitude sábia e saudável. Poucos discordam que é preciso mudar; mas, reformar o que; se não nos conhecemos – o autoconhecimento é o primeiro passo; a aceitação é o segundo; e o resto da tarefa é finalizado com a ajuda do tempo e do esforço.

Agressividade é estágio da evolução
Surge com o desabrochar da individualidade ainda pobre em capacidade de discernir. O instinto de sobrevivência e o egoísmo seguido do orgulho (vontade e necessidade de sobrepujar o outro) são suas bases. Sempre foi assim; A condição atual da agressividade não é pior do que antes, apenas mais á mostra. A decepção; é porque nos iludimos com a evolução da tecnologia e esperávamos uma condição de progresso ético/moral compatível.
No momento, é preciso vigiar mais; pois á medida que os perigos que rondam a vida humana tornaram-se cada vez mais imaginários (medo de não ser mais, de não possuir como o outro ou de não gozar o suficiente) a violência e a agressividade assumiram uma condição cada vez mais letal e mais difícil de ser detectada: subliminar, camuflada e até legalizada, sob certas circunstâncias.

Dica.
Para que nos tornemos da paz, é preciso não julgar os outros; apenas a nós mesmos; mas, com inteligência, pois cultivar culpas e remorsos é perda de tempo e de recursos.

Proposta de solução.
A paz não começa dentro de casa; mas dentro de nossa casa íntima: a consciência. Transforme sua inteligência num juiz e árbitro justo. Julgue-se, imponha as penas que achar necessárias e cabíveis (basta aceitação do momento presente). Conceda a si mesmo a liberdade condicional; uma das formas mais belas é a que o Mestre Jesus ofereceu aos doentes curados: “Vá e não peques mais”.

O silêncio que fere
Calar quando era o momento de falar é um dos tipos de violência mais sutis e destruidores; posturas do tipo “gelada”, “fritada”; elas são forma de expressar crueldade.

CALAR É UM ATO DE INCLUSÃO OU DE EXCLUSÃO.
Parar de falar; para ouvir; é um ato que nos inclui na turma da boa educação.
Calar: Quando alguém chega; exclui; fere; segrega.
Calar e virar as costas: É atitude de desprezo; que mostra quem somos: infantis; orgulhosos; autoritários...
Calar: Quando o interlocutor necessita de uma resposta, é indiferença ou crueldade.
Calar: para repensar é início de aprendizado da humildade.
Calar: e a seguir pedir desculpas é ato de nobreza.

Dica.
Não desapontemos, com o silêncio.

Procuremos fazer bom uso das oportunidades no falar; pois:

A comunicação é chave na civilização:
É preciso que penses, analises e comuniques o que estás a sentir; pois isso humaniza.

Alerta.
Não nos esqueçamos: os outros não têm o dom da adivinhação.
Cuidado com o baldinho das mágoas: muitos relacionamentos se deterioram por guardarmos pequenas mágoas numa espécie de balde interno; e depois de cheio; sem mais nem menos; o chutamos; esparramando tudo e assustando interlocutor e expectadores. - Está ficando doido? - Tudo isso, por uma coisa tão pequena?
Por que calamos?
Calar por falta de coragem:
Quem cala por medo; ou porque é pouco corajoso; atrapalha a sua vida e a das outras pessoas. O poltrão; é uma verdadeira lixeira; dos detritos dos outros e provoca o bullie.
Calar por orgulho:
Se alguém te ofendeu; perdoa sem demora. Se tu ofendeste sejas o primeiro a pedir perdão. Pois, ressentimentos, azedumes, desejos de vingança, atingem primeiro; nossos centros de força; causando danos imprevisíveis; à nossa saúde física; mental/emocional e até podem levar á morte prematura.

Bônus por ter continuado a leitura.
Viver em paz já está complicado sem adversários ou com aqueles que já detectamos – lidar com inimigos invisíveis é encrenca na certa. Não foi á toa que Jesus nos exortou a perdoar adversários; enquanto estamos a caminho com eles; nada apenas voltado para a evolução espiritual; depois da morte; a idéia central da fala do Mestre é usufruir já da paz que o perdão traz consigo; buscar a não violência é muito simples; inteligente e prático.

Outros motivos que nos levam á atitude de calar:

Calar por preguiça:
Quando calamos; para não ter que argumentar; além de denotar falta de qualidade; pode atrapalhar a vida das pessoas.

Dica:

Quando temos consciência do erro esperamos um alerta; de quem nos quer bem. Muitas vezes; alguém cometeu um erro; e já esperava pela nossa intervenção; ao nos negarmos a conversar sobre o assunto; acentuamos culpa; remorso e sentimento de rejeição da outra pessoa. No entanto; vê como falas; mesmo para admoestar; devemos fazê-lo com doçura; com a intenção única de ajudar.
Calar frente à mentira:
Quem cala diante da mentira conhecida; está referendando-a; torna-se cúmplice; sofrendo-lhe dia menos dia; os efeitos; segundo a Lei.
Calar como forma de consentimento:
Diz o ditado: “quem cala consente”; Referenda como verdade o feito ou dito; assina em baixo.
No entanto; quem conhece a Lei de retorno sabe que, muitas vezes vale mais calar deixando que o agressor envenene-se nos próprios efeitos, calúnias e maledicência. Inúmeras vezes é melhor fechar a boca; do que perder tempo; energias; em retrucar...

Dica:

A intenção é tudo.
Juízo: a esperteza de alguns faz com que usem o silêncio de forma ladina; esperam que o tempo apague o assunto; mal sabem que da vida; do destino; nada fica oculto. Dia menos dia; tudo que esteja errado; retorna; para ser corrigido. Melhor antecipar a paga com a lei do amor e da caridade do que sofrer.
Na dúvida:
Quando não estiveres certo; se; é melhor; mais oportuno; falar ou calar; cala. Pois; o prejuízo será menor.
Se nós costumamos usar esse tipo de bullying é preciso cautela conosco mesmos.

Continuar seria um ato de violência contra a paciência do amigo – segue a parte 2.

sábado, 10 de abril de 2010

A ARTE DE DIZER NÃO – NA URNA!

O destino de todos está nas mãos que aperta botões e no cérebro de cada um; que escolhe...

A depressão é uma praga que se alastra rapidamente – vitaminada pelo desaparecer de crenças infrutíferas; esperanças vãs; desejos inúteis; fé sem sustentação da inteligência.
Nossos velhos valores transitórios e fúteis estão indo por água abaixo – apenas alguns interesseiros teimam em sobreviver...

Quando a vida começa a perder o sentido; quando permitimos que o desalento e a tristeza, tome conta de nossas vidas; nós estamos nos tornando zumbis; mortos-vivos – muitas pessoas já estão mortas há algum tempo; apenas ainda não foram enterradas.
Há algumas gerações entramos como sociedade hibernante numa espécie de depressão na arte de fazer política; boa parte dos que tinham a obrigação de fazer a diferença; estão viciados em conformismo ou preocupados apenas em defender seus interesses – ou bem ou mal estavam capacitados; porém não moveram uma palha no sentido de gerar discussões saudáveis, seguidas de atitudes que conduzissem a nação a um estado de paz e progresso com uma visão estendida em direção ao futuro.

O processo não é de hoje, apenas; a postura da omissão de mornos requentados já está no DNA; pois, algumas gerações adotaram a política do salve-se quem puder em busca dos benefícios próprios, familiares e corporativos; éticos ou não, para boa parte; isso não importa. Na nossa visão tacanha queremos deixar o melhor para nossos filhos; mas estamos condenando as futuras gerações a embates sociais tão inúteis quanto desnecessários; quando a busca deveria ser conquistar cada vez mais justiça social para que se viva em paz.

Fato consumado?

Conforme o esperado pela qualidade dos políticos atuais; os parlamentares da Câmara dos Deputados em defesa dos próprios interesses jogaram a votação do projeto de lei “Mãos Limpas” de base popular para sabe lá deus quando – os parlamentares de cinco partidos da base governista se recusaram a assinar o pedido de urgência; porém eles assinaram o pedido de urgência para a Lei da Mordaça; que visa engessar o Ministério Público – Lamentável, e vergonhoso; pois uma das esperanças de melhores e mais justos dias para a Nação estava exatamente nesta “nova geração” de promotores, delegados da Polícia Federal e colaboradores de outras áreas correlatas; que nos últimos anos vêm desenvolvendo um trabalho digno de nota e esperançoso. Vale sempre lembrar que, onde não há justiça bem aplicada; não pode haver nem paz; muito menos fraternidade e progresso.
Quanto á Lei da Mordaça, se nós, enquanto sociedade organizada a deixarmos passar – estaremos sendo mais do que omissos; estaremos sendo cruéis com relação a esses profissionais que apenas ousam cumprir suas atribuições; triste a sociedade onde as pessoas de caráter sejam impedidas de executar suas tarefas pela inércia dos próprios interessados – salta aos olhos que essa lei fere a Constituição nos seus mais básicos princípios – e se ela for aprovada depois não adianta chorar o prejuízo social. Fica a pergunta: Como educar nossas crianças com princípios éticos básicos – se o mau exemplo vem de cima?

Quanto ao projeto de lei Ficha Limpa, fora a decepção e a vergonha de ser refém de pessoas que infringem os princípios da Carta Magna e criam novas para seu bem estar – ao menos resta o consolo de ainda ficar a oportunidade de promover uma faxina através do voto.

Será que vai dar certo?
Possível; até que é; mas entre nós, será complicado; pois, os últimos governos maquiaram o problema da erradicação do analfabetismo; o número de analfabetos funcionais é muito grande; e as pessoas menos informadas e menos capacitadas a um raciocínio crítico; tornam-se com mais facilidade gado marcado de currais eleitorais.
Claro que a própria forma como surgiu o projeto de lei já é uma vitória no exercício da cidadania; mas tudo vai depender dos eleitores cansados de bandidagem que assinaram a petição de continuarem a promover o movimento; e até atraindo mais adeptos.

Um dos problemas é na hora de votar:

Marcar um xis – rabiscar o próprio nome – escolher o de um candidato – tudo isso, são apenas palavras; meros símbolos gráficos ou sonoros – são chaves ou fechaduras que nos aprisionam ou libertam…

Além disso; nós não aprendemos a usar com inteligência o conceito: NÃO!

Descuidamos de aprender o poder de usarmos de forma correta as palavras: esses pequenos arranjos de letras que podem mudar o rumo de muitas vidas.

A forma com que nos comunicamos representa uma atitude: uma maneira de estar e de votar no mundo.

E que pode fazer a diferença entre ser feliz e realizado ou não; sadio ou doente; companhia desejada ou não – votar certo ou criar empecilhos á paz e progresso de uma nação depende da qualidade pessoal de cada um atrelada ao todo – O fermento que leveda a massa é obrigação de cada cidadão que já está engajado a viver num país mais justo e progressista.
Mas; basta não votar nos candidatos que provaram ao longo do tempo não serem pessoas confiáveis? – Claro que não; é preciso escolher com cuidado; analisando capacidades e currículos.
Como disse o grande Avatar: “A árvore se conhece pelos frutos” -
Votar com consciência é analisar o perfil de cada um; e não; se é simpático; feio ou bonito – pois, a qualidade de vida de todos nós está em jogo; bem como nosso futuro.

A arte da comunicação se aprende dentro de cada um de nós; e com tudo os que nos rodeia.

Quando ouvimos o termo comunicação logo nos vem á mente a imagem da TV; das ondas de rádio; de duas pessoas conversando; esquecemos da principal forma de comunicação que é a interna: nosso corpo mental se comunicando com o emocional, o astral e o organismo físico.
O que eu quero para mim?
Céu ou inferno?
Depende do botão de sintonia?

A comunicação externa: também implica em qualidade de vida de forma intensa; pois, somos seres interativos e interdependentes em múltiplos sentidos.
A qualidade de vida de nossa sociedade e a sua integridade futura que vem da educação baseada em valores, hoje, depende muito dos profissionais de mídia de ação rápida. Como todos nós; os ícones da mídia estão devendo, quando se trata de engajar-se. Mas, como dizer a um cantor ou grupo que não participe de showmícios de políticos listados como exterminadores do futuro ou réus de processos em andamento? – O que dizer a um comentarista político de engajar-se na defesa da integridade; se o seu emprego pode estar em jogo?
- Mas, como diz a garotada de hoje: “ema, ema, ema; cada um co seus probrema” – definir nossa postura neste mundo; escrever nossa história como seres em evolução é problema de cada um; claro que temos a obrigação de nos ajudarmos e somar. O que importa é que cada um defina quem é; o que veio fazer aqui...
Lembram daquele adágio conformista: Se correr o bicho pega – se ficar o bicho come. Á primeira vista parece que as chances são nulas; mas, há uma saída simples e inteligente para eleitores com um mínimo de consciência:
Se correr o bicho pega; se ficar o bicho come - mas, se juntar o bicho foge.

Na comunicação interna o uso da palavra “não” deve ser bem fiscalizado; pois estamos acostumados a dizer o que queremos evitar; quando devemos dizer o que pretendemos atingir; o termo “não” nesse caso é limitante; diminui perspectivas, fecha portas; atrapalha realizações.

Quando se trata de usarmos a palavra “não” em nossa vida de relações, o maior problema é o sentido de negação que carrega consigo valores afetivos impostos pelo sistema de crenças da educação tradicional: Se me é permitido; sinto-me amado; mas se; é negado não sou querido.

Quanto ao nosso futuro de relações políticas e sociais:

O uso correto da palavra, não, pode significar; basta; chega – Não voto mais em você!
No sentido eleitoral, ao não, votarmos em candidatos suspeitos; e nem é preciso que estejam condenados; pois, conhecendo como ainda funciona nossa justiça e sua aplicação; até que isso ocorra; eles já deletaram esperanças de incontáveis jovens; mataram sonhos de milhares de pessoas.

Neste pequeno bate papo amigo, analisamos alguns aspectos da dificuldade no uso da palavra: “não”; tanto em sua forma de comunicação verbal; quanto naquela “não dita” e que se expressa na energia liberada por pensamentos, sentimentos e atitudes.

No caso do “não voto”:

NÃO VOTO MAIS EM VOCÊ!

Qual a importância de dissecar uma palavra tão pequena constituída de três letras e um til? Muito mais do que podemos imaginar de pronto para nossa qualidade de vida atual e futura.

O “não” é uma chave e fechadura ao mesmo tempo.

A sua influência na qualidade de vida das pessoas é marcante. Por exemplo: com certeza o amigo já se sentiu injustiçado e até usado; cansado de tanto carregar fardos e desenvolver tarefas que pertencem a outras pessoas; seja na vida em família, na sociedade e no trabalho; apenas por que não aprendeu a dizer a palavra mágica: Não! De certa forma todos nós temos alguma dificuldade em usarmos o “não” dito, em hora certa, com clareza, simplicidade e coragem.
Quantas vezes ao dia pensamos ou dizemos: Chega! Basta! Não suporto mais! Estou no fim! Ninguém me ama! Ninguém me valoriza! De que adiantou tanto esforço e dedicação! - Mas, logo que nós somos solicitados numa nova situação; dizemos sim quando o desejo era um: não!

Cansou? - Então, vamos brincar de aprender juntos a usarmos de forma: clara, simples e inteligente a palavra mágica “Não”! – na arte da vida; na arte da política.

Mas, a arte da comunicação é tudo – ninguém tem bola de cristal para adivinhar nossas intenções.

Voto secreto é covardia.

Muitas foram as circunstâncias culturais que levaram o cidadão eleitor a tentar ficar em cima do muro quanto ás suas convicções políticas:
- Cultura do levar vantagem em tudo – daí, muitos esperam os resultados das pesquisas para votar no possível ganhador. Baseado no mesmo lema; muitos votam apenas para satisfazer possíveis interesses pessoais, familiares e grupais; embasados em promessas de campanha.
- Não temos partidos políticos com ideologia e metas – tudo sempre corre ao sabor dos interesses de momento dos donos do poder.
- Medo de retaliações e perseguições – em alguns lugares onde os currais eleitorais são mais limitantes da liberdade; há risco de vida para o gado do curral concorrente.

Apenas a “Educação Política” desde tenra idade vai formar eleitores e cidadãos corajosos que assumem suas convicções e posturas; mas, para isso, é preciso que confiem nas instituições que lhes possam garantir um mínimo de liberdade e de decência em viver com dignidade suas crenças e esperanças; para que não sejam amordaçados pela covardia própria ou pela falta de segurança e de perspectivas democráticas.

Não tem importância que ainda não será desta vez que vamos eleger os melhores – Não tem importância...
Apenas não anulemos nossos votos escondidos no anonimato de uma cabine; covardemente – quem tiver coragem que o faça em público; afinal a democracia faculta que todos se manifestem livremente desde que não afrontem as leis vigentes...
Não vote em branco para não aumentar o número de medíocres representantes da sociedade tanto quanto você.

É precoce a mea-culpa pré-eleitoral?
Espero que não seja apenas minha; mas, de muitos – embora a eleição já esteja praticamente definida há alguns meses – a comida para alimentar o gado já está pronta há muito tempo nos currais eleitorais (pão e circo) – esperamos apenas que alguns pulem a cerca; especialmente os ainda novilhos.
Mas, para isso é preciso motivá-los a não votar em cacarecos e outros votos de protesto e acima de tudo mostrar-lhes que na Justiça Natural nenhuma Lei de Mordaça funciona – inclusive eleitores desavisados e interesseiros são enquadrados aqui e no além na formação de quadrilha cósmica ao votar em candidatos com pedigree desabonador.

Copiando os “realiti shou” dos “big broder” da vida; talvez seja o momento; ou tenha passado da hora de colocar os políticos profissionais no “paredão” – mas para manter a dignidade e continuar no jogo, é preciso dizer por que não voto em você – por que quero que você não entre ou até saia da Casa legislativa ou do Executivo.

INFELIZES OS QUE QUEREM CONTINUAR A SOBREVIVER - QUANDO O MOMENTO NOS PEDE VIVER.

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