Somos seres muito mais reativos do que pró-ativos; daí que ás vezes, nós reagimos de forma nem sempre proporcional aos estímulos – quase sempre o revide através da agressão supera a ofensa.
De onde surge a tendência para a agressividade e violência?
Inegável que somos uma lenta construção e que agressividade e tendência para a violência possam ser aprendidas ou desaprendidas sob a ação do meio ambiente; especialmente na infância – Mas, deixar de ser agressivo para tornar-se da paz é acima de tudo uma ação que deve partir do desejo, capacidades desenvolvidas (como a inteligência), trabalho e tempo. Daí que, não é uma situação, qualquer que seja ela; como gostamos de imaginar, que nos torna agressivos ou violentos; as ocorrências sempre colocam a descoberto o que já estava no nosso interior.
Analisemos mais alguns conceitos e tipos de violência:
Agressividade formando um padrão de atitudes violento.
Ao longo do processo evolutivo, alguns tomaram gosto pela violência e, tornaram essa reação primária num padrão de atitudes subconscientes que levará muito tempo para ser modificado (quase sempre à custa, de outro mais agressivo). Apenas a transformação íntima e, a educação pode reformar esse estado de coisas sem maiores distúrbios; porém quem a apresenta; na qualidade de instrutor deve provar que essa forma de agir não é correta; colaborando para tornar a paz uma conquista espontânea sem que sejam necessárias situações extremas de sofrer ou causar sofrimento.
Quase sempre o agressivo não o admite.
A justificativa é sempre a mesma: o problema são sempre os outros ou as coisas que não dão certo; que não batem com nossos desejos.
Ainda temos pouca consciência de nós mesmos e da nossa forma de reagir; e daí, quando agimos, não o fazemos segundo um raciocínio lógico e claro. O agressivo pensa pouco e age por impulso (não confundir com instinto de sobrevivência).
Dica.
Admitir e aceitar deficiências de caráter; é começar a solucioná-las.
Proposta de solução.
Ao identificar na infância uma alma com ímpetos violentos exponha-a aos seus iguais – isso, não é crueldade; apenas recurso pedagógico simples e eficiente. Sendo claro: recebe queixas de que seu filho agride as outras crianças? – Ao invés de inventar desculpas e justificativas; descubra nos arredores, outro igual e vacine seu filho contra cadeia ou morte precoce. De que forma? – Quando e se ele se queixar da agressão; calmamente pergunte a ele se gostou – daí explique que todas as crianças já agredidas por ele; também não gostaram – Mas, se ele de forma desafiadora, disser que gostou; preocupe-se e muito, pois no futuro, graves problemas podem surgir. Por que não usar apenas o discurso do tipo: Filhinho não faça mais isso! Papai do céu não gosta! Mamãe está muito triste com você! E outras tão ao gosto dos modernos educadores? – Simples: se apenas palavras educassem, já estaríamos vivendo num paraíso. Claro que bons exemplos ajudam; mas, nada substitui a própria vivência – mil palavras não valem uma única experiência...
Violência e obsessão
Obsedar: perturbar com insistência.
Padrão de comportamento que recebe estímulo constante dos desejos de vingança ou de retaliação. O pensamento fica estagnado num único ponto. A fixação passa a dominar o campo mental criando um tipo de paralisia evolutiva.
Na obsessão de cunho espiritual; ainda bem que a maior parte de nós não enxerga em 4D – mas, sempre é possível aprender a perceber influências estranhas tanto em nosso comportamento quanto de outras pessoas – muitas vezes, até diagnosticamos: - “baixou o santo em fulano”; quando queremos dizer que seu comportamento do momento não é habitual – com um pouco de treino é possível aprender a sentir as energias e a resolver situações que podem levar a desastres.
Alerta.
É comum nas relações familiares desgastadas pela falta de qualidade; pois os defeitos de caráter trombam o tempo todo entre os componentes. A frustração e infelicidade de certo modo; é creditada ao outro, e a guerra sai do campo mental emocional via pensamento e, se materializa em pequenas vinganças e retaliações que, de tão comuns não mais são percebidas como tal pelas pessoas envolvidas. Parte das relações marido/mulher descamba para esse tipo violência subliminar.
Proposta de mudança.
Reavaliar o conceito de obsedar é condição obrigatória para a paz íntima e coletiva. Sou assediado ou obsessor? – O que fazer para mudar ou para me libertar?
Permissividade
Tenta isentar-se de qualquer comprometimento ao permitir que a agressividade e a violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses – Não me comprometa – é seu lema preferido. Esse tipo de pessoa costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva como ele próprio: enfarta, cria um câncer, um AVC, etc.
Na infância são crianças elogiadas e tidas como modelo – nunca dão trabalho. O conceito de criança – problema precisa de urgente reformulação. Há uma diferença a ser observada: há crianças com inata capacidade de compreensão – desde que os argumentos sejam inteligentes e honestos elas param de questionar e aceitam; mas, há outras que aceitam tudo até argumentos sem sentido nem lógica e honestidade; apenas para preservar seus interesses ou por falta de coragem.
Alerta.
Eles costumam se reunir em sindicatos, torcidas organizadas, bandos, congregações, associações ou turmas; nessas condições sua capacidade de agredir e de destruir é potencializada. A criança tipo Maria vai com as outras em certas circunstâncias pega fogo e incendeia o ambiente – sob determinados estímulos a tendência agressiva do passivo explode.
Dica.
Gostam de ser conduzidos e de recitar jargões ou gritos de guerra. Analise seu comportamento quando só e quando junto á sua turma. Nas crianças pela falta de freios sociais esse tipo de distúrbio é facilmente percebido por quem tem olhos de ver.
Violência mental
Este tipo de agressividade vincula-se à energia liberada pelo pensamento. As pessoas não acataram o conselho do Sábio: “vigia e ora”, poucos vigiam o que pensam dos outros e através da internet natural enviam e-mails lotados de vírus violentos e agressivos danando-se uns aos outros; numa permuta maluca de distúrbios energéticos que, interferem profundamente na suas vidas. Vigiar os pensamentos e sentimentos é coisa do outro mundo para os que são ainda inconscientes das próprias atitudes.
Alerta.
Tudo que irradiamos de nós retorna feito um bumerangue. Ensinar isso ás crianças para que tenhamos paz no futuro, é tarefa urgente.
Dica.
Analisar o que pensamos dos outros é vacina contra o sofrer tanto deles quanto nosso.
Depender dos outros não é bom.
Explicação: Quando causamos sofrimento a nós mesmos; dependemos apenas de nosso conhecimento, desejo de mudança e trabalho para resolver a situação. Porém; quando prejudicamos o outro; passamos a depender do seu perdão e boa vontade em não retaliar; claro que isso gera ansiedade e medo.
Proposta de trabalho.
O que é pensar de forma correta? – Este é um dos desafios que esperamos responder a nós mesmos, um dia; até certo ponto.
Violência emocional
Comparação entre irmãos; apelidos que usam de alguma deficiência do individuo (altura, cabelo, características físicas); boa parte da violência emocional é pratica e aprendida entre as paredes dos lares ou arremedo deles; vazando depois para o convívio social.
O ambiente escolar devido á pobreza de valores da maioria é o local de prática de violência emocional mais danosa e profunda.
No dia a dia:
Ameaças diretas ou indiretas de morte, seqüestro e chantagem moral tanto ao indivíduo quanto aos seus familiares aumentam a cada dia em todos os grandes centros urbanos. As pessoas comuns tornam-se cada vez mais indefesas e até adoecem devido á elevação do medo e da ansiedade a patamares insuportáveis.
Alerta.
Uma das cruéis formas de violência emocional presente na sociedade contemporânea, é o assédio sexual tão comum nos lares mal constituídos (maioria), onde se misturam enteadas, padrastos e outras formas de parentesco agregado – Outro foco são as empresas, onde chefias tentam se aproveitar de subordinados mesmo com as facilidades de denúncia; o problema se agrava e alastra. Quase sempre as vítimas (muito mais mulheres) tornam-se rés na boca do povo, devido a mecanismos culturais e á aplicação justiça; as pessoas vítimas desse tipo de violência sofrem-na em silêncio, duplamente.
Violência afetiva
Quantos crimes graves são cometidos diariamente em nome do tão mal compreendido amor. Como dissemos em nosso livro “Jogos de Amor”: muitas pessoas ainda confundem distúrbios graves de conduta psicótica como o apego e, o ciúme doentio como prova de amor.
A chantagem emocional e afetiva é um dos grandes algozes da paz e da felicidade íntima e coletiva.
Alerta.
O uso da palavra mágica que pode contribuir para a paz: Não! – Está comprometido, pois o ato de permitir ou negar foi contaminado pela afetividade – Se é permitido, sou amado. Se não é permitido não sou querido.
Proposta de trabalho.
“Amar, verbo intransitivo” – (Mario de Andrade) – O amor real não suporta peias nem regras. Amar de fato é antes de tudo praticar o desapego. Na vida em família é preciso separar normas, regras de conduta e afetividade. Não tente comprar amor nem permita que agregados ao grupo familiar usem de artifícios para serem amados. Coisas simples como presentes e guloseimas para premiar demonstrações de afeto. Obs. Este tema é tão importante para nossa paz que está distribuído em nossos livros anteriores e objeto de alguns a serem publicados.
Violência sexual
Como todo ato em que, pessoas com pouca consciência a respeito de quem somos; e o que fazemos aqui; a violência no uso da sexualidade torna-se um problema cada vez mais grave. Abusos de todos os tipos são praticados sob os olhos coniventes da sociedade; leia-se: cada um de nós, a família, poder público, instituições...
A violência estimulada pela passividade está escancarada na prática das pulseiras coloridas que as garotas estão usando; abrindo caminho para violações, estupros e agressões sob o olhar complacente da sociedade.
Pessoas pouco habituadas á arte de pensar confundem liberdade com permissividade – hoje; muitas famílias estão em apuros – o que fazer com uma garota de 12 anos que já foi induzida pela sociedade e pelo namoradinho ou pelos ficadinhos das baladas a dar uma rapidinha para ser aceita e querida pelo grupo? – Dar a essa criança anticoncepcional? – Com quantos anos ela estará com câncer de mama ou acabadona e cheia da varizes e outros bichos? – quando nossa sociedade deixar de ser machista a maioridade penal vai despencar; pois está muito desatualizada – as crianças da atualidade são mais “responsáveis” do que muitos adultos.
Dica.
Este é um problema muito sério e que de tão comum assumiu ares de normalidade e de sucesso – lembram-se da música entre tapas e beijos? – E outras tantas banalidades do dia a dia. Milhares de crianças cresceram num ambiente de tapas, beijos, gemidos – para milhões e milhões de pessoas o ato sexual é quase publico dada a exigüidade do espaço. Imagine o que se passa na cabeça de uma criança que vê o pai e a mãe (isso quando é uma família constituída), entre tapas e xingamentos, passar em pouco tempo ao êxtase da relação humana. Quantas almas infantis com tendência de nascença á violência violentarão pessoas para satisfazer suas tendências sexuais; em determinados segmentos da população mundial a realidade é mais preocupante: abortos, prostituição infantil, mortes, assassinatos; noutros: traições, vinganças, pedofilia.
Proposta de trabalho.
Revisão completa ou recall do sistema de crenças a respeito de sexualidade. E dos crimes de cunho sexual.
Auto/violência
É a que se volta contra o próprio agente.
Quando o impulso de reagir ainda é forte e já o identificamos, mas tentamos contê-lo sem que o tenhamos racionalizado; ao invés de agredir ao outro agredimos a nós mesmos, num processo chamado de somatizar ou materializar no corpo físico as doenças.
Como as doenças da alma (expressa na personalidade) se materializam no corpo físico?
Cada conjunto de pensar/sentir/agir emitido é uma energia liberada que se irradia tal e qual uma estação de rádio ou televisão, e que retorna ao agente emissor. Faz o seguinte trajeto: centros de força, meridianos de acupuntura, sistema nervoso, sistema glandular, todos os outros sistemas, células, etc. Na contenção da onda de agressividade e violência o outro escapa de levar uma surra verbal ou física; mas acaba sobrando para o fígado, o estômago, o coração, a pele..., do agressivo e violento contido. Desarticulando, adoecendo; até morrendo.
Dica.
Recomendamos o estudo de nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”. Já está com tireoidite? – Lupus? Artrose? Perda de memória? Insônia? Depressão? Pânico? Refluxo? Rinite? Sinusite? Etc. – ainda não? – Aprenda a se reavaliar com urgência – não se agrida nem se penalize.
Proposta de trabalho.
Aprenda a valorizar a saúde ao invés de se tornar uma vítima campeã da doença.
Violência como resultado de aprendizagem
Praticamos a violência subliminar o tempo todo sem perceber; pois sofremos de uma doença chamada “normose” (todo mundo faz então eu também posso e devo) – não percebemos a agressividade e a violência nas críticas, no tom e voz e nas palavras, nas ameaças, na mentira, na chantagem, na competição exacerbada...
A maioria de nós traz desde o nascimento propensão para agressividade e ímpetos de violência; porém muitas formas de expressão das atitudes violentas praticadas no dia a dia serão fruto da influência do meio ambiente sobre nós e também como resultado da educação recebida.
Alerta.
Somos responsáveis pelo que transmitimos aos outros – perante a justiça natural, somos co-autores de muitos desatinos cometidos por pessoas que sofreram nossa influência de forma direta ou indireta. Filho de peixe; peixinho é – tem uma conotação jurídica na legislação da ética cósmica fora do alcance da maioria que, não desenvolveu o hábito de pensar antes de agir.
Dica.
Quando adultos, observemos nossos impulsos quando nossos interesses são contrariados; nós nos sentimos lesados, agredidos. Qual a forma de reagir?
Proposta de trabalho.
Iniciado nossa tarefa de autoconhecimento e de vigilância para a reforma do padrão habitual de atitudes; é necessário estudarmos os impulsos e o padrão de atitudes das nossas crianças. É vital anotar tudo, para posterior consulta e reformulações. Funciona mais ou menos como qualquer diagnóstico para que depois, seja seguido de propostas de cura.
Por exemplo, podemos trabalhar preventivamente no comportamento das crianças, alimentando sua alma com alimentos corretos (bons exemplos – pois “nem só de pão vive o homem”) e vacinando-a contra as penalidades que a vida nos impõe.
O que caracteriza uma pessoa da paz?
Ser manso pacífico é diferente de estar em paz; pois muitas vezes essa é uma forma provisória de nos sentirmos; já que, sob a ação anestésica das justificativas.
Ser é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar (pois, não sente as atitudes dos outros, como ofensas).
Na fase anterior, a de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada.
O processo é gradativo:
Ao tentar conter impulsos agressivos a pessoa menos amadurecida dá início ao seu processo de humanização verdadeira.
Alerta.
Muito se comete o erro de afirmar que a criatura agressiva e violenta é animalizada. É preciso que fique claro que o animal em estado selvagem não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma. Suas reações são puramente instintivas em concordância com a espécie a que pertence.
Os animais domésticos podem expressar agressividade e violência; pois convivem há muito tempo com o homem e adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta, de animal; está cometendo uma injustiça).
A natureza também não é agressiva nem violenta ela apenas atua; não reage contra nós; mesmo que causemos distúrbios graves ao meio ambiente.
Se houve inundação e, bens materiais e vidas se perderam; ninguém mandou ficar no caminho do rio – Se as águas do mar numa ressaca invadiram as ruas e destruiu casas; ninguém mandou especular e gulosamente invadir as praias.
MOMENTO DE REFLEXÃO
Estamos com viagem marcada, todos sairemos desta dimensão quando menos se espera. Nossos conflitos e discórdias nos acompanharão para onde quer que estejamos ajustando o botão de sintonia – De outro lado, nossa paz também irá conosco – Enfim, estaremos no céu ou no inferno que criamos para nós. Quem nos fará companhia?
Alerta.
Nossas atitudes funcionam como portas que se abrem ou se fecham á nossa paz.
Para que a necessidade de nos tornarmos da paz?
Dentre outros requisitos, os dias de hoje, não apenas solicitam, e sim exigem novas criaturas em carne e osso já dotadas de novos objetivos e de novos valores, para “sobreviver com qualidade” não somente à morte física, mas também às necessidades da vida contemporânea como morar, vestir, comer...; impostas pelo cotidiano de uma sociedade tecnológica explicitamente globalizada, e que começa a exigir qualidade em tudo e, em larga escala.
Para reforçar a necessidade íntima de modernizar a busca da qualidade pessoal, no quesito: paz; olhemos à nossa volta, o rápido aumento de inadequados, de pessoas defasadas do momento; os milhões de “mortos-vivos” depressivos, infelizes e angustiados que já se encontram “infernizados” pela sua pouca qualidade e, que tinham tudo segundo velhos conceitos e valores, para serem felizes... Alguns, até gerenciam bem grandes empresas, porém, a sua própria vida encontra-se à beira do desastre na saúde, á beira do caos nas relações interpessoais, da falência emocional e até da prisão, nas cadeias do remorso e da culpa...
Mas, apenas boa vontade não basta mais -
É preciso sair da informalidade ao gerenciar a vida e a evolução pessoal. Ainda hoje, nossa melhora íntima no cotidiano é informal; talvez porque, documentar, perpetuar na escrita o conflito entre o ser e o parecer seja sofrido aos nos defrontarmos com nós mesmos e dê trabalho.
Quando começar a nos tornarmos da paz?
O momento de começar é neste instante, nem antes nem depois. É hora de cada um buscar os próprios valores analisando se estão alinhados às Leis Naturais da Evolução para não precisar retroceder no futuro, quando já houver clareza de intenções.
O problema é que, breve, não haverá mais mercado para esse tipo de indivíduo que vem se “excluindo” dos dias de hoje pela milenar falta de qualidade humana.
Como fazer? O que devo buscar? Do que devo abrir mão?
Claro que há muito que se discutir sobre agressividade e violência, sob muitos ângulos e formas de ver e sentir a vida. Por exemplo, as leis de mercado; política; aplicação da justiça; atuação da medicina mercantilista; moda; verdades da ciência, etc.
Retornaremos ao assunto da busca da qualidade humana; pois, sem paz não haverá amor; natureza ou planeta.
ALERTA.
Nossos pensamentos, sentimentos e atitudes geram um quantum de energia – cada tipo vibra numa freqüência diferente; pensamentos, atitudes e ações de raiva, ira, cólera, agressividade e violência alteram não apenas nossa grade energética causando doenças (a acupuntura explica bem) – mas, também adoecem o planeta alterando a grade energética planetária – daí; quando nos esforçamos para mudar a freqüência, estamos colaborando para a manutenção da vida. Hoje, não basta mais empunhar a bandeira do verde nem se preocupar com créditos de carbono e desenvolvimento sustentável; é preciso ir além; é vital desmaterializar o raciocínio.
Dica final.
Antes de querer pacificar os outros pacifiquemos a nós mesmos.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
NA ERA DA VIOLÊNCIA – parte 1
Um simples passar de olhos pelo jornal de hoje (Diário da Região de São José do Rio Preto) me fez repensar o sentido de agressividade e violência – a começar pela manchete: “Gado e cana devastam 35 mil teixeirões (campo de futebol da cidade) de mata ciliar na região de rio preto”.
“No total 29,1 mil hectares da vegetação da beira dos rios da bacia do Turvo/Grande foram destruídos. Sem cobertura vegetal, risco de erosão e assoreamento aumenta, comprometendo a vida dos rios e a qualidade da água. Degradação é agravada por ranchos e portos de areia irregulares. O MPF ajuizou ações pedindo a demolição de 800 ranchos nas margens dos rios Grande e Paraná”...
Escaneando numa leitura rápida o jornal foi possível detectar alguma forma de violência explícita ou subliminar em mais de 80% das notícias.
Em todos os sentidos possíveis nas mais simples vivências humanas a agressividade e a violência está contida nas atitudes consideradas normais.
A violência está em alta – conforme colocamos em escritos anteriores (Nada mais será como antes), devido á aceleração das experiências, nós estamos perdendo as contenções (freios sociais) – o aumento da violência de todos os tipos nos estimulou a oferecer material para reflexão e um pouco da nossa experiência como médico de famílias a respeito de agressividade e impulsos para a violência: doméstica, social, cultural, econômica, política, religiosa; e criminalidade de todos os tipos; em alta crescente.
Todos nós estamos escandalizados com as notícias diárias de todos os matizes de violência em todas as camadas sociais – De repente, pessoas acima de qualquer suspeita tornam-se criminosos atirando filhos pela janela, seqüestrando e matando namoradas em nome do amor; dando vazão á sua agressividade e violência latente; escondidas sob o verniz da educação e das contenções sociais e culturais. Quais as razões? – Cada um segundo seu sistema de crenças dá sua opinião a respeito da origem desse distúrbio e, o pior sobre a cura: pena de morte; faça isso e aquilo (mas, e quando for seu filho querido filho ou seu amor?) – Nossa opinião alicerçada em nossa experiência nos conduz a um diagnóstico sem compromisso durante o bate papo: falta de educação. Conforme estamos colocando em nossos escritos do Projeto Educar Para Um Mundo Novo (cada livro é um capítulo) – até a doença é pura falta de educação; pouco a ver com instrução – pessoas muito instruídas e mal educadas; podem tornar-se doentes, suicidas e até criminosos capazes de genocídios, dominações financeiras e políticas que matam lentamente; ou de uma vez; milhares de pessoas...
Agressivo eu?
Apenas para ilustrar: Nós adultos para que nos tornemos mansos e pacíficos teremos que, antes de usar o recurso do conhecimento, vontade e contar com o concurso do tempo; precisamos identificar em nós de forma clara a tendência para a agressividade e violência planejada ou não; porém isso pode ser feito de forma simples na infância se os pais estudassem os filhos. Para começar: um dos tópicos que gostaria de reforçar no inicio desta conversa refere-se ao imediatismo das preocupações dos adultos com relação ás doenças e problemas das crianças - nos primeiros anos de vida o foco é colocado apenas nas doenças físicas: febre, gripe, dor de garganta, diarréia... – não que elas não sejam importantes; mas, nessa condição, estamos apenas fixados no medo da perda; deixamos de lado, usando e abusando de desculpas e justificativas do tipo: Puxou não sei para quem! - É igualzinho a fulano de tal! – Isso, é da idade, depois passa! - as tendências afetivas, psicológicas e comportamentais das crianças – tanto as inatas (se tivermos dez filhos educados da mesma forma todos são diferentes entre si – uns terão comportamento de bullying; outros não); quanto, as características adquiridas na convivência com os adultos; e outras decorrentes da influência do meio ambiente. Esse pequeno descuido; pode nos causar grandes problemas no futuro; e depois vivemos chorando desculpas e justificativas quando nossos filhos se tornam infratores, drogados, criminosos, etc.
Nosso assunto estará centrado na agressividade e nos impulsos para a violência, seja leve como antes era considerada a postura bullie; ou dignos de penalização pela justiça, claros ou camuflados, desculpáveis pela “normose” do lucro como são a maioria dos crimes ambientais; ou os mais escabrosos; aqueles que chocam.
O primeiro passo é vestirmos as carapuças: diagnóstico de nós mesmos.
É vital identificar em nós a tendência para a agressividade e violência; com ou sem desejo de exercer o poder descabido de qualquer tipo de lucro ou de levar vantagem em tudo; através da agressão; antes de qualquer discurso, desculpas e justificativas no trato com as crianças e os jovens.
Optamos realizar o bate papo como proposta de trabalho e, não apenas como leitura de passatempo; pois de simples leituras e boas intenções as cadeias, hospitais, manicômios estão lotados. No decorrer da conversa levantamos algumas questões; reforçamos alguns alertas e sugerimos algumas posturas; tentaremos não podar as repetições, pois uma de suas possibilidades é desfazer passo a passo as cristalizações mentais (crenças – e dentre elas a de que o bullie se cura com o tempo) – Claro que, nosso material seja simples, pois a nosso ver; todas as lições estão colocadas no dia a dia de cada um; ler e estudar cada situação depende do interesse de cada pessoa e de cada família. Espero sinceramente que não veja daqui a não sei quanto tempo o drama de alguma pessoa chorando desculpas; mas que recebeu a chance de rever seus conceitos e seu sistema de crenças e desperdiçou por comodismo entender seu papel de algoz e de vítima no “fenômeno bullying”. Por exemplo, quem destruiu a natureza com culturas que ajudam a exterminar o futuro do planeta; não se livrará das penas impostas pela consciência através de doações a entidades que atendem ás vítimas da violência de qualquer tipo.
Não adianta apenas apontar problemas, é preciso discutir soluções; portanto ao final de cada tópico faremos alertas e propostas de solução para que sejam discutidas na intimidade de cada um, na família, e em grupos de estudo.
Não tente anestesiar a consciência:
Para finalizar esta parte, citaremos um antigo provérbio chinês: “Você deve se preocupar é quanto tudo está bem”. Para muitas mentes descuidadas isso parece um contra senso – no entanto devemos pré ocupar a mente com a tentativa de observar e refletir para melhor agir antes das inevitáveis provações. Um grande Mestre nos disse algo parecido noutra linguagem: “Vigia e ora” – (Jesus).
Tudo bem por aí?
Nenhum problema á vista na sua família; ainda?
BRINCANDO DE CONCEITUAR
“Sou uma pessoa muito boa e pacifica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!”...
Afinal, o que é violência?
Em todas as atividades humanas, sem exceção, as atitudes podem ser de paz ou de agressividade.
Vivemos de forma descuidada, em se tratando de agressividade e violência apenas percebemos a que salta aos olhos e a que se materializa – durante nosso bate papo discutiremos alguns aspectos de violência subliminar que costumam passar despercebidos pelas pessoas que se acham da paz – achar-se da paz; aí mora o perigo – nossa consciência vive dormindo com o inimigo: desculpas e justificativas.
Agressividade
Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, a agressividade torna-se cada vez mais subliminar, camuflada e, portanto, mais difícil de ser erradicada; em alguns meios sociais é quase que, considerada uma virtude necessária para tornar-se um vencedor; sobre os pacatos e cooperativos. Essa postura costuma ser um paradigma nas relações do mercado de trabalho.
Esse ponto é pouco abordado no conceito bullying; mas ele é fundamental; pois, no bullie a agressividade e a covardia caminham lado a lado.
Também podemos citar a atitude de provocar que, é ignorada como um sintoma de agressividade. No entanto, quem provoca quer briga, para mostrar a si mesmo que é mais poderoso (o desejo básico da provocação; uma marca registrada do bullie; além de subjugar ou humilhar – é esconder o sentimento de menos valia – somente os fracos de caráter provocam). Essa derivação da agressividade é comum em múltiplas situações da vida moderna e, uma das mais perigosas para a paz íntima e social; pois, como bem diz o ditado popular: “quem procura acha”. No dia a dia na convivência com as pessoas enfrentamos olhares e posturas desafiadoras num entrechoque de bullies – o conceito de normalidade camufla a postura bullying de viver.
Dica.
Na infância é fácil detectar esse tipo desafiador; claro que com mais facilidade quando se acompanha de ímpetos para violência. Essas crianças vivem provocando a tudo e a todos, desde seus colegas e irmãos até os adultos; esse padrão de atitudes para expressar seus dotes agressivos é subconsciente – pode ser atenuado ou reforçado pela influência do meio; no qual essa criança irá se desenvolver – costuma-se dizer que o pimpolho tem personalidade (forte?)...
Alerta.
Os que são sempre “do contra”, sistematicamente já sinalizam, embora, de forma mais camuflada esses impulsos de bullie. Contrariar é uma forma de desafiar; mesmo e principalmente na fase de auto – afirmação da infância; há limites que a simples observação basta para diagnosticar problemas á vista. Quando a criança passa a ser do contra sistematicamente, vale a pena os adultos revisarem a postura do seu discurso – quanto mais o adulto se torna repetitivo mais a criança num instinto de defesa reage contrariamente para ver qual bullie domina o outro.
Reflexão.
Num mundo onde o foco está essencialmente assentado na vida profissional – Vale a pena avaliar nossa condição de chefe e de subordinado e suas interações na atitude bullying.
Passividade
O passivo é a vítima predileta do bullie.
Omitir-se quando é possível agir, é um crime contra a evolução.
O passivo é um agressivo interesseiro; mas sem muita coragem; ontem vítima amanhã algoz – se não houvesse passivos não haveria bullies.
Na infância um recurso comum, é o choro com ou sem motivo; quanto mais os adultos se arreliam com a choradeira, mais a criança chora; esse é um mecanismo que seu subconsciente usa para conseguir seus intentos e até para agredir (bullie ao contrário). Qual a diferença entre a ação consciente e a subconsciente?
– Se esta predomina mesmo nos adultos?
Para detectar esse tipo de tendência bullie da criança basta não ser surdo; mas para resolver é preciso ser inteligente – Como lidar com esse tipo de criança? – No bebê é preciso checar se tudo está correto (sem dor, fome e se está trocado); daí tape os ouvidos e deixe que se canse. Na criança maior vale usar o discurso: quando você parar de chorar; a gente conversa! – Evite sempre que possível ceder aos desejos dela manifestos com choro ou gritaria – Mas, se tem o hábito de gritar com a criança; na briga entre bullies; ela vai ganhar – que o digam os psiquiatras e os psicólogos...
Como transformar sua casa num hospício:
De vez em quando me deparo com tiradas interessantes das pessoas – dia destes, a mãe de uma dessas crianças ligadas no 220 e gritona; me ofertou a seguinte pérola educacional (muito comum por sinal) – Quando ele não me obedece com a fala – dou uma de louca, rodo baiana; e então ele fica quieto e obedece. Mal sabe ela que está fabricando um hospício onde há freqüentes campeonatos para ver quem pode ou grita mais – coitada da vizinhança; mas, imaginemos que haja mais algum hospício desses em torno; breve haverá competição no quarteirão...
Dica.
Estudem a postura e o comportamento das crianças da Geração Nova (elas já nascem vacinadas contra o bullie); boa parte delas tem muita dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer.
Alerta.
Ser manso e pacífico (os amansadores de bullies) nada têm a ver com ser poltrão nem acomodado; apenas inteligente.
Agressividade reativa
A falta de valores ético/morais e da esperança de conseguir um lugar ao sol da vitória na sociedade de consumo deixou a descoberto um tipo de violência primária gratuita que sempre existiu – nós não estamos ficando mais agressivos e violentos – sempre fomos. No passado não era tão comum a manifestação dessa característica agressiva e violenta da alma já na infância (daí, o conceito bullying estar hoje rolando na mídia); embora ela apenas fosse contida e bloqueada pelo medo que os adultos produziam na criança – O supra-sumo do bullying (reveja o conceito básico).
Dica.
Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cão, brinquedo e até partes do próprio corpo (são pessoas autodestrutivas – no futuro podem até desenvolver doenças auto – imunes – bullies excessivamente contidos?).
Liberar a agressividade e os ímpetos violentos e sem freios nem peias contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica das almas problemáticas não importa que idade tenham. Na atualidade essa modalidade é mais evidente e estudada na vida escolar, recebe o nome de “bullying” – antiga falta de educação ou berço.
Alerta.
Essa tendência de comportamento pode ser aguçada já na infância; ou camuflada pela sociedade e seus valores. Um exemplo é o primata moderno tão bem representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes, por exemplo; ele desrespeita os adversários antes das competições com a intenção de intimidar e levar vantagem; porém, bate vários recordes e, é campeão; daí é aclamado pela sociedade que cultiva o bullying como forma de atingir metas de sucesso e de felicidade – e até de ganhar eleições como veremos nos debates ou embates nesta eleição como tem sido nas outras.
Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências bullie são venerados. Heróis da massa exibem tendência á violência e á truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores – bullies x bullies.
Dica de solução.
A agressividade latente e primária quando direcionada sob justa disciplina para valores da boa ética e da moral adequada; é capaz de transformar prováveis maníacos bullies em modelos a serem seguidos. O jargão: só o amor constrói é real desde que aplicado com inteligência – Sim! Lamento informar aos que se acham amorosos que não existe amor sem inteligência...
Violência subliminar
Esta é a base que sustenta o interesse deste trabalho, a agressividade e a violência escondida atrás das máscaras de corretos e de bonzinhos que a educação e a cultura nos ajudam a criar; uma doença chamada normose – a problemática que retarda nossa evolução e que Jesus nos alertou: Lobos em pele de cordeiro – túmulos caiados de branco por fora e cheio de podridão por dentro – desmantelar essa armadilha reforçada pelo estilo bullie de vida atual deve ser uma de nossas metas.
Alerta.
Quando descobrimos a lei de causa e efeito e constatamos que “não perdemos por esperar”; pois a cada ação corresponde uma reação; inexoravelmente; passamos a perceber que há formas melhores de resolver os interesses mais imediatos, na boa, com calma e paz.
A natureza não dá saltos, de início tentamos esconder dos outros tais impulsos de bullie (antigos briguentos; desaforentos; machões; “paraíbas”). Dependendo da forma como essa percepção seja elaborada, surge ou não, o sentimento da culpa ou remorso pelas violências já praticadas (purgatório). Nessa fase, o primeiro impulso é a tentativa de enganar a lei camuflando a agressividade, se possível até dando-lhe ares de santidade (inferno).
Dica.
Quando passamos a sofisticar essa atitude de camuflagem; significa que nossos problemas de violência íntima e social tornaram-se complexos; e difíceis de serem resolvidos; pois eles se escondem na escuridão da alma; além de disfarçados dos mais diferentes ardis de jurisprudências onde se esconde a maior parcela do bullying atual.
Atitudes de um mundo moderno; ainda na Era da escuridão.
Proposta de trabalho.
Simplicidade que, traz a tiracolo sua irmã gêmea a realidade ou verdade é o antídoto contra essa doença infernal: camuflagem. Aprendamos, a pensar, sentir e dizer: sim, sim – não, não – descartar os talvez; é atitude sábia e saudável. Poucos discordam que é preciso mudar; mas, reformar o que; se não nos conhecemos – o autoconhecimento é o primeiro passo; a aceitação é o segundo; e o resto da tarefa é finalizado com a ajuda do tempo e do esforço.
Agressividade é estágio da evolução
Surge com o desabrochar da individualidade ainda pobre em capacidade de discernir. O instinto de sobrevivência e o egoísmo seguido do orgulho (vontade e necessidade de sobrepujar o outro) são suas bases. Sempre foi assim; A condição atual da agressividade não é pior do que antes, apenas mais á mostra. A decepção; é porque nos iludimos com a evolução da tecnologia e esperávamos uma condição de progresso ético/moral compatível.
No momento, é preciso vigiar mais; pois á medida que os perigos que rondam a vida humana tornaram-se cada vez mais imaginários (medo de não ser mais, de não possuir como o outro ou de não gozar o suficiente) a violência e a agressividade assumiram uma condição cada vez mais letal e mais difícil de ser detectada: subliminar, camuflada e até legalizada, sob certas circunstâncias.
Dica.
Para que nos tornemos da paz, é preciso não julgar os outros; apenas a nós mesmos; mas, com inteligência, pois cultivar culpas e remorsos é perda de tempo e de recursos.
Proposta de solução.
A paz não começa dentro de casa; mas dentro de nossa casa íntima: a consciência. Transforme sua inteligência num juiz e árbitro justo. Julgue-se, imponha as penas que achar necessárias e cabíveis (basta aceitação do momento presente). Conceda a si mesmo a liberdade condicional; uma das formas mais belas é a que o Mestre Jesus ofereceu aos doentes curados: “Vá e não peques mais”.
O silêncio que fere
Calar quando era o momento de falar é um dos tipos de violência mais sutis e destruidores; posturas do tipo “gelada”, “fritada”; elas são forma de expressar crueldade.
CALAR É UM ATO DE INCLUSÃO OU DE EXCLUSÃO.
Parar de falar; para ouvir; é um ato que nos inclui na turma da boa educação.
Calar: Quando alguém chega; exclui; fere; segrega.
Calar e virar as costas: É atitude de desprezo; que mostra quem somos: infantis; orgulhosos; autoritários...
Calar: Quando o interlocutor necessita de uma resposta, é indiferença ou crueldade.
Calar: para repensar é início de aprendizado da humildade.
Calar: e a seguir pedir desculpas é ato de nobreza.
Dica.
Não desapontemos, com o silêncio.
Procuremos fazer bom uso das oportunidades no falar; pois:
A comunicação é chave na civilização:
É preciso que penses, analises e comuniques o que estás a sentir; pois isso humaniza.
Alerta.
Não nos esqueçamos: os outros não têm o dom da adivinhação.
Cuidado com o baldinho das mágoas: muitos relacionamentos se deterioram por guardarmos pequenas mágoas numa espécie de balde interno; e depois de cheio; sem mais nem menos; o chutamos; esparramando tudo e assustando interlocutor e expectadores. - Está ficando doido? - Tudo isso, por uma coisa tão pequena?
Por que calamos?
Calar por falta de coragem:
Quem cala por medo; ou porque é pouco corajoso; atrapalha a sua vida e a das outras pessoas. O poltrão; é uma verdadeira lixeira; dos detritos dos outros e provoca o bullie.
Calar por orgulho:
Se alguém te ofendeu; perdoa sem demora. Se tu ofendeste sejas o primeiro a pedir perdão. Pois, ressentimentos, azedumes, desejos de vingança, atingem primeiro; nossos centros de força; causando danos imprevisíveis; à nossa saúde física; mental/emocional e até podem levar á morte prematura.
Bônus por ter continuado a leitura.
Viver em paz já está complicado sem adversários ou com aqueles que já detectamos – lidar com inimigos invisíveis é encrenca na certa. Não foi á toa que Jesus nos exortou a perdoar adversários; enquanto estamos a caminho com eles; nada apenas voltado para a evolução espiritual; depois da morte; a idéia central da fala do Mestre é usufruir já da paz que o perdão traz consigo; buscar a não violência é muito simples; inteligente e prático.
Outros motivos que nos levam á atitude de calar:
Calar por preguiça:
Quando calamos; para não ter que argumentar; além de denotar falta de qualidade; pode atrapalhar a vida das pessoas.
Dica:
Quando temos consciência do erro esperamos um alerta; de quem nos quer bem. Muitas vezes; alguém cometeu um erro; e já esperava pela nossa intervenção; ao nos negarmos a conversar sobre o assunto; acentuamos culpa; remorso e sentimento de rejeição da outra pessoa. No entanto; vê como falas; mesmo para admoestar; devemos fazê-lo com doçura; com a intenção única de ajudar.
Calar frente à mentira:
Quem cala diante da mentira conhecida; está referendando-a; torna-se cúmplice; sofrendo-lhe dia menos dia; os efeitos; segundo a Lei.
Calar como forma de consentimento:
Diz o ditado: “quem cala consente”; Referenda como verdade o feito ou dito; assina em baixo.
No entanto; quem conhece a Lei de retorno sabe que, muitas vezes vale mais calar deixando que o agressor envenene-se nos próprios efeitos, calúnias e maledicência. Inúmeras vezes é melhor fechar a boca; do que perder tempo; energias; em retrucar...
Dica:
A intenção é tudo.
Juízo: a esperteza de alguns faz com que usem o silêncio de forma ladina; esperam que o tempo apague o assunto; mal sabem que da vida; do destino; nada fica oculto. Dia menos dia; tudo que esteja errado; retorna; para ser corrigido. Melhor antecipar a paga com a lei do amor e da caridade do que sofrer.
Na dúvida:
Quando não estiveres certo; se; é melhor; mais oportuno; falar ou calar; cala. Pois; o prejuízo será menor.
Se nós costumamos usar esse tipo de bullying é preciso cautela conosco mesmos.
Continuar seria um ato de violência contra a paciência do amigo – segue a parte 2.
“No total 29,1 mil hectares da vegetação da beira dos rios da bacia do Turvo/Grande foram destruídos. Sem cobertura vegetal, risco de erosão e assoreamento aumenta, comprometendo a vida dos rios e a qualidade da água. Degradação é agravada por ranchos e portos de areia irregulares. O MPF ajuizou ações pedindo a demolição de 800 ranchos nas margens dos rios Grande e Paraná”...
Escaneando numa leitura rápida o jornal foi possível detectar alguma forma de violência explícita ou subliminar em mais de 80% das notícias.
Em todos os sentidos possíveis nas mais simples vivências humanas a agressividade e a violência está contida nas atitudes consideradas normais.
A violência está em alta – conforme colocamos em escritos anteriores (Nada mais será como antes), devido á aceleração das experiências, nós estamos perdendo as contenções (freios sociais) – o aumento da violência de todos os tipos nos estimulou a oferecer material para reflexão e um pouco da nossa experiência como médico de famílias a respeito de agressividade e impulsos para a violência: doméstica, social, cultural, econômica, política, religiosa; e criminalidade de todos os tipos; em alta crescente.
Todos nós estamos escandalizados com as notícias diárias de todos os matizes de violência em todas as camadas sociais – De repente, pessoas acima de qualquer suspeita tornam-se criminosos atirando filhos pela janela, seqüestrando e matando namoradas em nome do amor; dando vazão á sua agressividade e violência latente; escondidas sob o verniz da educação e das contenções sociais e culturais. Quais as razões? – Cada um segundo seu sistema de crenças dá sua opinião a respeito da origem desse distúrbio e, o pior sobre a cura: pena de morte; faça isso e aquilo (mas, e quando for seu filho querido filho ou seu amor?) – Nossa opinião alicerçada em nossa experiência nos conduz a um diagnóstico sem compromisso durante o bate papo: falta de educação. Conforme estamos colocando em nossos escritos do Projeto Educar Para Um Mundo Novo (cada livro é um capítulo) – até a doença é pura falta de educação; pouco a ver com instrução – pessoas muito instruídas e mal educadas; podem tornar-se doentes, suicidas e até criminosos capazes de genocídios, dominações financeiras e políticas que matam lentamente; ou de uma vez; milhares de pessoas...
Agressivo eu?
Apenas para ilustrar: Nós adultos para que nos tornemos mansos e pacíficos teremos que, antes de usar o recurso do conhecimento, vontade e contar com o concurso do tempo; precisamos identificar em nós de forma clara a tendência para a agressividade e violência planejada ou não; porém isso pode ser feito de forma simples na infância se os pais estudassem os filhos. Para começar: um dos tópicos que gostaria de reforçar no inicio desta conversa refere-se ao imediatismo das preocupações dos adultos com relação ás doenças e problemas das crianças - nos primeiros anos de vida o foco é colocado apenas nas doenças físicas: febre, gripe, dor de garganta, diarréia... – não que elas não sejam importantes; mas, nessa condição, estamos apenas fixados no medo da perda; deixamos de lado, usando e abusando de desculpas e justificativas do tipo: Puxou não sei para quem! - É igualzinho a fulano de tal! – Isso, é da idade, depois passa! - as tendências afetivas, psicológicas e comportamentais das crianças – tanto as inatas (se tivermos dez filhos educados da mesma forma todos são diferentes entre si – uns terão comportamento de bullying; outros não); quanto, as características adquiridas na convivência com os adultos; e outras decorrentes da influência do meio ambiente. Esse pequeno descuido; pode nos causar grandes problemas no futuro; e depois vivemos chorando desculpas e justificativas quando nossos filhos se tornam infratores, drogados, criminosos, etc.
Nosso assunto estará centrado na agressividade e nos impulsos para a violência, seja leve como antes era considerada a postura bullie; ou dignos de penalização pela justiça, claros ou camuflados, desculpáveis pela “normose” do lucro como são a maioria dos crimes ambientais; ou os mais escabrosos; aqueles que chocam.
O primeiro passo é vestirmos as carapuças: diagnóstico de nós mesmos.
É vital identificar em nós a tendência para a agressividade e violência; com ou sem desejo de exercer o poder descabido de qualquer tipo de lucro ou de levar vantagem em tudo; através da agressão; antes de qualquer discurso, desculpas e justificativas no trato com as crianças e os jovens.
Optamos realizar o bate papo como proposta de trabalho e, não apenas como leitura de passatempo; pois de simples leituras e boas intenções as cadeias, hospitais, manicômios estão lotados. No decorrer da conversa levantamos algumas questões; reforçamos alguns alertas e sugerimos algumas posturas; tentaremos não podar as repetições, pois uma de suas possibilidades é desfazer passo a passo as cristalizações mentais (crenças – e dentre elas a de que o bullie se cura com o tempo) – Claro que, nosso material seja simples, pois a nosso ver; todas as lições estão colocadas no dia a dia de cada um; ler e estudar cada situação depende do interesse de cada pessoa e de cada família. Espero sinceramente que não veja daqui a não sei quanto tempo o drama de alguma pessoa chorando desculpas; mas que recebeu a chance de rever seus conceitos e seu sistema de crenças e desperdiçou por comodismo entender seu papel de algoz e de vítima no “fenômeno bullying”. Por exemplo, quem destruiu a natureza com culturas que ajudam a exterminar o futuro do planeta; não se livrará das penas impostas pela consciência através de doações a entidades que atendem ás vítimas da violência de qualquer tipo.
Não adianta apenas apontar problemas, é preciso discutir soluções; portanto ao final de cada tópico faremos alertas e propostas de solução para que sejam discutidas na intimidade de cada um, na família, e em grupos de estudo.
Não tente anestesiar a consciência:
Para finalizar esta parte, citaremos um antigo provérbio chinês: “Você deve se preocupar é quanto tudo está bem”. Para muitas mentes descuidadas isso parece um contra senso – no entanto devemos pré ocupar a mente com a tentativa de observar e refletir para melhor agir antes das inevitáveis provações. Um grande Mestre nos disse algo parecido noutra linguagem: “Vigia e ora” – (Jesus).
Tudo bem por aí?
Nenhum problema á vista na sua família; ainda?
BRINCANDO DE CONCEITUAR
“Sou uma pessoa muito boa e pacifica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!”...
Afinal, o que é violência?
Em todas as atividades humanas, sem exceção, as atitudes podem ser de paz ou de agressividade.
Vivemos de forma descuidada, em se tratando de agressividade e violência apenas percebemos a que salta aos olhos e a que se materializa – durante nosso bate papo discutiremos alguns aspectos de violência subliminar que costumam passar despercebidos pelas pessoas que se acham da paz – achar-se da paz; aí mora o perigo – nossa consciência vive dormindo com o inimigo: desculpas e justificativas.
Agressividade
Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, a agressividade torna-se cada vez mais subliminar, camuflada e, portanto, mais difícil de ser erradicada; em alguns meios sociais é quase que, considerada uma virtude necessária para tornar-se um vencedor; sobre os pacatos e cooperativos. Essa postura costuma ser um paradigma nas relações do mercado de trabalho.
Esse ponto é pouco abordado no conceito bullying; mas ele é fundamental; pois, no bullie a agressividade e a covardia caminham lado a lado.
Também podemos citar a atitude de provocar que, é ignorada como um sintoma de agressividade. No entanto, quem provoca quer briga, para mostrar a si mesmo que é mais poderoso (o desejo básico da provocação; uma marca registrada do bullie; além de subjugar ou humilhar – é esconder o sentimento de menos valia – somente os fracos de caráter provocam). Essa derivação da agressividade é comum em múltiplas situações da vida moderna e, uma das mais perigosas para a paz íntima e social; pois, como bem diz o ditado popular: “quem procura acha”. No dia a dia na convivência com as pessoas enfrentamos olhares e posturas desafiadoras num entrechoque de bullies – o conceito de normalidade camufla a postura bullying de viver.
Dica.
Na infância é fácil detectar esse tipo desafiador; claro que com mais facilidade quando se acompanha de ímpetos para violência. Essas crianças vivem provocando a tudo e a todos, desde seus colegas e irmãos até os adultos; esse padrão de atitudes para expressar seus dotes agressivos é subconsciente – pode ser atenuado ou reforçado pela influência do meio; no qual essa criança irá se desenvolver – costuma-se dizer que o pimpolho tem personalidade (forte?)...
Alerta.
Os que são sempre “do contra”, sistematicamente já sinalizam, embora, de forma mais camuflada esses impulsos de bullie. Contrariar é uma forma de desafiar; mesmo e principalmente na fase de auto – afirmação da infância; há limites que a simples observação basta para diagnosticar problemas á vista. Quando a criança passa a ser do contra sistematicamente, vale a pena os adultos revisarem a postura do seu discurso – quanto mais o adulto se torna repetitivo mais a criança num instinto de defesa reage contrariamente para ver qual bullie domina o outro.
Reflexão.
Num mundo onde o foco está essencialmente assentado na vida profissional – Vale a pena avaliar nossa condição de chefe e de subordinado e suas interações na atitude bullying.
Passividade
O passivo é a vítima predileta do bullie.
Omitir-se quando é possível agir, é um crime contra a evolução.
O passivo é um agressivo interesseiro; mas sem muita coragem; ontem vítima amanhã algoz – se não houvesse passivos não haveria bullies.
Na infância um recurso comum, é o choro com ou sem motivo; quanto mais os adultos se arreliam com a choradeira, mais a criança chora; esse é um mecanismo que seu subconsciente usa para conseguir seus intentos e até para agredir (bullie ao contrário). Qual a diferença entre a ação consciente e a subconsciente?
– Se esta predomina mesmo nos adultos?
Para detectar esse tipo de tendência bullie da criança basta não ser surdo; mas para resolver é preciso ser inteligente – Como lidar com esse tipo de criança? – No bebê é preciso checar se tudo está correto (sem dor, fome e se está trocado); daí tape os ouvidos e deixe que se canse. Na criança maior vale usar o discurso: quando você parar de chorar; a gente conversa! – Evite sempre que possível ceder aos desejos dela manifestos com choro ou gritaria – Mas, se tem o hábito de gritar com a criança; na briga entre bullies; ela vai ganhar – que o digam os psiquiatras e os psicólogos...
Como transformar sua casa num hospício:
De vez em quando me deparo com tiradas interessantes das pessoas – dia destes, a mãe de uma dessas crianças ligadas no 220 e gritona; me ofertou a seguinte pérola educacional (muito comum por sinal) – Quando ele não me obedece com a fala – dou uma de louca, rodo baiana; e então ele fica quieto e obedece. Mal sabe ela que está fabricando um hospício onde há freqüentes campeonatos para ver quem pode ou grita mais – coitada da vizinhança; mas, imaginemos que haja mais algum hospício desses em torno; breve haverá competição no quarteirão...
Dica.
Estudem a postura e o comportamento das crianças da Geração Nova (elas já nascem vacinadas contra o bullie); boa parte delas tem muita dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer.
Alerta.
Ser manso e pacífico (os amansadores de bullies) nada têm a ver com ser poltrão nem acomodado; apenas inteligente.
Agressividade reativa
A falta de valores ético/morais e da esperança de conseguir um lugar ao sol da vitória na sociedade de consumo deixou a descoberto um tipo de violência primária gratuita que sempre existiu – nós não estamos ficando mais agressivos e violentos – sempre fomos. No passado não era tão comum a manifestação dessa característica agressiva e violenta da alma já na infância (daí, o conceito bullying estar hoje rolando na mídia); embora ela apenas fosse contida e bloqueada pelo medo que os adultos produziam na criança – O supra-sumo do bullying (reveja o conceito básico).
Dica.
Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cão, brinquedo e até partes do próprio corpo (são pessoas autodestrutivas – no futuro podem até desenvolver doenças auto – imunes – bullies excessivamente contidos?).
Liberar a agressividade e os ímpetos violentos e sem freios nem peias contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica das almas problemáticas não importa que idade tenham. Na atualidade essa modalidade é mais evidente e estudada na vida escolar, recebe o nome de “bullying” – antiga falta de educação ou berço.
Alerta.
Essa tendência de comportamento pode ser aguçada já na infância; ou camuflada pela sociedade e seus valores. Um exemplo é o primata moderno tão bem representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes, por exemplo; ele desrespeita os adversários antes das competições com a intenção de intimidar e levar vantagem; porém, bate vários recordes e, é campeão; daí é aclamado pela sociedade que cultiva o bullying como forma de atingir metas de sucesso e de felicidade – e até de ganhar eleições como veremos nos debates ou embates nesta eleição como tem sido nas outras.
Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências bullie são venerados. Heróis da massa exibem tendência á violência e á truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores – bullies x bullies.
Dica de solução.
A agressividade latente e primária quando direcionada sob justa disciplina para valores da boa ética e da moral adequada; é capaz de transformar prováveis maníacos bullies em modelos a serem seguidos. O jargão: só o amor constrói é real desde que aplicado com inteligência – Sim! Lamento informar aos que se acham amorosos que não existe amor sem inteligência...
Violência subliminar
Esta é a base que sustenta o interesse deste trabalho, a agressividade e a violência escondida atrás das máscaras de corretos e de bonzinhos que a educação e a cultura nos ajudam a criar; uma doença chamada normose – a problemática que retarda nossa evolução e que Jesus nos alertou: Lobos em pele de cordeiro – túmulos caiados de branco por fora e cheio de podridão por dentro – desmantelar essa armadilha reforçada pelo estilo bullie de vida atual deve ser uma de nossas metas.
Alerta.
Quando descobrimos a lei de causa e efeito e constatamos que “não perdemos por esperar”; pois a cada ação corresponde uma reação; inexoravelmente; passamos a perceber que há formas melhores de resolver os interesses mais imediatos, na boa, com calma e paz.
A natureza não dá saltos, de início tentamos esconder dos outros tais impulsos de bullie (antigos briguentos; desaforentos; machões; “paraíbas”). Dependendo da forma como essa percepção seja elaborada, surge ou não, o sentimento da culpa ou remorso pelas violências já praticadas (purgatório). Nessa fase, o primeiro impulso é a tentativa de enganar a lei camuflando a agressividade, se possível até dando-lhe ares de santidade (inferno).
Dica.
Quando passamos a sofisticar essa atitude de camuflagem; significa que nossos problemas de violência íntima e social tornaram-se complexos; e difíceis de serem resolvidos; pois eles se escondem na escuridão da alma; além de disfarçados dos mais diferentes ardis de jurisprudências onde se esconde a maior parcela do bullying atual.
Atitudes de um mundo moderno; ainda na Era da escuridão.
Proposta de trabalho.
Simplicidade que, traz a tiracolo sua irmã gêmea a realidade ou verdade é o antídoto contra essa doença infernal: camuflagem. Aprendamos, a pensar, sentir e dizer: sim, sim – não, não – descartar os talvez; é atitude sábia e saudável. Poucos discordam que é preciso mudar; mas, reformar o que; se não nos conhecemos – o autoconhecimento é o primeiro passo; a aceitação é o segundo; e o resto da tarefa é finalizado com a ajuda do tempo e do esforço.
Agressividade é estágio da evolução
Surge com o desabrochar da individualidade ainda pobre em capacidade de discernir. O instinto de sobrevivência e o egoísmo seguido do orgulho (vontade e necessidade de sobrepujar o outro) são suas bases. Sempre foi assim; A condição atual da agressividade não é pior do que antes, apenas mais á mostra. A decepção; é porque nos iludimos com a evolução da tecnologia e esperávamos uma condição de progresso ético/moral compatível.
No momento, é preciso vigiar mais; pois á medida que os perigos que rondam a vida humana tornaram-se cada vez mais imaginários (medo de não ser mais, de não possuir como o outro ou de não gozar o suficiente) a violência e a agressividade assumiram uma condição cada vez mais letal e mais difícil de ser detectada: subliminar, camuflada e até legalizada, sob certas circunstâncias.
Dica.
Para que nos tornemos da paz, é preciso não julgar os outros; apenas a nós mesmos; mas, com inteligência, pois cultivar culpas e remorsos é perda de tempo e de recursos.
Proposta de solução.
A paz não começa dentro de casa; mas dentro de nossa casa íntima: a consciência. Transforme sua inteligência num juiz e árbitro justo. Julgue-se, imponha as penas que achar necessárias e cabíveis (basta aceitação do momento presente). Conceda a si mesmo a liberdade condicional; uma das formas mais belas é a que o Mestre Jesus ofereceu aos doentes curados: “Vá e não peques mais”.
O silêncio que fere
Calar quando era o momento de falar é um dos tipos de violência mais sutis e destruidores; posturas do tipo “gelada”, “fritada”; elas são forma de expressar crueldade.
CALAR É UM ATO DE INCLUSÃO OU DE EXCLUSÃO.
Parar de falar; para ouvir; é um ato que nos inclui na turma da boa educação.
Calar: Quando alguém chega; exclui; fere; segrega.
Calar e virar as costas: É atitude de desprezo; que mostra quem somos: infantis; orgulhosos; autoritários...
Calar: Quando o interlocutor necessita de uma resposta, é indiferença ou crueldade.
Calar: para repensar é início de aprendizado da humildade.
Calar: e a seguir pedir desculpas é ato de nobreza.
Dica.
Não desapontemos, com o silêncio.
Procuremos fazer bom uso das oportunidades no falar; pois:
A comunicação é chave na civilização:
É preciso que penses, analises e comuniques o que estás a sentir; pois isso humaniza.
Alerta.
Não nos esqueçamos: os outros não têm o dom da adivinhação.
Cuidado com o baldinho das mágoas: muitos relacionamentos se deterioram por guardarmos pequenas mágoas numa espécie de balde interno; e depois de cheio; sem mais nem menos; o chutamos; esparramando tudo e assustando interlocutor e expectadores. - Está ficando doido? - Tudo isso, por uma coisa tão pequena?
Por que calamos?
Calar por falta de coragem:
Quem cala por medo; ou porque é pouco corajoso; atrapalha a sua vida e a das outras pessoas. O poltrão; é uma verdadeira lixeira; dos detritos dos outros e provoca o bullie.
Calar por orgulho:
Se alguém te ofendeu; perdoa sem demora. Se tu ofendeste sejas o primeiro a pedir perdão. Pois, ressentimentos, azedumes, desejos de vingança, atingem primeiro; nossos centros de força; causando danos imprevisíveis; à nossa saúde física; mental/emocional e até podem levar á morte prematura.
Bônus por ter continuado a leitura.
Viver em paz já está complicado sem adversários ou com aqueles que já detectamos – lidar com inimigos invisíveis é encrenca na certa. Não foi á toa que Jesus nos exortou a perdoar adversários; enquanto estamos a caminho com eles; nada apenas voltado para a evolução espiritual; depois da morte; a idéia central da fala do Mestre é usufruir já da paz que o perdão traz consigo; buscar a não violência é muito simples; inteligente e prático.
Outros motivos que nos levam á atitude de calar:
Calar por preguiça:
Quando calamos; para não ter que argumentar; além de denotar falta de qualidade; pode atrapalhar a vida das pessoas.
Dica:
Quando temos consciência do erro esperamos um alerta; de quem nos quer bem. Muitas vezes; alguém cometeu um erro; e já esperava pela nossa intervenção; ao nos negarmos a conversar sobre o assunto; acentuamos culpa; remorso e sentimento de rejeição da outra pessoa. No entanto; vê como falas; mesmo para admoestar; devemos fazê-lo com doçura; com a intenção única de ajudar.
Calar frente à mentira:
Quem cala diante da mentira conhecida; está referendando-a; torna-se cúmplice; sofrendo-lhe dia menos dia; os efeitos; segundo a Lei.
Calar como forma de consentimento:
Diz o ditado: “quem cala consente”; Referenda como verdade o feito ou dito; assina em baixo.
No entanto; quem conhece a Lei de retorno sabe que, muitas vezes vale mais calar deixando que o agressor envenene-se nos próprios efeitos, calúnias e maledicência. Inúmeras vezes é melhor fechar a boca; do que perder tempo; energias; em retrucar...
Dica:
A intenção é tudo.
Juízo: a esperteza de alguns faz com que usem o silêncio de forma ladina; esperam que o tempo apague o assunto; mal sabem que da vida; do destino; nada fica oculto. Dia menos dia; tudo que esteja errado; retorna; para ser corrigido. Melhor antecipar a paga com a lei do amor e da caridade do que sofrer.
Na dúvida:
Quando não estiveres certo; se; é melhor; mais oportuno; falar ou calar; cala. Pois; o prejuízo será menor.
Se nós costumamos usar esse tipo de bullying é preciso cautela conosco mesmos.
Continuar seria um ato de violência contra a paciência do amigo – segue a parte 2.
sábado, 10 de abril de 2010
A ARTE DE DIZER NÃO – NA URNA!
O destino de todos está nas mãos que aperta botões e no cérebro de cada um; que escolhe...
A depressão é uma praga que se alastra rapidamente – vitaminada pelo desaparecer de crenças infrutíferas; esperanças vãs; desejos inúteis; fé sem sustentação da inteligência.
Nossos velhos valores transitórios e fúteis estão indo por água abaixo – apenas alguns interesseiros teimam em sobreviver...
Quando a vida começa a perder o sentido; quando permitimos que o desalento e a tristeza, tome conta de nossas vidas; nós estamos nos tornando zumbis; mortos-vivos – muitas pessoas já estão mortas há algum tempo; apenas ainda não foram enterradas.
Há algumas gerações entramos como sociedade hibernante numa espécie de depressão na arte de fazer política; boa parte dos que tinham a obrigação de fazer a diferença; estão viciados em conformismo ou preocupados apenas em defender seus interesses – ou bem ou mal estavam capacitados; porém não moveram uma palha no sentido de gerar discussões saudáveis, seguidas de atitudes que conduzissem a nação a um estado de paz e progresso com uma visão estendida em direção ao futuro.
O processo não é de hoje, apenas; a postura da omissão de mornos requentados já está no DNA; pois, algumas gerações adotaram a política do salve-se quem puder em busca dos benefícios próprios, familiares e corporativos; éticos ou não, para boa parte; isso não importa. Na nossa visão tacanha queremos deixar o melhor para nossos filhos; mas estamos condenando as futuras gerações a embates sociais tão inúteis quanto desnecessários; quando a busca deveria ser conquistar cada vez mais justiça social para que se viva em paz.
Fato consumado?
Conforme o esperado pela qualidade dos políticos atuais; os parlamentares da Câmara dos Deputados em defesa dos próprios interesses jogaram a votação do projeto de lei “Mãos Limpas” de base popular para sabe lá deus quando – os parlamentares de cinco partidos da base governista se recusaram a assinar o pedido de urgência; porém eles assinaram o pedido de urgência para a Lei da Mordaça; que visa engessar o Ministério Público – Lamentável, e vergonhoso; pois uma das esperanças de melhores e mais justos dias para a Nação estava exatamente nesta “nova geração” de promotores, delegados da Polícia Federal e colaboradores de outras áreas correlatas; que nos últimos anos vêm desenvolvendo um trabalho digno de nota e esperançoso. Vale sempre lembrar que, onde não há justiça bem aplicada; não pode haver nem paz; muito menos fraternidade e progresso.
Quanto á Lei da Mordaça, se nós, enquanto sociedade organizada a deixarmos passar – estaremos sendo mais do que omissos; estaremos sendo cruéis com relação a esses profissionais que apenas ousam cumprir suas atribuições; triste a sociedade onde as pessoas de caráter sejam impedidas de executar suas tarefas pela inércia dos próprios interessados – salta aos olhos que essa lei fere a Constituição nos seus mais básicos princípios – e se ela for aprovada depois não adianta chorar o prejuízo social. Fica a pergunta: Como educar nossas crianças com princípios éticos básicos – se o mau exemplo vem de cima?
Quanto ao projeto de lei Ficha Limpa, fora a decepção e a vergonha de ser refém de pessoas que infringem os princípios da Carta Magna e criam novas para seu bem estar – ao menos resta o consolo de ainda ficar a oportunidade de promover uma faxina através do voto.
Será que vai dar certo?
Possível; até que é; mas entre nós, será complicado; pois, os últimos governos maquiaram o problema da erradicação do analfabetismo; o número de analfabetos funcionais é muito grande; e as pessoas menos informadas e menos capacitadas a um raciocínio crítico; tornam-se com mais facilidade gado marcado de currais eleitorais.
Claro que a própria forma como surgiu o projeto de lei já é uma vitória no exercício da cidadania; mas tudo vai depender dos eleitores cansados de bandidagem que assinaram a petição de continuarem a promover o movimento; e até atraindo mais adeptos.
Um dos problemas é na hora de votar:
Marcar um xis – rabiscar o próprio nome – escolher o de um candidato – tudo isso, são apenas palavras; meros símbolos gráficos ou sonoros – são chaves ou fechaduras que nos aprisionam ou libertam…
Além disso; nós não aprendemos a usar com inteligência o conceito: NÃO!
Descuidamos de aprender o poder de usarmos de forma correta as palavras: esses pequenos arranjos de letras que podem mudar o rumo de muitas vidas.
A forma com que nos comunicamos representa uma atitude: uma maneira de estar e de votar no mundo.
E que pode fazer a diferença entre ser feliz e realizado ou não; sadio ou doente; companhia desejada ou não – votar certo ou criar empecilhos á paz e progresso de uma nação depende da qualidade pessoal de cada um atrelada ao todo – O fermento que leveda a massa é obrigação de cada cidadão que já está engajado a viver num país mais justo e progressista.
Mas; basta não votar nos candidatos que provaram ao longo do tempo não serem pessoas confiáveis? – Claro que não; é preciso escolher com cuidado; analisando capacidades e currículos.
Como disse o grande Avatar: “A árvore se conhece pelos frutos” -
Votar com consciência é analisar o perfil de cada um; e não; se é simpático; feio ou bonito – pois, a qualidade de vida de todos nós está em jogo; bem como nosso futuro.
A arte da comunicação se aprende dentro de cada um de nós; e com tudo os que nos rodeia.
Quando ouvimos o termo comunicação logo nos vem á mente a imagem da TV; das ondas de rádio; de duas pessoas conversando; esquecemos da principal forma de comunicação que é a interna: nosso corpo mental se comunicando com o emocional, o astral e o organismo físico.
O que eu quero para mim?
Céu ou inferno?
Depende do botão de sintonia?
A comunicação externa: também implica em qualidade de vida de forma intensa; pois, somos seres interativos e interdependentes em múltiplos sentidos.
A qualidade de vida de nossa sociedade e a sua integridade futura que vem da educação baseada em valores, hoje, depende muito dos profissionais de mídia de ação rápida. Como todos nós; os ícones da mídia estão devendo, quando se trata de engajar-se. Mas, como dizer a um cantor ou grupo que não participe de showmícios de políticos listados como exterminadores do futuro ou réus de processos em andamento? – O que dizer a um comentarista político de engajar-se na defesa da integridade; se o seu emprego pode estar em jogo?
- Mas, como diz a garotada de hoje: “ema, ema, ema; cada um co seus probrema” – definir nossa postura neste mundo; escrever nossa história como seres em evolução é problema de cada um; claro que temos a obrigação de nos ajudarmos e somar. O que importa é que cada um defina quem é; o que veio fazer aqui...
Lembram daquele adágio conformista: Se correr o bicho pega – se ficar o bicho come. Á primeira vista parece que as chances são nulas; mas, há uma saída simples e inteligente para eleitores com um mínimo de consciência:
Se correr o bicho pega; se ficar o bicho come - mas, se juntar o bicho foge.
Na comunicação interna o uso da palavra “não” deve ser bem fiscalizado; pois estamos acostumados a dizer o que queremos evitar; quando devemos dizer o que pretendemos atingir; o termo “não” nesse caso é limitante; diminui perspectivas, fecha portas; atrapalha realizações.
Quando se trata de usarmos a palavra “não” em nossa vida de relações, o maior problema é o sentido de negação que carrega consigo valores afetivos impostos pelo sistema de crenças da educação tradicional: Se me é permitido; sinto-me amado; mas se; é negado não sou querido.
Quanto ao nosso futuro de relações políticas e sociais:
O uso correto da palavra, não, pode significar; basta; chega – Não voto mais em você!
No sentido eleitoral, ao não, votarmos em candidatos suspeitos; e nem é preciso que estejam condenados; pois, conhecendo como ainda funciona nossa justiça e sua aplicação; até que isso ocorra; eles já deletaram esperanças de incontáveis jovens; mataram sonhos de milhares de pessoas.
Neste pequeno bate papo amigo, analisamos alguns aspectos da dificuldade no uso da palavra: “não”; tanto em sua forma de comunicação verbal; quanto naquela “não dita” e que se expressa na energia liberada por pensamentos, sentimentos e atitudes.
No caso do “não voto”:
NÃO VOTO MAIS EM VOCÊ!
Qual a importância de dissecar uma palavra tão pequena constituída de três letras e um til? Muito mais do que podemos imaginar de pronto para nossa qualidade de vida atual e futura.
O “não” é uma chave e fechadura ao mesmo tempo.
A sua influência na qualidade de vida das pessoas é marcante. Por exemplo: com certeza o amigo já se sentiu injustiçado e até usado; cansado de tanto carregar fardos e desenvolver tarefas que pertencem a outras pessoas; seja na vida em família, na sociedade e no trabalho; apenas por que não aprendeu a dizer a palavra mágica: Não! De certa forma todos nós temos alguma dificuldade em usarmos o “não” dito, em hora certa, com clareza, simplicidade e coragem.
Quantas vezes ao dia pensamos ou dizemos: Chega! Basta! Não suporto mais! Estou no fim! Ninguém me ama! Ninguém me valoriza! De que adiantou tanto esforço e dedicação! - Mas, logo que nós somos solicitados numa nova situação; dizemos sim quando o desejo era um: não!
Cansou? - Então, vamos brincar de aprender juntos a usarmos de forma: clara, simples e inteligente a palavra mágica “Não”! – na arte da vida; na arte da política.
Mas, a arte da comunicação é tudo – ninguém tem bola de cristal para adivinhar nossas intenções.
Voto secreto é covardia.
Muitas foram as circunstâncias culturais que levaram o cidadão eleitor a tentar ficar em cima do muro quanto ás suas convicções políticas:
- Cultura do levar vantagem em tudo – daí, muitos esperam os resultados das pesquisas para votar no possível ganhador. Baseado no mesmo lema; muitos votam apenas para satisfazer possíveis interesses pessoais, familiares e grupais; embasados em promessas de campanha.
- Não temos partidos políticos com ideologia e metas – tudo sempre corre ao sabor dos interesses de momento dos donos do poder.
- Medo de retaliações e perseguições – em alguns lugares onde os currais eleitorais são mais limitantes da liberdade; há risco de vida para o gado do curral concorrente.
Apenas a “Educação Política” desde tenra idade vai formar eleitores e cidadãos corajosos que assumem suas convicções e posturas; mas, para isso, é preciso que confiem nas instituições que lhes possam garantir um mínimo de liberdade e de decência em viver com dignidade suas crenças e esperanças; para que não sejam amordaçados pela covardia própria ou pela falta de segurança e de perspectivas democráticas.
Não tem importância que ainda não será desta vez que vamos eleger os melhores – Não tem importância...
Apenas não anulemos nossos votos escondidos no anonimato de uma cabine; covardemente – quem tiver coragem que o faça em público; afinal a democracia faculta que todos se manifestem livremente desde que não afrontem as leis vigentes...
Não vote em branco para não aumentar o número de medíocres representantes da sociedade tanto quanto você.
É precoce a mea-culpa pré-eleitoral?
Espero que não seja apenas minha; mas, de muitos – embora a eleição já esteja praticamente definida há alguns meses – a comida para alimentar o gado já está pronta há muito tempo nos currais eleitorais (pão e circo) – esperamos apenas que alguns pulem a cerca; especialmente os ainda novilhos.
Mas, para isso é preciso motivá-los a não votar em cacarecos e outros votos de protesto e acima de tudo mostrar-lhes que na Justiça Natural nenhuma Lei de Mordaça funciona – inclusive eleitores desavisados e interesseiros são enquadrados aqui e no além na formação de quadrilha cósmica ao votar em candidatos com pedigree desabonador.
Copiando os “realiti shou” dos “big broder” da vida; talvez seja o momento; ou tenha passado da hora de colocar os políticos profissionais no “paredão” – mas para manter a dignidade e continuar no jogo, é preciso dizer por que não voto em você – por que quero que você não entre ou até saia da Casa legislativa ou do Executivo.
INFELIZES OS QUE QUEREM CONTINUAR A SOBREVIVER - QUANDO O MOMENTO NOS PEDE VIVER.
A depressão é uma praga que se alastra rapidamente – vitaminada pelo desaparecer de crenças infrutíferas; esperanças vãs; desejos inúteis; fé sem sustentação da inteligência.
Nossos velhos valores transitórios e fúteis estão indo por água abaixo – apenas alguns interesseiros teimam em sobreviver...
Quando a vida começa a perder o sentido; quando permitimos que o desalento e a tristeza, tome conta de nossas vidas; nós estamos nos tornando zumbis; mortos-vivos – muitas pessoas já estão mortas há algum tempo; apenas ainda não foram enterradas.
Há algumas gerações entramos como sociedade hibernante numa espécie de depressão na arte de fazer política; boa parte dos que tinham a obrigação de fazer a diferença; estão viciados em conformismo ou preocupados apenas em defender seus interesses – ou bem ou mal estavam capacitados; porém não moveram uma palha no sentido de gerar discussões saudáveis, seguidas de atitudes que conduzissem a nação a um estado de paz e progresso com uma visão estendida em direção ao futuro.
O processo não é de hoje, apenas; a postura da omissão de mornos requentados já está no DNA; pois, algumas gerações adotaram a política do salve-se quem puder em busca dos benefícios próprios, familiares e corporativos; éticos ou não, para boa parte; isso não importa. Na nossa visão tacanha queremos deixar o melhor para nossos filhos; mas estamos condenando as futuras gerações a embates sociais tão inúteis quanto desnecessários; quando a busca deveria ser conquistar cada vez mais justiça social para que se viva em paz.
Fato consumado?
Conforme o esperado pela qualidade dos políticos atuais; os parlamentares da Câmara dos Deputados em defesa dos próprios interesses jogaram a votação do projeto de lei “Mãos Limpas” de base popular para sabe lá deus quando – os parlamentares de cinco partidos da base governista se recusaram a assinar o pedido de urgência; porém eles assinaram o pedido de urgência para a Lei da Mordaça; que visa engessar o Ministério Público – Lamentável, e vergonhoso; pois uma das esperanças de melhores e mais justos dias para a Nação estava exatamente nesta “nova geração” de promotores, delegados da Polícia Federal e colaboradores de outras áreas correlatas; que nos últimos anos vêm desenvolvendo um trabalho digno de nota e esperançoso. Vale sempre lembrar que, onde não há justiça bem aplicada; não pode haver nem paz; muito menos fraternidade e progresso.
Quanto á Lei da Mordaça, se nós, enquanto sociedade organizada a deixarmos passar – estaremos sendo mais do que omissos; estaremos sendo cruéis com relação a esses profissionais que apenas ousam cumprir suas atribuições; triste a sociedade onde as pessoas de caráter sejam impedidas de executar suas tarefas pela inércia dos próprios interessados – salta aos olhos que essa lei fere a Constituição nos seus mais básicos princípios – e se ela for aprovada depois não adianta chorar o prejuízo social. Fica a pergunta: Como educar nossas crianças com princípios éticos básicos – se o mau exemplo vem de cima?
Quanto ao projeto de lei Ficha Limpa, fora a decepção e a vergonha de ser refém de pessoas que infringem os princípios da Carta Magna e criam novas para seu bem estar – ao menos resta o consolo de ainda ficar a oportunidade de promover uma faxina através do voto.
Será que vai dar certo?
Possível; até que é; mas entre nós, será complicado; pois, os últimos governos maquiaram o problema da erradicação do analfabetismo; o número de analfabetos funcionais é muito grande; e as pessoas menos informadas e menos capacitadas a um raciocínio crítico; tornam-se com mais facilidade gado marcado de currais eleitorais.
Claro que a própria forma como surgiu o projeto de lei já é uma vitória no exercício da cidadania; mas tudo vai depender dos eleitores cansados de bandidagem que assinaram a petição de continuarem a promover o movimento; e até atraindo mais adeptos.
Um dos problemas é na hora de votar:
Marcar um xis – rabiscar o próprio nome – escolher o de um candidato – tudo isso, são apenas palavras; meros símbolos gráficos ou sonoros – são chaves ou fechaduras que nos aprisionam ou libertam…
Além disso; nós não aprendemos a usar com inteligência o conceito: NÃO!
Descuidamos de aprender o poder de usarmos de forma correta as palavras: esses pequenos arranjos de letras que podem mudar o rumo de muitas vidas.
A forma com que nos comunicamos representa uma atitude: uma maneira de estar e de votar no mundo.
E que pode fazer a diferença entre ser feliz e realizado ou não; sadio ou doente; companhia desejada ou não – votar certo ou criar empecilhos á paz e progresso de uma nação depende da qualidade pessoal de cada um atrelada ao todo – O fermento que leveda a massa é obrigação de cada cidadão que já está engajado a viver num país mais justo e progressista.
Mas; basta não votar nos candidatos que provaram ao longo do tempo não serem pessoas confiáveis? – Claro que não; é preciso escolher com cuidado; analisando capacidades e currículos.
Como disse o grande Avatar: “A árvore se conhece pelos frutos” -
Votar com consciência é analisar o perfil de cada um; e não; se é simpático; feio ou bonito – pois, a qualidade de vida de todos nós está em jogo; bem como nosso futuro.
A arte da comunicação se aprende dentro de cada um de nós; e com tudo os que nos rodeia.
Quando ouvimos o termo comunicação logo nos vem á mente a imagem da TV; das ondas de rádio; de duas pessoas conversando; esquecemos da principal forma de comunicação que é a interna: nosso corpo mental se comunicando com o emocional, o astral e o organismo físico.
O que eu quero para mim?
Céu ou inferno?
Depende do botão de sintonia?
A comunicação externa: também implica em qualidade de vida de forma intensa; pois, somos seres interativos e interdependentes em múltiplos sentidos.
A qualidade de vida de nossa sociedade e a sua integridade futura que vem da educação baseada em valores, hoje, depende muito dos profissionais de mídia de ação rápida. Como todos nós; os ícones da mídia estão devendo, quando se trata de engajar-se. Mas, como dizer a um cantor ou grupo que não participe de showmícios de políticos listados como exterminadores do futuro ou réus de processos em andamento? – O que dizer a um comentarista político de engajar-se na defesa da integridade; se o seu emprego pode estar em jogo?
- Mas, como diz a garotada de hoje: “ema, ema, ema; cada um co seus probrema” – definir nossa postura neste mundo; escrever nossa história como seres em evolução é problema de cada um; claro que temos a obrigação de nos ajudarmos e somar. O que importa é que cada um defina quem é; o que veio fazer aqui...
Lembram daquele adágio conformista: Se correr o bicho pega – se ficar o bicho come. Á primeira vista parece que as chances são nulas; mas, há uma saída simples e inteligente para eleitores com um mínimo de consciência:
Se correr o bicho pega; se ficar o bicho come - mas, se juntar o bicho foge.
Na comunicação interna o uso da palavra “não” deve ser bem fiscalizado; pois estamos acostumados a dizer o que queremos evitar; quando devemos dizer o que pretendemos atingir; o termo “não” nesse caso é limitante; diminui perspectivas, fecha portas; atrapalha realizações.
Quando se trata de usarmos a palavra “não” em nossa vida de relações, o maior problema é o sentido de negação que carrega consigo valores afetivos impostos pelo sistema de crenças da educação tradicional: Se me é permitido; sinto-me amado; mas se; é negado não sou querido.
Quanto ao nosso futuro de relações políticas e sociais:
O uso correto da palavra, não, pode significar; basta; chega – Não voto mais em você!
No sentido eleitoral, ao não, votarmos em candidatos suspeitos; e nem é preciso que estejam condenados; pois, conhecendo como ainda funciona nossa justiça e sua aplicação; até que isso ocorra; eles já deletaram esperanças de incontáveis jovens; mataram sonhos de milhares de pessoas.
Neste pequeno bate papo amigo, analisamos alguns aspectos da dificuldade no uso da palavra: “não”; tanto em sua forma de comunicação verbal; quanto naquela “não dita” e que se expressa na energia liberada por pensamentos, sentimentos e atitudes.
No caso do “não voto”:
NÃO VOTO MAIS EM VOCÊ!
Qual a importância de dissecar uma palavra tão pequena constituída de três letras e um til? Muito mais do que podemos imaginar de pronto para nossa qualidade de vida atual e futura.
O “não” é uma chave e fechadura ao mesmo tempo.
A sua influência na qualidade de vida das pessoas é marcante. Por exemplo: com certeza o amigo já se sentiu injustiçado e até usado; cansado de tanto carregar fardos e desenvolver tarefas que pertencem a outras pessoas; seja na vida em família, na sociedade e no trabalho; apenas por que não aprendeu a dizer a palavra mágica: Não! De certa forma todos nós temos alguma dificuldade em usarmos o “não” dito, em hora certa, com clareza, simplicidade e coragem.
Quantas vezes ao dia pensamos ou dizemos: Chega! Basta! Não suporto mais! Estou no fim! Ninguém me ama! Ninguém me valoriza! De que adiantou tanto esforço e dedicação! - Mas, logo que nós somos solicitados numa nova situação; dizemos sim quando o desejo era um: não!
Cansou? - Então, vamos brincar de aprender juntos a usarmos de forma: clara, simples e inteligente a palavra mágica “Não”! – na arte da vida; na arte da política.
Mas, a arte da comunicação é tudo – ninguém tem bola de cristal para adivinhar nossas intenções.
Voto secreto é covardia.
Muitas foram as circunstâncias culturais que levaram o cidadão eleitor a tentar ficar em cima do muro quanto ás suas convicções políticas:
- Cultura do levar vantagem em tudo – daí, muitos esperam os resultados das pesquisas para votar no possível ganhador. Baseado no mesmo lema; muitos votam apenas para satisfazer possíveis interesses pessoais, familiares e grupais; embasados em promessas de campanha.
- Não temos partidos políticos com ideologia e metas – tudo sempre corre ao sabor dos interesses de momento dos donos do poder.
- Medo de retaliações e perseguições – em alguns lugares onde os currais eleitorais são mais limitantes da liberdade; há risco de vida para o gado do curral concorrente.
Apenas a “Educação Política” desde tenra idade vai formar eleitores e cidadãos corajosos que assumem suas convicções e posturas; mas, para isso, é preciso que confiem nas instituições que lhes possam garantir um mínimo de liberdade e de decência em viver com dignidade suas crenças e esperanças; para que não sejam amordaçados pela covardia própria ou pela falta de segurança e de perspectivas democráticas.
Não tem importância que ainda não será desta vez que vamos eleger os melhores – Não tem importância...
Apenas não anulemos nossos votos escondidos no anonimato de uma cabine; covardemente – quem tiver coragem que o faça em público; afinal a democracia faculta que todos se manifestem livremente desde que não afrontem as leis vigentes...
Não vote em branco para não aumentar o número de medíocres representantes da sociedade tanto quanto você.
É precoce a mea-culpa pré-eleitoral?
Espero que não seja apenas minha; mas, de muitos – embora a eleição já esteja praticamente definida há alguns meses – a comida para alimentar o gado já está pronta há muito tempo nos currais eleitorais (pão e circo) – esperamos apenas que alguns pulem a cerca; especialmente os ainda novilhos.
Mas, para isso é preciso motivá-los a não votar em cacarecos e outros votos de protesto e acima de tudo mostrar-lhes que na Justiça Natural nenhuma Lei de Mordaça funciona – inclusive eleitores desavisados e interesseiros são enquadrados aqui e no além na formação de quadrilha cósmica ao votar em candidatos com pedigree desabonador.
Copiando os “realiti shou” dos “big broder” da vida; talvez seja o momento; ou tenha passado da hora de colocar os políticos profissionais no “paredão” – mas para manter a dignidade e continuar no jogo, é preciso dizer por que não voto em você – por que quero que você não entre ou até saia da Casa legislativa ou do Executivo.
INFELIZES OS QUE QUEREM CONTINUAR A SOBREVIVER - QUANDO O MOMENTO NOS PEDE VIVER.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
CAMPANHA DE VACINAÇÃO BIO ÉTICA PARA AS ELEIÇÕES
Política é uma das artes mais importantes da vida em grupo – infeliz da sociedade que desdenhar ensinar ás suas crianças a arte de administrar os interesses comuns com ética e justiça; pois, condena-se á miséria financeira, cultural, ética e moral; e a história nos mostra que até podem chegar ao desaparecimento; deixando uma nódoa na caminhada da humanidade em direção á civilização.
Aqui entre nós; várias gerações cresceram e formaram sua visão de mundo sob a ótica: “políticos são corruptos e interesseiros” – claro que motivos não faltaram, tivemos ícones da política que se reelegeram eleição após eleição, cujo lema era: “rouba; mas faz”; “prrove”; - e mesmo sendo motivo de pilhéria; eles foram sistematicamente idolatrados por seus iguais; porque os elegeram – esse desastre social que se originou de uma educação medíocre em valores, tanto na vida em família quanto na escola; gerou a instauração de CPIs tão inúteis quanto ineficientes; e que crescem em progressão geométrica de governo a governo.
Sem dúvida a democracia é provavelmente, a melhor forma de governar; mas, quando se trata de sociedades pobres em conhecimento; capacidade de discernir e ética – ela torna-se uma cruel ditadura da maioria manipulada pelos interesses de castas e grupos mais espertos – uma verdadeira tragédia.
É urgente educar para a política – “Educação Política” deve tornar-se matéria obrigatória desde os primeiros anos de vida das crianças para evitarmos desastres como: “Vou votar no menos; pior” – “É obrigação do governo” – “Melhor deixar os ratos gordos no poder; pois, os magros vão com muita sede ao pote dos bens públicos”...
A maioria dos eleitores desconhece as atribuições de cada poder – cobram do executivo o que é obrigação do judiciário ou do legislativo e desconhecem a ação do quarto poder ou máquina administrativa, que vive saindo dos trilhos.
O que minha opção política tem a ver com minha sanidade?
Tudo – É preciso que haja uma opção política de saúde adequada e coerente para que cada pessoa e a coletividade tenham um mínimo de condições de qualidade de vida; mas, isso, se faz com articulação, programas, execução de metas e vontade honesta: um santo remédio.
Claro que recursos são necessários; mas se no momento presente há problemas; não é por falta deles; mas sim, do mau uso e dos desvios.
Quero distância da política!
Gostaria de dizer aos leitores para preservar sua saúde e não assistir aos programas políticos que terão início em breve para esta eleição; talvez uma das mais importantes a definir nosso futuro em todos os sentidos possível.
Mas, digo que assistam sim; nem que seja para se penitenciar pela falta de coerência e até de decência; especialmente os que costumam vender o voto a troco de promessas de vantagens para si ou os seus - mas, tomem cuidado para não ferir os ouvidos dos em torno com comentários jocosos e ferinos – espero que alguns comentaristas de sofá que sempre escolheram sem discernir; e que depois ficam falando mal dos políticos, sem ter movido uma palha para melhorar alguma coisa na vida pública; sem nem ao menos terem cobrado de seus representantes as promessas feitas antes da eleição; que esses, possam curtir uma bela crise de gastrite; urticária ou até quem sabe um AVC, um infarto para desocupar lugar no planeta.
É preciso lembrar que as desculpas do tipo: Faço minha parte! - Cumpro com minhas obrigações! - e outras do tipo; não serve mais - Nesta altura do campeonato cumprir apenas com as obrigações não serve mais – é preciso ir além; engajar-se, participar; assumir o papel democrático: o governo somos nós e nossos representantes apenas devem espelhar nossa vontade sob pena de serem demitidos – somente uma sociedade politicamente organizada poderá nos trazer paz; prosperidade; saúde; e, o principal: perspectiva de continuidade para nossos descendentes ou desenvolvimento ecologicamente sustentável.
A propósito:
Está em andamento na Câmara dos Deputados uma das famosas manobras políticas de preservação de interesses de pessoas e grupos – também chamada por alguns gozadores da vida política de farra de direitos.
Enquanto o projeto “Ficha Limpa”; aquele que tenta barrar os políticos fichados como contraventores da justiça, agoniza; outro projeto, o da “Mordaça” que tenta impedir o Ministério Público” de processar pessoas por atos ilícitos; ao responsabilizar pessoalmente promotores; que “supostamente” agirem de má fé ou de forma política. Apenas algumas pessoas de expressão pública se manifestaram; como o presidente da OAB, Ophir Cavalcante: “O nosso sentimento é de frustração”. Dom Dimas Lara Barbosa, secretário-geral da CNBB, disse: “É decepcionante que os partidos grandes estejam tão temerosos, com tantos medos, com tantas obstruções, quando se trata de ética”.
O que nós cidadãos comuns e eleitores podemos fazer para colaborar e evitar essa tragédia política que vai ajudar a enterrar nossa sociedade?
Muito.
Além de nos manifestarmos publicamente em caráter de urgência; usando todos os recursos da comunidade á disposição – também num prazo mais longo, é preciso usar o conceito:
Preservar; resguardar; prevenir: vacinar
Será que até na vida política o conceito de vacina é viável?
Um dia alguém muito observador descobriu que ao se administrar um agente patológico atenuado ou numa concentração muito baixa; ele era capaz de produzir uma reação de defesa do organismo como se tivesse realmente ocorrido a doença.
No caso da arte da sanidade da política com ética; o agente seria a educação de base.
Como todas as idéias simples, a de vacinar, prevenir, ou educar; é relativamente eficaz.
Com esse artifício, o sistema imunitário é ativado (sociedade bem organizada politicamente), e daí em diante, toda a vez que o agente específico retorne (candidato safado eleito); a coletividade já se encontra preparada para manter tudo sob relativo controle através de Instituições Públicas fortes, íntegras, confiáveis.
A atuação se faria estimulando as defesas específicas do organismo da sociedade contra o agente (formando pessoas éticas que se tornarão profissionais a serviço do bem comum, como exemplo: advogados magistrados e promotores de justiça). Seja exercitando o sistema imunitário de forma geral (sociedade mais justa e organizada que cobra fortemente atitudes éticas).
Pequenas causas, pequenos efeitos.
Fortes causas, intensos efeitos.
Não é preciso revoluções nem qualquer tipo de violência ou perseguições para restaurar a sanidade política e social; para atingir isso, basta a boa vontade e a capacidade de refletir - mãe do bom e inteligente senso.
Introduzido na educação, esse princípio de aprender de forma simples, suave e eficiente quando aplicado á evolução humana; ele pode ser chamado de desenvolver a capacidade de discernir dos eleitores entre o que é adequado ou não; bom ou mau; justo ou injusto.
Para facilitar o processo:
Muitos são os recursos á disposição; e entre nós a aplicação do Evangelho, assim como outros conjuntos do saber que aglutinam as leis da vida é o caminho mais curto.
A ética cósmica é a vacina por excelência.
Uma vez aplicada, pode levar calmamente a um estado de paz e prosperidade íntima e social – mediante sua aplicação sem rótulos religiosos (siglas de partidos políticos).
Daí em diante; graves doenças da arte da política como: mentiras; roubos; estupros de direitos; prevaricações; subornos; traições, maledicência; calúnia; violência física ou moral; guerras de interesses, etc. Tudo isso, pode e, deve ser evitado.
A questão é:
O que nos impede de transferirmos o mesmo raciocínio do conceito de vacina de forma simples, prática e eficiente, para impedir as epidemias das doenças da alma na arte de viver em sociedade, ou política - o que nos impede de praticar a ética cósmica?
Já está impregnado no nosso DNA cultural um potente vírus mental: a lei de Gerson aprovada pela prática de levar vantagem em tudo - Essa é uma doença cultural a ser combatida para evitar grandes e devastadoras epidemias sociais: depressão; angústia existencial; pânico; surtos psicóticos; paranóias; revoluções; guerras; desemprego; fome de comida e de justiça, etc.
Vacinas servem tanto para imunizações de curto quanto de longo prazo.
Nas doenças éticas da vida pública; ás vezes num prazo curto é impossível que vacinas funcionem; daí é preciso uma cirurgia moral drástica do tipo; cassar o mandato ou aplicar os recursos á disposição da justiça comum.
Nas de longo prazo, para que consigamos um melhor estado de sanidade pessoal e coletivo, precisamos do esforço e da boa vontade de todos; sem exclusão; nem inclusões forçadas.
A palavra de ordem na vacinação de longo e médio prazo é:
Vacine-se e vacine seu filho contra:
Falsas expectativas. Frustrações. Sofrimento. Medo. Preguiça. Ansiedade. Ilusão. Agressividade. Cadeia. Manicômio. Medo da morte. Violência. Desonestidade. Pois ele com certeza, ele se tornará um cidadão; e até quem sabe um que escolheu a tarefa da arte da política; a missão de representar os anseios e as necessidades de seus pares (eleitores).
Esta é uma campanha urgente para uns, e sem sentido para outros... Mas, lembra da dica do Mestre: Bem aventurados os aflitos?
Se, já não estás no bem bom das mamatas e das mordomias da vida; se, o câncer; o vício do fumo, a dependência das drogas lícitas ou condenadas, o alcoolismo, a marginalidade, o desmanche da família, e a violência já bateram à sua porta, mexe-te. Pois, precisamos da tua ajuda.
Caso ainda seja um cidadão estilo crítico de sofá e, esteja assistindo o que ocorre a você e aos que te cercam, não perde tempo. Pois, já disse um sábio que em prevenir está a sabedoria. Dentro desse conceito está contido o de vacina.
Se tu és feliz e realizado hoje; se te achas seguro como cidadão do “Quarto Poder” concursado até a eternidade; esquece os direitos adquiridos e a aposentadoria diferenciada - Se ainda vives na ilusão do transitório; não te imagines a salvo de nenhuma das dores da alma, caso as situações que estão por vir te encontrem despreparado – pois, nos descuidos da ética todos habitamos zonas de risco de inundações e deslizamentos na moral.
Fica esperto:
Desconfia de vacinas criadas ao deus dará (tipo leis que apenas servem para acomodar interesses pessoais e de grupos ou panelinhas á sombra do poder); e que servem apenas para acomodar interesses de todos os tipos – pois, de alguma forma; não importa que idade nós tenhamos; e em que faixa etária e de risco estejamos; todos nós precisamos nos vacinar contra as doenças da ética e da moral no trato com as coisas públicas.
Vacinar-se como opção clara e com conhecimento dos motivos e da necessidade é mais saudável do que ser vacinado sob circunstâncias compulsórias e dolorosas no decorrer das epidemias.
Vacine-se já, para não precisar de uma dolorosa cirurgia moral aqui ou no além...
Recursos?
Já os há de sobra.
Investimentos?
Basta a boa vontade.
Locais?
Cada lar, escola, centros comunitários, clubes, associações; e principalmente nas urnas...
Contamos com a colaboração de todos.
A tentativa de estudar as dores da alma social e política sob todos os prismas é muito antiga. Neste trabalho de estudar as relacionadas á proximidade do poder político e institucional (aquele do tipo “otoridade: Sabe com quem está falando?”) – nesta brincadeira de falar sério; nós apenas agregamos ao Evangelho os conhecimentos da psicologia, medicina preventiva, bioenergia, bioética e sociologia na tentativa de mostrar de forma simples e prática que é possível evitarmos com medidas simples; muitas doenças da alma particularizadas e até epidemias de mediocridade social do tipo bolsas e de gente que embolsa.
Pode parecer estranho falar em epidemia de doenças da alma na vida pública e na arte da política; no entanto, não é; e citamos como exemplo a obesidade dos interesses...
Em época de guerras e revoluções, por exemplo, o clima de violência, crueldade, vingança; é capaz de potencializar todas as tendências individuais e fazer com que se manifestem nas atitudes das pessoas – mas, na vida pública sob a lei de “levar vantagem em tudo”, as manifestações de ganância e crueldade não se resumem apenas a mortes em filas á espera de atendimento na área da saúde; passa também por outros rincões da consciência; como por exemplo; o Robinhudismo ao contrário: roubar dos pobres e aposentados para encher a bolsa dos ricos; ou dos que se acham imune ás Leis da Vida.
Políticos eleitos são espelhos dos eleitores:
Sob a visão que pretendemos dar ao eleitor; os antigos pecados dos políticos por nós eleitos, apenas refletem nossos defeitos de caráter.
Como somos peritos em desculpas e justificativas; para atenuar a culpa compartilhada; nossos distúrbios de caráter são vistos como: falta de oportunidades; desajustes emocionais; neuroses; desequilíbrios íntimos; paranóias educacionais e sócio/culturais. Mas depois; após o julgamento pelo qual todos nós passaremos; sejamos eleitos ou eleitores; e que será executado no tribunal da própria consciência - nele as vítimas são ao mesmo tempo testemunhas de acusação; promotores; juízes e executores; os infratores podem solicitar internação em reformatórios do tipo: umbral; purgatório e outras denominações do além; que aqui entre nós, hoje, no jargão judicial recebem o nome de Casa de Custódia; Manicômio judiciário.
Se todos nós candidatos a políticos e eleitores tivéssemos saber a esse respeito; a maioria das doenças da arte da política seria evitada. Atenção eleitores: é tão culpado o prevaricador quanto aquele que o colocou na condição; especialmente os que ajudam a reeleger os que têm mais dificuldade em manter-se íntegros na ética; mandato após mandato.
Na verdade, nós os pecadores da arte da política: candidatos e eleitores; precisamos de tratamento psicológico; auto-análise; discernimento; praticar a reparação; reciclagem íntima; e quem sabe às vezes até uma cirurgia moral; ao invés de repressão; terrorismo religioso: castigos; infernos; purgatórios; prepotência no saber; vantagens fiscais perante a divindade ou pedofilia. O céu ou o inferno está onde se encontra o eleitor em evolução; seja nesta ou noutra dimensão da vida. Imaginemos a fila de cobradores que morreram na fila de um SUS; de fome; de raiva; de ódio; cobrando de um prevaricador que se preocupou apenas em “embolsar” – para muitos de nós; provavelmente a eternidade será o amanhã...
Dificuldades ou impedimentos?
Claro que os há:
O principal deles, a pior doença, é a pobreza de qualidade humana da maior parte de nós – e dentre elas:
A ignorância:
Doença terrível; filha do medo e da preguiça, dois vírus destruidores capazes de impedir a humanização das pessoas – e que se alimentam de bolsas que sustentam os embolsadores e os embalsamizadores da Inteligência crítica; teoricamente a serviço do bem comum (nada a ver com bem comunista – doença bem mais grave).
Muitos eleitos e eleitores estão bastante doentes, cada vez mais doentes. Estão ficando cegos e surdos; aos poucos, atacados por uma doença insidiosa chamada credulidade (tem olhos; mas não enxergam; tem ouvidos; mas não querem ouvir – apenas tem umbigos e bolsos em paraísos fiscais).
A pior ignorância é a voluntária; essa é destruidora da paz por longo tempo.
Credulidade:
A credulidade eleitoral é uma doença degenerativa que ninguém sabe ao certo de onde veio; se apareceu naturalmente ou se foi criada em algum desses laboratórios inventados pela ciência das mentes brilhantes – pela mídia dos plim plins; tchan tachan cham cam; e congêneres.
Seu diagnóstico esbarra em tremendas dificuldades técnicas.
O agente que causa a credulidade é um mutante que rapidamente se traveste de um indigente a um intelectual dos mais graduados. (Não cabe neste trabalho discutir tema tão vasto; sugerimos ao eleitor que procure em textos de medicina bioética; a medicina do futuro que já está à disposição dos interessados – a atualização do Evangelho é uma boa pedida; pois o “pé da letra” fede a chulé intelectual).
Algumas pinceladas sobre seus sintomas:
Seus portadores podem aparentar muita saúde intelectual e exibir muitas pós-graduações. Eles se maquiam com a instrução desde a mais barata e vulgar como os candidatos eleitos que se orgulham de mal saber ler; à mais sofisticada com passagens pelo exterior. Colocam-se adornos de sabedoria. Vestem-se como reis ou como gatos borralheiros.
Tudo isso para disputar os melhores lugares no teatro da vida ou apenas para não sermos excluídos.
Todos nós queremos nos sentar nos primeiros lugares para assistir à peça da moda. Para isso, para sermos admirados e invejados vale tudo: enganar, mentir, corromper, roubar, subornar, qualquer coisa para conseguir o ingresso das primeiras filas.
No entanto, a saúde ético/moral da maioria de nós é precária; e, quando passa o efeito do desodorante “hipocrisia”, sai de perto que o cheiro é forte.
Quando nos despimos dessas vestimentas e máscaras; nós não conseguimos permanecermos próximos uns dos outros nem por breves momentos. Nem olhar no espelho da consciência. Somos todos manos – ex-irmãos estelares.
Exploração intelectual:
Doença muito parecida com a credulidade.
Quando estamos regidos pela lei da vantagem (egoísmo) toda cobaia é cobaia de outra cobaia.
O diagnóstico diferencial embora seja simples, exige muito treino.
Quando se trata de vacinar bicho que pensa contra bicho que não pensa, quase sempre dá certo – mas, em se tratando de ser humano nem tanto; aí, o bicho pega. Pois, palavras exprimem idéias, conceitos, fatos; mas sempre estão sujeitas a interpretações tanto objetivas quanto subjetivas – esse é o lema da pseudo justiça que vigora quando as pessoas que tem o poder de julgar estão contaminadas em seu DNA cultural pela religião do egoísmo.
Por exemplo: explorados e os que se deixam explorar são parasitas uns dos outros. Entre nós eleitos e eleitores; é difícil saber quem é quem; pois somos muito parecidos; quase do mesmo tamanho; todos nós temos cabeça, tronco e membros, olhos ouvidos, nariz e garganta, mais ou menos pêlos ou penugens. Até falamos, alguns de nós até conseguem se comunicar com os outros de forma clara e até lúcida sem maneismos ou idiosimcrasismos.
Nas eleições da vida:
Sempre foi assim, uns pensam mais que outros e tentam vender-lhes sua forma de enxergar as coisas e de embolsar. Revendemos nossas interpretações para satisfazermos nossos desejos e até as nossas necessidades mais desnecessárias...
No entanto, antes de ficarmos chamando as pessoas de preguiçosas; torcidas organizadas; ou manos de qualquer bandeira; é preciso que se dê o devido desconto; os que pensam mais usam de muitos ardis, principalmente, exploram o medo e a preguiça da maioria; às vezes, chegam ao terrorismo psicológico para vender e valorizar seus produtos. Ou então, mentem descaradamente na TV, principalmente, sobre as vantagens, escondendo os perigos e os riscos (vale a pena rever todos os conceitos de ontem e de hoje de mídia e marketing – Já tomou sua vacina globalizada da hora?).
Irresponsabilidade (o termo politicamente correto é carência de responsabilidade):
A justiça eleitoral cósmica; também chamada de natureza, “aprontou” com o candidato a ser humano; caso contrário, a vida não teria nenhum sabor. Não importa a que partido pertença; ela dotou-o com a possibilidade de desenvolver a capacidade de se candidatar; votar: escolher; decidir - o que, sempre implica numa unidade ou conjunto de causa e efeito. Toda decisão humana sempre tem um preço, um custo a pagar ou a gozar – cada eleitor tem o candidato e o representante eleito que merece – o que varia é a noção de responsabilidade – quem se candidata tem mais a responder. Alerta para os incapacitados: quando alguém que elegemos vai para os quintos dos infernos: nós vamos juntos; na qualidade de assessores.
Paradoxos:
A intoxicação intelectual e emocional, criada pelo excessivo consumo de paradoxos do tipo “samba do criolo (hoje simplesmente mano) doido” deteriora o sistema nervoso da sociedade; e faz com que as pessoas envolvidas na arte da política nacional pensem uma coisa, verbalize outra na mídia; e, executem o que não corresponde ao que pensaram nem ao que falaram; especialmente, em época de eleição.
O agente doentio da mesma família chamado “intoxicação paradoxal” cria uma doença mais complexa chamada cretinização intelectual, doença perigosa que pode destruir a capacidade de humanização até por milênios ou um espaço de tempo que não pode ser contado nem no relógio nem no calendário – diziam que nosso rincão seria o coração do mundo e a salvação dos eleitores da humanidade; essa previsão foi feita antes de se conhecerem os atuais representantes desta medíocre sociedade: quase todos nós.
Tradição e cultura:
A mixórdia de tradição e cultura está azedando a qualidade de vida da população.
Safadinhos os partidos políticos sem metas nem convicções (tal e qual as seitas religiosas que funcionam como lavanderias de dinheiro). A mistura de política com esse tipo de religião só podia dar bolo mal cheiroso. Pior é a mistura de lideranças religiosas com sindicalismo – não ter valores decentes nem nada em que crer, é um dos agentes mais devastadores da evolução humana.
Maldita tradição e cultura; pois sua capacidade de perpetuar a mediocridade é ainda inimaginável para a maior parte de nós; pois, pode se conservar durante milhares de anos; ou milhões? Tradição e a cultura, essa é a coisa mais mutante que existe, e que pode ser propagada até por via genética. Não se sabe ainda, suspeita-se apenas, como é que algumas pessoas conseguem apresentar sintomas de várias doenças até antes de nascer...
Essa coisa infecciosa até parece pensar – por exemplo, a cretinice política que acomete candidatos e eleitores; ela se enfronhou de tal forma no mapa genético da espécie, que é capaz de controlar a mente das pessoas (alguns pensadores até ousaram chamá-la de pecado ou de prevaricação na profissão de julgar).
Panacéia:
Uma das experimentações humanas mais contagiantes e doentias é a panacéia. Um troço, um vírus, uma enzima; sei lá.
Talvez ela seja o material de geração das novas doenças que surgem como a H1N1; e breve sua sucessora; que ainda não recebeu o batismo da ciência a serviço dos eleitos; até que se esgotem as vacinas da antiga – a panacéia é o resultado do cruzamento da credulidade com nossa preguiça com alguns genes da esperteza e da astúcia; pressurizada com o medo e a crueldade do desejo de ser mais; de ter mais do que os outros e que resultou num bichinho cruel; porque parece pensar e que realimenta a cultura da doença da ganância ou do homem que parece um cachorro correndo atrás do próprio rabo; políticos e eleitores.
Provavelmente nós ainda teremos muitos anos como campeões da gariba; do quebra galho; do jeitinho...
Banalização:
Como somos experts em avacalhar as Leis da Vida; nós detonamos com todos os conceitos simples tentando torná-los simplórios; nós não poderíamos escapar da banalização da vacinação da ética e da moral. Apenas, para que tudo continue na mesma: hábitos, vícios, tipo de comportamento..., busca-se uma vacina. Seu principal aliado é um fungo que pode ser usado de forma benéfica chamado: mídia.
Desumanização na arte da política:
Será que alguém pode perder o que nunca possuiu?
Há solução?
Sob a ação da dor dos deslizamentos de terra que matam centenas de pessoas dentre os 40 milhões de brasileiros que vivem em áreas de risco de continuar sua tarefa de vida; como irmãos e não como manos – e que apenas erraram (não deixa de ser crime) ao permitirem ser gerenciados por oportunistas que deturpam o uso de recursos e de verbas da comunidade produtiva ou que de forma simplória e imbecil ficam culpando a natureza pela desgraça dos que se puseram (pelo voto).
Escola decente neles!
Capacidade de discernir:
É o sistema imunitário ético/moral das pessoas.
Tal e qual a AIDS da política; é nele que a maioria das doenças que impedem a humanização dos indivíduos costuma se instalar, enfraquecendo o caráter (filho de peixe; peixinho é – vide a história da prole dos eternos candidatos a comandar a vida dos pobres eleitores); instalando um forte processo de anemia do raciocínio lógico e da capacidade da vontade.
O esperado é que todas as pessoas desejassem desenvolver a capacidade de discernir. Não é bem o que acontece. Muitos desejam que os outros escolham e decidam por eles. No fundo, é uma tentativa simplória de tentar se livrar da responsabilidade.
O estudo dessa relação custo/benefício da aplicação da vacina bioética: capacidade de discernir para votar melhor e para ajudar os nada competentes a se candidatarem; necessita de urgente avaliação para aplicação imediata; deve entrar em regime de urgência nas discussões dos plenários.
Medidas preventivas:
As pessoas se preocupam muito com normas sanitárias para evitar a importação de doenças naturais ou pré-fabricadas de outros lugares (invasão cultural); no entanto, permitem a invasão de paradoxos em lata (arremedos de partidos políticos); e de candidatos em conserva (mal educados) que intoxica a mente e a capacidade de discernir desde crianças muito pequenas até adultos.
A salvação tem que vir de fora?
Ou pode surgir de dentro de cada um?
Muitas mentes brilhantes de dentro ou de fora do planeta, isso, ninguém sabe, já tentaram. A impressão que se tem é que falharam, ao menos, por enquanto, quase todos foram mortos: envenenados, esquartejados, crucificados, queimados, processados.
O que é possível fazer de imediato?
Tirar as maçãs podres da caixa da política! Dirão as pessoas que pensam um tiquinho.
Qual a dificuldade? – Espero sinceramente que os filósofos e profetas de botequim de final da tarde não tenham razão: “Se tirar as maçãs podres da política os plenários ficarão ás moscas...
Como otimista inveterado; eu creio que nossos dirigentes políticos não irão permitir tamanha aberração; será mais um começo do fim...
FICHA LIMPA JÁ!
MORDAÇA FORA!
VACINA ÉTICO-MORAL NELES!
Aqui entre nós; várias gerações cresceram e formaram sua visão de mundo sob a ótica: “políticos são corruptos e interesseiros” – claro que motivos não faltaram, tivemos ícones da política que se reelegeram eleição após eleição, cujo lema era: “rouba; mas faz”; “prrove”; - e mesmo sendo motivo de pilhéria; eles foram sistematicamente idolatrados por seus iguais; porque os elegeram – esse desastre social que se originou de uma educação medíocre em valores, tanto na vida em família quanto na escola; gerou a instauração de CPIs tão inúteis quanto ineficientes; e que crescem em progressão geométrica de governo a governo.
Sem dúvida a democracia é provavelmente, a melhor forma de governar; mas, quando se trata de sociedades pobres em conhecimento; capacidade de discernir e ética – ela torna-se uma cruel ditadura da maioria manipulada pelos interesses de castas e grupos mais espertos – uma verdadeira tragédia.
É urgente educar para a política – “Educação Política” deve tornar-se matéria obrigatória desde os primeiros anos de vida das crianças para evitarmos desastres como: “Vou votar no menos; pior” – “É obrigação do governo” – “Melhor deixar os ratos gordos no poder; pois, os magros vão com muita sede ao pote dos bens públicos”...
A maioria dos eleitores desconhece as atribuições de cada poder – cobram do executivo o que é obrigação do judiciário ou do legislativo e desconhecem a ação do quarto poder ou máquina administrativa, que vive saindo dos trilhos.
O que minha opção política tem a ver com minha sanidade?
Tudo – É preciso que haja uma opção política de saúde adequada e coerente para que cada pessoa e a coletividade tenham um mínimo de condições de qualidade de vida; mas, isso, se faz com articulação, programas, execução de metas e vontade honesta: um santo remédio.
Claro que recursos são necessários; mas se no momento presente há problemas; não é por falta deles; mas sim, do mau uso e dos desvios.
Quero distância da política!
Gostaria de dizer aos leitores para preservar sua saúde e não assistir aos programas políticos que terão início em breve para esta eleição; talvez uma das mais importantes a definir nosso futuro em todos os sentidos possível.
Mas, digo que assistam sim; nem que seja para se penitenciar pela falta de coerência e até de decência; especialmente os que costumam vender o voto a troco de promessas de vantagens para si ou os seus - mas, tomem cuidado para não ferir os ouvidos dos em torno com comentários jocosos e ferinos – espero que alguns comentaristas de sofá que sempre escolheram sem discernir; e que depois ficam falando mal dos políticos, sem ter movido uma palha para melhorar alguma coisa na vida pública; sem nem ao menos terem cobrado de seus representantes as promessas feitas antes da eleição; que esses, possam curtir uma bela crise de gastrite; urticária ou até quem sabe um AVC, um infarto para desocupar lugar no planeta.
É preciso lembrar que as desculpas do tipo: Faço minha parte! - Cumpro com minhas obrigações! - e outras do tipo; não serve mais - Nesta altura do campeonato cumprir apenas com as obrigações não serve mais – é preciso ir além; engajar-se, participar; assumir o papel democrático: o governo somos nós e nossos representantes apenas devem espelhar nossa vontade sob pena de serem demitidos – somente uma sociedade politicamente organizada poderá nos trazer paz; prosperidade; saúde; e, o principal: perspectiva de continuidade para nossos descendentes ou desenvolvimento ecologicamente sustentável.
A propósito:
Está em andamento na Câmara dos Deputados uma das famosas manobras políticas de preservação de interesses de pessoas e grupos – também chamada por alguns gozadores da vida política de farra de direitos.
Enquanto o projeto “Ficha Limpa”; aquele que tenta barrar os políticos fichados como contraventores da justiça, agoniza; outro projeto, o da “Mordaça” que tenta impedir o Ministério Público” de processar pessoas por atos ilícitos; ao responsabilizar pessoalmente promotores; que “supostamente” agirem de má fé ou de forma política. Apenas algumas pessoas de expressão pública se manifestaram; como o presidente da OAB, Ophir Cavalcante: “O nosso sentimento é de frustração”. Dom Dimas Lara Barbosa, secretário-geral da CNBB, disse: “É decepcionante que os partidos grandes estejam tão temerosos, com tantos medos, com tantas obstruções, quando se trata de ética”.
O que nós cidadãos comuns e eleitores podemos fazer para colaborar e evitar essa tragédia política que vai ajudar a enterrar nossa sociedade?
Muito.
Além de nos manifestarmos publicamente em caráter de urgência; usando todos os recursos da comunidade á disposição – também num prazo mais longo, é preciso usar o conceito:
Preservar; resguardar; prevenir: vacinar
Será que até na vida política o conceito de vacina é viável?
Um dia alguém muito observador descobriu que ao se administrar um agente patológico atenuado ou numa concentração muito baixa; ele era capaz de produzir uma reação de defesa do organismo como se tivesse realmente ocorrido a doença.
No caso da arte da sanidade da política com ética; o agente seria a educação de base.
Como todas as idéias simples, a de vacinar, prevenir, ou educar; é relativamente eficaz.
Com esse artifício, o sistema imunitário é ativado (sociedade bem organizada politicamente), e daí em diante, toda a vez que o agente específico retorne (candidato safado eleito); a coletividade já se encontra preparada para manter tudo sob relativo controle através de Instituições Públicas fortes, íntegras, confiáveis.
A atuação se faria estimulando as defesas específicas do organismo da sociedade contra o agente (formando pessoas éticas que se tornarão profissionais a serviço do bem comum, como exemplo: advogados magistrados e promotores de justiça). Seja exercitando o sistema imunitário de forma geral (sociedade mais justa e organizada que cobra fortemente atitudes éticas).
Pequenas causas, pequenos efeitos.
Fortes causas, intensos efeitos.
Não é preciso revoluções nem qualquer tipo de violência ou perseguições para restaurar a sanidade política e social; para atingir isso, basta a boa vontade e a capacidade de refletir - mãe do bom e inteligente senso.
Introduzido na educação, esse princípio de aprender de forma simples, suave e eficiente quando aplicado á evolução humana; ele pode ser chamado de desenvolver a capacidade de discernir dos eleitores entre o que é adequado ou não; bom ou mau; justo ou injusto.
Para facilitar o processo:
Muitos são os recursos á disposição; e entre nós a aplicação do Evangelho, assim como outros conjuntos do saber que aglutinam as leis da vida é o caminho mais curto.
A ética cósmica é a vacina por excelência.
Uma vez aplicada, pode levar calmamente a um estado de paz e prosperidade íntima e social – mediante sua aplicação sem rótulos religiosos (siglas de partidos políticos).
Daí em diante; graves doenças da arte da política como: mentiras; roubos; estupros de direitos; prevaricações; subornos; traições, maledicência; calúnia; violência física ou moral; guerras de interesses, etc. Tudo isso, pode e, deve ser evitado.
A questão é:
O que nos impede de transferirmos o mesmo raciocínio do conceito de vacina de forma simples, prática e eficiente, para impedir as epidemias das doenças da alma na arte de viver em sociedade, ou política - o que nos impede de praticar a ética cósmica?
Já está impregnado no nosso DNA cultural um potente vírus mental: a lei de Gerson aprovada pela prática de levar vantagem em tudo - Essa é uma doença cultural a ser combatida para evitar grandes e devastadoras epidemias sociais: depressão; angústia existencial; pânico; surtos psicóticos; paranóias; revoluções; guerras; desemprego; fome de comida e de justiça, etc.
Vacinas servem tanto para imunizações de curto quanto de longo prazo.
Nas doenças éticas da vida pública; ás vezes num prazo curto é impossível que vacinas funcionem; daí é preciso uma cirurgia moral drástica do tipo; cassar o mandato ou aplicar os recursos á disposição da justiça comum.
Nas de longo prazo, para que consigamos um melhor estado de sanidade pessoal e coletivo, precisamos do esforço e da boa vontade de todos; sem exclusão; nem inclusões forçadas.
A palavra de ordem na vacinação de longo e médio prazo é:
Vacine-se e vacine seu filho contra:
Falsas expectativas. Frustrações. Sofrimento. Medo. Preguiça. Ansiedade. Ilusão. Agressividade. Cadeia. Manicômio. Medo da morte. Violência. Desonestidade. Pois ele com certeza, ele se tornará um cidadão; e até quem sabe um que escolheu a tarefa da arte da política; a missão de representar os anseios e as necessidades de seus pares (eleitores).
Esta é uma campanha urgente para uns, e sem sentido para outros... Mas, lembra da dica do Mestre: Bem aventurados os aflitos?
Se, já não estás no bem bom das mamatas e das mordomias da vida; se, o câncer; o vício do fumo, a dependência das drogas lícitas ou condenadas, o alcoolismo, a marginalidade, o desmanche da família, e a violência já bateram à sua porta, mexe-te. Pois, precisamos da tua ajuda.
Caso ainda seja um cidadão estilo crítico de sofá e, esteja assistindo o que ocorre a você e aos que te cercam, não perde tempo. Pois, já disse um sábio que em prevenir está a sabedoria. Dentro desse conceito está contido o de vacina.
Se tu és feliz e realizado hoje; se te achas seguro como cidadão do “Quarto Poder” concursado até a eternidade; esquece os direitos adquiridos e a aposentadoria diferenciada - Se ainda vives na ilusão do transitório; não te imagines a salvo de nenhuma das dores da alma, caso as situações que estão por vir te encontrem despreparado – pois, nos descuidos da ética todos habitamos zonas de risco de inundações e deslizamentos na moral.
Fica esperto:
Desconfia de vacinas criadas ao deus dará (tipo leis que apenas servem para acomodar interesses pessoais e de grupos ou panelinhas á sombra do poder); e que servem apenas para acomodar interesses de todos os tipos – pois, de alguma forma; não importa que idade nós tenhamos; e em que faixa etária e de risco estejamos; todos nós precisamos nos vacinar contra as doenças da ética e da moral no trato com as coisas públicas.
Vacinar-se como opção clara e com conhecimento dos motivos e da necessidade é mais saudável do que ser vacinado sob circunstâncias compulsórias e dolorosas no decorrer das epidemias.
Vacine-se já, para não precisar de uma dolorosa cirurgia moral aqui ou no além...
Recursos?
Já os há de sobra.
Investimentos?
Basta a boa vontade.
Locais?
Cada lar, escola, centros comunitários, clubes, associações; e principalmente nas urnas...
Contamos com a colaboração de todos.
A tentativa de estudar as dores da alma social e política sob todos os prismas é muito antiga. Neste trabalho de estudar as relacionadas á proximidade do poder político e institucional (aquele do tipo “otoridade: Sabe com quem está falando?”) – nesta brincadeira de falar sério; nós apenas agregamos ao Evangelho os conhecimentos da psicologia, medicina preventiva, bioenergia, bioética e sociologia na tentativa de mostrar de forma simples e prática que é possível evitarmos com medidas simples; muitas doenças da alma particularizadas e até epidemias de mediocridade social do tipo bolsas e de gente que embolsa.
Pode parecer estranho falar em epidemia de doenças da alma na vida pública e na arte da política; no entanto, não é; e citamos como exemplo a obesidade dos interesses...
Em época de guerras e revoluções, por exemplo, o clima de violência, crueldade, vingança; é capaz de potencializar todas as tendências individuais e fazer com que se manifestem nas atitudes das pessoas – mas, na vida pública sob a lei de “levar vantagem em tudo”, as manifestações de ganância e crueldade não se resumem apenas a mortes em filas á espera de atendimento na área da saúde; passa também por outros rincões da consciência; como por exemplo; o Robinhudismo ao contrário: roubar dos pobres e aposentados para encher a bolsa dos ricos; ou dos que se acham imune ás Leis da Vida.
Políticos eleitos são espelhos dos eleitores:
Sob a visão que pretendemos dar ao eleitor; os antigos pecados dos políticos por nós eleitos, apenas refletem nossos defeitos de caráter.
Como somos peritos em desculpas e justificativas; para atenuar a culpa compartilhada; nossos distúrbios de caráter são vistos como: falta de oportunidades; desajustes emocionais; neuroses; desequilíbrios íntimos; paranóias educacionais e sócio/culturais. Mas depois; após o julgamento pelo qual todos nós passaremos; sejamos eleitos ou eleitores; e que será executado no tribunal da própria consciência - nele as vítimas são ao mesmo tempo testemunhas de acusação; promotores; juízes e executores; os infratores podem solicitar internação em reformatórios do tipo: umbral; purgatório e outras denominações do além; que aqui entre nós, hoje, no jargão judicial recebem o nome de Casa de Custódia; Manicômio judiciário.
Se todos nós candidatos a políticos e eleitores tivéssemos saber a esse respeito; a maioria das doenças da arte da política seria evitada. Atenção eleitores: é tão culpado o prevaricador quanto aquele que o colocou na condição; especialmente os que ajudam a reeleger os que têm mais dificuldade em manter-se íntegros na ética; mandato após mandato.
Na verdade, nós os pecadores da arte da política: candidatos e eleitores; precisamos de tratamento psicológico; auto-análise; discernimento; praticar a reparação; reciclagem íntima; e quem sabe às vezes até uma cirurgia moral; ao invés de repressão; terrorismo religioso: castigos; infernos; purgatórios; prepotência no saber; vantagens fiscais perante a divindade ou pedofilia. O céu ou o inferno está onde se encontra o eleitor em evolução; seja nesta ou noutra dimensão da vida. Imaginemos a fila de cobradores que morreram na fila de um SUS; de fome; de raiva; de ódio; cobrando de um prevaricador que se preocupou apenas em “embolsar” – para muitos de nós; provavelmente a eternidade será o amanhã...
Dificuldades ou impedimentos?
Claro que os há:
O principal deles, a pior doença, é a pobreza de qualidade humana da maior parte de nós – e dentre elas:
A ignorância:
Doença terrível; filha do medo e da preguiça, dois vírus destruidores capazes de impedir a humanização das pessoas – e que se alimentam de bolsas que sustentam os embolsadores e os embalsamizadores da Inteligência crítica; teoricamente a serviço do bem comum (nada a ver com bem comunista – doença bem mais grave).
Muitos eleitos e eleitores estão bastante doentes, cada vez mais doentes. Estão ficando cegos e surdos; aos poucos, atacados por uma doença insidiosa chamada credulidade (tem olhos; mas não enxergam; tem ouvidos; mas não querem ouvir – apenas tem umbigos e bolsos em paraísos fiscais).
A pior ignorância é a voluntária; essa é destruidora da paz por longo tempo.
Credulidade:
A credulidade eleitoral é uma doença degenerativa que ninguém sabe ao certo de onde veio; se apareceu naturalmente ou se foi criada em algum desses laboratórios inventados pela ciência das mentes brilhantes – pela mídia dos plim plins; tchan tachan cham cam; e congêneres.
Seu diagnóstico esbarra em tremendas dificuldades técnicas.
O agente que causa a credulidade é um mutante que rapidamente se traveste de um indigente a um intelectual dos mais graduados. (Não cabe neste trabalho discutir tema tão vasto; sugerimos ao eleitor que procure em textos de medicina bioética; a medicina do futuro que já está à disposição dos interessados – a atualização do Evangelho é uma boa pedida; pois o “pé da letra” fede a chulé intelectual).
Algumas pinceladas sobre seus sintomas:
Seus portadores podem aparentar muita saúde intelectual e exibir muitas pós-graduações. Eles se maquiam com a instrução desde a mais barata e vulgar como os candidatos eleitos que se orgulham de mal saber ler; à mais sofisticada com passagens pelo exterior. Colocam-se adornos de sabedoria. Vestem-se como reis ou como gatos borralheiros.
Tudo isso para disputar os melhores lugares no teatro da vida ou apenas para não sermos excluídos.
Todos nós queremos nos sentar nos primeiros lugares para assistir à peça da moda. Para isso, para sermos admirados e invejados vale tudo: enganar, mentir, corromper, roubar, subornar, qualquer coisa para conseguir o ingresso das primeiras filas.
No entanto, a saúde ético/moral da maioria de nós é precária; e, quando passa o efeito do desodorante “hipocrisia”, sai de perto que o cheiro é forte.
Quando nos despimos dessas vestimentas e máscaras; nós não conseguimos permanecermos próximos uns dos outros nem por breves momentos. Nem olhar no espelho da consciência. Somos todos manos – ex-irmãos estelares.
Exploração intelectual:
Doença muito parecida com a credulidade.
Quando estamos regidos pela lei da vantagem (egoísmo) toda cobaia é cobaia de outra cobaia.
O diagnóstico diferencial embora seja simples, exige muito treino.
Quando se trata de vacinar bicho que pensa contra bicho que não pensa, quase sempre dá certo – mas, em se tratando de ser humano nem tanto; aí, o bicho pega. Pois, palavras exprimem idéias, conceitos, fatos; mas sempre estão sujeitas a interpretações tanto objetivas quanto subjetivas – esse é o lema da pseudo justiça que vigora quando as pessoas que tem o poder de julgar estão contaminadas em seu DNA cultural pela religião do egoísmo.
Por exemplo: explorados e os que se deixam explorar são parasitas uns dos outros. Entre nós eleitos e eleitores; é difícil saber quem é quem; pois somos muito parecidos; quase do mesmo tamanho; todos nós temos cabeça, tronco e membros, olhos ouvidos, nariz e garganta, mais ou menos pêlos ou penugens. Até falamos, alguns de nós até conseguem se comunicar com os outros de forma clara e até lúcida sem maneismos ou idiosimcrasismos.
Nas eleições da vida:
Sempre foi assim, uns pensam mais que outros e tentam vender-lhes sua forma de enxergar as coisas e de embolsar. Revendemos nossas interpretações para satisfazermos nossos desejos e até as nossas necessidades mais desnecessárias...
No entanto, antes de ficarmos chamando as pessoas de preguiçosas; torcidas organizadas; ou manos de qualquer bandeira; é preciso que se dê o devido desconto; os que pensam mais usam de muitos ardis, principalmente, exploram o medo e a preguiça da maioria; às vezes, chegam ao terrorismo psicológico para vender e valorizar seus produtos. Ou então, mentem descaradamente na TV, principalmente, sobre as vantagens, escondendo os perigos e os riscos (vale a pena rever todos os conceitos de ontem e de hoje de mídia e marketing – Já tomou sua vacina globalizada da hora?).
Irresponsabilidade (o termo politicamente correto é carência de responsabilidade):
A justiça eleitoral cósmica; também chamada de natureza, “aprontou” com o candidato a ser humano; caso contrário, a vida não teria nenhum sabor. Não importa a que partido pertença; ela dotou-o com a possibilidade de desenvolver a capacidade de se candidatar; votar: escolher; decidir - o que, sempre implica numa unidade ou conjunto de causa e efeito. Toda decisão humana sempre tem um preço, um custo a pagar ou a gozar – cada eleitor tem o candidato e o representante eleito que merece – o que varia é a noção de responsabilidade – quem se candidata tem mais a responder. Alerta para os incapacitados: quando alguém que elegemos vai para os quintos dos infernos: nós vamos juntos; na qualidade de assessores.
Paradoxos:
A intoxicação intelectual e emocional, criada pelo excessivo consumo de paradoxos do tipo “samba do criolo (hoje simplesmente mano) doido” deteriora o sistema nervoso da sociedade; e faz com que as pessoas envolvidas na arte da política nacional pensem uma coisa, verbalize outra na mídia; e, executem o que não corresponde ao que pensaram nem ao que falaram; especialmente, em época de eleição.
O agente doentio da mesma família chamado “intoxicação paradoxal” cria uma doença mais complexa chamada cretinização intelectual, doença perigosa que pode destruir a capacidade de humanização até por milênios ou um espaço de tempo que não pode ser contado nem no relógio nem no calendário – diziam que nosso rincão seria o coração do mundo e a salvação dos eleitores da humanidade; essa previsão foi feita antes de se conhecerem os atuais representantes desta medíocre sociedade: quase todos nós.
Tradição e cultura:
A mixórdia de tradição e cultura está azedando a qualidade de vida da população.
Safadinhos os partidos políticos sem metas nem convicções (tal e qual as seitas religiosas que funcionam como lavanderias de dinheiro). A mistura de política com esse tipo de religião só podia dar bolo mal cheiroso. Pior é a mistura de lideranças religiosas com sindicalismo – não ter valores decentes nem nada em que crer, é um dos agentes mais devastadores da evolução humana.
Maldita tradição e cultura; pois sua capacidade de perpetuar a mediocridade é ainda inimaginável para a maior parte de nós; pois, pode se conservar durante milhares de anos; ou milhões? Tradição e a cultura, essa é a coisa mais mutante que existe, e que pode ser propagada até por via genética. Não se sabe ainda, suspeita-se apenas, como é que algumas pessoas conseguem apresentar sintomas de várias doenças até antes de nascer...
Essa coisa infecciosa até parece pensar – por exemplo, a cretinice política que acomete candidatos e eleitores; ela se enfronhou de tal forma no mapa genético da espécie, que é capaz de controlar a mente das pessoas (alguns pensadores até ousaram chamá-la de pecado ou de prevaricação na profissão de julgar).
Panacéia:
Uma das experimentações humanas mais contagiantes e doentias é a panacéia. Um troço, um vírus, uma enzima; sei lá.
Talvez ela seja o material de geração das novas doenças que surgem como a H1N1; e breve sua sucessora; que ainda não recebeu o batismo da ciência a serviço dos eleitos; até que se esgotem as vacinas da antiga – a panacéia é o resultado do cruzamento da credulidade com nossa preguiça com alguns genes da esperteza e da astúcia; pressurizada com o medo e a crueldade do desejo de ser mais; de ter mais do que os outros e que resultou num bichinho cruel; porque parece pensar e que realimenta a cultura da doença da ganância ou do homem que parece um cachorro correndo atrás do próprio rabo; políticos e eleitores.
Provavelmente nós ainda teremos muitos anos como campeões da gariba; do quebra galho; do jeitinho...
Banalização:
Como somos experts em avacalhar as Leis da Vida; nós detonamos com todos os conceitos simples tentando torná-los simplórios; nós não poderíamos escapar da banalização da vacinação da ética e da moral. Apenas, para que tudo continue na mesma: hábitos, vícios, tipo de comportamento..., busca-se uma vacina. Seu principal aliado é um fungo que pode ser usado de forma benéfica chamado: mídia.
Desumanização na arte da política:
Será que alguém pode perder o que nunca possuiu?
Há solução?
Sob a ação da dor dos deslizamentos de terra que matam centenas de pessoas dentre os 40 milhões de brasileiros que vivem em áreas de risco de continuar sua tarefa de vida; como irmãos e não como manos – e que apenas erraram (não deixa de ser crime) ao permitirem ser gerenciados por oportunistas que deturpam o uso de recursos e de verbas da comunidade produtiva ou que de forma simplória e imbecil ficam culpando a natureza pela desgraça dos que se puseram (pelo voto).
Escola decente neles!
Capacidade de discernir:
É o sistema imunitário ético/moral das pessoas.
Tal e qual a AIDS da política; é nele que a maioria das doenças que impedem a humanização dos indivíduos costuma se instalar, enfraquecendo o caráter (filho de peixe; peixinho é – vide a história da prole dos eternos candidatos a comandar a vida dos pobres eleitores); instalando um forte processo de anemia do raciocínio lógico e da capacidade da vontade.
O esperado é que todas as pessoas desejassem desenvolver a capacidade de discernir. Não é bem o que acontece. Muitos desejam que os outros escolham e decidam por eles. No fundo, é uma tentativa simplória de tentar se livrar da responsabilidade.
O estudo dessa relação custo/benefício da aplicação da vacina bioética: capacidade de discernir para votar melhor e para ajudar os nada competentes a se candidatarem; necessita de urgente avaliação para aplicação imediata; deve entrar em regime de urgência nas discussões dos plenários.
Medidas preventivas:
As pessoas se preocupam muito com normas sanitárias para evitar a importação de doenças naturais ou pré-fabricadas de outros lugares (invasão cultural); no entanto, permitem a invasão de paradoxos em lata (arremedos de partidos políticos); e de candidatos em conserva (mal educados) que intoxica a mente e a capacidade de discernir desde crianças muito pequenas até adultos.
A salvação tem que vir de fora?
Ou pode surgir de dentro de cada um?
Muitas mentes brilhantes de dentro ou de fora do planeta, isso, ninguém sabe, já tentaram. A impressão que se tem é que falharam, ao menos, por enquanto, quase todos foram mortos: envenenados, esquartejados, crucificados, queimados, processados.
O que é possível fazer de imediato?
Tirar as maçãs podres da caixa da política! Dirão as pessoas que pensam um tiquinho.
Qual a dificuldade? – Espero sinceramente que os filósofos e profetas de botequim de final da tarde não tenham razão: “Se tirar as maçãs podres da política os plenários ficarão ás moscas...
Como otimista inveterado; eu creio que nossos dirigentes políticos não irão permitir tamanha aberração; será mais um começo do fim...
FICHA LIMPA JÁ!
MORDAÇA FORA!
VACINA ÉTICO-MORAL NELES!
sábado, 3 de abril de 2010
FREUD EXPLICA – HOJE – O QUE ELE DIRIA?
Que delícia de dilema
Qual o papel do sexo na nossa evolução?
Nesse quesito, Freud tinha razão; mesmo que se tente disfarçar desejos e intenções; a busca da relação entre homens e mulheres, e entre os homossexuais, está quase sempre voltada para a sexualidade bem ou mal definida ou intencionada.
De forma explícita ou camuflada quando nos interessamos por alguém “fazemos sexo” com os olhos, com o pensamento, etc. Desde o começo dos tempos foi dessa forma; no entanto, na atualidade, a deusa “mídia” ajudou a transformar um recurso divino para a evolução como o sexo numa idéia quase fixa (obsessão).
A energia sexual é força de imenso potencial no progresso da humanidade.
Quando em equilíbrio: revigora; harmoniza; impulsiona; dá vida; desenvolve e liberta; faz desabrochar o gérmen do amor na interação entre criaturas; impulsiona o progresso.
Quando em desequilíbrio: descarrega energias; enlouquece; aprisiona; exacerba egoísmo e orgulho; nessas condições não ocorre troca; usa-se ou possui-se; vende-se ou troca-se; o que gera débitos a serem corrigidos futuramente.
Como começou a encrenca da sexualidade mal conduzida?
Somos capazes de desviar e viciar instintos que levaram milhões de anos em desenvolvimento; teimamos também em viciar a fisiologia, pois comemos sem ter fome (instinto de sobrevivência); matamos por esporte ou lazer; usamos a energia sexual por puro prazer (instinto de perpetuação da espécie) chegando às raias do egoísmo desajustado: somos os únicos que tem relação sexual sozinhos; e há os que pagam para fazer sexo; e, se prostituem.
Um recurso tão poderoso na mão de “crianças em evolução”; sem dúvida, poderia tornar-se um brinquedo perigoso.
Daí, o uso das energias sexuais, tornou-se um foco de desequilíbrios, cujo conjunto causa - efeito flui e reflui pela eternidade; até mesmo nas tendências inatas para adoecer – além disso, a energia sexual em desalinho é um dos principais veículos detonadores de violências; traições; assassinatos; suicídios - o que gera débitos que atravessarão séculos ou milênios até o inexorável resgate ou reparação.
Usar bem a energia sexual é uma das matérias mais difíceis da evolução humana; quem a dominar, segue feliz e com a consciência cada vez mais desperta e ampliada.
O mau uso do sexo como veículo de promoção social; comercial; artística e cultural.
O uso da sexualidade como moeda com graves e imprevisíveis conseqüências para o desenvolvimento pessoal e coletivo, é bem antigo – a diferença é que na atualidade aumenta o perigo; até por que na vida contemporânea, as maiores vítimas do consumismo sexual são as crianças e os jovens. Aí estão nos noticiários do cotidiano; notícias nas quais crianças e jovens se tornam protagonistas de ocorrências nefastas dos prazeres sexuais (dos adultos, principalmente); dos amores descontrolados; traições; vinganças; morte. Os perigos são crescentes; pois um dos efeitos do estresse crônico do qual as crianças são as grandes vítimas é o aumento do cortisol - um dos mediadores químicos que se elevou de forma constante; e um de seus efeitos é acelerar a maturidade sexual – com isso, é comum que vejamos por aí, meninas de 6 ou 7 anos de idade com “corpinho de 15” a despertar o olhar e os desejos cobiçosos de adultos com doenças educacionais cada vez mais graves – nestas bandas a maior parte da violência sexual “materializada” contra crianças e jovens fica quase impune; pois é cometida entre as paredes da vida em família – cada vez mais desorganizada e sem valores. Segundo as estatísticas de violência e de assédio sexual contra crianças e adolescentes, a maior parte é gerado por namorados da mãe; irmãos; enteados – claro que esse problema de falta de qualidade humana não é recente; porém na atualidade, toma dimensões que deveria nos preocupar e gerar medidas eficazes de combate. Muitas vidas são deformadas por esse tipo de agressão covarde que gera marcas difíceis de apagar.
Como desgraça pouca é bobagem; sob a ação do estilo de vida atual, a idade de primeira menstruação abaixa rapidamente – a de primeira relação sexual consentida ou não, também – como efeito colateral: o risco de DST; gravidez cada vez mais precoce e aborto; também aumenta. Mais um fator de peso se acrescenta ao problema: o uso da Internet possibilitando a explosão de todo tipo de tara e desvios de conduta sexual latentes.
Como a energia sexual mal direcionada pode nos fazer adoecer?
Na condição egoísta de sexualidade, um dos parceiros seqüestra a vitalidade emocional do outro – ou eles se exploram reciprocamente; caindo ambos em exaustão.
A insatisfação crônica é uma das marcas registradas de nossa pouca maturidade psicológica – No contexto da sexualidade não poderia ser diferente; estamos insatisfeitos século após século – nesta época de mídia de ação rápida criou-se a cultura do orgasmo; a ilusão do prazer sexual pelo simples prazer nos traz inúmeros sofrimentos; pois sem o amor que lhe dá harmonia, ele é como um sonho e; quem faz uso do sexo dessa forma, sempre acorda dele insatisfeito; é preciso cautela, pois confundimos cobiçar o corpo, a companhia, as sensações, com o verdadeiro amor; o sexo é o caminho, não o fim...
No campo da evolução pessoal: o desequilíbrio energético causado pela idéia fixa, que deixa estagnadas as energias sexuais; afeta profundamente o centro de força genésico; e seu efeito é devastador; pois afeta a maioria dos outros chakras, causando lesões e disfunções no corpo físico em órgãos importantes; e, além disso; deixa terreno propício para doenças sexualmente transmissíveis proliferarem.
Pior ainda:
Os desequilíbrios não corrigidos no devido tempo, são impressos no corpo astral; reaparecendo futuramente como malformações; esterilidade...; além de tendências para problemas mentais e emocionais: alterações de conduta; viciações; impulsos; taras; desequilíbrio sentimental; pobreza de sentimentos; aversão ao sexo; emoções primárias exacerbadas e dominantes; perversão dos instintos; e permanece por tempo indeterminado; até que o equilíbrio seja alcançado através do esforço ativo, muito lentamente; pois a mente em desalinho e repleta de clichês sensuais impossibilita manter o pensamento em ordem; a ferramenta necessária para todos os tipos de ajustes e correções.
Para pessoas comuns não há sanidade e paz sem uma vida sexual saudável.
Essa é uma das incontestáveis verdades naturais.
E cansamos de ouvir no dia a dia:
- Credo que pessoa “xiliquenta”! – É falta! - De certa forma - realmente é. Mesmo por linhas tortas os ditados populares costumam nos mostrar certas verdades. O problema está em definir o que seja uma vida sexual saudável; e, para discutir isso, precisaríamos de uma enciclopédia; mas, dá para resumir e oferecer algumas dicas aos interessados em viver no mundo real.
• XÔ! - para conceitos do tipo: comer ou possuir alguém.
• Pessoas que comentam sua vida sexual ou que contam vantagens são problemáticas. Quem desrespeita essa interação tão íntima não merece consideração; deve tornar-se carta fora do nosso baralho.
• Cuidado com as pressões de grupo que formam campeonatos de libido e orgasmos mentirosos.
• Se a relação foi insatisfatória, busquemos analisar com carinho onde falhamos sem tentar por a culpa na outra parte.
• A energia sexual é para ser compartilhada. Não façamos da masturbação um hábito. Isso indica no mínimo pouca competência afetiva. A energia sexual é para ser trocada, não se trata de algo para ser descarregado.
• Se o principal elo da ligação afetiva que temos com alguém é a interação sexual, tenhamos absoluta certeza que, essa relação já acabou mesmo antes de começar; será uma interação afetiva “rapidinha” tipo fast-food.
• Aprendamos a fazer da energia sexual uma energia de doação. Ofereçamos sempre o que temos de melhor para a outra parte e o retorno, a vida nos dará com toda certeza.
• A sexualidade é um dos caminhos do desenvolvimento da capacidade de amar. Quem ama cuida e quem ama: respeita. Aprendamos a cuidar e a respeitar a outra pessoa, sempre.
• Não devemos misturar relação sexual com bebida nem com drogas. Tal e qual dirigir. Se beber não dirija. Muitas vezes, nada de desagradável acontece durante o ato; mas os “desastres” são mais comuns do que se imagina (especialmente no terreno astral – obsessões). Se precisarmos de bebida ou qualquer estimulante para usar a criatividade na hora da relação sexual, estamos nos avisando que algo não vai bem.
• Não criemos expectativas quanto ao resultado final da relação. A chance de frustração é enorme. A melhor política exige simplicidade e humildade. Desse modo: a satisfação é garantida. Apenas façamos nossa parte, doando: carinho, respeito, cuidados.
• Evitemos as pessoas com desvios sexuais. Significam problemas e logo nos deixarão; pois já estão insatisfeitas com a própria sexualidade; além disso, tem pouca afetividade para trocar.
• Cada um tem as suas necessidades sexuais. Estudemos as da outra pessoa e procuremos satisfazê-la com cuidado e respeito, que a vida nos devolve da mesma forma.
• Quando estivermos insatisfeitos verbalizemos a insatisfação. Treinemos o diálogo claro, inteligente e honesto para garantir nossa felicidade e a da outra pessoa.
• Que fique sempre claro que não existe nem o parceiro ideal nem a parceira ideal. O ajuste sexual como o amor é uma conquista capaz de trazer paz, harmonia e felicidade com tempo e esforço.
• A continência sexual forçada é uma fonte de distúrbios – conforme vemos no dia a dia de casais - e veremos nos noticiários com relação ao problema da pedofilia entre celibatários não preparados para transmutar a energia sexual em doação amorosa.
• A relação sexual envolve aspectos que nem sonhamos ainda, como a obsessiva necessidade de sexo no pós – morte. Temos nossas companhias espirituais. Para aqueles que já se preocupam com esse assunto que tanto influencia nossas vidas, vale um alerta, cuidado com quem, onde e em que momento vai manter relações sexuais; pois podemos arrastar conosco companhias espirituais indesejáveis do parceiro ou dos locais do tipo: motel; que vão nos assediar com resultados funestos.
• Necessidades sexuais compulsivas e masturbação compulsiva..., são indicadores de obsessão espiritual em andamento.
O perigo de desastres no uso da sexualidade aumentou com a filosofia do test-drive; quando a outra parte só quer ficar.
Numa sociedade de consumo a degustação é saudável; pois, não levamos para casa o produto no escuro – claro que como todas as escolhas humanas essa também têm seu preço – vários são os aspectos positivos; mas, o perigo que se oculta atrás dessa facilidade não é nada desprezível.
Quem quiser virar amostra grátis de relação afetiva: problema seu...
Ficar:
De forma geral indica que há interesse na pessoa e deixa subentendido que há intenção de relacionamento sexual. O cuidado que devemos tomar nesse tipo de situação é avaliar sempre o que nos interessa naquela pessoa antes e depois. Quer se tornar o prato do dia? Deseja ser o gran finale de uma noitada memorável?
Tá ligado?
A libido está a mil por hora? Quem é o chefe o cérebro?
A cultura do orgasmo preconizada pela mídia é uma armadilha para os incautos. Ela criou uma visão obsessiva e deturpada do orgasmo a qualquer custo e a qualquer preço; o que causa muitos problemas psicológicos para pessoas imaturas de qualquer idade.
É preciso esclarecer o jovem para não cair em “pegadinhas sexuais” tão antigas quanto simplórias; é urgente e inevitável repensar e reavaliar conceitos sobre o orgasmo para que não ocorram destrutivas desilusões, cada vez mais precoces; promiscuidade; decepções; depressão; obsessão; sofrimentos.
Dica.
Na relação o orgasmo não pode ser o objetivo, e, sim conseqüência.
Claro que sem ele nossa vida não teria a mesma graça; mas a preocupação com o prazer como finalidade primária; traz uma série de problemas psicológicos e afetivos, tais como: medo de se relacionar; insegurança quanto ao desempenho; ejaculação precoce; dificuldades de ereção; frigidez; masturbação viciosa e doentia.
A cultura do prazer a qualquer preço ajuda as pessoas a se tornarem fingidas; mentirosas; desonestas, consigo mesmas e com as outras pessoas - cria-se toda uma cena no momento; mas não dá para sentir alegria real e duradoura.
Se nos descuidarmos, nós nos tornamos mentirosos quanto ao próprio orgasmo e quanto ao número deles. Transformamos o prazer sexual numa competição para ver quem é capaz de sentir; ou de mentir mais – Coisa de quem vive na periferia do mundo REALIDADE. É fácil identificar esse tipo de pessoas: sentem uma necessidade compulsiva de divulgar seus feitos. Apregoam suas conquistas amorosas para que possam esconder de si mesmas sua pobreza afetiva.
Se liga!
Orgasmos múltiplos, várias relações sexuais seguidas, são fantasias que muitas pessoas gostam de cultivar para enganar a si e aos outros.
Para elas, um carinhoso: XÔ!
VIDA SEXUAL ENTRE PARCEIROS FIXOS
Na atualidade tamanha é a facilidade de test-drive, que é politicamente correto denominar também os antigos casais (marido e mulher) de parceiros “fixos” ou quase.
Hoje ainda; embora nem tanto – mas, antigamente o móvel da maior parte das uniões era o sentimento da paixão:
Criaturas apaixonadas trocam juras de amor eterno; durante as relações sexuais alcançam o êxtase; trocam carinhos e afagos como dois pombinhos - nessa primeira fase, consideram que nasceram um para o outro - depois, cada qual vai para sua casa sonhando com o próximo momento; idealizam uma existência plena de felicidade junto àquela criatura maravilhosa que tem apenas alguns “defeitos de caráter” que logo vai corrigir – mas, depois de algum tempo vivendo juntos; os defeitinhos do outro se tornam grandes e incomodam - e logo surge a primeira crise; pois nenhuma paixão resiste à convivência de dois imaturos; para piorar, a criatura antes maravilhosa está se tornando chata; daí em diante, situações mal interpretadas fazem adoecer na área genital: uretrites, corrimentos, ejaculação precoce, etc. (adoeceu nessa área reavalie a sexualidade); - nessa fase, começam os conflitos e as dúvidas quase nunca verbalizadas; e surgem novas somatizações, cada vez mais profundas; está aí o câncer de mama e de próstata; para não nos deixar mentir.
Paixão: um ardil da natureza!
A vida não dá ponto sem nó:
Para a perpetuação da espécie, a força de atração inicial ajuda a encobrir com mais intensidade a verdadeira personalidade dos envolvidos; á medida que ela perde força começam as decepções. O desafio para os casais (parceiros fixos) é manter acesa a chama, da antiga paixão; cultivando o respeito mútuo e renovando os objetivos comuns. Se a vida sexual nesta fase não é satisfatória as perspectivas do futuro da relação são sombrias; pois, a energia sexual é o principal fator capaz de manter a ligação estável.
Perigo! – Rotina á vista!
Quando a paixão perde força cede lugar á rotina, aquela mesmice de sempre que deixa as partes insatisfeitas; embora quase sempre acomodadas - há um grande risco de tornar o relacionamento sexual numa masturbação a dois; servindo apenas para diminuir tensões e jogar energia fora; quando deveria ser uma transfusão de energia e de vitalidade – uma das grandes causas de cansaço crônico e de neurastenia.
Aprender a ler os sinais:
O analfabetismo existencial impede que simples leituras do cotidiano não sejam feitas; e que graves problemas tenham início. Está ao alcance de todos perceberem que homens e mulheres apresentam diferenças; não apenas na aparência e nas funções físicas; mas, sobretudo no funcionamento psicológico.
No dia a dia os homens interpretam as atitudes das mulheres como se elas fossem homens e vice – versa; especialmente na sexualidade homens e mulheres funcionam de forma muito diferente; e têm necessidades particulares; esse descuido é fatal para a qualidade dos relacionamentos.
Além disso; insegurança e medo de perder o parceiro; fazem com que as insatisfações na relação sejam ocultas; e passo a passo elas tornam-se mecânicas e insatisfatórias; claro que a repercussão no dia a dia será inevitável.
CONFLITO:
A insatisfação não verbalizada de forma clara leva á suspeita de traição da outra parte; claro que isso leva á mudança de comportamento, até na sexualidade, no dia a dia com atitudes agressivas; que o autor não percebe como tal; pois sempre nos colocamos na condição de vítima.
Quando há diálogo franco e claro sobre a sexualidade e a qualidade das relações; os conflitos podem ser evitados ou minimizados.
Alerta!
O relacionamento pode evoluir para uma relação insatisfatória que propicia a busca de novos parceiros imaginários ou aventuras amorosas; o que acentua conflitos que tendem gerar culpa e remorso, dando início a doenças somatizadas - a crise segue seu curso e proporciona relações sexuais insatisfatórias; cada vez mais esporádicas, e, atinge o ápice com a continência forçada por negativa do outro ou eternas desculpas; o que, acentua problemas de doenças físicas e mentais e emocionais; mais profundos como: neuroses, histeria – e somatizações leves, moderadas ou até mortais.
Solução?
Doar-se em prol da satisfação do outro o tempo todo, é algo além das nossas possibilidades atuais; quem ousa fazer isso, perde a auto-estima, anula-se e colabora para que a outra parte torne-se acomodada e cada vez mais egoísta.
Melhor chamar o Dr. Freud – nem que seja através da mediunidade de alguém – se é que ele já não ande por aí – sinceramente nós esperamos que ele na atualidade; não esteja dono de alguma empresa de sexshop.
Qual o papel do sexo na nossa evolução?
Nesse quesito, Freud tinha razão; mesmo que se tente disfarçar desejos e intenções; a busca da relação entre homens e mulheres, e entre os homossexuais, está quase sempre voltada para a sexualidade bem ou mal definida ou intencionada.
De forma explícita ou camuflada quando nos interessamos por alguém “fazemos sexo” com os olhos, com o pensamento, etc. Desde o começo dos tempos foi dessa forma; no entanto, na atualidade, a deusa “mídia” ajudou a transformar um recurso divino para a evolução como o sexo numa idéia quase fixa (obsessão).
A energia sexual é força de imenso potencial no progresso da humanidade.
Quando em equilíbrio: revigora; harmoniza; impulsiona; dá vida; desenvolve e liberta; faz desabrochar o gérmen do amor na interação entre criaturas; impulsiona o progresso.
Quando em desequilíbrio: descarrega energias; enlouquece; aprisiona; exacerba egoísmo e orgulho; nessas condições não ocorre troca; usa-se ou possui-se; vende-se ou troca-se; o que gera débitos a serem corrigidos futuramente.
Como começou a encrenca da sexualidade mal conduzida?
Somos capazes de desviar e viciar instintos que levaram milhões de anos em desenvolvimento; teimamos também em viciar a fisiologia, pois comemos sem ter fome (instinto de sobrevivência); matamos por esporte ou lazer; usamos a energia sexual por puro prazer (instinto de perpetuação da espécie) chegando às raias do egoísmo desajustado: somos os únicos que tem relação sexual sozinhos; e há os que pagam para fazer sexo; e, se prostituem.
Um recurso tão poderoso na mão de “crianças em evolução”; sem dúvida, poderia tornar-se um brinquedo perigoso.
Daí, o uso das energias sexuais, tornou-se um foco de desequilíbrios, cujo conjunto causa - efeito flui e reflui pela eternidade; até mesmo nas tendências inatas para adoecer – além disso, a energia sexual em desalinho é um dos principais veículos detonadores de violências; traições; assassinatos; suicídios - o que gera débitos que atravessarão séculos ou milênios até o inexorável resgate ou reparação.
Usar bem a energia sexual é uma das matérias mais difíceis da evolução humana; quem a dominar, segue feliz e com a consciência cada vez mais desperta e ampliada.
O mau uso do sexo como veículo de promoção social; comercial; artística e cultural.
O uso da sexualidade como moeda com graves e imprevisíveis conseqüências para o desenvolvimento pessoal e coletivo, é bem antigo – a diferença é que na atualidade aumenta o perigo; até por que na vida contemporânea, as maiores vítimas do consumismo sexual são as crianças e os jovens. Aí estão nos noticiários do cotidiano; notícias nas quais crianças e jovens se tornam protagonistas de ocorrências nefastas dos prazeres sexuais (dos adultos, principalmente); dos amores descontrolados; traições; vinganças; morte. Os perigos são crescentes; pois um dos efeitos do estresse crônico do qual as crianças são as grandes vítimas é o aumento do cortisol - um dos mediadores químicos que se elevou de forma constante; e um de seus efeitos é acelerar a maturidade sexual – com isso, é comum que vejamos por aí, meninas de 6 ou 7 anos de idade com “corpinho de 15” a despertar o olhar e os desejos cobiçosos de adultos com doenças educacionais cada vez mais graves – nestas bandas a maior parte da violência sexual “materializada” contra crianças e jovens fica quase impune; pois é cometida entre as paredes da vida em família – cada vez mais desorganizada e sem valores. Segundo as estatísticas de violência e de assédio sexual contra crianças e adolescentes, a maior parte é gerado por namorados da mãe; irmãos; enteados – claro que esse problema de falta de qualidade humana não é recente; porém na atualidade, toma dimensões que deveria nos preocupar e gerar medidas eficazes de combate. Muitas vidas são deformadas por esse tipo de agressão covarde que gera marcas difíceis de apagar.
Como desgraça pouca é bobagem; sob a ação do estilo de vida atual, a idade de primeira menstruação abaixa rapidamente – a de primeira relação sexual consentida ou não, também – como efeito colateral: o risco de DST; gravidez cada vez mais precoce e aborto; também aumenta. Mais um fator de peso se acrescenta ao problema: o uso da Internet possibilitando a explosão de todo tipo de tara e desvios de conduta sexual latentes.
Como a energia sexual mal direcionada pode nos fazer adoecer?
Na condição egoísta de sexualidade, um dos parceiros seqüestra a vitalidade emocional do outro – ou eles se exploram reciprocamente; caindo ambos em exaustão.
A insatisfação crônica é uma das marcas registradas de nossa pouca maturidade psicológica – No contexto da sexualidade não poderia ser diferente; estamos insatisfeitos século após século – nesta época de mídia de ação rápida criou-se a cultura do orgasmo; a ilusão do prazer sexual pelo simples prazer nos traz inúmeros sofrimentos; pois sem o amor que lhe dá harmonia, ele é como um sonho e; quem faz uso do sexo dessa forma, sempre acorda dele insatisfeito; é preciso cautela, pois confundimos cobiçar o corpo, a companhia, as sensações, com o verdadeiro amor; o sexo é o caminho, não o fim...
No campo da evolução pessoal: o desequilíbrio energético causado pela idéia fixa, que deixa estagnadas as energias sexuais; afeta profundamente o centro de força genésico; e seu efeito é devastador; pois afeta a maioria dos outros chakras, causando lesões e disfunções no corpo físico em órgãos importantes; e, além disso; deixa terreno propício para doenças sexualmente transmissíveis proliferarem.
Pior ainda:
Os desequilíbrios não corrigidos no devido tempo, são impressos no corpo astral; reaparecendo futuramente como malformações; esterilidade...; além de tendências para problemas mentais e emocionais: alterações de conduta; viciações; impulsos; taras; desequilíbrio sentimental; pobreza de sentimentos; aversão ao sexo; emoções primárias exacerbadas e dominantes; perversão dos instintos; e permanece por tempo indeterminado; até que o equilíbrio seja alcançado através do esforço ativo, muito lentamente; pois a mente em desalinho e repleta de clichês sensuais impossibilita manter o pensamento em ordem; a ferramenta necessária para todos os tipos de ajustes e correções.
Para pessoas comuns não há sanidade e paz sem uma vida sexual saudável.
Essa é uma das incontestáveis verdades naturais.
E cansamos de ouvir no dia a dia:
- Credo que pessoa “xiliquenta”! – É falta! - De certa forma - realmente é. Mesmo por linhas tortas os ditados populares costumam nos mostrar certas verdades. O problema está em definir o que seja uma vida sexual saudável; e, para discutir isso, precisaríamos de uma enciclopédia; mas, dá para resumir e oferecer algumas dicas aos interessados em viver no mundo real.
• XÔ! - para conceitos do tipo: comer ou possuir alguém.
• Pessoas que comentam sua vida sexual ou que contam vantagens são problemáticas. Quem desrespeita essa interação tão íntima não merece consideração; deve tornar-se carta fora do nosso baralho.
• Cuidado com as pressões de grupo que formam campeonatos de libido e orgasmos mentirosos.
• Se a relação foi insatisfatória, busquemos analisar com carinho onde falhamos sem tentar por a culpa na outra parte.
• A energia sexual é para ser compartilhada. Não façamos da masturbação um hábito. Isso indica no mínimo pouca competência afetiva. A energia sexual é para ser trocada, não se trata de algo para ser descarregado.
• Se o principal elo da ligação afetiva que temos com alguém é a interação sexual, tenhamos absoluta certeza que, essa relação já acabou mesmo antes de começar; será uma interação afetiva “rapidinha” tipo fast-food.
• Aprendamos a fazer da energia sexual uma energia de doação. Ofereçamos sempre o que temos de melhor para a outra parte e o retorno, a vida nos dará com toda certeza.
• A sexualidade é um dos caminhos do desenvolvimento da capacidade de amar. Quem ama cuida e quem ama: respeita. Aprendamos a cuidar e a respeitar a outra pessoa, sempre.
• Não devemos misturar relação sexual com bebida nem com drogas. Tal e qual dirigir. Se beber não dirija. Muitas vezes, nada de desagradável acontece durante o ato; mas os “desastres” são mais comuns do que se imagina (especialmente no terreno astral – obsessões). Se precisarmos de bebida ou qualquer estimulante para usar a criatividade na hora da relação sexual, estamos nos avisando que algo não vai bem.
• Não criemos expectativas quanto ao resultado final da relação. A chance de frustração é enorme. A melhor política exige simplicidade e humildade. Desse modo: a satisfação é garantida. Apenas façamos nossa parte, doando: carinho, respeito, cuidados.
• Evitemos as pessoas com desvios sexuais. Significam problemas e logo nos deixarão; pois já estão insatisfeitas com a própria sexualidade; além disso, tem pouca afetividade para trocar.
• Cada um tem as suas necessidades sexuais. Estudemos as da outra pessoa e procuremos satisfazê-la com cuidado e respeito, que a vida nos devolve da mesma forma.
• Quando estivermos insatisfeitos verbalizemos a insatisfação. Treinemos o diálogo claro, inteligente e honesto para garantir nossa felicidade e a da outra pessoa.
• Que fique sempre claro que não existe nem o parceiro ideal nem a parceira ideal. O ajuste sexual como o amor é uma conquista capaz de trazer paz, harmonia e felicidade com tempo e esforço.
• A continência sexual forçada é uma fonte de distúrbios – conforme vemos no dia a dia de casais - e veremos nos noticiários com relação ao problema da pedofilia entre celibatários não preparados para transmutar a energia sexual em doação amorosa.
• A relação sexual envolve aspectos que nem sonhamos ainda, como a obsessiva necessidade de sexo no pós – morte. Temos nossas companhias espirituais. Para aqueles que já se preocupam com esse assunto que tanto influencia nossas vidas, vale um alerta, cuidado com quem, onde e em que momento vai manter relações sexuais; pois podemos arrastar conosco companhias espirituais indesejáveis do parceiro ou dos locais do tipo: motel; que vão nos assediar com resultados funestos.
• Necessidades sexuais compulsivas e masturbação compulsiva..., são indicadores de obsessão espiritual em andamento.
O perigo de desastres no uso da sexualidade aumentou com a filosofia do test-drive; quando a outra parte só quer ficar.
Numa sociedade de consumo a degustação é saudável; pois, não levamos para casa o produto no escuro – claro que como todas as escolhas humanas essa também têm seu preço – vários são os aspectos positivos; mas, o perigo que se oculta atrás dessa facilidade não é nada desprezível.
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Ficar:
De forma geral indica que há interesse na pessoa e deixa subentendido que há intenção de relacionamento sexual. O cuidado que devemos tomar nesse tipo de situação é avaliar sempre o que nos interessa naquela pessoa antes e depois. Quer se tornar o prato do dia? Deseja ser o gran finale de uma noitada memorável?
Tá ligado?
A libido está a mil por hora? Quem é o chefe o cérebro?
A cultura do orgasmo preconizada pela mídia é uma armadilha para os incautos. Ela criou uma visão obsessiva e deturpada do orgasmo a qualquer custo e a qualquer preço; o que causa muitos problemas psicológicos para pessoas imaturas de qualquer idade.
É preciso esclarecer o jovem para não cair em “pegadinhas sexuais” tão antigas quanto simplórias; é urgente e inevitável repensar e reavaliar conceitos sobre o orgasmo para que não ocorram destrutivas desilusões, cada vez mais precoces; promiscuidade; decepções; depressão; obsessão; sofrimentos.
Dica.
Na relação o orgasmo não pode ser o objetivo, e, sim conseqüência.
Claro que sem ele nossa vida não teria a mesma graça; mas a preocupação com o prazer como finalidade primária; traz uma série de problemas psicológicos e afetivos, tais como: medo de se relacionar; insegurança quanto ao desempenho; ejaculação precoce; dificuldades de ereção; frigidez; masturbação viciosa e doentia.
A cultura do prazer a qualquer preço ajuda as pessoas a se tornarem fingidas; mentirosas; desonestas, consigo mesmas e com as outras pessoas - cria-se toda uma cena no momento; mas não dá para sentir alegria real e duradoura.
Se nos descuidarmos, nós nos tornamos mentirosos quanto ao próprio orgasmo e quanto ao número deles. Transformamos o prazer sexual numa competição para ver quem é capaz de sentir; ou de mentir mais – Coisa de quem vive na periferia do mundo REALIDADE. É fácil identificar esse tipo de pessoas: sentem uma necessidade compulsiva de divulgar seus feitos. Apregoam suas conquistas amorosas para que possam esconder de si mesmas sua pobreza afetiva.
Se liga!
Orgasmos múltiplos, várias relações sexuais seguidas, são fantasias que muitas pessoas gostam de cultivar para enganar a si e aos outros.
Para elas, um carinhoso: XÔ!
VIDA SEXUAL ENTRE PARCEIROS FIXOS
Na atualidade tamanha é a facilidade de test-drive, que é politicamente correto denominar também os antigos casais (marido e mulher) de parceiros “fixos” ou quase.
Hoje ainda; embora nem tanto – mas, antigamente o móvel da maior parte das uniões era o sentimento da paixão:
Criaturas apaixonadas trocam juras de amor eterno; durante as relações sexuais alcançam o êxtase; trocam carinhos e afagos como dois pombinhos - nessa primeira fase, consideram que nasceram um para o outro - depois, cada qual vai para sua casa sonhando com o próximo momento; idealizam uma existência plena de felicidade junto àquela criatura maravilhosa que tem apenas alguns “defeitos de caráter” que logo vai corrigir – mas, depois de algum tempo vivendo juntos; os defeitinhos do outro se tornam grandes e incomodam - e logo surge a primeira crise; pois nenhuma paixão resiste à convivência de dois imaturos; para piorar, a criatura antes maravilhosa está se tornando chata; daí em diante, situações mal interpretadas fazem adoecer na área genital: uretrites, corrimentos, ejaculação precoce, etc. (adoeceu nessa área reavalie a sexualidade); - nessa fase, começam os conflitos e as dúvidas quase nunca verbalizadas; e surgem novas somatizações, cada vez mais profundas; está aí o câncer de mama e de próstata; para não nos deixar mentir.
Paixão: um ardil da natureza!
A vida não dá ponto sem nó:
Para a perpetuação da espécie, a força de atração inicial ajuda a encobrir com mais intensidade a verdadeira personalidade dos envolvidos; á medida que ela perde força começam as decepções. O desafio para os casais (parceiros fixos) é manter acesa a chama, da antiga paixão; cultivando o respeito mútuo e renovando os objetivos comuns. Se a vida sexual nesta fase não é satisfatória as perspectivas do futuro da relação são sombrias; pois, a energia sexual é o principal fator capaz de manter a ligação estável.
Perigo! – Rotina á vista!
Quando a paixão perde força cede lugar á rotina, aquela mesmice de sempre que deixa as partes insatisfeitas; embora quase sempre acomodadas - há um grande risco de tornar o relacionamento sexual numa masturbação a dois; servindo apenas para diminuir tensões e jogar energia fora; quando deveria ser uma transfusão de energia e de vitalidade – uma das grandes causas de cansaço crônico e de neurastenia.
Aprender a ler os sinais:
O analfabetismo existencial impede que simples leituras do cotidiano não sejam feitas; e que graves problemas tenham início. Está ao alcance de todos perceberem que homens e mulheres apresentam diferenças; não apenas na aparência e nas funções físicas; mas, sobretudo no funcionamento psicológico.
No dia a dia os homens interpretam as atitudes das mulheres como se elas fossem homens e vice – versa; especialmente na sexualidade homens e mulheres funcionam de forma muito diferente; e têm necessidades particulares; esse descuido é fatal para a qualidade dos relacionamentos.
Além disso; insegurança e medo de perder o parceiro; fazem com que as insatisfações na relação sejam ocultas; e passo a passo elas tornam-se mecânicas e insatisfatórias; claro que a repercussão no dia a dia será inevitável.
CONFLITO:
A insatisfação não verbalizada de forma clara leva á suspeita de traição da outra parte; claro que isso leva á mudança de comportamento, até na sexualidade, no dia a dia com atitudes agressivas; que o autor não percebe como tal; pois sempre nos colocamos na condição de vítima.
Quando há diálogo franco e claro sobre a sexualidade e a qualidade das relações; os conflitos podem ser evitados ou minimizados.
Alerta!
O relacionamento pode evoluir para uma relação insatisfatória que propicia a busca de novos parceiros imaginários ou aventuras amorosas; o que acentua conflitos que tendem gerar culpa e remorso, dando início a doenças somatizadas - a crise segue seu curso e proporciona relações sexuais insatisfatórias; cada vez mais esporádicas, e, atinge o ápice com a continência forçada por negativa do outro ou eternas desculpas; o que, acentua problemas de doenças físicas e mentais e emocionais; mais profundos como: neuroses, histeria – e somatizações leves, moderadas ou até mortais.
Solução?
Doar-se em prol da satisfação do outro o tempo todo, é algo além das nossas possibilidades atuais; quem ousa fazer isso, perde a auto-estima, anula-se e colabora para que a outra parte torne-se acomodada e cada vez mais egoísta.
Melhor chamar o Dr. Freud – nem que seja através da mediunidade de alguém – se é que ele já não ande por aí – sinceramente nós esperamos que ele na atualidade; não esteja dono de alguma empresa de sexshop.
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