A ARTE DE CATAR PIOLHOS
Quando minha mãe dizia: Vem cá filho que acho que você pegou piolho! – Eu adorava; pensava com meus botões: - Que delícia! – A catança era quase sempre ao sol – E eu ali deitado com a cabeça no seu colo sendo acariciado numa das regiões mais sensíveis de nosso corpo; o couro cabeludo sentia-me no paraíso; nessa ocasião eu me refazia da carência de toque (mesmo na época de minha infância as pessoas tinham pouco tempo para dedicar ás outras; a luta pela sobrevivência ou para enricar dominava – não era nosso caso, estávamos no primeiro grupo).
Confesso que torcia para houvesse milhões de lêndeas para serem amorosamente retiradas. Pena que minha mãe não percebeu; que depois de uma sessão de catança de piolhos eu ficava meses sem adoecer, sem uma amigdalite, resfriado, diarréia, etc. Os piolhos retirados dessa forma elevavam minha imunidade a mil.
Nada a ver com cobrança; pois nem eu mesmo; hoje, sabendo da importância do toque; eu o aplico nos outros tanto gostaria de receber.
Dia destes, lendo um artigo escrito por Cláudio Azevedo, “O quarto cérebro” no Portal Orion da Net, fiquei a cismar: Ah! Se minha mãe soubesse disso! Que bom seria:
“O Sistema Energético Cutâneo (SECt) é representado pelo maior órgão do corpo humano: a pele. Ela corresponde a cerca de 16% do peso corporal e, entre as suas múltiplas funções, regula a temperatura corporal, e serve de barreira física e imunológica contra microorganismos patogênicos além de suas funções sensoriais de calor, frio, tato, dor e pressão.
Embriologicamente, o SECt e o Sistema Nervoso Central têm a mesma origem, provinda do folheto externo do embrião (o ectoderma). Uma parte desse ectoderma, durante terceira semana de existência do embrião, dobra-se sobre si mesmo formando um tubo, chamado tubo neural, que vai originar o Sistema Nervoso Central, e a parte que permanece externa formará a pele e seus anexos. Portanto, desde o início a pele está em ligação direta com o Sistema Nervoso Central, enviando-lhe constantemente informações sobre o meio externo.
Do cérebro, e da medula espinhal, partem nervos que chegam à derme, aos vasos e à camada mais superficial da pele, a epiderme. As mensagens entre o SNC e a pele se dão por meio de substâncias químicas, chamadas neuropeptídios. Em sentido inverso, a pele envia ao cérebro suas mensagens por meio de mediadores químicos produzidos por suas células, que viajam até o SNC pelo sangue ou pelos nervos. A comunicação entre o SNC e a pele é constante e imediata, provocando alterações muito sutis que, na maioria das vezes, não são percebidas, como as alterações na produção do suor e no fluxo sangüíneo.
Em comunicação direta com o sistema imunológico, a pele realmente funciona como um sistema energético-informativo que envolve todo o corpo captando informações do “mundo externo” e refletindo em si própria o estado imunológico, emocional e mental do “mundo interno”. A psoríase é o exemplo mais eloqüente, na qual um alto nível de ansiedade é quase sempre encontrado em seus portadores. A dermatite atópica, um tipo de alergia, que pode aparecer logo aos primeiros meses de vida, também contém um componente emocional intenso da mesma forma que o vitiligo, outra doença sobre a qual o estresse exerce importante influência.
A dermatite seborréica, a neurodermite, a hiperidrose axilar e palmoplantar, a alopécia areata e, possivelmente, o líquen plano, a dermatite numular, a dermatite artificial (auto-escoriação) e a tricotilomania (arrancamento compulsivo de cabelos e pêlos) são outros quadros em que a conexão emocional e mental com a pele é evidente, em maior ou menor grau. A pele recebe sinais energético-informativos do que está se passando na psique da pessoa e, quando há estresse, a pele torna-se úmida, seus vasos se contraem ou se dilatam, aumenta a secreção sebácea, diminuem suas defesas, sua ecologia se altera e ela fica propensa a gerar sintomas pelas alterações a que está submetida. Daí, pode sofrer alterações anatômicas, que vão se traduzir como uma inflamação, um ressecamento, um excesso de oleosidade, uma descamação exagerada ou um espessamento, até chegar a uma doença propriamente dita.
No sentido inverso, o simples estímulo tátil do toque pode levar a uma série de repercussões positivas no combate ao estresse. Tem-se como certo, hoje, que o contato físico é essencial para que os bebês tenham desenvolvimento físico, neurológico, psicológico e emocional normal. A pele transmite a natureza do contato, por meio de organelas sensoriais representadas por terminações nervosas livres e encapsuladas, destinadas à percepção do tato fino (terminações livres nos pêlos, discos de Merkel-Ranvier da epiderme e corpúsculos de Wagner-Meissner nas papilas dérmicas), pressão e tato profundo (corpúsculos de Vater-Pacini no subcutâneo), calor (corpúsculos de Ruffini na derme e subcutâneo), frio (bulbos de Krause na derme) e dor (terminações livres e os corpos de Malpighi).
As células de Merkel, elementos mais importantes no disco de Merkel-Ranvier, têm importante papel sensorial e constituem cerca de 3% do conjunto de células da pele. Fazem parte do sistema neuro-endócrino (APUD) da pele junto com os melanoblastos, células do sistema glandular neuro-endócrino da pele, conhecido como sistema citocriniano. Essas últimas, de origem embriológica neuroectodérmica, estariam ontogeneticamente relacionadas com as células neurogliais e com as células de Schwann do sistema nervoso. Já as células de Langerhans fazem parte do sistema imunológico cutâneo.
Mas o mais fantástico componente do Sistema Energético Cutâneo é utilizado, por exemplo, pela Acupuntura, pela Reflexologia e pelo Reiki. Um sistema sutil e não-anatômico de fluxo energético-informativo que interliga, por exemplo, os dedos dos pés com os olhos e os ouvidos, independentemente dos sistemas circulatório, linfático e nervoso e que será descrito mais adiante nesse mesmo capítulo”.
Confesso que mesmo sem entender razões e motivos, odiei a vizinha que indicou á minha mãe “remédios” para matar piolhos e pente fino para eliminar lêndeas; as comadres de hoje são as piores; pois o pente fino ainda nos dá satisfação – elas descobriram que uma das mil utilidades da coca cola é desfazer as lêndeas. Claro que hoje as desculpo; mas não as perdôo; isso é coisa para mais além.
Ainda bem que os piolhos não foram extintos. Todos os piolhentos são pessoas carentes de contato físico para desenvolverem inteligência emocional e afetiva.
Quisera eu ter tido mais piolhos na infância na época do catar um por um; talvez minha inteligência emocional fosse mais saudável.
Mas na era da Net – quem sabe funciona o anúncio: precisa-se de pessoa especializada na arte de catar piolho – devolve-se na mesma moeda.
Presente para o dia dos namorados.
Para quem nunca teve ou não tem mais; a receita é simples: cate-se !
Faça como eu: invente um piolho virtual, aproveite uma coceirinha qualquer e aproveite para amar-se com leveza.
Para os que estão namorando: dê um piolho de presente...
Beijos.
Minha lista de blogs
sexta-feira, 12 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
TIMO A GLÂNDULA DA IMUNIDADE
TIMO E SISTEMA IMUNITÁRIO
A vitalidade do sistema de imunidade foi relacionada durante muito tempo, e até hoje, é compreendida pela maioria; tanto profissionais de saúde quanto leigos, como algo ligado basicamente, a comida, falta ou não de vitaminas, DNA, vacinas e remédios; o estado de equilíbrio ou não; do sistema afetivo, psicológico e o humor era visto e aceito com reservas. Mesmo hoje, doenças crônicas alérgicas ainda são confundidas com infecções. Por exemplo, é comum pessoas com crises de rinite (doença crônica) afirmar que vivem gripadas. Muitos se questionam por que algumas pessoas não contraem uma doença epidêmica – a explicação é simples: são pessoas que estão de bem com a vida e consigo mesmas; mais motivadas; bem humoradas e felizes – naquele momento, claro – pois é cada dia mais difícil estarmos em harmonia o tempo todo – essa é uma atitude ainda futurista para a maioria de nós. Esse comando da energia dos corpos mentais e emocionais gerenciando o físico é visto até em crianças muito pequenas; pois desde o nascimento já estamos em conflito íntimo ou com o meio – Antes, eu questionava a razão pela qual algumas mães podiam prever que os filhos iriam adoecer alguns dias antes; embora de forma não clara; a fala era mais ou menos a seguinte: - Dr. Ela começou a ficar com febre hoje; mas já faz uns dias que ela está diferente no comportamento...
A cada dia temos novidades científicas elucidando o que antes estava no terreno do sobrenatural ou espiritual. Uma dessas novidades (para a maioria) é o papel de ação e funcionamento do Timo.
Para ilustrar reproduzo um artigo gostoso de ler e elucidativo:
Fonte: Sonia Hirsch - Jornalista e pesquisadora naturista.
Timo: a chave da energia vital
No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo. Seu nome em grego, thýmos significa: energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos. Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro. Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias. Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.O teste do pensamentoUm teste simples pode demonstrar essa conexão. Feche os dedos polegar e indicador na posição de ok, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa "estou feliz". Depois repita pensando "estou infeliz". A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abscessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado.As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito... "Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração - e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano."Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?". Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.1. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.2. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas. Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica. O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.Ótimo, Intimo, Cheio de estímulo. Bendito Timo.
Buscar o equilíbrio e o alinhamento entre os corpos: emocional, afetivo e físico é uma das tarefas na arte de viver bem. Cuidar do corpo e do espírito como disse o médico Jesus é o segredo da eterna vida saudável. Muitos desses cuidados alinhavamos em nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”. Nos cuidados com o corpo basta o básico: pouca comida e saudável; muita água; usar o corpo é básico – quem não tiver oportunidade de trabalho corporal deve usar o esporte ou exercícios; respirar de forma correta é vital; respeitar os ritmos da vida – tipo luz e escuridão no dormir e no acordar; interagir o corpo com a Terra – muitas pessoas vivem em cima de sola de borracha ou plástico o dia todo.
Quanto aos cuidados com o espírito também basta o básico: a mente deve estar exercitada para conviver em harmonia com os sentimentos; na vida de relações – só faça aos outros; o que gostaria que lhe fosse feito. Resumindo seja útil e feliz...
Claro que não basta decretar que sou feliz; é preciso primeiro o diagnóstico correto de mim mesmo como um todo (autoconhecimento); a participação ou ajuda externa (recursos complementares como terapia); na arte da cura recomendo além do que todos já conhecem (nada a ver com remédios): o xamanismo que ajusta e alinha os corpos mental, emocional e claro que harmoniza o físico; sem dúvida que o timo agradece.
Para finalizar este bate papo: O que o amigo está fazendo com sua saúde? Se estiver doente, quer a cura para que? Que utilidade dará a ela?
Abraço grande e apertado (uma forma de cura).
A vitalidade do sistema de imunidade foi relacionada durante muito tempo, e até hoje, é compreendida pela maioria; tanto profissionais de saúde quanto leigos, como algo ligado basicamente, a comida, falta ou não de vitaminas, DNA, vacinas e remédios; o estado de equilíbrio ou não; do sistema afetivo, psicológico e o humor era visto e aceito com reservas. Mesmo hoje, doenças crônicas alérgicas ainda são confundidas com infecções. Por exemplo, é comum pessoas com crises de rinite (doença crônica) afirmar que vivem gripadas. Muitos se questionam por que algumas pessoas não contraem uma doença epidêmica – a explicação é simples: são pessoas que estão de bem com a vida e consigo mesmas; mais motivadas; bem humoradas e felizes – naquele momento, claro – pois é cada dia mais difícil estarmos em harmonia o tempo todo – essa é uma atitude ainda futurista para a maioria de nós. Esse comando da energia dos corpos mentais e emocionais gerenciando o físico é visto até em crianças muito pequenas; pois desde o nascimento já estamos em conflito íntimo ou com o meio – Antes, eu questionava a razão pela qual algumas mães podiam prever que os filhos iriam adoecer alguns dias antes; embora de forma não clara; a fala era mais ou menos a seguinte: - Dr. Ela começou a ficar com febre hoje; mas já faz uns dias que ela está diferente no comportamento...
A cada dia temos novidades científicas elucidando o que antes estava no terreno do sobrenatural ou espiritual. Uma dessas novidades (para a maioria) é o papel de ação e funcionamento do Timo.
Para ilustrar reproduzo um artigo gostoso de ler e elucidativo:
Fonte: Sonia Hirsch - Jornalista e pesquisadora naturista.
Timo: a chave da energia vital
No meio do peito, bem atrás do osso onde a gente toca quando diz "eu", fica uma pequena glândula chamada timo. Seu nome em grego, thýmos significa: energia vital. Precisa dizer mais? Precisa, porque o timo continua sendo um ilustre desconhecido. Ele cresce quando estamos contentes, encolhe pela metade quando estressamos e mais ainda quando adoecemos. Essa característica iludiu durante muito tempo a medicina, que só conhecia através de autópsias e sempre o encontrava encolhidinho. Supunha-se que atrofiava e parava de trabalhar na adolescência, tanto que durante décadas os médicos americanos bombardeavam timos adultos perfeitamente saudáveis com megadoses de raios X achando que seu "tamanho anormal" poderiam causar problemas.Mais tarde a ciência demonstrou que, mesmo encolhendo após a infância, continua totalmente ativo; é um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligado aos sentidos, à consciência e à linguagem. Como uma central telefônica por onde passam todas as ligações, faz conexões para fora e para dentro. Se somos invadidos por micróbios ou toxinas, reage produzindo células de defesa na mesma hora.Mas também é muito sensível a imagens, cores, luzes, cheiros, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos.Amor e ódio o afetam profundamente. Idéias negativas têm mais poder sobre ele do que vírus ou bactérias. Já que não existem em forma concreta, o timo fica tentando reagir e enfraquece, abrindo brechas para sintomas de baixa imunidade, como herpes.Em compensação, idéias positivas conseguem dele uma ativação geral em todos os poderes, lembrando a fé que remove montanhas.O teste do pensamentoUm teste simples pode demonstrar essa conexão. Feche os dedos polegar e indicador na posição de ok, aperte com força e peça para alguém tentar abri-los enquanto você pensa "estou feliz". Depois repita pensando "estou infeliz". A maioria das pessoas conserva a força nos dedos com a idéia feliz e enfraquece quando pensa infeliz. (Substitua os pensamentos por uma bela sopa de legumes ou um lindo sorvete de chocolate para ver o que acontece...)Esse mesmo teste serve para lidar com situações bem mais complexas.Por exemplo, quando o médico precisa de um diagnóstico diferencial, seu paciente tem sintomas no fígado que tanto podem significar câncer quanto abscessos causados por amebas. Usando lâminas com amostras, ou mesmo representações gráficas de uma e outra hipótese, testa a força muscular do paciente quando em contato com elas e chega ao resultado.As reações são consideradas respostas do timo e o método, que tem sido demonstrado em congressos científicos ao redor do mundo, já é ensinado na Universidade de São Paulo (USP) a médicos acupunturistas.O detalhe curioso é que o timo fica encostadinho no coração, que acaba ganhando todos os créditos em relação a sentimentos, emoções, decisões, jeito de falar, jeito de escutar, estado de espírito... "Fiquei de coração apertadinho", por exemplo, revela uma situação real do timo, que só por reflexo envolve o coração.O próprio chacra cardíaco, fonte energética de união e compaixão, tem mais a ver com o timo do que com o coração - e é nesse chacra que, segundo os ensinamentos budistas, se dá a passagem do estágio animal para o estágio humano."Lindo!", você pode estar pensando, "mas e daí?". Daí que, se você quiser, pode exercitar o timo para aumentar sua produção de bem estar e felicidade.Como? Pela manhã, ao levantar, ou à noite, antes de dormir.1. Fique de pé, os joelhos levemente dobrados. A distância entre os pés deve ser a mesma dos ombros. Ponha o peso do corpo sobre os dedos e não sobre o calcanhar, e mantenha toda a musculatura bem relaxada.2. Feche qualquer uma das mãos e comece a dar pancadinhas contínuas com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo assim: uma forte e duas fracas. Continue entre três e cinco minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração produzida em toda a região torácica. O exercício estará atraindo sangue e energia para o timo, fazendo-o crescer em vitalidade e beneficiando também pulmões, coração, brônquios e garganta. Ou seja, enchendo o peito de algo que já era seu e só estava esperando um olhar de reconhecimento para se transformar em coragem, calma, nutrição emocional, abraço.Ótimo, Intimo, Cheio de estímulo. Bendito Timo.
Buscar o equilíbrio e o alinhamento entre os corpos: emocional, afetivo e físico é uma das tarefas na arte de viver bem. Cuidar do corpo e do espírito como disse o médico Jesus é o segredo da eterna vida saudável. Muitos desses cuidados alinhavamos em nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”. Nos cuidados com o corpo basta o básico: pouca comida e saudável; muita água; usar o corpo é básico – quem não tiver oportunidade de trabalho corporal deve usar o esporte ou exercícios; respirar de forma correta é vital; respeitar os ritmos da vida – tipo luz e escuridão no dormir e no acordar; interagir o corpo com a Terra – muitas pessoas vivem em cima de sola de borracha ou plástico o dia todo.
Quanto aos cuidados com o espírito também basta o básico: a mente deve estar exercitada para conviver em harmonia com os sentimentos; na vida de relações – só faça aos outros; o que gostaria que lhe fosse feito. Resumindo seja útil e feliz...
Claro que não basta decretar que sou feliz; é preciso primeiro o diagnóstico correto de mim mesmo como um todo (autoconhecimento); a participação ou ajuda externa (recursos complementares como terapia); na arte da cura recomendo além do que todos já conhecem (nada a ver com remédios): o xamanismo que ajusta e alinha os corpos mental, emocional e claro que harmoniza o físico; sem dúvida que o timo agradece.
Para finalizar este bate papo: O que o amigo está fazendo com sua saúde? Se estiver doente, quer a cura para que? Que utilidade dará a ela?
Abraço grande e apertado (uma forma de cura).
sexta-feira, 29 de maio de 2009
DOENÇAS E RECAÍDAS
SEGUNDA CHANCE: DOENÇAS E RECAÍDAS
Devido ao imbróglio que a religião e a ciência criaram; a interpretação das mais básicas leis da vida necessita do filtro da inteligência para separar o jogo dos interesses de cada um dos envolvidos.
A cada um será solicitado, apenas o que compreende; no entanto, cada um vai para onde merece (lei de ação e reação).
Cada um aprende do seu jeito e da forma que é capaz; e deseja – A isso, damos o nome do tão mal compreendido: livre arbítrio.
Quando Jesus nos colocou que a extensão do perdão é setenta vezes sete; lógico que ela veio acompanhada de outra máxima: não dê pérolas aos porcos.
Mas - Até quando perdoar?
No exercício do perdão; quando alguém nos magoou; basta apenas a boa vontade para nos colocarmos no lugar dele e, identificar como reagiríamos se nós estivéssemos do lado oposto.
Mas, e como fica o perdão a nós mesmos?
Neste bate papo, vamos imaginar que nossa mente e corpo estejam em campos opostos; por orgulho e egoísmo – Afinal qual a razão desta imbecil disputa?
A mente faz escolhas inadequadas e agride o corpo (doenças) e busca como aliados: conhecimentos e forças que permitam manter seu ponto de vista: escolhas erradas na guerra contra si mesmo.
Quem lucra nas doenças auto-imunes?
Quem lucra com nossas recaídas de todos os tipos?
Como e quando posso me perdoar?
A cura definitiva deve se iniciar com o perdão a nós mesmos e aos outros.
Quer a receita?
Faça por merecê-la.
Ela não se encontra em convênios nem remédios...
Manifeste-se.
Ao menos divulgue suas convicções.
Será que terá uma nova chance?
Devido ao imbróglio que a religião e a ciência criaram; a interpretação das mais básicas leis da vida necessita do filtro da inteligência para separar o jogo dos interesses de cada um dos envolvidos.
A cada um será solicitado, apenas o que compreende; no entanto, cada um vai para onde merece (lei de ação e reação).
Cada um aprende do seu jeito e da forma que é capaz; e deseja – A isso, damos o nome do tão mal compreendido: livre arbítrio.
Quando Jesus nos colocou que a extensão do perdão é setenta vezes sete; lógico que ela veio acompanhada de outra máxima: não dê pérolas aos porcos.
Mas - Até quando perdoar?
No exercício do perdão; quando alguém nos magoou; basta apenas a boa vontade para nos colocarmos no lugar dele e, identificar como reagiríamos se nós estivéssemos do lado oposto.
Mas, e como fica o perdão a nós mesmos?
Neste bate papo, vamos imaginar que nossa mente e corpo estejam em campos opostos; por orgulho e egoísmo – Afinal qual a razão desta imbecil disputa?
A mente faz escolhas inadequadas e agride o corpo (doenças) e busca como aliados: conhecimentos e forças que permitam manter seu ponto de vista: escolhas erradas na guerra contra si mesmo.
Quem lucra nas doenças auto-imunes?
Quem lucra com nossas recaídas de todos os tipos?
Como e quando posso me perdoar?
A cura definitiva deve se iniciar com o perdão a nós mesmos e aos outros.
Quer a receita?
Faça por merecê-la.
Ela não se encontra em convênios nem remédios...
Manifeste-se.
Ao menos divulgue suas convicções.
Será que terá uma nova chance?
sexta-feira, 22 de maio de 2009
DOENÇA E SOLIDÃO
Doenças de repetição e crônicas são sintomas de solidão:
Estou me sentindo muito só! Carente, sem motivação, cansado, doente – mal amado.
Por quê: os que me preenchem de alegria; os que me entendem; os que me amam; todos passam por mim; mas; não ficam comigo?
Serei portador de alguma doença afetiva contagiosa?
Para tentar justifica essa sensação, que cada vez atinge um maior número de pessoas, e que provoca inúmeras doenças físicas – especialmente entre as crianças: viroses, gripes, pneumonias (por que meus pais não têm tempo para mim?) - Explicações há muitas; e dentre elas:
No salve-se quem puder dos interesses; não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém consegue tempo para dedicar-se a si mesmo; quanto mais ao outro; portanto, é natural que a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, sofrida e doentia.
Neste rápido bate papo, analisaremos juntos alguns aspectos que envolvem a solidão saudável e a doentia (para crianças não há solidão saudável): lógico que não escreveremos um tratado sobre a solidão nem sobre a arte de viver só. A intenção é criar uma desculpa para pararmos para pensar no assunto. Muitas outras causas e fatores estão em jogo; não apenas as que nos lembramos de colocar em discussão; repense as suas...
Por exemplo:
Estudos comprovam que as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade se comparadas com os que vivem de forma mais isolada. Outros estudos; mostram que pessoas separadas ou divorciadas, têm maiores índices de doenças em comparação com os que vivem uma vida a dois.
Esse tipo de pesquisa é como comprovar o óbvio; pois já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca, o amor. O solitário compulsivo torna-se um problema para si mesmo; pois se afasta dos outros sem trocar energias e, que também impede que as pessoas se aproximem dele. Mas, como explicar que pessoas que se dedicam de forma quase compulsiva aos outros; também se sintam solitários?
Será que o estilo de vida neurótico é o bode expiatório?
O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliar e a fixar a atenção apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou na dos nossos; nem sempre adequadas.
Poucos dispõem de tempo para as outras pessoas; muitos até deixaram de ter tempo para atender ás suas necessidades de repouso, lazer e prazer; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas.
A educação que preconiza e cultua a neurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo, colabora para acelerar a solidão compulsória. A cultura das coisas usa e joga fora passa a ser aplicada também entre nós; o que nos torna descartáveis ao deixar de atender os interesses vitais mais imediatos do próximo. Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo que leva uns a desconfiarem dos outros, pela aparência, cor, raça, estudo, religião...
Mas, o que é a solidão?
Alguns de nós, já nascemos com a tendência para o isolamento. E podemos ser identificados desde a infância, nas atitudes de retraimento tão marcantes que chamam a atenção (algumas crianças costumam espiar os outros escondidos atrás do pai ou da mãe). Apresentam significativa dificuldade para fazerem amigos. Além disso, no decorrer da vida a educação e a cultura, complicam a vida do solitário de nascença; pois estamos voltados para a competição neurótica; o que aumenta a sensação de solidão da população em geral, a cada dia; pois os outros são vistos como inimigos em potencial dos nossos desejos, e tornam-se concorrentes. Medo, insegurança, sensação de inadequação e aversão a competir são características que costumam fazer parte da personalidade dessas pessoas.
Experiências mal sucedidas também costumam desencadear o retraimento e a tendência ao isolamento.
Adoecemos para receber carinho e atenção; para justificar algo não conseguido; e até pra unir os outros.
Resumindo a sensação:
A tristeza de um momento, ou de um dia estar só, é como a maioria das pessoas percebe a solidão.
No entanto, para os adultos e até para algumas crianças; ela assume outros aspectos mais diferenciados; pois, também pode ser voluntária e controlada como a opção de estar só para encontrar o caminho existencial a seguir e, as melhores razões para viver: ficar só, por alguns momentos, também é uma das necessidades da nossa alma.
Não existimos para viver enclausurado em nós mesmos: Por violentarmos a natureza interativa humana, a tristeza da solidão é um dos nossos estados de nos sentirmos; mais temido. Pois, nos atira de encontro a nós mesmos sem preparo e sem vontade, num turbilhão de sensações e de mazelas íntimas das quais queremos fugir a todo custo. Isso, entristece, adoece, induz aos vícios como fuga, e pode até causar mortes temporárias de corpo e de alma.
Estar só sem o desejar e, não ter com quem; conversar, discutir, sorrir, até mesmo brigar ou ficar de mal, assusta; porque contraria nosso destino que é a interação física, a interdependência plena ou o amor com todas as suas matemáticas leis; não existimos de verdade sós ou isolados; muito menos apenas na mente; pensar assim é criar a ilusão ou egoísmo/orgulho; não existimos para sermos solitários; mas sim, solidários.
Temos medo de não sermos amados; no entanto; pouco ou nada; fazemos para merecer esse amor; daí: o solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os ingratos; e quando se descobre interessado em alguém; e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada, pois procura de todas as formas; agradar ao outro como uma meta; e não, como conseqüência da sua forma de ser e de agir. Essa postura o torna um “ser grudento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio.
Nem todo solitário sofre de solidão.
Essa sensação também é uma polaridade tanto objetiva quanto subjetiva; questão de interpretação. Ela faz parte da natureza humana e, todos nós teremos de vivê-la um dia, desvendá-la dominá-la, aprender com ela.
Ás vezes faz bem ficarmos atrás da cortina do ego; e a explicação é simples, estar só é uma das fases da nossa evolução que, é feita na intimidade do próprio ser e chama-se interiorização, único caminho capaz de nos levar ao amor próprio; Além disso, é preciso desvendar os mistérios internos para compreender melhor o que está do lado de fora de nosso ser.
A solidão controlada e direcionada a buscas íntimas é um dos caminhos mais adequados para facilitar o progresso; alguns a chamam de meditação.
A solidão como sofrimento indica falta de compreensão para viver aquele momento.
A maior dor da alma solitária é sem dúvida a própria sensação de impotência; já sendo capaz; pois lá no fundo de nós mesmos sentimos que a solidão não nos preenche; que há uma clara sensação de falha; e que muitos tentam repassar ou passar adiante: culpando os outros. Justificando-se com a traição, o abandono, a incompreensão. Que, quando real, sempre, pode ser útil, chama-se bumerangue ou lei de causa e efeito.
A sensação de estar só nada tem de complicada, é uma lenta construção pessoal, erguida minuto a minuto, pensamento a pensamento, sentimento a sentimento, atitude a atitude, de forma pessoal e voluntária. Foi construída como a sensação de isolamento; mas, pode ser transformada em sensação de amor, a qualquer hora e a qualquer momento; isso depende apenas de saber, desejo e vontade.
A solidão, interpretada como sofrer, é uma doença transitória da alma que, como as outras, tem fatores que a geram, mantém; mas também tem a cura definitiva ou temporária, a escolher.
Conforme dissemos no livro “Saúde ou doença: A Escolha é Sua”; também a solidão sofrida ou a solidariedade é uma questão de escolha.
Nesta conversa despretensiosa vamos concluir; ou esperamos que, juntos decidamos: o medicamento genérico e universal para a cura da sensação de nos sentirmos a sós; chama-se: Solidariedade; um santo remédio para as doenças do orgulho, do egoísmo, da inveja, da competição, e das expectativas...
Então haverá cura para a solidão?
Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida a, curto prazo; e, vários são os fatores que complicam a resolução. Internos: egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja. Externos: educação, cultura, valores sociais, etc.
Outro entrave: a formação de expectativas. As pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e, querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros.
Atenção pais de crianças que vivem doentes:
É preciso: Sentir o outro com o corpo todo. Não basta sentir o outro com o entendimento; é preciso usar o corpo todo para tornar nossas relações saudáveis e felizes; o distanciamento proporcionado pela atual forma de viver agrava a sensação de andar só na vida. Atenção - abraços e beijos realmente sentidos – curam...
Na dúvida sobre o que fazer: Amemos uns aos outros para não precisarmos de injeções nem de remédios...
Estou me sentindo muito só! Carente, sem motivação, cansado, doente – mal amado.
Por quê: os que me preenchem de alegria; os que me entendem; os que me amam; todos passam por mim; mas; não ficam comigo?
Serei portador de alguma doença afetiva contagiosa?
Para tentar justifica essa sensação, que cada vez atinge um maior número de pessoas, e que provoca inúmeras doenças físicas – especialmente entre as crianças: viroses, gripes, pneumonias (por que meus pais não têm tempo para mim?) - Explicações há muitas; e dentre elas:
No salve-se quem puder dos interesses; não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém consegue tempo para dedicar-se a si mesmo; quanto mais ao outro; portanto, é natural que a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, sofrida e doentia.
Neste rápido bate papo, analisaremos juntos alguns aspectos que envolvem a solidão saudável e a doentia (para crianças não há solidão saudável): lógico que não escreveremos um tratado sobre a solidão nem sobre a arte de viver só. A intenção é criar uma desculpa para pararmos para pensar no assunto. Muitas outras causas e fatores estão em jogo; não apenas as que nos lembramos de colocar em discussão; repense as suas...
Por exemplo:
Estudos comprovam que as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade se comparadas com os que vivem de forma mais isolada. Outros estudos; mostram que pessoas separadas ou divorciadas, têm maiores índices de doenças em comparação com os que vivem uma vida a dois.
Esse tipo de pesquisa é como comprovar o óbvio; pois já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca, o amor. O solitário compulsivo torna-se um problema para si mesmo; pois se afasta dos outros sem trocar energias e, que também impede que as pessoas se aproximem dele. Mas, como explicar que pessoas que se dedicam de forma quase compulsiva aos outros; também se sintam solitários?
Será que o estilo de vida neurótico é o bode expiatório?
O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliar e a fixar a atenção apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou na dos nossos; nem sempre adequadas.
Poucos dispõem de tempo para as outras pessoas; muitos até deixaram de ter tempo para atender ás suas necessidades de repouso, lazer e prazer; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas.
A educação que preconiza e cultua a neurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo, colabora para acelerar a solidão compulsória. A cultura das coisas usa e joga fora passa a ser aplicada também entre nós; o que nos torna descartáveis ao deixar de atender os interesses vitais mais imediatos do próximo. Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo que leva uns a desconfiarem dos outros, pela aparência, cor, raça, estudo, religião...
Mas, o que é a solidão?
Alguns de nós, já nascemos com a tendência para o isolamento. E podemos ser identificados desde a infância, nas atitudes de retraimento tão marcantes que chamam a atenção (algumas crianças costumam espiar os outros escondidos atrás do pai ou da mãe). Apresentam significativa dificuldade para fazerem amigos. Além disso, no decorrer da vida a educação e a cultura, complicam a vida do solitário de nascença; pois estamos voltados para a competição neurótica; o que aumenta a sensação de solidão da população em geral, a cada dia; pois os outros são vistos como inimigos em potencial dos nossos desejos, e tornam-se concorrentes. Medo, insegurança, sensação de inadequação e aversão a competir são características que costumam fazer parte da personalidade dessas pessoas.
Experiências mal sucedidas também costumam desencadear o retraimento e a tendência ao isolamento.
Adoecemos para receber carinho e atenção; para justificar algo não conseguido; e até pra unir os outros.
Resumindo a sensação:
A tristeza de um momento, ou de um dia estar só, é como a maioria das pessoas percebe a solidão.
No entanto, para os adultos e até para algumas crianças; ela assume outros aspectos mais diferenciados; pois, também pode ser voluntária e controlada como a opção de estar só para encontrar o caminho existencial a seguir e, as melhores razões para viver: ficar só, por alguns momentos, também é uma das necessidades da nossa alma.
Não existimos para viver enclausurado em nós mesmos: Por violentarmos a natureza interativa humana, a tristeza da solidão é um dos nossos estados de nos sentirmos; mais temido. Pois, nos atira de encontro a nós mesmos sem preparo e sem vontade, num turbilhão de sensações e de mazelas íntimas das quais queremos fugir a todo custo. Isso, entristece, adoece, induz aos vícios como fuga, e pode até causar mortes temporárias de corpo e de alma.
Estar só sem o desejar e, não ter com quem; conversar, discutir, sorrir, até mesmo brigar ou ficar de mal, assusta; porque contraria nosso destino que é a interação física, a interdependência plena ou o amor com todas as suas matemáticas leis; não existimos de verdade sós ou isolados; muito menos apenas na mente; pensar assim é criar a ilusão ou egoísmo/orgulho; não existimos para sermos solitários; mas sim, solidários.
Temos medo de não sermos amados; no entanto; pouco ou nada; fazemos para merecer esse amor; daí: o solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os ingratos; e quando se descobre interessado em alguém; e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada, pois procura de todas as formas; agradar ao outro como uma meta; e não, como conseqüência da sua forma de ser e de agir. Essa postura o torna um “ser grudento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio.
Nem todo solitário sofre de solidão.
Essa sensação também é uma polaridade tanto objetiva quanto subjetiva; questão de interpretação. Ela faz parte da natureza humana e, todos nós teremos de vivê-la um dia, desvendá-la dominá-la, aprender com ela.
Ás vezes faz bem ficarmos atrás da cortina do ego; e a explicação é simples, estar só é uma das fases da nossa evolução que, é feita na intimidade do próprio ser e chama-se interiorização, único caminho capaz de nos levar ao amor próprio; Além disso, é preciso desvendar os mistérios internos para compreender melhor o que está do lado de fora de nosso ser.
A solidão controlada e direcionada a buscas íntimas é um dos caminhos mais adequados para facilitar o progresso; alguns a chamam de meditação.
A solidão como sofrimento indica falta de compreensão para viver aquele momento.
A maior dor da alma solitária é sem dúvida a própria sensação de impotência; já sendo capaz; pois lá no fundo de nós mesmos sentimos que a solidão não nos preenche; que há uma clara sensação de falha; e que muitos tentam repassar ou passar adiante: culpando os outros. Justificando-se com a traição, o abandono, a incompreensão. Que, quando real, sempre, pode ser útil, chama-se bumerangue ou lei de causa e efeito.
A sensação de estar só nada tem de complicada, é uma lenta construção pessoal, erguida minuto a minuto, pensamento a pensamento, sentimento a sentimento, atitude a atitude, de forma pessoal e voluntária. Foi construída como a sensação de isolamento; mas, pode ser transformada em sensação de amor, a qualquer hora e a qualquer momento; isso depende apenas de saber, desejo e vontade.
A solidão, interpretada como sofrer, é uma doença transitória da alma que, como as outras, tem fatores que a geram, mantém; mas também tem a cura definitiva ou temporária, a escolher.
Conforme dissemos no livro “Saúde ou doença: A Escolha é Sua”; também a solidão sofrida ou a solidariedade é uma questão de escolha.
Nesta conversa despretensiosa vamos concluir; ou esperamos que, juntos decidamos: o medicamento genérico e universal para a cura da sensação de nos sentirmos a sós; chama-se: Solidariedade; um santo remédio para as doenças do orgulho, do egoísmo, da inveja, da competição, e das expectativas...
Então haverá cura para a solidão?
Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida a, curto prazo; e, vários são os fatores que complicam a resolução. Internos: egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja. Externos: educação, cultura, valores sociais, etc.
Outro entrave: a formação de expectativas. As pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e, querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros.
Atenção pais de crianças que vivem doentes:
É preciso: Sentir o outro com o corpo todo. Não basta sentir o outro com o entendimento; é preciso usar o corpo todo para tornar nossas relações saudáveis e felizes; o distanciamento proporcionado pela atual forma de viver agrava a sensação de andar só na vida. Atenção - abraços e beijos realmente sentidos – curam...
Na dúvida sobre o que fazer: Amemos uns aos outros para não precisarmos de injeções nem de remédios...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
DESEJO DE CURA - ATÉ ONDE PRETENDE IR?
QUER PAGAR O PREÇO? - QUANTO CUSTA? - EM QUE MOEDA?
Nosso assunto do momento (palestra na FEESP neste domingo); a respeito de saúde, doença e cura; são os desafios das situações existenciais a serem superados em pleno século XXI.
Um dos aspectos a serem considerados; além do entendimento do que seja saúde e cura (Livro Saúde ou doença: a escolha é sua); é, até que ponto nós pretendemos abrir mão de hábitos; desejos; grandes ou pequenos vícios; mordomias físicas; características doentias de personalidade; enfim, tudo que ainda nos dá certo prazer. Tal e qual: emagrecer sem abrir mão das gostosas comidas; ou retaliar em cima de quem achamos que não gosta de nós ou nos ofendeu...
Para ilustrar nosso raciocínio:
Há muitos anos, assisti a um filme: “Os intocáveis”; e numa das cenas importantes um dos protagonistas convidados a erradicar o crime organizado (máfia); pergunta ao possível chefe que o convidava a participar da tarefa - Até que ponto ele pretendia chegar? - Qual seu nível de entrega pessoal? – Iria abrir mão do que?
Neste bate papo:
Vale a analogia.
Está doente? - Se sentindo doente? Ou, disseram a você que está doente? - Quer alcançar a cura? – Até que ponto? - E até onde pretende atingir a “máfia” que o mantém refém do sofrer: cultura, medicina, indústria farmacêutica, sua ignorância, sua imaturidade?
Embora dirigido a todos; este recado; este pedido de reflexão vale para todos os leitores; mas, especialmente para os que puderem estar neste domingo no bate papo na FEESP a respeito dos desafios que nos aguardam nestes dias que se avizinham.
Claro que nossa conversa seria mais proveitosa para todos; se a maioria, já estivesse ciente do que seja doença, saúde e cura desprovida de ilusões científicas e religiosas.
Mas, podemos adiantar alguns questionamentos a serem respondidos:
No contexto de viver e morrer - Qual a importância do melhor:
- Médico (no sentido de mais qualificado segundo os medidores de qualidade: pós- isso ou aquilo)? – O que caracteriza um bom médico?
- Hospital? – O que determina o que seja o melhor PS da vida ou a melhor antecâmara do túmulo?
- Convênio de saúde? – Qual o melhor? – O que oferece melhores condições para evitar a doença? - Ou o que faz de tudo para manter as condições mais cômodas para a morte?
- Exames sofisticados? – Para que? – Atendendo aos interesses de quem?
Caso o amigo ainda ache (nada a ver com empresa) que pode comprar saúde – cura – uma boa morte; e até a salvação de sua alma; – cuidado para não estar comprando uma passagem só de ida para o mundo da fantasia (melhor a ilha da imaturidade).
Resumindo:
Você vai morrer em breve ou logo mais. Sua saúde ou doença vai além da perda do corpo físico.
Já parou para pensar nisso?
Melhor morrer de forma bem morrida num hospital público ou morrer de forma mal morrida com todo conforto num hospital top line?
Será que:
Chegaremos do outro lado da vida doentes ou saudáveis?
Há bons ou maus médicos do outro lado da vida?
Hospitais de boa ou má qualidade no chamado plano espiritual?
Haverá convênios médicos no astral? – Quais os melhores?
Haverá transplantes do lado de lá?
Quando ocorrerá a cura?
A morte cura alguém?
Quer fazer o melhor plano de saúde?
Quanto quer pagar?
Até onde pretende ir?
Até neste ou em outros domingos...
Nosso assunto do momento (palestra na FEESP neste domingo); a respeito de saúde, doença e cura; são os desafios das situações existenciais a serem superados em pleno século XXI.
Um dos aspectos a serem considerados; além do entendimento do que seja saúde e cura (Livro Saúde ou doença: a escolha é sua); é, até que ponto nós pretendemos abrir mão de hábitos; desejos; grandes ou pequenos vícios; mordomias físicas; características doentias de personalidade; enfim, tudo que ainda nos dá certo prazer. Tal e qual: emagrecer sem abrir mão das gostosas comidas; ou retaliar em cima de quem achamos que não gosta de nós ou nos ofendeu...
Para ilustrar nosso raciocínio:
Há muitos anos, assisti a um filme: “Os intocáveis”; e numa das cenas importantes um dos protagonistas convidados a erradicar o crime organizado (máfia); pergunta ao possível chefe que o convidava a participar da tarefa - Até que ponto ele pretendia chegar? - Qual seu nível de entrega pessoal? – Iria abrir mão do que?
Neste bate papo:
Vale a analogia.
Está doente? - Se sentindo doente? Ou, disseram a você que está doente? - Quer alcançar a cura? – Até que ponto? - E até onde pretende atingir a “máfia” que o mantém refém do sofrer: cultura, medicina, indústria farmacêutica, sua ignorância, sua imaturidade?
Embora dirigido a todos; este recado; este pedido de reflexão vale para todos os leitores; mas, especialmente para os que puderem estar neste domingo no bate papo na FEESP a respeito dos desafios que nos aguardam nestes dias que se avizinham.
Claro que nossa conversa seria mais proveitosa para todos; se a maioria, já estivesse ciente do que seja doença, saúde e cura desprovida de ilusões científicas e religiosas.
Mas, podemos adiantar alguns questionamentos a serem respondidos:
No contexto de viver e morrer - Qual a importância do melhor:
- Médico (no sentido de mais qualificado segundo os medidores de qualidade: pós- isso ou aquilo)? – O que caracteriza um bom médico?
- Hospital? – O que determina o que seja o melhor PS da vida ou a melhor antecâmara do túmulo?
- Convênio de saúde? – Qual o melhor? – O que oferece melhores condições para evitar a doença? - Ou o que faz de tudo para manter as condições mais cômodas para a morte?
- Exames sofisticados? – Para que? – Atendendo aos interesses de quem?
Caso o amigo ainda ache (nada a ver com empresa) que pode comprar saúde – cura – uma boa morte; e até a salvação de sua alma; – cuidado para não estar comprando uma passagem só de ida para o mundo da fantasia (melhor a ilha da imaturidade).
Resumindo:
Você vai morrer em breve ou logo mais. Sua saúde ou doença vai além da perda do corpo físico.
Já parou para pensar nisso?
Melhor morrer de forma bem morrida num hospital público ou morrer de forma mal morrida com todo conforto num hospital top line?
Será que:
Chegaremos do outro lado da vida doentes ou saudáveis?
Há bons ou maus médicos do outro lado da vida?
Hospitais de boa ou má qualidade no chamado plano espiritual?
Haverá convênios médicos no astral? – Quais os melhores?
Haverá transplantes do lado de lá?
Quando ocorrerá a cura?
A morte cura alguém?
Quer fazer o melhor plano de saúde?
Quanto quer pagar?
Até onde pretende ir?
Até neste ou em outros domingos...
Assinar:
Postagens (Atom)
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo