QUEM É QUEM?
Nós não somos aculturados. Aculturado é aquela pessoa que nasce sem cultura. Nós já nascemos com a nossa cultura
Júlio Macuxi, líder indígena que acompanhou o julgamento no STF. (Fonte: UOL).
O ministro que gastou muitas horas tentando defender o indefensável podia ter ido dormir sem essa.
Acompanhando o conflito Raposa/Serra do sol voltamos no tempo e sofremos com as lembranças de agressões covardes de pessoas interesseiras que, em nome de uma pretensa cultura; dizimaram povos, destruíram monumentos da humanidade e boa parte de nossas lembranças planetárias. Neste caso, aculturados somos nós: os cara – pálida; indefinidos, nem sabemos quem somos, quais são nossos valores. E aí mano? – Somos brasileiros? Qual a nossa identidade? – Quem fala de aculturar faz alguma coisa para preservar a cultura? – Quem defende e impede a pasteurização da cultura nacional via plim plim e similares? Se é que já a tivemos.
Apenas para brincar: ao menos; os índios mesmo os aculturados á força; tem nomes próprios da sua cultura e língua – Ministro; vossa excelência sabe que nome eles dariam para os arrozeiros: “ratões do banhado”. Nós os donos da cultura, os chamamos de oportunistas que se escondem atrás de imunidades parlamentares para defender seus interesses excusos (com xis pois estão com os dias contados), doa a quem doer
Será que o ministro (minúsculo neste caso) já parou para perceber o prenome dos jovens e crianças de hoje neste País? “Genekreisson madoneison da silva”, etc. Ainda bem que está sendo possível salvar o sobrenome: da silva. Claro que somos uma saudável mistura de povos e de cultura – mas, mistura é bem diferente de mixórdia.
Na religião e nos costumes é a mesma coisa. Para que cristianizar os índios se eles já têm Jesus no coração e nas atitudes (quando não contaminados pela cultura dos cara – pálida; claro).
É preciso pensar para definir valores.
Os indígenas têm valores puros e muito bem definidos – Mesmo os que foram pervertidos podem ser resgatados – Essa é a tarefa de quem está em condições de decidir e de influenciar.
Para quem se interessar pelo futuro do país e da humanidade o momento é de avançar em tecnologia; claro; Mas é preciso ter coragem e hombridade para andar na contramão da maioria: resgatar valores e sua prática.
Que a carapuça sirva para todos nós, os metidos a conversores de crenças; factóides de purezas doutrinárias e eclesiásticas. Recuperemos o que muitos mestres tentaram nos mostrar: a PUREZA DA ATITUDE EM PRIMEIRA; E ÚNICA INTENÇÃO.
Dez a zero para você Júlio Macuxi (ao menos o sobrenome foi preservado – espero que recupere o nome original que deve ser maravilhoso: “aquele que tem coragem e que mostra sabedoria”; em sua língua claro – a combinação de fonemas deve representar um mantra); não se deixe contaminar pelo desejo de poder e pelo narcótico da $; pois a sobrevivência de nossa identidade como nação e povo passa por vocês e não pela turma que representa os “ratões do banhado”.
HAU!
QUE VIVAS MUITAS LUAS – INCONTÁVEIS.
QUE O CALOR DO SOL TE ACALENTE E DESTRUA OS INIMIGOS DE TUA PAZ E DO NOSSO POVO.
QUE A ÁGUA LIMPE TEUS IDEIAIS E FECUNDE TUA VIDA.
QUE TODOS OS ESPÍRITOS QUE TRABALHAM A SERVIÇO DA MÃE TERRA TE PROTEJAM; desde que sem medo defendas os interesses do Pai Criador.
Nós teus irmãos. Do nosso jeito contaminado oramos por ti e por teu povo que também é o nosso.
Amém.
Que assim seja – E assim será!
Minha lista de blogs
quinta-feira, 19 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
VIRAR ÁGUA
TORNAR-SE ÁGUA
Sonhamos nos tornar fortes e rijos como uma rocha; na busca desse sonho empedramos nosso raciocínio, nos tornamos pessoas endurecidas, dogmáticas, inflexíveis, intolerantes, teimosas. Nossa consciência não tolera que haja outra mais rija do que ela e os embates se sucedem em constantes atritos e esfacelamentos; não descansamos enquanto não sejamos a rocha mais alta, forte e bonita do pedaço.
Por que isso aconteceu? Por que desejamos nos tornar fortes e seguros?
Talvez ao perdermos a consciência de que somos seres aquáticos – nosso eu superior está imerso em água. Dos quatro elementos (fogo, ar, água e terra) 70% de nosso corpo é composto do elemento água – nosso desejo de viver apenas em terra firme nos tornou rígidos e deslocados.
Não precisamos de segurança; ela está em saber quem somos nós; para onde iremos não importa, pois somos um e todos ao mesmo tempo.
Nosso lado rocha desenvolveu atitudes, segregou-se; nossa parte água tem consciência de ser um todo, gotas não se isolam, não se desagregam, aceitam todas as que se juntam pelo leito da vida; simplesmente são parte do mar universal (energia).
O momento presente exige que resgatemos nosso lado água a começar pela renovação dela em nosso corpo. Beba apenas água nenhum outro líquido, da maior pureza que consiga obter. Não estagnemos nossa água; isso representa morte – tal e qual a vida a água deve fluir incessantemente; sempre.
Nossa consciência precisa recuperar a fluidez do elemento água e sua versatilidade; ela não perde tempo nem se desgasta tentando afastar pedras do caminho, não empurra obstáculos; apenas contorna e flui. Para ela não há passado nem futuro, apenas o momento presente. Mesmo quando o momento exige depuração sob a ação da força dos outros elementos, ela se torna caudalosa e avassaladora; mas não olha para trás para ver o que restou; logo adiante volta ao estado original, apenas flui mansamente ou divertindo-se nas corredeiras, nas cachoeiras, espreguiçando-se ao sol, espreitando as estrelas, deliciando-se com a paisagem.
Sejamos como a água; não percamos tempo arrastando as pessoas para nossa forma de ver a vida; não tentemos salvar, converter, convencer pessoa alguma a pensar como nós; libertemo-nos de padronizações, instituições, jugos. Não nos preocupemos com a contaminação de idéias, padrões e atitudes que nos foram ensinadas; façamos como a água que aproveita os obstáculos do caminho e as amigas plantas para se depurar e oxigenar – aprendamos a usar os problemas, as dificuldades, crises e injustiças para depurar nossa consciência, oxigenando a alma com a fé, a esperança e o amor.
Vamos nos preparar para os dias de insegurança e fúria dos desejos que estão a caminho; abramos mão do nosso sonho de rochas imbatíveis, aprendamos a viver um dia de cada vez para abandonarmos o desejo inútil de segurança; pois viver é uma fantástica aventura; estar vivo já é estar correndo perigo - Mas o que é o nosso perigo? – A perda do orgulho, do egoísmo de deixar de ser uma rocha imbatível?
Para ilustrar: a criança que mora em cada um de nós representa bem o elemento água; quando os adultos tentam corromper sua pureza com padrões de atitudes tão malucos que nem eles mesmos praticam; ela se defende: entra por um ouvido e sai pelo outro e ela apenas flui; faz o que deseja. Resgatar esse lado do elemento água infantil é uma boa escolha – Ouça as pessoas; mas faça ouvidos moucos e siga seus desejos.
Nestes dias escuros e tormentosos que se avizinham as rochas serão esfaceladas, tornar-se-ão grãos de areia dia após dia. O momento é de nos entregarmos ao elemento água...
Mas, como sempre há um requisito a preencher: só será capaz de virar água, quem souber quem é...
Carregue consigo o grãozinho de areia que representa seu elemento terra.
Tchibum!
Que delícia!
Mergulhe de cabeça no seu elemento água...
Sonhamos nos tornar fortes e rijos como uma rocha; na busca desse sonho empedramos nosso raciocínio, nos tornamos pessoas endurecidas, dogmáticas, inflexíveis, intolerantes, teimosas. Nossa consciência não tolera que haja outra mais rija do que ela e os embates se sucedem em constantes atritos e esfacelamentos; não descansamos enquanto não sejamos a rocha mais alta, forte e bonita do pedaço.
Por que isso aconteceu? Por que desejamos nos tornar fortes e seguros?
Talvez ao perdermos a consciência de que somos seres aquáticos – nosso eu superior está imerso em água. Dos quatro elementos (fogo, ar, água e terra) 70% de nosso corpo é composto do elemento água – nosso desejo de viver apenas em terra firme nos tornou rígidos e deslocados.
Não precisamos de segurança; ela está em saber quem somos nós; para onde iremos não importa, pois somos um e todos ao mesmo tempo.
Nosso lado rocha desenvolveu atitudes, segregou-se; nossa parte água tem consciência de ser um todo, gotas não se isolam, não se desagregam, aceitam todas as que se juntam pelo leito da vida; simplesmente são parte do mar universal (energia).
O momento presente exige que resgatemos nosso lado água a começar pela renovação dela em nosso corpo. Beba apenas água nenhum outro líquido, da maior pureza que consiga obter. Não estagnemos nossa água; isso representa morte – tal e qual a vida a água deve fluir incessantemente; sempre.
Nossa consciência precisa recuperar a fluidez do elemento água e sua versatilidade; ela não perde tempo nem se desgasta tentando afastar pedras do caminho, não empurra obstáculos; apenas contorna e flui. Para ela não há passado nem futuro, apenas o momento presente. Mesmo quando o momento exige depuração sob a ação da força dos outros elementos, ela se torna caudalosa e avassaladora; mas não olha para trás para ver o que restou; logo adiante volta ao estado original, apenas flui mansamente ou divertindo-se nas corredeiras, nas cachoeiras, espreguiçando-se ao sol, espreitando as estrelas, deliciando-se com a paisagem.
Sejamos como a água; não percamos tempo arrastando as pessoas para nossa forma de ver a vida; não tentemos salvar, converter, convencer pessoa alguma a pensar como nós; libertemo-nos de padronizações, instituições, jugos. Não nos preocupemos com a contaminação de idéias, padrões e atitudes que nos foram ensinadas; façamos como a água que aproveita os obstáculos do caminho e as amigas plantas para se depurar e oxigenar – aprendamos a usar os problemas, as dificuldades, crises e injustiças para depurar nossa consciência, oxigenando a alma com a fé, a esperança e o amor.
Vamos nos preparar para os dias de insegurança e fúria dos desejos que estão a caminho; abramos mão do nosso sonho de rochas imbatíveis, aprendamos a viver um dia de cada vez para abandonarmos o desejo inútil de segurança; pois viver é uma fantástica aventura; estar vivo já é estar correndo perigo - Mas o que é o nosso perigo? – A perda do orgulho, do egoísmo de deixar de ser uma rocha imbatível?
Para ilustrar: a criança que mora em cada um de nós representa bem o elemento água; quando os adultos tentam corromper sua pureza com padrões de atitudes tão malucos que nem eles mesmos praticam; ela se defende: entra por um ouvido e sai pelo outro e ela apenas flui; faz o que deseja. Resgatar esse lado do elemento água infantil é uma boa escolha – Ouça as pessoas; mas faça ouvidos moucos e siga seus desejos.
Nestes dias escuros e tormentosos que se avizinham as rochas serão esfaceladas, tornar-se-ão grãos de areia dia após dia. O momento é de nos entregarmos ao elemento água...
Mas, como sempre há um requisito a preencher: só será capaz de virar água, quem souber quem é...
Carregue consigo o grãozinho de areia que representa seu elemento terra.
Tchibum!
Que delícia!
Mergulhe de cabeça no seu elemento água...
domingo, 8 de março de 2009
NOVA AMÉLIA - PARABÉNS MULHERADA PELO SEU DIA
SURGE UMA NOVA MULHER
Uma nova Amélia (a mulher de verdade) está no mercado da vida.
Dia a dia elas conquistam novos espaços em todos os nichos da vivência humana. Guerreiras dão conta de várias tarefas ao mesmo tempo: filha, mãe, esposa, profissional, agente de caridade, tocadora de ONG, etc.
Hoje, o número de mulheres supera o de homens nas universidades; e com isso, a entrada no mercado de trabalho em muitas profissões de feudos masculinos trouxe ganho de qualidade; pois puderam desenvolver o lado racional equilibrando o emocional e a afetividade tornando-as pessoas mais completas. Enquanto o homem brasileiro (de forma genérica) está em crise existencial; as mulheres seguem derrubando tabus e aumentando suas conquistas. Claro que há bolsões diferenciados; nos grupos sociais com menor possibilidade de obter conhecimento e capacitação profissional as Amélias continuam as de antes: desvalorizadas tanto pelos parceiros quanto pela sociedade; sobrecarregadas de tarefas; agredidas (mesmo com a Lei Maria da Penha) e com a função de arrimo de família em muitas situações. O homem nessa condição de pouca instrução e capacitação profissional tende a abandonar a família e a sobrecarregar mais ainda a mulher. Mas, mesmo entre esse grupo social de gente sofrida, as guerreiras vão á luta e buscam fazer cursos e se capacitar para melhorar o salário e obter reconhecimento; os homens costumam ser acomodados e contentam-se em levar uma vidinha em que basta a dinheiro para a pinguinha, a cervejinha e o cigarro... Hoje muitas não se intimidam e mandam o companheiro que pisa na bola ir passear – Claro que há o lado negativo, as crianças estão sendo educadas pela rua (num sentido mais amplo onde a principal veículo é a TV); a incidência de HIV nessa faixa etária das mulheres guerreiras tem aumentado; e sempre há o perigo de seu novo ou já antigo companheiro molestar suas filhas. Tudo na vida tem seu preço e, o que mais vale é que as conquistas femininas aumentam dia a dia. Dia destes, fiquei emocionado ouvindo a conversa de duas dessas guerreiras e uma delas disse á outra: - Não quero mais saber dele; mesmo com tanta dificuldade e esforço para pagar as contas e educar os filhos; estou me sentindo muito feliz: - Lá no trabalho sou valorizada; hoje eu tenho valor, e isso não tem preço...
Sem dúvida foi uma mudança violenta no perfil da educação e da cultura para a mulher; os desafios são enormes e os perigos também; especialmente na área da saúde e do comportamento.
Para a mulher é mais difícil desvencilhar-se dos padrões.
Os jogos de amor continuarão os mesmos.
A busca da cara metade que nos fará feliz para sempre; ainda será eterna meta.
A mulher foi feita para amar e ser amada.
Os padrões de beleza são cada vez mais malucos; e nessa brincadeira tem uma “boiolagem cultural” que a maioria das mulheres não percebeu – Quem dita moda, tendências de beleza e sedução feminina são os gays (teoricamente seus concorrentes nesse terreno de seduzir o macho); Quantas mulheres são top line das tendências de moda em qualquer coisa – até em comportamento feminino? – Quem domina o mercado?
É inato no psiquismo da mulher; a busca da capacidade de sedução; mas isso foi levado ao extremo pela cultura atual. Uma das maluquices padronizadas que afeta as mulheres (e que são criadas e reforçadas por elas mesmas; claro que, depois que asseguram a cara metade; depois que já tem seu maridão: bebês gordinhos e cheios de dobrinhas como condição de sucesso infantil; e adultos magros como palitos; claro que atingir esse padrão de sucesso torna-se a cada dia mais impossível em virtude do estresse crônico que leva á busca desenfreada por carboidratos (açúcar doce e salgado: farináceos) que engordam e geram mais ansiedade e angústia; que levam a satisfazer a frustração em mais comida...
Há uma piada; que nem é tão piada assim: - Sabe qual a diferença entre a noiva e a esposa? – Uns trinta quilos...
Suicídio inconsciente.
Nossas mulheres de hoje correm um sério perigo de desertar da vida, apenas por não se acharem capazes de atender aos padrões ditados por mentes pouco sadias.
Além das doenças naturais do desequilíbrio metabólico: diabetes, sobrepeso, aumento dos riscos das doenças ligadas ao excesso de gorduras (colesterol e triglicérides), um distúrbio de auto – agressão, uma doença auto – imune ataca hoje boa parte das mulheres: a Tireoidite de Hashimoto. Talvez por que a tireóide seja a glândula ligada á auto – estima; e convenhamos manter a auto - estima feminina frente a tantos e malucos padrões de beleza e sedução é dose pra leão.
Alergias e cirurgias em alta.
Há uma epidemia de urticária gigante atingindo as mulheres; talvez pelo excesso de cosméticos usados no dia a dia. Nossa pele tem incrível capacidade de absorção. Dia destes, fiquei pensando; em nosso grupo de bate papo ás terças feiras, uma moça veio sem maquiagem, explicou que foi acometida por uma crise de “alergia” e está sendo obrigada a não se maquiar – estava depressiva; pois segundo ela sem maquiagem sentia-se nua. Isso me fez pensar muito. Não apenas eu percebi; mas outra amiga do grupo disse que ela estava com cara de menina; e realmente segundo minha ótica ela ficava muito mais menina e brejeira sem a maquiagem – Alguém disse: você está mais você mesma; alegre-se. Claro que é difícil dividir com as pessoas que não conhecem os personagens, o prazer de ver e sentir que somos muito mais belos do que as máscaras que nos impõem desde a infância – nós somos muito lindos quando formos apenas nós mesmos.
Somos campeões mundiais de cirurgias plásticas em meninas e adolescentes. Quem se atreve a questionar? Não adianta noticiar.
Aumento dos vícios.
Claro que as mulheres, especialmente as jovens, entraram de cabeça nos vícios masculinos: álcool, cigarro, e outras drogas; pois o consumo está ligado á capacidade financeira de manter o vício. Nos bolsões da pobreza tudo continua pior, para conseguir manter o vício a venda do corpo sempre foi solução prática e mortal. O perigo reside para as mulheres de melhor condição: a porta de entrada nos vícios continuará de forma cada vez mais forte: a universidade.
Aleluia.
Mulherada!
Nada de baixo astral – claro que há muito a ser dito e discutido – Mas, vocês são demais; continuem com essa garra – Assumam o poder; pois, nosso planeta é feminino: MÃE GAIA – e tenham certeza que alegram o coração do maior feminista que temos notícia em todos os tempos: Jesus. Ele deve estar muito feliz – Motivo? – É simples, se observarmos além da carga de trabalho do dia a dia quintuplicada; quais são os espíritos que movem a arte da caridade? ONGS – CE – Enfim, em todos os locais onde o amor ao próximo está na dianteira – São as mulheres...
Rogo a Deus e espero que meu espírito já tenha cumprido toda a jornada e com sucesso do meu lado feminino – tomara que não tenha deixado para a última hora; pois a barra está pesada.
VAMOS LÁ MULHERADA!
FORÇA!
NÃO DESISTAM DE NÓS QUE AS ASSISTIMOS!
BEIJOS.
Uma nova Amélia (a mulher de verdade) está no mercado da vida.
Dia a dia elas conquistam novos espaços em todos os nichos da vivência humana. Guerreiras dão conta de várias tarefas ao mesmo tempo: filha, mãe, esposa, profissional, agente de caridade, tocadora de ONG, etc.
Hoje, o número de mulheres supera o de homens nas universidades; e com isso, a entrada no mercado de trabalho em muitas profissões de feudos masculinos trouxe ganho de qualidade; pois puderam desenvolver o lado racional equilibrando o emocional e a afetividade tornando-as pessoas mais completas. Enquanto o homem brasileiro (de forma genérica) está em crise existencial; as mulheres seguem derrubando tabus e aumentando suas conquistas. Claro que há bolsões diferenciados; nos grupos sociais com menor possibilidade de obter conhecimento e capacitação profissional as Amélias continuam as de antes: desvalorizadas tanto pelos parceiros quanto pela sociedade; sobrecarregadas de tarefas; agredidas (mesmo com a Lei Maria da Penha) e com a função de arrimo de família em muitas situações. O homem nessa condição de pouca instrução e capacitação profissional tende a abandonar a família e a sobrecarregar mais ainda a mulher. Mas, mesmo entre esse grupo social de gente sofrida, as guerreiras vão á luta e buscam fazer cursos e se capacitar para melhorar o salário e obter reconhecimento; os homens costumam ser acomodados e contentam-se em levar uma vidinha em que basta a dinheiro para a pinguinha, a cervejinha e o cigarro... Hoje muitas não se intimidam e mandam o companheiro que pisa na bola ir passear – Claro que há o lado negativo, as crianças estão sendo educadas pela rua (num sentido mais amplo onde a principal veículo é a TV); a incidência de HIV nessa faixa etária das mulheres guerreiras tem aumentado; e sempre há o perigo de seu novo ou já antigo companheiro molestar suas filhas. Tudo na vida tem seu preço e, o que mais vale é que as conquistas femininas aumentam dia a dia. Dia destes, fiquei emocionado ouvindo a conversa de duas dessas guerreiras e uma delas disse á outra: - Não quero mais saber dele; mesmo com tanta dificuldade e esforço para pagar as contas e educar os filhos; estou me sentindo muito feliz: - Lá no trabalho sou valorizada; hoje eu tenho valor, e isso não tem preço...
Sem dúvida foi uma mudança violenta no perfil da educação e da cultura para a mulher; os desafios são enormes e os perigos também; especialmente na área da saúde e do comportamento.
Para a mulher é mais difícil desvencilhar-se dos padrões.
Os jogos de amor continuarão os mesmos.
A busca da cara metade que nos fará feliz para sempre; ainda será eterna meta.
A mulher foi feita para amar e ser amada.
Os padrões de beleza são cada vez mais malucos; e nessa brincadeira tem uma “boiolagem cultural” que a maioria das mulheres não percebeu – Quem dita moda, tendências de beleza e sedução feminina são os gays (teoricamente seus concorrentes nesse terreno de seduzir o macho); Quantas mulheres são top line das tendências de moda em qualquer coisa – até em comportamento feminino? – Quem domina o mercado?
É inato no psiquismo da mulher; a busca da capacidade de sedução; mas isso foi levado ao extremo pela cultura atual. Uma das maluquices padronizadas que afeta as mulheres (e que são criadas e reforçadas por elas mesmas; claro que, depois que asseguram a cara metade; depois que já tem seu maridão: bebês gordinhos e cheios de dobrinhas como condição de sucesso infantil; e adultos magros como palitos; claro que atingir esse padrão de sucesso torna-se a cada dia mais impossível em virtude do estresse crônico que leva á busca desenfreada por carboidratos (açúcar doce e salgado: farináceos) que engordam e geram mais ansiedade e angústia; que levam a satisfazer a frustração em mais comida...
Há uma piada; que nem é tão piada assim: - Sabe qual a diferença entre a noiva e a esposa? – Uns trinta quilos...
Suicídio inconsciente.
Nossas mulheres de hoje correm um sério perigo de desertar da vida, apenas por não se acharem capazes de atender aos padrões ditados por mentes pouco sadias.
Além das doenças naturais do desequilíbrio metabólico: diabetes, sobrepeso, aumento dos riscos das doenças ligadas ao excesso de gorduras (colesterol e triglicérides), um distúrbio de auto – agressão, uma doença auto – imune ataca hoje boa parte das mulheres: a Tireoidite de Hashimoto. Talvez por que a tireóide seja a glândula ligada á auto – estima; e convenhamos manter a auto - estima feminina frente a tantos e malucos padrões de beleza e sedução é dose pra leão.
Alergias e cirurgias em alta.
Há uma epidemia de urticária gigante atingindo as mulheres; talvez pelo excesso de cosméticos usados no dia a dia. Nossa pele tem incrível capacidade de absorção. Dia destes, fiquei pensando; em nosso grupo de bate papo ás terças feiras, uma moça veio sem maquiagem, explicou que foi acometida por uma crise de “alergia” e está sendo obrigada a não se maquiar – estava depressiva; pois segundo ela sem maquiagem sentia-se nua. Isso me fez pensar muito. Não apenas eu percebi; mas outra amiga do grupo disse que ela estava com cara de menina; e realmente segundo minha ótica ela ficava muito mais menina e brejeira sem a maquiagem – Alguém disse: você está mais você mesma; alegre-se. Claro que é difícil dividir com as pessoas que não conhecem os personagens, o prazer de ver e sentir que somos muito mais belos do que as máscaras que nos impõem desde a infância – nós somos muito lindos quando formos apenas nós mesmos.
Somos campeões mundiais de cirurgias plásticas em meninas e adolescentes. Quem se atreve a questionar? Não adianta noticiar.
Aumento dos vícios.
Claro que as mulheres, especialmente as jovens, entraram de cabeça nos vícios masculinos: álcool, cigarro, e outras drogas; pois o consumo está ligado á capacidade financeira de manter o vício. Nos bolsões da pobreza tudo continua pior, para conseguir manter o vício a venda do corpo sempre foi solução prática e mortal. O perigo reside para as mulheres de melhor condição: a porta de entrada nos vícios continuará de forma cada vez mais forte: a universidade.
Aleluia.
Mulherada!
Nada de baixo astral – claro que há muito a ser dito e discutido – Mas, vocês são demais; continuem com essa garra – Assumam o poder; pois, nosso planeta é feminino: MÃE GAIA – e tenham certeza que alegram o coração do maior feminista que temos notícia em todos os tempos: Jesus. Ele deve estar muito feliz – Motivo? – É simples, se observarmos além da carga de trabalho do dia a dia quintuplicada; quais são os espíritos que movem a arte da caridade? ONGS – CE – Enfim, em todos os locais onde o amor ao próximo está na dianteira – São as mulheres...
Rogo a Deus e espero que meu espírito já tenha cumprido toda a jornada e com sucesso do meu lado feminino – tomara que não tenha deixado para a última hora; pois a barra está pesada.
VAMOS LÁ MULHERADA!
FORÇA!
NÃO DESISTAM DE NÓS QUE AS ASSISTIMOS!
BEIJOS.
sábado, 7 de março de 2009
A JUVENTUDE DE HOJE
A JUVENTUDE DE HOJE - É A DE ETERNAMENTE; SEMPRE...
A mola do progresso.
“Nossa juventude de hoje adora o luxo, é mal educada, caçoa da autoridade, e não tem o menor respeito com os mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos, eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus...”. (Sócrates, século V a.c).
“Essa juventude está estragada até o fundo do coração: os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter nossa cultura...”. (Autor desconhecido, Babilônia – Século 41 a.c).
Milênios e séculos se passaram e o discurso continua o mesmo. A luta entre o novo e o velho é lei da vida: transformação e transmutação que leva ao progresso.
Dia após dia as mudanças correm aceleradas quebrando os paradigmas e as configurações anteriores; saímos da fase dos músculos (trabalho braçal) para ao cérebro informação e conhecimento. Várias ondas de mudança ou revoluções ocorreram muito rápido, cada vez mais rápido e acelerando. Revolução agrícola, industrial, informação, globalização, cosmologia.
Nesta reta final as transformações são, a cada dia, mais rápidas, abocanhando as faixas etárias; separando o joio do trigo; gerações deixaram de ser contadas em décadas como se fazia na modernidade; hoje as gerações são diferenciadas de ano a ano, semestre a semestre; breve: dia a dia.
Na era digital, as mentes ainda analógicas vão pirar – o número de malucos vai aumentar de forma alucinante. Quem ainda não toma Prozac e Rivotril e similares ou sucedâneos?
Qual a idade dos pacientes?
O que é ser um paciente? Paciente ou doente?
Por que as crianças de hoje teimam em copiar as doenças dos idosos?
O grande desafio:
Quem não toma remédio algum há mais de uma semana, um dia, uma hora?
Nem um chazinho? Nem uma cafeína ou vitamina?
As dúvidas e os questionamentos dos antigos sobre o que é verdadeiro ou falso; real ou imaginário; ético ou não, serão “destroçadas” pela simplicidade das mentes que conseguem ler com mais facilidade o não dito, o escondido: a realidade.
Apenas para exemplificar: claro que velhos paradigmas como levantar-se para saudar um idoso deixaram de ter sentido para as crianças de hoje. Elas são digitais: respeito, só para quem merece.
Mas como identificar quem merece?
Excetuando-se os casos escabrosos no plano físico: muletas, cadeirantes, barrigas de nove meses; para as de antigamente e bem antigamente, os velhos (pessoas que sobreviveram) eram sábios na acepção da palavra. Mas, as crianças e os jovens de hoje, respeitam e veneram; apenas; os que fazem por merecer; nem mais nem menos; pois a maioria dos velhos de hoje nada tem de sábios; a cada dia que passa na sua existência, eles põem á mostra sua verdadeira e pobre identidade; que apenas serve para ajudar os cadeirantes da evolução em torno, a pegarem carona nas suas mediocridades.
Neste quesito, nada melhor do que usar o transporte público para avaliar nossa condição de progresso e a dos semelhantes. Sempre que posso; mas acima de tudo para minha comodidade e para aprender; faço uso dele (uma vez por semana) unindo o útil ao agradável (nem tanto assim); e procuro aprender muito – analisando minha própria mediocridade ao analisar para quem devo ou não levantar-me quando a condução lotou. Dependendo do sotaque e da cara, energia; sei lá...
METRO e EMTU
Claro que Sócrates e conterrâneos anteriores e posteriores não tiveram á disposição um mercado de trabalho para suas viagens na maionese intelectual e teórica, um material tão rico como os filósofos de hoje.
Como exigir de um jovem que finge estar dormindo para dar o lugar a uma pessoa e se enquadra na condição do assento cinza? – Quem ele aprendeu a respeitar na vida em família e no social?
Quem sabe criando novas cores além do cinza: Roxo para os pé na cova – Pink para os aidéticos e aposentados jovens; Rosa para as grávidas; Preto ou translúcido para os que se sentem excluídos, etc. Não deixa de ser uma experiência interessante; pois tenho certeza que, mesmo em situações de atrasos e lotações esses assentos discriminados estariam a cada dia mais vazios...
Quem sabe criando uma TV Metro ou Emtu interativa e inteligente onde os sofridos usuários jovens e velhos antes do tempo possam aprender a viver sem a obrigação de ouvir e ver tantas baboseiras light.
Resumindo?
Tudo continua como antes; apenas com muito mais rapidez e seletividade.
BEM VINDOS OS NOVOS JOVENS DE CADA DIA...
Paz.
A mola do progresso.
“Nossa juventude de hoje adora o luxo, é mal educada, caçoa da autoridade, e não tem o menor respeito com os mais velhos. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos, eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus...”. (Sócrates, século V a.c).
“Essa juventude está estragada até o fundo do coração: os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter nossa cultura...”. (Autor desconhecido, Babilônia – Século 41 a.c).
Milênios e séculos se passaram e o discurso continua o mesmo. A luta entre o novo e o velho é lei da vida: transformação e transmutação que leva ao progresso.
Dia após dia as mudanças correm aceleradas quebrando os paradigmas e as configurações anteriores; saímos da fase dos músculos (trabalho braçal) para ao cérebro informação e conhecimento. Várias ondas de mudança ou revoluções ocorreram muito rápido, cada vez mais rápido e acelerando. Revolução agrícola, industrial, informação, globalização, cosmologia.
Nesta reta final as transformações são, a cada dia, mais rápidas, abocanhando as faixas etárias; separando o joio do trigo; gerações deixaram de ser contadas em décadas como se fazia na modernidade; hoje as gerações são diferenciadas de ano a ano, semestre a semestre; breve: dia a dia.
Na era digital, as mentes ainda analógicas vão pirar – o número de malucos vai aumentar de forma alucinante. Quem ainda não toma Prozac e Rivotril e similares ou sucedâneos?
Qual a idade dos pacientes?
O que é ser um paciente? Paciente ou doente?
Por que as crianças de hoje teimam em copiar as doenças dos idosos?
O grande desafio:
Quem não toma remédio algum há mais de uma semana, um dia, uma hora?
Nem um chazinho? Nem uma cafeína ou vitamina?
As dúvidas e os questionamentos dos antigos sobre o que é verdadeiro ou falso; real ou imaginário; ético ou não, serão “destroçadas” pela simplicidade das mentes que conseguem ler com mais facilidade o não dito, o escondido: a realidade.
Apenas para exemplificar: claro que velhos paradigmas como levantar-se para saudar um idoso deixaram de ter sentido para as crianças de hoje. Elas são digitais: respeito, só para quem merece.
Mas como identificar quem merece?
Excetuando-se os casos escabrosos no plano físico: muletas, cadeirantes, barrigas de nove meses; para as de antigamente e bem antigamente, os velhos (pessoas que sobreviveram) eram sábios na acepção da palavra. Mas, as crianças e os jovens de hoje, respeitam e veneram; apenas; os que fazem por merecer; nem mais nem menos; pois a maioria dos velhos de hoje nada tem de sábios; a cada dia que passa na sua existência, eles põem á mostra sua verdadeira e pobre identidade; que apenas serve para ajudar os cadeirantes da evolução em torno, a pegarem carona nas suas mediocridades.
Neste quesito, nada melhor do que usar o transporte público para avaliar nossa condição de progresso e a dos semelhantes. Sempre que posso; mas acima de tudo para minha comodidade e para aprender; faço uso dele (uma vez por semana) unindo o útil ao agradável (nem tanto assim); e procuro aprender muito – analisando minha própria mediocridade ao analisar para quem devo ou não levantar-me quando a condução lotou. Dependendo do sotaque e da cara, energia; sei lá...
METRO e EMTU
Claro que Sócrates e conterrâneos anteriores e posteriores não tiveram á disposição um mercado de trabalho para suas viagens na maionese intelectual e teórica, um material tão rico como os filósofos de hoje.
Como exigir de um jovem que finge estar dormindo para dar o lugar a uma pessoa e se enquadra na condição do assento cinza? – Quem ele aprendeu a respeitar na vida em família e no social?
Quem sabe criando novas cores além do cinza: Roxo para os pé na cova – Pink para os aidéticos e aposentados jovens; Rosa para as grávidas; Preto ou translúcido para os que se sentem excluídos, etc. Não deixa de ser uma experiência interessante; pois tenho certeza que, mesmo em situações de atrasos e lotações esses assentos discriminados estariam a cada dia mais vazios...
Quem sabe criando uma TV Metro ou Emtu interativa e inteligente onde os sofridos usuários jovens e velhos antes do tempo possam aprender a viver sem a obrigação de ouvir e ver tantas baboseiras light.
Resumindo?
Tudo continua como antes; apenas com muito mais rapidez e seletividade.
BEM VINDOS OS NOVOS JOVENS DE CADA DIA...
Paz.
sexta-feira, 6 de março de 2009
EDUCAÇÃO ALIMENTAR - ASSASSINATO EM TERDEIRO GRAU
EDUCAÇÃO ALIMENTAR - ASSASSINATO DE TERCEIRO E INFINITO GRAU.
Educar envolve todos os aspectos da vida como seres humanos; e nesta dimensão da vida um dos aspectos da educação que assume papel cada vez mais determinante entre continuar vivo ou desencarnar, é a nutrição em todos os sentidos imagináveis.
Ontem fiquei apavorado.
Ia atender uma criança pela primeira vez e demorei numa consulta de também primeira vez; fui alertado pela secretária que a mãe da próxima paciente ia embora, por que tinha uma consulta agendada com o neurologista daí a uma hora. Bem já estava no final e tudo deu certo – graças a Deus...
Em breves palavras ela me relatou o seguinte quadro patológico; que me trouxe á mente o que venho tentando dizer em vão ás pessoas: as crianças estão com doenças de idosos.
F.L.S de 5 anos tomava desde os 2 medicamentos para ficar mais calma; além das medicações tradicionais para IVAS e alergias; inclusive corticóides – Começou a engordar; foi identificada uma tireoidite de baixa e toma “puran” desde os 3 anos.
Resumindo: Freqüenta consultórios de idosos desde antes dos 5 anos: neurologista; alergista; gastro; cardiologista; endocrinologista; ginecologista (sangramento vaginal) e outros istas...
Fui procurado como salvador da pátria – claro que tive que sair pela tangente e neste caso me saí bem – segundo uma mestra de outro mundo que nos pediu para sermos ECOS dos outros na hora de servir – desta vez mediquei segundo a urgência homeopática – mandei retornar com 30 dias até a poeira produzida pela medicina baixar; para tentar desatar os nós dessa mixórdia.
Cá comigo, tive a impressão que a garota está com os dias contados – mas, uma esperança; uma luz no fim do túnel: a mãe é uma pessoa atrapalhada como todos nós; mas, simples; não muito contaminada pela pseudo sapiência; o que já é um alento para o futuro dessa criança.
Mas, fiquei feliz com uma tirada do momento: Ela se queixou da ansiedade da menina; mostrou as unhas todas roídas até o talo – Eu disse a ela: mãe não se preocupe com isso: pois, comer unha não engorda! (nossa paciente já deve estar muitos quilos acima do normal.
Vou começar a usar essa receita: Está com fome?
Coma as unhas...
Voltando á terra: Qual o futuro dessa criança?
Possivelmente caixão ou crematório em breve.
Mas, quem se importa com isso?
Quem se interessa - Melhor: Quem se engaja?
Amém.
Educar envolve todos os aspectos da vida como seres humanos; e nesta dimensão da vida um dos aspectos da educação que assume papel cada vez mais determinante entre continuar vivo ou desencarnar, é a nutrição em todos os sentidos imagináveis.
Ontem fiquei apavorado.
Ia atender uma criança pela primeira vez e demorei numa consulta de também primeira vez; fui alertado pela secretária que a mãe da próxima paciente ia embora, por que tinha uma consulta agendada com o neurologista daí a uma hora. Bem já estava no final e tudo deu certo – graças a Deus...
Em breves palavras ela me relatou o seguinte quadro patológico; que me trouxe á mente o que venho tentando dizer em vão ás pessoas: as crianças estão com doenças de idosos.
F.L.S de 5 anos tomava desde os 2 medicamentos para ficar mais calma; além das medicações tradicionais para IVAS e alergias; inclusive corticóides – Começou a engordar; foi identificada uma tireoidite de baixa e toma “puran” desde os 3 anos.
Resumindo: Freqüenta consultórios de idosos desde antes dos 5 anos: neurologista; alergista; gastro; cardiologista; endocrinologista; ginecologista (sangramento vaginal) e outros istas...
Fui procurado como salvador da pátria – claro que tive que sair pela tangente e neste caso me saí bem – segundo uma mestra de outro mundo que nos pediu para sermos ECOS dos outros na hora de servir – desta vez mediquei segundo a urgência homeopática – mandei retornar com 30 dias até a poeira produzida pela medicina baixar; para tentar desatar os nós dessa mixórdia.
Cá comigo, tive a impressão que a garota está com os dias contados – mas, uma esperança; uma luz no fim do túnel: a mãe é uma pessoa atrapalhada como todos nós; mas, simples; não muito contaminada pela pseudo sapiência; o que já é um alento para o futuro dessa criança.
Mas, fiquei feliz com uma tirada do momento: Ela se queixou da ansiedade da menina; mostrou as unhas todas roídas até o talo – Eu disse a ela: mãe não se preocupe com isso: pois, comer unha não engorda! (nossa paciente já deve estar muitos quilos acima do normal.
Vou começar a usar essa receita: Está com fome?
Coma as unhas...
Voltando á terra: Qual o futuro dessa criança?
Possivelmente caixão ou crematório em breve.
Mas, quem se importa com isso?
Quem se interessa - Melhor: Quem se engaja?
Amém.
Assinar:
Postagens (Atom)
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo