terça-feira, 30 de junho de 2026

 



JÁ TEM CONSCIÊNCIA DE VIVER ENTRE POLARIDADES?

BRINCANDO DE ESTAR ALEGRE OU TRISTE...

     Nossa caminhada cósmica se baseia em transitar pela existência física e extrafísica aprendendo a dominar experiências entre polaridades. Dia/noite, objetivo/subjetivo, dor/prazer, alegria/tristeza, alto/baixo, opaco/luminoso...

    Na tentativa de aprendermos a julgar e interpretar polaridades nós criamos dificuldades; tanto para nós próprios quanto para os outros ao nos basearmos em sistemas de crenças alheias que induzem a pré-julgamentos. Ao prejulgarmos desperdiçamos a chance de aprender a dominá-las. Tentemos vivê-las sentindo-as passo a passo com inteligência, essa atitude nos levará ao aprendizado de escolher a melhor opção.

O sistema cultural determina que determinados experimentos devem ser evitados, porque costumam trazer sofrimento; mas o que é sofrimento senão uma interpretação?

Bora praticar:

    Pare para pensar, e anote as experiências de polaridades sobre as quais você ainda não tem domínio. Separe uma comum no dia a dia, pode ser, por exemplo: ALEGRIA/TRISTEZA.

Analise as atitudes e reações que você costuma ter quando se sente triste:

 - Se tenta ficar sozinho: Anote como faz isso, veja se tenta disfarçar ou se faz questão de demonstrar, anote se aprecia o papel de vítima; observe como muda a forma de tratar as pessoas quando está triste.

- Quando questionado sobre o fato de estar triste como costuma reagir? Seu timbre de voz muda? Sua fala se torna mais lenta? Fica agressivo? Demonstra ser mal-educado? Recusa-se a dar explicações?

- Se você tenta fugir da tristeza: Documente que recursos costuma usar; finge que não está triste? Faz cara de alegre? Come demais? Bebe demais? Fuma demais? Droga-se? Estimula-se? Torna-se “arroz” de festa? 

- Se tenta sempre justificar tristeza:  Anote se faz isso com discernimento e com honestidade íntima.

- Tem o hábito de sempre buscar culpados externos para a sua tristeza? Na maior parte das vezes encontra esses culpados na intimidade ou no meio externo?

Analise as reações que costuma ter quando se sente alegre:

- Se demonstra estado de alegria analise porque o faz. Como costuma demonstrar alegria? De forma exuberante ou discreta? Sente mais prazer em demonstrar alegria junto a outros alegres ou junto aos tristes? Gosta de dividir sua alegria com as outras pessoas? Mostrar que está alegre reforça seu ego? Sente-se mais importante e vencedor do que os tristes? Como se sente quando fica evidente que sua alegria deixou o outro triste? É afetado? De que forma?

- Se não consegue demonstrar que está alegre: Tente identificar as razões. Tem medo de que os outros “sequem” ou tentem sabotar sua alegria?

- Costuma ficar de ressaca de tanta alegria? Após demonstrações de alegria costuma ficar na fossa ou triste sem saber a razão? Costuma perder o sono de tanta alegria?

- É capaz de discernir a verdadeira alegria daquela induzida? Usa máscaras de alegria ou de tristeza segundo seus     interesses do momento? Crie o hábito de pedir para alguém fotografá-lo ou, fotografe-se você mesmo quando sentir-se triste ou alegre em exuberância, a comparação de sua aparência pode ser um eficaz instrumento de autoconhecimento.  

 

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