sexta-feira, 9 de março de 2012

HIGIENE E SUSTENTABILIDADE




Depois da modernidade nada mais será como antes...

A velocidade com que velhos conceitos se tornam obsoletos e arcaicos é cruel para as mentes ainda analógicas. Nós ainda nem praticamos direito alguns e já surgem novos mais necessários e urgentes; pois se tornam rapidamente agentes selecionadores.
Alguns conceitos de higiene e prevenção, por exemplo:
Isso leva a determinada doença! Aquilo pode causar problemas! É preciso higienizar!
Mas, o que é higiene? Apenas contaminação? Eliminar as sujeiras visíveis? Lavar, lavar, lavar... Será que isso basta? Lavar as mãos antes de comer; lavar bem os utensílios; lavar e desinfetar verduras e legumes; esses bem básicos se tornam cuidados cada vez mais primários em nossos hábitos de higiene. Isso é preocupação de antigamente (mas, que continua necessária). O momento é perigoso, pois os riscos de contaminação são cada vez mais complexos e, aumentam a cada dia, exigindo de nós muita atenção, observação e informação de fontes confiáveis, vinda de pessoas que realmente estejam preocupadas com nosso bem e com os sistemas da ecologia que podem sustentar a vida.

Ilustrando:
Algumas novas obrigações de “vigilância sanitária” pessoal e coletiva surgem a cada dia.
• Observar o prazo de validade dos alimentos é essencial.
• Conhecer e identificar os “defensivos agrícolas” usados nas lavouras pode representar saúde ou doença. O uso exagerado ou de produtos não permitidos deve ser denunciado.
• A contaminação química (aditivos usados na produção dos alimentos industrializados) representa perigo até maior pela sua repetição, além disso, é camuflada como modernidade.
• O envenenamento por substâncias liberadas pelos utensílios usados no preparo dos alimentos. O mais conhecido deles, é a intoxicação pelo alumínio que produz doenças num longo prazo; mas o teflon, e o plástico dos recipientes também representam perigo para a saúde.
• Os resíduos dos modernos produtos de limpeza que ficam nos utensílios é problema. Então: lave, lave, lave; mas, e, quando a água acabar? E, a água também está ficando cada vez mais envenenada; será que daqui a algum tempo, quanto mais lavar pior fica?

Lógico que as pessoas devem ser orientadas quanto a contaminação dos alimentos tanto por bactérias, fungos, toxinas, parasitas e as possíveis doenças; mas, se deixarmos de alertá-las quanto aos modernos perigos estamos sendo perigosamente omissos.

Neste bate papo vamos deixar de lado a contaminação pelas radiações de celulares, telas de TV, PC, forno de microondas, etc.

A idéia básica é debater para começar a reciclar os conceitos de higiene e sanidade. Afinal vem aí o Rio + 20 – se virar virou...

Mas:
Higiene e sustentabilidade começa dentro de casa.

Namastê.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

ANDAR DESCALÇO FAZ BEM À ALMA




Diz o ditado de um antigo e andarilho povo Andino: “o homem tem dois médicos: o pé direto e o pé esquerdo”. Andar descalço entre eles é um secular hábito; talvez aí esteja uma explicação para sua vitalidade e longevidade. Mesmo sem que soubessem eles descobriram os pontos de acupuntura ligados aos principais órgãos; e que se localizam na sola do pé.

Na atualidade é comum a queixa de falta de energia e de cansaço crônico; um dos motivos é a falta de troca de energia com a Terra; pois andamos o tempo todo em cima de isolantes solas de borracha ou de plástico.

Sempre que possível ando descalço; é uma necessidade desde a infância. Andar descalço dentre outras coisas me deixa mais calmo e menos apressado. É um treino para a evolução do meu espírito; sou obrigado a sentir e a olhar bem onde piso, a andar no ritmo certo e prestar atenção aos limites.

Se transferirmos esses conceitos para a caminhada de nossa alma pela estrada da vida, o ganho em evolução espiritual pode ser interessante.
A alma descalça pode ser a simples e despojada que sabe aonde quer chegar sem impor prazos nem tempo. Tem plena consciência que não está apostando corrida com ninguém. Identifica e respeita seus limites; aprende a andar e a parar quando é preciso. Presta atenção às belezas da estrada. Se o pedaço do caminho é suave e fofo até se atreve a dar uns pulinhos; e quando o trecho for íngreme e pedregoso aumenta a atenção e não desanima, pois sabe que logo à frente haverá um trecho mais suave.

Quando subimos no salto alto do orgulho, os tombos podem ser doídos e até causar quebraduras.
As botinas da prepotência e do mandonismo podem ferir os que caminham conosco pela vida.

A alma descalça pode obter muitas outras virtudes...

Quem diria, andar descalço faz bem não apenas ao corpo,mas também á alma.


Namastê.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O FOCO DA CONSCIÊNCIA NO PALCO DA VIDA - TRIBUTO A WHITNEY HOUSTON






Sempre que “perdemos” alguém que nos toca o coração; e nada melhor do que a arte para despertar nossos melhores sentimentos, nós somos convidados a repensar nossas vidas.
Remexendo no baú das memórias; encontrei este escrito que vou usar hoje como oração e tributo a alguém que me fez tanto bem; escrevi muitas coisas ouvindo-a cantar.
Hoje sei com certeza que podemos nos comunicar uns com os outros através do pensamento e do sentimento. Enviemos vibrações de força e coragem para que ela atravesse bem esse momento de transição; sem julgamentos nem culpas ou remorsos; pois não precisamos disso; e Deus não nos quer tristes.

WHITNEY HOUSTON:

Fecha os olhos.
Imagina um grande teatro azul.
O teatro Terra.
Estás de frente para um palco.
O palco da tua vida; que foi a principal razão de ser desta tua existência.
Vais assistir a uma peça: a vida de Whitney Houston.

No palco se encontram muitos personagens conhecidos e desconhecidos.
De repente um facho de luz se acende.
É um foco.
Ganhastes a responsabilidade de aprender a manejar esse foco e de dar-lhe a intensidade e o colorido que desejares.
Tu és o comandante.
No começo é pura diversão, uma grande brincadeira, é a fase das descobertas, e tu atiras o foco de uma cena a outra, de um personagem a outro, freneticamente, a esmo.
Logo começas a pegar o jeito e aprendes que onde puseres o foco é lá, bem lá, naquele ponto, é que as coisas acontecem: os personagens se movimentam, diálogos acontecem, desenvolve-se uma trama, e que até tem um conteúdo: drama, comédia, terror.

Com uma dose de espanto descobres que:
Tudo que sai do foco: some.
Ou não?
Fica escondido, porém não deixa de existir, continua lá, esperando a volta do foco para recomeçar. (fica envolto na escuridão da inconsciência). Percebes que junto, bem próximo ao foco, é possível divisar algumas coisas, um tanto enevoadas, mas dá para perceber que se pudessem pulariam na direção do foco (quase/escuridão do subconsciente).
Uma dúvida: será que tudo o que estiver fora do foco naquele momento pára, descansa, fica imobilizado, até o retorno dos refletores da atenção?
Quem puder respondê-la, que o faça...

Outra descoberta que desconcerta: quando deixas de manejar o foco usando a própria vontade, ele parece quebrado e retorna a um ponto específico, repetidamente (idéias fixas) – cuidado com isso querida.

Principalmente onde estás neste momento, aprender a manejar o foco da consciência faz toda a diferença no teatro da vida humana.
Quem maneja o foco comanda o espetáculo.
Faz com que a vida aconteça e torna-te ao mesmo tempo: roteirista, diretor, ator, contra-regra, tudo que tens direito.

Aprende a manejar o foco da consciência de forma planejada.
Nossa vida deve obedecer a um roteiro previamente traçado.
No entanto, quando descobrimos isso, já existe um roteiro em andamento a ser adaptado, melhorado. Quer queiramos ou não, já estamos expostos no palco da vida seguindo um roteiro (destino) que traçamos sem consciência plena do que fazíamos e, é impossível ignorá-lo, esquecê-lo ou debandar.
Então, a melhor coisa a fazer neste momento é adaptar o velho roteiro (passado) aos nossos desejos e conhecimentos atuais para criarmos o roteiro do amanhã.
Melhor nos prepararmos para o futuro.
Parte da platéia é exigente; outra releva tudo e tem por ti um amor incondicional.

Milhares de olhos estão nos observando.
Outros milhares de ouvidos estão nos escutando.
Um número incontável de cérebros está tentando devassar nossas intenções, julgar nossas qualidades ou a falta delas. Não nos atenhamos a isso.
A casa está lotada de espectadores, alguns podemos ver e sentir, outros não. No entanto, todos podem nos aplaudir ou nos vaiar, atirar flores ou arremessar ovos, e os mais exaltados tudo que estiver à mão. Com certeza será aplaudida de pé como sempre fostes; fizeste sempre o melhor a ser melhorado, eternamente.

Adaptado o roteiro, após decidir com clareza o que queremos que aconteça basta colocar ali o foco da consciência.

Definir o estilo é importante.
É preciso definir se a história de nossa vida vai ser uma comédia, um drama, uma guerra, um pastelão, uma história de amor. Isso fica para a próxima apresentação.

Quem nós vamos convidar para serem nossos coadjuvantes?
Vamos aceitar palpites e roteiristas de fora?

Vamos delegar a direção para quem?

A isso, a essa coisa tão simples, podemos chamar: a arte de viver bem conosco e com os outros.

Palmas para nós; e principalmente para ti WHITNEY HOUSTON.

Em tempo:
Todos os nossos amigos, e os amigos dos nossos amigos, deste lado da vida para onde fostes estará aí para te aplaudir. Para te preparares para esta apresentação: PENSA EM JESUS.

Nas imagens - teu novo palco - linda flor.

Namastê.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

ATUALIZAÇÃO DA PARÁBOLA DOS SAQUINHOS DE SUPERMERCADO



Segundo meu amigo ET, nós somos seres interessantes e interesseiros, ao arrumar causes capaz de criar ambiente de mudanças no pensar, sentir e agir das pessoas; a quase totalidade delas é detestável; verdadeiros atestados de evolução dos postulantes.
Misturamos interesses pessoais com causas pseudo-ambientais.
Quando temos tantas em ordem de importância maior; nós as pessoas comuns; gente ordinária no bom sentido; apenas pela má ou falta de educação - nós nos aglutinamos e nos preocupamos com coisas miúdas; nem por isso; menos importantes; pois elas são a nossa cara evolutiva.
Lamentável a preocupação e o espaço reservado na tela da inteligência das pessoas comuns á maracutaia entre os que detêm o poder de trocar favores para dominar as cobaias sem educação (mesmo pós-graduadas) - dos saquinhos de supermercado; como foi a do álcool gel protetor da terrível H1N1 (Lembra?).
Quem reclama de outras extorsões que são praticadas pelas pessoas envolvidas no poder público?
Mas como disse o Mestre Jesus: Há que haver escândalos; mas aí daquele que sirva de escândalo.
Graças ao Google acessei o artigo postado em; sábado; 02 de janeiro de 2010 neste bloog – http://americocanhoto.blogspot.com/2010/01/parabola-do-saquinho-de-supermercado.html
Afinal, qual o verdadeiro interesse dos envolvidos?
Continuar usando o saquinho de supermercado como um reles saco de lixo?
Quantas “causes” como essa seriam evitadas; se a luta verdadeira estivesse focada na educação; pouco; mas muito a ver com instrução.
Essa mixaria de cause em termos do que já devemos produzir atualmente em se tratando de evolução coletiva será muito positiva; apenas pelo fato: os mandatários do sistema declararam um prazo para que as medidas entrem em vigor – daí: as pessoas serão mais honestas – ao desmontar a sociedade do consumo e do descartável.
Dica:
Sou uma pessoa descartável?
Para que sirvo ou para quem trabalho?
Detesto a faculdade de antever o que nos aguarda...
Mas, mesmo não gostando; sou obrigado a rever...
Preocupante o que nos aguarda com relação ao estresse crônico...
Namastê

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

DESEMPREGO NO PLANO ESPIRITUAL: UM SÉRIO PROBLEMA




Já estamos com 200 milhões de desempregados no planeta em 3D – isso sem contar os que nunca estiveram catalogados num emprego formal...
Estar desempregado nesta dimensão da vida é um sério problema. Isso pode representar fome, doença, mendicância, banditismo, etc. Tudo depende das tendências e da condição evolutiva do indivíduo.
Mas o número de desempregados e de moradores de rua no plano espiritual em 4D é muito maior. Lá temos uma pequena parcela empregada e trabalhando a favor da luz, outra parcela trabalhando para as sombras e a grande maioria desempregada sendo explorada por sombrios dirigentes, empresários das trevas.

Inevitável nossa partida para 4D.
Daí:
Chegar ao plano espiritual sem saber o que fazer, sem qualificação e sem emprego é muito pior. Um verdadeiro inferno de perambular aqui e acolá como morador de rua do plano espiritual; fugindo de todo tipo de exploradores e de traficantes de todos os tipos.

Mesmo em 3D muitos desempregados são eternos desocupados, vida após vida. Almas sempre descontentes com tudo e com todos, querem colher o que não plantaram. Quando tem emprego fazem tudo mal feito, mentem, fogem do trabalho reclamam dos chefes, sempre acham que ganham pouco.

Caso estivéssemos prestando atenção à educação do espírito a criança desde pequena já sinaliza que ali está um desempregado crônico; basta prestar atenção no seu padrão de atitudes frente ao trabalho, de qualquer tipo, desde comer apenas coisas que não precisem ser mastigadas, a não participar de nenhuma tarefa doméstica quando maior; não gostar de fazer suas lições da escola nem de estudar.

O espírito não pode viver eternamente de favores em qualquer dimensão da vida (é preciso que coloquemos isso na nossa cabeça antes de desencarnar para não ficarmos “causando” do lado de lá nem enchendo a paciência dos que estão do lado de cá).
A evolução em si é um ato de eficiência e desempenho. Os mais preguiçosos e inabilitados vão sendo “devorados” ou se suicidam cada um à sua moda (embora não desapareçam; pois a morte não existe como fim de tudo; apenas como recomeço – a fila do SUS do lado de lá é imensa e pode demorar séculos para o que se fez indigente ser atendido).

Nem tanto lá nem tanto cá:
Em se tratando de lutar pela sobrevivência, satisfazer as necessidades e progredir o homem tem um sério problema: a gula do labor: armazenar, sentir prazer em entupir-se de tarefas para amealhar coisas que depois não consegue digerir e na existência seguinte fica de ressaca sem ter o que comer ou fazer...
Muitos desempregados de hoje são gulosos de labor de ontem que quiseram tomar para si na existência anterior o que não seriam capazes de usufruir, tomaram dos outros as oportunidades que poderiam ser compartilhadas, agora esperam (recomendo a leitura: Assassinatos no trabalho: a morte das oportunidades http://educarparaummundonovo.blogspot.com.

Outros são eternos preguiçosos. Espíritos que não querem nada com nada.

Será que o desemprego no plano espiritual é algo tão sério assim?

Vamos fazer um exercício mental.
Experimente ficar sem pensar, criar ou fazer algo durante algumas horas. No que pensa e o que sente? A ociosidade pode nos levar á loucura, à obsessão e a doenças no corpo físico. Agora, imagine uma dimensão onde a mente tudo pode (mesmo as construções do plano espiritual foram criadas pelos espíritos passo a passo, milênio a milênio os umbrais, as regiões trevosas, as colônias de regeneração confundidas como paraísos, etc.).
Imagine-se no plano espiritual sem ter o que fazer, sem saber o que e como fazer, sem experiência nenhuma em usar a mente e a boa vontade. Nessa condição, nós nos tornamos loucos, dementados, explorados por mentes mais poderosas ou obsessores.

No plano espiritual as coisas são mais bem definidas.
É impossível escondermos uns dos outros quem nós somos e quais nossas intenções. Lá ou trabalhamos para o bem ou trabalhamos para o mal e/ou somos explorados pelos que estão a serviço das sombras.

Se do lado de lá um dia resolvamos mudar de vida e sair atrás de emprego:
Na busca de um trabalho no bem, qual a primeira pergunta que vão nos fazer:
O que sabe fazer?
Quais as capacidades que já desenvolveu?
Qual é a sua experiência nessa tarefa?
Não adianta mentir, enganar como fazemos aqui em 3D; pois nosso currículo está escrito na nossa cara, no campo da aura.

O pior é que se optarmos em trabalhar pelo mal; as perguntas serão as mesmas: No que você é craque mano? Mentir? Matar? Fingir? Odiar?

As vaquinhas de presépio, a massa, os mornos, os meio-termo são o material de trabalho de todos; tanto dos que trabalham para o bem quanto dos que trabalham para o mal - daí é melhor nós nos definirmos logo para não chegarmos ao plano espiritual como cobaias, verdadeiros ratinhos de laboratório da evolução humana.

A melhor coisa a fazer é praticar e muito a recomendação fantástica do Espírito da Verdade: “... Amai-vos e instruí-vos...”.
Uma das mais eficientes agências de emprego para arranjar trabalho no plano espiritual é a casa espírita ou locais semelhantes.
Quem ainda não arrumou uma “tarefa de auxílio ao próximo e ao planeta; não perca tempo; pois do lado de lá tudo é pago – claro que a moeda em 4D é um pouco diferente – é tudo passado no cartão espiritual e contado em bônus hora (André Luiz).

Alerta:
Como do lado de lá não existe morte – a fila do SUS para atendimento a quem não tem assistência é imensa e o tempo de espera para ser atendido pode levar algumas décadas, séculos ou mais.

Mesmo não sendo ainda um trabalhador especializado; melhor começar como mão de obra temporária, não especializada; e começar a se diferenciar seja em que tipo de empresa nós queiramos trabalhar: a serviço da luz ou das sombras – pois ficar como sofredores, vítimas – material de trabalho tanto para a luz quanto para as sombras é degradante; nojento como disse Jesus (relato do Apocalipse) que nós os mornos (normais que querem viver na moda, acreditando em coisas diet, light, beba com moderação, só um pouquinho não faz mal, ninguém é de ferro...; seríamos vomitados daqui – credo!

Bom trabalho.

Namastê.

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