Na Era da pressa e da tecnologia temos enorme dificuldade em parar para pensar, analisar, e, sobretudo, criticar as informações recebidas.
Vamos analisar um paradigma cultural absurdo: Doses Homeopáticas para expressar algo demorado - tão lento quanto a Homeopatia... Ela é muito mais eficaz e rápida em se tratando da resolução de problemas agudos – exemplo, uma pneumonia não leva mais do que 2 ou 3 dias para ser resolvida; quando a medicina oficial leva mais de 10; e ela resolve a um custo muito mais barato – Quanto custou a resolução da sua última crise de rinite? Pneumonia? Amigdalite? Virose? - Das pessoas que procuram a Homeopatia 95% são portadoras de doenças crônicas, e sem resultado através do tratamento oficial; daí a busca da alternativa; mas, estavam iludidas pelo bloqueio dos sintomas; até que o organismo se reposicione – e nessa luta inglória na busca da cura costumam trocar uma doença simples por outras mais complexas, ás vezes como efeito colateral do cada vez mais caro e ineficaz tratamento.
Se parássemos para pensar logo entenderíamos que Lei é Lei:
Há tempo para adoecer e tempo para se curar:
Segundo a Lei Ação e Reação e a de Justiça, a medicina deve intervir nos sintomas apenas até que o organismo tenha tempo de curar a si mesmo, pelo esforço de reestruturação da forma de pensar, sentir e agir do doente.
A medicina do futuro alongando seus horizontes tratará as doenças com terapias menos violentas, menos amputadoras. A cirurgia do futuro, por exemplo: será a cirurgia moral e a quimioterapia será a renúncia aos vícios, aos prazeres.
Os Ciclos de Tempo devem ser obedecidos:
Para entender as ocorrências do cotidiano não se pode perder de vista, o encadeamento gerado pela Lei de Causa e Efeito – nossas doenças são uma lenta construção, materializadas com a ajuda de gatilhos ou última gota que faz transbordar o copo...
Boa parte das doenças de hoje, são conseqüência das escolhas do ontem tardio ou imediato: glutão de hoje, dispéptico de amanhã; fumante de hoje, canceroso ou enfisematoso em breve; e assim por diante; por isso, é preciso cuidado ao efetuar escolhas, até porque, nesta dimensão a percepção do tempo é subjetiva. Exemplo: conseqüências prazerosas passam rápido, as dolorosas demoram a eternidade.
Cuidado:
Na busca da cura todos queremos resultados para ontem.
O perigo é cada vez mais grave e imediato para quem se recusa a ver; ouvir e pensar.
Nas doenças que foram construídas lentamente; não adianta nós desejarmos que elas se resolvam num passe de mágica; e complicamos a cura apenas bloqueando sintomas.
Pois:
As leis são imutáveis:
“Não vim destruir a Lei...”; Jesus foi bem claro.
A dinâmica da vida, inexorável, sempre flui no conjunto da Legislação Divina quer acreditemos nela ou não; crenças pessoais, religiosas ou científicas, não modificam leis naturais.
No assunto em questão:
Pobres daqueles que ainda crêem que: arrependimento (equivale ao desaparecimento dos sintomas) não seguido da boa e ativa ação; seja capaz de apagar ou arquivar para sempre (cura definitiva) o que se encontra registrado em desarmonia, os crimes contra a Lei - Vã esperança; pois as imagens do passado retornarão à tela mental (recaídas, recidivas, agravações), eternamente, até que sejam harmonizadas.
Desde o início dos tempos, nosso raciocínio movimenta energias e desencadeia ações e reações; as imagens gravadas pela “filmadora da consciência” que registra todos os pensamentos, sentimentos e atitudes, ficam arquivadas nos corpos extrafísicos; é impossível apagar esse filme ou deletar esse arquivo; os efeitos ou recaídas retornam sem a intervenção de nenhum tipo de entidade que não o próprio autor da ação.
Está em busca da cura?
Não cometa o desatino de ignorar o fator tempo.
“Não vim destruir a Lei...”
O que os doentes e a medicina oficial querem; senão destruir a Lei? – Várias delas ao mesmo tempo.
Vão conseguir?
Namastê.
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
PARASITOSE ESPIRITUAL
Impressiona o número de pessoas medicadas ao apresentarem sintomas de parasitose energética; situação geradora de sintomas que ao longo do tempo até podem se transformar em doenças funcionais. Essa situação é desconhecida pela maioria; tanto doentes quanto profissionais de saúde. Muitos mal estares inexplicáveis e sintomas que não se encaixam em nenhum quadro de doença conhecida são tratados com sintomáticos, inutilmente.
Pensei em escrever sobre o assunto em virtude do aumento intenso do problema do “mediunismo” devido á aceleração da grade energética do planeta afetando a ligação entre corpo físico e astral conforme já coloquei em artigo anterior.
Ontem atendi uma criança cuja queixa na noite anterior foi de tontura e náuseas intensas; a criança foi medicada pela própria mãe e levada para a cama do casal; quando ela adormeceu; a mãe sentiu-se estranha e visualizou um senhor vestido de marinheiro “passando mal” e passou a sentir os mesmos sintomas da criança, que na realidade eram os da entidade.
Esclarecemos o assunto durante a consulta e a criança foi atendida ontem mesmo numa CE - hoje ela me ligou dizendo que tudo está bem.
Mesmo as pessoas que não sejam portadoras de mediunidade no seu projeto de vida, passarão a ter que lidar com situações de parasitose energética. O problema torna-se crônico quando não há conhecimento e a entidade passa a sentir-se bem com a medicação. Gravíssimo é o problema dos remédios de uso contínuo; especialmente os chamados controlados; daí já deixa de ser parasitose espiritual para processo obsessivo grave.
Como se inicia?
Para que se estabeleça uma relação obsessiva é necessário que o padrão vibratório dos envolvidos seja semelhante. Pensamos sentimos e agimos sem descanso e sem cessar, como emissores e receptores espalhamos para o universo quem somos, influenciamos e somos influenciados. Sem sintonia, não há relação. No popular “encosto” da cultura, ou parasitose energética, quem se encontra do outro lado da vida fixado no apego às pessoas, aos bens, às sensações físicas, aos vícios, à vingança..., cria relações de simbiose, parasitismo ou vampirismo com outros; nesses casos de encosto ás vezes o desencarnado está apenas buscando alívio para seus próprios sintomas ou necessidades das quais não se livrou.
Mesmo passando inúmeras vezes de uma dimensão a outra ao longo da evolução, nosso inconsciente apenas impregnou-se de vagas lembranças gerando especulações. Ás vezes temores, contribuindo para que essa realidade permaneça no terreno do sobrenatural; mesmo que todos os dias façamos andanças pelo plano extrafísico, durante o desdobramento do sono, enquanto dormimos; mas pouco retemos do que lá se passou.
A relação entre as várias dimensões da vida é objetiva, cotidiana e capaz de causar doenças variadas quando obsessiva; muitos casos de doença de origem obscura, podem ser resolvidos ou atenuados nas tarefas de *desobsessão.
Essa relação entre as várias dimensões também tem seus aspectos positivos e, é responsável por muitas curas de doenças e de reajustes nas relações humanas.
* Desobsessão, é a conscientização de espíritos desencarnados que de forma consciente ou não, prejudicam encarnados; seguida de ajuda e encaminhamento do obsessor a seguir sua evolução.
Causas da obsessão:
Vícios fisiológicos como: a gula, a sexualidade exacerbada ou portadora de desvios. Vícios físicos, como: o fumo, as bebidas alcoólicas, as drogas e o uso de remédios contínuos. Vícios morais, do tipo: da maledicência, da calúnia e da mentira. Fixação de vingança, ódio; com certeza a mais grave, com interações energéticas posteriores que lembram o vampirismo. Apego. Ciúmes. No caso da parasitose espiritual ou encosto o mecanismo é mais por simpatia e necessidades; ás vezes o encosto é um antigo companheiro ou parente morador de rua do plano espiritual.
Nosso interesse não é aprofundar o assunto, mas é interessante colocar alguns sintomas de obsessão e parasitose espiritual:
Sonhos persistentes geradores de mal estar ao acordar. Medo de adormecer e terror noturno. Pensamentos cíclicos e persistentes. Idéias fixas que não costumamos ter. Impulsos que não reconhecemos como habituais. Sensação de ser observado. Percepção de vultos, sons, odores, percebidos ou não pelas pessoas que conosco convivem. Aversão súbita e injustificada a familiares ou pessoas de nosso convívio. Súbitas reações desproporcionais às causas geradoras sem motivação aparente. Diminuição súbita da força de vontade. Tristeza sem motivo. Tendência ao choro não reacional. Vontade de comer não sei o quê, principalmente à noite. Sintomas inexplicáveis.
Alguns sintomas de somatização devido à obsessão: o famoso “mal estar” sem explicação; os sintomas são subjetivos dificultando o diagnóstico e com reação pobre ao tratamento; as recaídas súbitas e freqüentes levam a pessoa a perambular por vários especialistas e terminar na psiquiatria. Ela sente-se “desenergizada”, e apática repentinamente. O raciocínio fica embotado tornando penoso qualquer trabalho intelectual. Quando o próprio interessado descobre o problema a resolução é mais fácil. Quando percebemos nos outros não devemos verbalizar nem cultivar sentimentos de dó, pena ou medo; pois a relação obsessiva só existe por sintonia; e ambos precisam ser esclarecidos, o que não ocorre num passe de mágica. Será necessário o concurso do tempo e a vontade de pelo menos um dos envolvidos para que se desfaça a sintonia.
Nos casos de encosto os sintomas são semelhantes aos da entidade e somem quando a entidade vai embora ou é conduzida a tratamento.
Assunto cada vez mais palpitante.
Quando li o que disseram a Kardec que, os espíritos participam e afetam muito mais nosso dia a dia do que imaginamos; confesso que não me passou pela cabeça essa possibilidade: boa parte dos sintomas inexplicáveis são gerados por desencarnados com os quais sintonizamos.
Paz e luz.
Pensei em escrever sobre o assunto em virtude do aumento intenso do problema do “mediunismo” devido á aceleração da grade energética do planeta afetando a ligação entre corpo físico e astral conforme já coloquei em artigo anterior.
Ontem atendi uma criança cuja queixa na noite anterior foi de tontura e náuseas intensas; a criança foi medicada pela própria mãe e levada para a cama do casal; quando ela adormeceu; a mãe sentiu-se estranha e visualizou um senhor vestido de marinheiro “passando mal” e passou a sentir os mesmos sintomas da criança, que na realidade eram os da entidade.
Esclarecemos o assunto durante a consulta e a criança foi atendida ontem mesmo numa CE - hoje ela me ligou dizendo que tudo está bem.
Mesmo as pessoas que não sejam portadoras de mediunidade no seu projeto de vida, passarão a ter que lidar com situações de parasitose energética. O problema torna-se crônico quando não há conhecimento e a entidade passa a sentir-se bem com a medicação. Gravíssimo é o problema dos remédios de uso contínuo; especialmente os chamados controlados; daí já deixa de ser parasitose espiritual para processo obsessivo grave.
Como se inicia?
Para que se estabeleça uma relação obsessiva é necessário que o padrão vibratório dos envolvidos seja semelhante. Pensamos sentimos e agimos sem descanso e sem cessar, como emissores e receptores espalhamos para o universo quem somos, influenciamos e somos influenciados. Sem sintonia, não há relação. No popular “encosto” da cultura, ou parasitose energética, quem se encontra do outro lado da vida fixado no apego às pessoas, aos bens, às sensações físicas, aos vícios, à vingança..., cria relações de simbiose, parasitismo ou vampirismo com outros; nesses casos de encosto ás vezes o desencarnado está apenas buscando alívio para seus próprios sintomas ou necessidades das quais não se livrou.
Mesmo passando inúmeras vezes de uma dimensão a outra ao longo da evolução, nosso inconsciente apenas impregnou-se de vagas lembranças gerando especulações. Ás vezes temores, contribuindo para que essa realidade permaneça no terreno do sobrenatural; mesmo que todos os dias façamos andanças pelo plano extrafísico, durante o desdobramento do sono, enquanto dormimos; mas pouco retemos do que lá se passou.
A relação entre as várias dimensões da vida é objetiva, cotidiana e capaz de causar doenças variadas quando obsessiva; muitos casos de doença de origem obscura, podem ser resolvidos ou atenuados nas tarefas de *desobsessão.
Essa relação entre as várias dimensões também tem seus aspectos positivos e, é responsável por muitas curas de doenças e de reajustes nas relações humanas.
* Desobsessão, é a conscientização de espíritos desencarnados que de forma consciente ou não, prejudicam encarnados; seguida de ajuda e encaminhamento do obsessor a seguir sua evolução.
Causas da obsessão:
Vícios fisiológicos como: a gula, a sexualidade exacerbada ou portadora de desvios. Vícios físicos, como: o fumo, as bebidas alcoólicas, as drogas e o uso de remédios contínuos. Vícios morais, do tipo: da maledicência, da calúnia e da mentira. Fixação de vingança, ódio; com certeza a mais grave, com interações energéticas posteriores que lembram o vampirismo. Apego. Ciúmes. No caso da parasitose espiritual ou encosto o mecanismo é mais por simpatia e necessidades; ás vezes o encosto é um antigo companheiro ou parente morador de rua do plano espiritual.
Nosso interesse não é aprofundar o assunto, mas é interessante colocar alguns sintomas de obsessão e parasitose espiritual:
Sonhos persistentes geradores de mal estar ao acordar. Medo de adormecer e terror noturno. Pensamentos cíclicos e persistentes. Idéias fixas que não costumamos ter. Impulsos que não reconhecemos como habituais. Sensação de ser observado. Percepção de vultos, sons, odores, percebidos ou não pelas pessoas que conosco convivem. Aversão súbita e injustificada a familiares ou pessoas de nosso convívio. Súbitas reações desproporcionais às causas geradoras sem motivação aparente. Diminuição súbita da força de vontade. Tristeza sem motivo. Tendência ao choro não reacional. Vontade de comer não sei o quê, principalmente à noite. Sintomas inexplicáveis.
Alguns sintomas de somatização devido à obsessão: o famoso “mal estar” sem explicação; os sintomas são subjetivos dificultando o diagnóstico e com reação pobre ao tratamento; as recaídas súbitas e freqüentes levam a pessoa a perambular por vários especialistas e terminar na psiquiatria. Ela sente-se “desenergizada”, e apática repentinamente. O raciocínio fica embotado tornando penoso qualquer trabalho intelectual. Quando o próprio interessado descobre o problema a resolução é mais fácil. Quando percebemos nos outros não devemos verbalizar nem cultivar sentimentos de dó, pena ou medo; pois a relação obsessiva só existe por sintonia; e ambos precisam ser esclarecidos, o que não ocorre num passe de mágica. Será necessário o concurso do tempo e a vontade de pelo menos um dos envolvidos para que se desfaça a sintonia.
Nos casos de encosto os sintomas são semelhantes aos da entidade e somem quando a entidade vai embora ou é conduzida a tratamento.
Assunto cada vez mais palpitante.
Quando li o que disseram a Kardec que, os espíritos participam e afetam muito mais nosso dia a dia do que imaginamos; confesso que não me passou pela cabeça essa possibilidade: boa parte dos sintomas inexplicáveis são gerados por desencarnados com os quais sintonizamos.
Paz e luz.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
PERDAS E DANOS
Sempre que alguém nos causa uma perda ou um dano ou as duas coisas; pois quase sempre estão associadas; nós tendemos ainda a ter e a cultivar pensamentos de vingança ou auto – obsessivos ao não conseguirmos parar de pensar no fato.
A vida nos dotou de mecanismos controladores para adequarmos as interações que gerem perdas, danos, prejuízos; seja com ou sem intenção de fazê-lo.
Estamos interligados e nos afetamos a cada escolha; daí para não criarmos distúrbios obsessivos eternos a natureza nos dotou de mecanismos capazes de regular essa conexão; tanto no produzir danos e perdas quanto no receber. Todos temos um sistema de defesa contra a obsessão gerada pelo pensar, sentir, agir após sofrermos perdas e danos gerados pelas escolhas inadequadas das outras pessoas - basta apenas ativá-lo.
Na atual condição evolutiva da maioria.
Estamos acostumados apenas a analisar as interferências percebidas nos sentidos, materializadas e manifestas numa ação. Porém nem sempre as percebemos, devido ao egoísmo e orgulho ficamos tão centrados em nossos umbigos que não percebemos os efeitos de nossas escolhas sobre os outros; apenas acusamos as sensações produzidas pelas escolhas deles sobre nós e reagimos; muitas vezes segundo a lei do olho por olho dente por dente.
Um sério problema é o desconhecimento de como tudo se processa.
Primeiro vem o pensamento depois é que se segue a ação. Atitudes totalmente inconscientes ou puramente instintivas só existem nos animais (embora eu comece a duvidar seriamente da nossa melhor condição evolutiva); ás vezes pouco pensamos, desse modo, mais reagimos do que agimos; a forma reativa de interação quase sempre traz danos a todos os envolvidos.
Para que a paz e o amor se concretize aqui na Terra, é preciso que compreendamos que interferimos uns com os outros até pelo pensamento. Ao focalizarmos a atenção numa pessoa centralizamos nela toda a energia canalizada; e o padrão vibratório dessa energia, é que vai determinar a qualidade da interferência; pois cada tipo de pensamento possui um padrão vibratório específico capaz de produzir sensações no corpo físico e nos corpos extra/físicos do indivíduo alvo; bem como interferir na sua realidade por tempo indeterminado.
Fui prejudicado; o que é que eu faço?
Quem foi alvo de uma ação de outra pessoa sempre tem o direito de resposta; a qualidade dela depende do grau de evolução: retalia ou perdoa. Quando muito evoluído não apenas perdoa como ajuda o agressor; mas para a maioria de nós isso são coisas do futuro.
Segundo esse direito incluso na lei de retorno, as interferências de nossas escolhas na vida dos outros podem levar a um processo obsessivo segundo o mecanismo da sintonia.
Quando nos sintonizamos com alguém; nós entramos em rede com ele, e todos os seus amigos desencarnados, até que a sintonia seja desfeita. Isso, costuma demorar muito já que indivíduos imaturos egoístas e orgulhosos sempre querem ficar por cima; sempre querem dar o troco levando vantagem. E por estarmos em rede não adianta ficar brincando de esconde/esconde; pois um sempre acha o outro; estamos ligados, plugados, criamos laços, até mesmo laços de família.
Estamos condenados a interferências danosas eternamente?
Não! Somos dotados de mecanismos de defesa.
Ufa! É um alívio saber que não estamos à mercê uns dos outros, que não somos vítimas dos caprichos nem dos interesses de alguém.
O que nos diferencia, é o dínamo pensar/sentir/agir que pode modificar rapidamente a energia cósmica universal alterando-lhe a freqüência e o padrão vibratório, e isso, pode e deve ser controlado pelo indivíduo. Cada tipo de pensamento e de sentimento possui um padrão vibratório particular específico. Bons pensamentos resultam em freqüência elevada; maus pensamentos acabam em baixas freqüências. Analisemos o “vigia e ora...” com o qual Jesus nos brindou: Vigiando a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos somos capazes de nos situarmos em padrões vibratórios mais elevados nos quais predomina a alegria, o respeito, a compreensão e o amor. Ao orarmos elevamos nosso padrão vibratório e nos sintonizamos com os bons espíritos que nos intuem e nos ajudam (alguns acham que conversam direto com Deus, tanto faz).
Pode ser considerado um verdadeiro ser humano, o indivíduo que já principia a exercer o comando do próprio destino começando pelo pensamento; ainda me sinto um arremedo.
Segunda passada levaram meu carro. Por vários motivos relacionados ao momento em curso; não foi fácil digerir essa perda.
Minha oração do perdão está funcionando.
A todos os que, um dia, em algum tempo ou lugar, ofendi, magoei, injuriei, denegri, obsidiei, retaliei...
Peço perdão; e quem sabe ajuda, para tentar reparar segundo o roteiro que nos deixou o mestre Jesus.
Aos que um dia me ofenderam peço desculpas pela minha falta de evolução ao sentir-me ofendido e com desejos de vingança.
Agradeço a todos que me ajudaram com as dificuldades que tento transpor para crescer.
Convido a todos a ombrearem comigo nesta tarefa de seguir o Mestre.
Percebi que cada aparente ou materializada perda/dano pode nos trazer consideráveis ganhos: descobrir amigos encarnados e desencarnados que nos ajudam sem questionar; parar para pensar a respeito de muitas coisas; livrar-se da velha forma de reagir; e até abrir as portas para receber coisas novas, de objetos a pessoas.
Mas, aprender sem esse tipo de ajuda deve ser nosso sonho de consumo espiritual. Um dia ainda chego lá.
Paz e luz.
A vida nos dotou de mecanismos controladores para adequarmos as interações que gerem perdas, danos, prejuízos; seja com ou sem intenção de fazê-lo.
Estamos interligados e nos afetamos a cada escolha; daí para não criarmos distúrbios obsessivos eternos a natureza nos dotou de mecanismos capazes de regular essa conexão; tanto no produzir danos e perdas quanto no receber. Todos temos um sistema de defesa contra a obsessão gerada pelo pensar, sentir, agir após sofrermos perdas e danos gerados pelas escolhas inadequadas das outras pessoas - basta apenas ativá-lo.
Na atual condição evolutiva da maioria.
Estamos acostumados apenas a analisar as interferências percebidas nos sentidos, materializadas e manifestas numa ação. Porém nem sempre as percebemos, devido ao egoísmo e orgulho ficamos tão centrados em nossos umbigos que não percebemos os efeitos de nossas escolhas sobre os outros; apenas acusamos as sensações produzidas pelas escolhas deles sobre nós e reagimos; muitas vezes segundo a lei do olho por olho dente por dente.
Um sério problema é o desconhecimento de como tudo se processa.
Primeiro vem o pensamento depois é que se segue a ação. Atitudes totalmente inconscientes ou puramente instintivas só existem nos animais (embora eu comece a duvidar seriamente da nossa melhor condição evolutiva); ás vezes pouco pensamos, desse modo, mais reagimos do que agimos; a forma reativa de interação quase sempre traz danos a todos os envolvidos.
Para que a paz e o amor se concretize aqui na Terra, é preciso que compreendamos que interferimos uns com os outros até pelo pensamento. Ao focalizarmos a atenção numa pessoa centralizamos nela toda a energia canalizada; e o padrão vibratório dessa energia, é que vai determinar a qualidade da interferência; pois cada tipo de pensamento possui um padrão vibratório específico capaz de produzir sensações no corpo físico e nos corpos extra/físicos do indivíduo alvo; bem como interferir na sua realidade por tempo indeterminado.
Fui prejudicado; o que é que eu faço?
Quem foi alvo de uma ação de outra pessoa sempre tem o direito de resposta; a qualidade dela depende do grau de evolução: retalia ou perdoa. Quando muito evoluído não apenas perdoa como ajuda o agressor; mas para a maioria de nós isso são coisas do futuro.
Segundo esse direito incluso na lei de retorno, as interferências de nossas escolhas na vida dos outros podem levar a um processo obsessivo segundo o mecanismo da sintonia.
Quando nos sintonizamos com alguém; nós entramos em rede com ele, e todos os seus amigos desencarnados, até que a sintonia seja desfeita. Isso, costuma demorar muito já que indivíduos imaturos egoístas e orgulhosos sempre querem ficar por cima; sempre querem dar o troco levando vantagem. E por estarmos em rede não adianta ficar brincando de esconde/esconde; pois um sempre acha o outro; estamos ligados, plugados, criamos laços, até mesmo laços de família.
Estamos condenados a interferências danosas eternamente?
Não! Somos dotados de mecanismos de defesa.
Ufa! É um alívio saber que não estamos à mercê uns dos outros, que não somos vítimas dos caprichos nem dos interesses de alguém.
O que nos diferencia, é o dínamo pensar/sentir/agir que pode modificar rapidamente a energia cósmica universal alterando-lhe a freqüência e o padrão vibratório, e isso, pode e deve ser controlado pelo indivíduo. Cada tipo de pensamento e de sentimento possui um padrão vibratório particular específico. Bons pensamentos resultam em freqüência elevada; maus pensamentos acabam em baixas freqüências. Analisemos o “vigia e ora...” com o qual Jesus nos brindou: Vigiando a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos somos capazes de nos situarmos em padrões vibratórios mais elevados nos quais predomina a alegria, o respeito, a compreensão e o amor. Ao orarmos elevamos nosso padrão vibratório e nos sintonizamos com os bons espíritos que nos intuem e nos ajudam (alguns acham que conversam direto com Deus, tanto faz).
Pode ser considerado um verdadeiro ser humano, o indivíduo que já principia a exercer o comando do próprio destino começando pelo pensamento; ainda me sinto um arremedo.
Segunda passada levaram meu carro. Por vários motivos relacionados ao momento em curso; não foi fácil digerir essa perda.
Minha oração do perdão está funcionando.
A todos os que, um dia, em algum tempo ou lugar, ofendi, magoei, injuriei, denegri, obsidiei, retaliei...
Peço perdão; e quem sabe ajuda, para tentar reparar segundo o roteiro que nos deixou o mestre Jesus.
Aos que um dia me ofenderam peço desculpas pela minha falta de evolução ao sentir-me ofendido e com desejos de vingança.
Agradeço a todos que me ajudaram com as dificuldades que tento transpor para crescer.
Convido a todos a ombrearem comigo nesta tarefa de seguir o Mestre.
Percebi que cada aparente ou materializada perda/dano pode nos trazer consideráveis ganhos: descobrir amigos encarnados e desencarnados que nos ajudam sem questionar; parar para pensar a respeito de muitas coisas; livrar-se da velha forma de reagir; e até abrir as portas para receber coisas novas, de objetos a pessoas.
Mas, aprender sem esse tipo de ajuda deve ser nosso sonho de consumo espiritual. Um dia ainda chego lá.
Paz e luz.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
DEIXE DE SER INFANTIL E VOLTE LOGO A SER CRIANÇA
Cuidado:
Envelhecer não significa necessariamente tornar-se uma pessoa mais madura. Alguns seres humanos se assemelham a determinadas frutas: apodrecem sem amadurecer.
Observe como a maior parte dos adultos tem atitudes infantis, pouco maduras, egoístas e sem muita responsabilidade. Preste atenção que os verá fazendo birra. Vigie, que você vai se surpreender agindo como criança birrenta quando as coisas não correm conforme desejava.
Qual seria o motivo ou os motivos que nos impedem de amadurecer psicologicamente? (amadurecer não é envelhecer uma coisa é diferente da outra).
Antes é preciso entender o que seja a tal da maturidade?
Será que um dia estaremos totalmente maduros?
O jeito mais fácil de entender a maturidade é enxergá-la como um caminho a ser percorrido e não uma meta. Provavelmente nunca estaremos totalmente maduros.
Quando temos certeza de que não somos nem menos do que imaginávamos nem mais do que pensávamos ser. Quando percebemos com clareza que não somos nem melhores nem piores do que os outros. Que somos apenas nós mesmos, desse ponto em diante começamos a amadurecer.
Como não se transformar num adulto em que predominam as atitudes infantis?
O primeiro passo, é não acreditar totalmente nas crenças da maioria; vão tentar nos passar o conceito: para atingir maturidade é preciso ralar na vida, apanhar bastante, errar muito para aprender e coisa e tal.
Não é totalmente mentira nem absolutamente verdade; com essa fala; não percebemos; mas quando repetimos esses conceitos estamos apenas justificando a falta de qualidade nas nossas escolhas.
Parece algo difícil de ser atingido a tal da maturidade; mas não é - e até assusta de tão fácil.
Um dos primeiros passos, é ficar “ligado”; vigiar muito, para assumir todas as conseqüências das escolhas que fizermos e das atitudes que tomarmos.
Isso, chama-se responsabilidade.
Não há desenvolvimento da maturidade sem o paralelo desenvolvimento do senso de responsabilidade.
Primeiro sobre nós mesmos: organismo, vida e existência. E depois sobre o corpo, a qualidade de vida do próximo e a sanidade do meio ambiente.
Não assumir, desculpar-se, culpar os outros, jogar nas costas do destino, da sorte, do azar; eis aí o maior foco da doença chamada criancice malcriada; pois nessa condição abusamos da mentira, justificativas e da falta de honestidade para com nós mesmos.
“Entra por um ouvido e sai pelo outro...”
Uma das mais belas e necessárias qualidades infantis é a audição seletiva. As palavras e a informação entram por um ouvido e saem pelo outro; registra-se apenas o que interessa.
Na vida contemporânea é tanta informação, tanto diz que diz, tantas verdades e conceitos a serem adotados; que a cada dia que passa é necessário que cada um resgate a criança íntima que mora dentro de nós. Nosso lado criança, que só ouve o que realmente interessa; passa a assumir um papel dos mais importantes na atualidade.
Até pouco tempo corríamos feito desesperados atrás da informação, hoje ela nos atropela.
Não deixe de assumir a responsabilidade pelas conseqüências de suas escolhas e atos.
Mas:
Ria mais, divirta-se mais, brinque mais, encante-se com a vida – sua criança interior agradece.
Namastê.
Envelhecer não significa necessariamente tornar-se uma pessoa mais madura. Alguns seres humanos se assemelham a determinadas frutas: apodrecem sem amadurecer.
Observe como a maior parte dos adultos tem atitudes infantis, pouco maduras, egoístas e sem muita responsabilidade. Preste atenção que os verá fazendo birra. Vigie, que você vai se surpreender agindo como criança birrenta quando as coisas não correm conforme desejava.
Qual seria o motivo ou os motivos que nos impedem de amadurecer psicologicamente? (amadurecer não é envelhecer uma coisa é diferente da outra).
Antes é preciso entender o que seja a tal da maturidade?
Será que um dia estaremos totalmente maduros?
O jeito mais fácil de entender a maturidade é enxergá-la como um caminho a ser percorrido e não uma meta. Provavelmente nunca estaremos totalmente maduros.
Quando temos certeza de que não somos nem menos do que imaginávamos nem mais do que pensávamos ser. Quando percebemos com clareza que não somos nem melhores nem piores do que os outros. Que somos apenas nós mesmos, desse ponto em diante começamos a amadurecer.
Como não se transformar num adulto em que predominam as atitudes infantis?
O primeiro passo, é não acreditar totalmente nas crenças da maioria; vão tentar nos passar o conceito: para atingir maturidade é preciso ralar na vida, apanhar bastante, errar muito para aprender e coisa e tal.
Não é totalmente mentira nem absolutamente verdade; com essa fala; não percebemos; mas quando repetimos esses conceitos estamos apenas justificando a falta de qualidade nas nossas escolhas.
Parece algo difícil de ser atingido a tal da maturidade; mas não é - e até assusta de tão fácil.
Um dos primeiros passos, é ficar “ligado”; vigiar muito, para assumir todas as conseqüências das escolhas que fizermos e das atitudes que tomarmos.
Isso, chama-se responsabilidade.
Não há desenvolvimento da maturidade sem o paralelo desenvolvimento do senso de responsabilidade.
Primeiro sobre nós mesmos: organismo, vida e existência. E depois sobre o corpo, a qualidade de vida do próximo e a sanidade do meio ambiente.
Não assumir, desculpar-se, culpar os outros, jogar nas costas do destino, da sorte, do azar; eis aí o maior foco da doença chamada criancice malcriada; pois nessa condição abusamos da mentira, justificativas e da falta de honestidade para com nós mesmos.
“Entra por um ouvido e sai pelo outro...”
Uma das mais belas e necessárias qualidades infantis é a audição seletiva. As palavras e a informação entram por um ouvido e saem pelo outro; registra-se apenas o que interessa.
Na vida contemporânea é tanta informação, tanto diz que diz, tantas verdades e conceitos a serem adotados; que a cada dia que passa é necessário que cada um resgate a criança íntima que mora dentro de nós. Nosso lado criança, que só ouve o que realmente interessa; passa a assumir um papel dos mais importantes na atualidade.
Até pouco tempo corríamos feito desesperados atrás da informação, hoje ela nos atropela.
Não deixe de assumir a responsabilidade pelas conseqüências de suas escolhas e atos.
Mas:
Ria mais, divirta-se mais, brinque mais, encante-se com a vida – sua criança interior agradece.
Namastê.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
CODEPENDÊNCIA - UMA DAS MAIS GRAVES DOENÇAS DA HUMANIDADE
Somente a verdade vos libertará (Jesus):
Esse feriadão é mais uma das nossas deslavadas mentiras de codependência de interesses.
Nós somos codependentes desses inventores de datas falsas; interesseiras; hoje, deliciosamente achocolatadas.
Sexta feira da paixão?
Sábado de aleluia?
Louvar a Jesus e malhar o Judas?
Pedir perdão apenas gastando uma fortuna comendo bacalhau e peixes da hora e da moda; para logo a seguir encher a cara de vinho e outros acessórios da comemoração a Baco e seus fabulosos asseclas (nada contra; desde que não usemos o santo nome de Deus e de Jesus de forma tão acintosa).
Chega de frases lindinhas, vazias, desculposas e interesseiras, do tipo: Jesus salva e outras codependências cruéis usadas pelos da sombra para dominar os pobres em pensar de forma crítica: libertadora.
Lá no fundo da consciência: a ocasião do feriadão da “farra” da semana santa é pior do que a do natal.
Material para reflexão:
Somos células de um corpo chamado humanidade, interdependentes, cooperativas, integradas – no estado de sanidade.
No reino vegetal é a simbiose; no animal o comensalismo; no candidato a humano: a codependência que é a matriz do vampirismo e da obsessão, que se origina da preguiça de pensar – a mais grave infecção humana.
Quero me livrar – mas não consigo!
Codependência é uma doença emocional que foi "diagnosticada" nos Estados Unidos por volta das décadas de 70 e 80, em uma clínica para dependentes químicos, através do atendimento a familiares. Porém, com os avanços dos estudos das causas e dos sintomas, que são vários, chegou-se à conclusão de que esta doença atinge não apenas os familiares dos dependentes químicos, mas um grande número de pessoas, cujos comportamentos e reações perante a vida são um meio de sobrevivência.
Os codependentes são, até, os pseudo bonzinhos; amorzinhos de criaturas; religiosos; crentes abusivos em Deus que fazem com que o Moisés se revolva no túmulo da história ao ver que mais de dez mil anos depois; raros cumprem seus primatas mandamentos; são os manipuladores do velho e decrépito testamento do Javé; e até mesmo os que fizeram uso de codependência da fala de Jesus; aqueles que vivem em função do(s) outro (os); anulando-se - fazendo destes a razão de sua felicidade e bem estar; mas apenas, tentando lucrar com isso de alguma forma; quase sempre de forma mentirosa e usando e abusando das coisas emocionais: fotos, poesias, falsas ideoplastias.
Os codependentes:
São pessoas que têm baixa auto-estima e intenso sentimento de culpa. Todos os depressivos; angustiados; e os quase em pânico; e semelhantes – todos nós somos o espelho dessa situação existencial.
Vivem tentando "ajudar" outras pessoas, esquecendo, na maior parte do tempo, de viver a própria vida, entre outras atitudes de auto-anulação.
O que vai caracterizar o doente é o grau de negligenciamento de sua própria vida em função do outro e de comportamentos primários insanos.
A codependência também pode ser fatal, causando morte por depressão, suicídio, assassinato, câncer e outros. Embora não haja nas certidões de óbito o termo codependência; muitas vezes ela a atitude de depender do outro; quando nós deveríamos nos capacitar á nossa condição de deuses (palavras de Jesus); essa atitude é o agente desencadeante de doenças muito sérias.
Mas pode-se reverter este quadro, adotando-se comportamentos mais saudáveis. Os profissionais apontam que o primeiro passo; em direção à mudança é tomar consciência e aceitar o problema.
Pensar não dói.
A melhor marca de ovo de páscoa e de pascoela é a reflexão:
Vigie muito; ore apenas o suficiente para manter a reflexão no foco correto.
Muito há que se dizer a respeito da codependência; em especial no terreno da obsessão.
O presente de Páscoa que peço a Deus?
Uma luz, uma oportunidade de refletir a respeito da VERDADE.
A vida é engraçada: meu amigo aqui ao lado que pede para não ser identificado; mas que é muito prático e brincalhão; Ele me diz o seguinte: Deixa de ser cretino; aceita, que, a partir da semana que vem; teu trabalho vai te render muito mais ao tratares da exacerbação das rinites siusites, pneumonias e coisa e tal: enfim; teu material de trabalho.
Poucas pessoas vão desejar realmente entender Jesus; raras vão querer comprar teu produto: saúde – a maioria vai quere comprar doença com perspectiva de cura sem dor e sem esforço.
Jesus?
O maior garoto propaganda que existe...
Namastê.
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