És o que pensas
Segundo essa verdade, saúde ou doença: a escolha é tua.
Embora em evolução; como pequenos deuses, nós somos dotados de grande capacidade criativa. O que nos falta é posicioná-la em direção á sanidade, harmonia, felicidade. Para usarmos essa potencialidade de forma correta é preciso antes conhecer o básico das Leis Cósmicas.
Às leis da natureza que regem o desenvolvimento da consciência humana, nós damos o rótulo de leis da ciência e leis religiosas. A diferença entre uma e outra é apenas de polaridade; a primeira baseia-se no polo concreto e a segunda no polo abstrato ou sobrenatural. Nenhuma delas é melhor ou pior do que a outra, nem mais nem menos verdadeira; tampouco é a mistura das duas. Na experiência humana o indivíduo tem que fluir com desenvoltura de uma a outra e dominá-las com desenvoltura; pois, como todas as polaridades elas se completam, mas não se misturam.
Dentre outras coisas, as leis que balizam o desenvolvimento da criatividade sinalizam que:
Tudo neste universo funciona segundo as mesmas diretrizes para todos sem distinção.
Os já capazes de pensar e criar são livres para escolher o que, quando, e como fazê-lo.
Cada criação é de responsabilidade de quem a gerou.
Todo aquele que promova desarmonia com suas criações responderá pela restauração da paz.
Nossa vida é de conexão, o que fizermos aos outros a nós retorna; pois é como se fossemos um só.
Quem for ofendido pelo outro pode cobrar a reparação se o desejar; ou simplesmente permitir que a lei de causa e efeito atue.
Se criar doença é preciso gerar e manter a cura.
Segundo o saber e o respeito ás diretrizes da vida podemos nos classificar em: pessoas íntegras ou doentias.
Pessoas integras:
São os que desenvolvem e usam a capacidade criativa segundo as leis de harmonia. Vigiam-se continuamente verificando sempre se estão alinhados ao que ordena a lei.
Pessoas doentias:
Sempre que criamos desarmonia pessoal ou no ambiente nos tornamos um agente patológico em todos os níveis da existência: física e extra/física. Em criar desarmonia está a origem de todas nossas doenças.
A criatividade humana origina-se do pensar e do sentir e se materializa no agir. Na casa mental criamos nossas formas/pensamentos que serão capazes de materializar nossa criatividade a qualquer momento. Analisar nossa atual capacidade criativa em todos os segmentos da vida; e que direção estamos dando a ela deve ser uma tarefa constante.
Nos últimos tempos, nós nos especializamos em criar doenças cada vez mais raras e sofisticadas para que a ciência encontre pêlo em ovos através de diagnósticos mirabolantes. Até na doença desejamos ser top line.
Não é à toa que a incidência de doenças auto - imune, as que de forma comprovada nosso próprio organismo gera, aumentou tanto na vida contemporânea.
Impregnados pela esquizofrênica cultura do sofrimento, sentimos um prazer mórbido em nos tornarmos portadores de doenças complexas que se tornam mais complicadas pela ação da ciência que deveria curá-las.
Talvez fizéssemos melhor uso da nossa capacidade criativa evitando as doenças e vivendo em permanente estado de sanidade; ao invés de usá-la para estragar e depois consertar.
Mas, o mal sempre foi e será um trabalhador do bem; e na velocidade com que tudo caminha na atualidade - provavelmente em breve tempo os hospitais se transformarão em escolas de saúde...
Seja criativo – Cure-se.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
A CURA NASCE DO ESPANTO
A verdade além de temporária e sazonal; está distribuída em toda parte; pertence a todos e ninguém a detém com exclusividade.
Estamos longe da sanidade em seus aspectos mais básicos; dentre outras coisas: nos acharmos donos da verdade definitiva até nos domínios do subjetivo.
A forma como automatizamos e aplicamos determinados conceitos no cotidiano pode ser determinante na qualidade do viver e também no aproveitamento do projeto existencial.
É interessante revisar alguns para nos reprogramar e até para atingir a sanidade.
Doença:
Não se trata de sorte, azar ou destino, é conseqüência das escolhas.
Além disso, cada característica da personalidade tem um órgão alvo como destino. Também os vícios, excessos de toda ordem, preguiça de toda espécie e as intoxicações, todos são fatores importantes.
Cura:
A definitiva só ocorre com mudanças na forma de pensar, sentir e agir; apenas ajuda externa gera cura somente temporária ou supressão.
Medicina:
Recurso externo e intermediário da cura definitiva; e quando não acompanhado de mudanças de atitudes; mais ajuda a morrer mais depressa do que a viver mais tempo.
Medicamento:
Artefato de alívio enquanto o organismo processa naturalmente a cura; pode iludir com falsa sensação de bem estar e, desse modo, continuamos presos a um determinado padrão psicológico e de comportamento doentio.
Efeito colateral:
Nos mostra que a escolha de resolução foi inadequada.
Cirurgias:
Recurso extremado para manter a vida, temporariamente; caso não haja mudanças no padrão de atitudes; podemos ser cortados pedaço a pedaço, e os problemas sempre voltam.
Recaídas:
O retorno de velhos problemas sempre indicam que o essencial não foi feito. Em tempos acelerados as recaídas tornam-se cada vez mais próximas.
Morte:
A perda do corpo físico não é o fim de tudo; apenas o de uma etapa.
Precisamos nos preocupar é com a forma de viver e não com a morte; devemos valorizar a saúde antes de adoecer.
Somos cientistas do próprio destino.
Espantemo-nos com a vida; essa atitude traz sanidade definitiva.
O espanto, dizia Aristóteles, é o começo da ciência. Que origina-se dos fatos (observe o cotidiano). Dos quais se originam as indagações (desenvolvimento da inteligência). Uma vez constatados, são levados à observação metódica, de onde surgem as hipóteses (reflexão). Que uma vez comprovadas, passam a chamar-se leis da ciência. Espantemo-nos com a simplicidade, inteligência e justiça das leis naturais.
Estudemos a ciência de viver no cotidiano.
Eliminemos a ignorância, alimentada pelo medo e pela preguiça que aprisiona e retarda quando nos entregamos apenas às verdades dos outros.
Conhecimento trás responsabilidades. Não fujamos dela mantendo a ignorância. Nossas fixações mentais e conceitos não reciclados interferem na cura e geram sofrimento.
“Quando o aluno está pronto na boa vontade firmada; o mestre aparece”.
O sólido desejo em reciclar o antigo saber com novas interpretações; faz com que a vida coloque à nossa disposição, novos conhecimentos a serem incorporados em nossa visão de mundo na velocidade de nossa capacitação.
A cura definitiva nasce do espanto e não da submissão.
Estamos longe da sanidade em seus aspectos mais básicos; dentre outras coisas: nos acharmos donos da verdade definitiva até nos domínios do subjetivo.
A forma como automatizamos e aplicamos determinados conceitos no cotidiano pode ser determinante na qualidade do viver e também no aproveitamento do projeto existencial.
É interessante revisar alguns para nos reprogramar e até para atingir a sanidade.
Doença:
Não se trata de sorte, azar ou destino, é conseqüência das escolhas.
Além disso, cada característica da personalidade tem um órgão alvo como destino. Também os vícios, excessos de toda ordem, preguiça de toda espécie e as intoxicações, todos são fatores importantes.
Cura:
A definitiva só ocorre com mudanças na forma de pensar, sentir e agir; apenas ajuda externa gera cura somente temporária ou supressão.
Medicina:
Recurso externo e intermediário da cura definitiva; e quando não acompanhado de mudanças de atitudes; mais ajuda a morrer mais depressa do que a viver mais tempo.
Medicamento:
Artefato de alívio enquanto o organismo processa naturalmente a cura; pode iludir com falsa sensação de bem estar e, desse modo, continuamos presos a um determinado padrão psicológico e de comportamento doentio.
Efeito colateral:
Nos mostra que a escolha de resolução foi inadequada.
Cirurgias:
Recurso extremado para manter a vida, temporariamente; caso não haja mudanças no padrão de atitudes; podemos ser cortados pedaço a pedaço, e os problemas sempre voltam.
Recaídas:
O retorno de velhos problemas sempre indicam que o essencial não foi feito. Em tempos acelerados as recaídas tornam-se cada vez mais próximas.
Morte:
A perda do corpo físico não é o fim de tudo; apenas o de uma etapa.
Precisamos nos preocupar é com a forma de viver e não com a morte; devemos valorizar a saúde antes de adoecer.
Somos cientistas do próprio destino.
Espantemo-nos com a vida; essa atitude traz sanidade definitiva.
O espanto, dizia Aristóteles, é o começo da ciência. Que origina-se dos fatos (observe o cotidiano). Dos quais se originam as indagações (desenvolvimento da inteligência). Uma vez constatados, são levados à observação metódica, de onde surgem as hipóteses (reflexão). Que uma vez comprovadas, passam a chamar-se leis da ciência. Espantemo-nos com a simplicidade, inteligência e justiça das leis naturais.
Estudemos a ciência de viver no cotidiano.
Eliminemos a ignorância, alimentada pelo medo e pela preguiça que aprisiona e retarda quando nos entregamos apenas às verdades dos outros.
Conhecimento trás responsabilidades. Não fujamos dela mantendo a ignorância. Nossas fixações mentais e conceitos não reciclados interferem na cura e geram sofrimento.
“Quando o aluno está pronto na boa vontade firmada; o mestre aparece”.
O sólido desejo em reciclar o antigo saber com novas interpretações; faz com que a vida coloque à nossa disposição, novos conhecimentos a serem incorporados em nossa visão de mundo na velocidade de nossa capacitação.
A cura definitiva nasce do espanto e não da submissão.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
OS DOIS MÉDICOS
Encravada nos Andes há uma comunidade onde passar dos cem anos de idade é a coisa mais normal do mundo.
Vários fatores contribuem para essa longevidade acima da média; dentre elas: Os dois médicos a que todos os habitantes tem direito.
Na sua cultura de vida há entre eles um secular ditado:
O homem tem dois médicos: o pé direito e o pé esquerdo.
Vários fatores contribuem para a sanidade dessas comunidades:
São caminheiros desde os primeiros passos.
Adeptos da alimentação frugal e de produtos apenas da região.
Bebem apenas água.
São alegres, divertidos, cultuam as amizades, pacíficos, festeiros.
Mesmo sem que o saibam os dois médicos são responsáveis em grande parte pela sua saúde.
Os benefícios do caminhar, especialmente descalço, têm sua explicação na medicina chinesa: na sola do pé estão os mapas das terminações dos meridianos de acupuntura ligados a cada órgão.
Ao caminharmos estimulamos a circulação de energia dos meridianos de todas as partes do organismo - evitando falta ou acúmulo de energia em determinados pontos; o que gera doenças, mau humor, agressividade, ansiedade, impaciência, medo.
Durante a caminhada também produzimos endorfinas que nos dão a sensação de prazer, alegria – desse modo, se numa coletividade todos caminham todos os dias, as pessoas serão mais sociáveis, amigas, amorosas, alegres, felizes - o que, de forma comprovada gera sanidade.
Cá entre nós esses dois médicos são encarcerados em calçados desconfortáveis, isolantes (solas de borracha e plástico) e verdadeiros criadouros de fungos; são pouco acionados, até por um fenômeno cultural (quem anda a pé é pobre).
O desprezo com que são tratados esses dois divinos médicos nestas bandas, explica em parte o estilo de vida doentio que desfrutamos; da doença orgânica à insanidade psicológica e social.
As férias de verão vem aí!
Andar calçado na areia da praia é crime contra a própria sanidade.
Põe seus dois médicos prá trabalhar antes que eles se aposentem...
Vários fatores contribuem para essa longevidade acima da média; dentre elas: Os dois médicos a que todos os habitantes tem direito.
Na sua cultura de vida há entre eles um secular ditado:
O homem tem dois médicos: o pé direito e o pé esquerdo.
Vários fatores contribuem para a sanidade dessas comunidades:
São caminheiros desde os primeiros passos.
Adeptos da alimentação frugal e de produtos apenas da região.
Bebem apenas água.
São alegres, divertidos, cultuam as amizades, pacíficos, festeiros.
Mesmo sem que o saibam os dois médicos são responsáveis em grande parte pela sua saúde.
Os benefícios do caminhar, especialmente descalço, têm sua explicação na medicina chinesa: na sola do pé estão os mapas das terminações dos meridianos de acupuntura ligados a cada órgão.
Ao caminharmos estimulamos a circulação de energia dos meridianos de todas as partes do organismo - evitando falta ou acúmulo de energia em determinados pontos; o que gera doenças, mau humor, agressividade, ansiedade, impaciência, medo.
Durante a caminhada também produzimos endorfinas que nos dão a sensação de prazer, alegria – desse modo, se numa coletividade todos caminham todos os dias, as pessoas serão mais sociáveis, amigas, amorosas, alegres, felizes - o que, de forma comprovada gera sanidade.
Cá entre nós esses dois médicos são encarcerados em calçados desconfortáveis, isolantes (solas de borracha e plástico) e verdadeiros criadouros de fungos; são pouco acionados, até por um fenômeno cultural (quem anda a pé é pobre).
O desprezo com que são tratados esses dois divinos médicos nestas bandas, explica em parte o estilo de vida doentio que desfrutamos; da doença orgânica à insanidade psicológica e social.
As férias de verão vem aí!
Andar calçado na areia da praia é crime contra a própria sanidade.
Põe seus dois médicos prá trabalhar antes que eles se aposentem...
domingo, 5 de dezembro de 2010
SORRIA - A VIDA É UM BREVE INSTANTE OU SERÁ UM MOMENTO?
Vivemos como se a vida não nos pertencesse.
Somos seres ainda muito mais reativos do que proativos; nossa forma de sentir cada instante costuma ser uma resposta imediata e proporcional às ações externas positivas ou negativas que atuam sobre cada um de nós.
Desse modo, em cada um deles vivemos uma condição emocional e afetiva que não é fixa; já que depende de fatores externos. Essa forma instável de viver e sentir explica a origem de várias doenças.
Alerta:
Vivemos uma aceleração dos instantes; além disso, pulsos de energia cósmica estão tornando as reações desproporcionais á ação que as desencadeou.
O que é um instante?
Usamos cada ins.tan.te como adjetivo?
- Que está para acontecer; para vir; iminente.
- Pertinaz; insistente.
- Urgente; inadiável; indispensável.
- Que se insta; que se solicita com tenacidade.
Como substantivo?
- Momento; um ponto determinado no tempo.
- Ocasião; hora; tempo indeterminado no qual algo ocorre.
Espaço de tempo? Espaço/tempo? Experiência em andamento? Segue regras e padrões pré/estabelecidos? Pura sensibilidade e emoção? Tudo isso, e muito mais?
Instantes podem ser medidos?
No calendário ou no relógio? - Qual a diferença entre um do tipo fração de segundo e outro eternidade? - Há grandes e pequenos? - Ação ou reação? Indispensáveis? Úteis e inúteis? Inadiáveis? Irreversíveis? Retornáveis? Descartáveis?
Cada um de nós vai responder segundo a sua forma de perceber a vida neste relativo instante. A lei da relatividade se aplica aos ins.tan.tes?
Cada qual irá interpretar segundo o que está “rolando” na sua vida. Pode ser com lucidez, de forma emocional; e até depende de suas relações afetivas.
Talvez seja mais prático dizer que ele é subjetivo, adjetivo e substantivo ao mesmo tempo; e que depende de sensações e de interpretação.
Deve ser vivido de forma intensa como se fosse o último?
Sem dúvida é uma maneira forte e interessante de viver a vida, poderosa e ao mesmo tempo perigosa para quem pensar pouco. Posta em prática com pouco discernimento pode gerar a ânsia, a ansiedade, a angústia e até a morte prematura.
Pensando bem, será que existe um ultimo instante para qualquer coisa?
O mais provável é que nossa vida seja uma carreira de instantes; uma experiência depois da outra; dentro de outros instantes maiores.
Para onde vão os instantes?
Arquivados no DNA? Registro Cósmico? Nas dobras do tempo?
Como acessá-los?
Com o foco da consciência? Qual a senha?
Quanto tempo dura a lembrança de um instante? Posso reter só os que eu desejar?
São sempre voluntários ou podem ser compulsórios?
Sábios costumam dizer que nossa própria vida é um breve instante – poucos se aventuraram a dizer quantos momentos cabem num instante - Ou quantos instantes cabem num momento – Instantes e momentos podem ser confundidos?
Cá mais em baixo; para nós no day by day:
Tudo leva a crer que podem ser sentidos como emoções.
Há os de raiva, os de medo, de alegria, de prazer, os de egoísmo e os de solidariedade...
Cada um deles tem a sua própria beleza e podemos repetir sempre os que mais gostamos.
O melhor de tudo é que usando a inteligência podemos transmutar a emoção de cada instante.
Cada um de nós vai viver os seus de ação como lhe aprouver; já os de reação estão limitados á ação anterior; que pode ser modificada...
Receita de sábios:
Quer aproveitar bem cada instante?
Concentre-se apenas nele.
Sinta-o.
O que estiver fazendo durante esse momento, faça-o com amor e bem feito...
A máquina do tempo nos fotografa a cada instante.
Sorria! – É nóis na foto cósmica que será colada no álbum da vida!
Ocê não vai querer sair com essa carinha bicuda de substantivo – Vai?
O instante tá mais prá reação do que prá ação?
Então faz cara de adjetivo e diga: XIS!
Anda logo que o momento insta, urge!
Mas, não te tornes um chato insistente – ao menos neste momento!
Somos seres ainda muito mais reativos do que proativos; nossa forma de sentir cada instante costuma ser uma resposta imediata e proporcional às ações externas positivas ou negativas que atuam sobre cada um de nós.
Desse modo, em cada um deles vivemos uma condição emocional e afetiva que não é fixa; já que depende de fatores externos. Essa forma instável de viver e sentir explica a origem de várias doenças.
Alerta:
Vivemos uma aceleração dos instantes; além disso, pulsos de energia cósmica estão tornando as reações desproporcionais á ação que as desencadeou.
O que é um instante?
Usamos cada ins.tan.te como adjetivo?
- Que está para acontecer; para vir; iminente.
- Pertinaz; insistente.
- Urgente; inadiável; indispensável.
- Que se insta; que se solicita com tenacidade.
Como substantivo?
- Momento; um ponto determinado no tempo.
- Ocasião; hora; tempo indeterminado no qual algo ocorre.
Espaço de tempo? Espaço/tempo? Experiência em andamento? Segue regras e padrões pré/estabelecidos? Pura sensibilidade e emoção? Tudo isso, e muito mais?
Instantes podem ser medidos?
No calendário ou no relógio? - Qual a diferença entre um do tipo fração de segundo e outro eternidade? - Há grandes e pequenos? - Ação ou reação? Indispensáveis? Úteis e inúteis? Inadiáveis? Irreversíveis? Retornáveis? Descartáveis?
Cada um de nós vai responder segundo a sua forma de perceber a vida neste relativo instante. A lei da relatividade se aplica aos ins.tan.tes?
Cada qual irá interpretar segundo o que está “rolando” na sua vida. Pode ser com lucidez, de forma emocional; e até depende de suas relações afetivas.
Talvez seja mais prático dizer que ele é subjetivo, adjetivo e substantivo ao mesmo tempo; e que depende de sensações e de interpretação.
Deve ser vivido de forma intensa como se fosse o último?
Sem dúvida é uma maneira forte e interessante de viver a vida, poderosa e ao mesmo tempo perigosa para quem pensar pouco. Posta em prática com pouco discernimento pode gerar a ânsia, a ansiedade, a angústia e até a morte prematura.
Pensando bem, será que existe um ultimo instante para qualquer coisa?
O mais provável é que nossa vida seja uma carreira de instantes; uma experiência depois da outra; dentro de outros instantes maiores.
Para onde vão os instantes?
Arquivados no DNA? Registro Cósmico? Nas dobras do tempo?
Como acessá-los?
Com o foco da consciência? Qual a senha?
Quanto tempo dura a lembrança de um instante? Posso reter só os que eu desejar?
São sempre voluntários ou podem ser compulsórios?
Sábios costumam dizer que nossa própria vida é um breve instante – poucos se aventuraram a dizer quantos momentos cabem num instante - Ou quantos instantes cabem num momento – Instantes e momentos podem ser confundidos?
Cá mais em baixo; para nós no day by day:
Tudo leva a crer que podem ser sentidos como emoções.
Há os de raiva, os de medo, de alegria, de prazer, os de egoísmo e os de solidariedade...
Cada um deles tem a sua própria beleza e podemos repetir sempre os que mais gostamos.
O melhor de tudo é que usando a inteligência podemos transmutar a emoção de cada instante.
Cada um de nós vai viver os seus de ação como lhe aprouver; já os de reação estão limitados á ação anterior; que pode ser modificada...
Receita de sábios:
Quer aproveitar bem cada instante?
Concentre-se apenas nele.
Sinta-o.
O que estiver fazendo durante esse momento, faça-o com amor e bem feito...
A máquina do tempo nos fotografa a cada instante.
Sorria! – É nóis na foto cósmica que será colada no álbum da vida!
Ocê não vai querer sair com essa carinha bicuda de substantivo – Vai?
O instante tá mais prá reação do que prá ação?
Então faz cara de adjetivo e diga: XIS!
Anda logo que o momento insta, urge!
Mas, não te tornes um chato insistente – ao menos neste momento!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
EGOÍTE – A MÃE DE TODAS AS DOENÇAS
Cresce a cada dia o número de pessoas que sofrem de problemas no ego; e estão em depressão, desalentadas ou até com doenças orgânicas; pela simples razão de não terem o “reconhecimento” pelo que “acharam” ter feito de bem aos outros.
Sofrem de Egoíte compulsiva ou compulsória.
Qual a origem da ingratidão?
O MAIS COMUM TIPO DE CÂNCER DO EGO.
Nossa qualidade humana é precária; o “bem” que nos fazem; nós esquecemos muito rápido; já o mal que imaginamos nos tenha sido feito demoramos ás vezes séculos para esquecer.
Não se trata de maldade; apenas de falta de consciência e preguiça.
Se alguém faz uma tarefa que me pertence duas ou três vezes, nunca mais a faço e ainda cobro do outro se não tornar a fazê-la.
Além do mais, confundimos simples obrigações do ego com bondade ou caridade.
Um grande Mestre até nos alertou: Não dê pérolas aos porcos...
Traduzindo para o cotidiano:
Não se meta onde não é chamado.
Não dê palpite nas tarefas de vida das outras pessoas, seja quem for: pai, mãe, filho, mulher, marido, amigo, adversário...
Esqueça a tarefa dos outros, faça bem feito as suas.
A muitos egoístas intrometidos e controladores que se acham bondosos, isso pode soar como uma forma de egoísmo.
Veremos que é exatamente ao contrário...
Se alguém pedir ajuda; ajude – de preferência auxilie sem que a pessoa saiba, para evitar que se acomode e para que seu esforço tenha alguma valia para você mesmo na contabilidade da própria consciência.
É preciso ser cada dia mais simples e prático; pois a vida hoje está muito acelerada o que pode torná-la muito mais complicada:
Egoíte é a doença que mais mata – quase sempre rotulada de câncer.
Quem perder tempo tentando fazer as tarefas dos outros; breve vai descobrir que perdeu esse tempo, oportunidades e ainda assumiu compromissos futuros com as pessoas a quem atrapalhou, com sua pseudo-ajuda.
Uma das palavras de ordem do momento é: seja simples, e despojado para viver de forma saudável e eficiente.
DOAR NÃO É EMPRESTAR...
Gostamos de entender as leis da vida de forma deturpada.
Aqui no planeta Terra estamos ainda na Era de aprender a controlar o Ego para depois integrá-lo ao coletivo – claro que; para que não soframos de uma doença chamada Egão (obesidade do ego) devemos emagrecê-lo doando (não emprestando e cobrando juros e correção) um pouco das gostosuras da vida para os outros; mas, com “moderação” para não sofrer da gulodice de reconhecimento tão comuns nos quadros de depressão, angústia, pânico – uma das doenças de efeito rebote do Ego tentando fazer regime – uma verdadeira crise de abstinência egóica.
O ato de doar vem acompanhado de prazer (nesta nossa fase da evolução se assemelha á ejaculação precoce: que delícia! Já acabou? – Não foi bom prá você?).
O ATO DE DOAR É PURO PRAZER CÓSMICO
Nossa felicidade está atrelada ao prazer que consigamos proporcionar ao outro – tanto mais duradouro quanto maior seja nossa competência.
Não importa que a prática da caridade para a maioria de nós na atualidade se assemelhe a uma masturbação afetiva – logo nos cansaremos disso e mudaremos o foco.
O primeiro passo é aprender a agradecer á vida e a todos que ela coloca na nossa frente:
AGRADECIMENTOS
Em primeiro lugar, a todos que ajudaram na disciplina do nosso espírito:
• Contrariando os mais absurdos desejos.
• Frustrando as expectativas sem sentido.
• Amplificando a inveja, com suas vitórias.
• Pondo à mostra a intolerância.
• Permitindo que os efeitos negativos das escolhas se tornem evidentes.
• Colocando-se na posição de concorrentes, adversários, inimigos.
• Traindo nossas combinações.
• Explorando nossas deficiências de caráter.
• Cutucando nossas feridas da alma.
Em segundo lugar, a todos que tentaram do seu jeito nos orientar, indicando a forma mais prática e eficiente; mesmo que através dos seus erros; que muitas vezes, foram os poucos acertos que fizeram com relação a nós...
QUERES AJUDAR, AMPARAR, AUXILIAR?
FAZ APENAS PELO TEU MAIS PURO PRAZER – NÃO TE PREOCUPES COM O PAGAMENTO DO OUTRO:
APENAS COMPARTILHA.
Dá de graça, o que de graça recebestes...
Sofrem de Egoíte compulsiva ou compulsória.
Qual a origem da ingratidão?
O MAIS COMUM TIPO DE CÂNCER DO EGO.
Nossa qualidade humana é precária; o “bem” que nos fazem; nós esquecemos muito rápido; já o mal que imaginamos nos tenha sido feito demoramos ás vezes séculos para esquecer.
Não se trata de maldade; apenas de falta de consciência e preguiça.
Se alguém faz uma tarefa que me pertence duas ou três vezes, nunca mais a faço e ainda cobro do outro se não tornar a fazê-la.
Além do mais, confundimos simples obrigações do ego com bondade ou caridade.
Um grande Mestre até nos alertou: Não dê pérolas aos porcos...
Traduzindo para o cotidiano:
Não se meta onde não é chamado.
Não dê palpite nas tarefas de vida das outras pessoas, seja quem for: pai, mãe, filho, mulher, marido, amigo, adversário...
Esqueça a tarefa dos outros, faça bem feito as suas.
A muitos egoístas intrometidos e controladores que se acham bondosos, isso pode soar como uma forma de egoísmo.
Veremos que é exatamente ao contrário...
Se alguém pedir ajuda; ajude – de preferência auxilie sem que a pessoa saiba, para evitar que se acomode e para que seu esforço tenha alguma valia para você mesmo na contabilidade da própria consciência.
É preciso ser cada dia mais simples e prático; pois a vida hoje está muito acelerada o que pode torná-la muito mais complicada:
Egoíte é a doença que mais mata – quase sempre rotulada de câncer.
Quem perder tempo tentando fazer as tarefas dos outros; breve vai descobrir que perdeu esse tempo, oportunidades e ainda assumiu compromissos futuros com as pessoas a quem atrapalhou, com sua pseudo-ajuda.
Uma das palavras de ordem do momento é: seja simples, e despojado para viver de forma saudável e eficiente.
DOAR NÃO É EMPRESTAR...
Gostamos de entender as leis da vida de forma deturpada.
Aqui no planeta Terra estamos ainda na Era de aprender a controlar o Ego para depois integrá-lo ao coletivo – claro que; para que não soframos de uma doença chamada Egão (obesidade do ego) devemos emagrecê-lo doando (não emprestando e cobrando juros e correção) um pouco das gostosuras da vida para os outros; mas, com “moderação” para não sofrer da gulodice de reconhecimento tão comuns nos quadros de depressão, angústia, pânico – uma das doenças de efeito rebote do Ego tentando fazer regime – uma verdadeira crise de abstinência egóica.
O ato de doar vem acompanhado de prazer (nesta nossa fase da evolução se assemelha á ejaculação precoce: que delícia! Já acabou? – Não foi bom prá você?).
O ATO DE DOAR É PURO PRAZER CÓSMICO
Nossa felicidade está atrelada ao prazer que consigamos proporcionar ao outro – tanto mais duradouro quanto maior seja nossa competência.
Não importa que a prática da caridade para a maioria de nós na atualidade se assemelhe a uma masturbação afetiva – logo nos cansaremos disso e mudaremos o foco.
O primeiro passo é aprender a agradecer á vida e a todos que ela coloca na nossa frente:
AGRADECIMENTOS
Em primeiro lugar, a todos que ajudaram na disciplina do nosso espírito:
• Contrariando os mais absurdos desejos.
• Frustrando as expectativas sem sentido.
• Amplificando a inveja, com suas vitórias.
• Pondo à mostra a intolerância.
• Permitindo que os efeitos negativos das escolhas se tornem evidentes.
• Colocando-se na posição de concorrentes, adversários, inimigos.
• Traindo nossas combinações.
• Explorando nossas deficiências de caráter.
• Cutucando nossas feridas da alma.
Em segundo lugar, a todos que tentaram do seu jeito nos orientar, indicando a forma mais prática e eficiente; mesmo que através dos seus erros; que muitas vezes, foram os poucos acertos que fizeram com relação a nós...
QUERES AJUDAR, AMPARAR, AUXILIAR?
FAZ APENAS PELO TEU MAIS PURO PRAZER – NÃO TE PREOCUPES COM O PAGAMENTO DO OUTRO:
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Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
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Educar para um mundo novo