Nada de muxoxos do tipo: ora! ora!
Inevitável.
As ruas continuarão as mesmas e o número de carros, para gáudio dos economistas PIBIANOS de plantão vai aumentar a olhos e a nervos nunca vistos.
Em todos os lugares, como em Sampa o trânsito vai ficar cada vez mais caótico – o horário de pico é 24hs, todos os dias da semana, do mês e do ano – claro que, as pessoas cada vez mais irritadas, prepotentes, agressivas, e até criminosas em potencial.
Muitas louváveis campanhas têm sido feitas para diminuir violência no trânsito; ineficazes até certo ponto; pois sempre marketeiras.
Apenas como analgésico para o mau humor, nós podemos usar as frases de para choque de caminhão ou as plantadas nos adesivos dos vidros traseiros dos carros; até para parar prá pensar.
Além da tradicional: “Deus deu a vida para cada um cuidar da sua” -De todas as frases e colocações filosóficas que já li em adesivos de carros, talvez essa, tenha sido a única das que já tive oportunidade de ler no trânsito que traz consigo uma verdade sem contestação de interpretações. Parabéns aos autores.
Mesmo no caos do trânsito, a vida em si, é um recurso pedagógico; disponível aos alunos de boa vontade.
Se estivermos atentos, até essas frases colocadas nos vidros traseiros dos carros podem ajudar na reciclagem íntima; quando nos dispomos a fazê-la.
Aprendi isso com um amigo espiritualista. Embora em muitos aspectos da forma de nos portarmos na vida; para mim ele seja um modelo a ser seguido. Ele se julga ainda um espírito muito crítico, intolerante, impaciente. Atento e perspicaz; ao se defrontar com as que colocam Jesus como guardador ou depositário de carros velhos e baleados do tipo “Propriedade de Jesus”, seu lado crítico. Fiquei calado, pois parecia que aquela conversa tinha vindo por encomenda – se ele se achava assim, imagino eu...
Daí em diante; eu passei a prestar mais atenção às frases; e depois aos meus pensamentos e sentimentos com relação a cada uma delas.
As do velho testamento que ficam jogadas no ar sem pé nem cabeça são as que mais me incomodam.
Mas essa:
“Ora que melhora”
Nunca vi nenhuma colocação tão simples, desinteressada e inteligente como essa. Nada de marketing de sistema de crenças; pois, quem somos nós para dizermos aos outros onde está a verdade e o melhor caminho.
Confesso que além de achar brega; nunca tive desejo de usar no meu carro que atravessa cidades para trabalhar um adesivo do tipo desses que temos á disposição.
A sugestão dada por esse amigo é que se crie um kit com frases retiradas da extensa obra da sabedoria popular, que possam ser colocadas e retiradas a cada dia do vidro traseiro do carro de quem deseja fazer com que as pessoas comecem ou acabe o dia pensando, refletindo em quem somos e o que fazemos aqui.
Não precisam ser frases identificadas; pois são de domínio público.
Seja você um divulgador da beleza da vida e do prazer de aprender e compartilhar.
Prepare-se para dormir, sonhe, e ao acordar ponha no vidro de seu carro o que gostaria de sair “gritando” por aí naquele dia...
Gostei muito de ajudar a divulgar essa idéia, pois:
Alegria, amizade, prazer de viver e caridade não tem hora nem lugar.
O verdadeiro amante da vida e caridoso é aquele que faz o que é possível em cada momento...
Entender o conceito de “ora que melhora” – é um assunto para outro bate papo.
Dica: tem assunto novo no bloog: A ARTE DA BOA MORTE – http://artedaboamorte.blogspot.com
“A morte e a força do destino”.
Bom trabalho.
Boa tarefa.
Muita paz.
Juízo no trânsito.
Ora, que melhora.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
UM CASO DE REESTRUTURAÇÃO FAMILIAR
Numa hipotética família, além dos problemas naturais advindos das relações familiares, sociais e outros; há uma criança que perturba todo e qualquer ambiente onde se encontre.
Não fica quieta, mexe em tudo.
Já foi rotulada pelas pessoas que convivem com ela de: “mal educada”, “capetinha”, “endiabrada” “problemática”, etc.
Seus pais já perderam noites de sono, discutiram, brigaram, muitas vezes, devido a essa sua forma de comportamento; e até tentam inconscientemente um colocar a culpa no outro.
O risco de desmanche da família já é considerável.
Uma coisa é certa ela foi diagnosticada por todos que a conhecem como uma criança/problema.
Devido às circunstâncias, já houve um posicionamento inicial quanto à necessidade de se mudar a situação. Mas, em virtude de gerenciarem sua vida pessoal e familiar de forma informal; apenas lentamente e, de forma sofrida, os pais vão descobrindo que lhes faltam paradigmas; pois, ainda não se busca soluções, busca-se culpados.
Pressupõe-se que algo ou alguém tem culpa.
Para uns a culpa é de Deus que os quer provar; para outros, é questão de sorte/azar/destino. Alguém diz que o problema é genético; já um outro acha que o problema foi a gravidez tumultuada; o que, às vezes, torna-se um sério problema; se a mãe tem a tendência de interpretar o papel de vítima e, resolve assumir indevida culpa, por vários motivos; ou porque não foi uma gravidez desejada.
Espremidos pela situação uns tentam impor aos outros seus próprios pré - conceitos e paradigmas; que mal definidos e inadequados, tornam-se logo um paradoxo; pois, até mesmo os pais, não sabem muito bem, se estão em busca de ajuda para a criança; ou para seu próprio conforto.
Não havendo mais como tapar o sol com a peneira nem negar:
Descobrem que estão perdidos; e que isso aumenta a ansiedade de todos e da criança; agravando seu comportamento num círculo vicioso.
Na família cujos membros vivem na informalidade de organização; as metas de como, porque, e quem mudar; ainda não estão muito claras.
Passada a fase da busca de culpados; certamente vão em busca do recurso mágico: a droga milagrosa que possa ser receitada pelo médico. O primeiro a ser consultado é o Pediatra que já havia rotulado a criança quando bebê de “hiperativa”; às vezes alguns anos se passam, até que o problema seja repassado ao Neurologista; que pode tentar “engessar a hiperatividade” da criança com remédios e ou encaminhá-la ao Psicólogo.
Mesmo que na maioria das vezes busca-se ajuda apenas quando as coisas se complicam na escola; quase sempre da quinta série em diante; o grupo familiar espera um resultado rápido e cômodo; o que não ocorre; daí, se acentuam os conflitos dentro do lar sempre que ocorra qualquer situação com grupos externos de convivência da criança; como na escola, vizinhos, parentes.
É freqüente que ouçamos marido e mulher discutindo problemas desse tipo - e quando falam de um filho nessa situação, dizem: “o seu filho” isso, o seu filho aquilo”; nessas horas, o filho é seu; não meu nem nosso.
As acusações camufladas ou explícitas, as exigências descabidas entre os familiares quanto a de quem é a culpa; e porque os tratamentos não funcionam, segundo as expectativas, tornam aquela família cada vez mais desajustada; o desequilíbrio com certeza vai atuar sobre a criança; pondo mais lenha na fogueira.
Recusam-se a perceber que as relações em família também é um problema a ser resolvido; para que a criança possa ser ajudada a superar essa dificuldade.
A cada nova situação que gere uma crise; pode haver ou não um reposicionamento do grupo familiar quanto ao problema.
A proposta de resolução mais comum que se observa no dia a dia, é a transferência da solução para o futuro.
Lógico que um dia melhora; pois a necessidade de ser aceita, leva a criança, quando possível, a bloquear essa tendência de comportamento; ou desviá-la para outros distúrbios que não afetem as outras pessoas de forma tão visível – gerando TOCS e tiques.
É o tipo de problema, dizem alguns sábios de plantão, que se resolve com o tempo. Apenas não garantem a resposta às perguntas: Resolve para quem? Para os pais? A criança? Resolve ou camufla?
Imaginemos que alguém dessa hipotética família tenha percebido que o problema pode ser resolvido; já que problemas existem para isso.
A descoberta inicial é simples: buscar culpados não adianta; é infernizar-se e, não conduz a nada positivo.
É preciso apenas buscar soluções.
Outra descoberta simples: ninguém resolve problema nenhum sem estudá-lo.
A partir desse momento e, muitas vezes, sem que o saiba essa pessoa tornou-se o gerente de mudanças; na situação da criança e da família.
Mesmo nessa nova condição de encaminhamento, ainda vai haver muito desperdício de: tempo, recursos, paz e harmonia. Mas, se essa pessoa que vai gerenciar o processo tiver conhecimento dos conceitos de reengenharia, tudo pode ficar mais simples e fácil; não de forma mágica, mas com inteligência, método, estudo e trabalho. Além disso, pode ser o grande beneficiário do processo; pois, alcançará com o treinamento do método, uma condição de melhor qualidade pessoal.
Resumindo a operação de reengenharia da família hipotética:
- Identificar possíveis projetos.
No caso presente, será beneficiar o desenvolvimento da criança hiperativa; que seria o “produto” lançado no “mercado da vida”; melhora do conjunto das relações familiares; e também um considerável ganho de qualidade pessoal em cada um dos componentes da família.
2 - Analisar o impacto inicial.
É preciso que o gerente do processo estude cada item do projeto de mudanças a ser desenvolvido.
A seguir que ele comece a viver segundo os princípios que vai repassar aos outros; depois, tente identificar possíveis focos de resistência e de sabotagem ás novas posturas.
No caso, um começo seria o de demonstrar aos outros, que não interessa buscar culpados, mas sim soluções.
- Selecionar os esforços e definir sua abrangência.
Deve-se eleger prioridades e executar as metas da forma mais simples e eficaz, sem desperdício de tempo e energia; do tipo, tentar convencer as pessoas a atuar segundo os novos princípios; sem que elas estejam já dispostas a engajar-se no sistema.
É preciso separar o que é importante do que não é no momento.
Exemplo, nem tudo no comportamento da criança é da hiperatividade; alguma coisa deve ser proveniente de falhas educacionais, que devem ser identificadas e analisadas; coisas simples como: exemplo oferecido pelos adultos, humildade no trato com a criança. Provavelmente, pode-se conseguir mais apoio na fase inicial do processo na escola; do que entre os familiares; pois entraves como: ciúmes e rivalidade entre irmãos, é algo comum.
O investimento principal nessa fase deve ser no que dê retorno mais rápido e seguro.
- Analisar as dificuldades de organização e de informação.
A metodologia de como estruturar e organizar o projeto de recuperação do comportamento da criança; deve ser cuidadosamente escolhido. Bem como a forma de se repassar as informações para quem convive com ela; os outros familiares e para a escola.
- Definir alternativas de atuação.
Se a alternativa implantada não estiver resultando no previsto, é preciso reposicionar e implantar a alternativa seguinte.
E reformular as metas para as próximas fases.
- Determinar a relação inicial custo/benefício de cada alternativa a ser implantada.
Durante o gerenciamento do projeto a relação custo/ benefício deve continuar a ser analisada para rápidas correções. Exemplo, vamos supor que a criança está sendo medicada com um remédio caro e que apresente efeitos colaterais importantes; pode ser tentada a substituição por um alternativo; que terá um custo financeiro menor, e sem efeitos colaterais; nesse caso, pode haver considerável melhora na relação custo/benefício quanto ao recurso em uso.
Escolher a alternativa mais adequada.
Deve-se levar em conta o estudo do que se quer mudar; as características; e o potencial de mudança de cada um dos envolvidos. A fase seguinte é analisar a relação custo/benefício de cada um dos recursos que podem ser usados.
Um ponto importante é procurar investir no desenvolvimento dos recursos próprios tanto da criança, quanto da família, minimizando o uso de recursos externos.
- Implementar a alternativa escolhida.
Definido, o que e como se quer mudar; quais os recursos com que se pode contar; qual o tempo que se pode dispor.
A fase seguinte é implementar; colocar em prática o projeto de mudanças, gradualmente segundo a capacidade de mudança do grupo.
Exemplo, o gerente das mudanças já percebeu, porque estudou o problema que, não adianta recriminar a criança, nem colocá-la de castigo; e muito menos bater nela; a maneira mais fácil e simples de ajudá-la a comportar-se melhor, é manter sua atenção fixa a algo que a interesse - É questão de tempo até que os outros membros da família comecem a copiar; pois, perceberam que funciona melhor; abrindo caminho para que o agente das mudanças possa engajá-los passo a passo no projeto.
- Analisar o posicionamento atual.
Periodicamente é preciso avaliar o previsto e o que foi atingido das metas. Qual foi o lucro?
- Verificar quem está envolvido.
É preciso catalogar cada pessoa do convívio que tenha algum tipo de influência sobre a criança: amigos, parentes, familiares, professores, médicos, psicólogos; todos podem ser parte atuante do projeto desde que solicitados e aceitem.
Evidente que tudo isso, será apenas um paliativo; se o verdadeiro interessado que é a própria criança; não consiga ser engajada; pois, dela e somente dela depende o resultado final esperado: a resolução definitiva do problema através do auto/conhecimento e da auto/educação, da sua própria reforma ou restruturação íntima.
Essa deve ser a principal meta do projeto.
Neste nosso bate papo; não tivemos a intenção de resolver esse tipo de problema cada vez mais comum. Apenas alertar as pessoas para a necessidade de planejamento íntimo, familiar e de relações. A maior parte das vezes, apenas empurramos os problemas e dificuldades para o futuro, complicando a resolução; e reduzindo nossas chances de viver uma vida de relativa paz e felicidade.
Quem conhece uma família que pratique reengenharia?
Quando trouxermos para nossa vida íntima e familiar conceitos básicos do tipo: planejamento, metas, estudos de recursos, reposicionamento – deixaremos de reclamar das instituições que não funcionam; do desperdício de recursos – e ficará patente a razão de sermos o eterno país do futuro, cada vez mais degradado.
Parece incrível; mas, uma pessoa/problema numa família pode tornar-se a solução de melhora da qualidade humana das pessoas do grupo.
Coisas de ser humano...
Não fica quieta, mexe em tudo.
Já foi rotulada pelas pessoas que convivem com ela de: “mal educada”, “capetinha”, “endiabrada” “problemática”, etc.
Seus pais já perderam noites de sono, discutiram, brigaram, muitas vezes, devido a essa sua forma de comportamento; e até tentam inconscientemente um colocar a culpa no outro.
O risco de desmanche da família já é considerável.
Uma coisa é certa ela foi diagnosticada por todos que a conhecem como uma criança/problema.
Devido às circunstâncias, já houve um posicionamento inicial quanto à necessidade de se mudar a situação. Mas, em virtude de gerenciarem sua vida pessoal e familiar de forma informal; apenas lentamente e, de forma sofrida, os pais vão descobrindo que lhes faltam paradigmas; pois, ainda não se busca soluções, busca-se culpados.
Pressupõe-se que algo ou alguém tem culpa.
Para uns a culpa é de Deus que os quer provar; para outros, é questão de sorte/azar/destino. Alguém diz que o problema é genético; já um outro acha que o problema foi a gravidez tumultuada; o que, às vezes, torna-se um sério problema; se a mãe tem a tendência de interpretar o papel de vítima e, resolve assumir indevida culpa, por vários motivos; ou porque não foi uma gravidez desejada.
Espremidos pela situação uns tentam impor aos outros seus próprios pré - conceitos e paradigmas; que mal definidos e inadequados, tornam-se logo um paradoxo; pois, até mesmo os pais, não sabem muito bem, se estão em busca de ajuda para a criança; ou para seu próprio conforto.
Não havendo mais como tapar o sol com a peneira nem negar:
Descobrem que estão perdidos; e que isso aumenta a ansiedade de todos e da criança; agravando seu comportamento num círculo vicioso.
Na família cujos membros vivem na informalidade de organização; as metas de como, porque, e quem mudar; ainda não estão muito claras.
Passada a fase da busca de culpados; certamente vão em busca do recurso mágico: a droga milagrosa que possa ser receitada pelo médico. O primeiro a ser consultado é o Pediatra que já havia rotulado a criança quando bebê de “hiperativa”; às vezes alguns anos se passam, até que o problema seja repassado ao Neurologista; que pode tentar “engessar a hiperatividade” da criança com remédios e ou encaminhá-la ao Psicólogo.
Mesmo que na maioria das vezes busca-se ajuda apenas quando as coisas se complicam na escola; quase sempre da quinta série em diante; o grupo familiar espera um resultado rápido e cômodo; o que não ocorre; daí, se acentuam os conflitos dentro do lar sempre que ocorra qualquer situação com grupos externos de convivência da criança; como na escola, vizinhos, parentes.
É freqüente que ouçamos marido e mulher discutindo problemas desse tipo - e quando falam de um filho nessa situação, dizem: “o seu filho” isso, o seu filho aquilo”; nessas horas, o filho é seu; não meu nem nosso.
As acusações camufladas ou explícitas, as exigências descabidas entre os familiares quanto a de quem é a culpa; e porque os tratamentos não funcionam, segundo as expectativas, tornam aquela família cada vez mais desajustada; o desequilíbrio com certeza vai atuar sobre a criança; pondo mais lenha na fogueira.
Recusam-se a perceber que as relações em família também é um problema a ser resolvido; para que a criança possa ser ajudada a superar essa dificuldade.
A cada nova situação que gere uma crise; pode haver ou não um reposicionamento do grupo familiar quanto ao problema.
A proposta de resolução mais comum que se observa no dia a dia, é a transferência da solução para o futuro.
Lógico que um dia melhora; pois a necessidade de ser aceita, leva a criança, quando possível, a bloquear essa tendência de comportamento; ou desviá-la para outros distúrbios que não afetem as outras pessoas de forma tão visível – gerando TOCS e tiques.
É o tipo de problema, dizem alguns sábios de plantão, que se resolve com o tempo. Apenas não garantem a resposta às perguntas: Resolve para quem? Para os pais? A criança? Resolve ou camufla?
Imaginemos que alguém dessa hipotética família tenha percebido que o problema pode ser resolvido; já que problemas existem para isso.
A descoberta inicial é simples: buscar culpados não adianta; é infernizar-se e, não conduz a nada positivo.
É preciso apenas buscar soluções.
Outra descoberta simples: ninguém resolve problema nenhum sem estudá-lo.
A partir desse momento e, muitas vezes, sem que o saiba essa pessoa tornou-se o gerente de mudanças; na situação da criança e da família.
Mesmo nessa nova condição de encaminhamento, ainda vai haver muito desperdício de: tempo, recursos, paz e harmonia. Mas, se essa pessoa que vai gerenciar o processo tiver conhecimento dos conceitos de reengenharia, tudo pode ficar mais simples e fácil; não de forma mágica, mas com inteligência, método, estudo e trabalho. Além disso, pode ser o grande beneficiário do processo; pois, alcançará com o treinamento do método, uma condição de melhor qualidade pessoal.
Resumindo a operação de reengenharia da família hipotética:
- Identificar possíveis projetos.
No caso presente, será beneficiar o desenvolvimento da criança hiperativa; que seria o “produto” lançado no “mercado da vida”; melhora do conjunto das relações familiares; e também um considerável ganho de qualidade pessoal em cada um dos componentes da família.
2 - Analisar o impacto inicial.
É preciso que o gerente do processo estude cada item do projeto de mudanças a ser desenvolvido.
A seguir que ele comece a viver segundo os princípios que vai repassar aos outros; depois, tente identificar possíveis focos de resistência e de sabotagem ás novas posturas.
No caso, um começo seria o de demonstrar aos outros, que não interessa buscar culpados, mas sim soluções.
- Selecionar os esforços e definir sua abrangência.
Deve-se eleger prioridades e executar as metas da forma mais simples e eficaz, sem desperdício de tempo e energia; do tipo, tentar convencer as pessoas a atuar segundo os novos princípios; sem que elas estejam já dispostas a engajar-se no sistema.
É preciso separar o que é importante do que não é no momento.
Exemplo, nem tudo no comportamento da criança é da hiperatividade; alguma coisa deve ser proveniente de falhas educacionais, que devem ser identificadas e analisadas; coisas simples como: exemplo oferecido pelos adultos, humildade no trato com a criança. Provavelmente, pode-se conseguir mais apoio na fase inicial do processo na escola; do que entre os familiares; pois entraves como: ciúmes e rivalidade entre irmãos, é algo comum.
O investimento principal nessa fase deve ser no que dê retorno mais rápido e seguro.
- Analisar as dificuldades de organização e de informação.
A metodologia de como estruturar e organizar o projeto de recuperação do comportamento da criança; deve ser cuidadosamente escolhido. Bem como a forma de se repassar as informações para quem convive com ela; os outros familiares e para a escola.
- Definir alternativas de atuação.
Se a alternativa implantada não estiver resultando no previsto, é preciso reposicionar e implantar a alternativa seguinte.
E reformular as metas para as próximas fases.
- Determinar a relação inicial custo/benefício de cada alternativa a ser implantada.
Durante o gerenciamento do projeto a relação custo/ benefício deve continuar a ser analisada para rápidas correções. Exemplo, vamos supor que a criança está sendo medicada com um remédio caro e que apresente efeitos colaterais importantes; pode ser tentada a substituição por um alternativo; que terá um custo financeiro menor, e sem efeitos colaterais; nesse caso, pode haver considerável melhora na relação custo/benefício quanto ao recurso em uso.
Escolher a alternativa mais adequada.
Deve-se levar em conta o estudo do que se quer mudar; as características; e o potencial de mudança de cada um dos envolvidos. A fase seguinte é analisar a relação custo/benefício de cada um dos recursos que podem ser usados.
Um ponto importante é procurar investir no desenvolvimento dos recursos próprios tanto da criança, quanto da família, minimizando o uso de recursos externos.
- Implementar a alternativa escolhida.
Definido, o que e como se quer mudar; quais os recursos com que se pode contar; qual o tempo que se pode dispor.
A fase seguinte é implementar; colocar em prática o projeto de mudanças, gradualmente segundo a capacidade de mudança do grupo.
Exemplo, o gerente das mudanças já percebeu, porque estudou o problema que, não adianta recriminar a criança, nem colocá-la de castigo; e muito menos bater nela; a maneira mais fácil e simples de ajudá-la a comportar-se melhor, é manter sua atenção fixa a algo que a interesse - É questão de tempo até que os outros membros da família comecem a copiar; pois, perceberam que funciona melhor; abrindo caminho para que o agente das mudanças possa engajá-los passo a passo no projeto.
- Analisar o posicionamento atual.
Periodicamente é preciso avaliar o previsto e o que foi atingido das metas. Qual foi o lucro?
- Verificar quem está envolvido.
É preciso catalogar cada pessoa do convívio que tenha algum tipo de influência sobre a criança: amigos, parentes, familiares, professores, médicos, psicólogos; todos podem ser parte atuante do projeto desde que solicitados e aceitem.
Evidente que tudo isso, será apenas um paliativo; se o verdadeiro interessado que é a própria criança; não consiga ser engajada; pois, dela e somente dela depende o resultado final esperado: a resolução definitiva do problema através do auto/conhecimento e da auto/educação, da sua própria reforma ou restruturação íntima.
Essa deve ser a principal meta do projeto.
Neste nosso bate papo; não tivemos a intenção de resolver esse tipo de problema cada vez mais comum. Apenas alertar as pessoas para a necessidade de planejamento íntimo, familiar e de relações. A maior parte das vezes, apenas empurramos os problemas e dificuldades para o futuro, complicando a resolução; e reduzindo nossas chances de viver uma vida de relativa paz e felicidade.
Quem conhece uma família que pratique reengenharia?
Quando trouxermos para nossa vida íntima e familiar conceitos básicos do tipo: planejamento, metas, estudos de recursos, reposicionamento – deixaremos de reclamar das instituições que não funcionam; do desperdício de recursos – e ficará patente a razão de sermos o eterno país do futuro, cada vez mais degradado.
Parece incrível; mas, uma pessoa/problema numa família pode tornar-se a solução de melhora da qualidade humana das pessoas do grupo.
Coisas de ser humano...
domingo, 23 de maio de 2010
VIDA MINHA – PROBLEMA NOSSO
Do alto do nosso umbigo, nós costumamos bradar como crianças: Vida minha, problema meu! Escolha minha problema meu! Escolha sua problema seu!
Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. A terra é minha planto o que quiser! – O poder é meu, mando como me der na veneta!
Recordando de outros escritos:
Gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente. Pensar bem é nosso destino – pensou; escolheu. Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo, em conseqüência disso, as fazemos o tempo todo, mesmo durante o sono, sonhos e devaneios; até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher. Como votar em branco - ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências. Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles nos perdoem.
Desconsiderar a lei de causa e efeito e a de retorno é um entrave cada vez mais importante á nossa evolução. Um dos principais fatores de complicação é a educação baseada em falatório quase sempre contraditório.
Na estrada de evolução sempre temos que nos deparar com um, porém:
A capacidade de escolha é relativa no tempo e no espaço.
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados.
Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato, num contexto limitado, como a existência física, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Outro fator a ser considerado:
Estamos interligados e nos afetamos a cada escolha; mas a natureza nos dotou de mecanismos capazes de regular essa conexão; tanto no emitir quanto no receber. Todos nós temos um sistema de defesa; basta apenas ativá-lo.
Nossa conversa de hoje é sobre:
Mecanismos controladores da qualidade das relações.
Percepção das ações concretas:
Estamos acostumados a analisar as interferências percebidas nos sentidos; materializadas e manifestas numa ação. Porém nem sempre as percebemos, devido ao egoísmo e o orgulho ficamos tão centrados em nossos umbigos, que não percebemos os efeitos de nossas escolhas sobre os outros; apenas acusamos as sensações produzidas pelas escolhas dos outros sobre nós e reagimos; muitas vezes segundo a lei do olho por olho dente por dente.
O treino de perceber o resultado de nossas ações sobre as outras pessoas e o ambiente; para adequá-las; é sinal de boa qualidade humana.
Origem das ações:
Primeiro vem o pensamento depois é que se segue a ação. Atitudes totalmente inconscientes ou puramente instintivas só existem nos animais; embora algumas pessoas pouco pensem; desse modo, mais reagem do que agem; essa forma de interação quase sempre traz danos a todos os envolvidos.
É preciso que compreendamos que interferimos uns com os outros até pelo pensamento; pois ao focalizarmos nossa atenção numa pessoa, centralizamos nela toda a energia canalizada; o padrão vibratório dessa energia, é que vai determinar a qualidade da interferência; pois, cada tipo de pensamento possui um padrão vibratório específico; capaz de produzir sensações no corpo físico e nos corpos extra/físicos do indivíduo/alvo, bem como interferir na sua realidade, por tempo indeterminado.
Quem foi alvo de uma ação de outrem sempre tem o direito de resposta; a qualidade dela depende do grau de evolução: retalia ou perdoa; quando muito evoluído não apenas perdoa como ajuda o agressor; mas, isso são coisas do futuro.
Segundo esse direito incluso na lei de retorno; as interferências de nossas escolhas na vida dos outros, podem levar a um processo obsessivo segundo o mecanismo da sintonia.
Quando nos sintonizamos com alguém entramos em rede com ele até que a sintonia seja desfeita. Isso costuma demorar muito, já que indivíduos imaturos egoístas e orgulhosos sempre querem ficar por cima, sempre querem dar o troco levando vantagem. E por estarmos em rede; não adianta ficar brincando de esconde/esconde um sempre acha o outro, pois estamos ligados, plugados, criamos laços; e nessa condição: até mesmo laços de família.
Estamos condenados a interferências danosas eternamente?
Não! Somos, todos igualmente, dotados de mecanismos de defesa.
É um alívio saber que não estamos à mercê uns dos outros; que não somos vítimas dos caprichos de alguém. A ferramenta pensar/sentir/agir capaz de criar um escudo energético chamado de aura humana; de boa qualidade; ou cover tipo genérica; está no DNA de todo mundo.
A ferramenta do pensar/sentir/agir:
É que nos diferencia; com seu uso correto podemos modificar rapidamente a energia cósmica universal; alterando-lhe a freqüência e o padrão vibratório.
Cada tipo de pensamento e de sentimento possui um padrão vibratório particular específico.
Bons pensamentos resultam em freqüência elevada; maus pensamentos acabam em baixas freqüências.
Modulando a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos, nós somos capazes de nos situarmos em padrões vibratórios mais elevados; nos quais predomina a alegria, o respeito, a compreensão e o amor. Ao orarmos elevamos nosso padrão vibratório e nos sintonizamos com os bons espíritos que nos intuem e nos ajudam (alguns acham que conversam direto com Deus, tanto faz).
Pode ser considerada uma pessoa de boa qualidade: a que já principia a exercer o comando do próprio destino começando pelo pensamento. A maioria de nós pode-se considerar ainda um arremedo de ser humano.
Nossa carteira de identidade cósmica: campo energético ou aura:
Energia gerada pelo pensar canalizada pela vontade é potencializada pela emoção ou pensamento. A repetição cria o padrão pessoal de atitudes e de agir; e fixa-o como tendência, impulso, compulsão, predisposição.
Cada tipo de pensamento possui um comprimento de onda, amplitude e freqüência vibratória diferentes, o que gera a coloração da aura. Cada tipo de pensamento/sentimento tem a sua coloração própria. Exemplo, pensamentos raiva, ódio, mágoa, tem um comprimento de onda, uma amplitude e uma freqüência vibratória; bem diferentes de um pensamento de respeito, de fraternidade, de amor. E, com certeza produzem colorações diferentes.
Quem cultiva pensamentos e desejos de baixo padrão vibratório como inveja, intolerância, medo, ansiedade, agressividade, ira, desejos de vingança; além de criar terreno propício para doenças mentais e físicas ainda cria sintonia para que pensamentos/sentimentos de outras pessoas do mesmo tipo; penetrem em seu campo vibratório ou aura; interagindo com eles e propiciando terreno para as obsessões.
Quando numa linguagem ético/moral, nós elevamos o pensamento; significa pensar com respeito, amor e fraternidade; pois os pensamentos deste tipo apresentam menor comprimento de onda, menor amplitude, e conseqüentemente, vibram mais rápida e intensamente; por isso, são altamente ativos, transformadores e protegem das emissões potencialmente maléficas; além de anulá-las promovendo uma limpeza da aura.
Pensamentos elevados constantes ampliam o campo energético aumentando a zona de proteção. Quem sistematicamente cuida de seus pensamentos, consegue ativar um escudo de “defesa” na recepção das ondas eletromagnéticas geradas pelo pensar/sentir/agir dos outros e que lhes são dirigidas. E, se posiciona numa dimensão diferente da vida; pois, também se torna capaz de vigiar a própria emissão, que retornará dia menos dia.
Manter esse escudo de defesa; ou seja, cuidar de manter pensamentos/sentimentos de alta freqüência ajusta o padrão vibratório a outros idênticos; evitando a sintonia de freqüências inadequadas. Experimente interagir ou conversar com uma pessoa extremamente ansiosa, caso você se descuide; e se permita entrar no padrão de freqüência dela, em seguida, sentirá uma opressão no peito, a respiração ficará mais curta e difícil, surge um desejo de ir não sabe prá onde. Observe e comprove como somos capazes de nos influenciar o tempo todo mesmo sem perceber.
Costumamos usar o desconhecimento dessa realidade energética para justificar nossas escolhas inadequadas como álibi. Cuidado, pois para atingir o resultado mínimo esperado para permanecer no Planeta; não é preciso conhecer a fundo tais ciências. Basta apenas seguir o Mestre: “Vigia e ora”, mas vigia a ti mesmo e não aos outros. E devemos orar muito para que as boas almas possam sintonizar conosco e nos intuam as melhores escolhas e decisões.
A verdade liberta:
É possível dizer com segurança: só é ignorante das leis da vida quem quer.
Criamos muitos embaraços uns aos outros; durante nossa evolução, inicialmente por ignorância e depois por teimosia, desleixo e rebeldia. Quantos incontáveis “nós cegos” nas relações entre os homens ainda estão para serem desatados através da caridade e do amor.
É certo que ainda ignoramos a profundidade de muitas coisas; mas as leis básicas da vida para superar esta fase já; são nossas velhas conhecidas; basta apenas pô-las em prática.
Capacidade de discernir:
Aprender a separar a verdade natural das verdades e desejos humanos, é uma necessidade na arte de escolher o melhor para nós; e, conseqüentemente, o melhor para todos os que estão ligados a nós. A ferramenta por excelência para aumentar a capacidade de discernir ou arte de bem escolher é o corpo físico; basta observá-lo, ouvi-lo, senti-lo e seguir suas recomendações.
Prática da caridade:
Ao aplicarmos a lei do amor e da caridade em todas as escolhas que viermos a fazer estaremos gerando paz e harmonia; é claro que ainda faremos muitas inadequadas; pois, nossa compreensão do que seja caridade e amor ainda se confunde muito com egoísmo e orgulho. No entanto, se nossas intenções forem boas e claras a correção dos desvios e erros será feita de forma mais fácil e alegre.
Soberania emocional:
É importante não misturar afetividade com os efeitos das escolhas dos outros nas nossas. Se nosso campo emocional estiver limpo e claro fica muito mais fácil discernir e ajudar.
A sensação de sofrer, nos turva o raciocínio e dificulta que encontremos as soluções mais fáceis e eficientes para os nossos problemas; ou das pessoas que nos são caras.
Ser soberano nas emoções nada tem a ver com ser uma pessoa distante, alheia e fria; ao contrário, não há amor onde as pessoas não são soberanas nas emoções e na afetividade. Somente o exercício sistemático da vigilância sobre os pensamentos é capaz de proporcionar equilíbrio nas emoções transformando-as em sentimentos claros.
Soberania emocional e afetiva é a tesoura cósmica com a qual cortamos os nós cegos que teimamos em manter nos relacionamentos.
Clareza e honestidade nos objetivos:
Se eu escolho, a certeza do que busco deve ser a maior possível. Buscar desculpas e justificativas para possíveis efeitos inadequados é condenar-se ao sofrer mesmo antes da ação ser desencadeada.
Planejamento:
A capacidade de antever, projetar, planejar é uma das nossas marcas registradas cósmicas; e quando deixa de ser usada com correção no presente; conduz a um futuro problemático e sofredor. Qualquer escolha feita deve ser acompanhada de um exercício de avaliação dos efeitos tanto em nossa vida quanto na dos outros.
Responsabilidade:
Nosso direito começa onde termina o do outro e de trás para frente.
Quem mais sabe, mas vai responder pelas suas ações e as dos outros a que deu permissão.
Quem cala consente. O momento atual não comporta braços cruzados frente aos exterminadores do futuro de Gaia que se acham os donos da terra. Tudo leva a crer que serão deportados para mundos que são a sua cara; mas, quem vai arcar com o prejuízo; são os herdeiros do planeta.
Em qualquer situação em que a escolha de um ou de grupos, causar graves prejuízos; não adianta apenas punir os culpados, apená-los; o prejuízo está feito e em muitas situações não tem volta.
Exemplo:
Hoje não podemos nos preocupar apenas com a educação de nossos filhos – quem já tem condições mínimas como pessoa de boa qualidade, deve preocupar-se e atuar firmemente na educação dos filhos dos em torno; pois, nossos filhos e os deles vão se encontrar, um dia, nas esquinas da vida.
Quantas pessoas que tiveram seus entes queridos mortos ou gravemente lesionados em acidentes de carro criminosos ou em assaltos e outros crimes; se preocupavam em agir a favor do bem estar social? – Muitos após essa perda irreparável passam a enxergar a vida de forma diferente e a agir; mas, não se recupera nem se perde uma vida.
HOJE, FAZER APENAS A NOSSA PARTE NÃO BASTA MAIS.
Não podemos entregar nossa vida e a qualidade do nosso futuro; até como planeta; nas mãos de pessoas pouco competentes em escolher e agir por nós. Depois, não adianta choramingar.
Provavelmente os mais omissos estão entre os que se acham espiritualizados nesta terra que foi tida e dita como país do futuro, celeiro do mundo; muitos apenas referendam um tipo de egoísmo cósmico igrejeiro, centreiro e televisivo; eles querem livrar sua cara; imaginam ir para mundos astrais melhores; mas, a nova terra vai continuar sendo de 3D – e quem vai consertar o estrago que está sendo feito?
Poucas pessoas deixam de admirar o Dalai Lama – mas muitas não percebem sua forte atuação na política em favor de seu povo e do planeta. Ghandi e até mesmo Sai Baba são guerreiros da luz, mas, com o pé nas necessidades de quem pisa hoje em Gaia; assumem que ainda estão aqui deixando pegadas na terra ainda bruta, seca, rachada, estéril, faminta.
Onde estão os nossos líderes espirituais?
Ao menos espiritualizados já serve?
Definidos e praticantes; pouco resolve; mas, já serve.
Ao menos, nosso consolo, (somos o país do consolo; do “tapinha nas costas”) nossas lideranças políticas são babadas lá fora...
Nada a ver com praga de argentino; nem inveja dos vizinhos latindos e da sogra americana.
Enquanto sociedade, nós precisamos de pessoas que não vivam nem tanto lá nem tanto cá; mas, o planeta implora por líderes que vivam tanto lá quanto cá; até mais cá do que lá, no astral.
Dica de artigo novo: http://educarparaummundonovo@blogspot.com
EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO:
“Recordar é aprender” – A ecologia dos tipos da escola – parte I
Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. A terra é minha planto o que quiser! – O poder é meu, mando como me der na veneta!
Recordando de outros escritos:
Gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente. Pensar bem é nosso destino – pensou; escolheu. Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo, em conseqüência disso, as fazemos o tempo todo, mesmo durante o sono, sonhos e devaneios; até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher. Como votar em branco - ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências. Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles nos perdoem.
Desconsiderar a lei de causa e efeito e a de retorno é um entrave cada vez mais importante á nossa evolução. Um dos principais fatores de complicação é a educação baseada em falatório quase sempre contraditório.
Na estrada de evolução sempre temos que nos deparar com um, porém:
A capacidade de escolha é relativa no tempo e no espaço.
No presente as opções estão limitadas pelas conseqüências das escolhas efetuadas nos tempos passados.
Nossa evolução não é uniforme, em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato, num contexto limitado, como a existência física, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo, simploriamente confundido com sorte, azar ou destino.
Outro fator a ser considerado:
Estamos interligados e nos afetamos a cada escolha; mas a natureza nos dotou de mecanismos capazes de regular essa conexão; tanto no emitir quanto no receber. Todos nós temos um sistema de defesa; basta apenas ativá-lo.
Nossa conversa de hoje é sobre:
Mecanismos controladores da qualidade das relações.
Percepção das ações concretas:
Estamos acostumados a analisar as interferências percebidas nos sentidos; materializadas e manifestas numa ação. Porém nem sempre as percebemos, devido ao egoísmo e o orgulho ficamos tão centrados em nossos umbigos, que não percebemos os efeitos de nossas escolhas sobre os outros; apenas acusamos as sensações produzidas pelas escolhas dos outros sobre nós e reagimos; muitas vezes segundo a lei do olho por olho dente por dente.
O treino de perceber o resultado de nossas ações sobre as outras pessoas e o ambiente; para adequá-las; é sinal de boa qualidade humana.
Origem das ações:
Primeiro vem o pensamento depois é que se segue a ação. Atitudes totalmente inconscientes ou puramente instintivas só existem nos animais; embora algumas pessoas pouco pensem; desse modo, mais reagem do que agem; essa forma de interação quase sempre traz danos a todos os envolvidos.
É preciso que compreendamos que interferimos uns com os outros até pelo pensamento; pois ao focalizarmos nossa atenção numa pessoa, centralizamos nela toda a energia canalizada; o padrão vibratório dessa energia, é que vai determinar a qualidade da interferência; pois, cada tipo de pensamento possui um padrão vibratório específico; capaz de produzir sensações no corpo físico e nos corpos extra/físicos do indivíduo/alvo, bem como interferir na sua realidade, por tempo indeterminado.
Quem foi alvo de uma ação de outrem sempre tem o direito de resposta; a qualidade dela depende do grau de evolução: retalia ou perdoa; quando muito evoluído não apenas perdoa como ajuda o agressor; mas, isso são coisas do futuro.
Segundo esse direito incluso na lei de retorno; as interferências de nossas escolhas na vida dos outros, podem levar a um processo obsessivo segundo o mecanismo da sintonia.
Quando nos sintonizamos com alguém entramos em rede com ele até que a sintonia seja desfeita. Isso costuma demorar muito, já que indivíduos imaturos egoístas e orgulhosos sempre querem ficar por cima, sempre querem dar o troco levando vantagem. E por estarmos em rede; não adianta ficar brincando de esconde/esconde um sempre acha o outro, pois estamos ligados, plugados, criamos laços; e nessa condição: até mesmo laços de família.
Estamos condenados a interferências danosas eternamente?
Não! Somos, todos igualmente, dotados de mecanismos de defesa.
É um alívio saber que não estamos à mercê uns dos outros; que não somos vítimas dos caprichos de alguém. A ferramenta pensar/sentir/agir capaz de criar um escudo energético chamado de aura humana; de boa qualidade; ou cover tipo genérica; está no DNA de todo mundo.
A ferramenta do pensar/sentir/agir:
É que nos diferencia; com seu uso correto podemos modificar rapidamente a energia cósmica universal; alterando-lhe a freqüência e o padrão vibratório.
Cada tipo de pensamento e de sentimento possui um padrão vibratório particular específico.
Bons pensamentos resultam em freqüência elevada; maus pensamentos acabam em baixas freqüências.
Modulando a qualidade de nossos pensamentos e sentimentos, nós somos capazes de nos situarmos em padrões vibratórios mais elevados; nos quais predomina a alegria, o respeito, a compreensão e o amor. Ao orarmos elevamos nosso padrão vibratório e nos sintonizamos com os bons espíritos que nos intuem e nos ajudam (alguns acham que conversam direto com Deus, tanto faz).
Pode ser considerada uma pessoa de boa qualidade: a que já principia a exercer o comando do próprio destino começando pelo pensamento. A maioria de nós pode-se considerar ainda um arremedo de ser humano.
Nossa carteira de identidade cósmica: campo energético ou aura:
Energia gerada pelo pensar canalizada pela vontade é potencializada pela emoção ou pensamento. A repetição cria o padrão pessoal de atitudes e de agir; e fixa-o como tendência, impulso, compulsão, predisposição.
Cada tipo de pensamento possui um comprimento de onda, amplitude e freqüência vibratória diferentes, o que gera a coloração da aura. Cada tipo de pensamento/sentimento tem a sua coloração própria. Exemplo, pensamentos raiva, ódio, mágoa, tem um comprimento de onda, uma amplitude e uma freqüência vibratória; bem diferentes de um pensamento de respeito, de fraternidade, de amor. E, com certeza produzem colorações diferentes.
Quem cultiva pensamentos e desejos de baixo padrão vibratório como inveja, intolerância, medo, ansiedade, agressividade, ira, desejos de vingança; além de criar terreno propício para doenças mentais e físicas ainda cria sintonia para que pensamentos/sentimentos de outras pessoas do mesmo tipo; penetrem em seu campo vibratório ou aura; interagindo com eles e propiciando terreno para as obsessões.
Quando numa linguagem ético/moral, nós elevamos o pensamento; significa pensar com respeito, amor e fraternidade; pois os pensamentos deste tipo apresentam menor comprimento de onda, menor amplitude, e conseqüentemente, vibram mais rápida e intensamente; por isso, são altamente ativos, transformadores e protegem das emissões potencialmente maléficas; além de anulá-las promovendo uma limpeza da aura.
Pensamentos elevados constantes ampliam o campo energético aumentando a zona de proteção. Quem sistematicamente cuida de seus pensamentos, consegue ativar um escudo de “defesa” na recepção das ondas eletromagnéticas geradas pelo pensar/sentir/agir dos outros e que lhes são dirigidas. E, se posiciona numa dimensão diferente da vida; pois, também se torna capaz de vigiar a própria emissão, que retornará dia menos dia.
Manter esse escudo de defesa; ou seja, cuidar de manter pensamentos/sentimentos de alta freqüência ajusta o padrão vibratório a outros idênticos; evitando a sintonia de freqüências inadequadas. Experimente interagir ou conversar com uma pessoa extremamente ansiosa, caso você se descuide; e se permita entrar no padrão de freqüência dela, em seguida, sentirá uma opressão no peito, a respiração ficará mais curta e difícil, surge um desejo de ir não sabe prá onde. Observe e comprove como somos capazes de nos influenciar o tempo todo mesmo sem perceber.
Costumamos usar o desconhecimento dessa realidade energética para justificar nossas escolhas inadequadas como álibi. Cuidado, pois para atingir o resultado mínimo esperado para permanecer no Planeta; não é preciso conhecer a fundo tais ciências. Basta apenas seguir o Mestre: “Vigia e ora”, mas vigia a ti mesmo e não aos outros. E devemos orar muito para que as boas almas possam sintonizar conosco e nos intuam as melhores escolhas e decisões.
A verdade liberta:
É possível dizer com segurança: só é ignorante das leis da vida quem quer.
Criamos muitos embaraços uns aos outros; durante nossa evolução, inicialmente por ignorância e depois por teimosia, desleixo e rebeldia. Quantos incontáveis “nós cegos” nas relações entre os homens ainda estão para serem desatados através da caridade e do amor.
É certo que ainda ignoramos a profundidade de muitas coisas; mas as leis básicas da vida para superar esta fase já; são nossas velhas conhecidas; basta apenas pô-las em prática.
Capacidade de discernir:
Aprender a separar a verdade natural das verdades e desejos humanos, é uma necessidade na arte de escolher o melhor para nós; e, conseqüentemente, o melhor para todos os que estão ligados a nós. A ferramenta por excelência para aumentar a capacidade de discernir ou arte de bem escolher é o corpo físico; basta observá-lo, ouvi-lo, senti-lo e seguir suas recomendações.
Prática da caridade:
Ao aplicarmos a lei do amor e da caridade em todas as escolhas que viermos a fazer estaremos gerando paz e harmonia; é claro que ainda faremos muitas inadequadas; pois, nossa compreensão do que seja caridade e amor ainda se confunde muito com egoísmo e orgulho. No entanto, se nossas intenções forem boas e claras a correção dos desvios e erros será feita de forma mais fácil e alegre.
Soberania emocional:
É importante não misturar afetividade com os efeitos das escolhas dos outros nas nossas. Se nosso campo emocional estiver limpo e claro fica muito mais fácil discernir e ajudar.
A sensação de sofrer, nos turva o raciocínio e dificulta que encontremos as soluções mais fáceis e eficientes para os nossos problemas; ou das pessoas que nos são caras.
Ser soberano nas emoções nada tem a ver com ser uma pessoa distante, alheia e fria; ao contrário, não há amor onde as pessoas não são soberanas nas emoções e na afetividade. Somente o exercício sistemático da vigilância sobre os pensamentos é capaz de proporcionar equilíbrio nas emoções transformando-as em sentimentos claros.
Soberania emocional e afetiva é a tesoura cósmica com a qual cortamos os nós cegos que teimamos em manter nos relacionamentos.
Clareza e honestidade nos objetivos:
Se eu escolho, a certeza do que busco deve ser a maior possível. Buscar desculpas e justificativas para possíveis efeitos inadequados é condenar-se ao sofrer mesmo antes da ação ser desencadeada.
Planejamento:
A capacidade de antever, projetar, planejar é uma das nossas marcas registradas cósmicas; e quando deixa de ser usada com correção no presente; conduz a um futuro problemático e sofredor. Qualquer escolha feita deve ser acompanhada de um exercício de avaliação dos efeitos tanto em nossa vida quanto na dos outros.
Responsabilidade:
Nosso direito começa onde termina o do outro e de trás para frente.
Quem mais sabe, mas vai responder pelas suas ações e as dos outros a que deu permissão.
Quem cala consente. O momento atual não comporta braços cruzados frente aos exterminadores do futuro de Gaia que se acham os donos da terra. Tudo leva a crer que serão deportados para mundos que são a sua cara; mas, quem vai arcar com o prejuízo; são os herdeiros do planeta.
Em qualquer situação em que a escolha de um ou de grupos, causar graves prejuízos; não adianta apenas punir os culpados, apená-los; o prejuízo está feito e em muitas situações não tem volta.
Exemplo:
Hoje não podemos nos preocupar apenas com a educação de nossos filhos – quem já tem condições mínimas como pessoa de boa qualidade, deve preocupar-se e atuar firmemente na educação dos filhos dos em torno; pois, nossos filhos e os deles vão se encontrar, um dia, nas esquinas da vida.
Quantas pessoas que tiveram seus entes queridos mortos ou gravemente lesionados em acidentes de carro criminosos ou em assaltos e outros crimes; se preocupavam em agir a favor do bem estar social? – Muitos após essa perda irreparável passam a enxergar a vida de forma diferente e a agir; mas, não se recupera nem se perde uma vida.
HOJE, FAZER APENAS A NOSSA PARTE NÃO BASTA MAIS.
Não podemos entregar nossa vida e a qualidade do nosso futuro; até como planeta; nas mãos de pessoas pouco competentes em escolher e agir por nós. Depois, não adianta choramingar.
Provavelmente os mais omissos estão entre os que se acham espiritualizados nesta terra que foi tida e dita como país do futuro, celeiro do mundo; muitos apenas referendam um tipo de egoísmo cósmico igrejeiro, centreiro e televisivo; eles querem livrar sua cara; imaginam ir para mundos astrais melhores; mas, a nova terra vai continuar sendo de 3D – e quem vai consertar o estrago que está sendo feito?
Poucas pessoas deixam de admirar o Dalai Lama – mas muitas não percebem sua forte atuação na política em favor de seu povo e do planeta. Ghandi e até mesmo Sai Baba são guerreiros da luz, mas, com o pé nas necessidades de quem pisa hoje em Gaia; assumem que ainda estão aqui deixando pegadas na terra ainda bruta, seca, rachada, estéril, faminta.
Onde estão os nossos líderes espirituais?
Ao menos espiritualizados já serve?
Definidos e praticantes; pouco resolve; mas, já serve.
Ao menos, nosso consolo, (somos o país do consolo; do “tapinha nas costas”) nossas lideranças políticas são babadas lá fora...
Nada a ver com praga de argentino; nem inveja dos vizinhos latindos e da sogra americana.
Enquanto sociedade, nós precisamos de pessoas que não vivam nem tanto lá nem tanto cá; mas, o planeta implora por líderes que vivam tanto lá quanto cá; até mais cá do que lá, no astral.
Dica de artigo novo: http://educarparaummundonovo@blogspot.com
EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO:
“Recordar é aprender” – A ecologia dos tipos da escola – parte I
sexta-feira, 21 de maio de 2010
PULA TOTÓ!!!
Há ou deveria haver significativas diferenças entre educar uma criança e adestrar um cão.
Deveria.
Recomendam os entendidos em adestramento dos totós que a educação do filhote deve começar por volta dos 2 meses de idade.
Quando começar a educar uma criança?
Diz o bom senso que até antes da gestação.
O problema não é tanto a educação da criança em si; mas, a reeducação dos pais.
Até as pessoas que detém alguma capacidade em se tratando de inteligência cognitiva, afetiva e emocional não se preparam; mesmo sendo dotadas de pedigree cultural - A maioria teima em transferir a educação dos filhotes para educadores profissionais (treinadores/adestradores).
Segundo preconizam os adestradores na fase de educação básica do animal não há primeira, segunda ou terceira lição; o treinamento deve ser constante no dia a dia.
Assim como papagaios não adestram cães; pais que só discursam ou gritam também não educam crianças.
Neste bate papo vamos usar algumas etapas do treinamento de cães como linha de raciocínio nada crítico; apenas comparativo (ainda não tomei vacina contra raiva).
Na aprendizagem do certo e do Errado
As semelhanças são inevitáveis – o filhote de totó é como uma criança – é preciso ensinar desde cedo a diferença entre o certo e o errado senão ele cresce mal educado como os de rua; e daí o bicho pega na periferia.
O segredo é repreender na hora certa e elogiar sempre que faz a coisa certa.
Uma dica dos instrutores: quando elogiar seu cão mostre entusiasmo e o contato físico deve acompanhar as palavras.
Esse é um dos grandes erros no treinamento de humanos; boa parte dos pais se especializa em cobrar dos filhos ou compará-lo com os irmãos.
Nem sempre os elogios vêm acompanhados de carícias; especialmente se estiver saudável; já quando está dodói é beijinhos e afagos prá todo lado.
Se precisar repreender o animalzinho, faça-o logo após o acontecimento e demonstre que não gostou. Não bata nele nem o agrida de qualquer forma; apenas olhe em seus olhos e diga – Não! – num tom bem enérgico – e se ele fizer alguma gracinha não ria; nem se desmanche em mesuras - Não é preciso gritar; apenas mostre a ele quem manda.
Na educação das crianças; algumas apanham quando os treinadores perdem a paciência ouvem 30 ou 40 NÃO PODE ao dia; mas, sem nenhum conteúdo – e depois, de algum tempo perdem a noção do que seja negação ou permissão e tornam-se a projeção humana de Marley e Eu. Observe muitas famílias; quem manda? É o filhote.
Dormindo no local correto
Na instrução do animal é preciso treiná-lo a dormir, descansar e tirar suas sonecas no lugar certo: sua caminha. Ao se acostumar ele cria um ambiente de descanso para todos. Não dê comida para os bichos á noite. Ensine-o a fazer suas necessidades fisiológicas rotineiramente antes de dormir – se morar num apto forre um local com fixo – para que não suje a casa toda.
Leve seu animal para fora e não o ponha para fora de casa.
Humanos apresentam uma incrível dificuldade para colocar seus filhotes dormindo no seu próprio espaço – e depois, se arrependem amargamente e até querem algo para dopar o bichinho.
Instituir uma rotina de necessidades fisiológicas nos humanos é mais difícil pelo uso das práticas fraldas. Quando conseguem treinar os filhotes a abandonar as fraldas para fazer suas necessidades no local correto sentem-se verdadeiros heróis.
Algumas crianças são tão mal treinadas que fazem suas necessidades nos locais mais absurdos.
As Primeiras Noites
Animais precisam de referência; quando adotar um filhote procure levar um objeto que tenha cheiro da sua mãe; um pano em que ela estiver deitada, um jornal; qualquer coisa. Nas primeiras noites o animalzinho pode estranhar, ganir, uivar – esse é o momento em que roupas velhas, brinquedos favoritos, rádio ligado, luminosidade fraca. O importante é não ceder tirando o animal de sua caixa. Conversar com ele pode; mas, com firmeza nesse primeiro confronto de vontades nas primeiras noites. Energia e carinho são requisitos básicos para que o cãozinho aprenda a dormir profundamente sentindo-se amado e seguro.
Nos humanos a referência é a mãe; mas, alguns fazem o seio materno de chupeta – alimentam-se á noite. Apenas dormem com luzes acesas. Os pais cedem e levam o filhote para seu próprio local de dormir – depois querem uma mágica para destreinar ou recondicionar os maus hábitos.
Até que idade você carregou seu famoso “cheirinho”?
Ainda dorme com TV ligada? Luz acesa?
Fazendo as necessidades no lugar correto
Filhotes têm um relógio biológico perfeito: após comer, correr, brincar. Acostume-o a fazer suas necessidades sempre no mesmo lugar. Eles são limpos por natureza; não evacuam nem urinam perto dos locais onde dormem e comem. Escolha onde será o banheiro oficial do cão, antes de começar a treiná-lo. O local deve ser de fácil acesso e limpeza; sempre que possível forre-o com jornal que pelas suas características é a fralda do bicho. Molhe uma ponta de um jornal com a urina do bicho e deixe-a sempre por cima para que através do seu odor ele a procure como referência para fazer suas necessidades. Leve-o sempre até o jornal após as refeições. Como saber? Ele começa a andar em círculos, fica inquieto e cheira o chão – é hora de levá-lo ao banheiro. Elogie sempre o bicho assim que ele terminar. Acidentes sempre são possíveis; quando ocorrer desinfete o local e tire o cheiro.
Os filhotes de humanos nos primeiros meses têm um relógio biológico perfeito – mama: evacua. Mas, a encrenca chamada fralda cria a maior confusão e depois as pessoas que seguem o treinamento do papagaio atrapalham tudo; e as crianças desaprendem o momento certo de evacuar e de fazer xixi sem que precisem receber ordens. Elas sinalizam quando querem fazer suas necessidades; o problema é os adultos perceberem e arranjarem tempo para treiná-las.
Dieta
Filhotes de cão mamam leite de cão – depois, comem o que corresponde á raça.
Comiam; hoje a praticidade da ração canina criou uma infinidade de doenças nos bichos.
Alguns donos e tratadores enchem o pote de ração e deixam 24hs por dia – hoje, os bichos apresentam doenças de humanos.
Do lado humano é pior.
Esse assunto dá pano prá muitas mangas; algumas já abordadas nos assuntos discutidos nos vários blogs que mantemos.
Mas, vale a pena ressaltar o uso do alimento como prêmio para “bom comportamento” – coisas básicas como encher a pança de arroz e feijão e depois receber de presente a tal da mistura. A sobremesa é o cúmulo do prêmio por bom comportamento por não deixar nada no pote (melhor; no prato).
Mas, a melhor cópia do treinamento dos animais; ao avesso; são as guloseimas (balas, chiclets, bolachas e os famigerados e fedidos chip) – os totós são premiados por bom comportamento e ao mostrar suas habilidades – já, as crianças recebem como prêmio as tranqueiras para ficarem quietas.
Um absurdo treinamento ao contrário.
Claro que essa raça com ou sem pedigree não poderia dar certo.
Os treinamentos de cães reforçam o lado positivo: Pula totó! (ganha um biscoitinho e um afago) – Deita totó! (ganha outro e mais carinho) – Que lindo! - Bem treinado esse seu totó! Parabéns!
Loucura total:
Os filhotes de humano recebem as guloseimas para ficarem quietos e ao invés de carinho e afago: agressões físicas, afetivas, verbais: Fica quieto! Se comporta! Vai ver quando chegar em casa!
Pegando leve:
Coitadas das crianças recebem prêmio para fazer tudo ao contrário: a vovó acabou de chegar e pede pro neto fazer tchau? – e dá-lhe guloseima para premiar a nova aquisição de treinamento...
Mães andam com a bolsa cheia de tranqueiras para eventuais emergências educacionais.
Verdade ou mentira?
Se você tem filhotes pequenos em fase de treinamento; dê um susto em você mesma; e despeje o que tem na bolsa – assuste-se; mas, sem ganir nem latir. E por favor, não se estresse para não começar a soltar pêlo.
Melhor parar por aqui; pois a comparação entre veterinários e pediatras pode nos deprimir.
Mas, por favor, não rosne nem lata para seus pais – eles o treinaram segundo as normas e os padrões...
Se nos tornamos tomba lata é nosso problema.
PULA TOTÓ!
Dá a patinha! – Vamos fazer as pazes!
Deveria.
Recomendam os entendidos em adestramento dos totós que a educação do filhote deve começar por volta dos 2 meses de idade.
Quando começar a educar uma criança?
Diz o bom senso que até antes da gestação.
O problema não é tanto a educação da criança em si; mas, a reeducação dos pais.
Até as pessoas que detém alguma capacidade em se tratando de inteligência cognitiva, afetiva e emocional não se preparam; mesmo sendo dotadas de pedigree cultural - A maioria teima em transferir a educação dos filhotes para educadores profissionais (treinadores/adestradores).
Segundo preconizam os adestradores na fase de educação básica do animal não há primeira, segunda ou terceira lição; o treinamento deve ser constante no dia a dia.
Assim como papagaios não adestram cães; pais que só discursam ou gritam também não educam crianças.
Neste bate papo vamos usar algumas etapas do treinamento de cães como linha de raciocínio nada crítico; apenas comparativo (ainda não tomei vacina contra raiva).
Na aprendizagem do certo e do Errado
As semelhanças são inevitáveis – o filhote de totó é como uma criança – é preciso ensinar desde cedo a diferença entre o certo e o errado senão ele cresce mal educado como os de rua; e daí o bicho pega na periferia.
O segredo é repreender na hora certa e elogiar sempre que faz a coisa certa.
Uma dica dos instrutores: quando elogiar seu cão mostre entusiasmo e o contato físico deve acompanhar as palavras.
Esse é um dos grandes erros no treinamento de humanos; boa parte dos pais se especializa em cobrar dos filhos ou compará-lo com os irmãos.
Nem sempre os elogios vêm acompanhados de carícias; especialmente se estiver saudável; já quando está dodói é beijinhos e afagos prá todo lado.
Se precisar repreender o animalzinho, faça-o logo após o acontecimento e demonstre que não gostou. Não bata nele nem o agrida de qualquer forma; apenas olhe em seus olhos e diga – Não! – num tom bem enérgico – e se ele fizer alguma gracinha não ria; nem se desmanche em mesuras - Não é preciso gritar; apenas mostre a ele quem manda.
Na educação das crianças; algumas apanham quando os treinadores perdem a paciência ouvem 30 ou 40 NÃO PODE ao dia; mas, sem nenhum conteúdo – e depois, de algum tempo perdem a noção do que seja negação ou permissão e tornam-se a projeção humana de Marley e Eu. Observe muitas famílias; quem manda? É o filhote.
Dormindo no local correto
Na instrução do animal é preciso treiná-lo a dormir, descansar e tirar suas sonecas no lugar certo: sua caminha. Ao se acostumar ele cria um ambiente de descanso para todos. Não dê comida para os bichos á noite. Ensine-o a fazer suas necessidades fisiológicas rotineiramente antes de dormir – se morar num apto forre um local com fixo – para que não suje a casa toda.
Leve seu animal para fora e não o ponha para fora de casa.
Humanos apresentam uma incrível dificuldade para colocar seus filhotes dormindo no seu próprio espaço – e depois, se arrependem amargamente e até querem algo para dopar o bichinho.
Instituir uma rotina de necessidades fisiológicas nos humanos é mais difícil pelo uso das práticas fraldas. Quando conseguem treinar os filhotes a abandonar as fraldas para fazer suas necessidades no local correto sentem-se verdadeiros heróis.
Algumas crianças são tão mal treinadas que fazem suas necessidades nos locais mais absurdos.
As Primeiras Noites
Animais precisam de referência; quando adotar um filhote procure levar um objeto que tenha cheiro da sua mãe; um pano em que ela estiver deitada, um jornal; qualquer coisa. Nas primeiras noites o animalzinho pode estranhar, ganir, uivar – esse é o momento em que roupas velhas, brinquedos favoritos, rádio ligado, luminosidade fraca. O importante é não ceder tirando o animal de sua caixa. Conversar com ele pode; mas, com firmeza nesse primeiro confronto de vontades nas primeiras noites. Energia e carinho são requisitos básicos para que o cãozinho aprenda a dormir profundamente sentindo-se amado e seguro.
Nos humanos a referência é a mãe; mas, alguns fazem o seio materno de chupeta – alimentam-se á noite. Apenas dormem com luzes acesas. Os pais cedem e levam o filhote para seu próprio local de dormir – depois querem uma mágica para destreinar ou recondicionar os maus hábitos.
Até que idade você carregou seu famoso “cheirinho”?
Ainda dorme com TV ligada? Luz acesa?
Fazendo as necessidades no lugar correto
Filhotes têm um relógio biológico perfeito: após comer, correr, brincar. Acostume-o a fazer suas necessidades sempre no mesmo lugar. Eles são limpos por natureza; não evacuam nem urinam perto dos locais onde dormem e comem. Escolha onde será o banheiro oficial do cão, antes de começar a treiná-lo. O local deve ser de fácil acesso e limpeza; sempre que possível forre-o com jornal que pelas suas características é a fralda do bicho. Molhe uma ponta de um jornal com a urina do bicho e deixe-a sempre por cima para que através do seu odor ele a procure como referência para fazer suas necessidades. Leve-o sempre até o jornal após as refeições. Como saber? Ele começa a andar em círculos, fica inquieto e cheira o chão – é hora de levá-lo ao banheiro. Elogie sempre o bicho assim que ele terminar. Acidentes sempre são possíveis; quando ocorrer desinfete o local e tire o cheiro.
Os filhotes de humanos nos primeiros meses têm um relógio biológico perfeito – mama: evacua. Mas, a encrenca chamada fralda cria a maior confusão e depois as pessoas que seguem o treinamento do papagaio atrapalham tudo; e as crianças desaprendem o momento certo de evacuar e de fazer xixi sem que precisem receber ordens. Elas sinalizam quando querem fazer suas necessidades; o problema é os adultos perceberem e arranjarem tempo para treiná-las.
Dieta
Filhotes de cão mamam leite de cão – depois, comem o que corresponde á raça.
Comiam; hoje a praticidade da ração canina criou uma infinidade de doenças nos bichos.
Alguns donos e tratadores enchem o pote de ração e deixam 24hs por dia – hoje, os bichos apresentam doenças de humanos.
Do lado humano é pior.
Esse assunto dá pano prá muitas mangas; algumas já abordadas nos assuntos discutidos nos vários blogs que mantemos.
Mas, vale a pena ressaltar o uso do alimento como prêmio para “bom comportamento” – coisas básicas como encher a pança de arroz e feijão e depois receber de presente a tal da mistura. A sobremesa é o cúmulo do prêmio por bom comportamento por não deixar nada no pote (melhor; no prato).
Mas, a melhor cópia do treinamento dos animais; ao avesso; são as guloseimas (balas, chiclets, bolachas e os famigerados e fedidos chip) – os totós são premiados por bom comportamento e ao mostrar suas habilidades – já, as crianças recebem como prêmio as tranqueiras para ficarem quietas.
Um absurdo treinamento ao contrário.
Claro que essa raça com ou sem pedigree não poderia dar certo.
Os treinamentos de cães reforçam o lado positivo: Pula totó! (ganha um biscoitinho e um afago) – Deita totó! (ganha outro e mais carinho) – Que lindo! - Bem treinado esse seu totó! Parabéns!
Loucura total:
Os filhotes de humano recebem as guloseimas para ficarem quietos e ao invés de carinho e afago: agressões físicas, afetivas, verbais: Fica quieto! Se comporta! Vai ver quando chegar em casa!
Pegando leve:
Coitadas das crianças recebem prêmio para fazer tudo ao contrário: a vovó acabou de chegar e pede pro neto fazer tchau? – e dá-lhe guloseima para premiar a nova aquisição de treinamento...
Mães andam com a bolsa cheia de tranqueiras para eventuais emergências educacionais.
Verdade ou mentira?
Se você tem filhotes pequenos em fase de treinamento; dê um susto em você mesma; e despeje o que tem na bolsa – assuste-se; mas, sem ganir nem latir. E por favor, não se estresse para não começar a soltar pêlo.
Melhor parar por aqui; pois a comparação entre veterinários e pediatras pode nos deprimir.
Mas, por favor, não rosne nem lata para seus pais – eles o treinaram segundo as normas e os padrões...
Se nos tornamos tomba lata é nosso problema.
PULA TOTÓ!
Dá a patinha! – Vamos fazer as pazes!
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