Nenhum trabalho de profilaxia pode funcionar se as pessoas não têm consciência do que e para que fazê-lo.
Joãozinho desce daí!
Você vai se machucar meu filho!
Ô minino teimoso!
Depois não vem chorar!
Para prevenir; na tentativa de evitar que cresça muito o número de vítimas fatais nesta temporada de chuva que está apenas começando; seria preciso conscientizar as pessoas que moram em áreas de risco a respeito do perigo real e imediato que correm.
Mas, como executar essa tarefa numa situação emergencial?
Dá prá duvidar de nossa sanidade coletiva, pois em situações graves e de catástrofes parece que as pessoas sentem um prazer mórbido em ajudar e receber ajuda – talvez esse seja um motivo inconsciente para que não procuremos evitar tragédias anunciadas, que consomem muito mais recursos do coletivo para tapar o sol com a peneira do que a prevenção efetiva – Exemplo, coisas bem simples do cotidiano como fumar e criar um câncer; construir na beira do rio ou pendurado no morro; essas atitudes infantis perante as leis da natureza podem ser facilmente evitadas se houver vontade real – Mas, feito crianças birrentas, nós criamos uma tradição de cultuar a panacéia ao invés de ir para os finalmente.
Os adultos que se recusam a crescer em maturidade psicológica adoram essa novela em tempo real e ao vivo:
Era uma vez...
No reino da panacéia.
Um lugar onde todos de alguma forma são doentes do corpo, da mente e da alma, e onde falar sobre sanidade e prevenção efetiva é coisa de doido. Lá o consumo de paradoxos já intoxicou ao extremo as pessoas. Os desastres, o mal e a doença têm um valor incrível. Nele a sanidade é a própria doença e falar em saúde é falar em doença; uma comunidade que é uma coisa de louco.
Lá todos adoram, são chegados em paradoxos, e um dos mais queridos é um tipo de paradoxo de gosto terrível: a insatisfação negativa ou “só dê valor para o que você não tem, ou perdeu”...
Na comunidade da panacéia. Quem dá valor para a saúde ou até a vida antes perdê-la?
Apenas os malucos que correm sérios riscos, até de serem exilados, desprezados e tratados como alienados por se recusarem a fazer o que todo mundo faz; o que é normal. Pois, as pessoas são treinadas desde tenra idade a se agredirem com vícios e a se intoxicarem com excessos de todos os tipos para depois se vangloriarem nas ante-salas dos hotéis de doentes que suas doenças são mais raras, incapacitantes e dolorosas, que as dos outros – Ou quando por ignorância e comodidade invadem as margens dos rios, constroem no alto das encostas ou bem debaixo delas e depois perdem tudo; mas, são valentes e não abandonam o barco, enfrentam a “fúria” das águas, de novo e de novo – ou fazem um tratamento e outro e outro e uma cirurgia e outra e outra – no reino da panacéia somos todos muito insistentes em manter nossos pontos de vista; disso ninguém pode reclamar.
Quando as pessoas negam, mas começam a sentir algum prazer em perder quase tudo – ou a adoecer o prognóstico é sombrio.
A cretinização intelectual é epidêmica e não escolhe cor, sexo, sistema de crenças nem classe social; feito um câncer já tomou conta dos organismos da comunidade – para piorar as coisas parece que pode ser transmitida pelo DNA – além disso, as crianças quando não são infectadas ainda dentro do útero, aprendem a ser “arteiras” com os adultos que ao invés das antigas traquinagens de subir no telhado, nos muros ou nas árvores – penduram-se nos morros - e também são ensinadas a ficar doentes: criança sadia é cobrada o tempo todo, entupida de compromissos, de expectativas e deveres; criança doente recebe mais atenção e carinho, ganha presentes e está livre de cumprir deveres chatos como ir à escola.
Sarar dessa doença não é nada fácil, pois os contaminados pelo orgulho e a ganância através da mídia se encarregam de acenar para os crédulos com o botão mágico do reino da panacéia que resolve tudo – vendendo remédios e terrenos em lugares proibidos; fornecendo material para construir barracos em época de eleições, etc.
Uma das mais “malandras” criações das inteligências acima da média do reino da panacéia é um vírus maneiroso chamado: crédito. Propagam para as pessoas que o negócio é participar da farra do consumo; de preferência gastando muito mais do que ganha ou gastando o que ainda nem ganhou; viajar na maionese enfim (meu amigo ET diz que o crédito é meio que a cocaína do consumo) – mas, vem a ressaca: cair na arapuca do juro do cheque especial, da agiotagem, da promissória - e - depois, ou é processado, fica com o nome “sujo” – Claro que nessas horas a classe social faz a diferença: se é da “crasse arta” ou remediado vai entrar em deprê, angustiar-se; ou ficar doente de verdade (para o povo da panacéia, ficar doente de verdade é algo bem físico: pneumonia, enfarte, câncer e outras coisinhas mais); alguns podem se suicidar de forma direta ou através de doenças auto-imunes para os mais recatados – Mas, os da classe C, D, E; esses podem ter os mesmos peripaques ou até podem ir para a zona dos alagados ou se dependurar na encosta – se tiver sorte vai ganhar uma bolsa – auxílio permanente ou temporária patrocinada pelos outros.
Estamos num beco sem saída?
Será impossível escapar dos vigilantes da insanidade que guardam as saídas do reino da panacéia?
Acreditamos que não. O fator tempo parece que conspira a favor da sanidade – claro que não o tempo climático; pois, a previsão é que neste verão vai chover a cântaros na região sudeste. Diz um amigo meu que logo algum espertinho vai lançar um desodorante anti-mofo.
Como podemos nos ajudar uns aos outros na batalha da conscientização?
O exemplo é um santo remédio:
Para quem quiser se engajar nessa campanha de vacinação, o primeiro passo é desenvolver e melhorar o seu próprio sistema de comunicação íntima, para poder exemplificar com coerência e clareza; ao invés de ficar pensando uma coisa, dizendo outra e agindo ao contrário.
Não adianta muito pregarmos o que não estamos ainda a fim de fazer – e a omissão não funciona - discurse, mas esteja pelo menos tentando fazer.
Para quem não quer ouvir, palavras não funcionam:
Palavras apenas, pouco resolvem quando as pessoas se fazem de surdas a tudo que as faça mudar antigos padrões. Como dizer a um surdo que ele ouve melhor do que o seu vizinho ao lado? Sinalizando. E é preciso saber dizer a coisa certa na hora certa. Usando a linguagem dos sinais. Sinalize para os outros o melhor a fazer; e faça isso sem nenhuma pressa para poder encontrar o momento mais adequado. E, o momento certo para se conscientizar um indivíduo de que ele é doente do corpo ou do comportamento com certeza é no auge da doença. Principalmente a criança doente deve sempre ser responsabilizada pela sua doença, quando isso seja possível e a situação esteja bem clara – nosso comportamento de adultos é semelhante ao de uma criança de 4 ou 5 anos – claro que enxergamos e apontamos as criancices dos outros; mas não percebemos as nossas.
Dica da hora: diga coisas que tem que dizer apenas uma vez. Permita que as pessoas vivam até o limite do suportável as conseqüências de suas escolhas.
Exemplo, não corra atrás de médico nem de remédio para ninguém que já esteja cansado de saber o que deve ou não fazer.
Ou quando um amigo endividado crônico te procura. Pensa bem, pois a maior chance é a de não receberes de volta o empréstimo; e ainda vais perder o amigo; mesmo que ele seja mais amigo da onça. Talvez o melhor a fazer: não tenho ou até não empresto mais; pois da outra vez não me pagaste.
Apenas a linguagem da dor é muito clara:
A clareza é essencial. É preciso ser amorosamente curto e grosso. Pois, na mente embotada do doente da credulidade, a busca da panacéia parece ser o único caminho. O remédio do raciocínio lógico às vezes demora a fazer efeito. Não há que ter pressa que o sujeito entenda que ele é que dá permissão para que os problemas o atormentem ou que a dor ou a doença possa agir nele – claro que em situações de risco: o morro vai “despinguelar” e descer ladeira abaixo; tire o sujeito de lá nem que seja em camisa de força. Sempre que possível permita que as pessoas sintam suas dores, elas precisam viver essa experiência “chocante” para aprender a discernir. Mas, cuidado ao fazer isso, para que não uses a recusa em ajudá-las, como um fator de punição a quem não votou em você; não seguiu teus conselhos ou determinações. Negar ou não permitir não pode ser um ato de vingança ou de retaliação, ao contrário, deve sempre ser um inteligente ato de amor.
Ao tentar ajudar a esclarecer - mesmo que tu carregues nas palavras e atitudes toda a boa vontade do mundo; assim mesmo cuidado. Um grande e revolucionário sábio veio mostrar um dos bons caminhos da cura ao povo da panacéia e acabou na cruz. “Bem aventurados os aflitos...” é um recado muito claro para quem não tem sua mente embotada pelos paradoxos e dogmas (outro bichinho malandrinho e destruidor).
Conscientizar faz parte da profilaxia:
Cada um do seu jeito; a maioria de nós ainda não atingiu um nível mínimo aceitável de humanização (somos pouco responsáveis e imprevidentes). Não queremos ainda saber das leis básicas que regem o processo de humanização: Lei de causa e efeito. Lei de retorno. Lei do trabalho. Lei da reparação.
Quem já começa a vislumbrar um pouco das razões da vida humana deve ficar atento para pegar todos os ganchos possíveis no trabalho de conscientização natural, que é a dor e o sofrimento; um tipo de amigo da onça que convida as pessoas a parar para pensar e reformar as escolhas. Aprendamos a fazer cara de paisagem para as reclamações dos doentes, dando-lhes atenção; claro - mas permitindo que suas queixas entrem por um ouvido e saiam pelo outro, até que eles façam movimentos mínimos de mudança no padrão de atitudes e de comportamento.
Conscientizar as pessoas não é ditar regras, subir em pedestais de sapiência; é compartilhar com elas nossas próprias experiências e aprendizados. Coisa de dia a dia e coisa de vida toda. Nada de minutos na mídia ou cartazes ou campanhas com data para começar e data para terminar. Isso, não funciona.
É muito bom estarmos atentos; pois em muitas situações nós fazemos pior do que aqueles a quem estamos tentando alertar e ajudar.
Meu amigo ET me deixou um teorema prá resolver que está complicado: Se eu vivo ás custas das dificuldades e das dores dos outros – o que eu ganho se ajudá-los a sair de vez das encrencas?
Eu acho, apenas acho que encontrei parte da solução – Quem puder me ajudar; agradeço.
Joãozinho vou falar pela última vez! - Desce do morro meu filho! – Saí da beira do rio! – Olha o temporal que vem aí! – Ocê é doido menino? – Vem aqui prá dentro de casa!
– Que casa tio?
- QUE CASA TIO?
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
MEDO NA ESCOLA OU MEDO DA ESCOLA?
Já foi o tempo em que até mesmo a escola pública era considerada um local relativamente seguro; as preocupações da família relacionavam-se a pequenos acidentes, possíveis desentendimentos entre colegas, e, o mais importante: com o aprendizado em si; tanto de conteúdos quanto de valores.
Hoje, a preocupação dos pais em boa parte das escolas é com a segurança – um dos itens prioritários: é se há polícia na porta; para tentar coibir as agressões físicas, assaltos, roubos, tráfico e consumo de drogas – a antiga preocupação com as notas e o futuro na vida profissional foi substituída na conversa entre pais e filhos, pela falta de segurança que gera medo – claro que, depois da novela; se der tempo, a preocupação estende-se até pedofilia...
O que aconteceu? – Como esse desastre foi construído?
De forma politicamente correta: o tempo que a criança permanece na escola deveria ser um momento de tranqüilidade para os pais; afinal ela está num ambiente voltado para a atividade intelectual e, recebendo cuidados de adultos conscientes de seu papel - os educadores (futuros formadores de opinião) – Esse é o cenário esperado; mas, a insegurança tomou conta do meio escolar, e, para tornar mais sombrio o quadro de tragédia já anunciada há bastante tempo; os mais inseguros são exatamente os responsáveis em gerar um ambiente de calma e tranqüilidade: a direção da escola e os professores – e hoje; pasmem: os neo-educadores em geral; pois a patologia comportamental invadiu a pedagogia – e não apenas os laicos e bem “gramaticados” de antigamente; mas, conteúdos pedagógicos á parte; até os que se acham espiritualizados estão dançando o “rap do professor”.
Nem é preciso dizer que a insegurança na escola não é um problema apenas da escola publica e tampouco apenas brasileiro; é mundial; pois o candidato a ser humano; não tem nacionalidade é simplesmente: “candidato” a terráqueo.
Cá entre nós; mesmo a educação sendo colocada como uma das prioridades pelo povo e muito comentada em época de eleição, ela nunca recebeu a atenção necessária dos governantes; e não é de hoje; há séculos não somos adeptos da educação/instrução; quanto mais da educação assentada em valores e na ética – Estudar para que? – dizem alguns “laureados” comentaristas que se expõem na mídia sem o menor pudor – que até acham lindo cidadãos semi - analfabetos construir ou amealhar pouco transparentes fortunas e até assumirem cargos públicos de alta relevância, enquanto os “estudados” sobrevivem para pagar taxas e mais taxas, só para continuarem no mercado ou até vivos; e quem sabe tomar ritalina para poder passar num concurso; e aí sim, viverem descansados sob a égide da segurança de ser um FP – eles são heróis; deram a volta por cima; não precisaram de “cotas de oportunidades”; “forjaram” as suas – Um dos efeitos colaterais dessa vocação extrativista e voltada para a produção agrícola cada vez mais predatória: estamos indo muito rápido de retorno á época das cavernas tecnológicas do pós-descobrimento; pois, em 2009 a queda do percentual do PIB; no que se relaciona á participação da indústria que envolve a produção de manufaturados e de tecnologia caiu de forma perigosa – estamos voltando a ser; e a sermos vistos pelos colonizadores do chamado primeiro mundo, como índios – mas, apenas no sentido pejorativo dos com mentalidade cristã – judaica bem retrograda – Quisera Deus que nos comportássemos como índios de verdade: simples, comedidos, preservadores, respeitadores da vida e da natureza – pena que nossos “chefes emplumados” se deixaram “embebedar” pela sede de riquezas e de prazeres fornecidos pelos “brancos do hemisfério norte” e de outros mundos mais sombrios, em contas achocolatadas...
Obs. Uma das comemorações que mais me deixaram “enojado” até hoje; foi o que já constatei a respeito do que é passado para nossas pobres crianças a respeito do “dia do índio” que mais parece um...
Mas, de volta ao mundo dos “mameloucos” (mamelucos pirados):
Nesse panorama de pouca valorização do ensino; como não poderia deixar de ser; na escola pública a dimensão da encrenca é maior. Basta uma olhadela nas estatísticas de afastamento de funcionários públicos para identificar que, hoje – e vai piorar a cada dia - os professores são campeões em afastamento, e, a maioria por doenças decorrentes da falta de motivação e do estresse crônico: depressão, angústia, pânico, tendinite, fibromialgia, vertigens; e claro, para temperar o samba do crioulo doido, alguma boa e nacional dose de pilantragem – não é difícil entender os motivos – juntam-se a fome e a vontade de comer: o desejo cultural de levar vantagem em tudo soma-se com a agressividade e a violência que trazem insegurança; e que, saiu do pátio e das cercanias da escola, e adentrou pela sala de aula com força total; e o professor tornou-se refém do sistema; muitas vezes consentido (que delícia) – um dos motivos que me levaram ao afastamento temporário de uma participação efetiva em fornecer minhas pobres observações sobre o porvir dos problemas de saúde pessoais e dos alunos, que os mestres vão encontrar a cada dia na sua vida e na sala de aula; foi a constatação de que as preocupações da quase totalidade dos participantes era com os benefícios para a carreira, salário e a maldita aposentadoria que está com os dias contados...
Claro que a indisciplina e a desorganização das escolas são fatores relevantes; e nesse panorama o ensino só piora – mas, muitos outros fatores somaram-se para agigantar as dificuldades.
Nesta conversa, tentando seguir a dica de um dos artigos anteriores de parar de reclamar em 2010 - Vamos focar – e de forma light - apenas um dos construtores da problemática: a falta de disciplina.
Mas, antes é preciso entender o que seja disciplina – não se trata de transformar as escolas em quartéis.
De onde vieram os professores, governantes, educadores e os FP?
Da família; claro; pois, presume-se que todos tenham tido uma.
O problema começa nos lares e na constituição da família também chamada de “célula mater da sociedade” – nela não há regras claras e quando as há; não se cumprem – onde isso vai desaguar? – na vida em sociedade; claro.
É aceita pela quase totalidade das correntes de pensamento que o ser humano necessita de disciplina, para que progrida e viva em paz; consigo e na vida social. Então; por que os “modernos métodos de pedagogia” abriram mão da disciplina? – Se na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor e ajudar a criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade.
Mais do que tudo nós precisamos de disciplina, muita disciplina, especialmente para atingir o grau de humanização condizente com nossas capacidades intelectuais já desenvolvidas; nem que seja apenas para evitar as perseguições pelas idéias políticas contrárias; as mortes e os assassinatos reais e de oportunidades pela guerra dos interesses pessoais, familiares, corporativos, e da “Segurança do Estado”...
Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina...
Mas, vamos por partes; disciplinar não é impor, forçar. A verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente; portanto necessita da capacidade de discernir que apenas se manifesta sob a ação da educação (de novo: nada ou pouco a ver com simples instrução).
Que razões nos levam a retardar a capacidade crítica das crianças? – Será um mecanismo inconsciente de domínio? – Mantendo o sistema de castas, bolsas, e de quotas? – Talvez sim, talvez não – o fato é que a maioria de nós é muito pobre em discernir, filtrar informações; responsabilizar-se pela própria vida – Claro que a tarefa é árdua; pois teremos que reeducar os adultos de hoje, para que o sistema sofra uma reviravolta capaz de nos libertar.
O que nos autoriza a conjecturar que, hoje, mesmo pessoas com “alto grau de escolaridade” são semi-analfabetas na leitura dos fatos da vida real?
Para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente possuir metas de vida objetivas e claras; além de inteligência crítica; conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera – pena que não se ensine isso na vida em família nem na escola; daí, nós formamos algumas gerações de cidadãos do tipo: “me engana que eu gosto”; apesar de “gostar de levar vantagem em tudo”... Coisas bem básicas, tipo: “Se não fizer esses exames nem tomar esses remédios, você vai morrer – Se não pagar os devidos encargos vai preso – Se não buscar ajuda psicológica vai parar no hospício – e outras regrinhas mais da forma atual de domínio...
Leis e regras existem para serem aplicadas:
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites, seja os íntimos, ou os de interação com as outras pessoas – e, acima de tudo; o respeito pelas Leis Naturais de Progresso tanto físicas quanto éticas e morais.
Se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e, em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados como pensa a maior parte das pessoas; daí, alguns vão estrilar.
De volta á escola:
No contexto atual é normal que os professores em sala de aula fiquem mais malucos do que já são; pois, a cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas e sem limites. Mas, com uma prontidão para aprender fantástica. Muito bem informadas; especialmente sobre as inutilidades do viver. Muito mal educadas em casas sem regras. Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e justiça. A vida em família está muito mal gerenciada e a maior parte das normas que a regulam é obsoleta para os dias atuais – e como ela representa a sociedade em ponto menor; é normal que vivamos num estado social tendendo ao caótico.
Que falta conteúdo na educação todo mundo concorda – (para não se irritar; cuidado com a confusão entre educação e instrução).
Que as técnicas usadas para educar são arcaicas e obsoletas; disso, ninguém duvida. Tipo faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Recursos pedagógicos como: mentiras, chantagens, tentativa de controle, toma lá dá cá, não mais funcionam, antes até que dava para tapear, hoje não dá mais.
Consertar tudo isso é simples; não tão fácil; e uma das dificuldades é retirar o conceito de boa educação das estatísticas; mas, no momento não vem ao caso.
Nosso papo é sobre regras e limites.
Vamos aprender juntos a respeitar regras e limites.
Você conhece e respeita as suas e os seus? – Ou é um analfabeto funcional quando se trata desse assunto?
Com atitudes simples, honestas e funcionais é possível perder o medo na escola e principalmente: o medo da escola e do tipo de pessoas que ela está produzindo. Que os professores atuais não fiquem esperando a aposentadoria chegar; mesmo ainda em início de carreira...
Sinto-me constrangido por abordar um assunto que entedia a maior parte das pessoas: Educação – pior ainda; detesto as frases feitas e os chavões – mas, vamos encerrar este bate papo; pois o assunto é pouco interessante com um dos clássicos: “O último que sair: apaga as luzes e fecha a porta”...
Mas, vamos finalizar com um alerta e assunto para quem se interessa pelo futuro das crianças:
Estresse crônico: A criança em perigo.
Hoje, a preocupação dos pais em boa parte das escolas é com a segurança – um dos itens prioritários: é se há polícia na porta; para tentar coibir as agressões físicas, assaltos, roubos, tráfico e consumo de drogas – a antiga preocupação com as notas e o futuro na vida profissional foi substituída na conversa entre pais e filhos, pela falta de segurança que gera medo – claro que, depois da novela; se der tempo, a preocupação estende-se até pedofilia...
O que aconteceu? – Como esse desastre foi construído?
De forma politicamente correta: o tempo que a criança permanece na escola deveria ser um momento de tranqüilidade para os pais; afinal ela está num ambiente voltado para a atividade intelectual e, recebendo cuidados de adultos conscientes de seu papel - os educadores (futuros formadores de opinião) – Esse é o cenário esperado; mas, a insegurança tomou conta do meio escolar, e, para tornar mais sombrio o quadro de tragédia já anunciada há bastante tempo; os mais inseguros são exatamente os responsáveis em gerar um ambiente de calma e tranqüilidade: a direção da escola e os professores – e hoje; pasmem: os neo-educadores em geral; pois a patologia comportamental invadiu a pedagogia – e não apenas os laicos e bem “gramaticados” de antigamente; mas, conteúdos pedagógicos á parte; até os que se acham espiritualizados estão dançando o “rap do professor”.
Nem é preciso dizer que a insegurança na escola não é um problema apenas da escola publica e tampouco apenas brasileiro; é mundial; pois o candidato a ser humano; não tem nacionalidade é simplesmente: “candidato” a terráqueo.
Cá entre nós; mesmo a educação sendo colocada como uma das prioridades pelo povo e muito comentada em época de eleição, ela nunca recebeu a atenção necessária dos governantes; e não é de hoje; há séculos não somos adeptos da educação/instrução; quanto mais da educação assentada em valores e na ética – Estudar para que? – dizem alguns “laureados” comentaristas que se expõem na mídia sem o menor pudor – que até acham lindo cidadãos semi - analfabetos construir ou amealhar pouco transparentes fortunas e até assumirem cargos públicos de alta relevância, enquanto os “estudados” sobrevivem para pagar taxas e mais taxas, só para continuarem no mercado ou até vivos; e quem sabe tomar ritalina para poder passar num concurso; e aí sim, viverem descansados sob a égide da segurança de ser um FP – eles são heróis; deram a volta por cima; não precisaram de “cotas de oportunidades”; “forjaram” as suas – Um dos efeitos colaterais dessa vocação extrativista e voltada para a produção agrícola cada vez mais predatória: estamos indo muito rápido de retorno á época das cavernas tecnológicas do pós-descobrimento; pois, em 2009 a queda do percentual do PIB; no que se relaciona á participação da indústria que envolve a produção de manufaturados e de tecnologia caiu de forma perigosa – estamos voltando a ser; e a sermos vistos pelos colonizadores do chamado primeiro mundo, como índios – mas, apenas no sentido pejorativo dos com mentalidade cristã – judaica bem retrograda – Quisera Deus que nos comportássemos como índios de verdade: simples, comedidos, preservadores, respeitadores da vida e da natureza – pena que nossos “chefes emplumados” se deixaram “embebedar” pela sede de riquezas e de prazeres fornecidos pelos “brancos do hemisfério norte” e de outros mundos mais sombrios, em contas achocolatadas...
Obs. Uma das comemorações que mais me deixaram “enojado” até hoje; foi o que já constatei a respeito do que é passado para nossas pobres crianças a respeito do “dia do índio” que mais parece um...
Mas, de volta ao mundo dos “mameloucos” (mamelucos pirados):
Nesse panorama de pouca valorização do ensino; como não poderia deixar de ser; na escola pública a dimensão da encrenca é maior. Basta uma olhadela nas estatísticas de afastamento de funcionários públicos para identificar que, hoje – e vai piorar a cada dia - os professores são campeões em afastamento, e, a maioria por doenças decorrentes da falta de motivação e do estresse crônico: depressão, angústia, pânico, tendinite, fibromialgia, vertigens; e claro, para temperar o samba do crioulo doido, alguma boa e nacional dose de pilantragem – não é difícil entender os motivos – juntam-se a fome e a vontade de comer: o desejo cultural de levar vantagem em tudo soma-se com a agressividade e a violência que trazem insegurança; e que, saiu do pátio e das cercanias da escola, e adentrou pela sala de aula com força total; e o professor tornou-se refém do sistema; muitas vezes consentido (que delícia) – um dos motivos que me levaram ao afastamento temporário de uma participação efetiva em fornecer minhas pobres observações sobre o porvir dos problemas de saúde pessoais e dos alunos, que os mestres vão encontrar a cada dia na sua vida e na sala de aula; foi a constatação de que as preocupações da quase totalidade dos participantes era com os benefícios para a carreira, salário e a maldita aposentadoria que está com os dias contados...
Claro que a indisciplina e a desorganização das escolas são fatores relevantes; e nesse panorama o ensino só piora – mas, muitos outros fatores somaram-se para agigantar as dificuldades.
Nesta conversa, tentando seguir a dica de um dos artigos anteriores de parar de reclamar em 2010 - Vamos focar – e de forma light - apenas um dos construtores da problemática: a falta de disciplina.
Mas, antes é preciso entender o que seja disciplina – não se trata de transformar as escolas em quartéis.
De onde vieram os professores, governantes, educadores e os FP?
Da família; claro; pois, presume-se que todos tenham tido uma.
O problema começa nos lares e na constituição da família também chamada de “célula mater da sociedade” – nela não há regras claras e quando as há; não se cumprem – onde isso vai desaguar? – na vida em sociedade; claro.
É aceita pela quase totalidade das correntes de pensamento que o ser humano necessita de disciplina, para que progrida e viva em paz; consigo e na vida social. Então; por que os “modernos métodos de pedagogia” abriram mão da disciplina? – Se na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor e ajudar a criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade.
Mais do que tudo nós precisamos de disciplina, muita disciplina, especialmente para atingir o grau de humanização condizente com nossas capacidades intelectuais já desenvolvidas; nem que seja apenas para evitar as perseguições pelas idéias políticas contrárias; as mortes e os assassinatos reais e de oportunidades pela guerra dos interesses pessoais, familiares, corporativos, e da “Segurança do Estado”...
Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina...
Mas, vamos por partes; disciplinar não é impor, forçar. A verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente; portanto necessita da capacidade de discernir que apenas se manifesta sob a ação da educação (de novo: nada ou pouco a ver com simples instrução).
Que razões nos levam a retardar a capacidade crítica das crianças? – Será um mecanismo inconsciente de domínio? – Mantendo o sistema de castas, bolsas, e de quotas? – Talvez sim, talvez não – o fato é que a maioria de nós é muito pobre em discernir, filtrar informações; responsabilizar-se pela própria vida – Claro que a tarefa é árdua; pois teremos que reeducar os adultos de hoje, para que o sistema sofra uma reviravolta capaz de nos libertar.
O que nos autoriza a conjecturar que, hoje, mesmo pessoas com “alto grau de escolaridade” são semi-analfabetas na leitura dos fatos da vida real?
Para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente possuir metas de vida objetivas e claras; além de inteligência crítica; conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera – pena que não se ensine isso na vida em família nem na escola; daí, nós formamos algumas gerações de cidadãos do tipo: “me engana que eu gosto”; apesar de “gostar de levar vantagem em tudo”... Coisas bem básicas, tipo: “Se não fizer esses exames nem tomar esses remédios, você vai morrer – Se não pagar os devidos encargos vai preso – Se não buscar ajuda psicológica vai parar no hospício – e outras regrinhas mais da forma atual de domínio...
Leis e regras existem para serem aplicadas:
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites, seja os íntimos, ou os de interação com as outras pessoas – e, acima de tudo; o respeito pelas Leis Naturais de Progresso tanto físicas quanto éticas e morais.
Se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e, em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados como pensa a maior parte das pessoas; daí, alguns vão estrilar.
De volta á escola:
No contexto atual é normal que os professores em sala de aula fiquem mais malucos do que já são; pois, a cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas e sem limites. Mas, com uma prontidão para aprender fantástica. Muito bem informadas; especialmente sobre as inutilidades do viver. Muito mal educadas em casas sem regras. Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e justiça. A vida em família está muito mal gerenciada e a maior parte das normas que a regulam é obsoleta para os dias atuais – e como ela representa a sociedade em ponto menor; é normal que vivamos num estado social tendendo ao caótico.
Que falta conteúdo na educação todo mundo concorda – (para não se irritar; cuidado com a confusão entre educação e instrução).
Que as técnicas usadas para educar são arcaicas e obsoletas; disso, ninguém duvida. Tipo faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Recursos pedagógicos como: mentiras, chantagens, tentativa de controle, toma lá dá cá, não mais funcionam, antes até que dava para tapear, hoje não dá mais.
Consertar tudo isso é simples; não tão fácil; e uma das dificuldades é retirar o conceito de boa educação das estatísticas; mas, no momento não vem ao caso.
Nosso papo é sobre regras e limites.
Vamos aprender juntos a respeitar regras e limites.
Você conhece e respeita as suas e os seus? – Ou é um analfabeto funcional quando se trata desse assunto?
Com atitudes simples, honestas e funcionais é possível perder o medo na escola e principalmente: o medo da escola e do tipo de pessoas que ela está produzindo. Que os professores atuais não fiquem esperando a aposentadoria chegar; mesmo ainda em início de carreira...
Sinto-me constrangido por abordar um assunto que entedia a maior parte das pessoas: Educação – pior ainda; detesto as frases feitas e os chavões – mas, vamos encerrar este bate papo; pois o assunto é pouco interessante com um dos clássicos: “O último que sair: apaga as luzes e fecha a porta”...
Mas, vamos finalizar com um alerta e assunto para quem se interessa pelo futuro das crianças:
Estresse crônico: A criança em perigo.
sábado, 2 de janeiro de 2010
PARÁBOLA DO SAQUINHO DE SUPERMERCADO
DÊ A PRIMEIRA ESTILINGADA QUEM NÃO TIVER TELHADO DE VIDRO...
Somos especialistas em julgar a conduta do próximo e nos sentimos imunes ao julgamento alheio – medimos a gravidade dos delitos conforme nos interessa, em cada momento; para anestesiar nossas consciências abusando das desculpas e das justificativas. Nessa tônica do álibi para nossas ações cotidianas pouco éticas, vou usar uma dica que recebi de um paciente amigo que se utiliza do saquinho de supermercado para mostrar em suas palestras nossa miopia quando se trata de ver o cisco no olho do outro e não enxergar a trave no nosso.
Quando Jesus nos brindou no sermão da montanha com as “Bem Aventuranças” nos deixou um legado simples, um caminho que fatalmente levará ao progresso de forma calma e prazerosa. Na parábola do meu amigo a respeito do saquinho de supermercado; vou centrá-la basicamente na fala do Mestre Jesus: “Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça” – ou de forma mais moderna os que lutam para que a justiça dos homens se aproxime da Natural – pois, Ele deixou em aberto a avaliação do conceito da nossa justiça – Outro detalhe: antes de pedir a Deus que seja feita justiça é preciso que a pratiquemos nas ações mais miúdas.
Se nos expusermos á mídia sem cautela e bom senso; todos os dias nossa paz de espírito é assaltada por notícias a respeito de injustiças promovidas por governos e corporações; e da improbidade praticada por pessoas que teoricamente deveriam zelar pela aplicação da justiça, da paz social e do progresso – ao tomarmos conhecimento desses fatos, brotam todas as “cacas íntimas” como a intolerância, a impaciência, a raiva, a inveja, agressividade – e transformamos os em torno em “penicos psicológicos” (ninguém merece) – Mas, como tudo pode ser reciclado, para os viciados em noticiários, nada como manter caderno e lápis para anotar nossas reações a determinados fatos e analisar a projeção - Dia destes vamos falar sobre esse efeito espelho – por exemplo, fiquei revoltado com o sujeito que desviou milhões – Será que não foi inveja? – Será que eu não gostaria de estar no lugar dele?
Na vida moderna, campeia a corrupção – mas, ela sempre foi bem terráquea; hoje mais em destaque, talvez apenas porque fica mais exposta pela mídia; mesmo que muitos dos que vivem á sombra do poder tentem cercear a liberdade de imprensa através de liminares oferecidas por prepostos.
O fato é que todos os dias somos defrontados com notícias de má aplicação da justiça; e sempre ganha mais destaque a notícia de grandes desvios do dinheiro público para a conta bancária de alguns, sua prole e amigos alaranjados ou não. Nessa ocasião o instinto de julgar do telespectador, do leitor de jornal ou de revista, vem com tudo – mas, um fato que me intriga; me deixa admirado mesmo; é que, os campeões de notícias de crimes hediondos contra a economia popular e suas famílias não sejam vítimas das pragas lançadas pelos cidadãos comuns e de “bem” – O que os torna imunes? Já que praga e “trabalhos” feitos pegam? – Eles estão “vacinados” pelo mecanismo da ressonância e da sintonia como veremos adiante.
Que os crimes de prevaricação, corrupção, propina, são hediondos perante a justiça Natural ou Divina é inquestionável; apenas os interessados não querem enxergar – pois, quando parte importante do bem público é prevaricado; a população vai sentir falta de condições de saúde, saneamento, educação, prevenção de enchentes, enfim todas essas “ninharias” que incomodam e põem até levar á morte o cidadão comum.
Mas, voltando ao nosso foco; boa parte dos ferozes críticos dos prevaricadores, na essência, é igual, apenas diferem na escala – quando vai ao supermercado fazer compras; tudo o que caberia em 2 sacos de plástico é colocado em 5ou 6 para que sejam usados como saco de lixo – a maioria não considera isso roubo; mas, é – as desculpas e justificativas são as mais sem noção.
Há outro detalhe: é grave crime ambiental; pois um saco de lixo de plástico leva em torno de 400 anos para se degradar; pior quando esses sacos vão parar nos oceanos e levam á morte peixes e animais que irão comê-los.
Em sociedades culturalmente mais despertas para uma postura ecológica mais consciente, nos supermercados não se encontram mais esses nefastos objetos; sacolas biodegradáveis e reutilizáveis são oferecidas ás pessoas; mas, apenas trocadas quando se deterioraram; embalagens descartáveis estão sendo deixada de lado – a prioridade é o retornável.
Estamos em ressonância social; pois funcionamos como uma estação de rádio ou TV - pois, pensamos, sentimos e agimos até durante o sono – e cada um de nós emite uma freqüência particularizada, sempre diferente do outro; embora ás vezes semelhante.
Exemplo:
“Cada onda de rádio e TV que viaja pelo espaço tem uma freqüência característica de vibração. E a onda de cada emissora tem uma freqüência própria, diferente da freqüência das demais emissoras. Os rádios antigos tinham um botão - o dial - para "sintonizar" as emissoras (urna de voto). Hoje, com tudo virando digital, os botões não são de girar - são de apertar (urna eletrônica)). Sintonizar uma emissora (votar num candidato) significa fazer seu receptor de rádio ou TV entrar em ressonância com a onda da emissora. Girando, ou apertando, o botão você modifica, de algum modo, a freqüência natural de vibração do circuito eletrônico de seu receptor (melhorando nossa freqüência mental e atitudes, sintonizaremos candidatos mais íntegros). Essa vibração não é mecânica, como nas molas, mas uma rápida variação nas correntes elétricas que percorrem o circuito. Na ressonância, o receptor "capta" energia da onda de rádio ou TV com eficiência máxima e o sinal da emissora é reproduzido pelo receptor. As ondas das outras emissoras, com freqüências diferentes, não estão em ressonância com o receptor e passam batidas, sem interagir com ele” – aprenda a cobrar apenas dos candidatos em que votou.
Usando o conceito de ressonância fica fácil descobrir a razão que nos leva a elegermos tantas pessoas que prevaricam quando em cargos públicos: como sociedade, nós estamos em ressonância de valores éticos, posturas culturais e educacionais.
Quanto á questão da aplicação da Justiça Divina; cuidado com o que pede a Deus, pois Ele nos atende muito rápido – exemplo, não peça paciência, pois Ele vai brindá-lo com muitas ferramentas para adquiri-la: complicações, dificuldades, malas sem alça para carregar, doenças, etc. Não caia na besteira de pedir a Deus justiça contra outros réus; pois, Ele o atenderá em primeiro lugar; simples assim; quem pede primeiro tem preferência.
Alerta: quando a justiça natural começar a ser aplicada nas pessoas expostas ao seu olhar crítico; se sentir prazer nisso, mesmo que não verbalize; sua situação é emergencial para este final de ciclo planetário – você ainda é uma pessoa má, vingativa, até cruel.
Ser simples é um dos quesitos que mais nos aproxima de Deus – Daí a sugestão: 2010 é o ano de resolver coisas simples, de ouvir muita música, dançar, rir bastante e especialmente de nós mesmos – época de colocar a casa íntima em ordem; consciência tranqüila, clareza de intenções – para os já mais treinados devolver o troco dado a mais - entregar todos os achados e perdidos – Vamos nos preocupar em tirar o cisco de nossos olhos e deixar prá lá as traves dos olhos do próximo – A mudança de postura é emergencial; pois neste fim de Era muitas barreiras de contenção de nossos álibis íntimos vão ruir e vamos ficar soterrados na própria falta de transparência; mantenha os amigos sempre por perto; pois, nunca se sabe quando vamos precisar de uma mão amiga – muita água vai rolar de nossos olhos, quem sabe para inundar nosso coração de amor ao próximo e ao planeta; então aprenda a chorar por boas emoções, emocione-se; antecipe-se na desobstrução dos canais lacrimais.
Até.
Ops. Quase me esquecia; quando for de novo ao mercado lembre-se de levar uma sacola para carregar as compras – sem desculpas de vida corrida e prática; hoje já as há dobráveis e fáceis de carregar até no bolso.
Somos especialistas em julgar a conduta do próximo e nos sentimos imunes ao julgamento alheio – medimos a gravidade dos delitos conforme nos interessa, em cada momento; para anestesiar nossas consciências abusando das desculpas e das justificativas. Nessa tônica do álibi para nossas ações cotidianas pouco éticas, vou usar uma dica que recebi de um paciente amigo que se utiliza do saquinho de supermercado para mostrar em suas palestras nossa miopia quando se trata de ver o cisco no olho do outro e não enxergar a trave no nosso.
Quando Jesus nos brindou no sermão da montanha com as “Bem Aventuranças” nos deixou um legado simples, um caminho que fatalmente levará ao progresso de forma calma e prazerosa. Na parábola do meu amigo a respeito do saquinho de supermercado; vou centrá-la basicamente na fala do Mestre Jesus: “Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça” – ou de forma mais moderna os que lutam para que a justiça dos homens se aproxime da Natural – pois, Ele deixou em aberto a avaliação do conceito da nossa justiça – Outro detalhe: antes de pedir a Deus que seja feita justiça é preciso que a pratiquemos nas ações mais miúdas.
Se nos expusermos á mídia sem cautela e bom senso; todos os dias nossa paz de espírito é assaltada por notícias a respeito de injustiças promovidas por governos e corporações; e da improbidade praticada por pessoas que teoricamente deveriam zelar pela aplicação da justiça, da paz social e do progresso – ao tomarmos conhecimento desses fatos, brotam todas as “cacas íntimas” como a intolerância, a impaciência, a raiva, a inveja, agressividade – e transformamos os em torno em “penicos psicológicos” (ninguém merece) – Mas, como tudo pode ser reciclado, para os viciados em noticiários, nada como manter caderno e lápis para anotar nossas reações a determinados fatos e analisar a projeção - Dia destes vamos falar sobre esse efeito espelho – por exemplo, fiquei revoltado com o sujeito que desviou milhões – Será que não foi inveja? – Será que eu não gostaria de estar no lugar dele?
Na vida moderna, campeia a corrupção – mas, ela sempre foi bem terráquea; hoje mais em destaque, talvez apenas porque fica mais exposta pela mídia; mesmo que muitos dos que vivem á sombra do poder tentem cercear a liberdade de imprensa através de liminares oferecidas por prepostos.
O fato é que todos os dias somos defrontados com notícias de má aplicação da justiça; e sempre ganha mais destaque a notícia de grandes desvios do dinheiro público para a conta bancária de alguns, sua prole e amigos alaranjados ou não. Nessa ocasião o instinto de julgar do telespectador, do leitor de jornal ou de revista, vem com tudo – mas, um fato que me intriga; me deixa admirado mesmo; é que, os campeões de notícias de crimes hediondos contra a economia popular e suas famílias não sejam vítimas das pragas lançadas pelos cidadãos comuns e de “bem” – O que os torna imunes? Já que praga e “trabalhos” feitos pegam? – Eles estão “vacinados” pelo mecanismo da ressonância e da sintonia como veremos adiante.
Que os crimes de prevaricação, corrupção, propina, são hediondos perante a justiça Natural ou Divina é inquestionável; apenas os interessados não querem enxergar – pois, quando parte importante do bem público é prevaricado; a população vai sentir falta de condições de saúde, saneamento, educação, prevenção de enchentes, enfim todas essas “ninharias” que incomodam e põem até levar á morte o cidadão comum.
Mas, voltando ao nosso foco; boa parte dos ferozes críticos dos prevaricadores, na essência, é igual, apenas diferem na escala – quando vai ao supermercado fazer compras; tudo o que caberia em 2 sacos de plástico é colocado em 5ou 6 para que sejam usados como saco de lixo – a maioria não considera isso roubo; mas, é – as desculpas e justificativas são as mais sem noção.
Há outro detalhe: é grave crime ambiental; pois um saco de lixo de plástico leva em torno de 400 anos para se degradar; pior quando esses sacos vão parar nos oceanos e levam á morte peixes e animais que irão comê-los.
Em sociedades culturalmente mais despertas para uma postura ecológica mais consciente, nos supermercados não se encontram mais esses nefastos objetos; sacolas biodegradáveis e reutilizáveis são oferecidas ás pessoas; mas, apenas trocadas quando se deterioraram; embalagens descartáveis estão sendo deixada de lado – a prioridade é o retornável.
Estamos em ressonância social; pois funcionamos como uma estação de rádio ou TV - pois, pensamos, sentimos e agimos até durante o sono – e cada um de nós emite uma freqüência particularizada, sempre diferente do outro; embora ás vezes semelhante.
Exemplo:
“Cada onda de rádio e TV que viaja pelo espaço tem uma freqüência característica de vibração. E a onda de cada emissora tem uma freqüência própria, diferente da freqüência das demais emissoras. Os rádios antigos tinham um botão - o dial - para "sintonizar" as emissoras (urna de voto). Hoje, com tudo virando digital, os botões não são de girar - são de apertar (urna eletrônica)). Sintonizar uma emissora (votar num candidato) significa fazer seu receptor de rádio ou TV entrar em ressonância com a onda da emissora. Girando, ou apertando, o botão você modifica, de algum modo, a freqüência natural de vibração do circuito eletrônico de seu receptor (melhorando nossa freqüência mental e atitudes, sintonizaremos candidatos mais íntegros). Essa vibração não é mecânica, como nas molas, mas uma rápida variação nas correntes elétricas que percorrem o circuito. Na ressonância, o receptor "capta" energia da onda de rádio ou TV com eficiência máxima e o sinal da emissora é reproduzido pelo receptor. As ondas das outras emissoras, com freqüências diferentes, não estão em ressonância com o receptor e passam batidas, sem interagir com ele” – aprenda a cobrar apenas dos candidatos em que votou.
Usando o conceito de ressonância fica fácil descobrir a razão que nos leva a elegermos tantas pessoas que prevaricam quando em cargos públicos: como sociedade, nós estamos em ressonância de valores éticos, posturas culturais e educacionais.
Quanto á questão da aplicação da Justiça Divina; cuidado com o que pede a Deus, pois Ele nos atende muito rápido – exemplo, não peça paciência, pois Ele vai brindá-lo com muitas ferramentas para adquiri-la: complicações, dificuldades, malas sem alça para carregar, doenças, etc. Não caia na besteira de pedir a Deus justiça contra outros réus; pois, Ele o atenderá em primeiro lugar; simples assim; quem pede primeiro tem preferência.
Alerta: quando a justiça natural começar a ser aplicada nas pessoas expostas ao seu olhar crítico; se sentir prazer nisso, mesmo que não verbalize; sua situação é emergencial para este final de ciclo planetário – você ainda é uma pessoa má, vingativa, até cruel.
Ser simples é um dos quesitos que mais nos aproxima de Deus – Daí a sugestão: 2010 é o ano de resolver coisas simples, de ouvir muita música, dançar, rir bastante e especialmente de nós mesmos – época de colocar a casa íntima em ordem; consciência tranqüila, clareza de intenções – para os já mais treinados devolver o troco dado a mais - entregar todos os achados e perdidos – Vamos nos preocupar em tirar o cisco de nossos olhos e deixar prá lá as traves dos olhos do próximo – A mudança de postura é emergencial; pois neste fim de Era muitas barreiras de contenção de nossos álibis íntimos vão ruir e vamos ficar soterrados na própria falta de transparência; mantenha os amigos sempre por perto; pois, nunca se sabe quando vamos precisar de uma mão amiga – muita água vai rolar de nossos olhos, quem sabe para inundar nosso coração de amor ao próximo e ao planeta; então aprenda a chorar por boas emoções, emocione-se; antecipe-se na desobstrução dos canais lacrimais.
Até.
Ops. Quase me esquecia; quando for de novo ao mercado lembre-se de levar uma sacola para carregar as compras – sem desculpas de vida corrida e prática; hoje já as há dobráveis e fáceis de carregar até no bolso.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
EM 2010 – DÊ UM PRESENTE PARA QUEM TE AMA: PARE DE RECLAMAR!
NA DÚVIDA É MELHOR CALAR!
2010 é o ano da cura das nossas doenças físicas, mentais, sociais, políticas, religiosas, afetivas, ecológicas ou o ano da morte – ou vai ou vai. – tal e qual os anteriores; e os próximos...
Para tornar nossa vida mais agradável e a dos em torno; eu me arrisco a dar a idéia de criar uma meta: vamos acabar com a chatice da reclamação.
Seja na vida íntima, afetiva, familiar, política, financeira... – Suspeito que, reclamar esteja no nosso DNA; pois muitos de nós já nascemos reclamões; do tipo bebê que abre o bocão á menor contrariedade e tenta ganhar tudo no choro e na birra - Somos uma sociedade de reclamões que gostam de levar vantagem em tudo; adoramos privilégios e reclamamos dos direitos; pois eles têm que ser exercidos - Nós incorporamos como caricatura cultural a figura do ”anão zangado” ou do técnico de futebol que vive reclamando do juiz, da tabela, da imprensa, da sua falta de.
Reclamar com justeza e razão, é um direito que obrigatoriamente deve ser exercido; mas, reclamar demais pode ser doença; um transtorno mental que se manifesta por meio de uma insatisfação que parece eterna; estilo vício. Um chatonildo - aquela pessoa que nunca está feliz com nada - lembra muito o estado de espírito de um mal-humorado crônico. Neste manicômio cada vez mais globalizado; as lamentações constantes, no entanto, podem ser sinal de uma doença chamada Distimia – é um estado crônico de depressão, mas com sintomas mais brandos, porém constantes – Claro que esse quadro se estenderá pela sociedade neurótica em que vivemos que tende a se tornar dístimica e midiática; pois a Neurose agrava a Distimia que alimenta a neura e os crimes perante vida – como a Depressão que incapacita e, nada mais é, do que a birra de um reclamão ou distímico perante Deus e a lei de causa e efeito.
Cuidado ao conviver com um dístimico; pois ele só avista o lado negativo do mundo e não sente prazer em nada (dá para entender a epidemia de falta de libido e impotência?); daí que seu potencial para traidor da afetividade e dos relacionamentos é altíssimo; mas, se houver mesmo amor, as saliências que começam a aparecer na testa podem desaparecer com uma pequena cirurgia afetiva (perdão) – mas, para essa prática é preciso anestesiar com um código de ética o ego e o orgulho; daí, não descarte logo seu amor distímico; pois, se tratado; ele tem cura.
Há diferença entre uns e outros: Sim - Os reclamões cessam de reclamar diante das soluções – o distímico não.
O problema é grave e epidêmico; pois essa doença é contagiosa (educação e cultura são os principais vetores que a transmitem).
Mania de perseguição? Reclamação é uma ocorrência comum em quadros psiquiátricos ou dificuldades emocionais e está ligada ao mau humor e á auto-estima. Dica para quem está começando um relacionamento: se o seu amor toma remédios para dormir, acordar, ficar feliz, não se deprimir – caso não seja uma paixão daquelas bem cármicas; caia fora! – Se souber dar umas braçadas no mar das paixões: vá nadar em outra praia...
Na vida profissional caso tenha um funcionário sob seu comando que só reclama; fique de olho no seu desempenho; provavelmente ele não gosta do que faz, e daí; tudo que realiza é mal feito ou pouco confiável. Caso o reclamão seja seu colega de trabalho fique esperto; pois reclamará de você para os outros, e, pelas costas. Caso seja seu chefe; não se apresse; não rogue pragas – elas pegam (não se comprometa perante a lei de ação e reação); espere ele enfartar com a ajuda dos mais próximos; aguarde que ele tenha um peripaque e seja internado ou se aposente – mas, se é seu desejo estar chefe; prepare-se melhor para assumir o lugar dele.
Uma parte do comportamento do insatisfeito crônico é adquirida: herança de família; um dos muitos frutos de uma educação distorcida – “filho de peixe, peixinho é”.
A cura é complicada? – Não; ela é bem simples – Vacine-se! – Uma das mais eficazes vacinas; contra a doença da reclamação febril é a prática de um ensinamento de Jesus: “Só faça aos outros; o que gostaria de receber” – quando tiver o impulso de reclamar por reclamar, sem analisar sua parte no problema – pare, pense, reflita, avalie-se – para depois engolir em seco, morder a língua.
Quando a convivência com reclamões crônicos for impositiva; aprenda a fazer cara de paisagem; não retruque, nem alimente a discórdia; volte a ser criança deixe entrar por um ouvido e sair pelo outro; faça uma piada; um elogio (os reclamões são vidrados em elogios; mas, cuidado, eles são muito desconfiados, e o feitiço pode virar contra o feiticeiro – elogie um reclamão com muita moderação) – mas, se, não sentir-se preso por nenhum compromisso: caia fora; busque novos caminhos; pois, a porta do inferno vive sempre aberta para quem quiser entrar ou sair – já a do céu vive fechada para quem não tem o código de acesso e vive aberta para quem quiser dar umas voltinhas pelo tal de purgatório ou até mesmo do inferno – a chave tem a forma da inteligência que molda o livre arbítrio de cada um.
A vida acelerou de tal forma que nossa agressividade latente e a tendência para a violência brotará com tudo – a velha contenção: bater uma porta; xingar; engolir em seco; chorar; adoecer – nada disso vai segurar a barra – e os focos de perigo continuam os mesmos: família, trânsito, discussões nos butecos da vida e uma novidade: já chegou ao amiente de trabalho.
Mas, o problema mais complicado continua sendo na vida em família – Daí, mulheres reclamonas correm maior risco de agressão e de morte – melhor conhecerem a Lei Maria da Penha de cor e salteado para evitar danos maiores.
Homens reclamões correm o risco do desemprego permanente; do alcoolismo, das drogas, da prisão, do cemitério antes da hora.
Pelo andar da carruagem, até as crianças que se cuidem; pois, os reclamões de nascença podem ter vida curta...
Lançamos aos amigos um desafio para 2010; mas comecem aos poucos; pois é complicado – para os novatos melhor iniciar com metas bem curtas de segundos, minutos, horas.
Amigos em 2010 – além de reclamar menos; vamos tentar fazer um jejum de críticas, começando pelas reclamações indevidas...
2010 é o ano da cura das nossas doenças físicas, mentais, sociais, políticas, religiosas, afetivas, ecológicas ou o ano da morte – ou vai ou vai. – tal e qual os anteriores; e os próximos...
Para tornar nossa vida mais agradável e a dos em torno; eu me arrisco a dar a idéia de criar uma meta: vamos acabar com a chatice da reclamação.
Seja na vida íntima, afetiva, familiar, política, financeira... – Suspeito que, reclamar esteja no nosso DNA; pois muitos de nós já nascemos reclamões; do tipo bebê que abre o bocão á menor contrariedade e tenta ganhar tudo no choro e na birra - Somos uma sociedade de reclamões que gostam de levar vantagem em tudo; adoramos privilégios e reclamamos dos direitos; pois eles têm que ser exercidos - Nós incorporamos como caricatura cultural a figura do ”anão zangado” ou do técnico de futebol que vive reclamando do juiz, da tabela, da imprensa, da sua falta de.
Reclamar com justeza e razão, é um direito que obrigatoriamente deve ser exercido; mas, reclamar demais pode ser doença; um transtorno mental que se manifesta por meio de uma insatisfação que parece eterna; estilo vício. Um chatonildo - aquela pessoa que nunca está feliz com nada - lembra muito o estado de espírito de um mal-humorado crônico. Neste manicômio cada vez mais globalizado; as lamentações constantes, no entanto, podem ser sinal de uma doença chamada Distimia – é um estado crônico de depressão, mas com sintomas mais brandos, porém constantes – Claro que esse quadro se estenderá pela sociedade neurótica em que vivemos que tende a se tornar dístimica e midiática; pois a Neurose agrava a Distimia que alimenta a neura e os crimes perante vida – como a Depressão que incapacita e, nada mais é, do que a birra de um reclamão ou distímico perante Deus e a lei de causa e efeito.
Cuidado ao conviver com um dístimico; pois ele só avista o lado negativo do mundo e não sente prazer em nada (dá para entender a epidemia de falta de libido e impotência?); daí que seu potencial para traidor da afetividade e dos relacionamentos é altíssimo; mas, se houver mesmo amor, as saliências que começam a aparecer na testa podem desaparecer com uma pequena cirurgia afetiva (perdão) – mas, para essa prática é preciso anestesiar com um código de ética o ego e o orgulho; daí, não descarte logo seu amor distímico; pois, se tratado; ele tem cura.
Há diferença entre uns e outros: Sim - Os reclamões cessam de reclamar diante das soluções – o distímico não.
O problema é grave e epidêmico; pois essa doença é contagiosa (educação e cultura são os principais vetores que a transmitem).
Mania de perseguição? Reclamação é uma ocorrência comum em quadros psiquiátricos ou dificuldades emocionais e está ligada ao mau humor e á auto-estima. Dica para quem está começando um relacionamento: se o seu amor toma remédios para dormir, acordar, ficar feliz, não se deprimir – caso não seja uma paixão daquelas bem cármicas; caia fora! – Se souber dar umas braçadas no mar das paixões: vá nadar em outra praia...
Na vida profissional caso tenha um funcionário sob seu comando que só reclama; fique de olho no seu desempenho; provavelmente ele não gosta do que faz, e daí; tudo que realiza é mal feito ou pouco confiável. Caso o reclamão seja seu colega de trabalho fique esperto; pois reclamará de você para os outros, e, pelas costas. Caso seja seu chefe; não se apresse; não rogue pragas – elas pegam (não se comprometa perante a lei de ação e reação); espere ele enfartar com a ajuda dos mais próximos; aguarde que ele tenha um peripaque e seja internado ou se aposente – mas, se é seu desejo estar chefe; prepare-se melhor para assumir o lugar dele.
Uma parte do comportamento do insatisfeito crônico é adquirida: herança de família; um dos muitos frutos de uma educação distorcida – “filho de peixe, peixinho é”.
A cura é complicada? – Não; ela é bem simples – Vacine-se! – Uma das mais eficazes vacinas; contra a doença da reclamação febril é a prática de um ensinamento de Jesus: “Só faça aos outros; o que gostaria de receber” – quando tiver o impulso de reclamar por reclamar, sem analisar sua parte no problema – pare, pense, reflita, avalie-se – para depois engolir em seco, morder a língua.
Quando a convivência com reclamões crônicos for impositiva; aprenda a fazer cara de paisagem; não retruque, nem alimente a discórdia; volte a ser criança deixe entrar por um ouvido e sair pelo outro; faça uma piada; um elogio (os reclamões são vidrados em elogios; mas, cuidado, eles são muito desconfiados, e o feitiço pode virar contra o feiticeiro – elogie um reclamão com muita moderação) – mas, se, não sentir-se preso por nenhum compromisso: caia fora; busque novos caminhos; pois, a porta do inferno vive sempre aberta para quem quiser entrar ou sair – já a do céu vive fechada para quem não tem o código de acesso e vive aberta para quem quiser dar umas voltinhas pelo tal de purgatório ou até mesmo do inferno – a chave tem a forma da inteligência que molda o livre arbítrio de cada um.
A vida acelerou de tal forma que nossa agressividade latente e a tendência para a violência brotará com tudo – a velha contenção: bater uma porta; xingar; engolir em seco; chorar; adoecer – nada disso vai segurar a barra – e os focos de perigo continuam os mesmos: família, trânsito, discussões nos butecos da vida e uma novidade: já chegou ao amiente de trabalho.
Mas, o problema mais complicado continua sendo na vida em família – Daí, mulheres reclamonas correm maior risco de agressão e de morte – melhor conhecerem a Lei Maria da Penha de cor e salteado para evitar danos maiores.
Homens reclamões correm o risco do desemprego permanente; do alcoolismo, das drogas, da prisão, do cemitério antes da hora.
Pelo andar da carruagem, até as crianças que se cuidem; pois, os reclamões de nascença podem ter vida curta...
Lançamos aos amigos um desafio para 2010; mas comecem aos poucos; pois é complicado – para os novatos melhor iniciar com metas bem curtas de segundos, minutos, horas.
Amigos em 2010 – além de reclamar menos; vamos tentar fazer um jejum de críticas, começando pelas reclamações indevidas...
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
EM 2010 - DESEJO PARA VOCÊ A FELICIDADE AUTO-SUSTENTÁVEL
Segundo meus amigos esotéricos sempre de plantão, 2010 será regido por Vênus – “Marravilha: a deusa do amor” – Mas, segundo meu pobre entendimento significa – ou vai ou racha; para quem cultiva o auto-conhecimento, busca a paz e o amor de verdade, será um ano muito feliz – mas, para os mais descuidados que procuram o amor, a paz, saúde e prosperidade apenas na virada do ano e da boca prá fora; o bicho vai pegar; e feio; e não adianta choramingar nem maldizer.
O presente que me deram e que repasso aos amigos: estamos vivendo em época de transição e de aceleração: daí, tudo fica potencializado...
“Desejamos a todos os nossos amigos votos de paz, amor, felicidade e prosperidade” – Toda virada de ano o chavão é o mesmo – Mas, o amor fica no ar – E confesso que mesmo avesso a comemorações de marketing sinto que nessa época o clima energético melhora; as pessoas ficam mais amenas; mas, o efeito colateral nos primeiros dias do ano novo é a ressaca física e moral. Muito se fala em amor nessa época; amor da boca prá fora; mas, é melhor amor sem compreensão; amor de falar por falar do que amor nenhum.
Afinal dentre todos os votos de felicidade na virada do ano – O que é o amor? – O que ele representa de fato?
O verbo amar já foi conjugado de todas as formas possíveis e imagináveis. Quantas vezes ouvimos as expressões: amor verdadeiro; amor falso. Eu te amo de verdade! Você me ama de verdade? Será possível amar de mentira? O que seria amor verdadeiro? O que seria amor falso? - A maioria dirá que o amor verdadeiro é aquele amor sincero e desinteressado. Isso pode ser correto quando se trata de falar de amor; no entanto, amar é diferente de falar de amor.
O amor é: Sentimento? Emoção? Atitude? Carinho? Afago? Energia? O amor pode ser qualificado? Há amor de boa qualidade e de má qualidade? Pessoas de má qualidade íntima são capazes de amar?
É incontável o que já se gastou de tempo e todo tipo de recursos para explicar o amor. Como percebemos e expressamos o conceito amor através dos tempos? Será que estamos defasados nos incríveis e acelerados dias de hoje? Será que não é mais permitido pensar, sentir e expressar amor como na Idade da Pedra ou na Idade Média - sob pena de ao invés de amar e ser feliz, odiar e sofrer, ser odiado e causar sofrimento? – Será que nos dias atuais o amor já deveria ser percebido, sentido e expresso como a energia da vida? Compreendido como uma expressão harmoniosa do conjunto pensar, sentir e agir que nos caracteriza. Não deveria ser do conhecimento de todos que a energia irradiada nessa condição de emoção intensa, afeta além do agente emissor; a pessoa a quem essa energia é direcionada? Tanto pode curar, harmonizar, como adoecer e até matar (será que o amor é capaz de matar?) – Talvez; para aqueles que ainda confundem paixão, possessão e domínio com amor.
Será que podemos falar em evolução do amor?
Acredito que sim; pois ele é tão antigo e tão eterno quanto tudo. Disso, não duvidamos. Será que é capaz de mudar com o passar dos tempos? Será que evolui e progride? - Podemos dizer que o amor não! Apenas a forma de compreendê-lo e de exteriorizá-lo. Somos capazes evoluir ativamente segundo a nossa vontade, de gerenciar o próprio destino, de nos educarmos, de amar e de manter o estado de amor – daí, nós podemos dizer que a capacidade de amar também pode ser desenvolvida, aprendida. Além disso; o conceito ou o estado de amor é relativo. Cada pessoa o percebe e aplica segundo sua maturidade e evolução pessoal. Portanto, é verdade que os brutos também amam; segundo a sua ainda pobre capacidade de expressar o amor – mesmo entre tapas e beijos – hehehehe...
Mesmo com 2010 batendo na nossa porta – será que a qualidade do amor contemporâneo ainda deixa a desejar? Sem medo de errar podemos dizer que há poucas pessoas no mundo que amam realmente algo ou alguém - primeiramente, porque não amam ainda nem a si próprias.
Breve histórico do conceito: amor.
• Amor necessidade biológica:
O que entendemos e sentimos como amor ainda está muito ligado ao instinto de sobrevivência e de perpetuação da espécie. Origem do conceito de amor ligado ao sexo oposto. Muitos ainda usam o termo: fazer amor, para designar uma relação sexual. Para nós, o amor necessidade biológica continua sendo uma questão de continuar existindo.
• Amor sobrevivência:
O amor de mãe tão cantado em verso e prosa como o protótipo do verdadeiro amor humano ainda é uma projeção do instinto de sobrevivência. Porque a espécie tem o estado de infância mais desprotegido e prolongado, os cuidados maternos são necessariamente mais intensos e demorados do que os das outras espécies; porém, o amor materno contemporâneo ainda é uma expressão de amor com forte componente biológico.
• Amor posse:
À medida que o tempo passa e as experiências se sucedem desenvolvemos o conteúdo de maturidade emocional e afetivo. Devido ao natural predomínio do ser pouco evoluído e ainda muito egoísta. O ego tomou para si o conceito de amor e o tornou possessivo. Egoístas e orgulhosos somos ciumentos, lógico, pois, nos imaginamos donos do objeto do amor até na forma de nos expressarmos: amo meu pai, minha mãe, meus filhos etc.
• Amor romance:
A partir da revolução industrial o conceito amor recebeu um conteúdo muito forte de romance que foi acrescido ao de propriedade: amo porque é meu, se amo então me pertence. Na era moderna a velocidade com que as informações se processam e são veiculadas mais a ação da mídia; tornou o amor romance um dos produtos que mais ajudam a vender qualquer coisa.
O conceito amor foi banalizado.
Desconhecemos a simplicidade do amor, o tornamos complicado e sofisticado devido á pouca maturidade psicológica e ao fato de sentirmos e agirmos sem pensar; e de não termos desenvolvido a soberania emocional necessária a torná-lo simples e puro. Aceitamos sem questionar e copiamos o que nos dizem e desejam, por isso, o conceito amor foi tão descaracterizado. Tornou-se uma forma de expressão e de tratamento das mais corriqueiras: Pois não amor? Já pediu meu amor? É usada no diminutivo, no aumentativo, no superlativo, depende dos interesses de cada um no momento: amorzinho, amoreco, amorzão, etc.
Cuidado para não ser vampirizado o ano inteiro, depois de um falso abraço e beijo na virada do ano, até mesmo entre familiares – selecione as pessoas que estarão contigo; pois no jogo das relações sociais é usada da forma mais hipócrita possível por pessoas que se odeiam, se invejam. E se a pessoa não banaliza o conceito amor é assaltada com cobranças do tipo: você nunca diz que me ama! Portanto, você não me ama! – Confesso que vou tentar ficar acordado até meia noite se posso dormir antes; de novo...
O amor da boca prá fora é usado também para designar algo do qual pode-se gostar: Esse cão é um amorzinho! Fulano, é um amor de pessoa!
Mas, o top line do conceito é o quase sinônimo de relação sexual: aqueles dois estão fazendo amor! Assumiu também derivativos como a expressão: “amor livre” para designar relações sexuais sem responsabilidade ou até promíscuas.
Para se compreender o amor é preciso compreender o ser humano:
Para se alcançar o amor humano é preciso nos compreendermos como um todo. É necessário responder a estas perguntas: O que é um ser humano? Porque estou aqui? A que se destina minha vida? Quem sou eu? O que faço aqui?
Amigos na dúvida sobre o que fazer na virada do ano; apenas amem; abracem-se, beijem-se, libertem tudo que de bom há para ser trocado.
Para todos um abraço de François (um amigo meu) cujo abraço segundo meu amigo ET que me visita de vez em quando; tem o poder da cura pela simplicidade e pureza d’alma.
Beijem e abracem com a alma – mesmo que por breves momentos...
Porque auto-sustentável?
Aprendamos a manter os votos de amizade, paz e felicidade - Nosso maior problema sempre foi a manutenção...
O presente que me deram e que repasso aos amigos: estamos vivendo em época de transição e de aceleração: daí, tudo fica potencializado...
“Desejamos a todos os nossos amigos votos de paz, amor, felicidade e prosperidade” – Toda virada de ano o chavão é o mesmo – Mas, o amor fica no ar – E confesso que mesmo avesso a comemorações de marketing sinto que nessa época o clima energético melhora; as pessoas ficam mais amenas; mas, o efeito colateral nos primeiros dias do ano novo é a ressaca física e moral. Muito se fala em amor nessa época; amor da boca prá fora; mas, é melhor amor sem compreensão; amor de falar por falar do que amor nenhum.
Afinal dentre todos os votos de felicidade na virada do ano – O que é o amor? – O que ele representa de fato?
O verbo amar já foi conjugado de todas as formas possíveis e imagináveis. Quantas vezes ouvimos as expressões: amor verdadeiro; amor falso. Eu te amo de verdade! Você me ama de verdade? Será possível amar de mentira? O que seria amor verdadeiro? O que seria amor falso? - A maioria dirá que o amor verdadeiro é aquele amor sincero e desinteressado. Isso pode ser correto quando se trata de falar de amor; no entanto, amar é diferente de falar de amor.
O amor é: Sentimento? Emoção? Atitude? Carinho? Afago? Energia? O amor pode ser qualificado? Há amor de boa qualidade e de má qualidade? Pessoas de má qualidade íntima são capazes de amar?
É incontável o que já se gastou de tempo e todo tipo de recursos para explicar o amor. Como percebemos e expressamos o conceito amor através dos tempos? Será que estamos defasados nos incríveis e acelerados dias de hoje? Será que não é mais permitido pensar, sentir e expressar amor como na Idade da Pedra ou na Idade Média - sob pena de ao invés de amar e ser feliz, odiar e sofrer, ser odiado e causar sofrimento? – Será que nos dias atuais o amor já deveria ser percebido, sentido e expresso como a energia da vida? Compreendido como uma expressão harmoniosa do conjunto pensar, sentir e agir que nos caracteriza. Não deveria ser do conhecimento de todos que a energia irradiada nessa condição de emoção intensa, afeta além do agente emissor; a pessoa a quem essa energia é direcionada? Tanto pode curar, harmonizar, como adoecer e até matar (será que o amor é capaz de matar?) – Talvez; para aqueles que ainda confundem paixão, possessão e domínio com amor.
Será que podemos falar em evolução do amor?
Acredito que sim; pois ele é tão antigo e tão eterno quanto tudo. Disso, não duvidamos. Será que é capaz de mudar com o passar dos tempos? Será que evolui e progride? - Podemos dizer que o amor não! Apenas a forma de compreendê-lo e de exteriorizá-lo. Somos capazes evoluir ativamente segundo a nossa vontade, de gerenciar o próprio destino, de nos educarmos, de amar e de manter o estado de amor – daí, nós podemos dizer que a capacidade de amar também pode ser desenvolvida, aprendida. Além disso; o conceito ou o estado de amor é relativo. Cada pessoa o percebe e aplica segundo sua maturidade e evolução pessoal. Portanto, é verdade que os brutos também amam; segundo a sua ainda pobre capacidade de expressar o amor – mesmo entre tapas e beijos – hehehehe...
Mesmo com 2010 batendo na nossa porta – será que a qualidade do amor contemporâneo ainda deixa a desejar? Sem medo de errar podemos dizer que há poucas pessoas no mundo que amam realmente algo ou alguém - primeiramente, porque não amam ainda nem a si próprias.
Breve histórico do conceito: amor.
• Amor necessidade biológica:
O que entendemos e sentimos como amor ainda está muito ligado ao instinto de sobrevivência e de perpetuação da espécie. Origem do conceito de amor ligado ao sexo oposto. Muitos ainda usam o termo: fazer amor, para designar uma relação sexual. Para nós, o amor necessidade biológica continua sendo uma questão de continuar existindo.
• Amor sobrevivência:
O amor de mãe tão cantado em verso e prosa como o protótipo do verdadeiro amor humano ainda é uma projeção do instinto de sobrevivência. Porque a espécie tem o estado de infância mais desprotegido e prolongado, os cuidados maternos são necessariamente mais intensos e demorados do que os das outras espécies; porém, o amor materno contemporâneo ainda é uma expressão de amor com forte componente biológico.
• Amor posse:
À medida que o tempo passa e as experiências se sucedem desenvolvemos o conteúdo de maturidade emocional e afetivo. Devido ao natural predomínio do ser pouco evoluído e ainda muito egoísta. O ego tomou para si o conceito de amor e o tornou possessivo. Egoístas e orgulhosos somos ciumentos, lógico, pois, nos imaginamos donos do objeto do amor até na forma de nos expressarmos: amo meu pai, minha mãe, meus filhos etc.
• Amor romance:
A partir da revolução industrial o conceito amor recebeu um conteúdo muito forte de romance que foi acrescido ao de propriedade: amo porque é meu, se amo então me pertence. Na era moderna a velocidade com que as informações se processam e são veiculadas mais a ação da mídia; tornou o amor romance um dos produtos que mais ajudam a vender qualquer coisa.
O conceito amor foi banalizado.
Desconhecemos a simplicidade do amor, o tornamos complicado e sofisticado devido á pouca maturidade psicológica e ao fato de sentirmos e agirmos sem pensar; e de não termos desenvolvido a soberania emocional necessária a torná-lo simples e puro. Aceitamos sem questionar e copiamos o que nos dizem e desejam, por isso, o conceito amor foi tão descaracterizado. Tornou-se uma forma de expressão e de tratamento das mais corriqueiras: Pois não amor? Já pediu meu amor? É usada no diminutivo, no aumentativo, no superlativo, depende dos interesses de cada um no momento: amorzinho, amoreco, amorzão, etc.
Cuidado para não ser vampirizado o ano inteiro, depois de um falso abraço e beijo na virada do ano, até mesmo entre familiares – selecione as pessoas que estarão contigo; pois no jogo das relações sociais é usada da forma mais hipócrita possível por pessoas que se odeiam, se invejam. E se a pessoa não banaliza o conceito amor é assaltada com cobranças do tipo: você nunca diz que me ama! Portanto, você não me ama! – Confesso que vou tentar ficar acordado até meia noite se posso dormir antes; de novo...
O amor da boca prá fora é usado também para designar algo do qual pode-se gostar: Esse cão é um amorzinho! Fulano, é um amor de pessoa!
Mas, o top line do conceito é o quase sinônimo de relação sexual: aqueles dois estão fazendo amor! Assumiu também derivativos como a expressão: “amor livre” para designar relações sexuais sem responsabilidade ou até promíscuas.
Para se compreender o amor é preciso compreender o ser humano:
Para se alcançar o amor humano é preciso nos compreendermos como um todo. É necessário responder a estas perguntas: O que é um ser humano? Porque estou aqui? A que se destina minha vida? Quem sou eu? O que faço aqui?
Amigos na dúvida sobre o que fazer na virada do ano; apenas amem; abracem-se, beijem-se, libertem tudo que de bom há para ser trocado.
Para todos um abraço de François (um amigo meu) cujo abraço segundo meu amigo ET que me visita de vez em quando; tem o poder da cura pela simplicidade e pureza d’alma.
Beijem e abracem com a alma – mesmo que por breves momentos...
Porque auto-sustentável?
Aprendamos a manter os votos de amizade, paz e felicidade - Nosso maior problema sempre foi a manutenção...
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