TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS
Claro que cada um de nós espectadores enxergamos o evento segundo nossa visão de mundo, medimos o resultado segundo as expectativas que criamos, e, avaliamos os participantes com nossos próprios valores – Será que há uma inteligência de valores conforme as há de emoções, religião, afetividade, política e até sexual?
Mas, fiasco: é o termo que melhor define o evento climático deste marcante 2009 (esperemos para ver o que virá para um mais acelerado 2010 do que o já pé na cova 2009, e, daí em diante) – Deu tudo errado, a começar pela escolha do local: Que preocupações climáticas e de subsistência da vida têm os organizadores? – O COP 15 já começou desfocado; o local escolhido deveria ter sido na África bem na Linha do Equador prá ninguém ficar puxando a sardinha pro seu lado - Pois algo tão importante deveria extrapolar a condição de evento financeiro, cultural ou turístico – Dos ativistas (tirando os baderneiros locais, os punks e semelhantes) quem deu a cara prá bater e até foi preso? Dinamarqueses da gema? Ou jovens de outros locais que viajaram até lá? – Claro que cada um com suas intenções básicas.
Mas, o gran finale ficou por conta dos chefes de estado e assessores – Cada um do seu jeito: falhou - letrados ou não, pós-graduados ou semi-letrados - Claro que no tribunal cósmico cada um vai responder pela sua falta de competência (afinal; quem não tem competência que não se candidate a nada como representante de um povo ou de um grupo) – Quem lá esteve sem fazer por merecer vai pagar; pois, a inércia, a falta de competência e o oportunismo são crimes inegáveis e inafiançáveis contra a humanidade no tribunal intergaláctico.
FOI FALTA DE EDUCAÇÃO O QUE FIZERAM COM GAIA NA COP 15!
Por que o fiasco da COP15; foi falta de educação dos envolvidos no evento?
Essa é uma longa estória; mas: não faz tanta diferença entre letrados ou não. A primeira falha tanto nos países de primeiro mundo quanto no resto, é a falta de compreensão do que seja realmente educar. Para uma parte de nós, em qualquer lugar do planeta; abaixo ou acima da linha do Equador, educar um filho é um paradigma mais ou menos do tipo: “vem aqui que eu vou te dizer umas coisas...”. Ou proporcionar um banco escolar onde possa sentar-se boa parte da vida para receber instrução: informações nem sempre verdadeiras ou úteis, e o pior, é que, boa parte; não serão postas em prática nem incorporadas ao acervo de conquistas íntimas.
No herdado e transmitido sistema de viver de forma descuidada; cada vez mais globalizada; pequenos deslizes tornam-se graves e dolorosos problemas.
Retornando ao assunto que levou ao fiasco da COP15:
A metodologia humana de ir levando a vida e, sobrevivendo do jeito que dá; sem parar para pensar, é absorvido pela criança como se fosse um comportamento “normal”, no qual conceitos são repassados geração a geração como se fossem verdades absolutas.
Essa atitude coletiva nos aprisiona como pobres ou pedintes de favores em todos os patamares da vida; desde a dependência espiritual á da máquina insaciável dos governos e das corporações.
A dependência gerada pela pobreza psíquica nos torna escravos até de débitos que, não solicitamos ao nascer para sermos felizes ou não (depende do sistema de crenças que nos seja imposto) – Carecemos até de inteligência religiosa; outra encrenca coletiva das boas; que o digam judeus e muçulmanos – Somos iludidos e tratados como gado, ovelhas, rebanho conduzido por pastores; seja acreditando em perdão e castigo negociados com a divindade ou pagando tributos e impostos indevidos á incompetência e ganância dos que apenas se mantêm ás custas da falta de uma educação que desenvolva a inteligência crítica em todos os sentidos: ecológica, emocional, afetiva, religiosa, política, etc.
Além disso, o que é reforçado e repassado de uma geração a outra, cada vez mais rápido e com mais intensidade pela mídia, são as características de personalidade e de caráter que seria interessante descartar através da própria educação: mentira, oportunismo, agressividade, calúnia, maledicência, orgulho, inveja, traição, intolerância; ou seja: as características dos normais expressos na mídia através da TV, do rádio e de toda a forma de expressão e comunicação da atualidade.
O esperado pela ação da educação do ser vivente, é que fossemos estimulados a desenvolver aspectos como paciência, tolerância, respeito, simplicidade, senso de ética e de justiça - qualidades muito valorizadas na teoria; porém sem valor na forma de viver que cultua o egoísmo e o orgulho capitalista de estar sempre á frente e de consumir mais que o outro – quer queiramos; admitamos ou não a base do fiasco do evento sobre o clima foi falta de educação. Os noticiários de todos os tipos e lugares do planeta, a cada instante, são recheados de situações decorrentes desse paradoxo. Exemplo: uma criança a quem, sistematicamente, se pede para ir ao mercado comprar alguma coisa, mas que para isso, para executar essa tarefa fique com o troco para comprar uma guloseima; mais tarde pode freqüentar os noticiários como um deputado, presidente, senador ou um policial que suborna ou subornou. Depois, os que participaram da sua educação fingem que não tem nada a ver com isso; quem não conhece o popular chavão da mãe dos políticos da vida (isso, para os que têm pai presente ou não; conhecido ou desconhecido): “Não foi isso que eu ensinei!” (Com a palavra os pais dos governantes de destaque e, os dos FP que poderiam fazer a diferença).
Claro que, para que aprendamos: a lei de retorno seja flexível; permitindo pequenos descuidos, pequenos problemas e até incríveis dificuldades a serem superadas. Mas, usamos mal essa tolerância (tão mal colocada no conceito de adaptação entre os estudiosos da ecologia), e, durante um tempo, atiramos a, culpa, em algo ou alguém fugindo da responsabilidade – Tal e qual: as catástrofes naturais ou pior: a natureza está se vingando do ser humano! - Claro que não; embora “o saco de Deus” ou a paciência da vida tem limites - e, um dia, em algum lugar no futuro, teremos que prestar contas á própria consciência do que oferecemos aos que a vida nos confiou como filhos ou pessoas que estão sob nossa responsabilidade em Gaia; devemos nos preocupar, especialmente quando, aos olhos do mundo estiverem bem sucedidos. Tudo isso, está posto de forma simples e inteligente por Jesus e outros Avatares.
Nada mais será como antes:
Até alguns poucos anos, o sistema educacional formal e informal mesmo aos trancos e barrancos dava a impressão de funcionar a contento; no entanto, nesta fase de aceleração, fica evidente a necessidade de mais cuidado ao fazermos escolhas e ao executá-las; pois, como já dissemos antes, causa e efeito começa a sair na foto, sinalizando que, não basta conhecimento; sobretudo é necessário aplicá-lo com urgência – Olá Obama! Que no fiasco do game da COP15 continua levando “chapéu” do Lula, Evo Morales e outros (cabe á torcida local ver e cobrar se vão fazer o gol ou ficar nas firulas verbais – vão merecer marcação cerrada para provar o que disseram; jogando em casa); no jogo que pode representar a continuidade da vida em 3D.
O que nos levou a essa enrascada?
Conforme colocamos em nossos escritos já publicados – tudo depende da educação que faça uso dos recursos pedagógicos que estão no dia a dia.
Geração após geração, nós criamos a necessidade até obsessiva de apego ás sensações físicas, ao ego e orgulho de consumir mais do que o outro;; base de sustentação do capitalismo.
Hábitos alimentares podem servir de exemplo tanto da realidade do que seja obsessão e falta de competência para viver na época atual; quanto da lentidão em nos reciclarmos. Nada mais difícil para os primatas da atualidade quanto reciclar os hábitos de alimentação. Mudamos muito pouco de uma geração a outra sob circunstâncias bem diferenciadas (a vovó que parou no tempo; e se torna uma pessoa também muito responsável pela problemática atual; premia todos os dias os netos com guloseimas; pessoa normal que é, iniciante na vida moderna de consumo, esquece que na sua infância elas representavam o objeto do desejo recebido lá de vez em quando em ocasiões especiais, não suficientes para causar danos á saúde e ao meio ambiente).
Analisemos entre nós, a tendência de consumo de carboidratos (arroz e feijão, por exemplo), antes, predominava o trabalho braçal; na atualidade, mesmo os que levam uma vida de pouco ou nenhum uso do corpo mantém os hábitos herdados, associado á parafernália das guloseimas e do fast-food - O resultado podia ser previsto; não foi; nem está sendo – Daí, mais uma das saudáveis e naturais tragédias anunciadas; materializado num aumento da incidência de diabetes em todas as idades e de obesidade infantil entre todas as classes sociais, a ponto de tornar-se um sério problema de saúde publica. As facilidades para que as crianças consumam guloseimas hoje são fantásticas em comparação com a época em que seus familiares (geração velha) foram criados. Motivados por interesses variados os que poderiam fazer alguma coisa (alguns da geração nova); omitem-se. E os poucos que se preocupam em mudar a sistemática do que, como e quando comer esse tipo de alimentos; discursam para uma platéia surda; depois, não adianta chorar e correr atrás de milagres – como exemplo mais forte no presente: a obesidade, em cuja busca de solução campeia despudoradamente a picaretagem. Deve ficar claro que ela para a maioria, maioria mesmo, dessas crianças é um caminho sem volta e um atalho em direção ao túmulo (para Gaia: dos males o menor); nenhum recurso mágico vai eliminar em dias, um trabalho cotidiano realizado durante muitos anos de formação de hábitos alimentares; pois eles não se modificam num passe de mágica; neste exemplo e comentário, a intenção não é a de criticar; muito menos despertar culpas e remorsos; mas de alertar para que façamos as pequenas, simples, gratuitas e possíveis mudanças nas atitudes do cotidiano; pois o Planeta agradece e muito. Transfira esse raciocínio para os problemas da Terra: nenhum acordo entre chefes de governo quase tribais ou mais avançados não adiantará de nada; caso não seja posto em prática, hoje – referendado pela população nas atitudes mais simples e corriqueiras.
A SAÚDE DO PLANETA NÃO PODE SER COMPRADA!
Nem a sua.
Nestas nossas conversas, algumas repetições de conceitos são inevitáveis, pois representam as leis que regem nossa evolução; podemos dar mil voltas, mas sempre somos obrigados a retornar a elas. Nossa contribuição será a de ofertar material para reflexão vivido entre quatro paredes de um consultório e fora dele para que a sucessão de pequenos descuidos não se transforme num problema de lenta e sofrida resolução.
Quem serão os culpados pelo sucesso ou fracasso das negociações do COP15? – Não apenas os mal educados aspones e seus chefes de estado; mas, seus pais, professores, chefes de estado anteriores, políticos, profissionais da justiça, da medicina...; enfim: todo os que participaram de sua cultura.
Mas:
Antes de criticar os que lá estão; vamos fazer uma retrospectiva do que fizemos para contribuir para o sucesso ou a falta dele na COP 15.
Para nos lembrarmos de quem somos: Vítimas de hoje; algozes não redimidos de ontem.
Vamos nos redimir: Cobrar e fazer.
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sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
COP 15 - EFEITO COLATERAL
A COP – 15 – CRÉDITOS DE CARBONO: MAIS UM REMÉDIO NA PRAÇA - INVENÇÃO DE MAIS UM PLACEBO - DOTADO DE PERIGOSOS EFEITOS COLATERAIS?
Inegável que o planeta está doente e pode morrer durante a cirurgia; pois a junta médica de chefes de estado convocada para atendê-lo tem interesses conflitantes e focos diferentes - da mesma forma que acontece conosco no decorrer dos tratamentos; o processo pode ser apressado pela ação dos efeitos colaterais dos remédios que mitigam os sintomas e dos que forçam o organismo a uma adaptação – Exemplo: um paciente de 20 anos que recebe a indicação de usar um “regulador da pressão arterial” até o fim da vida (em quanto tempo se dará esse final da vida?) – esse adaptador de condições orgânicas poderia ser substituído, na maioria dos casos, por um par de tênis; camiseta e short para 15 minutos de caminhada todos os dias - de quebra equilibraria a glicemia, diminuindo a chance de um diabetes tipo 2 - sem falar na possibilidade de diminuir o estresse e até perder uns kg – no entanto, o doente prefere o remédio (sem ler a bula; claro, pois pode ficar tentado a não tomar) que pode abreviar sua vida, a resolver de vez o problema – Por que? – Pergunte ao doente mais próximo...
Claro que o clima dos interesses esquentou em Copenhagen; até porque alguns chefes de estado estão em plena campanha eleitoral e outros estão sendo acuados pelos interesses de quem os mantêm no poder – O pior, o que nos diminui a esperança de algo inteligente e concreto para a cura do planeta, é que, na verdade todo o blá blá blá na COP 15 pouco tem a ver com soluções para o clima; resume-se á criação de uma nova moeda verde lastreada em créditos de carbono – como sempre fonte de renda para alguns e desastre para o paciente Gaia (monoculturas de eucaliptos e similares) – além, é claro, do efeito colateral da corrupção de várias formas na hora de distribuir o bolo financeiro. A moeda verde produzida nos laboratórios das finanças é colocada como um remédio e os créditos de carbono se assemelham a um seguro saúde; desses que te trazem algum conforto na hora de morrer ou prolongam um pouco mais tua agonia.
Na verdade: Doença é pura falta de educação.
Nossas doenças e também as do planeta é apenas falta de educação (pouco a ver com instrução) e como decorrência: falta de planejamento.
Na década de 80; fruto de nossas observações a respeito de saúde, doença e cura; escrevi a introdução do livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”.
As discussões de hoje em torno da continuidade da vida “baseada” na visão da ecologia e auto-ecologia têm tudo a ver com as discussões sobre como cuidar da saúde das pessoas e do próprio planeta.
Apenas para mostrar que a vida é uma teia - Vamos mixar conceitos de saúde humana com conceitos de saúde planetária; tanto os de momento quanto os antigos; para perceber que a Verdade é única e que somente ela nos libertará do jugo dos interesses das mentes sombrias – E que ao aprendermos a cuidar de nós estaremos cuidando também do planeta.
“A idéia de que curas são vendidas como sabonetes fixou-se e hoje é real. Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos medimos conseqüências.
A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada, pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar.
O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida, pois enquanto alguém achar que pode comprar saúde, outro pensará ser capaz de vender cura; Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la.
Nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra. Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver; Ora, parece que viver, é apostar na liberdade de pensar e escolher.
A metodologia científica, não nos diz como usar essa liberdade e o que fazer de nossas vidas. Qualquer ato de escolha, por mais simples que seja, ultrapassa a esfera de competência da ciência. Então, a saúde ou a doença passa a ser principalmente questão de filosofia de vida; é uma escolha como outra qualquer, envolve todos os nossos sentidos e capacidades, nem sorte, nem azar, nem destino.
Opção feita; aguardem-se as conseqüências.
O homem é um ser insaciável; acreditamos que a vida existe apenas para nos dar prazer e, na ânsia de aproveitá-la, corremos para os braços da morte. Existe um apetite desgovernado por sensações e, a nossa capacidade de assimilá-las e integrá-las a um projeto de vida que faça sentido ainda é diminuta. Daí, a necessidade e a importância da doença, que regula a seletividade natural do uso do livre-arbítrio.
Durante a leitura é possível que o leitor veja a doença com outros olhos e conclua que: Doença tem finalidade, sim...
... Um convite à mudança de comportamento e, um alerta para o uso sistemático da razão que duvida, investiga e que conduz cada um a ter as próprias convicções, com base no “conhece-te a ti mesmo” (Sócrates).
Um dos objetivos é propor que cada um crie uma forma própria de viver que resultará no seu conceito de realidade, que é único. Elaborado segundo observações e comprovações baseadas em fatos cotidianos e experimentais. Somos criaturas interdependentes e, portanto, nossas visões do mundo devem harmonizar-se, integrar-se, mas não podem ser cópias umas da outras; embora alguns fatos sejam comuns: “aquilo que todo mundo sabe” ou “aquilo que não é preciso dizer”.
É também, um aviso para o perigo de crer sem questionar; pois em tempos de globalização há sobrecarga de informação. Hoje somos bombardeados de apelos, cercados de sons, rótulos, slogans e imagens por todos os lados, e assediados por apelos os mais desconexos em assuntos de saúde. Na atualidade, sempre há alguém querendo nos vender saúde, é preciso cuidado para não comprar doença. Vale a pena aplicar o sábio conselho de Jesus “Devemos ser mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes”; crer por crer é perigoso e doentio; daí, um dos medicamentos definitivos para a cura é a reflexão constante...
...Tradicionalmente a doença é vista como algo impessoal, fortuito e ocasional; tentamos negar nossa participação na sua origem; tanto que a diretriz das pesquisas está sempre assentada na busca de culpados externos ao indivíduo: DNA, vírus, bactérias, acidentes, etc. também na busca da cura procuramos nos entregar a resultados de exames e a decisões dos profissionais, sempre na tentativa de fugirmos da responsabilidade.
Leitores dotados de visão de mundo extremamente materialista, e os muito rígidos em reformar conceitos, terão dificuldades em finalizar a leitura. Por outro lado, quem conseguir ler o livro até o final nunca mais será o mesmo; isso, eu posso garantir, com certeza”.
É uma pena que a COP 15 esteja sendo realizada numa fase de melhora do paciente Gaia (tomara que não seja a tradicional melhora da morte); explico: estamos num momento climático ameno; as previsões a respeito dos possíveis efeitos do El Nino que se avizinha; indicam que ele pode proporcionar algo assim do tipo: SP durante dois meses, literalmente debaixo d’água – Terminado o já finado e quase natimorto evento, poucos vão se lembrar do que foi dito; e vai ficar o dito pelo não dito – talvez o prefeito e outras “otoridades” possam relembrar o efeito estufa...; mas, para o povão vai soar a desculpa, falta de vergonha e de planejamento – pois é; sofremos de um mal humano crônico: a falta de planejamento em todos os sentidos possíveis. Até em coisas bem primatas, como optar por fumar e adquirir câncer; e depois ficar choramingando ou pondo a culpa em Deus e no destino. Mesmo na relação com a natureza há tragédias mais do que anunciadas: ocupar as várzeas dos rios e depois conviver com enchentes; desmatar e construir em encostas e depois despencar junto com a terra – mais grave, pois, os efeitos chegam a longo prazo (será)?: envenenar a terra e os aqüíferos com todo tipo de veneno.
Assim como para a cura de nossas doenças, não há interesse real em ir ás causas, ficamos apenas maquiando os efeitos – fazemos a mesma coisa com os problemas do planeta.
Alerta: acreditar piamente nas previsões e nos estudos científicos é tão sem sentido quanto acreditar cegamente nos exames de laboratório e nos diagnósticos e na indicação de tratamentos. Em momentos de perigo é bom ativar o sensor do raciocínio crítico e confiar na intuição.
Esperança? – Se o amigo praticar o kit de sobrevivência para se livrar dos efeitos do estresse crônico, pode escapar da previsão: nosso corpo físico não suportará por mais cinco anos as escolhas malucas que nossa mente vem fazendo. Sobre o kit de sobrevivência do planeta falaremos numa próxima oportunidade.
Inegável que o planeta está doente e pode morrer durante a cirurgia; pois a junta médica de chefes de estado convocada para atendê-lo tem interesses conflitantes e focos diferentes - da mesma forma que acontece conosco no decorrer dos tratamentos; o processo pode ser apressado pela ação dos efeitos colaterais dos remédios que mitigam os sintomas e dos que forçam o organismo a uma adaptação – Exemplo: um paciente de 20 anos que recebe a indicação de usar um “regulador da pressão arterial” até o fim da vida (em quanto tempo se dará esse final da vida?) – esse adaptador de condições orgânicas poderia ser substituído, na maioria dos casos, por um par de tênis; camiseta e short para 15 minutos de caminhada todos os dias - de quebra equilibraria a glicemia, diminuindo a chance de um diabetes tipo 2 - sem falar na possibilidade de diminuir o estresse e até perder uns kg – no entanto, o doente prefere o remédio (sem ler a bula; claro, pois pode ficar tentado a não tomar) que pode abreviar sua vida, a resolver de vez o problema – Por que? – Pergunte ao doente mais próximo...
Claro que o clima dos interesses esquentou em Copenhagen; até porque alguns chefes de estado estão em plena campanha eleitoral e outros estão sendo acuados pelos interesses de quem os mantêm no poder – O pior, o que nos diminui a esperança de algo inteligente e concreto para a cura do planeta, é que, na verdade todo o blá blá blá na COP 15 pouco tem a ver com soluções para o clima; resume-se á criação de uma nova moeda verde lastreada em créditos de carbono – como sempre fonte de renda para alguns e desastre para o paciente Gaia (monoculturas de eucaliptos e similares) – além, é claro, do efeito colateral da corrupção de várias formas na hora de distribuir o bolo financeiro. A moeda verde produzida nos laboratórios das finanças é colocada como um remédio e os créditos de carbono se assemelham a um seguro saúde; desses que te trazem algum conforto na hora de morrer ou prolongam um pouco mais tua agonia.
Na verdade: Doença é pura falta de educação.
Nossas doenças e também as do planeta é apenas falta de educação (pouco a ver com instrução) e como decorrência: falta de planejamento.
Na década de 80; fruto de nossas observações a respeito de saúde, doença e cura; escrevi a introdução do livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”.
As discussões de hoje em torno da continuidade da vida “baseada” na visão da ecologia e auto-ecologia têm tudo a ver com as discussões sobre como cuidar da saúde das pessoas e do próprio planeta.
Apenas para mostrar que a vida é uma teia - Vamos mixar conceitos de saúde humana com conceitos de saúde planetária; tanto os de momento quanto os antigos; para perceber que a Verdade é única e que somente ela nos libertará do jugo dos interesses das mentes sombrias – E que ao aprendermos a cuidar de nós estaremos cuidando também do planeta.
“A idéia de que curas são vendidas como sabonetes fixou-se e hoje é real. Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos medimos conseqüências.
A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada, pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar.
O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida, pois enquanto alguém achar que pode comprar saúde, outro pensará ser capaz de vender cura; Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la.
Nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra. Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver; Ora, parece que viver, é apostar na liberdade de pensar e escolher.
A metodologia científica, não nos diz como usar essa liberdade e o que fazer de nossas vidas. Qualquer ato de escolha, por mais simples que seja, ultrapassa a esfera de competência da ciência. Então, a saúde ou a doença passa a ser principalmente questão de filosofia de vida; é uma escolha como outra qualquer, envolve todos os nossos sentidos e capacidades, nem sorte, nem azar, nem destino.
Opção feita; aguardem-se as conseqüências.
O homem é um ser insaciável; acreditamos que a vida existe apenas para nos dar prazer e, na ânsia de aproveitá-la, corremos para os braços da morte. Existe um apetite desgovernado por sensações e, a nossa capacidade de assimilá-las e integrá-las a um projeto de vida que faça sentido ainda é diminuta. Daí, a necessidade e a importância da doença, que regula a seletividade natural do uso do livre-arbítrio.
Durante a leitura é possível que o leitor veja a doença com outros olhos e conclua que: Doença tem finalidade, sim...
... Um convite à mudança de comportamento e, um alerta para o uso sistemático da razão que duvida, investiga e que conduz cada um a ter as próprias convicções, com base no “conhece-te a ti mesmo” (Sócrates).
Um dos objetivos é propor que cada um crie uma forma própria de viver que resultará no seu conceito de realidade, que é único. Elaborado segundo observações e comprovações baseadas em fatos cotidianos e experimentais. Somos criaturas interdependentes e, portanto, nossas visões do mundo devem harmonizar-se, integrar-se, mas não podem ser cópias umas da outras; embora alguns fatos sejam comuns: “aquilo que todo mundo sabe” ou “aquilo que não é preciso dizer”.
É também, um aviso para o perigo de crer sem questionar; pois em tempos de globalização há sobrecarga de informação. Hoje somos bombardeados de apelos, cercados de sons, rótulos, slogans e imagens por todos os lados, e assediados por apelos os mais desconexos em assuntos de saúde. Na atualidade, sempre há alguém querendo nos vender saúde, é preciso cuidado para não comprar doença. Vale a pena aplicar o sábio conselho de Jesus “Devemos ser mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes”; crer por crer é perigoso e doentio; daí, um dos medicamentos definitivos para a cura é a reflexão constante...
...Tradicionalmente a doença é vista como algo impessoal, fortuito e ocasional; tentamos negar nossa participação na sua origem; tanto que a diretriz das pesquisas está sempre assentada na busca de culpados externos ao indivíduo: DNA, vírus, bactérias, acidentes, etc. também na busca da cura procuramos nos entregar a resultados de exames e a decisões dos profissionais, sempre na tentativa de fugirmos da responsabilidade.
Leitores dotados de visão de mundo extremamente materialista, e os muito rígidos em reformar conceitos, terão dificuldades em finalizar a leitura. Por outro lado, quem conseguir ler o livro até o final nunca mais será o mesmo; isso, eu posso garantir, com certeza”.
É uma pena que a COP 15 esteja sendo realizada numa fase de melhora do paciente Gaia (tomara que não seja a tradicional melhora da morte); explico: estamos num momento climático ameno; as previsões a respeito dos possíveis efeitos do El Nino que se avizinha; indicam que ele pode proporcionar algo assim do tipo: SP durante dois meses, literalmente debaixo d’água – Terminado o já finado e quase natimorto evento, poucos vão se lembrar do que foi dito; e vai ficar o dito pelo não dito – talvez o prefeito e outras “otoridades” possam relembrar o efeito estufa...; mas, para o povão vai soar a desculpa, falta de vergonha e de planejamento – pois é; sofremos de um mal humano crônico: a falta de planejamento em todos os sentidos possíveis. Até em coisas bem primatas, como optar por fumar e adquirir câncer; e depois ficar choramingando ou pondo a culpa em Deus e no destino. Mesmo na relação com a natureza há tragédias mais do que anunciadas: ocupar as várzeas dos rios e depois conviver com enchentes; desmatar e construir em encostas e depois despencar junto com a terra – mais grave, pois, os efeitos chegam a longo prazo (será)?: envenenar a terra e os aqüíferos com todo tipo de veneno.
Assim como para a cura de nossas doenças, não há interesse real em ir ás causas, ficamos apenas maquiando os efeitos – fazemos a mesma coisa com os problemas do planeta.
Alerta: acreditar piamente nas previsões e nos estudos científicos é tão sem sentido quanto acreditar cegamente nos exames de laboratório e nos diagnósticos e na indicação de tratamentos. Em momentos de perigo é bom ativar o sensor do raciocínio crítico e confiar na intuição.
Esperança? – Se o amigo praticar o kit de sobrevivência para se livrar dos efeitos do estresse crônico, pode escapar da previsão: nosso corpo físico não suportará por mais cinco anos as escolhas malucas que nossa mente vem fazendo. Sobre o kit de sobrevivência do planeta falaremos numa próxima oportunidade.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
COP 15 - AINDA HÁ ESPERANÇA?
COP -15 - MANTENHA A ESPERANÇA?
Mesmo em se tratando de um jogo de interesses, uns escusos outros mais claros, como os que estão sendo discutidos na COP 15; pois uma virtude que ainda estamos longe de conseguir entre nós, os candidatos a seres humanos: a franqueza como um ato de amor; ainda é vista como rudeza ou falta de educação – entre nós, dizer a verdade sem segundas, terceiras ou quartas intenções pode levar a invasões de países, perseguições políticas e legais, á prisão e até á morte de seres que ousam pensar e se posicionar.
Se mesmo neste palco que foi montado em Copenhagem para se jogar o WAR GAME $ DAS EMISSÕES DE CO2 – Quando há jogos muitos mais importantes e desafiadores - Se não há consenso nem quanto ás regras deste que estão a ser decididas; o que será de nós – os expectadores? – Seremos obrigados a invadir o palco e pedir nosso $ de volta? – Se destruirmos o teatro da vida; em que lugar do universo nós iremos nos apresentar? – Em que sala do teatro galáctico?
Uma piada que corre nas coxias dos teatros da vida no universo afora: Naquele planetinha azul da periferia da via láctea; enquanto o paciente Gaia agoniza esperando uma cirurgia; os médicos tomam cafezinho e discutem baboseiras rotuladas de científicas como mitigação e adaptação.
Mas, mesmo cansados de rezar – mas, como ainda fiéis crentes do axioma: A esperança é a última que morre; tentamos continuar acreditando até que peçamos ajuda á polícia intergaláctica para acabar com essa jogatina.
Enquanto aguardamos na sala de espera - apenas para passar o tempo e diminuir a angústia; como interessados na vida da paciente Gaia; vamos brincar de pensar até que os chefões decidam.
Enquanto isso, no noticiário da TV Intergaláctica; nós nos deparamos com a notícia:
A Esperança está em baixa na Bolsa dos Valores Humanos.
(Do correspondente local):
Esperançar é um sentimento que (aparentemente) apenas os humanos podem conjugar. Verbo marcante, inteligente, ativo e positivo; quando abrimos mão dele, não querendo pensar; o transformamos em devaneio, e daí em diante:
Nadamos, nadamos, nadamos e, parece que vamos morrer na praia como em Kyoto e outras tantas tentativas - Essa sensação de impotência e de quase desespero pela falta de competência está pegando pesado num número cada vez maior de pessoas, não importa de que idade, classe social, etc. As perguntas: De que valeu o esforço na leitura dos jornais? - Para que tanto empenho em saber das notícias? - Começam a soar na nossa cabeça, perturbando, “tirando o chão”, amplificando cada vez mais a angústia, a ansiedade e o medo (alimento e aperitivo que os responsáveis pela ordem e progresso do planeta se deleitam).
O que mais assusta as pessoas que estão despertas para a realidade: Os descrentes da ciência, religião, mídia e governantes, etc. - É que o problema começa a atingir de forma intensa e mortal as crianças, os jovens; e não apenas os adultos como antes – Conforme alertamos há algum tempo: daqui em diante será mais fácil uma pessoa de 70 chegar aos 100 anos de idade; do que uma criança de 5 atingir os 10 (desde que não tome vacinas).
O que acontece em nós acontece em Gaia - Todo mundo; seja de primeiro, segundo, terceiro, emergente, submergente escalão..., (nesse tabuleiro quem começa com as brancas leva vantagem; quem começa jogando com as pedras pretas, quase sempre perde, no máximo empata – por exemplo, a vida de um agonizante peão preto africano é trocado sem piedade pela tentativa de um bispo também preto para dar um xeque mate para atingir o topo do poder político ou tornar-se top line das finanças) – Mas, peões, cavalos, reis, rainhas, torres – sejam brancas ou pretas; cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia. No tabuleiro da vida, esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo. Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia. Cansei! - Não agüento mais! - Chega! - Basta!
Como já foi dito por despertas pessoas: COP 15 – vai tornar-se apenas mais uma gastança de recursos em viagens, hospedagens..., de inúmeros ASPONES de todos os países envolvidos nessa jogatina - Antes de qualquer discussão, para que uma solução real possa ser encontrada, algumas questões devem ser levantadas: Queres mudar as regras do jogo em andamento? - E daí? Vais fazer o quê? - Ficar sentado na beira do caminho depressivo, marcando passo angustiado; ou vais sair correndo feito um doido em pânico?
Assistindo a TV Intergaláctica, vistos de fora, somos muito engraçados:
Quando espiamos a vida do outro; como espectadores do seu sofrer, do seu fim do mundo, do seu não suporto mais! - ele é uma piada, até um bom motivo de chacota. Tá cansado de quê? - Tá cansado de ditar regras para o próximo? - Tá cansado de tentar controlar a vida das outras pessoas? - Tá cansado da sua vida inútil? A inveja mata! - Sabia?
Em qualquer lugar do planeta em todos os sentidos de nossos pobres objetivos de vida; até na profissional a conversa é a mesma: “Estou morrendo de tanto trabalhar e cada vez ganho menos!”. “Ganhei uma nova função na empresa: mais trabalho e responsabilidade; mas, com o mesmo salário!”. “Não suporto mais aquelas pessoas do meu trabalho, todas tão falsas!”
A relação entre pais e filhos (países de primeiro mundo e emergentes e criancinhas (os mais pobres) também serve de exemplo:
- “Prá quê serve você ficar sem dormir, sem comer, sem viver, se eu chego mais tarde, se não te dou satisfação do que faço, do que gosto ou do que quero”? - Pensam muitos filhos, embora, sem a coragem necessária para verbalizar isso para suas mães e pais; então, brigam com seus botões: O que você tem a ver com isso? Eu sou eu e você é você! – Cuida da tua vida! – Diminui tuas emissões de CO2 e deixa que eu eliminar as minhas quando quiser!
Enquanto isso, a reportagem da TV Intergaláctica, mostra as entrevistas dos habitantes do Hemisfério Norte: Ouçamos a outra parte (o não agüento mais dos pais brancos): - Mas, meu filho! - Que ingratidão! - És minha vida! - Tudo que eu faço é para te agradar; objetos do desejo para que consumas! - Tudo que sofri para conquistar o que tenho só para deixar para você! - Se soubesses um décimo do que passei para chegar onde cheguei! - Eu não quero, eu não admito que passes pelas situações que passei para chegar onde estou – me matei de tanto, estudar, pesquisar! - E você não dá valor a nada do que faço!
(Comentário dos experts da TV Intergaláctica em vida Terrestre):
Na vida da família em Gaia, baldes de lágrimas são derramados todos os dias, acompanhados de muita chantagem emocional, tentativa de controle, suborno afetivo..., - tudo em vão, e que vai cair no: não agüento mais! –Lamentavelmente eles foram treinados pelas sombras a viver a vida dos outros, ignorando a própria. E, desde que não haja envolvimento emocional, nem sentimento de posse, são experts em achar soluções para as dificuldades do próximo.
Lá - Todo mundo acha que lida bem com os problemas do vizinho: - O rico tem soluções simplórias para os problemas dos pobres: inteligência (para os nascidos ricos todo pobre é incapaz); trabalho duro, esforço (todo pobre é preguiçoso, vagabundo); estudo; e uma dose de sorte.
- O pobre, também tem soluções práticas e inteligentes para os problemas dos ricos: lutar para sobreviver para não entrar em depressão, pânico; gana para viver ao usar cada segundo para suprir as necessidades mínimas (como o salário) e continuar vivo; e para as bem dotadas na vida de trato ou de grana, mas, depressivas, histéricas e cheias dos “peripaques”, e que não tem o que fazer na vida, o pobre tem a solução na ponta da língua ou entre...
Segundo um dos entrevistados pela equipe de reportagem da TV Intergaláctica:
“Em tudo que não nos cabe fazer, quando se trata de dar palpite na vida dos outros, somos os maiorais; mas, quando está em jogo cuidar da nossa, lutamos até o esgotamento contra a própria sombra; inutilmente. Será que somos todos uns inúteis?” – disse o ilustre cidadão terráqueo.
Enquanto isso, aqui na sala de espera da UTI onde agoniza Gaia; alguém deixou escapar uma confidência – tomara que o pessoal acima da linha do Equador não tenha ouvido: “A jogada de mestre dos nossos governantes (jogadores convocados) foi criar uma bolsa verde de 5 bi de dólares como cacife a fundo perdido; como as da bolsa de apostas eleitorais internas; para os incapazes; para enrolar e colocar em evidência a jogadora que vai sucedê-lo – na disputa pelo poder interno da equipe; para blindá-lo na disputa pelo poder; para que não tenha que prestar contas das jogatinas paralelas; a jogadora que vai disputar as aparaolimpíadas ou jogos periféricos do poder mundial; e que teria mais condições de jogar esse jogo vai ser mantida em “marinada” no ostracismo. Deu prá entender? – Ainda bem que não; para o bem de todos e a felicidade geral da nação; pois, a morte anestesiada pela ignorância parece ser mais suave – Será?...
Mas para que a esperança não morra:
Segundo o noticiário da TV Intergaláctica; os vizinhos marcianos temerosos do que possa ocorrer e preocupados com os “manos alucinados e drogados com remédios para dormir, acordar, transar, ser feliz, viajar na maionese” e que moram ao lado pediram ajuda ao Conselho da Confederação Intergaláctica e foi mandada uma frota estelar para observar e apenas intervir como último recurso. Adivinha quem está no comando?
Segundo os comentaristas da TV Intergaláctica: - AINDA HÁ ESPERANÇA – desde que, cada um faça sua parte e cure seu mundo interno, contaminando o outro com sua vibração.
Até o próximo noticiário ou em edição extraordinária – Conecte-se com a TV Intergaláctica assim que ouvir sua musiquinha interna.
Se a esperança é a última que morre não deixe ela morrer antes que você seja encarcerado na cadeia do remorso...
NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA:
As conversas da sala de espera vazaram e o jogador dos EUA - jogou na mesa 100 bi para afastar da disputa o jogador do Brasil.
Será que vamos conseguir continuar no blefe?
Quem estiver por aqui verá.
Amém.
Mesmo em se tratando de um jogo de interesses, uns escusos outros mais claros, como os que estão sendo discutidos na COP 15; pois uma virtude que ainda estamos longe de conseguir entre nós, os candidatos a seres humanos: a franqueza como um ato de amor; ainda é vista como rudeza ou falta de educação – entre nós, dizer a verdade sem segundas, terceiras ou quartas intenções pode levar a invasões de países, perseguições políticas e legais, á prisão e até á morte de seres que ousam pensar e se posicionar.
Se mesmo neste palco que foi montado em Copenhagem para se jogar o WAR GAME $ DAS EMISSÕES DE CO2 – Quando há jogos muitos mais importantes e desafiadores - Se não há consenso nem quanto ás regras deste que estão a ser decididas; o que será de nós – os expectadores? – Seremos obrigados a invadir o palco e pedir nosso $ de volta? – Se destruirmos o teatro da vida; em que lugar do universo nós iremos nos apresentar? – Em que sala do teatro galáctico?
Uma piada que corre nas coxias dos teatros da vida no universo afora: Naquele planetinha azul da periferia da via láctea; enquanto o paciente Gaia agoniza esperando uma cirurgia; os médicos tomam cafezinho e discutem baboseiras rotuladas de científicas como mitigação e adaptação.
Mas, mesmo cansados de rezar – mas, como ainda fiéis crentes do axioma: A esperança é a última que morre; tentamos continuar acreditando até que peçamos ajuda á polícia intergaláctica para acabar com essa jogatina.
Enquanto aguardamos na sala de espera - apenas para passar o tempo e diminuir a angústia; como interessados na vida da paciente Gaia; vamos brincar de pensar até que os chefões decidam.
Enquanto isso, no noticiário da TV Intergaláctica; nós nos deparamos com a notícia:
A Esperança está em baixa na Bolsa dos Valores Humanos.
(Do correspondente local):
Esperançar é um sentimento que (aparentemente) apenas os humanos podem conjugar. Verbo marcante, inteligente, ativo e positivo; quando abrimos mão dele, não querendo pensar; o transformamos em devaneio, e daí em diante:
Nadamos, nadamos, nadamos e, parece que vamos morrer na praia como em Kyoto e outras tantas tentativas - Essa sensação de impotência e de quase desespero pela falta de competência está pegando pesado num número cada vez maior de pessoas, não importa de que idade, classe social, etc. As perguntas: De que valeu o esforço na leitura dos jornais? - Para que tanto empenho em saber das notícias? - Começam a soar na nossa cabeça, perturbando, “tirando o chão”, amplificando cada vez mais a angústia, a ansiedade e o medo (alimento e aperitivo que os responsáveis pela ordem e progresso do planeta se deleitam).
O que mais assusta as pessoas que estão despertas para a realidade: Os descrentes da ciência, religião, mídia e governantes, etc. - É que o problema começa a atingir de forma intensa e mortal as crianças, os jovens; e não apenas os adultos como antes – Conforme alertamos há algum tempo: daqui em diante será mais fácil uma pessoa de 70 chegar aos 100 anos de idade; do que uma criança de 5 atingir os 10 (desde que não tome vacinas).
O que acontece em nós acontece em Gaia - Todo mundo; seja de primeiro, segundo, terceiro, emergente, submergente escalão..., (nesse tabuleiro quem começa com as brancas leva vantagem; quem começa jogando com as pedras pretas, quase sempre perde, no máximo empata – por exemplo, a vida de um agonizante peão preto africano é trocado sem piedade pela tentativa de um bispo também preto para dar um xeque mate para atingir o topo do poder político ou tornar-se top line das finanças) – Mas, peões, cavalos, reis, rainhas, torres – sejam brancas ou pretas; cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia. No tabuleiro da vida, esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo. Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia. Cansei! - Não agüento mais! - Chega! - Basta!
Como já foi dito por despertas pessoas: COP 15 – vai tornar-se apenas mais uma gastança de recursos em viagens, hospedagens..., de inúmeros ASPONES de todos os países envolvidos nessa jogatina - Antes de qualquer discussão, para que uma solução real possa ser encontrada, algumas questões devem ser levantadas: Queres mudar as regras do jogo em andamento? - E daí? Vais fazer o quê? - Ficar sentado na beira do caminho depressivo, marcando passo angustiado; ou vais sair correndo feito um doido em pânico?
Assistindo a TV Intergaláctica, vistos de fora, somos muito engraçados:
Quando espiamos a vida do outro; como espectadores do seu sofrer, do seu fim do mundo, do seu não suporto mais! - ele é uma piada, até um bom motivo de chacota. Tá cansado de quê? - Tá cansado de ditar regras para o próximo? - Tá cansado de tentar controlar a vida das outras pessoas? - Tá cansado da sua vida inútil? A inveja mata! - Sabia?
Em qualquer lugar do planeta em todos os sentidos de nossos pobres objetivos de vida; até na profissional a conversa é a mesma: “Estou morrendo de tanto trabalhar e cada vez ganho menos!”. “Ganhei uma nova função na empresa: mais trabalho e responsabilidade; mas, com o mesmo salário!”. “Não suporto mais aquelas pessoas do meu trabalho, todas tão falsas!”
A relação entre pais e filhos (países de primeiro mundo e emergentes e criancinhas (os mais pobres) também serve de exemplo:
- “Prá quê serve você ficar sem dormir, sem comer, sem viver, se eu chego mais tarde, se não te dou satisfação do que faço, do que gosto ou do que quero”? - Pensam muitos filhos, embora, sem a coragem necessária para verbalizar isso para suas mães e pais; então, brigam com seus botões: O que você tem a ver com isso? Eu sou eu e você é você! – Cuida da tua vida! – Diminui tuas emissões de CO2 e deixa que eu eliminar as minhas quando quiser!
Enquanto isso, a reportagem da TV Intergaláctica, mostra as entrevistas dos habitantes do Hemisfério Norte: Ouçamos a outra parte (o não agüento mais dos pais brancos): - Mas, meu filho! - Que ingratidão! - És minha vida! - Tudo que eu faço é para te agradar; objetos do desejo para que consumas! - Tudo que sofri para conquistar o que tenho só para deixar para você! - Se soubesses um décimo do que passei para chegar onde cheguei! - Eu não quero, eu não admito que passes pelas situações que passei para chegar onde estou – me matei de tanto, estudar, pesquisar! - E você não dá valor a nada do que faço!
(Comentário dos experts da TV Intergaláctica em vida Terrestre):
Na vida da família em Gaia, baldes de lágrimas são derramados todos os dias, acompanhados de muita chantagem emocional, tentativa de controle, suborno afetivo..., - tudo em vão, e que vai cair no: não agüento mais! –Lamentavelmente eles foram treinados pelas sombras a viver a vida dos outros, ignorando a própria. E, desde que não haja envolvimento emocional, nem sentimento de posse, são experts em achar soluções para as dificuldades do próximo.
Lá - Todo mundo acha que lida bem com os problemas do vizinho: - O rico tem soluções simplórias para os problemas dos pobres: inteligência (para os nascidos ricos todo pobre é incapaz); trabalho duro, esforço (todo pobre é preguiçoso, vagabundo); estudo; e uma dose de sorte.
- O pobre, também tem soluções práticas e inteligentes para os problemas dos ricos: lutar para sobreviver para não entrar em depressão, pânico; gana para viver ao usar cada segundo para suprir as necessidades mínimas (como o salário) e continuar vivo; e para as bem dotadas na vida de trato ou de grana, mas, depressivas, histéricas e cheias dos “peripaques”, e que não tem o que fazer na vida, o pobre tem a solução na ponta da língua ou entre...
Segundo um dos entrevistados pela equipe de reportagem da TV Intergaláctica:
“Em tudo que não nos cabe fazer, quando se trata de dar palpite na vida dos outros, somos os maiorais; mas, quando está em jogo cuidar da nossa, lutamos até o esgotamento contra a própria sombra; inutilmente. Será que somos todos uns inúteis?” – disse o ilustre cidadão terráqueo.
Enquanto isso, aqui na sala de espera da UTI onde agoniza Gaia; alguém deixou escapar uma confidência – tomara que o pessoal acima da linha do Equador não tenha ouvido: “A jogada de mestre dos nossos governantes (jogadores convocados) foi criar uma bolsa verde de 5 bi de dólares como cacife a fundo perdido; como as da bolsa de apostas eleitorais internas; para os incapazes; para enrolar e colocar em evidência a jogadora que vai sucedê-lo – na disputa pelo poder interno da equipe; para blindá-lo na disputa pelo poder; para que não tenha que prestar contas das jogatinas paralelas; a jogadora que vai disputar as aparaolimpíadas ou jogos periféricos do poder mundial; e que teria mais condições de jogar esse jogo vai ser mantida em “marinada” no ostracismo. Deu prá entender? – Ainda bem que não; para o bem de todos e a felicidade geral da nação; pois, a morte anestesiada pela ignorância parece ser mais suave – Será?...
Mas para que a esperança não morra:
Segundo o noticiário da TV Intergaláctica; os vizinhos marcianos temerosos do que possa ocorrer e preocupados com os “manos alucinados e drogados com remédios para dormir, acordar, transar, ser feliz, viajar na maionese” e que moram ao lado pediram ajuda ao Conselho da Confederação Intergaláctica e foi mandada uma frota estelar para observar e apenas intervir como último recurso. Adivinha quem está no comando?
Segundo os comentaristas da TV Intergaláctica: - AINDA HÁ ESPERANÇA – desde que, cada um faça sua parte e cure seu mundo interno, contaminando o outro com sua vibração.
Até o próximo noticiário ou em edição extraordinária – Conecte-se com a TV Intergaláctica assim que ouvir sua musiquinha interna.
Se a esperança é a última que morre não deixe ela morrer antes que você seja encarcerado na cadeia do remorso...
NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA:
As conversas da sala de espera vazaram e o jogador dos EUA - jogou na mesa 100 bi para afastar da disputa o jogador do Brasil.
Será que vamos conseguir continuar no blefe?
Quem estiver por aqui verá.
Amém.
domingo, 13 de dezembro de 2009
JOVENS - SEMPRE OS JOVENS...
O JOVEM – SEMPRE O JOVEM - CADÊ ELES?
Desde sempre a juventude foi a mola mestra nas necessárias transformações humanas; quando a inércia dos adultos se torna cúmplice do egoísmo da maioria e da estupidez dos detentores do poder.
Cerca de 300 manifestantes foram detidos neste sábado após confrontos de rua em Copenhague, onde ocorre a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-15). Segundo a polícia local, o grupo de jovens mascarados e vestidos de preto iniciou o tumulto ao quebrar vitrines no centro da cidade.
Os detidos, de acordo com a polícia, são integrantes dos chamados "Black blocs" (blocos negros, em tradução livre), considerados grupos violentos.
Os incidentes começaram pouco após a saída da manifestação de dezenas de milhares de pessoas, que se reuniram perto do Parlamento dinamarquês e seguiram rumo ao Bella Center, sede das negociações da COP-15. As estimativas sobre o número de participantes variaram de 25 mil, segundo a polícia, a cem mil, de acordo com os organizadores.
Os manifestantes - entre eles ambientalistas, sindicalistas, punks e vegetarianos - cobraram dos negociadores da COP-15 um acordo capaz de combater o problema do aquecimento global. A manifestação, apoiada por mais de 500 organizações de 67 países, saiu da praça do Parlamento às 14h (11 de Brasília), com direção à sede da COP-15, que termina no próximo dia 18.
Na vida contemporânea, a sociedade, a família, e a escola deixaram de interagir com o jovem.
Principalmente com aquele que já busca definir seus anseios, e aspira diferenciar-se da maioria medrosa e preguiçosa. Também, e principalmente, com aquele jovem ainda desorientado que, por falta de melhores espelhos projetivos, quando cercado de adultos infantilizados, tenta se diferenciar deles a qualquer custo. Seja pela auto-mutilação ao espetar “badulaques” pelo corpo, pela agressão sonora e visual aos valores de seu grupo social, ou pela busca desenfreada do prazer através da relação sexual precoce e irresponsável. Ou ainda, através do uso do cigarro, da bebida e da droga; esses “perdidos entre adultos mais perdidos ainda” tentam revidar à falta de atenção de adultos; e não conseguem conexão nem junto à própria família consangüínea.
Esses jovens tentam, com o seu comportamento “marginal”, agredir os valores de pais neuróticos-competitivos e de mães histéricas-compulsivas. Esses jovens não percebem, mas assim agindo, estão oferecendo aos adultos, com a crise desencadeada por esse seu comportamento, a chance para que eles possam refazer seus destinos e alçar suas vidas a um patamar diferente de seu inexpressivo e até medíocre cotidiano. Sem ter consciência disso, sem atinar para o fato, ele, o jovem inconformado, funciona pela sua própria ainda pouca competência (não se deixou ainda contaminar pelos interesses escusos ou egoístas), como uma ferramenta contundente. Sem ter plena consciência do que faz, o jovem rebelde vinga-se também do cinismo social. Neste caso em destaque na COP-15, talvez os jovens envolvidos nos chamados “distúrbios” tenham pouco o que fazer ou com o que se preocupar e pegaram carona na “onda verde”; mas, isso não importa; o que vale é que saíram em protesto (nada os redime das atitudes – porém se estivessem bem comportados seriam mais uma manada ou rebanho de ovelhas com nariz de palhaço, roupa de palhaço e postura de palhaço no sentido figurativo – pois, há palhaços de profissão muito atuantes).
De forma inconsciente o jovem sabe que é preciso rebelar-se, discordar para não perder a fé no mundo, no nosso futuro e em nós mesmos. É necessário que tenhamos um número cada vez maior de jovens rebeldes contra a hipocrisia social. Rebeldes sim, mas com inteligência, rebeldes criativos, corajosos, conhecedores das leis naturais de evolução, progressistas e empreendedores; pois, o conformismo diminui a criatividade. E, é preciso, aproveitar ao máximo a criatividade do jovem para o progresso coletivo; pois, a socialização crescente restringe a criatividade natural, atribuindo julgamentos de valor, do tipo: bom ou mau, certo ou errado, próprio ou impróprio. Julgamentos impostos de fora para dentro criando limitações. Porém, os jovens devem estar atentos para uma lei natural, a das experiências acumuladas: ninguém progride sem o concurso daqueles que já progrediram. Nem todos os adultos são totalmente hipócritas, nem totalmente aproveitadores...
Só temos a lamentar as várias gerações de jovens brasileiros perdidas; por não terem bandeiras éticas, nem valores a serem conquistados – agrupam-se em hordas de torcidas organizadas a se degladiar feito imbecis - baladeiros que inventam mixórdias para sentirem tesão de viver; coisas tão absurdas como misturar remédios com álcool; sopa de fita de vídeo cassete - a criatividade do brasileiro é ilimitada; mas hoje, para coisas tão inúteis quanto grotescas – pior; onde sempre foi o foco das transformações da sociedade brasileira: os diretórios acadêmicos; neles a politização foi eliminada pela politicagem precoce; a ponto de merecer uma séria investigação da PF e do Ministério Publico; pois a esperança de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa; se não tiver a participação efetiva dos arroubos da mocidade é morta.
JOVENS BRASILEIROS CADÊ OCÊS?
Não ajudem a enterrar as esperanças de salvar um planeta em vias de extinção pelas pragas egoístas, oportunistas e orgulhosas que foram seus pais e antecessores.
Unam-se por uma causa justa; talvez a mais importante de todas, as que a juventude de todas as épocas já teve oportunidade de participar.
Desde sempre a juventude foi a mola mestra nas necessárias transformações humanas; quando a inércia dos adultos se torna cúmplice do egoísmo da maioria e da estupidez dos detentores do poder.
Cerca de 300 manifestantes foram detidos neste sábado após confrontos de rua em Copenhague, onde ocorre a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-15). Segundo a polícia local, o grupo de jovens mascarados e vestidos de preto iniciou o tumulto ao quebrar vitrines no centro da cidade.
Os detidos, de acordo com a polícia, são integrantes dos chamados "Black blocs" (blocos negros, em tradução livre), considerados grupos violentos.
Os incidentes começaram pouco após a saída da manifestação de dezenas de milhares de pessoas, que se reuniram perto do Parlamento dinamarquês e seguiram rumo ao Bella Center, sede das negociações da COP-15. As estimativas sobre o número de participantes variaram de 25 mil, segundo a polícia, a cem mil, de acordo com os organizadores.
Os manifestantes - entre eles ambientalistas, sindicalistas, punks e vegetarianos - cobraram dos negociadores da COP-15 um acordo capaz de combater o problema do aquecimento global. A manifestação, apoiada por mais de 500 organizações de 67 países, saiu da praça do Parlamento às 14h (11 de Brasília), com direção à sede da COP-15, que termina no próximo dia 18.
Na vida contemporânea, a sociedade, a família, e a escola deixaram de interagir com o jovem.
Principalmente com aquele que já busca definir seus anseios, e aspira diferenciar-se da maioria medrosa e preguiçosa. Também, e principalmente, com aquele jovem ainda desorientado que, por falta de melhores espelhos projetivos, quando cercado de adultos infantilizados, tenta se diferenciar deles a qualquer custo. Seja pela auto-mutilação ao espetar “badulaques” pelo corpo, pela agressão sonora e visual aos valores de seu grupo social, ou pela busca desenfreada do prazer através da relação sexual precoce e irresponsável. Ou ainda, através do uso do cigarro, da bebida e da droga; esses “perdidos entre adultos mais perdidos ainda” tentam revidar à falta de atenção de adultos; e não conseguem conexão nem junto à própria família consangüínea.
Esses jovens tentam, com o seu comportamento “marginal”, agredir os valores de pais neuróticos-competitivos e de mães histéricas-compulsivas. Esses jovens não percebem, mas assim agindo, estão oferecendo aos adultos, com a crise desencadeada por esse seu comportamento, a chance para que eles possam refazer seus destinos e alçar suas vidas a um patamar diferente de seu inexpressivo e até medíocre cotidiano. Sem ter consciência disso, sem atinar para o fato, ele, o jovem inconformado, funciona pela sua própria ainda pouca competência (não se deixou ainda contaminar pelos interesses escusos ou egoístas), como uma ferramenta contundente. Sem ter plena consciência do que faz, o jovem rebelde vinga-se também do cinismo social. Neste caso em destaque na COP-15, talvez os jovens envolvidos nos chamados “distúrbios” tenham pouco o que fazer ou com o que se preocupar e pegaram carona na “onda verde”; mas, isso não importa; o que vale é que saíram em protesto (nada os redime das atitudes – porém se estivessem bem comportados seriam mais uma manada ou rebanho de ovelhas com nariz de palhaço, roupa de palhaço e postura de palhaço no sentido figurativo – pois, há palhaços de profissão muito atuantes).
De forma inconsciente o jovem sabe que é preciso rebelar-se, discordar para não perder a fé no mundo, no nosso futuro e em nós mesmos. É necessário que tenhamos um número cada vez maior de jovens rebeldes contra a hipocrisia social. Rebeldes sim, mas com inteligência, rebeldes criativos, corajosos, conhecedores das leis naturais de evolução, progressistas e empreendedores; pois, o conformismo diminui a criatividade. E, é preciso, aproveitar ao máximo a criatividade do jovem para o progresso coletivo; pois, a socialização crescente restringe a criatividade natural, atribuindo julgamentos de valor, do tipo: bom ou mau, certo ou errado, próprio ou impróprio. Julgamentos impostos de fora para dentro criando limitações. Porém, os jovens devem estar atentos para uma lei natural, a das experiências acumuladas: ninguém progride sem o concurso daqueles que já progrediram. Nem todos os adultos são totalmente hipócritas, nem totalmente aproveitadores...
Só temos a lamentar as várias gerações de jovens brasileiros perdidas; por não terem bandeiras éticas, nem valores a serem conquistados – agrupam-se em hordas de torcidas organizadas a se degladiar feito imbecis - baladeiros que inventam mixórdias para sentirem tesão de viver; coisas tão absurdas como misturar remédios com álcool; sopa de fita de vídeo cassete - a criatividade do brasileiro é ilimitada; mas hoje, para coisas tão inúteis quanto grotescas – pior; onde sempre foi o foco das transformações da sociedade brasileira: os diretórios acadêmicos; neles a politização foi eliminada pela politicagem precoce; a ponto de merecer uma séria investigação da PF e do Ministério Publico; pois a esperança de um mundo melhor e de uma sociedade mais justa; se não tiver a participação efetiva dos arroubos da mocidade é morta.
JOVENS BRASILEIROS CADÊ OCÊS?
Não ajudem a enterrar as esperanças de salvar um planeta em vias de extinção pelas pragas egoístas, oportunistas e orgulhosas que foram seus pais e antecessores.
Unam-se por uma causa justa; talvez a mais importante de todas, as que a juventude de todas as épocas já teve oportunidade de participar.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
COP - 15 - MAIS UMA FARSA?
Malditos os que enganam os pequeninos em inteligência...
Notícia fresquinha:
1 hora, 34 minutos atrás
Ramón Santaularia.
Copenhague, 11 dez (EFE).- Uma primeira minuta de acordo para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e limitar o aumento da temperatura do planeta até 2050 aproximou as posições de negociação na cúpula da ONU sobre mudança climática (COP15), realizada em Copenhague.
O documento entregue hoje às delegações dos 192 países que participam da cúpula, que terminará em 18 de dezembro, prevê reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) em até 95% em 2050 e limitar o aumento da temperatura entre 1,5 e 2 graus.
"Os países terão que cooperar para que um aumento da média global de temperatura na Terra não exceda valores entre 1,5 e 2 graus acima dos níveis pré-industriais", afirma o texto.
A comunidade científica considera que esse meio grau centígrado de diferença levaria a medidas muito onerosas e, por isso, já foi motivo de fortes debates na conferência e de rejeição pelos países ricos.
Além disso, os países industrializados terão que reduzir as emissões de CO2 entre 75% e mais de 95% até 2050, comparado aos níveis de 1990, segundo a minuta.
No entanto, o documento não menciona o caráter vinculativo que deverá ter o documento final assinado na capital dinamarquesa, como afirmou hoje o chefe da delegação da União Europeia (UE) na conferência, Anders Turesson.
O representante da UE considerou a minuta animadora e a avaliou como ponto de partida, embora não reflita os mecanismos através dos quais será preciso limitar o aumento da temperatura em até 2 graus.
O secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, em inglês), Yvo de Boer - responsável pelos preparativos da conferência -, disse que o documento representa "uma mudança de direção" nas negociações.
No entanto, De Boer advertiu que falta esclarecer até o fim de semana a questão do financiamento para os países em desenvolvimento, a fim de que se adaptem às consequências da mudança climática.
O secretário-executivo da UNFCCC disse que a reação das delegações oficiais em Copenhague à minuta "tinha sido construtiva", e que todos tinham mostrado vontade de trabalhar com este texto, mas também indicou que houve "sérias reservas" a respeito, um aspecto que considerou normal em qualquer negociação.
A princípio, descartou a apresentação de novos textos da Presidência dinamarquesa neste fim de semana, quando chegarão os ministros do Meio Ambiente e altos funcionários oficiais, para entrar na fase final das negociações.
Nos últimos três dias da cúpula, mais de 100 chefes de Estado e de Governo ficarão responsáveis por finalizar um acordo vinculativo sobre a redução das emissões de CO2, que, se fracassar, levaria a continuar as negociações no próximo ano.
O documento provisório também solicita que "se coopere para conseguir que o teto das emissões globais e nacionais (antes de começarem a cair) seja alcançado o mais breve possível".
Fontes de movimentos ambientalistas disseram à Agência Efe que o fato de não haver uma data concreta definida é muito negativo, já que, a princípio, o máximo deveria ser fixado em 2015 e a minuta omite isso.
Um apêndice do documento pede que as nações desenvolvidas "se comprometam" a reduzir os efeitos das emissões poluentes e solicita aos países em vias de desenvolvimento a adotar "medidas apropriadas" para mitigar a mudança climática, mas não estabelece que meios serão oferecidos para isso.
A piada das piadas é que o presidente Lula e sua turma vão chegar lá com pose de estadista perante os oportunistas do chamado primeiro mundo; mesmo depois de perdoar as multas de seus amigos desmatadores contumazes; não importa a que partido pertençam; pois isso é um mero detalhe de momento. Qual a porcentagem de donos das terras onde existe desmatamento que pertencem a políticos, sua prole, ou a prepostos (laranjas)?
Quem souber rezar que reze – Quem quiser dar a cara pra bater vá para as ruas bater panela.
Não vai dar tempo!
Caminhamos para mais um capítulo da grande farsa/comédia no trato das questões ambientais; tal e qual as anteriores. A única vantagem é que o tema está se tornando pop, embora não a ponto de trazer mudanças significativas; quanto mais impactantes; em tempo hábil – Apenas um exemplo: há uma proposta de se reduzir drasticamente o desmatamento até 2020 (opa! – já esticaram até 2050); mas, o detalhe é que conhecendo o perfil histórico de comportamento voraz por lucros dos mandatários que se alternam no poder e a inércia do povão das nações envolvidas na preservação das florestas tropicais e subtropicais; até a data prevista pouco haverá para desmatar – Pior, é a contrapartida da diminuição das emissões de CO2; pois, os poderosos e mandatários dos povos do chamado primeiro mundo são predadores e egocêntricos, o povão de lá só enxerga o próprio umbigo; e os chineses não são confiáveis; só para servir de exemplo. Uma esperança é que os políticos do mundo que ali se encontram enfrentarão eleições (onde elas existem e são democráticas) neste próximo ano.
Estamos “ferrados” como se diz no jargão popular; pois estamos na mão dos políticos e da tal de comunidade científica que desde imemoriáveis tempos sempre se colocou na posição de sabe tudo – lembram de quando a comunidade científica da época mandava para a fogueira as pessoas que diziam. Hoje essa turma de sabe tudo e não acerta quase nada colocou como meta o controle de 1,5 a 2 graus a variação de temperatura antes de desencadear algo efetivo: Faz me rir ou chorar?
Hoje muitos “entendidos em ecologia”; cientistas da hora usam com toda pose do mundo, como se fossem os bam bans do universo, o jargão: MITIGAÇÃO E ADAPTAÇÃO.
Resumindo a idéia dos donos do poder econômico, político e científico: Mitigar é tapar o sol com a peneira, garibar; esperar prá ver no que vai dar; aproveitar antes que acabe; deixar rolar enquanto está bom prá mim; fingir que ensina e fazer de conta que aprende; viver num mundo midiático de faz de conta achando que o mundo dos sonhos nunca vai acabar.
Vou usar da pobre e pouco científica paciência pessoal para ilustrar com minha experiência de trabalho, o que, provavelmente, nos aguarda.
Mitigação: É o que a chamada medicina oficial faz – ajudar mentes pobres a continuarem a agredir seu próprio corpo e morrer mais depressa. Resumindo: algo bem simplório do tipo: um sujeito adora comer pastel; mas, seu sábio corpo está sendo agredido e avisa a pobre mente que a escolha é indevida; apenas usando a linguagem que aparentemente ela mais usa: a dor – e deixa na CP o recado da azia; amargor na boca; dor de cabeça; mal estar – Mas a “científica” mente não atende e vai ao médico; que diagnostica solenemente: Você está com gastrite! – e receita a solução mágica – um remédio (olá mentes pobres que tomam omeprazol e similares como se fosse sobremesa); O que é esse remédio? – apenas uma autorização temporária para que a cobaia continue se agredindo até o desfecho final: vá para os...
Adaptação:
Somos seres com incrível capacidade de adaptação; mas, com a ajuda de nossa preguiça de pensar e a ação dos espertos; ela está esgotada. Exemplo: tenho recebido pacientes no consultório com graves crises de alergia ao usar o anti-alérgico que sempre tomou – Tipo: o sujeito apresenta uma crise de rinite (doença crônica) e toma o remédio que sempre usou e vai parar na UTI – Nossa capacidade de adaptação está esgotada.
E A DO PLANETA?
O QUE FAZER?
ASSUNTO PARA OS CORAJOSOS INTERESSADOS.
E, para os aproveitadores e covardes consumidores dos recursos do planeta e da vida? – O que nos aguarda?
Notícia fresquinha:
1 hora, 34 minutos atrás
Ramón Santaularia.
Copenhague, 11 dez (EFE).- Uma primeira minuta de acordo para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e limitar o aumento da temperatura do planeta até 2050 aproximou as posições de negociação na cúpula da ONU sobre mudança climática (COP15), realizada em Copenhague.
O documento entregue hoje às delegações dos 192 países que participam da cúpula, que terminará em 18 de dezembro, prevê reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) em até 95% em 2050 e limitar o aumento da temperatura entre 1,5 e 2 graus.
"Os países terão que cooperar para que um aumento da média global de temperatura na Terra não exceda valores entre 1,5 e 2 graus acima dos níveis pré-industriais", afirma o texto.
A comunidade científica considera que esse meio grau centígrado de diferença levaria a medidas muito onerosas e, por isso, já foi motivo de fortes debates na conferência e de rejeição pelos países ricos.
Além disso, os países industrializados terão que reduzir as emissões de CO2 entre 75% e mais de 95% até 2050, comparado aos níveis de 1990, segundo a minuta.
No entanto, o documento não menciona o caráter vinculativo que deverá ter o documento final assinado na capital dinamarquesa, como afirmou hoje o chefe da delegação da União Europeia (UE) na conferência, Anders Turesson.
O representante da UE considerou a minuta animadora e a avaliou como ponto de partida, embora não reflita os mecanismos através dos quais será preciso limitar o aumento da temperatura em até 2 graus.
O secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, em inglês), Yvo de Boer - responsável pelos preparativos da conferência -, disse que o documento representa "uma mudança de direção" nas negociações.
No entanto, De Boer advertiu que falta esclarecer até o fim de semana a questão do financiamento para os países em desenvolvimento, a fim de que se adaptem às consequências da mudança climática.
O secretário-executivo da UNFCCC disse que a reação das delegações oficiais em Copenhague à minuta "tinha sido construtiva", e que todos tinham mostrado vontade de trabalhar com este texto, mas também indicou que houve "sérias reservas" a respeito, um aspecto que considerou normal em qualquer negociação.
A princípio, descartou a apresentação de novos textos da Presidência dinamarquesa neste fim de semana, quando chegarão os ministros do Meio Ambiente e altos funcionários oficiais, para entrar na fase final das negociações.
Nos últimos três dias da cúpula, mais de 100 chefes de Estado e de Governo ficarão responsáveis por finalizar um acordo vinculativo sobre a redução das emissões de CO2, que, se fracassar, levaria a continuar as negociações no próximo ano.
O documento provisório também solicita que "se coopere para conseguir que o teto das emissões globais e nacionais (antes de começarem a cair) seja alcançado o mais breve possível".
Fontes de movimentos ambientalistas disseram à Agência Efe que o fato de não haver uma data concreta definida é muito negativo, já que, a princípio, o máximo deveria ser fixado em 2015 e a minuta omite isso.
Um apêndice do documento pede que as nações desenvolvidas "se comprometam" a reduzir os efeitos das emissões poluentes e solicita aos países em vias de desenvolvimento a adotar "medidas apropriadas" para mitigar a mudança climática, mas não estabelece que meios serão oferecidos para isso.
A piada das piadas é que o presidente Lula e sua turma vão chegar lá com pose de estadista perante os oportunistas do chamado primeiro mundo; mesmo depois de perdoar as multas de seus amigos desmatadores contumazes; não importa a que partido pertençam; pois isso é um mero detalhe de momento. Qual a porcentagem de donos das terras onde existe desmatamento que pertencem a políticos, sua prole, ou a prepostos (laranjas)?
Quem souber rezar que reze – Quem quiser dar a cara pra bater vá para as ruas bater panela.
Não vai dar tempo!
Caminhamos para mais um capítulo da grande farsa/comédia no trato das questões ambientais; tal e qual as anteriores. A única vantagem é que o tema está se tornando pop, embora não a ponto de trazer mudanças significativas; quanto mais impactantes; em tempo hábil – Apenas um exemplo: há uma proposta de se reduzir drasticamente o desmatamento até 2020 (opa! – já esticaram até 2050); mas, o detalhe é que conhecendo o perfil histórico de comportamento voraz por lucros dos mandatários que se alternam no poder e a inércia do povão das nações envolvidas na preservação das florestas tropicais e subtropicais; até a data prevista pouco haverá para desmatar – Pior, é a contrapartida da diminuição das emissões de CO2; pois, os poderosos e mandatários dos povos do chamado primeiro mundo são predadores e egocêntricos, o povão de lá só enxerga o próprio umbigo; e os chineses não são confiáveis; só para servir de exemplo. Uma esperança é que os políticos do mundo que ali se encontram enfrentarão eleições (onde elas existem e são democráticas) neste próximo ano.
Estamos “ferrados” como se diz no jargão popular; pois estamos na mão dos políticos e da tal de comunidade científica que desde imemoriáveis tempos sempre se colocou na posição de sabe tudo – lembram de quando a comunidade científica da época mandava para a fogueira as pessoas que diziam. Hoje essa turma de sabe tudo e não acerta quase nada colocou como meta o controle de 1,5 a 2 graus a variação de temperatura antes de desencadear algo efetivo: Faz me rir ou chorar?
Hoje muitos “entendidos em ecologia”; cientistas da hora usam com toda pose do mundo, como se fossem os bam bans do universo, o jargão: MITIGAÇÃO E ADAPTAÇÃO.
Resumindo a idéia dos donos do poder econômico, político e científico: Mitigar é tapar o sol com a peneira, garibar; esperar prá ver no que vai dar; aproveitar antes que acabe; deixar rolar enquanto está bom prá mim; fingir que ensina e fazer de conta que aprende; viver num mundo midiático de faz de conta achando que o mundo dos sonhos nunca vai acabar.
Vou usar da pobre e pouco científica paciência pessoal para ilustrar com minha experiência de trabalho, o que, provavelmente, nos aguarda.
Mitigação: É o que a chamada medicina oficial faz – ajudar mentes pobres a continuarem a agredir seu próprio corpo e morrer mais depressa. Resumindo: algo bem simplório do tipo: um sujeito adora comer pastel; mas, seu sábio corpo está sendo agredido e avisa a pobre mente que a escolha é indevida; apenas usando a linguagem que aparentemente ela mais usa: a dor – e deixa na CP o recado da azia; amargor na boca; dor de cabeça; mal estar – Mas a “científica” mente não atende e vai ao médico; que diagnostica solenemente: Você está com gastrite! – e receita a solução mágica – um remédio (olá mentes pobres que tomam omeprazol e similares como se fosse sobremesa); O que é esse remédio? – apenas uma autorização temporária para que a cobaia continue se agredindo até o desfecho final: vá para os...
Adaptação:
Somos seres com incrível capacidade de adaptação; mas, com a ajuda de nossa preguiça de pensar e a ação dos espertos; ela está esgotada. Exemplo: tenho recebido pacientes no consultório com graves crises de alergia ao usar o anti-alérgico que sempre tomou – Tipo: o sujeito apresenta uma crise de rinite (doença crônica) e toma o remédio que sempre usou e vai parar na UTI – Nossa capacidade de adaptação está esgotada.
E A DO PLANETA?
O QUE FAZER?
ASSUNTO PARA OS CORAJOSOS INTERESSADOS.
E, para os aproveitadores e covardes consumidores dos recursos do planeta e da vida? – O que nos aguarda?
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