terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

 O QUE É TEU; TEU É...

NÃO SOFRA PELOS OUTROS...
SÊ HONESTO COM TEUS SENTIMENTOS:
Da mesma forma que a alegria e o prazer do outro não te pertencem; se alguém quiser repassar-te o sofrimento recusa-o, já que ele como uma roupa sob medida não cabe em ti porque não te pertence...

Aliviar, ajudar, amparar, socorrer, empatizar...; não comporta sofrer pelo outro nem com o outro...

 



O PARTO A FÓRCEPS DA MEDICINA HIGH-TECH

 

Por que me sinto tão mal e os exames nada acusam?

 

Na atualidade a velocidade com que os acontecimentos se sucedem, põe tudo a descoberto. Isso fará com que interesses reais fiquem explícitos e as intenções estejam na vitrine da vida.

Por nos apresentarmos como somos e não como parecemos; as pessoas estão ficando saudavelmente descrentes de muitas coisas: dos médicos, dos cientistas, dos religiosos, dos profissionais da justiça, dos políticos, das instituições.

Longe de representar um problema, isso é ótimo, pois significa: um raro momento de renovação e de integração.

 

É a inevitável Era da Verdade início; pois começamos a descobrir o Ser Integral que há em cada um de nós, e não apenas, as partes que o compõem – conceito de Saúde Integral.

Coisas do tipo: isso é um problema físico, este outro é emocional e aquele é espiritual; não serve mais, pois todos fazem parte de uma unidade: a consciência em evolução.

 

Na área da Saúde por exemplo: até pouco tempo, essa divisão funcionava, mas hoje não funciona mais; pois não adianta bloquearmos os sintomas acusados pelo corpo físico se não cuidamos de equilibrar as emoções, modificar os hábitos, aquietar a mente e cuidar da parte energética.

 

Este é um momento especial também para a medicina cujo produto deveria ser a saúde do homem e seu bem-estar em todos os seus aspectos.

 

Não temos registro na História de um tempo que se assemelhe, quanto à rapidez do surgimento de novas tecnologias tanto para diagnóstico quanto para ferramentas que facilitam a cura; logo ultrapassadas por outras mais novas.

 

Isso é bom? Estaremos a caminho de uma sociedade mais saudável? Não é o que parece; as pessoas estão começando a descrer da capacidade da medicina atual em gerar saúde.

Á primeira vista, o fato de os pacientes perderem a fé nos curadores dá a impressão de estarmos retroagindo ao invés de avançar, pois se não há confiança não haverá comprometimento com o tratamento. Mas, numa dimensão de dualidades, tudo tem seu valor, pois a velocidade com que tudo acontece neste momento estimula a revisão da visão de mundo a respeito de saúde e cura para os devidos ajustes tanto da parte dos doentes quanto dos profissionais da saúde.

Ficam algumas questões para serem respondidas: O que lucramos com essas novas tecnologias? Quem lucra o que? Quais as explicações para o fato de nos sentirmos tão mal e os exames nada acusam? Quais as vantagens reais em substituirmos a velha propedêutica e o raciocínio diagnóstico por sofisticados exames de laboratório que recebem a imprópria condição de dar o diagnóstico final? E o desenvolvimento do feeling do raciocínio diagnóstico do médico que não mais é obrigado a pensar? De que valerá a experiência de anos de exercício profissional? Será que a substituição da propedêutica pelo diagnóstico apenas baseado em exames não foi uma forma inconsciente de fuga da responsabilidade? E como fica a relação entre médico e paciente, sem nenhum vínculo? Será que a medicina cura de forma definitiva?

 

Muitas outras questões ficam em aberto.

   

Apenas como comentário: A tecnologia é sempre bem-vinda; o problema é a maneira como será usada. A forma equivocada de compreender e lidar com a doença é outro fator de peso na perda da credibilidade junto as pessoas comuns; acreditar na origem da doença, como algo lotérico ou relacionado com sorte azar e destino; conduz a uma visão mágica do processo de cura que fatalmente levará á frustração coletiva.

Soluções?

- Revisar as razões primárias da existência: Quem somos nós? O que fazemos aqui? Quem sou eu? Qual minha tarefa na existência?

- Educar para a vida, ensinando á criança desde os primeiros anos as leis mais básicas da evolução.

- Assumir as doenças como efeitos da forma de pensar, sentir e agir.

- Aprender a diferenciar supressão de sintomas, cura temporária e cura definitiva.

    Conforme colocamos no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua”, o nascimento da medicina da Nova Era será o resultado da fusão dos antigos conhecimentos com as novas tecnologias; um trabalho de parto difícil e doloroso, pois a parturiente recusa-se a cooperar...

 

    Respondendo à questão inicial:

 

Nossos desequilíbrios emocionais não estão sendo harmonizados pela mente inquieta na mesma velocidade com que são gerados.

 

O corpo físico é o destino dessas energias que primeiramente são apresentadas como sensações desagradáveis, para que a seguir o corpo físico não funcione a contento e, só depois, é que aparecerão as lesões físicas como inflamações e tumores, por exemplo.

 

SAÍMOS DO SISTÊMICO PARA O ESPECÍFICO MUITO RÁPIDO?

 

 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

 ISSO É INATO!

O conceito de inato para a maioria é usado até com certo desdém e conotação de presente da vida; como se fosse um Dom presenteado.

Quando tivermos consciência mais real de quem somos e o que fazemos aqui teremos um respeito enorme pelo conceito; pois ele foi uma laboriosa CONQUISTA que pode ter levado milênios para se apresentar de forma expontânea.

ESSA QUALIDADE É INATA!
PARABÉNS PELA CONQUISTA!

 JÁ SENTIU INVEJA DOS PROBLEMAS DOS OUTROS?

Ouvindo os problemas de algumas pessoas a gente às vezes fica morrendo de inveja.
Nossa adoraria ter esse tipo de problema; quem me dera!
É típico da nossa natureza ainda humanoide desvalorizar os problemas dos outros com os quais a gente já lida bem. Afinal é tão fácil.
Para as dificuldades dos outros temos a solução na ponta da língua.
Mas que alguns problemas dos outros nos dão uma inveja danada; isso é vero...
Queria eu ter esse tipo de problema!

Respondendo: Claro que já senti; se disser que não; estou a mentir para mim mesmo; para ser verdadeiro e admitir é preciso ressignificar o conceito de inveja.
Ela é um filhote da preguiça; é o “querer sem querendo” ter o que o outro conquistou; sem esforço algum; claro que como tudo há inveja e inveja colorida e encolor; algumas pessoas não desejam apenas o parecido com o que o outro conquistou positivo ou até negativo; desejam o que é do outro e no caso até os amados problemas; esse tipo dentre muitas denominações é chamado no popular de “olho gordo” que faz adoecer, mata plantas etc.

Seu trabalho tá osso, tá te consumindo?
Mas tem alguém de olho nele?
O que fazer?

É possível botar olho gordo nos problemas dos outros?

Claro esse desatino é conhecido como PREOCUPAÇÃO disfarçado de bondade.

Assunto interessante?

 O FUTURO NUNCA SERÁ INCERTO SE AS ESCOLHAS FOREM CONSCIENTES...


Embora às vezes pareça que sejamos prisioneiros temporários da rede do destino em razão do esquecimento salutar do passado em razão de nossas escolhas contrárias às Leis de equilíbrio.
A REFLEXÃO é o farol a nos guiar nessas situações que nos deixam preocupados, desalentados e até depressivos: tudo tem uma causa gerada por nós mesmos e ao descortinar as possíveis razões devemos fugir de sensações e sentimentos de culpa, remorso, arrependimento que são chaves do inferno íntimo.

Um remédio que pode virar curédio:

A ARTE DE FAZER ESCOLHAS CONSCIENTES SEMPRE NOS TRARÁ A CERTEZA DE UM FUTURO PROMISSOR.


Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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