sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SOCIEDADE PROVISÓRIA – INFERNO À VISTA

“Seu Cabral vinha navegando: inferno á vista...”

Tudo bem que não tenhamos sido descobertos de forma planejada – mas, que isso não deve ser desculpa; é vero.
É preciso mudar nosso DNA cultural para atender á demanda da vida com qualidade, daqui em diante.

Cá entre nós, a cultura de tornar definitivas as medidas provisórias é um flagelo a atormentar nossa vida particular, familiar, social e política.
Nós temos alergia a tudo que seja planejado, definido, estudado - Metas de longo prazo são muito demoradas para quem gosta de levar vantagem em tudo.
Nesta terra, nós vivemos como se a vida transitória fosse durar para sempre.

No planejamento de nossa existência apenas investimos nas metas de curto prazo.

- Nas finanças. Gastamos mais do que receberemos. O provisório uso do cheque especial e do crédito; torna-se um hábito financeiro definitivo.

- No cultivo das relações afetivas. Ficar e fazer um test drive sexual e afetivo é uma forma de viver que chegou e ficou. Somos adeptos dos ditados populares práticos e fast food: Quem dá para os pobres: cria o filho só – responsabilidade é para otários.

- Nos cuidados com a saúde. Somos os campeões do uso de sintomáticos. A sociedade do analgésico. Investir em prevenção de saúde é coisa para quem não tem o que fazer; o negócio é aproveitar a vida.

- Na convivência social. As pessoas se buscam e descartam segundo os interesses do momento.

- Horários foram feitos para serem descumpridos.

- Regras para serem burladas.

- Viver com ética não dá lucro; pois, exige investimentos educacionais de longo prazo.

- Nas amizades. As rapidinhas não precisam de nome; não trazem problemas; vão e vem como ondas.

- Na vida política. É sinal de esperteza não se definir. Princípios dão trabalho. Ética impede as amarrações. Programa de trabalho de longo prazo é entregar os dividendos para os sucessores.

Tudo que ocorre no macro é a soma das individualidades. E no íntimo, também somos a somatória de nós mesmos.

Para preencher esse vazio que começa a tomar conta do nosso peito e da mente; trazendo aquela sensação de inutilidade - o momento atual exige reflexão:
O que em nossas vidas é provisório?
O que é definitivo?
Quais são minhas metas de curto, médio e longo prazo? Estão alinhadas num mesmo foco? Tenho um projeto de vida?
Viver uma vida provisória é a principal razão das incertezas, conflitos, tristeza, depressão, pânico, angústia e seus filhotes: insônia, perda de memória, dores para todo lado, vontade de dormir para sempre.

O estilo de viver sob a batuta do provisório e da gariba; vai nos levar, mais além, a um inferno já muitas vezes, por nós, navegado.
Viver de forma provisória nos tira a dignidade; pois, perdemos o respeito por nós mesmos. E também por não estabelecermos uma vida regida pelos princípios da ética cósmica; no coletivo, são raras dentre milhões a conviver, as pessoas que se fazem respeitar por viver sob a guarida da simplicidade, honestidade, coerência.

O que fazer para encontrar metas de vida, definitivas; imutáveis?

Praticando o básico:
Consulte permanentemente sua consciência, sem usar de desculpas nem justificativas, para saber se em cada momento fez o melhor possível.
No trato consigo mesmo e com os outros adote a máxima: só faça aos outros; aquilo que gostaria de receber – a começar pelo pensamento.

Se cada um de nós, deixar de ser um cidadão provisório; breve nós viveremos numa sociedade justa, ética, saudável, feliz, próspera, rica, amorosa.

Quer se curar?
Não garibe sua saúde com sintomáticos nem pseudo preventivos – planeje sua cura.

Quer melhorar a vida social e política da sua terra – não se preocupe apenas em escolher o melhor candidato para esta eleição – atue politicamente o ano inteiro, o tempo todo; faça, cobre, exija, ponha, disponha e deponha se for preciso...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

SERÁ ESSE O PREÇO DA LIBERDADE?

Atrelar a formação dos profissionais da saúde, especialmente a classe médica, à indústria farmacêutica, foi um dos maiores equívocos da atual civilização.
O estilo de medicina que nos foi imposto mais ajuda a morrer mais depressa do que a nos curarmos – e, não se trata apenas de efeitos colaterais, leves, graves e gravíssimos – sob o engodo da cura sem esforço e sem necessidade de mudança no estilo de vida e nos hábitos; continuamos sempre a cometer os mesmos delitos contra a própria sanidade e até contra a própria vida.
Sob os olhares cobiçosos dos governantes e a lentidão da justiça – raramente essas corporações e seus gestores, reparam de forma exemplar os estragos que fazem na precária saúde dos doentes – além de, na atualidade usarem os próprios consumidores de remédios como cobaias que pagam para serem cobaias (conforme colocamos em artigo á disposição no bloog) – basta ver o número de “novos” medicamentos patenteados e “otorizados” que saem de circulação todo mês.

Cada caso é um caso; mas, a maioria dos doentes crônicos que fazem uso de medicação contínua; não precisaria dos remédios; há sempre alternativas, menos danosas e até sem custo. Mas, para isso, é preciso reformular a visão a respeito de saúde, doença e cura – e, especialmente investir de fato em EDUCAÇÃO para a saúde.

Leiam a notícia e se posicionem.

Particularmente – sinto nojo de ser humano e conviver com criaturas sombrias que só pensam no lucro e na indústria das patentes (outra mentira a ser desvendada).

Mas, é possível que se esse fato realmente se concretizar milhões de doentes se libertem de remédios pouco úteis – no princípio pode ser sofrido; pois a mídia meterá muito medo nas pessoas – mas, depois, a auto-estima vai melhorar muito: eu não preciso tomar isso a vida inteira.

FAÇAM SEU PRÓPRIO JUÍZO.

Não deixem de se mobilizar.

Alguns países ricos estão tentando passar um acordo secreto que iria privar milhões de pessoas pobres de remédios genéricos e cortar direitos fundamentais de propriedade intelectual. Não podemos deixar alguns países decidir o destino de bilhões por trás de portas fechadas – assine a petição:






“Os governos mais ricos do mundo estão negociando esta semana um acordo secreto que poderá restringir a comercialização de medicamentos genéricos essenciais. Milhões de pessoas pobres dependem destes medicamentos para tratar doenças como a malária e o HIV. Se o acordo for adiante, muitas pessoas não terão mais acesso a remédios de baixo custo, colocando milhões de vidas em risco.

Um dos principais alvos deste tratado é o Brasil, que está sendo intencionalmente excluído do processo, junto com a China e a Índia. O tratado deverá definir regras para vários assuntos como transgênicos, a Internet e medicamentos. Os países responsáveis estão se apressando para fechar um acordo antes que haja uma revolta da opinião pública, mas as notícias sobre o tratado vazaram e a oposição está crescendo.

As nossas vozes podem trazer este absurdo à tona. A pressão popular já conseguiu parar negociações comerciais injustas antes. Agora podemos novamente garantir que nenhum acordo injusto seja assinado em reuniões fechadas. Assine a petição agora por um processo aberto e justiça para medicamentos genéricos – a Avaaz e parceiros irão entregar a petição semana que vem nas negociações em Tóquio. Assine e divulgue:

http://www.avaaz.org/po/acta/?vl

O chamado ACTA, Acordo Comercial Anti Falsificações, foi intencionalmente mantido fora dos holofotes públicos. Mas agora ele vazou e defensores da saúde pública e da liberdade na Internet estão soando o alarme. Nas últimas semanas a China, Índia e o Parlamento Europeu começaram a criticar o acordo.

O acordo proposto é bem preocupante, mas a sua parte mais absurda se refere aos genéricos. O ACTA trataria muitos medicamentos “genéricos” e "falsificados" de forma idêntica, sujeitando os genéricos às mesmas táticas de “apreensão e destruição” aplicadas aos medicamentos falsificados.

Gigantes da indústria farmacêutica afirmam que isto é necessário para proteger os consumidores - mas eles mesmos vendem versões genéricas de medicamentos cujas patentes expiraram. Os medicamentos genéricos, que são muitas vezes 90% mais baratos, não são inerentemente mais ou menos seguros do que os medicamentos de marca. O que está em jogo é o lucro das empresas farmacêuticas versus a vida das pessoas pobres.

A mobilização popular em massa já conseguiu interromper ações similares de grandes empresas farmacêuticas e governos ricos. Não vamos deixar alguns países decidir o destino de milhões de vidas em acordos secretos - assine a petição e divulgue:

http://www.avaaz.org/po/acta/?vl

Receber tratamento quando estamos doentes é algo fundamental para todos nós. A nossa mobilização esta semana pode garantir que os mais necessitados continuem tendo acesso a medicamentos essenciais. Juntos nós podemos começar a construir um futuro em que cada um de nós poderá superar doenças e permanecer saudável.

Com a esperança de um mundo melhor,

Ben, Alex, David, Maria Paz, Iain e toda a equipe Avaaz

P.S Atualização Ficha Limpa: Com o impasse do Supremo Tribunal Federal, a Lei Ficha Limpa continua em efeito para as eleições.

Leia mais sobre o ACTA:

A luta entre ricos e pobres em torno da propriedade intelectual:
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16757

Como o ACTA ameaça nossa liberdade:
http://www.outraspalavras.net/?p=921

ACTA: o tratado anti-pirataria que a Casa Branca não quer que o público conheça:
http://remixtures.com/2009/10/acta-o-tratado-anti-pirataria-que-a-casa-branca-nao-quer-que-o-publico-conhececa/

Países não se entendem sobre lei supranacional de repressão à pirataria:
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/25/paises-nao-se-entendem-sobre-lei-supranacional-de-repressao-a-pirataria/

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A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

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NÃO PODER MAIS COMPRAR O REMÉDIO QUE ESCRAVIZA – SERÁ ESSE O PREÇO DA LIBERDADE?

DIÁLOGO DE SURDOS NA RELAÇÃO ENTRE MÉDICO E PACIENTE

Uma das principais queixas dos consumidores da saúde na atualidade; é que os médicos não escutam os pacientes - descontados os problemas causados pelo sistema de seguro saúde e pela precariedade do serviço público – há, no mínimo, um sério problema de educação e cultura em jogo: as pessoas não sabem ouvir; todos querem apenas falar; ou, nem isso; quando se trata de preservar interesses.

Desejamos ardentemente ser ouvidos; sem sermos interrompidos.
Estamos todos carentes de amor e atenção – a vida se tornou fast-food e descartável – ninguém tem tempo para ouvir ninguém; esse, até certo ponto, é um dos fatores de risco de contrairmos muitas doenças; de demorarmos a nos curar e até morrermos em virtude delas.

Com certeza muitos pacientes ficariam livres de seus sintomas se o médico dispusesse de tempo para funcionar como terapeuta ou psicólogo. Mas, não é nem será o caso; pois, além de ser inviável no atual sistema, sob muitos aspectos; ainda não daria certo para o tipo de ser humano disponível no mercado da vida na atualidade.

A lei da reciprocidade não faz parte da nossa prática de vida:
Quando na condição de paciente queremos ser ouvidos; mas, não queremos ouvir o médico; suas recomendações mais básicas a respeito de cuidados mais do que primários, com relação aos hábitos de vida soam aos nossos ouvidos como válvula de escape para falta de competência – as pessoas reclamam; mas, se saem de um consultório sem uma lista enorme de pedido de exames ou uma receita com um monte de medicamentos, o médico não é dos bons.

Fazendo uma paródia: quando se trata de relatar os sintomas, os pacientes se comportam como as mulheres – elas, necessitam, querem falar; não lhes interessa soluções, precisam apenas falar.
Os médicos representam o lado masculino da medicina, não tem paciência para ouvir; e logo eles apresentam soluções; as mais práticas, possível. Tal e qual nos relacionamentos entre homens e mulheres; essa postura oposta de necessidade de falar e ouvir gera discórdia.

No fundo, o núcleo de nossos problemas humanos sempre será: educação. Impossível reestruturar qualquer área de nossas atividades sem mexer no sistema educacional.

Neste hospital psiquiátrico que é o planeta, vamos levando a vida – o sistema de saúde adotado em boa parte do mundo tornou os médicos surdos; alguns estão ficando surdos e mudos; apenas escrevem ou digitam – os pacientes falam com seus botões e trocam impressões diagnosticas entre si receitam uns para os outros, se automedicam.
Segundo os ditados populares houve piora; dizia o antigo: “De médico e louco, todo mundo tem um pouco” – Acrescente-se hoje: “De médico, louco, surdo e mudo, todo mundo tem um pouco, bastante”.

Esse estilo de comunicação entre médicos e pacientes gera desconfiança que quebra a sintonia; dificultando o desaparecimento dos sintomas ou a cura.

Próximos assuntos.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

IMPORTÂNCIA DA SINTONIA (FÉ) NA CURA

Fui ao médico, mas não senti muita firmeza; não confiei nele; não estou com fé que vai dar certo!
Quando não há sintonia nem empatia; melhor nem começar; pois a possibilidade de bons resultados fica reduzida.

Quando nos deparamos com a colocação de Jesus e de outros Mestres: - Quem te curou foi tua fé! – Essa fé nos parece muito mística, distante; até inatingível; quando não é.
Fé, é a capacidade de mobilizar pensamento, sentimento e vontade que são forças eletromagnéticas capazes de modificar a energia cósmica universal, segundo as capacidades adquiridas e a vontade; é o alinhamento da razão, naquilo que se crê. Seu uso pode ser consciente quando compreendemos como atingir os objetivos ou inconsciente como na fé religiosa. Importa não confundir fé com crença; a primeira é atuante e a segunda é passiva.

Lógico que, crer por crer no tratamento ou no profissional não muda nada e confiar apenas; não basta – é preciso que haja competência dos interessados.

Na verdade uma boa designação para fé, em se tratando de construir ou desconstruir a realidade, é: foco; ter fé representa estar focado, centrado.
Construímos verdadeiros milagres quando estamos em aflição ou desespero; com ou sem a ajuda de Deus, Santos, Protetores Espirituais; apenas porque nessas ocasiões nós temos absoluta certeza do que queremos sem dispersão - estamos focados apenas naquela meta.
No dia a dia, somos pobres em realizações, porque não temos foco ou até nem temos metas definidas. Exemplo: Eu quero este objeto! – É meu a qualquer momento – Ah! Mas, não era dessa cor; ficou mais distante – Ah! Mas, não era dessa marca; esquece; houve dispersão, com conseqüente desperdício de energia realizadora.
Merecimento?
Quando objetivos são alcançados, para a natureza não existe merecimento apenas competência para criar sintonia de padrão vibratório. O conceito de merecimento indica que houve um julgamento; mas a vida não julga; não premia nem pune; apenas flui abastecendo cada um segundo suas necessidades do momento e do seu foco.
Nada no universo é sobrenatural; o que ainda é para uns; não é mais para outros. Milagres não existem. As leis são lógicas, perfeitas, imutáveis, podem ser contrariadas; mas, jamais modificadas na sua essência segundo a vontade de quem quer que seja.

Muitos são os motivos que nos desviam o foco e tornam as curas definitivas raras; dentre eles:
Transferência de responsabilidade.
Nós costumamos transferir a obrigação de manter foco na cura para pessoas ou recursos externos visíveis e invisíveis. Quando deixamos de manejar o foco da consciência usando a própria vontade, ele parece quebrado e retorna a um ponto específico, repetidamente (recaídas).
Cultura da doença.
Na verdade a busca da cura chega a gerar um conflito subconsciente – queremos nos curar; mas ao mesmo tempo, não – pois, na nossa cultura a doença tem valor máximo em ganhos adicionais – saúde não tem valor algum para pessoa alguma até que seja perdida; daí então; passa a ter um valor máximo; desejos conflitantes anulam-se.
A dúvida.
Um inimigo da cura é a falta de confiança; pois, divide o foco; o que, o enfraquece.

Aprender a manejar o foco da consciência faz toda a diferença no teatro da vida humana.
Quem maneja o foco comanda o espetáculo.
Faz com que a vida aconteça e torna-se ao mesmo tempo: roteirista, diretor, ator, contra-regra, tudo que tem direito no palco de sua vida.

Peça ajuda:
“Bata que a porta se abrirá” disse Jesus – mas, se você tiver a chave (foco); basta que a abra você mesmo. Todos nós recebemos a chave da sanidade (foco); mas, a perdemos, esquecemos em algum lugar; ou alguém a surrupiou nos engabelando com crenças e conceitos.

Continua.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ONDE NÃO DÓI? – Segunda parte

Na política do bem viver: Promessa é dívida.

Fiquei de dar algumas dicas para evitar o dodói do estresse crônico.

Requisitos básicos:

Desenvolver a capacidade de discernir:
Devemos tentar sempre antecipar a visão dos efeitos das escolhas, tanto na nossa vida quanto na das outras pessoas e no meio ambiente; pois, somos interdependentes e responsáveis uns pelos outros quer queiramos ou não: um dia em algum lugar, assumiremos o que fizemos ou ajudamos a fazer; nosso livre arbítrio é limitado pelo do outro; e o perdão da justiça Divina é a reparação, não o simples arrependimento.

Reciclar as fontes de alegria e prazer:
Muitos ainda usam a exacerbação dos prazeres dos sentidos como razão para viver: comer para adoecer, beber até comer desatinos, fumar, usar a sexualidade de forma desregrada; outros já sentem alegria e prazer em ajudar, felicitar.

Reconhecer o nosso destino:
Avaliando quem somos, como pensamos e nosso padrão de atitudes costumeiro com relação a nós mesmos e, com os que a vida traz de volta para interagir conosco, é muito fácil saber o que nos aguarda no futuro; cada vez mais rápido; desde que nos livremos das desculpas e das justificativas.

Possuir metas claras de vida:
Daqui em diante, os fatos mudam tão rapidamente, que uma simples dúvida pode custar muito em qualidade de vida.

Responsabilizar-se pelas escolhas e seus efeitos.

Aprender a decidir:
Qualquer decisão liberta

Cultivar a ética e a honestidade íntima.

Nunca pedir desculpas nem se justificar:
Senão, através da mudança de atitude.

Conhecer as leis que regem a vida.

Alinhar objetivos pessoais aos da vida:
de curto, médio e longo prazo às leis da vida.

Guiar-se segundo valores próprios:
já ajustados às leis naturais.

Avaliar se o que está sendo feito é o possível:
Alinhar o que pode e é capaz de fazer ao que está realizando.

Dar utilidade à existência.

Separar o que é nosso do que é dos outros.

Evitar realizar tarefas alheias.

Desenvolver seu conceito de justiça apenas fazendo aos outros o que gostaria de receber deles.
Respeitar as outras pessoas em todos os sentidos permitindo que possam desenvolver sua vida conforme as escolhas que desejem.
Manifestando sua opinião a respeito das coisas apenas quando for indagado, sabendo que a verdade não está com pessoa alguma; mas distribuída em toda a parte.

Estes são apenas alguns dos requisitos básicos para que nossa vida transcorra dentro de uma atmosfera de alegria e prazer.

VACINA CONTRA O ESTRESSE CRÔNICO

Para nos vacinarmos contra os sintomas do estresse crônico basta que aprendamos a nos contentar com o básico, o simples, o duradouro; se possível o eterno.
Fugir do sofisticado, caro, desnecessário, descartável é uma saudável política de vida. Não esperar nada dos outros ajuda muito.
Aprender a disciplinar as expectativas é um santo remédio.
Dicas práticas:
- Alongamento; principalmente para a coluna cervical.
- Prática da meditação.
- Reaprender a respirar.
- Preparar-se para dormir.
- Disciplinar os hábitos.

Para fases mais estressantes – chá de arnica, unha de gato e capim cidreira ou melissa pode ser de valia.
Mas, nada é bom para todo mundo; essa estória: é natural se não faz bem não faz mal, é conto de fadas.
Para 1 copo de água – 1 colher de chá de cada planta – ferveu desliga e abafa – tome dividido em 3 partes (3x ao dia) – não adoce.


Outras dicas: nos artigos do bloog a respeito dos efeitos dp estresse crônico.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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